Blog do Edir Veiga. Este Blog é um espaço de informação sintética sobre fatos políticos Nacional e estadual e sobre a vida da comunidade da UFPA. Quem quiser acompanhar ensaios, artigos, debates políticos e acadêmicos deve acessar: http//bilhetimdeanalises.blogspot.com
Racha político no Bettina
O grupo político que apoiou Maneschy dentro do Bettina não quer mais nem ouvir falar no nome do Diretor Murilo Morhy. Este diretor manteve quase todos as chefias que mandavam no hospital na gestão Alex. Segundo relatos mais recentes o diretor acaba de fechar acordo com os médicos da oftalmologia e com a base de apoio que fez campanha contra Maneschy naquele hospital. Logicamente que a base que enfrentou Alex no Bettina foi deixada de lado por Morhy.
Eleições diretas no PT: três articulações disputam a direção estadual, municipal e os distritos
Três articulações petistas disputam o Processo de Eleições Diretas (PED) dentro do PT/Pará: O Campo majoritário (ligado a Paulo Rocha, Ganzer e Beto), a chapa da DS, e uma terceira articulação comandada pelo PT-LM. Movimento PT e outros grupos menores, mas que têm presença dentro do diretório regional petista.
A articulação que representa os grupos que estão excluidos do governo pensam seriamente em lançar um candidato dentro do PT para disputar a indicação ao governo com Ana Júlia.
A articulação que representa os grupos que estão excluidos do governo pensam seriamente em lançar um candidato dentro do PT para disputar a indicação ao governo com Ana Júlia.
Pesquisa guardada a 7 chaves no Palácio dos Despachos- Ana seria fona.
Segundo fontes ultra , hiper bem informada, assim se encontra a situação dos principais nomes ao governo do Pará, se as eleições de 2010 fossem hoje, na região metropolitana de Belém: Em primeiro Edmilson Rodrigues, em segundo Elcione, em terceiro Simão Jatene e em quarto a atual governadora Ana Júlia.
Estes dados estariam guardados a sete chaves e estão deixando o PMM sem dormir.
Estes dados estariam guardados a sete chaves e estão deixando o PMM sem dormir.
Violência na região metropolitana: as vozes vingativas das ruas
As milícias comunitárias começam a surgir na região metropolitana de Belém. Estas organizações surgem, inicialmente, para justiçar os bandidos. Depois adentram para a criminalidade. Mas antes de tudo, este mocimento bárbaro, revela as vozes desesperada de uma população que vive cercada pela violência. O momento exige ação de curto prazo, já. No curto e médio prazo os governos já buscam atuar. Mas as respostas às ações de médio e longo prazo só surgem depois de vários anos de ação ininterrupta dos poderes públicos.
Geo-referenciamento dos crimes, inteligência policial e ação preventiva e repressiva imediata salvarão muitas vidas. Quando o governo age muitas vidas são salvas.
Geo-referenciamento dos crimes, inteligência policial e ação preventiva e repressiva imediata salvarão muitas vidas. Quando o governo age muitas vidas são salvas.
Sepulcro caiado: Os olhos arregalados de Collor
O novo Collor demonstrou que continua o mesmo, nos debates realizados ontem no senado. O senador Pedro Símon relembrou que Renan Calheiros, em 1992, abandonou Collor à cassação. Este argumento foi o suficiente para que o senador e ex-presidente Alagoano descer dos saltos e de dedo em riste, olhos arregalados e respiração ofegante ameaçar Pedro Símon. Collor não só proibiu Símon de lhe dirigir a palavra novamente, assim como ameaçou revelar fatos comprometedores que envolveriam o senador gaúcho. Collor mais ou menos disse isso: cala-te ou te denuncio. Coisas da "República" brasileira.
Facção Alfa analisa composição dos Conselhos Superiores
Senhor Editor
Aproxima-se por todo o decorrer deste mês a primeira reunião do CONSUN, presidido pelo novo Reitor e como é de praxe algumas questões nos cercam de interrogações, como por exemplo, o equilíbrio de forças entre as bancadas representativas das corporações universitárias.
O que existe de novo é que projetamos uma postura diferenciada do Reitor e das categorias ali representadas, e por que estamos prevendo isso? ora professor Edir....Nas ultimas reuniões do egrégio conselho assistimos algumas cenas deploráveis de cinismo bestial do poder de mando controlados pelo então reitor da época.
Levando em consideração que a atual base de apoio do novo Reitor procede do pluralismo coletivo que materializa a Academia, temos algumas indagações que gostaríamos de trazer ao debate aqui no Bilhetin....Como por exemplo:
Na categoria dos técnicos: O que na verdade nos parece esta bancada? A bem da verdade foram eleitos para um mandato de dois anos e podemos identificar que na atual bancada três grupos bem nominados a compõem.....à esquerda, ou seja, bem mais a esquerda, temos o grupo do PSTU e PSOL representado na pessoa da Ângela do SINTUFPA e seus xerimbabos. Á direita, ou seja. bem mais a direita temos os o G9 um grupo que reúne características extremamente fisiológica e personalista devidamente representada na pessoa de Thelma Colares e seus comandados e ao centro um modesto representante do grupo Tribo,que apesar de sua solidão na bancada, guarda para si a condição de ser o membro com maior experiência já vivida dentro do CONSUN, representando as melhores tradições políticas de nossa categoria.
Na categoria dos Estudantes: Podemos observar que pouca coisa mudou realmente, acusados de manipular o pleito eleitoral que elegeu a atual direção do DCE e diga-se que esta acusação parte na verdade dos concorrentes à direção da entidade.Se verdade ou mentira, temos ai uma reedição em sua grande maioria da bancada já existente, portanto fortes emoções deverão ser vividas pelos membros desta bancada.
Na categoria dos professores:Neste caso temos boas e má noticias....As boas é emergiram novas lideranças, que legalmente se elegeram em suas unidades, e que na verdade estão ali para defender o coletivo plural da Academia.As más ficam na verdade por conta da canalhice de alguns dirigentes, que tomados pela síndrome de Luiz XIV, sorrateiramente aplicaram na verdade um verdadeiro golpe em suas unidades, forçando as suas reeleições, alegando que se não reeleitos suas unidades tenderiam a virar um verdadeiro caos. O que fazer!!!
Na ADUFPA: Tudo continua o mesmo, mantendo um cenário regado ao controle centralizado de seus representantes (opinião combinada) nos conselhos. É que agora a sua liderança maior pretende conduzir uma ação mais eficaz nas reivindicações de seus pleitos.
Sendo assim meu caro editor, estaria correto dizer que temos na verdade um novo CONSUN ou um novo velho CONSUN....Fortes emoções estarão com certeza reservadas ao novo Reitor, até porque contra fatos não há argumentos.
Aproxima-se por todo o decorrer deste mês a primeira reunião do CONSUN, presidido pelo novo Reitor e como é de praxe algumas questões nos cercam de interrogações, como por exemplo, o equilíbrio de forças entre as bancadas representativas das corporações universitárias.
O que existe de novo é que projetamos uma postura diferenciada do Reitor e das categorias ali representadas, e por que estamos prevendo isso? ora professor Edir....Nas ultimas reuniões do egrégio conselho assistimos algumas cenas deploráveis de cinismo bestial do poder de mando controlados pelo então reitor da época.
Levando em consideração que a atual base de apoio do novo Reitor procede do pluralismo coletivo que materializa a Academia, temos algumas indagações que gostaríamos de trazer ao debate aqui no Bilhetin....Como por exemplo:
Na categoria dos técnicos: O que na verdade nos parece esta bancada? A bem da verdade foram eleitos para um mandato de dois anos e podemos identificar que na atual bancada três grupos bem nominados a compõem.....à esquerda, ou seja, bem mais a esquerda, temos o grupo do PSTU e PSOL representado na pessoa da Ângela do SINTUFPA e seus xerimbabos. Á direita, ou seja. bem mais a direita temos os o G9 um grupo que reúne características extremamente fisiológica e personalista devidamente representada na pessoa de Thelma Colares e seus comandados e ao centro um modesto representante do grupo Tribo,que apesar de sua solidão na bancada, guarda para si a condição de ser o membro com maior experiência já vivida dentro do CONSUN, representando as melhores tradições políticas de nossa categoria.
Na categoria dos Estudantes: Podemos observar que pouca coisa mudou realmente, acusados de manipular o pleito eleitoral que elegeu a atual direção do DCE e diga-se que esta acusação parte na verdade dos concorrentes à direção da entidade.Se verdade ou mentira, temos ai uma reedição em sua grande maioria da bancada já existente, portanto fortes emoções deverão ser vividas pelos membros desta bancada.
Na categoria dos professores:Neste caso temos boas e má noticias....As boas é emergiram novas lideranças, que legalmente se elegeram em suas unidades, e que na verdade estão ali para defender o coletivo plural da Academia.As más ficam na verdade por conta da canalhice de alguns dirigentes, que tomados pela síndrome de Luiz XIV, sorrateiramente aplicaram na verdade um verdadeiro golpe em suas unidades, forçando as suas reeleições, alegando que se não reeleitos suas unidades tenderiam a virar um verdadeiro caos. O que fazer!!!
Na ADUFPA: Tudo continua o mesmo, mantendo um cenário regado ao controle centralizado de seus representantes (opinião combinada) nos conselhos. É que agora a sua liderança maior pretende conduzir uma ação mais eficaz nas reivindicações de seus pleitos.
Sendo assim meu caro editor, estaria correto dizer que temos na verdade um novo CONSUN ou um novo velho CONSUN....Fortes emoções estarão com certeza reservadas ao novo Reitor, até porque contra fatos não há argumentos.
Férias no interior: Capitalismo jurássico
Os pobres, sem renda e afoitos micorempreendedores do nosso interior querem tirar dos turistas paraenses em uma semana o que não ganham em seis meses. É por isso que a classe média baixa só está curtindo uma semana de férias por semestre. Nenhum assalariado aguenta passar 30 ou 15 dias bancando a avidez de lucro de nossos vendedores das ilhas e praias do interior. É um capitalismo atrasado e sinaliza que nossos governantes não estão produzindo políticas públicas para interiorizar o crescimento/desenvolvimento para dentro dos municípios (zona urbana e rural).
Segurança Pública do Rio descobriu a pólvora
Os noticiários nacional de hoje divulgam o sucesso da polícia carioca em retomar o controle de quatro morros no Rio de Janeiro. O que chama a atenção da notícia é que a polícia obteve sucesso usando: inteligência planejamento e ocupação não belicosa. Caramba...eu pensei que semnpre as operações policiais usassem estes pressupostos.
Fio Dental: a piada da semana
Os blogs de Belém estão fazendo piada em torno da lei do fio dental sancionada pela governadora do Pará. A lei foi de iniciativa da ALEPA e a governadora apenas cumpriu sua missão legal de sanciona-la. Como a imagem do governo do Pará e da governadora não andam nada bem perante a opinião pública especializada, tudo é motivo para uma tirade de "casquinha".
IFCH: João Márcio larga na frente
O atual Vice Diretor do IFCH quer ser Diretor. Com este objetivo este candidato já está em plena articulação visando congregar apoiadores. Resta saber se Ciências Sociais, Psicologia e Filosofia permitirão o revesamento entre História e Geografia neste Instituto. Muita água ainda vai rolar. Não existe consenso dentro da história sobre um eventual apoio a joão Márcio.
ICL: Joaquim Maia não é candidato
Joaquim Maia me telefonou para dizer que não será candidato ao Instituto de Letras. Maia ainda não é doutor e está priorizando conquistar esta titulação. Porém Maia, naturalmente, estará engajado em uma candidatura que venha resgatar este Instituto.
PROGEP: PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO - SEGUNDO SEMESTRE 2009
CURSOS A SEREM OFERECIDOS EM PARCERIA COM A ENAP
Elaboração de Projetos. Período de realização: 31/08 a 04/09. Local: Belém
Planejamento Estratégico. Período de realização: 31/08 a 04/09. Local:Belém
Gestão de Pessoas. Período de realização: 14 a 17/09. Local: Belém
Gerenciamento de Projetos.Período de realização: 21 a 25/09. Local: Belém
Elaboração e Gerenciamento de Projetos.Realização: 05 a 09/10. Local: Belém
Gestão de Contratos de Serviços e Suprimentos: Realização 05 a 09/10. Local: Santarém
Gestão por Competência. Realização. Período: 14 a 16/10. Local: Belém
Gestão Orçamentária. A confirmar.
Melhoria da Gerência Pública. Período: 16/11 a 20/11. Local: Belém
Informações: (91) 3201-8092/7910
Elaboração de Projetos. Período de realização: 31/08 a 04/09. Local: Belém
Planejamento Estratégico. Período de realização: 31/08 a 04/09. Local:Belém
Gestão de Pessoas. Período de realização: 14 a 17/09. Local: Belém
Gerenciamento de Projetos.Período de realização: 21 a 25/09. Local: Belém
Elaboração e Gerenciamento de Projetos.Realização: 05 a 09/10. Local: Belém
Gestão de Contratos de Serviços e Suprimentos: Realização 05 a 09/10. Local: Santarém
Gestão por Competência. Realização. Período: 14 a 16/10. Local: Belém
Gestão Orçamentária. A confirmar.
