Blog do Edir Veiga. Este Blog é um espaço de informação sintética sobre fatos políticos Nacional e estadual e sobre a vida da comunidade da UFPA. Quem quiser acompanhar ensaios, artigos, debates políticos e acadêmicos deve acessar: http//bilhetimdeanalises.blogspot.com
Eleições 2010: a surpresa chamada Juvenil
Mestrado: Humbertinho (Cunha) defende dissertação nesta quinta (26)
Pará: Quem chegará ao senado?
Paulo Rocha, ao deixar em aberto a segunda vaga de sua chapa ao senado, corre um sério risco. Este risco se conforma devido ao perfil ideológico dos eleitores do PMDB e do PSDB. De um lado o segundo voto de Flexa e de Jáder, tendem a ser conservador, ou seja, tendem a evitar Paulo Rocha e se auto-completar. Já o segundo voto de Paulo Rocha seguirá a orientação partidária, ou seja, na direção de Jáder. O PMDB de Jáder não tem organização política e ideológica suficiente para centralizar o segundo voto ao senado em Paulo Rocha.
Assim, Jáder sairá locupletado de votos, e Flexa possivelmente herdará a maioria do segundo voto dos eleitores de Jáder, devido ao perfil ideológico semelhante entre os eleitores de Jáder e Flexa.
Portanto, faz falta a Paulo Rocha uma aliança fechada à segunda vaga ao senado, de ideologia de centro direita, como F. Yamada, que teria um potencial enorme de votos, tendo como ponto de partidas, suas empresas e o ramo supermercadista.
Em síntese, se a eleição fosse hoje, seriam nossos representantes no senado: Jáder e Paulo Rocha. Mas no dia 03 de outubro, a provável onda Jatene pode puxar a candidatura de Flexa.
Eleições no Pará: ser cientista é ter a ética da convicção.
Neste contexto de desinformação dolosa, os blogs tem de romper o silêncio da grande mídia e oferecer uma luz aos eleitores paraense. Da mesma forma que antecipei em 10 dias a grande chance de Dilma vir a ser eleita no primeiro turno, estou, aqui no Pará, informando há seis meses a enorme rejeição da governadora do estado, que vem oscilando entre 55 e 60%. Creio que após três semanas de horário eleitoral gratuito, começa a cair a rejeição de Ana, devido as prestações de contas de seu governo que vem sendo realizada.
Quando Ana começar a crescer nas pesquisas e diminuir sua rejeição, não tenham dúvida, eu darei a devida divulgação, aqui. Mas neste momento, Jatene tem as maiores chances de chegar ao palácio dos despachos. Dentro de duas semanas, informarei se Juvenil tem potencial de disputar a passagem ao segundo turno.
SINTUFPA: Queda na 4a. reeleição?
Creio que os servidores da UFPA deverão trocar a atual direção continuista. Não tenho pesquisa, é pura intuição política. A eleição será no dia 26 de agosto (próxima quinta).
Desespero eleitoral:Serra quer se "colar" em Lula
As pesquisas e o Pará
Juvenil decola
Ana Júlia melhora em Belém
Vox Populi: Dilma 46 - Serra 29
Jatene tem 1/3 dos eleitores Dilmistas
Pesquisa reconfirma achado: 50% do eleitorado troca de deputado se este apoiar Ana
Deveremos em breve vermos os candidatos a cargos proporcionais, da base governista, fazendo vôo solo na disputa eleitoral. A candidatura Ana Júlia só tem um caminho: derrubar a alta rejeição.
SINTUFPA: Oposição se junta contra o partidarismo impetrado no sindicato
As eleições serão no dia 26/08/2010
SINTUFPA: PSOL e PSTU querem mais 2 anos
43 X 32: Dilma dispara
Horário eleitoral na TV e as eleições
O embate: neste momento o marketing mentiroso é dissolvido, pois só se sustentam as informações fundadas em dados reais e perceptíveis, ou seja, é o embate entre os contendores que clareia a visão do eleitorado em uma eleição majoritária.
Mas também é neste momento em que governos realizadores, mas sem uma política de comunicação competente, podem a vir a se redimir com informações fundadas em realizações concretas que farão com que o eleitorado mude a sua percepção inicial sobre o governo. Grande parte das rejeições de governantes fundam-se em desinformação ou informação incompleta que chegam ao desatento eleitor no cotidiano de um quadriênio.
Por outro lado, as eleições para os cargos proporcionais: deputados federais e estaduais possuem outras dimensões no horário eleitoral gratuito. São milhares de candidatos desfilando entre 10 e 20 segundos na TV e rádio. O eleitorado não consegue discernir suas histórias passadas e seus projetos presentes e futuros, enfim, os custos informacionais são altos e o nosso sistema eleitoral e partidário não ajuda neste sentido.
Parlamentos e deputados tem a pior das imagens construídos no cotidiano por uma jornalismo que tem na espetacularização das informações a alma para ganhar audiência. A exceção se torna a regra e uma minoria de "deputados escândalos" acabam por construir a imagem global de nosso congresso é a chamada falácia ecológica, ou seja, se uma dúzia de deputados são corruptos, então todo o parlamento é corrupto.
Então o horário na TV e rádio pouco acrescenta em matéria de conquista de votos em eleições proporcionais, o máximo que o candidato proporcional conquista de positivo é a notoriedade, jamais o voto. O voto se conquista, nesta circunstância, através do corpo a corpo.
Jatene: uma tsunami em gestação?
A rejeição da governadora Ana, que era de 60% há seis meses atrás hoje está oscilando entre 53 e 55%, ou seja, está nas alturas, e consolida uma enorme probabilidade de derrota em segundo turno. A questão é: a opinião negativa da maioria do povo sobre o desempenho da atual governadora se imporá sobre a máquina clientelística num cenário onde 2/3 do eleitorado vive no interior e a metade do eleitorado ganha tão somente até dois salários mínimo? Creio, e fica no campo da intuição, que uma tsunami pode emergir no Pará no segundo turno e vir a derrubar o governo, como ocorreu em 2006 com a candidatura Almir Gabriel. Seria o fim de qualquer inferência sobre o controle clientelístico do voto em eleições majoritários no Pará, ou seja, uma bela descoberta da ciência política.
Ana Júlia e Dudu: o pork superará a sinergia negativa?
A gestão com pessoas no serviço público
Universidade Lusófona de Portugal com Mestrado e doutorado em Belém
Postagens assistemáticas
Eleições 2010: o racha nas Assembléia de Deus e a ilusão de Puty
Campanha proporcional: os micos dos marqueteiros
1- candidatos a deputados pagando formiguinhas para massificar seus nomes entre o eleitorado. Quem disse que o eleitor lê os textos e decora nomes presentes em panfletos distribuidos por centenas de candidatos que diariamente circulam nas esquinas da cidade.
2- Número de candidato do tipo: 22222, ou 25666, ou 166666. Este é o mais primário dos erros, provavelmente 40% destes votos vão para a legenda do partido e não para o candidato.
3- A presença de carro som, agredindo a audição do eleitorado. Será que alguém acha que este candidato auferirá alguma vantagem perante a vítima de poluição sonora. Os marqueteiros pensam que estão massificando um determinado nome.
Sucessão no Pará: o sigilo das informações
Por que não está sendo divulgando as pesquisas de intenções de votos no Pará? Nas informações extra oficiais a vantagem do candidato tucano sobre a petista é considerável. Em breve darei informações mais objetivas sobre este assunto.
ABCP/2010: Cientistas políticos projetam vitória de Dilma no primeiro turno
Estes cientistas são insuspeitos, ou seja, não são ligados a partidos políticos, inclusive o prof. Dr. Marcus Figueirede trabalhou profissionalmente na campanha de FHC em 1998.
Associação Brasileira de Ciência Política- 06;07 de 08 em fotos
Segunda foto: Prof. Dr. Fabiano Santos Presidente da ABCP
Terceira Foto: Prof. Dr. Jairo Nicolau coordenando o debate sobre os prognósticos para as eleições presidenciais de 2010.
Quarta foto: Plenária da ABCP durante a conferência do prof. Dr. Fernando Limonge.
Quinta foto: Prof. Dr. Roberto Corrêa apresentando seu trabalho nos grupos temáticos da ABCP.




ABCP em fotos de 05-08-2010: Mesas redondas, participação com apresentação de trabalho
Segunda foto: Profs. Drs. Roberto Corrêa e Edir Veiga durante mesa redonda na ABCP
Terceira foro: Profa. Dra. Mara Teles coordenando mesa redonda sobre mídia e eleições, neste debate vemos também os profs. Drs. Antônio Lavareda e Marcus Figueiredo.
Quarta foto: Faixa alusiva ao Sétimo Encontro da ABCP.



Hoje (06-08) ABCP
09 as 10:45 -(In) seguranças na guerra e na paz com: Elena Martinez Barahona (Universidade de Salamanca), Tatiana Moura (Universidade de Coimbra).
Debatedores: Elena Martinez e Sebastián Linares (Salamanca), Rita Santos (Universidade de Coimbra, Sílvia Roque (Coimbra)Gláucio Dilon ( IUPERJ).
11- 12:45- A dimensão internacional da questão eleitoral
Coordendores: Marcelo Medeiros (UFPE), Olivier Dabéne (Sciences Po Paris).
Debatedores: Christophe Jaffrelot e Olivier Dabéne, Maria Regina Soares (IUPERJ), Tulo Viganni (UNESP).
AS 14 hs, o prof. Roberto Corrêa apresenta um trabaho sobre: Dimensões e desafios do desenvolvimento regional sustentável na amazônia.
ABCP e os debates em 05-08-2010
As 11 hs assisto conferencia: Comportamento eleitoral e opinião pública: como o eleitor decide seu voto, na mesa- Antônio Lavareda(Ipespe), Marcus Figueiredo(IUPERJ).
A partir das 14 hs apresento meu paper sobre as disputas para o governo do Pará nos pós Ditadura de 1964.
DS e Dudu: bens clientelísticos e seus candidatos proporcionais "escolhidos"
Dudu/Dilma/Ana e o asfalto eleitoral
Luta pelo senado: a irritação de Yamada
PUTY: Adeus à ideologia
De fato Puty precisaria de uma consultoria eleitoral especializada. Alguém precisa dizer ao Puty que em eleições proporcionais não se ganha votos planfleteando.
ABCP: Blog só voltará a partir do dia 10-08
02/08/2010: o eleitor se volta para as eleições
As eleições proporcionais (deputados) continuará expressando um momento irresponsável do eleitor. Seguramente 70% deste voto é dado de qualquer jeito, para estes eleitores o voto é um momento de troca particularista: por emprego, por aterro, por asfalto ou por dinheiro ou dado para um conhecido ou para um membro da família, sem um "olhar" crítico em torno do candidato e do partido.
No fundo desta questão está o modelo institucional do sistema eleitoral e partidário brasileiro, baseado no multipartidarismo e no voto proporcional em lista aberta que induz o voto personalizado. É impossível a massa do eleitorado escolher coerentemente entre mais de 500 candidatos a deputados estaduais em cada estado, ou entre mais de 200 candidatos a deputado federal.