Melhoria da Gerência Pública. Período: 16/11 a 20/11. Local: Belém
Informações: (91) 3201-8092/7910
De volta após 4 dias em Algodoal
Estou no batente a partir de segunda feira (03-08). Este é um blog amador, alimentado com as informações que o blogger dispõe. A proposta central é trazer todas as informações de interesse público que interessa à nossa comunidade, doa a quem doer. Lógico, é a própria comunidade que nos ajuda no dia a dia. Sempre dou uma pitada de política geral. Mas não tenho estrutura capaz de acompanhar os jogos de bastidores da macro política paraense. Adelante.
Foucault e o Poder
Caso alguém queira entender este enorme amor pelo pequenos poderes dispersos pelos grupelhos e pelas instituições, como a UFPA, leiam: A Microfísica do Poder de Michel Foucault.
Afinal Chavez é Ditador ou Presidente Constitucional da Venezuela?
Para responder a esta pergunta só recorrendo à teoria política e aos experimentos históricos recentes. Só para recordar, a Constituição de Weimar foi paulatinamente derrubada através de plebiscitos. Segundo dizem Montesquieu e a Carta da ONU relacionada aos Direitos dos homens e do Cidadão: Onde não houver a Separação e Independência dos Poderes do Estado, não existirá democracia. Assim começamos nosso debate: espero contribuições.
Graduação em Música: Menestrel do Guamá disse...
O Maneschy, graças à sobriedade do CONSUN, não foi vitimado por um GOLPE à semelhança de 64. Já os professores da graduação em música não têm a mesma sorte e a compreensão do Conselho Universitário: em pleno recesso e interiorização (3º período letivo institucional) eles terão 10 dias, a contar de ontem, para decidir se permanecerão no Campus do Guamá ou abrirão mão do espaço no atelier de arte para a museologia do REUNI.
O “apressadinho” Afonso Medeiros (sombreado por Lia Braga Interessadíssima no Assunto) quer, como sempre, botar os pés dele pelas mãos dos outros (de preferência com assinaturas), embotando as discussões necessárias ao clima democrático.
Em reunião na presença do magnífico o fiel escudeiro de Alex Fiúza, agora babão de última hora de Maneschy, quer ratificar o erro de concepção do ICA — instituto que ganhou de presente do ex-amigo. Ratificar o que já deveria ter sido retificado pelo CONSUN que não viu a anomalia construída de soslaio propositalmente para a desatenção de conselheiros e câmaras — um compromisso das duas campanhas do reitor passado impossível de ser cumprido sem arranjos indecentes (e continuará troncho com o puxasaquismo desenfreado).
Agora são as ameaças ao nível superior de música da UFPA que se não aderir à EMUFPA morrerá de fome e de frio.Piada, não? O que o REUNI tem a ver com o nível técnico? Morrer de fome e frio enquanto a museologia vira estrela? Piada de novo com a Licenciatura em Música; e de muito mau gosto.A EMUFPA deveria ter-se IFETIZADO e, a partir daí, construído suas relações de superioridade; o que é possível e gera recursos límpidos, sem necessidade de subterfúgios.
E a Licenciatura em Música se transformado na Faculdade que deveria ser, mesmo fora do ICA.Sem o curso superior é a EMUFPA que perecerá na UFPA.Talvez a revisão do Estatuto/Regimento de um gás a esses moços. Faça isso reitor!!! Ajude-os antes que o Afonso e a Lia os enterre agonizantes!“De sete em sete anos a vida muda, passou disso é gripe” (CHUNDA, 2009).
28/7/09 2:34 PM
O “apressadinho” Afonso Medeiros (sombreado por Lia Braga Interessadíssima no Assunto) quer, como sempre, botar os pés dele pelas mãos dos outros (de preferência com assinaturas), embotando as discussões necessárias ao clima democrático.
Em reunião na presença do magnífico o fiel escudeiro de Alex Fiúza, agora babão de última hora de Maneschy, quer ratificar o erro de concepção do ICA — instituto que ganhou de presente do ex-amigo. Ratificar o que já deveria ter sido retificado pelo CONSUN que não viu a anomalia construída de soslaio propositalmente para a desatenção de conselheiros e câmaras — um compromisso das duas campanhas do reitor passado impossível de ser cumprido sem arranjos indecentes (e continuará troncho com o puxasaquismo desenfreado).
Agora são as ameaças ao nível superior de música da UFPA que se não aderir à EMUFPA morrerá de fome e de frio.Piada, não? O que o REUNI tem a ver com o nível técnico? Morrer de fome e frio enquanto a museologia vira estrela? Piada de novo com a Licenciatura em Música; e de muito mau gosto.A EMUFPA deveria ter-se IFETIZADO e, a partir daí, construído suas relações de superioridade; o que é possível e gera recursos límpidos, sem necessidade de subterfúgios.
E a Licenciatura em Música se transformado na Faculdade que deveria ser, mesmo fora do ICA.Sem o curso superior é a EMUFPA que perecerá na UFPA.Talvez a revisão do Estatuto/Regimento de um gás a esses moços. Faça isso reitor!!! Ajude-os antes que o Afonso e a Lia os enterre agonizantes!“De sete em sete anos a vida muda, passou disso é gripe” (CHUNDA, 2009).
28/7/09 2:34 PM
Gestão incompetente: Escola Estadual Luis Nunes Direito e uma reforma desastrosa
A empresa que faz uma reforma intermitente da Escola Estadual Luis Nunes Direito, há um ano, acaba de abandonar a escola sem terminar a bendita obra. Não foi instalado a central de ar no auditório, as janelas não foram concluidas e instaladas, a "nova" quadra de esportes já está condenada devido aos desníveis e as poças. Já existem nesta quadra diversos remendos fratrurados e infiltrativos. Detalhe... a direção da escola não tem nenhum poder sobre a fiscalização e controle destas obras.
Governo Ana: prefeitos culpam estado
Nos centros urbanos do interior do Pará, mais especificamente nos municípios polos de turismo, todos os males são debitados na conta do governo Ana. Seja a estrada com piche, ou o posto de saúde debilitado. Em ajuruteua por exemplo está generalizado a versão de que foram liberados um milhão para o asfaltamento da estrada Bragança-ajuruteua e nada foi feita, a não ser pouco metros de piche recoberto por areia. E quem é o culpado? O Governo Ana. Os pescadores falam mal do governo em todas as conversas de bares.
UFPa: e os gestores que deram um golpe nas regras?
As regras prevêem que as sucessões nos Institutos devem dar-se no segundo semestre de 2009, ou seja, já sob o mandato do novo reitor. Acontece que existiram dirigentes que se anteciparam e realizaram suas sucessões ainda no primeiro semestre de 2009, e lógico, foram renomedos, pelo ex-reitor já sem legitimidade para tal. Este casuismo demonstra como o micro-poder é uma cachaça. Daí entendermos a psicologia dos grupos que não querem abrir mão da máquina, mesmo que ela seja a UFPa. Penso que o CONSUN deveria reestabelecer as regras do jogo. Mas o desgaste seria grande...já imaginaram o CONSUN colocar pra fora dos cargos gestores, ilegítimos, e com senso de oportunidade? seria um espetáculo deprimente. Talvez por causa disso os caras de pau continuem nos seus carguinhos.
UFPa: Institutos- quem ganhar leva
Todos os Institutos que realizarem eleições diretas e que forem homologadas pelas respectivas congregações serão referendadas por Maneschy. quanto às eleições indiretas...bem, dependerá da regra institucional.
O Liberal e o PMDB: diagnóstico pela metade
Em reportagem na edição de hoje O Liberal, na coluna O Repórter 70, apresenta o PMDB como a banda podre da política partidária brasileira. Então faço a pergunta que não quer calar: qual o grande partido da política brasileira e paraense que se diferencia pelo comportamento republicano e ético? quem não tiver pecado que atire primeira pedra. Só tem duas saidas para republicanizar o espaço público brasileiro: 1- criar instituições públicas e autônomas em relação ao executivo e legislativo com capacidade para defender a sociedade, em todas as esferas do Estado brasileiro (a exemplo do MPF) e 2- realizar reformas estruturais na sociedade civil (reforma agrária, acesso com qualidade à educação em todos os níveis, reforma tributária em direção da equidade entre os estados e distribuição de renda). Só uma sociedade civil de qualidade poderá ajudar a mudar a qualidade da representação política no Estado (executivo e legislativo). Não podemos ter um parlamento finlandês com eleitores (majoritários) de Serra Leoa.
PMM: a crença no voto da quinta coluna
Quinta coluna poderíamos caracterizar aqueles eleitores que trocam seus votos pelo prato de comida, pela telha, por uma dúzia de tábuas, pelo aterro ou capeamento asfáltico. A inesperada vitória de Dudu na capital é fonte de inspiração para quem não conquista apoio popular pelo resultado de gestão. No caso de um governo mal avaliado todos lembram de Dudu: "Vamos asfaltar meia dúzia de ruas por município e distribuir bens clientelísticos que o problema estará resolvido". Eu não posso descartar esta assertiva. Em um estado onde 2/3 do eleitorado estão no interior e 50% da população sobrevive com até um salário mínimo, o voto pragmático pode prevalecer. Agora assistir historicamente um governo popular apelar para este expediente...é uma vergonha. Adelante PMM.
* PMM: facção ultra sectária que controla a DS e o logos da governadora do Pará. Segundo Giovanni Sartori, facção é um agrupamento que só pensa no particular, jamais tem uma visão de conjunto. Cunhei esta sigla a partir dos comandantes da PMM( Puty, Maurílio e Marcílio).
* PMM: facção ultra sectária que controla a DS e o logos da governadora do Pará. Segundo Giovanni Sartori, facção é um agrupamento que só pensa no particular, jamais tem uma visão de conjunto. Cunhei esta sigla a partir dos comandantes da PMM( Puty, Maurílio e Marcílio).
PMM canibaliza mais uma (secretária)
Ela foi muito importante nos primeiros 18 meses de governo, dizem que era a menina dos olhos de Puty. Como o governo não decola, o PMM precisa de culpados. Acabam de defenestrar esta acadêmica, que desiludida até pediu transferência da UFPa. Esta turma lembra em muito o Robespierre. Será que o povo paraense dará o mesmo destino ao PMM que Robespierre teve na Revolução Francesa? Só o povo pode dar esta resposta, haja vista que o PMM capturou e se fez senhor do logos da governadora. Neste caso nem o PT pode vir a salva-la, nem tempo mais existe. Só Jáder e sua turma detém o futuro do PMM e de Ana nas mãos.
Fim de férias: nesta semana tudo parado
Nesta última semana de jullho é que a turma dos (com pouco dinheiro) saem para os balneários. Imaginem que uma coca cola de 2 litros em algodoal custa R$ 10,00. Os servidores públicos de fato entram em recesso entre 23 e 30 de julho...é a carestia.
Os escândalos, as secretárias e a governadora
Com o escândalo do kit escolar pesando sobre o governo, as secretárias teriam de tomar uma iniciativa urgente para aliviar a governadora perante a opinião pública: se afastar das secretarias e oferecer um fôlego à Ana Júlia. Esta iniciativa se faz necessária após o Ministério Público ter acolhido as denúncias com consequências imediatas perante a justiça federal e estadual.
Governo Ana: o inferno astral não passa
Fazendo uma rememorização dos 30 meses do governo Ana não me recordei de nenhum momento auspicioso deste mandato perante a opinião pública. Lula, sim, teve bons momentos no Pará neste período. Ana, não, só vem vivendo um inferno astral crônico. Creio que grande parte destes maus momentos deve-se a falta de iniciativa administrativa e incompetência na gestão das mídias. O governo diz que que está fazendo muitas coisas, mas ainda não há esta percepção na sociedade. O que a turma do PMM ainda não aprendeu a fazer é: como fazer com que a população tenha a percepção de um governo em movimento constante. Hoje a percepção que existe é de um governo parado ou com quase nenhuma iniciativa com resultados palpáveis. Bolsa trabalho, construções de habitações, proteção ambiental, reforço no aparato de segurança, construção de hospitais, criação da UFOPA, conquistas de obras do governo Lula para o estado, não fazem parte do imaginário popular como grandes conquistas deste governo. Além do erro na tática de mídia, não se percebe um modelo de propaganda que dê densidade e apresente este executivo como dinâmico na direção política da sociedade paraense.
Mandato Maneschy- Técnicos-Administrativos e Docentes, espaços e metas
Os Técnicos-Administrativos e Docentes que estão ocupando cargos de confiança no primeiro e segundo escalões da UFPA têm uma enorme responsabilidade executiva. Serão estabelecidas metas periódicas a serem perseguidas. Gestores que não atingirem as metas pré-estabelecidas serão convidados a entregarem as funções. É assim que as funções públicas devem ser tratadas de forma republicana. Não haverá espaço para incompetência e inoperância.
Odonto quer a direção do ICS
Muitas postagens tem reivindicado a necessidade de Odonto vir a disputar a direção do ICS. Quem se habilita?
Anônimo disse... sobre a marcenaria
Caro professor Edir Veiga:
Em nossas andanças pela Universidade, deparamo-nos com uma situação inusitada, que coloca em risco a credibilidade de setores institucionais da UFPA, neste caso a Marcenaria/Carpintaria, local onde detectou-se o ocorrido.