Não basta apelar para que cada eleitor estude a história anterior de cada candidato e ou de seu candidato e o programa de seu partido. Concomitantemente a este apelo "idealista" é necessário uma reforma política que dê mais racionalidade ao sistema eleitoral e partidário, onde seja combinado: financiamento público das campanhas eleitorais, voto em lista fechada e flexível, e formação das listas partidárias através de eleições primárias internas a cada partido para impedir a oligarquização destas listas.
Campanha na TV, rejeição de Ana e os 366
Traição contra "PT pra Valer": Paulo Rocha acalma Ganzer
A eleição e a baixa escolaridade
Na minha humilde opinião, com base nas teorias da decisão do voto e nas experiências internacionais das revoluções democráticas e proletárias, afirmo que a educação tem correlação direta com o nível de renda da população e não com a qualidade do voto.
Quanto à questão da correlação entre nível educacional e qualidade do voto, posso afirmar que a educação é uma condição necessária para o exercício da cidadania, inclusive a eleitoral, mas não é uma condição suficiente para a qualidade do voto. Explico, em minhas pesquisas empíricas sobre a decisão do voto, para o executivo e para o legislativo, comprovei que a alienação política e eleitoral transversaliza todas as classes sociais, do mais rico ao mais pobre, do letrado ao analfabeto. Por exemplo, dois anos após as eleições de 2006, 70% do eleitorado não lembrava em quem votou nas últimas eleições para deputado estadual ou federal, e este percentual não variava entre os eleitores de nível superior , ou entre os de baixa escolaridade ou analfabetos.
Na verdade o que explicaria o maior ou o menor envolvimento de uma sociedade democrática com as decisões eleitorais e partidárias seria o nível de cultura cívica de uma população, tendo como ponto de partida a cultura associativista, que conduz os indivíduos do universo particularista ao universo mais coletivo, ou seja, da alienação ao altruismo, sendo o lócus para este "engatinhar" na política a vida associativa nas escolas, nas universidades e nas comunidades.
Portanto, ser despolitizado não é uma característica dos eleitores com baixa escolaridade, mas de todo um país que viveu a maior parte de sua história sob a égide de oligarquias (Império e República Velha) ou das Ditaduras ( Vargas e Militar). Não esqueçamos de que todas as revoluções proletárias do século XX foram baseadas na popução analfabeta ou de baixíssima escolaridade como na Rússia, China e Cuba.Voce pode politizar com a mesma eficácia tanto um letrado como um analfabeto. Um pescador semi-analfabeto de Cametá inscrito na colônia de pescadores discute política nacional e estadual com mais desenvoltura do que um eleitor de nível superior que nunca participou de atividades associativistas e correlatas.
A cultura cívica deveria fazer parte das preocupações estratégicas do Estado brasileiro, para servir como um antídoto contra as aventuras golpistas no Brasil.
Crise interna no PT: Após receber o "passa perna" Ganzer e Zé Geraldo preparam troco à DS
A questão é simples, o governo estadual é dirigido pelas principais tendências petistas, sob a batuta da DS, que apesar de minúscula, dentro do partido, conta com a governadora do estado. Recentemente a SETRAN, que era dirigida por Ganzer e cia. foi negociada com o PR, e a DS informou que daria a Sedurb em permuta ao "PT pra Valer". Após entregar a SETRAN ao PR, a DS não entregou a SEDURB a Ganzer e cia, pelo contrário, se assenhorou desta secretaria e deu uma "banana" a Ganzer e cia.
Considerando que o poder político se traduz em força partidária e eleitoral, neste momento o grupo de Ganzer, Zé Geraldo e cia. preparam uma resposta coletiva ao golpe desferido pela DS contra o "PT pra Valer". Esta resposta virá provavelmente na forma de fazer a campanha eleitoral de 2010 e nas próximas disputas internas do PT e nas coalizões partidárias internas para 2012 e 2014.
E pensar que foram Zé Geraldo e Ganzer que comandaram a articulação com o planalto para a retirada da candidatura governamental de Mário Cardoso em 2006 e para garantir a entrada em cena da candidatura Ana Júlia. Dizem que muitos podres poderão surgir nesta luta fraticida que ameaça irromper no interior do PT, em vésperas das eleições de 2010.
Dizem os informantes de bastidores que no lá no fundinho deste golpe da DS(Puty)contra Ganzer e cia. estaria uma ação para conter o crescimento da candidatura Ganzer e do "PT pra Valer" nestas eleições. Na agenda desta mesquinharia política estaria a disputa interna para a candidatura a prefeito em 2012, na qual Puty, sonharia desde já, e a disputa para o senado em 2014,na qual Ana Júlia temeria uma póssível disputa interna com Zé Geraldo ou Ganzer. Haja paranóia política.
Férias de julho: estrada de ajuruteua é uma vergonha
Crise dentro do PT? DS passa a perna no PT pra Valer
Pois bem, foi prometido ao PT prá Valer a secretaria de desenvolvimento urbano (SEDURB) em troca da SETRAN. O PT prá Valer já tinha até escolhido um nome para a referida secretaria.
Qual foi a surpresa quando apareceu no Diário Oficial o nome de José Rayol, indicado por segmentos da DS, em especial Suely Oliveira e novamente Cláudio Puty.
O PT prá Valer ficou a ver navios. Alguém tem alguma dúvida de que,pelo menos 30% do PT Pará ficará engessado enquanto esta querela não for resolvida?