Acontece, nobre professor, que naquele setor, foi solicitado ao seu atual gerente um inventário completo para controle do patrimônio sob a guarda e o uso daquela marcenaria. Até aí, tudo bem. O problema está na total falta de transparência das ações realizadas pelos gestores, tanto o atual quanto os anteriores que ocupavam aquele espaço, pois a comunicação interinstitucional, via documentos oficiais como memorandos, ofícios e portarias, inexiste naquele local, senão em outros do mesmo porte.
Governavam estes senhores à mercê de suas próprias intuições, sem pautar-se por cuidados como registrar, acompanhar e apurar eficazmente as práticas delituosas que ocorriam ali. Agrava-se a isto, o fato do sumiço de bens sob a (in)gerência daquele local, como o caso presenciado do desaparecimento de duas bicicletas, por exemplo.
Tenho certeza de que a inexistência de documentos oficiais em alguns setores da UFPA podem colocar em dificuldade nosso reitor em apresentar justificativas e dar respostas contundentes a um processo de auditoria, caso isso esteja acontecendo em outros setores de nossa universidade, cabendo às pro-reitorias apurar e exigir que tais documentos estejam efetivamente em dia, a fim de possibilitar maior transparência e governabilidade à UFPA.
22/7/09 7:42 PM
Em nossas andanças pela Universidade, deparamo-nos com uma situação inusitada, que coloca em risco a credibilidade de setores institucionais da UFPA, neste caso a Marcenaria/Carpintaria, local onde detectou-se o ocorrido.
Acontece, nobre professor, que naquele setor, foi solicitado ao seu atual gerente um inventário completo para controle do patrimônio sob a guarda e o uso daquela marcenaria. Até aí, tudo bem. O problema está na total falta de transparência das ações realizadas pelos gestores, tanto o atual quanto os anteriores que ocupavam aquele espaço, pois a comunicação interinstitucional, via documentos oficiais como memorandos, ofícios e portarias, inexiste naquele local, senão em outros do mesmo porte.
Governavam estes senhores à mercê de suas próprias intuições, sem pautar-se por cuidados como registrar, acompanhar e apurar eficazmente as práticas delituosas que ocorriam ali. Agrava-se a isto, o fato do sumiço de bens sob a (in)gerência daquele local, como o caso presenciado do desaparecimento de duas bicicletas, por exemplo.
Tenho certeza de que a inexistência de documentos oficiais em alguns setores da UFPA podem colocar em dificuldade nosso reitor em apresentar justificativas e dar respostas contundentes a um processo de auditoria, caso isso esteja acontecendo em outros setores de nossa universidade, cabendo às pro-reitorias apurar e exigir que tais documentos estejam efetivamente em dia, a fim de possibilitar maior transparência e governabilidade à UFPA.
22/7/09 7:42 PM
ICL: Maia quer ser Diretor
Joaquim Maia, Professor do curso de Letras, encabeça articulação em busca da Direção do ICL.
Mestrado NAEA/PROGEP: minioficina será oferecida a servidores participantes do processo seletivo para o Mestrado
A Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal (PROGEP), por meio da Diretoria de Desempenho e Desenvolvimento, realizará a minioficina "Servidor-Pesquisador", com o objetivo de subsidiar a elaboração do projeto de dissertação aos servidores técnico-administrativos da UFPA que participarão do processo seletivo do Mestrado NAEA/PROGEP.
Serviço:
Minioficina "Servidor-Pesquisador"Período: 22/07 a 04/08/09
Horário: 14 às 18h
Inscrições: presencialmente, no CAPACIT ou pelo e-mail capacit@ufpa.br
Serviço:
Minioficina "Servidor-Pesquisador"Período: 22/07 a 04/08/09
Horário: 14 às 18h
Inscrições: presencialmente, no CAPACIT ou pelo e-mail capacit@ufpa.br
ICED: Ana Tancredi lutará pela direção
A prof. Ana Tancredi encabeça uma articulação em direção ao ICED. Em breve daremos maiores detalhes.
IFCH: O vice quer ser Diretor
Está a todo vapor as articulações do vice do IFCH . O mesmo quer chegar à direção. Geografia quer dar as cartas em Humanas.
Governo Ana: uma propaganda desastrosa
Ontem assistí em 20 segundos a propaganda de 10.000 casas que estariam sendo construidas no governo Ana (inclusive com verbas do PAC) e em seguida assistí uma propaganda de quase 60 segundos das ações do governo para as férias de julho.
Não é transformar o principal em secundário e vice versa? Se de fato o governo está em processo de construção de 10.000 casas, este é um fato auspicioso e precisaria de um plano de mídia específico. Creio que as responsabilidades desta ratada não é do setor de comunicação, mas da direção política. De fato o PMM não entende de estratégia política, orientando a linha de propaganda. A direção política do governo está tropeçando no calção com o dedão do pé. Neste caso a borracha vai terminar antes do lápis.
Não é transformar o principal em secundário e vice versa? Se de fato o governo está em processo de construção de 10.000 casas, este é um fato auspicioso e precisaria de um plano de mídia específico. Creio que as responsabilidades desta ratada não é do setor de comunicação, mas da direção política. De fato o PMM não entende de estratégia política, orientando a linha de propaganda. A direção política do governo está tropeçando no calção com o dedão do pé. Neste caso a borracha vai terminar antes do lápis.
Salário de julho nas universidades: governo dobra impostos
Coitado dos servidores das universidades. O governo mudou o cálculo do Imposto retido na fonte. meu imposto dobrou. O governo deu com uma mão e tirou com outra.
Escândalos no governo estadual
Segundo postagens bem informadas tem secretário de estado que acabou de fazer uma super-reforma em seu imóvel. Coisa de muito valor.
UFPA: mestrado aos servidores democratizado
Em inúmeras postagens os servidores da UFPA informam que a reunião do dia 20 entre a PROGEP e o NAEA para discutir o mestrado aos técnicos-administrativos foi amplamente positiva. Nesta reunião ficou decidido que o acesso ao mestrado se dará por critério de seleção pública dirigida aos servidores. Esta decisão acabou com a relação entre amigos que ocorreu em algumas "escolhas" de servidores para outros mestrados. Valeu Cauby e NAEA, é assim que se desprivatiza o patrimônio público e se pratica a República.
Ministério Público e a defesa da Sociedade e do dinheiro público
O Ministério Público, principalmente o Federal, foi criado para fazer a defesa dos interesses da sociedade e do dinheiro público. Independente dos três poderes e com autonomia , inclusive para investigar, este órgão vêm tirando o sono dos patrimonialistas que vivem da pilhagem dos recursos da sociedade. Esta instituição é um bastião que insiste em recuperar a credibilidade dos órgãos públicos. Daniel Dantas que o diga. Será o primeiro rico a ir parar atrás das grades, mesmo que o processo demore mais 10 anos. Em momentos de crise ético-moral do sistema político...ave o Ministério Público Federal.
Bilhetim: 115.000 em 12 meses
Em junho o Bilhetim completou o1 ano. Neste período o blog atingiu 115.000 acessos. Mas este número ainda não reflete o tamanho dos acessos. É só percebermos que as unidades acadêmicas e administrativas da UFPA possuem as instalações de computadores em rede, ou seja, cada unidade possui somente um IP. Assim unidades grandes como a FADESP, de onde acontece muitos acessos diários, é contada apenas como 01 computador. Este bog se dirige prioritariamente para informar e debater com a comunidade universitária.
Anônimos sem coragem
muitas calúnias chegam dirigidas em direção a professores das unidades acadêmicas que apoiaram abertamente a candidatura Maneschy. Mas os autores se escondem no anonimato. Quando estas postagens são anônimas e atingem a honra das pessoas não publico.
Aves agourentas na UFPA
Muitas postagens têm chegado jogando praga na administração que está iniciando. Xô urubu.
PSDB Nacional teria centralizado caciques regionais
Segundo fontes bem informadas, a direção nacional do PSDB teria assumido a condução das decisões estaduais no que concerne às candidaturas aos governos estaduais. Esta seria uma grande vitória da ala Jatenista do PSDB paraense. Com esta "mexida" Jatene, que acha que controla os diretórios muncipais e estadual, teria controlado qualquer impulso fragmentador do time de Mário Couto. Só falta agora Jatene perder dentro do próprio PSDB.
E haja notícias negativas do governo Ana
Do jeito que as coisas vão, serão precisas muitas engenharias de marketing para reverter a sucessão de notícias negativas do governo Ana. É Seduc. É Sedes. É a Secretaria de Cooperação Internacional. É o descrédito da base aliada. Mas o marketing sem obras será sempre desmascarado nos debates pré-eleitorais.
17-07- Bilhetim em clima de férias
Até o dia 03-08 o Bilhetim entrará ocasionalmente no cyberspace. Boas férias.
Bettina e a exclusão política
Será que o Bettina já incluiu política e administrativamente os principais atores da vitória de Maneschy neste local? estamos de olho.
Gráfica da UFPA e o Big Brother
As postagens demonstram que existe um verdadeiro big brother vigiando a gestão deste órgão. Na UFPA a transparência é total e o Bilhetim é um ouvidor informal da comunidade.
Prévia do contracheque de agosto
Os servidores estão loucos para ver a prévia do contracheque de agosto. Só a partir desta visualização será possível autorizar o limite dos débitos na última quinzena de julho.
Depoimento de um visitante ao palácio de Deus
Frio, está muito frio a recepção aos visitantes no palácio de Deus, nestes primeiros 15 dias de gestão.
Governo do estado e a marca impressa na opinião pública
Os escândalos se sucedem no primeiro escalão do governo estadual. Será esta marca que ficará gravada na mente da opinião pública paraense?
Usurpadores na área
São figuras que são convidadas para dirigir segundos escalões da administração pública e se comportam, quando assumem as funções, como se fôssem os donos do cargo, inclusive se colocando contra orientações do próprio titular. Querem ser mais realista do que o Rei, ou são medrosos e não querem mexer em algo que já funciona, mesmo que a qualidade deste funcionamento seja questionável. São capazes de irem até as vias dos fatos, mas não arriscam alterar o status quo, com receio de mexer "errado". Nesta lógica a velha burocracia se eterniza. Renovação jamais. E aqueles que se arriscaram na luta ficam com cara de patetas. A última figura que retrata este comportamento foi a presidente da Receita Federal no episódio da Petrobrás. Quiz ser mais realista do que o Rei e caiu, e feio.
A UFPA entra em clima de férias
A partir do dia 15 a massa de servidores docentes e técnico-administrativos começa a ficar em retiro espiritual. Ñinguém suporta o baque econômico de gastar durante 30 dias de férias. A turma, curte o mês, agora só viaja no máximo por 15 dias. A UFPA está ficando vazia.
UFOPA aprovada na Câmara do Deputados
Os jornais de hoje noticiam que o projeto UFOPA foi aprovada em todas as comissões especializadas da Câmara dos Deputados. Agora o projeto, assinado pelo Presidente Lula, chega ao Senado. A UFOPA leva a ssinatura e o poder político da governadora Ana Júlia. Esta é a principal conquista deste governo estadual e o núcleo estratégico não percebeu isso e não deu o destaque necessário na mídia. Haja miopia política. Abre os olhos Ana.
O cidadão cara de pau
O cidadão foi ao lançamento da candidatura Maneschy. Depois que a guerra começou em 2008, movido por interesses pessoais e familiares, o cidadão comunicou que abandonadoria a candidatura Maneschy e que apoiaria a candidatura oficial por "concordância programática", ou seja, discordava programaticamente do projeto Maneschy. Hoje o cidadão está em cargos da gestão maneschy. Não é muita cara de pau se submeter a este constrangimento?
UFPA: Museologia expulsará Música do Guamá.
Anõnimo denuncia- digo- Baleixe disse:
A Licenciatura em Música da Universidade Federal do Pará, a contragosto, está prestes a ter outro endereço que não o Campus Universitário do Guamá. Ora ocupando a ala oeste do prédio do Ateliê de Arte, o curso superior de Música é o resultado do UPGRADE dado à Licenciatura em Educação Artística — Habilitação em Música.
Um curso superior que este ano atingiu sua maioridade (é de 1991), talvez a “melhor justificativa” à “expulsão de casa”, já que possui tempo suficiente para “andar com as próprias pernas”.A construção do prédio do Ateliê de Arte foi uma conquista do Centro de Letras e Artes que encontrou apoio político-administrativo na gestão Marcos Ximenes/Zélia Amador, reitor e vice, no período compreendido entre julhos de 1993 e 1997.
Ateliê de Arte; assinado pelo prefeito do Campus do Guamá, João de Castro Filho, à época do mandato de Nilson Pinto na reitoria da UFPA (1989/1993); que em primeiro instante só contaria com a ala leste (projetada para Artes Plásticas), teve os aditivos suficientes à sua conclusão porque a Música carecia urgentemente de espaço adequado — essa identidade técnica foi dada ao interior do edifício pelo arquiteto e professor Jorge Leal Eiró da Silva, no segundo semestre de 1995, tarefa específica outorgada em portaria da diretora do Centro de Letras e Artes, professora Thelma de Carvalho Lobo, com plena aquiescência do autor no período dos acabamentos da obra.
Eiró, a partir de exigências docentes, discentes e de funcionários, planejou a subdivisão do segundo pavimento da Música, em "cubículos" denominados MASTER CLASSES — a metodologia das adaptações foi pautada nas deliberações das três categorias em assembléias gerais, inclusive o espaço administrativo para abrigar dois colegiados e pretensos dois departamentos didáticos-científicos, mais a administração do prédio.
O Ateliê de Arte foi inaugurado em 1997 sem a central de ar que propiciaria o pleno funcionamento dos MASTER CLASSES — idéia onerosa posteriormente abandonada pelo advento da tecnologia SPLIT e fator único da ocupação retardada daquele espaço pelo pessoal da Música. Esse lugar, remodelado, passou a abrigar experimentações da dinâmica da linguagem musical.As duas habilitações da hoje sepultada Educação Artística mantiveram-se antes de 1997 graças ao empréstimo de salas de aula: da Educação na Habilitação em Artes Plásticas e da Comunicação na Habilitação em Música.Ou seja: o Ateliê de Arte pertence tanto à Música quanto às Artes Visuais — UPGRADE da Habilitação em Artes Plásticas.
O curso de MUSEOLOGIA, recentemente implantado (mas não implementado) na UFPA com recursos do Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais — REUNI —, parece ser o pivô do sobressalto dos professores, alunos e funcionários da Graduação em Música.A criação do Instituto de Ciências da Arte — ICA — aglutinou três linguagens artísticas: Artes Visuais, Música e Teatro/Dança.Música e Teatro/Dança têm escolas técnicas e nível superior em convívio o que não lhes permite, por dispositivo regimental, a nomenclatura de FACULDADES, mas o genérico termo ESCOLAS.Teatro/Dança figurados como Escola de Teatro e Dança da UFPA — ETDUFPA — construíram passo a passo uma relação harmoniosa na gestação desse escalonamento e bem habitam o complexo da antiga Delegacia Regional do MEC.
Já a Música tem nessa diferença um hiato: o técnico é dissonante do superior e vice-versa. O público da EMUFPA (criada em 1963), à semelhança de um tradicional conservatório, prefere um ponto cental de Belém (hoje localizado em uma casa na Conselheiro Furtado): eqüidistante da sua escola regular e residência. O Nível Superior de Música tem no Campus do Guamá a primazia da vocação das graduações e/ou pós-graduações: entrelaçar os distintos conhecimentos que o habitam. O casamente arranjado entre as "MÚSICAS" da UFPA foi um negócio que não deu certo!A Museologia é o caçula botando a irmã do meio "no canto", ou: no olho da rua, porque ela se entregou a pessoa errada e é mal falada. CADÊ A MAMÃE?
A Licenciatura em Música da Universidade Federal do Pará, a contragosto, está prestes a ter outro endereço que não o Campus Universitário do Guamá. Ora ocupando a ala oeste do prédio do Ateliê de Arte, o curso superior de Música é o resultado do UPGRADE dado à Licenciatura em Educação Artística — Habilitação em Música.
Um curso superior que este ano atingiu sua maioridade (é de 1991), talvez a “melhor justificativa” à “expulsão de casa”, já que possui tempo suficiente para “andar com as próprias pernas”.A construção do prédio do Ateliê de Arte foi uma conquista do Centro de Letras e Artes que encontrou apoio político-administrativo na gestão Marcos Ximenes/Zélia Amador, reitor e vice, no período compreendido entre julhos de 1993 e 1997.
Ateliê de Arte; assinado pelo prefeito do Campus do Guamá, João de Castro Filho, à época do mandato de Nilson Pinto na reitoria da UFPA (1989/1993); que em primeiro instante só contaria com a ala leste (projetada para Artes Plásticas), teve os aditivos suficientes à sua conclusão porque a Música carecia urgentemente de espaço adequado — essa identidade técnica foi dada ao interior do edifício pelo arquiteto e professor Jorge Leal Eiró da Silva, no segundo semestre de 1995, tarefa específica outorgada em portaria da diretora do Centro de Letras e Artes, professora Thelma de Carvalho Lobo, com plena aquiescência do autor no período dos acabamentos da obra.
Eiró, a partir de exigências docentes, discentes e de funcionários, planejou a subdivisão do segundo pavimento da Música, em "cubículos" denominados MASTER CLASSES — a metodologia das adaptações foi pautada nas deliberações das três categorias em assembléias gerais, inclusive o espaço administrativo para abrigar dois colegiados e pretensos dois departamentos didáticos-científicos, mais a administração do prédio.
O Ateliê de Arte foi inaugurado em 1997 sem a central de ar que propiciaria o pleno funcionamento dos MASTER CLASSES — idéia onerosa posteriormente abandonada pelo advento da tecnologia SPLIT e fator único da ocupação retardada daquele espaço pelo pessoal da Música. Esse lugar, remodelado, passou a abrigar experimentações da dinâmica da linguagem musical.As duas habilitações da hoje sepultada Educação Artística mantiveram-se antes de 1997 graças ao empréstimo de salas de aula: da Educação na Habilitação em Artes Plásticas e da Comunicação na Habilitação em Música.Ou seja: o Ateliê de Arte pertence tanto à Música quanto às Artes Visuais — UPGRADE da Habilitação em Artes Plásticas.
O curso de MUSEOLOGIA, recentemente implantado (mas não implementado) na UFPA com recursos do Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais — REUNI —, parece ser o pivô do sobressalto dos professores, alunos e funcionários da Graduação em Música.A criação do Instituto de Ciências da Arte — ICA — aglutinou três linguagens artísticas: Artes Visuais, Música e Teatro/Dança.Música e Teatro/Dança têm escolas técnicas e nível superior em convívio o que não lhes permite, por dispositivo regimental, a nomenclatura de FACULDADES, mas o genérico termo ESCOLAS.Teatro/Dança figurados como Escola de Teatro e Dança da UFPA — ETDUFPA — construíram passo a passo uma relação harmoniosa na gestação desse escalonamento e bem habitam o complexo da antiga Delegacia Regional do MEC.
Já a Música tem nessa diferença um hiato: o técnico é dissonante do superior e vice-versa. O público da EMUFPA (criada em 1963), à semelhança de um tradicional conservatório, prefere um ponto cental de Belém (hoje localizado em uma casa na Conselheiro Furtado): eqüidistante da sua escola regular e residência. O Nível Superior de Música tem no Campus do Guamá a primazia da vocação das graduações e/ou pós-graduações: entrelaçar os distintos conhecimentos que o habitam. O casamente arranjado entre as "MÚSICAS" da UFPA foi um negócio que não deu certo!A Museologia é o caçula botando a irmã do meio "no canto", ou: no olho da rua, porque ela se entregou a pessoa errada e é mal falada. CADÊ A MAMÃE?
Bettina: o retrato do continuismo
Como era composta a direção administrativa do Bettina no reitorado passado:
1- Diretor de Recursoso Humanos: Rosângela - Fadesp ( deve continuar na função)
2- Diretor acadêmicos: Piani (Fadesp)- até agora continua.
3- Diretor Financeiro: Fred - será assessor financeiro do novo diretor - Manuel do ICS
4- Assessor de planejamento: Gabriel - foi promovido nesta gestão para esta função
Obs. A única servidora, que ocupava cargo de chefia, e era da Fadesp, que deu um apoio discreto à candidatura Maneschy, foi demitida 4 hs após a chegada do novo diretor e chamado para seu lugar um cidadão que jogou pesado contra Maneschy.
N.B: quem estaria comandando esta destruição da base de apoio de Maneschy no Bettina?
Quem comandou a vitória de Maneschy no Bettina:
A maioria das auxiliares de enfermagem, parte das enfermeiras, a turma do RX. Toda a administração do Bettina como vemos é composta de servidores egressos da Fadesp e que jogaram pesado contra Maneschy.
Esta turma dos debaixo estão muito p. com o desenho da nova administração a nível do primeiro escalão do Bettina, estão se sentindo esquecido, para não dizer traidos. O reitor vem recomendando que parte da gestão sejam indicados por este grupo, que tem gente competente para indicar, mas até agora tudo permanece como dantes no quartel de abranches. São os algozes
da gestão passada que continuam e parece que continuarão oprimindo os maneschyanos do Bettina.
1- Diretor de Recursoso Humanos: Rosângela - Fadesp ( deve continuar na função)
2- Diretor acadêmicos: Piani (Fadesp)- até agora continua.
3- Diretor Financeiro: Fred - será assessor financeiro do novo diretor - Manuel do ICS
4- Assessor de planejamento: Gabriel - foi promovido nesta gestão para esta função
Obs. A única servidora, que ocupava cargo de chefia, e era da Fadesp, que deu um apoio discreto à candidatura Maneschy, foi demitida 4 hs após a chegada do novo diretor e chamado para seu lugar um cidadão que jogou pesado contra Maneschy.
N.B: quem estaria comandando esta destruição da base de apoio de Maneschy no Bettina?
Quem comandou a vitória de Maneschy no Bettina:
A maioria das auxiliares de enfermagem, parte das enfermeiras, a turma do RX. Toda a administração do Bettina como vemos é composta de servidores egressos da Fadesp e que jogaram pesado contra Maneschy.
Esta turma dos debaixo estão muito p. com o desenho da nova administração a nível do primeiro escalão do Bettina, estão se sentindo esquecido, para não dizer traidos. O reitor vem recomendando que parte da gestão sejam indicados por este grupo, que tem gente competente para indicar, mas até agora tudo permanece como dantes no quartel de abranches. São os algozes
da gestão passada que continuam e parece que continuarão oprimindo os maneschyanos do Bettina.
Propaganda do governo Ana: Quando o secundário vira principal
O governo vem ocupando alguns minutos nas televisões divulgando as medidas (que todos os governos fazem nas férias), tipo: fiscalização no trânsito, guarda vidas, corpo médico especial nos balneários como resultado de política de governo. Este tipo de propaganda, que no máximo deveria ser algo a ser divulgado de forma indireta e secundária, aparece como algo central. Isto é coisa de quem não tem o que divulgar, ou que é ainda pior: o núcleo estratégico não sabe como dar visibilidade à ações mais importantes, se estas de fato existirem. Isto é deprimente e desmoralizador.
Bettina: dois grupos em disputa
Com a chegada do novo diretor do Bettina, dois grupos lutam por espaços na administração: os membros da antiga gestão e os vencedores das últimas eleições para reitor. A turma maneschiana está levando uma surra. Em nome de um discurso " tecnicista" medroso e conservador os detentores de cargos chaves estão mantendo o velho status. Até um fervoroso estrategista da candidatura derrotada foi efetivado no lugar de uma competente dirigente ligada à candidatura Maneschy. Este filme nós já assistimos no HUJBB em 2005.
Modernidade: mundo insustentável
Meridiano 47 - Boletim de Análise de Conjuntura em Relações Internacionais
* Alberto Teixeira
No rastro da razão iluminista, o projeto modernizador do capitalismo exprime uma tendência inexorável: a reprodução dos bens materiais e espirituais da burguesia, comolocus da acumulação para além das fronteiras nacionais, consagrando o mercado mundial como arena privilegiada do processo civilizatório. A modernidade-mundo apresenta nuances progressivas da construção avassaladora do capitalismo na era da globalização. Do Estado-Nação como emblema da nova racionalidade política aos contornos da emergente sociedade global multidimensional, a modernidade é refundada e permamentemente descontruída como base cognitiva do mundo no século XXI.
Dos escombros da primeira modernidade (industrial) e suas promessas de progresso e felicidade, emerge uma modernidade de risco, distribuidora de malefícios e turbulências. Assim Ulrich Beck assinala está passagem logo no primeiro capítulo do seu livro La sociedad del riesgo: “Na modernidade avançada, a produção social de riqueza é sistematicamente acompanhada por uma produção social de riscos. Portanto, os problemas e conflitos de partilha da sociedade de carência são substituídos pelos problemas ou conflitos que surgem da produção, definição e repartição dos riscos produzidos de maneira cientifico- técnica”.
Estamos envoltos numa época histórica marcada por outra modernidade, radicalizada pela revolução nanotcnológica, convergência da parafernália comunicacional, consumismo frenético de bens e expansão ilimitada das forças produtivas. Sob o signo das rápidas transformações e mudanças paradigmáticas está se globalizando um capitalismo multifacetado e imprevisível.Para compreender a intensidade da crise atual de dimensões planetárias, é fundamental refletir o imbróglio dos tempos hodiernos, configurando redemoinhos e dúvidas projetadas pela sociedade global.
A interdependência crescente entre blocos econômicos, sistemas produtivos transnacionais e as diferentes esferas da experiência humana tem sido a marca registrada da sociedade contemporânea, interligando saberes e processos societais. Na década de 1960, o sociólogo canadense Marshall McLuhan cunhou a metáfora ‘aldeia global’ para designar mudanças e percepções derivadas da revolução dos meios de comunicação, sobretudo a partir da televisão, antevendo aquilo que outro sociólogo, o espanhol Manuel Castells iria definir no final do Século 20, a partir das novas tecnologias – o paradigma informacional.