Parece que os assessores diretos de Ana e donos de governo, estão efetivamente pensando em projetos pessoais em detrimento da reeleição de Ana. Se a DS faz isso com seus grande "parceiros", o que não faria com o PMDB, PP e companhia?
Eleições 2010: Por que a juventude não quer votar?
Quais as causas que podemos alinhavar deste fenômeno constatado quanto à queda da participação dos novíssimos eleitores no Brasil? Como faria Alexis de Tocqueville, Passo a citar causas mais gerais e causas mais específicas que poderiam estar levando parte da juventude à alienação política.
Causas mais geral:
1- Boa situação econômica do país, diminuindo os conflitos entre sociedade civil organizada e o governo, gerando a falsa percepção de que as mobilizações deixaram de ser uma estratégia importante no contexto social e econômico e como tal, mais pessoas deixam de se envolver em lutas sociais e políticas, minando possíveis arenas de disputas e de politizações da sociedade como um todo, incluindo a juventude.
2- Rotinização das eleições: Com a sociedade se acostumando com o exercício da democracia através das eleições, o sufrágio bi-anual que acontece no Brasil deixa de ser novidade e como tal pouco mobiliza, num contexto de calmaria econômica. Enquanto mais avança e se estabiliza a vida democrática mais os grupos partidários e os grupos de pressão assumem o protagonismo político e menos sindicatos e movimentos estudantis aparecem nas grandes disputas nacionais.
3- O enorme descrédito nos políticos e nos partidos, atestado através de pesquisas de opinião pública, é mais um fator que afasta a população das atividades políticas e partidárias, em especial a juventude.
4- A ausência histórica de uma cultura associativista (nos grêmios livres, centros acadêmicos, ONGS, etc) na sociedade brasileira, reduz as possibilidades de construção de uma consciência altruísta em nosso eleitores, desde a fase adolescente, diminuindo por conseguinte as probabilidades de envolvimento dos jovens nas atividades políticas e partidárias. Os partidos como mobilizadores da sociedade parecem que não como prioridade investir nos locais onde os futuros eleitores estão crescendo, como nas escolas, nos bairros e nas universidades.
5- A presença da corrupção, transversalizando todos os partidos políticos, provavelmente vem causando grande ceticismo e desesperança na juventude, e como tal, é um importante fator de afastamento e antipatia às atividades políticas e partidárias.
6- Estas são algumas pinceladas que dou para iniciarmos este profícuo debate.
Camelô agora Executivo Nacional de Letras
Rubens foi eleito Executivo Nacional do Curso de Letras na Pasta de Movimentos Sociais no ENEL-2010 que ocorreu em João Pessoa-PB entre 10 a 17 deste corrente mês. Desde o ENEL-2009-UFF, Camelô vem construindo uma frente de pessoas simpatizantes com seu nome de todo o país – Bahia, Maranhão, Alagoas e São Paulo. Esta árdua vitória teve como oponente os três setores organizados do curso de letras: PSOL, PSTU e “Independentes”.
O Universitário Camelô se compromete em criar uma integração de fato entre a academia e estudantes de letras com os inúmeros segmentos sociais. Rubens diz lamentar muito por não ter tido apoio dos dirigentes do PSOL e PSTU do Estado do Pará.
PT: dirigente da juventude petista saúda posse de Camelô em cargo nacional
companheirada,
envio este e-mail para informe e para parabenizar o companheiro Rubens Camelô, estudante de Letras, do Pará, da JCNB, que foi eleito Secretário nacional de movimentos sociais da Executiva Nacional de Estudantes de Letras.
A ExNel é a executiva que representa o maior número de estudantes universitários do Brasil!
Uma grande vitória do companheiro, que vem construindo e debatendo com petistas, estudante de Letras, de todo o Brasil desde o final do ano passado.
Os petistas, de todos os coletivos, vem atuando de modo unitário na executiva. E esse movimento foi puxado, principalmente, pelo companheiro Law da Bahia (que está em discussão com a nossa corrente - diga Bahia, Law já é CNB?).
Além desta pasta na executiva nacional, tbem ganhamos na disputa a pasta LGBT, companheiro Alan (BA), coordenação Nordeste (law da Bahia) e finanças norte.
Parabéns aos companheiros e, especialmente, a Rubens Camelô que leva a JCNB para uma pasta importante na maior executiva do Brasil!
Saudações,
Juliana Borges
--
Juliana Borges
(11) 77626795
(11) 95058408
Diretora de Comunicação da UEE-SP
coord. municipal de organização da JPT-SP
ParaTodos - Por um Movimento Estudantil do tamanho do Brasil!
Ana 2010: começou a debandada da nau governista?
UFPa convoca novos concursados
Sucessão no Sintufpa: chapão contra a paralisia
PSOL:Candidatura F. Carneiro e a agenda de campanha
Ana/2010: Traições à vista?
A gritaria de prefeitos pode ser ouvido na Alepa e nos partidos. Tudo indica que está em curso a maior onda de traição já vista na política paraense, desde a derrota de Almir Gabriel em 2006.
É esperar para comprovar.
2o.Turno: Tucanos apostam no voto verde de direita
Dep. Parsifal: André Farias é mentecapto e energúmeno
Eleições 2010: as coligações proporcionais
Eleições 2010: MPF pede impugnações de Jáder e Paulo Rocha
Julho: Bilhetim estará assistemático
Portanto, as postagens poderão acontecer neste período, mas serão assistemáticas.