Ondas ininterruptas de inovações e insights movem comportamentos, estilos de vida, padrões de produção e consumo, recriam-se identidades e simbolismos para designar uma era de conexões e interatividades globais, potencializada pela internet e redes (networks) tecidas no ciberespaço. Esses acontecimentos trazem uma sensação crescente e estonteante de transições fundamentais na aurora do terceiro milênio. Como lembra Milton Santos, geógrafo brasileiro cujo reconhecimento ultrapassa linhas territoriais, intelectuais e lingüísticas, “acelerações são momentos culminantes na História, como se abrigassem forças concentradas, explodindo para criar o novo”.
A anatomia dessa admirável modernidade líquida (para usar a expressão emblemática de Zymunt Bauman) reside numa sociedade prenhe de inseguranças, transfigurada por laços efêmeros, sociabilidades fragilizadas e contraditórias, engravidada de riscos cruciais e desafios decisivos. Estamos na encruzilhada de um modelo civilizatório perdulário que nos empurra para o abismo, embora se acredite na luz no fim do túnel. A dinâmica geopolítica mundial hegemonizada por um seleto grupo de países espelha uma arquitetura de governança assimétrica em termos de recursos de poder, estágios de desenvolvimento e perspectivas de futuro, ignorando a construção de pilares éticos globais que garantam a consolidação de valores perenes e efetivamente civilizatórios, como a paz, tolerância, democracia e cooperação para o desenvolvimento duradouro equitativo e justo entre os povos.
Desordens climáticas marcadas por catástrofes socioambientais – fenômenos contrastantes e arrasadores como enchentes, secas, invernos e verões rigorosos e extremos de temperatura, que ora castigam as regiões norte, nordeste e sul do Brasil, assim como outros países em proporções diversas – aliam-se aos dramas cotidianos da violência, pobreza, corrupção, stress urbano, marginalidade e degradação sociopolítica. Estas situações caóticas estão se reproduzindo no espaço global (que inclui o local) pela lógica da racionalidade instrumental, colonizada pela visão econômica do crescimento ilusório e de modelos supostamente progressistas fundados no padrão de bem estar ocidental. Enfim, um cenário que retrata a barbárie contemporânea. A modernidade do século XXI tornou-se perigosa e insustentável num mundo gravitado por desesperanças e incertezas.
Alberto Teixeira da Silva é Doutor em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp e professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade Federal do Pará (alberts@superig.com.br).
Written by Equipe de Colaboradores
13/07/2009 às 09:11
Publicado em Artigos, Política Internacional
* Alberto Teixeira
No rastro da razão iluminista, o projeto modernizador do capitalismo exprime uma tendência inexorável: a reprodução dos bens materiais e espirituais da burguesia, comolocus da acumulação para além das fronteiras nacionais, consagrando o mercado mundial como arena privilegiada do processo civilizatório. A modernidade-mundo apresenta nuances progressivas da construção avassaladora do capitalismo na era da globalização. Do Estado-Nação como emblema da nova racionalidade política aos contornos da emergente sociedade global multidimensional, a modernidade é refundada e permamentemente descontruída como base cognitiva do mundo no século XXI.
Dos escombros da primeira modernidade (industrial) e suas promessas de progresso e felicidade, emerge uma modernidade de risco, distribuidora de malefícios e turbulências. Assim Ulrich Beck assinala está passagem logo no primeiro capítulo do seu livro La sociedad del riesgo: “Na modernidade avançada, a produção social de riqueza é sistematicamente acompanhada por uma produção social de riscos. Portanto, os problemas e conflitos de partilha da sociedade de carência são substituídos pelos problemas ou conflitos que surgem da produção, definição e repartição dos riscos produzidos de maneira cientifico- técnica”.
Estamos envoltos numa época histórica marcada por outra modernidade, radicalizada pela revolução nanotcnológica, convergência da parafernália comunicacional, consumismo frenético de bens e expansão ilimitada das forças produtivas. Sob o signo das rápidas transformações e mudanças paradigmáticas está se globalizando um capitalismo multifacetado e imprevisível.Para compreender a intensidade da crise atual de dimensões planetárias, é fundamental refletir o imbróglio dos tempos hodiernos, configurando redemoinhos e dúvidas projetadas pela sociedade global.
A interdependência crescente entre blocos econômicos, sistemas produtivos transnacionais e as diferentes esferas da experiência humana tem sido a marca registrada da sociedade contemporânea, interligando saberes e processos societais. Na década de 1960, o sociólogo canadense Marshall McLuhan cunhou a metáfora ‘aldeia global’ para designar mudanças e percepções derivadas da revolução dos meios de comunicação, sobretudo a partir da televisão, antevendo aquilo que outro sociólogo, o espanhol Manuel Castells iria definir no final do Século 20, a partir das novas tecnologias – o paradigma informacional.
Ondas ininterruptas de inovações e insights movem comportamentos, estilos de vida, padrões de produção e consumo, recriam-se identidades e simbolismos para designar uma era de conexões e interatividades globais, potencializada pela internet e redes (networks) tecidas no ciberespaço. Esses acontecimentos trazem uma sensação crescente e estonteante de transições fundamentais na aurora do terceiro milênio. Como lembra Milton Santos, geógrafo brasileiro cujo reconhecimento ultrapassa linhas territoriais, intelectuais e lingüísticas, “acelerações são momentos culminantes na História, como se abrigassem forças concentradas, explodindo para criar o novo”.
A anatomia dessa admirável modernidade líquida (para usar a expressão emblemática de Zymunt Bauman) reside numa sociedade prenhe de inseguranças, transfigurada por laços efêmeros, sociabilidades fragilizadas e contraditórias, engravidada de riscos cruciais e desafios decisivos. Estamos na encruzilhada de um modelo civilizatório perdulário que nos empurra para o abismo, embora se acredite na luz no fim do túnel. A dinâmica geopolítica mundial hegemonizada por um seleto grupo de países espelha uma arquitetura de governança assimétrica em termos de recursos de poder, estágios de desenvolvimento e perspectivas de futuro, ignorando a construção de pilares éticos globais que garantam a consolidação de valores perenes e efetivamente civilizatórios, como a paz, tolerância, democracia e cooperação para o desenvolvimento duradouro equitativo e justo entre os povos.
Desordens climáticas marcadas por catástrofes socioambientais – fenômenos contrastantes e arrasadores como enchentes, secas, invernos e verões rigorosos e extremos de temperatura, que ora castigam as regiões norte, nordeste e sul do Brasil, assim como outros países em proporções diversas – aliam-se aos dramas cotidianos da violência, pobreza, corrupção, stress urbano, marginalidade e degradação sociopolítica. Estas situações caóticas estão se reproduzindo no espaço global (que inclui o local) pela lógica da racionalidade instrumental, colonizada pela visão econômica do crescimento ilusório e de modelos supostamente progressistas fundados no padrão de bem estar ocidental. Enfim, um cenário que retrata a barbárie contemporânea. A modernidade do século XXI tornou-se perigosa e insustentável num mundo gravitado por desesperanças e incertezas.
Alberto Teixeira da Silva é Doutor em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp e professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade Federal do Pará (alberts@superig.com.br).
Written by Equipe de Colaboradores
13/07/2009 às 09:11
Publicado em Artigos, Política Internacional
Maneschy: missões centrais nos 100 dias iniciais
1- Responder urgentemente à grave crise vivenciada pelo curso de medicina.
2- Colocar na prática iniciativas que viabilizem a universidade multicampi.
3- Melhorar o plano de saúde dos servidores da UFPA.
4- Criar um núcleo especializado em captação de recursos para disputar verbas nos ministérios.
5- Tomar iniciativas que visem dar condições para que os egressos cotistas possam realizar seus cursos, diminuindo a evasão acadêmica.
6- Preparar o planejamento estratégico da gestão quadrienal e dar os primeiros passos para a formulação do PDI 2010-2020.
6- Junto à bancada federal do Pará lutar para que todos os recursos previstos na LOA para 2009 sejam liberados para a UFPA.
2- Colocar na prática iniciativas que viabilizem a universidade multicampi.
3- Melhorar o plano de saúde dos servidores da UFPA.
4- Criar um núcleo especializado em captação de recursos para disputar verbas nos ministérios.
5- Tomar iniciativas que visem dar condições para que os egressos cotistas possam realizar seus cursos, diminuindo a evasão acadêmica.
6- Preparar o planejamento estratégico da gestão quadrienal e dar os primeiros passos para a formulação do PDI 2010-2020.
6- Junto à bancada federal do Pará lutar para que todos os recursos previstos na LOA para 2009 sejam liberados para a UFPA.
Governo Ana: contagem regressiva
O governo Ana tem 180 dias para apresentar resultados convincentes. A partir de janeiro de 2010 já será o ano eleitoral. Nos primeiros seis meses de cada ano o Pará é invadido por chuvas. Talvez o governo tenha algo a apresentar na região metropolitana com o projeto via metrópole. Venhamos e convenhamos a missão não é das mais fáceis.
Lembro que o governo tucano de 1994 passou dois anos saneando a máquina pública para depois começar as suas obras. Em 1998 todas as grandes obras físicas tucanas ainda não estavam concluidas.
Ana assume com a máquina azeitada, com o apoio total do governo Lula e até agora o governo ainda não decolou. Parece que o problema é de condução do executivo. Talvez agora o PT seja chamado para tentar salvar o governo do iminente naufrágio. De fato o PMM (da DS) precisa de um "milagre" para, sozinho, responder eleitoralmente nas eleições de 2010. A reeleição de Ana está muito ameaçada.
Lembro que o governo tucano de 1994 passou dois anos saneando a máquina pública para depois começar as suas obras. Em 1998 todas as grandes obras físicas tucanas ainda não estavam concluidas.
Ana assume com a máquina azeitada, com o apoio total do governo Lula e até agora o governo ainda não decolou. Parece que o problema é de condução do executivo. Talvez agora o PT seja chamado para tentar salvar o governo do iminente naufrágio. De fato o PMM (da DS) precisa de um "milagre" para, sozinho, responder eleitoralmente nas eleições de 2010. A reeleição de Ana está muito ameaçada.
A crise do Senado, Sarney e Lula
Tenho ouvido muitas análises de cientistas políticas do sudeste do país acerca da crise do senado. Todos insistem em dizer que Sarney deve sair porque o mesmo alienou o senado frente ao poder executivo, leia-se Lula. Seria como se o o poder executivo comandasse o presidente do senado.
Minha percepção é exatamente ao contrário. Lula está sendo chantageado por Sarney, por isso o está "apoiando" abertamente. A equação é a seguinte: Sarney chamou Lula e disse " não aceito afastamento temporário, caso vcs não me apoiem eu renuncio". Caso Sarney renuncie assume o vice-presidente do senado que é do PSDB. Então o governo apóia Saney para evitar que uma gestão do PSDB no senado venha causar paralisia decisória. Então é Sarney quem está pilotando o presidente e não o contrário.
Minha percepção é exatamente ao contrário. Lula está sendo chantageado por Sarney, por isso o está "apoiando" abertamente. A equação é a seguinte: Sarney chamou Lula e disse " não aceito afastamento temporário, caso vcs não me apoiem eu renuncio". Caso Sarney renuncie assume o vice-presidente do senado que é do PSDB. Então o governo apóia Saney para evitar que uma gestão do PSDB no senado venha causar paralisia decisória. Então é Sarney quem está pilotando o presidente e não o contrário.
Bilhetim vai descansar por 15 dias
Nos próximos quinze dias não haverá postagens diárias. O editor precisa de 15 dias de descanso. Na medida do possível, caso surja alguma novidade utilizarei o Tim Web para informar os nossos leitores. Vou postar das selvas amazônicas. Mas só viajo a partir do dia 17.
Por que o governo Ana vem falhando na saúde e na educação?
Por certo este é um objeto a ser pesquisado após o fim deste governo. Muitas hipóteses podem a vir a ser testadas, eu de imediato arriscaria propor o seguinte debate:
1- Saúde e educação não deveriam ser objeto de barganha política. Estas duas áreas deveriam ser da cota pessoal do governador, ou seja, não entraria na partilha política com os partidos da base aliada. Hoje existem permanentemente vetos e contra vetos informais dentro das URE's e Polos administrativos. Nestas dimensões administrativas partidos da base aliada dividem o comando da Seduc por regiões, municípios e bairros.
2- O PT tem pelo menos duas décadas de debates acumulado a respeito destas duas áreas e inclusive têm políticas públicas consagradas em muitos municípios e estados membros da federação.
3- Saúde e educação deveriam ter seus titulares, nas diversas dimensões da secretaria, preenchidos por quadros comprometidos com a filosofia radical do serviço público e do republicanismo.
4- O PT deveria ter feito uma reforma administrativa radical na Seduc, que é um elefante branco, desenhado para não funcionar. O burocratismo emperra toda a máquina administrativa na Seduc.
5- O compromisso radical deveria se dar com o empoderamento orçamentário, administrativo e político da escola e dos polos administrativos, para além dos interesses de tendências e ou partido(s).
6- As URE's deveriam ser descentralizadas, dentro da lógica do empoderamento das escolas.
7- A Seduc deveria ter experimentado novas metodologias pedagógicas e buscado permanentemente a qualificação docente e técnico-administrativa.
8- A Seduc deveria ser uma trincheira em defesa da melhoria das condições salariais e sociais da comunidade escolar.
9- A Seduc deveria de fato coordenar por micro-regiões, ou coisa assemelhada, a qualificação da gestão administrativa, orçamentária e política em cada secretaria municipal de educação.
10- O governo do estado deveria ter criado e especializado uma secretaria, a de segurança institucional, que dentre sua missão de segurança, seria também especializada em proteger o governo e o estado dos gestores ( de primeiro, segundo e terceiro escalões) corruptos, que infestam a máquina pública. Quando estive no governo apresentei esta proposta, mas foi engavetada pela Casa Civil.
11- Enfim para fazer Saúde e Educação de qualidade só fora da lógica do aparelhamento do estado. O governo está devendo este performance no Pará.
1- Saúde e educação não deveriam ser objeto de barganha política. Estas duas áreas deveriam ser da cota pessoal do governador, ou seja, não entraria na partilha política com os partidos da base aliada. Hoje existem permanentemente vetos e contra vetos informais dentro das URE's e Polos administrativos. Nestas dimensões administrativas partidos da base aliada dividem o comando da Seduc por regiões, municípios e bairros.
2- O PT tem pelo menos duas décadas de debates acumulado a respeito destas duas áreas e inclusive têm políticas públicas consagradas em muitos municípios e estados membros da federação.
3- Saúde e educação deveriam ter seus titulares, nas diversas dimensões da secretaria, preenchidos por quadros comprometidos com a filosofia radical do serviço público e do republicanismo.
4- O PT deveria ter feito uma reforma administrativa radical na Seduc, que é um elefante branco, desenhado para não funcionar. O burocratismo emperra toda a máquina administrativa na Seduc.
5- O compromisso radical deveria se dar com o empoderamento orçamentário, administrativo e político da escola e dos polos administrativos, para além dos interesses de tendências e ou partido(s).
6- As URE's deveriam ser descentralizadas, dentro da lógica do empoderamento das escolas.
7- A Seduc deveria ter experimentado novas metodologias pedagógicas e buscado permanentemente a qualificação docente e técnico-administrativa.
8- A Seduc deveria ser uma trincheira em defesa da melhoria das condições salariais e sociais da comunidade escolar.
9- A Seduc deveria de fato coordenar por micro-regiões, ou coisa assemelhada, a qualificação da gestão administrativa, orçamentária e política em cada secretaria municipal de educação.
10- O governo do estado deveria ter criado e especializado uma secretaria, a de segurança institucional, que dentre sua missão de segurança, seria também especializada em proteger o governo e o estado dos gestores ( de primeiro, segundo e terceiro escalões) corruptos, que infestam a máquina pública. Quando estive no governo apresentei esta proposta, mas foi engavetada pela Casa Civil.
11- Enfim para fazer Saúde e Educação de qualidade só fora da lógica do aparelhamento do estado. O governo está devendo este performance no Pará.
Sucessão 2010: por que o PT não renova o candidato para o governo?
Lembram que no RS o PT, em prévias, lançõu Tarso Genro à sucessão de Olívio Dutra? Por que o PT do Pará não repete a dose se há descontentamento generalizado com a condução discricionária do PMM (da DS) à frente do executivo? Com a palavra o campo majoritário.
É preferível perder o governo e não comprometer o projeto estratégico do PT no Pará. O silêncio e a subserviência farão com que o eleitorado confunda o PMM (da DS) com o modo petista de governar. A marca histórica do PT na saúde, educação e participação popular está bastante comprometida.
Não estou afirmando apriori que o governo está morto. Não, com o uso competente da máquina, nos últimos 12 meses, tudo pode acontecer. Não devemos esquecer o que ocorreu na reeleiçao de Dudu em Belém. O que eu estou dizendo é que só com prestação de contas administrativas, políticas e de obras e serviços, este governo estará em sérios apuros frente ao eleitorado.
Sei que o governo Lula têm muitas obras estruturantes no estado e sei também que o governo estadual buscará se apropriar destes resultados para apresentar algo de concreto.
É pífia a propaganda do governo em torno da negociação entre o setor agropecuário e o MPF. Parece coisa de quem não tem nada para mostrar. O governo tenta capitalizar uma iniciativa que foi do MPF. O governo ajudou nas negociações, mas como ator coadjuvante, e não principal, como tenta fazer crer.
É preferível perder o governo e não comprometer o projeto estratégico do PT no Pará. O silêncio e a subserviência farão com que o eleitorado confunda o PMM (da DS) com o modo petista de governar. A marca histórica do PT na saúde, educação e participação popular está bastante comprometida.
Não estou afirmando apriori que o governo está morto. Não, com o uso competente da máquina, nos últimos 12 meses, tudo pode acontecer. Não devemos esquecer o que ocorreu na reeleiçao de Dudu em Belém. O que eu estou dizendo é que só com prestação de contas administrativas, políticas e de obras e serviços, este governo estará em sérios apuros frente ao eleitorado.
Sei que o governo Lula têm muitas obras estruturantes no estado e sei também que o governo estadual buscará se apropriar destes resultados para apresentar algo de concreto.
É pífia a propaganda do governo em torno da negociação entre o setor agropecuário e o MPF. Parece coisa de quem não tem nada para mostrar. O governo tenta capitalizar uma iniciativa que foi do MPF. O governo ajudou nas negociações, mas como ator coadjuvante, e não principal, como tenta fazer crer.
As razões do expurgo na DS
Os motivos para o enquadramento "ético" na DS
Edilza Fontes - acusação- Ousou manter candidatura contra a decisão do PMM
Charles Alcântara- acusação- Defender intransigentemente sua corporação profissional através da presidência do sindicato.
Humberto Lopes (Humbertinho)- acusação- Escreveu artigo no "Quinta" analisando os conflitos políticos dentro da DS.
É... são motivos que só o stalinismo encontraria razões para processos.
Edilza Fontes - acusação- Ousou manter candidatura contra a decisão do PMM
Charles Alcântara- acusação- Defender intransigentemente sua corporação profissional através da presidência do sindicato.
Humberto Lopes (Humbertinho)- acusação- Escreveu artigo no "Quinta" analisando os conflitos políticos dentro da DS.
É... são motivos que só o stalinismo encontraria razões para processos.
2010- PMDB dará vôo solo no Pará
Esperem e verão. As probabilidades de o PMDB dar um vôo solo em 2010 são enormes. A equação é simples: este partido sai sozinho no primeiro turno e com grandes chances de estar no segundo turno. Os tucanos divididos deverão apoiar os seguidores de Jáder no segundo turno. Caso o Pmdb não passasse ao segundo turno seus espaços políticos num futuro governo (petista ou tucano) ampliariam-se consideravelmente em relação aos espaços hoje ocupados. É uma relação custo x benefício.
Portanto PMM(da DS) e PT, ponham suas barbas de molho.
Portanto PMM(da DS) e PT, ponham suas barbas de molho.
ICS: debate pega fogo
O clima começa a esquentar no ICS. Tudo isso devido as eleições que se aproxima. O número de postagens relacionadas à temática é crescente.
O que é a DS no Pará
DS surgiu no Pará a partir do episódio da CPI da Biopirataria. Naquele momento a então senadora Ana Júlia precisava de uma cobertura nacional dentro do PT e a DS, pela sua ideologia no PT e pelo seu peso política, foi a organização interna ao PT escolhida para a entrada da então senadora Ana Júlia.
Com a chegada de Ana Júlia ao governo a DS do Pará inflou. Muitas facções, hoje fazem parte da DS: o pessoal advindos da OCDP , hoje PMM. O pessoal advindo do MCR/Força Socialista- Suely Oliveira, Charles. O pessoal advindo do PRC/Tendência Marxista- Edilza, Humbertinho. E mutos militantes independentes do PT, e a maioria hoje da base da DS: néo-petistas que aderiram à DS em troca de DAS.
Na verdade, eu que conviví quase 6 anos com a DS nacional via CUT( corrente Cut pela Base) posso afirmar que este comportamento da DS no Pará em nada se parece com o comportamento da DS nacional. Dentro da CUT e do PT a DS Nacional sempre se comportou como aglutinadora de seu campo político, e nunca seviciou seu parceitos de grupo, como ocorre hoje no Pará. Diria que no Pará a DS é um grande guarda chuva que abriga gregos e troianos. Hoje o PMM faz os expurgos e só sobrará a OCDP (PMM) e seus subservientes. Quem viver, verá. Ana Júlia é dirigida pelo PMM.
Com a chegada de Ana Júlia ao governo a DS do Pará inflou. Muitas facções, hoje fazem parte da DS: o pessoal advindos da OCDP , hoje PMM. O pessoal advindo do MCR/Força Socialista- Suely Oliveira, Charles. O pessoal advindo do PRC/Tendência Marxista- Edilza, Humbertinho. E mutos militantes independentes do PT, e a maioria hoje da base da DS: néo-petistas que aderiram à DS em troca de DAS.
Na verdade, eu que conviví quase 6 anos com a DS nacional via CUT( corrente Cut pela Base) posso afirmar que este comportamento da DS no Pará em nada se parece com o comportamento da DS nacional. Dentro da CUT e do PT a DS Nacional sempre se comportou como aglutinadora de seu campo político, e nunca seviciou seu parceitos de grupo, como ocorre hoje no Pará. Diria que no Pará a DS é um grande guarda chuva que abriga gregos e troianos. Hoje o PMM faz os expurgos e só sobrará a OCDP (PMM) e seus subservientes. Quem viver, verá. Ana Júlia é dirigida pelo PMM.
Expurgo na DS: PMM em ação
O PMM mostra quem manda na DS: é a máquina de governo. Não existe debate, não existe tolerância e nem diferença. Divergiu...Rua. A DS se comporta como partido dentro do partido. A facção que tem o controle da máquina, controla os militantes e liquida os adversários. Daqui a pouco toda a DS se resumirá aos amigos e subservientes do PMM.
DS já prepara expurgo de Edilza, Charles e Humbertino
A GT estadual da DS ( Democracia Socialista) corrente interna ao PT aprovou em sua reunião estadual uma comissão de ética para julgar a rebeldia de Edilza Fontes, Humberto Lopes e Charles Alcântara. Parece que a sentença já está dado: "expulsão" dos três recalcitrantes. Parece os famosos Julgamentos de Moscou patrocinado por Josef Djugativile Stalin. Eta...Democracia Socialista.
Nomeação de Maneschy: João Cláudio Arroyo abriu as portas nacionais com Dulce
Foi o prof. MSc João Cláudio Arroyo, ex-Chefe do Gabinete da Governadora quem introduziu o nome de Carlos Maneschy nos ciclos Ministeriais do governo Lula. Além de Dulce, Arroyo aproximou o Ministro Tarso Genro do nome de Carlos Maneschy. Enfim era importante dá este depoimento para ficar registrado na história. Maneschy ganhou na UFPA, mas foi preciso agir preventivamente para evitar a possível ação golpista contra a democracia na UFPA. Maneschy tem ampla chance de usar esta articulação para potencializar a cpacidade orçamentária da uFPA no próximo quadriênio.
Nomeação de Maneschy: Ministro Luis Dulce conduziu a articulação pró-Maneschy no Palácio
Foi Luis Dulce, Ministro Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República que fez as macro articulações no Palácio para evitar qualquer ação golpista contra o reitor eleito. Tive a oportunidade de participar de reunião em São Paulo, juntamente com o ex-chefe de gabinete da governadora João Cláudio Arroyo e o reitor eleito de uma reunião de articulação com o Ministro Dulce. O Ministro Dulce inclusive telefonou pessoal a Arroyo dando conta das articulações.
Nomeação de Maneschy: Ministros da cota pessoal de Lula saudaram Maneschy na posse
Luis Dulce, Patrus Ananias, Guido Mantega, Dilma Roussef mandaram saudação por escrito à posse do Reitor Carlos Maneschy. Foi a primeira vez que este fato ocorreu em uma posse de reitor na UFPA. Estre fato mostra o nível de articulação política do novo reitor.
Medicina precisa de choque acadêmico e de gestão
Uma medida que seria bem vista pela sociedade paraense visando criar condições de tirar a medicina da prostação acadêmica:
1- Nomeação de uma comissão especializada, ligada diretamente ao gabinete do Reitor com as seguintes atribuições:
a) Fazer um diagnóstico acadêmico e administrativo do curso
b) Verificar a situação individual de cada professor por troncos de disciplinas.
c) Verificar a situação do corpo técnico-dminsitrativo
d) Diagnisticar asituaçãode infra-estrutura física e material de cada laboratório e ou local de ensino teórico-prático.
e) Contratar uma consultoria especializado em modernização curricular do ensino médico à luz das exigências do perfil médico exigido pelo MEC.
f) Estes estudos ajudariam no trabalho, a ser executado pelas lideranças médicas, na reformulação curricular de todo o curso.
g) transferência do curso de graduação em medicina para o campus.
h) transformação do prédio histórico da generalização em um espaço para a pós-graduação em saúde.
i) Transformação do Bettina em hospital realmente escola, com a construção de novas áreas físicas e a ampliação do corpo docente e funcional.
Esta é apenas uma idéia inicial. Mas creio que a medicina deve receber um choque de prioridades, para que o curso não corra o risco de fechar, ou ser obrigado a diminuir o número de vagas.