Senado 2010: a segunda vaga e a comporta estratégica
1- Duciomar Costa ao lançar a candidatura de F. Yamada ao senado criou uma poderosa comporta em Belém capaz de esvaziar o acordo informal entre Jáder e Paulo Rocha nesta cidade. Duciomar ao bancar Paulo Rocha e Yamada fortalece Rocha e esvazia parcialmente Jáder em Belém.
2- PSB e PV ao lançarem candidatura ao senado fortalecem, localizadamente, P.Rocha e esvaziam parcialmente Jáder, onde estes partidos têm bases eleitorais mais densas.
3- A segunda candidatura do PMDB ao senado é uma comporta capaz de esvaziar/inflar Paulo Rocha (onde interessar) seja na capital ou no interior, ou seja é uma poderosa moeda de troca para contrabalancear as candidaturas ao senado do PTB, PSB e PV. Assim Jáder trocará apoio com Rocha onde for conveniente e fechará a comporta onde não for conveniente.
4- Quem ganha nesta história toda é Flexa Ribeiro e quem mais perde é Paulo Rocha. Uma vez que Jáder tem maiores probabilidades de ser o mais votado ao senado e Paulo Rocha terá em Flexa seu principal adversário, agora fortalecida por uma aliança informal mais ampla com Jáder.
Assim, a segunda candidatura ao senado dos partidos serve como comporta eleitoral que pode ser aberta ou fechada em cada município, dependendo do interesse em jogo e dos partidos em disputa.
Um ano da gestão Maneschy: um pouco das ações da PROGEP
público federal (SIASS)
O Ministério do Planejamento e a Universidade Federal do Pará
inauguraram, nesta sexta-feira, dia 2 de julho, a unidade paraense do
Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor público federal
(SIASS), sediada na Cidade Universitária José da Silveira Netto, no
Guamá. A implantação do novo serviço acontece no dia em que a
Universidade celebra 53 anos de existência.
A UFPA é a quinta instituição de ensino superior brasileira a sediar uma
unidade do SIASS, uma rede que integra potencialidades e recursos dos
diferentes órgãos federais e disponibiliza um sistema nacional de
informações sobre a saúde do servidor a fim de traçar ações a partir
de dados concretos.
Para João Cauby, pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal da
Universidade (PROGEP), a nova política nacional de estado de saúde do
servidor cria um novo olhar e uma nova linha de atuação na área de
atenção à saúde. “Agradecemos ao Ministério e a todos os órgãos
públicos federais integrantes do Grupo de Trabalho do Pará para a
implementação da política de atenção à saúde. Este trabalho
integrado é que possibilita a continuidade desta proposta”. Segundo o
pró-reitor, a unidade atuará não somente no adoecimento, mas também na
prevenção. "Cuidaremos dos servidores, dos gestores, de toda a equipe que
atua no serviço público federal paraense. Este é o grande objetivo desta
unidade”, revela Josefa Quadros, diretora de Saúde e Qualidade de Vida
da UFPA.
Sérgio Antônio Martins Carneiro, diretor do Departamento de Saúde,
Previdência e Benefício da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério
do Planejamento, defendeu a importância das universidades federais no
projeto. “As universidades ajudam a organizar estes serviços por meio do
apoio aos outros órgãos federais que não possuem a mesma dimensão nos
serviços de saúde dos servidores. Precisamos cuidar desses profissionais
que são imprescindíveis para a implementação de políticas públicas e
na manutenção dos serviços federais”.
“Com a rede, potencializamos nossas competências e expertises. A UFPA
lidera a iniciativa por seu papel estratégico como agente de
transformação social da região amazônica e sua capilaridade com campi
distribuídos em todo o território do Estado”, lembrou o reitor Carlos
Maneschy.
Aniversário - O dirigente também parabenizou a comunidade universitária
pelo aniversário de 53 anos da Instituição. “Embora seja jovem,
comparada a algumas outras organizações, ao longo destes 53 anos, a UFPA
se tornou a maior instituição federal de ensino superior da Amazônia,
principal agente de mudanças socioeconômicas observadas na região, e já
alterou para melhor a vida de muitas pessoas. Cada um que já passou pela
Universidade, que ainda está e que ingressará nela é parte desse legado
e desta história. Vamos, certamente, continuar nessa trajetória
virtuosa”.
CAPACITAÇÃO À DISTÂNCIA
A Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal da UFPA (PROGEP)
está interiorizando suas ações de “capacitação e desenvolvimento”
e de “saúde e qualidade de vida”. Nesta quinta-feira, dia 1º de
julho, aconteceu a formatura da primeira turma de capacitação a
distância, realizada no auditório do Centro de Capacitação da
Universidade (CAPACIT).
Mais de cem pessoas participaram do curso de capacitação em Qualidade no
Atendimento e 94 delas se formam no dia 1º, incluindo 39 servidores
lotados em campi da UFPA do interior do Estado. “A estratégia bem
sucedida da educação a distância permite que possamos interiorizar
outras ações de capacitação possibilitando que os
técnico-administrativos e docentes que atuam fora de Belém também
participem dos programas institucionais de capacitação, os quais promovem
a melhoria do desempenho das atividades e serviços prestados pela
Universidade e, aos nossos servidores, a progressão na carreira”,
explica Cleide Raiol, diretora de Desempenho e Desenvolvimento da PROGEP.
Na área de saúde e qualidade de vida, a interiorização acontece por
meio da extensão dos exames periódicos. “Estamos realizando visitas
técnicas aos campi para levantarmos as vocações de cada unidade, mas
mesmo antes de concluir o estudo, estaremos implantando as ações
desenvolvidas pela Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida que forem
possíveis, formando redes com o apoio das coordenações dos campi”,
garante Josefa Quadro, diretora de Saúde e Qualidade de Vida da PROGEP.