1- Nomeação de uma comissão especializada, ligada diretamente ao gabinete do Reitor com as seguintes atribuições:
a) Fazer um diagnóstico acadêmico e administrativo do curso
b) Verificar a situação individual de cada professor por troncos de disciplinas.
c) Verificar a situação do corpo técnico-dminsitrativo
d) Diagnisticar asituaçãode infra-estrutura física e material de cada laboratório e ou local de ensino teórico-prático.
e) Contratar uma consultoria especializado em modernização curricular do ensino médico à luz das exigências do perfil médico exigido pelo MEC.
f) Estes estudos ajudariam no trabalho, a ser executado pelas lideranças médicas, na reformulação curricular de todo o curso.
g) transferência do curso de graduação em medicina para o campus.
h) transformação do prédio histórico da generalização em um espaço para a pós-graduação em saúde.
i) Transformação do Bettina em hospital realmente escola, com a construção de novas áreas físicas e a ampliação do corpo docente e funcional.
Esta é apenas uma idéia inicial. Mas creio que a medicina deve receber um choque de prioridades, para que o curso não corra o risco de fechar, ou ser obrigado a diminuir o número de vagas.
PMM: Puty quer ser prefeito
Segundo fontes credenciadas petistas, se depender do PMM o PT já tem candidato a prefeito de Belém para 2012, é Puty, o Chefe da Casa Civil do governo do estado. Vejamos qual é a equação: Ana se reelegeria, Puty seria eleito deputado federal e Puty seria o candidato do PT a prefeito em 2012. Só falta combinar com o campo majoritário do PT.
Obs, PMM significa Puty, Maurílio e Marcílio o trio canibal da DS e do PT. OU seja, quem não reza na cartilha é detonado. Lembrem-se de Charles, Edilza e de Suely.
Obs, PMM significa Puty, Maurílio e Marcílio o trio canibal da DS e do PT. OU seja, quem não reza na cartilha é detonado. Lembrem-se de Charles, Edilza e de Suely.
UFPA: todo cargo de chefia tem uma dimensão central de relações políticas
Qualquer cargo de confiança executivo: Diretor de hospitais, Siac, Gráfica, Pró-Reitorias, têm dimensões políticas. Esta dimensão política deve-se ao fato de que esta pessoa responde diretamente à comunidade devido à delegação do reitor. Ora, na UFPA a eleição do dirigente é direta, logo existe uma relação de compromisso programática e de comportamento construtivo na gestão. O que é comportamento construtivo? deve-se entender como uma prática que alie competência técnica-gerencial com habilidades políticas. Só para dar um exemplo, nestes 24 anos de eleições para reitor assistí dirigentes convidados para cargos, que se apropriaram destas funções e deram maior trabalho ao reitor, devido à incompetência política. Passados seus anos no cargo o reitor herdou uma comunidade que viria a repudia-lo politicamente, de forma permanente, na instituição. O exemplo mais visível deste fato foi no HUJBB. Ou seja, o gestor dava respostas técnicas e produtivas, mas politicamente era um taylorista empedernido e queimou o filme político do reitor. A equação é simples: deve-se aliar nos cargos executivos a competência técnica gerencial com a indispensável habilidade política. Quem é recompensado politicamente ou paga o pato, numa democracia competitiva, é o sempre a lidertança maior, na UFPA é o reitor quem herda os resquícios de uma gestão incompetente politicamente Estamos de olho.
Ex reitoria: amigo da onça
No dia primeiro de julho aconteceu uma reunião de planejamento em Brasília de todas as universidade federais brasileiras. Em pauta as principais demandas para 2009. A UFPA participou, mas a administração que saia não se dignou a convidar nenhum membro da nova equipe que assumiria a partir do dia seguinte (02-07). Não se sabe o que este representante da UFPA apresentou nesta reunião. Isto é pouco ou muito sectarismo e espírito de retaliação contra a democracia na UFPA? Em breve detalharemos esta informação.
Proplan vai horizontalizar diagnóstico institucional
O novo Pró-Reitor de Planejamento Erick Pedreira deverá horizontar o diagnóstico institucional da UFPA. Esta iniciativa visa dar o ponta pé inicial rumo a construção de uma proposta inicial visando subsidiar o PDI 2010-2020. De acordo com o prof. Erick, todo o trabalho de construção de macrocenários estadual, regional, nacional e internacional, combinado com um diagnóstico oriundo dós próprios Institututos e Faculdades em correlação com a participação da sociedade civil organizada conformarão o tripé de um planejamento acadêmico de frente para a sociedade e que deverão subsidiar os rumos da UFPA para a próxima década.
Diretor do Bettina dá sua versão
Prof.Murilo Morhy disse...
Meu caro amigo Edyr:Respeitosamente,vejo-me na obrigação de um retorno ao vosso Blog.
A composição dos postos chaves teve alguns critérios: Para a Divisão Administrativa e Finaceira foi convidado o Manoel do ICS - Contador e apoiador da campanha do Prof.Maneschy.A necessidade de ser um Contador e ser da UFPA é uma determinação da Controladoria Geral da União,para poder ter acesso ao SIAFI e poder assinar Prestação de conta perante o TCU.
Na Divisão Acadêmica foi convidada a Professora Laélia também do ICS,com vasta experiência nessa função,pois foi Coordenadora acadêmica do curso de Medicina com êxito,e nas metas do Reitor está uma aproximação maior com ensino da Graduação,pois o Hospital além de ser Assistencial é também universitário.
]Na Divisão Assitencial a função ainda está aberta.Vários convites a Professores da UFPA foram feitos,mas o tempo não permitia a eles.A própria coordenadora atual Dra.Marilda foi convidada a ficar de forma temporária até o substituto. A Dra.Roselis foi lembrada pela sua experiência na área técnica por vários anos no HUJBB.No entanto,após a dispensa dela,a direção do HUJBB voltou a atrás e preferiu ficar com os serviços profissionais dela pela competência,não liberando-a, apesar do empenho do Prof.Paulo Amorim em liberá-la para o Bettina,junto ao Barros Barreto. Desta forma, a função está aberta,e aceitamos sugestões.Um forte abraçoProf.Murilo Morhy
8/7/09 5:43 PM
Caro Prof. Murilo Morhy
No Hospital Bettina tivemos um dos locais onde as disputas foram das mais difíceis nas eleições para reitor. Foram "os debaixo" que garantiram a vitória de Maneschy no Bettina". É justo que na composição dos espaços administrativos do hospítal deve-se buscar compatibilizar capacidade técnica-administrativa com os nomes de pessoas que deram sangue pela vitória de Maneschy. Caro Morhy não esqueça o que houve no HUJBB nas eleições para reitor de 2005. Alex galvanizou apoio das lideranças daquele hospital prometendo mudanças nas estruturas e nomes de poder daquele hospital e não cumpriu o acordo. Nestas eleições o corpo técnicos respondeu com não votos à candidata de Alex. Cuidado para não criar um sentimento de frustração no Bettina. Se os maiores nomes do Bettina forem escanteado quem pagará a fatura daqui ha 4 anos será o reitor. Assim é a democracia, quem ajuda na formulação do projeto e o transforma em viável, quer ajudar na execução. Relações políticas não são relações entre amigos, mas entre atores políticos e acadêmicos. Ninguém é ingênuo da UFPA.
Meu caro amigo Edyr:Respeitosamente,vejo-me na obrigação de um retorno ao vosso Blog.
A composição dos postos chaves teve alguns critérios: Para a Divisão Administrativa e Finaceira foi convidado o Manoel do ICS - Contador e apoiador da campanha do Prof.Maneschy.A necessidade de ser um Contador e ser da UFPA é uma determinação da Controladoria Geral da União,para poder ter acesso ao SIAFI e poder assinar Prestação de conta perante o TCU.
Na Divisão Acadêmica foi convidada a Professora Laélia também do ICS,com vasta experiência nessa função,pois foi Coordenadora acadêmica do curso de Medicina com êxito,e nas metas do Reitor está uma aproximação maior com ensino da Graduação,pois o Hospital além de ser Assistencial é também universitário.
]Na Divisão Assitencial a função ainda está aberta.Vários convites a Professores da UFPA foram feitos,mas o tempo não permitia a eles.A própria coordenadora atual Dra.Marilda foi convidada a ficar de forma temporária até o substituto. A Dra.Roselis foi lembrada pela sua experiência na área técnica por vários anos no HUJBB.No entanto,após a dispensa dela,a direção do HUJBB voltou a atrás e preferiu ficar com os serviços profissionais dela pela competência,não liberando-a, apesar do empenho do Prof.Paulo Amorim em liberá-la para o Bettina,junto ao Barros Barreto. Desta forma, a função está aberta,e aceitamos sugestões.Um forte abraçoProf.Murilo Morhy
8/7/09 5:43 PM
Caro Prof. Murilo Morhy
No Hospital Bettina tivemos um dos locais onde as disputas foram das mais difíceis nas eleições para reitor. Foram "os debaixo" que garantiram a vitória de Maneschy no Bettina". É justo que na composição dos espaços administrativos do hospítal deve-se buscar compatibilizar capacidade técnica-administrativa com os nomes de pessoas que deram sangue pela vitória de Maneschy. Caro Morhy não esqueça o que houve no HUJBB nas eleições para reitor de 2005. Alex galvanizou apoio das lideranças daquele hospital prometendo mudanças nas estruturas e nomes de poder daquele hospital e não cumpriu o acordo. Nestas eleições o corpo técnicos respondeu com não votos à candidata de Alex. Cuidado para não criar um sentimento de frustração no Bettina. Se os maiores nomes do Bettina forem escanteado quem pagará a fatura daqui ha 4 anos será o reitor. Assim é a democracia, quem ajuda na formulação do projeto e o transforma em viável, quer ajudar na execução. Relações políticas não são relações entre amigos, mas entre atores políticos e acadêmicos. Ninguém é ingênuo da UFPA.
Maneschy participa de debate com a Adufpa
Nesta quarta feira (08-07) as 11 hs, a reitor da UFPA debate coma Adufpa e a Andes a questão da Dedicação Exclusiva nas universidades. Maneschy com esta postura mostra que está aberto ao debate e ao contraditório. Sem dúvida nenhuma uma universidade deve ser o espaço da prática da diversidade de opiniões, crenças e ideologias.
Gabinete: Alberto Teixeira aceitou o convite
O Dr. em Ciência Política está à frente da coordenação política do gabinete do Reitor. Há uma grande espectativa positiva acerca do desempenho político e administrativo de Alberto nesta função de confiança. Alberto é reconhecido pela sua humildade, bom relacionamento, capacidade política e grande habilidade política. Foi uma excelente opção. Parabéns Maneschy pela escolha.
Paulo Amorim se aquece para a disputa no ICS
O Prof. Dr. Paulo Amorim, o último grande diretor da Saúde, está se preparando para a disputa de outubro para a direção do ICS. Paulo foi um dos grandes apoiadores de Maneschy no ICS. Estamos torcendo para que o espírito acadêmico volte com força para quele instituto.
Reclamações no Bettina
A comunidade Maneschyana do Bettina está temerosa com a chegada, via Morhy, naquele hospital de uma série de ex-dirigentes perpétuos do HUJBB. A moçada vitoriosa no Bettina teme que esta turma chegue com poder. Se esta turma fosse vitoriosa não sairiam do HUJBB. Estamos de olho.
O significado da GUF
GUF: Grupo Universidade Família, é uma organização normalmente ocupada pela primeira dama e é um instrumento de realização de políticas sociais e assistencial da reitoria perante a comunidade interna. A próxima presidente se chama D. Silviane Maneschy, a primeira dama.
Bilhetim entrevista o ex prefeito dos campi Marcus Vinicius e confronta com a versão do ex Reitor Alex
Em entrevista concedida ao jornalista Osvaldo Coimbra o ex-Reitor Alex Mello falou sobre as realizações de sua gestão no período 2001-2009. O Bilhetim entrevista, neste momento, o Engenheiro Marcus Vinicius Menezes Neto, técnico responsável pela condução de muitas das realizações da Prefeitura da UFPA no período.
Bilhetim – Marcus Vinicius, diga aos leitores do Bilhetim por quanto tempo você trabalhou na administração de Alex.
Marcus – Edir, foi na sua presença, em Brasília, ainda em junho de 2001, que o Prof. Alex determinou, pessoalmente, que eu auxiliasse o Prof. Edison Farias na Prefeitura. Inicialmente como assessor de gabinete e, a partir de fevereiro de 2002, na função de Diretor do Departamento de Meio físico – DEMEF. Depois, em 2005, a uma semana da posse fui convidado pelo reitor para assumir a função de Prefeito. O acerto somente foi concretizado às 17:00 h, na véspera da posse da nova equipe.
Bilhetim – E a que você atribui essa situação?
Marcus – Em julho de 2005 a Prefeitura não figurava como órgão da Administração Superior. O CONSUN não a incluíra no novo Estatuto. Eu, inclusive, coordenava uma reação àquela decisão. Quanto à escolha do reitor, penso que ele já conhecia suficientemente o meu perfil político, profissional e ético, e minha capacidade de realização. Você sabe, porque pesquisou, que a melhor avaliação de primeira gestão de Alex era sobre a temática relacionada ao espaço físico que se encontrava sob minha coordenação. Ou a avaliação do reitor era positiva ou ele não tinha nenhuma outra opção. Aliás, o reitor chegou a consultar a equipe da Prefeitura sobre sua preferência. Meu nome encabeçou uma lista tríplice, com aceitação quase unânime na unidade. Quanto ao convite de última hora, isso pode estar relacionado a um constrangimento de natureza pessoal entre o reitor e o prefeito, amigos de longas datas.