A primeira medida da Diretoria é a interiorização dos exames de saúde
periódicos realizados, anualmente, pelos servidores das instituições
públicas, por uma obrigatoriedade legal. “Os exames fazem um
rastreamento e uma avaliação de como está a saúde dos nossos
técnico-administrativos e docentes. Se eles estiverem precisando
investigar melhor essas condições, serão encaminhados para realizar
exames mais específicos ou tratamento, tanto pelo Sistema Único de Saúde
(SUS), quanto pelos planos de saúde particulares de cada servidor”,
conta Josefa Quadros.
Entre os projetos da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida que podem ser
interiorizados, estão: o Programa de Artes e suas ações com promoção
de oficinas e cursos na área artística; o Projeto Ginástica Laboral
Educativa; O atendimento Psicossocial; o Projeto de Preparação para a
Aposentadoria e as atividades de acompanhamento e promoção à saúde da
Balanço de um ano da gestão Maneschy
As coligações proporcionais na base governista
Coligação 1: PT/PTB/PR/PP/PSC/PHS/PTN/PT do B/ PTC: Nesta coliagação existem hoje os seguintes deputados: Zé Geraldo, Paulo Rocha, Beto Faro, Lúcio Vale, Gerson Peres e Zequinha Marinho. Creio que esta coligação fará 4 deputados diretamente e mais um na sobra, portanto deverá eleger 5 deputados federais. Quer dizer, um dos seis deputados que hoje detém mandato perderá mandato, sem contar que o pastor Josué Bengtson ainda tomará mais uma vaga de um destes seis.
Coligação 2: PDT/PSB/PC do B/PRB/PV: Esta coligação deverá reeleger Giovanni Queiroz do PDT, deputado federal. Difilmente esta coligação terá mais de duzentos mil votos e portanto terá sobra baixíssima para disputar uma segunda vaga.
RBA e Diário: sintomas de uma aliança com o PSDB
IDEB, Ana e as marcas negativas
O governo Ana em nada inovou na educação: não empoderou orçamentariamente e politicamente as escolas, não modernizou a gestão dando fôlego ao compadrio entre diretores e professores, não foi transparente nas execuções das reformas escolares, não experimentou nenhuma metodologia pedagógica para enfrentar a repetência, o atraso escolar dos alunos e nem mecanismos densos de escola em tempo integral. Pelo contrário, o projeto aceleração da aprendizagem foi detonado pela Seduc.
Nem mesmo uma reforma administrativa capaz de racionalizar a gestão administrativa da Seduc, que é um elefante branco, foi executado. A Seduc foi loteada por tendências e partidos políticos onde o veto e contraveto na implementação das políticas foi uma constante. Era partido vetando partido, tendência vetando tendência, dentro do gigantesco mundo administrativo que é a Seduc em todo o nosso espaço territorial.
Até militantes de movimentos comunitários assumiram cargos de assessoria dentro da Seduc. Cargos técnicos de segundo e terceiro escalão foram ou são ocupados por militantes políticos sem formação mínima, na área. O que poderia se esperar de tamanha desfaçatez? IDEB 3.6. O pior do Brasil.
Tempo na TV: As boas perspectiva para Ana Júlia
Senado 2010: Rocha corre perigo
Jáder e Jatene já estariam fechados para o segundo turno
DEM fecha com o PSDB e sacrifica Valéria e Vic
O PT e o DEM
Para onde vai o DEM?
Eleições para o SINTUFPA
As eleições de 2010 e a perda da Copa do mundo
Então, se a perda da copa não beneficia nenhum dos competidores, eu diria que a não conquista da copa retirou um importante trunfo do governo. Afinal, qual é o político ou governo que não busca faturar em cima dos acontecimentos positivos? Lembram do Brasil inventado por Médice entre 1970/74? O Brasil grande, do milagre econômico, influenciou a seguinte letra no hino do tri: "Pra frente Brasil, salve a seleção" .A conquista do tricampeonato foi amplamente instrumentalizado pelo mais violento dos presidentes generais.
COHAB vai para o PTB
PT pra Valer deve ir para a SEDURB
SETRANS para o PR e PMDB
Belém e as eleições de 2010.
Em Belém Serra têm 36%, Dilma 28% e Marina 18%
Em Belém Jatene têm 41%, Ana 21% e Juvenil 6%.
Em Belém Ana tem 34% de rejeição e Jetene 11%. Ana soma 43% de avaliação ruim e péssima e 15% de boa e ótima.
49% do eleitorado afirma que um deputado perde voto ao vincular seu nome ao de Ana Júlia e 12% apoaria este candidato caso se vinculasse ao nome de Ana.
Claro, este é um retrato de hoje, em Belém.
Fonte: pesquisas de candidatos, não registrada no TRE. Garanto, é Instituto sério.
Como na blogsfera podemos vazar tudo, eis esta bela "informação" de bastidores que só os articulados possuem e que meus leitores sempre acessarão nos próximos 90 dias.
Prometo: sempre trarei informações privilegiadas, quando as possuir.
Demagogia e eleições
2010: O Tabuleiro eleitoral está montado
Imoralidade pública iguala todos os partidos competitivos
Eu que dediquei 20 anos de minha vida na construção do PT, de onde me desfiliei em 2002 por razões profissionais, me sinto profundamente frustrado por ver que no Brasil, nem no campo da esquerda, se formou uma elite política republicana.
Entendamos a categoria republicana como sinônimo de respeito à coisa pública. Portanto quem utilizar o critério republicano não poderá se filiar a nenhum partido brasileiro.
Mas temos de votar e no voto a escolha deve ser pelos partidos que mais investem na equidade. Nenhum voto a quem opta pela acumulação em detrimento da equidade. É assim que eu me posicione na hora das escolhas eleitorais.
PSOL a caminho da domesticação?
Os tucanos e o efeito Almir: haja oportunismo
Esta revoada sofrerá uma breve paralisação quando as pesquisas de opinião começarem a circular pelo estado. É que Jatene está dando uma surra em Ana, ns intenções de votos, neste momento.
2010: Ana e o governismo municipal
Este é um diagnóstico estrutural da política municipal. É verdade que a constituição de 1988 melhorou a arrecadação municpal como:IPTU, FPM, ISS e ITBI. Mas é verdade também que houve um imenso êxodo do campo em relação as cidades do interior e com isso o recurso é sempre escasso para saneamento, habitação, construção de escolas e postos de saúde, hospitais etc.
Nesta equação as verbas de FPM só dá para pagar o pessoal e manter a máquina municipal funcionando (verbas de custeios), as verbas do SUS e FUNDEB são carimbadas, ou seja, o prefeito não pode remaneja-las.
Em síntese, pouco mudou em 90% dos municípios do norte e nordeste do Brasil, daquela realidade descrita por Nunes Leal em seu clássico livro.
Ou seja, os prefeitos são governistas porque não existe outra possibilidade de acessar recursos estaduais e federais. Ou se adere ao governo de plantão, ou vai morrer eleitoralmente. E este é o segredo para que Ana Júlia avance sobre o eleitorado municipal. Em qualquer pesquisa de opinião a população quer que o prefeito e deputados estaduais tenham bom relacionamento com o governo estadual e federal.
De posse destas informações estruturais se constroem as estratégias de porkbarrel. Nenhum prefeito tucano do interior está fechado a uma boa cantada do governo estadual, pois 90% deles amargam rejeiçãoa cima de 50%, pois nada de importante tem construido nestes municípios.
Ana avança e Almir mostra sorriso amarelo com Jáder
Almir ainda é muito lembrado pelo eleitorado, mas esta lembrança chama-se notoriedade e que é muito diferente de decisão de voto. Almir não é candidato e como tal não é dono de voto nenhum.Mas, sem dúvida, sua presença será muito mais simbólica no palanque de juvenil do que qualquer outra grandes possibilidades eleitorais.
UFPA: uma bomba em gestação
366: a ALEPA derrubará o veto de Ana?
Veremos se os acordos eleitorais terão repercussões neste novo embate na Alepa. Ontem na CCJ o governo foi derrotado.
NPI: as crianças sofrem
Jáder e Almir: Vendetta- o custo da coerência
2010: Ficha Suja no Pará
2010: o processo decisório e o informal constrange
Uma das novidades desta teoria é que traz à tona o informal constrange (constrangimento informal) que passa a ter status de variável muito importante no processo decisório em políticas públicas. Mas esta variável também é muito importante no processo de tomada de decisão no processo de formulação de política por parte dos atores políticos.
Afinal a política invisível (de que nos fala Satori)está ou não presente no cotidiano das decisões políticas de partidos e políticos? esta variável é mais ou menos importante do que a política visível?
Vejam o que está acontecendo na tática de PT, PMDB e PSDB para o senador federal. Paulo Rocha, Jáder e Flexa sonham e constroem acordos invisíveis para o segundo voto da disputa senatorial.
Todos os sinais que chegam à política visível indicam que o informal constrange está agindo pesado por trás das cortinas. PT, PMDB e PSDB não querem saber de coligação para o senado, todos querem o segundo voto de todos. Esperem e verão: Jáder, Rocha e Flexa fazendo dobradas com candidatos a deputados (federais e estaduais) de todos os partidos.
É a completa despolarização do sistema partidário. Seria o fim das ideologias? e o avanço do pragmatismo?
Jàder, Beto e Ana em aniversário
ILC DEFINE DIRETORES
Docentes: chapa 1 :66 chapa 2:16 Branco: 1 Nulo: 2
Técnicos: chapa 1: 18 chapa 2: 12 Branco:0 Nulo: 1
Discentes: chapa 1: 444 chapa 2: 265 Branco: 6 Nulo: 5
O Prof. Otacílio ( Comunicação) é o Diretor eleitor e a professora Fátima (Português)é a adjunta. (
As professoras Rosa Brasil (Port) e Regina Cruz (port) foram derrotadas nas urnas.
TSE: Ficha Limpa vale para qualquer infrator, antes ou depois da promulgação da lei
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira, 17, que os políticos condenados por órgãos colegiados antes de sancionada a Lei da Ficha Limpa também estão inelegíveis. As mudanças na lei, portanto, não valem somente para aqueles políticos que forem condenados a partir da sanção e publicação da norma, em 7 de junho deste ano.
Na lista dos barrados em decorrência dessa decisão do TSE está, por exemplo, o deputado Paulo Maluf (PP-SP), condenado por improbidade administrativa. Além dos casos de condenação, a lei vale também para os parlamentares que renunciaram ao mandato para evitar processos de cassação por quebra de decoro. Esta lista é extensa: o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, o ex-senador Joaquim Roriz (PSC) e os ex-deputados distritais Junior Brunelli e Leonardo Prudente, flagrados recebendo dinheiro do mensalão do DEM.
A expectativa agora é saber quais os partidos e candidatos que terão a cara de pau de recorrer ao STF contra o TSE para concorrer em 2010.
Sucessão de 2010: PMDB aposta nos prefeitos
Só falta avisar ao PMDB que 90% dos prefeitos municpais, após dois anos de mandatos (2008/2010), tiram mais votos do que acrescentam no espaço municpal. As enormes carências de recursos municpais nos municípios paraenses, transformam estes locais em cemitérios políticos de prefeitos. Ahhh...este é tema de minhas pesquisas, inclusive presentes em minha tese de doutorado.
É verdade que as máquinas municipais possuem em torno de 20% de votos municpais por si só, além daquele apoio disfarçado de infraestrutura material e de transporte no dia da eleição. Mas uma coisa é certa, em período eleitoral, como o estadual, é melhor o prefeito ficar escondido e usar a máquina, de forma disfarçada em favor de seus aliados políticos.
Eleição estadual é o momento dos opositores municpais aos prefeitos "lavarem a burra" eleitoral.
Leia mais a respeito da reunião de Jáder com os prefeitos pemedebistas aqui
2010: Pesquisa definirá o conteúdo da decisão do voto no Pará
De a cordo com a teoria da decisão do voto fundado na escolha racional, a decisão para o voto para o executivo funda-se nas seguintes premissas:
1- O eleitor balanceia as propostas do governo incumbente na disputa eleitoral passada (2006).
2- Verifica as realizações do governo no exercício do mandato (2006/2010).
3- Se as realizações forem iguais ou próximas às promessas de campanha, o eleitor tende a reeleger o governante no cargo.
4- Caso as promessas superem as realizações a tendência do eleitorado é mudar a direção do voto no sentido da oposição.
Até o presente momento as pesquisas de opinião tem demonstrado uma enorme rejeição do eleitorado em relação à figura e ao desempenho da governadora Ana Júlia.
A pesquisa buscará também entender o conteúdo da decisão do voto do eleitor paraense, se o eleitor votará com base nas avaliações do desempenho do governo Ana Júlia, e neste caso, dificilmente a mesma escaparia da derrota, caso a eleição fosse hoje. Ou, se a síndrome do Dudu, ocorrido em 2008, se repetirá no Pará em 2010.
A síndrome de Dudu é a seguinte: Um governo amplamente desmoralizado e desacreditado até 6 meses antes das eleições (de 2008), veio a virar o jogo eleitoral, drenando e asfaltando ruas em escala e produzindo promessas espetaculares, como o Portal da Amazônia, à classe média.
Ana, só se reelegerá, se realizar com competência da síndrome de Dudu em 2010( porkbarrel). Fato este que não ocorre com o governo Lula, que vem arrebatando a opinião pública brasileira com base em seus resultados objetivos de política de governo.
Esta eleição no Pará dirá se o eleitor paraense vota com base na liberdade de opinião ou com base nas necessidades cotidianas dos municípios e de seus pobres e esquecidos cidadãos do interior.
2010: base do PT não quer saber do DEM
O PT e suas tendências majoritárias estão na ofensiva política contra o DEM, afinal este partido, como o PR, são ultraliberais e defensores do status quo econômico no estado do Pará e no Brasil. Ou seja, são partidos assumidamente de direita. Creio que Ana fará alianças informais com o DEM baseado no porkbarrel, leia-se cessão do uso de máquina e mais máquina pública.
Tem gente que acha que existe uma relação automática entre ampliar alianças com uma sopa de legendas e quebrar o isolamento eleitoral é a mesma coisa. Não, o que está havendo é uma quebra do isolamento partidário...daí para quebrar o siolamento eleitoral vai uma grande distância. Não tem diminuido a rejeição da governadora, principalmente na região sudoeste do Pará e congêneres. Ainda precisa de muita engenharia política...Só Ana salva Ana.
Eleições proporcionais federais: Quem quer o casal Pires Franco do DEM/Pará?
O PT por razões históricas e conjunturais tem no DEM um adversário nacional de seu projeto para a presidência da república e baseado neste discurso os petistas estão recusando aliança formal com o DEM.
Não tenhamos dúvidas, Gerson Peres e Zequinha Marinho tem eleição praticamente certa em uma coligação proporcional com o PT. Vic seria outro candidato com as mesmas chances de Peres e Marinho em uma aliança proporcional para federal com o PT. Nas condições desta ampla coligação proporcional só o atual deputado federal Beto Fares possui maiores chances de reeleição pelo PT.
É o PT no dilema entre o que é priopridade: conquistar o governo estadual ou manter uma bancada federal forte: eu diria, entre os interesses da DS e das tendências majoritárias petistas...nada como um dia atrás do outro...né PMM do B.
O casal Pires Franco deve apostar imediatamente em articular nomes para sua chapa própria para a disputa proporcional federal e lutar para atingir sozinho o quociente eleitoral. Valéria se quiser será a vice de Jatene e nada mais do que isso.
FCS/IFCH: Cauby ganha enquete
UFPA ganha bolsas de pós-graduação
Ana 2010: A coligação ideal e o sacrifício petista ideal
Dudu ganha no TRE e vira ator para 2010
Quem fará coligação proporcional federal com o DEM?
Dilma têm cinco minutos no Fantástico
PT: qual a melhor aliança para o senado?
Paulo Rocha só tem a ganhar com qualquer uma destas alianças, porém estas só tem a perder. Rocha só pode ajudar os aliados numa alianças destas oferecendo o apoio da máquina dos governos estadual e federal. A aliança pode até ser formada, mas não haverá fluxo de votos de mão dupla. E este é o dilema de Jáder e muito mais deveria ser de Valéria.
Paulo Rocha só ajudaria se seu companheiro de chapa fôsse alguém de esquerda ou de centro esquerda, assim a sociedade civil petista poderia depositar seu segundo voto para o senado.