Bilhetim – Ou seja você aceitou o convite para ser prefeito num dia e assumiu no outro? E como ficou o planejamento e a formação de sua equipe?
Marcus – Assumi apenas duas horas úteis depois da aceitação. Os demais membros da equipe da Administração Superior tiveram cinco meses para planejar e formar suas equipes. Só foi possível cobrir essa defasagem com uma razoável sobrecarga de horas de trabalho.
Bilhetim – Mas voltemos ao 1º quadriênio. O que foi feito de relevante naquele momento?
Marcus – Eu considero aquele primeiro momento bastante profícuo, apesar de um ano e meio de baixos investimentos do governo federal e, do primeiro ano do governo do Lula, que ainda não estava bem “encaixado”. Uma greve de julho a dezembro de 2001 não permitiu que a UFPA se ressentisse de um início de gestão que contou com apenas algo em torno de 5% do orçamento anual para o custeio de metade do ano, e mais nada em capital. Nosso esforço de planejamento foi recompensado. O Eixo Estruturante “Ambiente Adequado” do PDI-2001/2010 ficou sob nossa coordenação. Lá incluímos todo o Norte das duas gestões de Alex. Depois, com a criação do PROINFRA, dos R$ 1.800.000,00 do primeiro ano, colaboramos com R$ 980 mil, somente de economias dos contratos de limpeza e vigilância, sem redução de qualidade nessas atividades.
Iniciamos as obras de recuperação da infra-estrutura. As reformas da Biblioteca Central, dos pavilhões de aula do Básico, do Laboratório de Farmácia, do Laboratório de Engenharia Química, do Laboratório de Química (Ensino), da Reitoria e da Prefeitura e da nova Clínica de Psicologia; as ampliações do CCEN, do CFCH e da Engenharia Elétrica; as construções dos novos pórticos de acesso e das novas passarelas; a construção do Laboratório de Microscopia Eletrônica do CCB, dos Laboratórios de Análise de Combustíveis, de Análise e de Fármacos (Química), o início das obras do prédio do CCJ e do CACON no HUJBB. E mais ainda. No interior, a construção da Biblioteca e Auditório de Castanhal e de Altamira, a reforma e ampliação do CEDIVET (Castanhal), dentre inúmeras outras reformas menores. Reformamos de forma consistente a área do 1º incêndio do CCB. Grande parte dos recursos foram extra-orçamentários, com projetos elaborados sob nossa coordenação. É dessa época a captação de recursos para a expansão dos campi de Bragança, Castanhal, Marabá e Santarém.
Tive também o prazer de ser co-autor dos projetos de arquitetura do CCJ e das novas passarelas, elaborados nesse período.
Mas, eu diria que, do ponto de vista organizacional, iniciamos a corrida para um grande salto. Elaboramos o plano da manutenção predial, que reduzia substancialmente os prazos para o início das manutenções e ampliava o controle das unidades sobre esses serviços.
Quando substituímos o prefeito por oito meses, enquanto ele escrevia sua tese de doutoramento, projetamos e realizamos a fusão do DEMA e do DEMEF no DEINFRA e criamos o Departamento de Segurança, a Divisão Ambiental e a Divisão Logística. Foi uma medida experimental uma vez que não havia como remunerar mais uma direção. As ações planejadas para o DESEG foram sendo incrementadas e os dados estatísticos, a cada nova avaliação eram melhores. O esforço estava sendo recompensado. Inovamos e reduzimos as contas telefônicas a 1/3 do valor anterior, sem reduzir o número de chamadas. Auxiliamos na elaboração do Código de Posturas e também iniciamos a renovação da frota de veículos.
A nova Divisão Ambiental mostrou a que veio e iniciou o processo de segregação dos resíduos e iniciou o projeto para o tratamento dos resíduos perigosos. A arborização também ganhou nova ótica e iniciaram-se as substituições das velhas palheteiras por ipês brancos e rosas, doados pelo meu vizinho e por mim.
Bilhetim – Surpreendente! Desse cenário à cabeça da Prefeitura. Quanto tempo você ficou lá? O que realizou?
Marcus – Dois anos e quatro meses. Mas, Edir, parece que tudo aquilo não foi suficiente para convencer o CONSUN. A primeira grande tarefa no extinto, e ocupado, cargo de Prefeito, era criar condições políticas para resgatar a Prefeitura que não mais existia no novo Estatuto. Não nos preocupamos com os interesses que haviam levado àquela situação, nem, muito menos, com quem capitaneara aquele movimento, embora em um debate ocorrido no Auditório do Básico com o reitor, tenha ficado claro que ele próprio advogava a tese de extinção da Prefeitura. Fomos vitoriosos, com algumas vantagens sobre o status anterior. A Prefeitura que somente tinha assento no CONSAD e CONSUN, sem direito a voto, passou a ter assento e voto nos três conselhos superiores. Sobre esse assunto cabe um agradecimento ao Prof. Horácio Schneider, atual Vice-Reitor, cujo apoio foi determinante para a decisão.
Bilhetim – E as realizações?
Marcus – O trabalho iniciou com a garantia de orçamento próprio sob o controle da Prefeitura, para todas as atividades relacionadas às suas competências no âmbito da Administração Central. Nossas unidades aprenderam a elaborar seus próprios orçamentos. A ótica era de uma administração compartilhada, participativa e democrática. Não havia segredos. Todos os colaboradores tomavam ciência dos projetos e atos da Prefeitura. Isso garantia compromisso e colaboração, em um ambiente de insuficiência de quadros e de baixíssimos salários, notadamente do pessoal de nível superior.
Iniciamos o contrato de manutenção predial, auxiliamos em todas as captações do CTINFRA que diziam respeito a reformas e obras, reformamos todas as salas de aula do Setor Profissional, construímos estacionamentos no CG, no CCB, no CSE e CCJ, no NUMA, na Engenharia Civil e nos campi I e II de Marabá e ainda aqueles da avenida que vai do Ginásio de Esportes à Capela, antecipando a organização do espaço para a implantação do grande Auditório. Reformamos o Campus de Cametá, construímos pavilhões de aula e de laboratórios em Abaetetuba, Bragança, Marabá I e II e Santarém, ginásio, piscina e outras instalações desportivas em Castanhal, alojamento em Altamira, guaritas e muros em Soure e Abaetetuba. Ampliamos a Psicologia Experimental e construímos um outro Laboratório para a Psicologia e o prédio do curso de História. Consolidamos o projeto arquitetônico do NPADC e iniciamos sua construção. Reformamos os prédios do DERCA/DAVES, do SECOM, do Laboratório de Física, do NPI, do Restaurante e a Capela. Ampliamos o DEPAD e o CAPACIT e adaptamos para a Gráfica. Construímos o Laboratório de Fármacos, o Laboratório da Meteorologia e todas as novas passarelas cobertas do Campus Básico, exceto a da entrada principal, que havia sido reformada há pouco tempo pela Assoc. dos Amigos. Ampliamos o CG. Apoiamos com suporte técnico o HUJBB na área de obras e de serviços terceirizados. Iniciamos as obras do Campus da Medicina Veterinária em Castanhal, do Auditório de 1000 lugares, da Educação à Distância, da ampliação do CLA, do NUMA e de passarelas nos setores Profissional e IV (Saúde). Criamos o Comitê Gestor de Resíduos Perigosos e lançamos a agenda A3P na UFPA, abrindo caminho para a coleta seletiva solidária. Instalamos lixeiras em todos os campi. Trocamos as velhas palheteiras por mais de 1400 ipês e ylang-ylangs, adicionando flores e perfume ao cenário. Melhoramos a manutenção preventiva e os controles de utilização de veículos. Renovamos a frota e adquirimos um ônibus para viagens interestaduais. Instalamos o sistema de alarme monitorado. Implantamos duas novas inspetorias de vigilância. Instalamos uma nova central telefônica. Cuidamos da Infra-estrutura da SBPC e aprontamos o campus para a efeméride dos 50 anos.
Demos a ordem de serviço para o início das obras das novas calçadas, em pavimento articulado e deixamos em licitação o restante das passarelas cobertas do setor Profissional, o Laboratório de Resíduos, a ponte de pedestres sobre o Igarapé Tucunduba, mais um pavilhão de salas de aula para Bragança, pavilhões de aula e laboratórios para a Medicina Veterinária e o Teatro Experimental.
Bilhetim – E o que estava planejado e não foi realizado?
Marcus – Quando deixamos a Prefeitura, no início de outubro de 2007, encontrava-se em gestação em nossa desktop o termo de referência para a contratação de projetos, e toda uma regulamentação sobre fiscalização de obras. Havíamos feito os primeiros contatos com o INPH – Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias do Ministério dos Transportes, para que com sua expertise elaborasse, com ônus reduzido, o projeto da recuperação da orla. Havíamos também iniciado as negociações com o GPHIS, do ITEC, para a elaboração do projeto de esgoto sanitário do campus.
Nosso projeto de comunicação com monitores de LCD de 60”, interligados à intranet foi substituído pelos frontlights, cuja produção é cara e, portanto, inacessível, notadamente à categoria discente.
O acesso viário da Biblioteca Central ao ICB e o contorno viário do Laboratório da Engenharia Civil também estavam previstos, o primeiro, inclusive com orçamento aprovado para 2008, mas não foi realizado.
E o novo prédio do ICB. Já havia, inclusive, R$ 1.800.000,00 para o início das obras em 2008, mas também não foi realizado.
Parte das passarelas de acesso ao Hospital Betina, a esplanada da Reitoria à Biblioteca Central e uma nova calçada em frente ao prédio do CEPS (DAVES) e do CIAC (DERCA), embora contratadas, não foram executadas pela gestão que me sucedeu.
Bilhetim – E aquela situação acerca das calçadas citadas pelo ex-reitor em sua entrevista?
Marcus – A Associação dos Amigos contava com uma doação mensal de mais de 200 sacas de cimento por mês e já havia iniciado a construção das calçadas em concreto desempenado, ali pelas imediações dos pavilhões de aula do Setor Básico. Mas o reitor desejava que fossem feitas calçadas com pavimento articulado. Argumentamos favoravelmente à execução de todas as calçadas pela Associação dos Amigos, com a mesma tecnologia já iniciada, mas o reitor determinou que fossem realizadas em pavimento articulado. O orçamento somou mais de R$ 1 milhão. Quando da licitação, várias empresas reclamaram que havia cláusula restritiva a suas participações. Eu me pronunciei oficialmente contrário à cláusula que, de fato, era restritiva e abusiva. Um engenheiro da Prefeitura informou a uma procuradora que a licitação estaria viciada para beneficiar uma empresa do Grupo ESTACON e formou-se uma fofoca. A Comissão de Licitação foi obrigada a rever a tal cláusula. A tal empresa foi desclassificada. Deixei a Prefeitura quando a empresa vencedora estava mobilizando para o início das obras, e considero que o ex-reitor tem razão quando diz que as calçadas estão muito mal feitas e vão ensejar grandes custos de manutenção. Mas me admiro ao vê-lo defender que “desejava atrair empresas de produção industrial de bloquetes”. Ora, os bons pavimentos articulados produzidos nas boas indústrias podem ser adquiridos por qualquer empresa, sem que seja necessário que a indústria execute o serviço. Penso que a fiscalização exigiu pouco. Esse foi o problema.
Bilhetim – E qual é a sua avaliação final sobre a gestão que passou? Como ficou sua relação com o ex-reitor?
Marcus – Minha avaliação é muito boa. Tivemos um reitor que soube conduzir sua equipe e aproveitar os ventos favorabilíssimos que sopravam de Brasília. Mas poderíamos ter avançado bastante na qualidade do ensino de graduação e na redução de desperdícios.
Tenho pelo Prof. Alex grande respeito e profundo agradecimento pelo que realizou na UFPA e pelas oportunidades que pessoalmente me concedeu.
Bilhetim – E agora, o que você sugere para a nova gestão?
Marcus – Primeiro. O PDI 2001/2010 não é de um gestor e sim da Instituição. Portanto, trabalhar para concluí-lo até o próximo ano. Paralelamente, um grande esforço de planejamento no âmbito estratégico. A ação do Governo Lula, as novas vias de desenvolvimento com asfaltamentos de grandes eixos rodoviários, a chegada da ferrovia Norte-Sul, a implantação das Hidrovias, o Navega-Pará, a siderúrgica da Vale e todas as indústrias de arrasto, o recrudescimento da questão ambiental, são importantíssimos itens produtores de cenários bastante diferenciados em relação aqueles de 2001. As fragilidades institucionais são hoje menores e nossas capacidades foram ampliadas.
Mas poderemos ter também um cenário de volta dos liberais tucanos ao executivo federal, com políticas restritivas ao crescimento das IFES. Tudo isso deve ser levado em conta para a projeção das medidas que concretizarão os compromissos assumidos e as metas propostas durante a campanha eleitoral.
Vejo, ainda, um ambiente de grande desperdício de meios. Defendo um planejamento orçamentário que leve em consideração as necessidades de cada curso até que atinja a excelência, mas sem espaço ao desperdício. Os resultados devem ser cobrados na medida em que os meios são disponibilizados.
Bilhetim – Marcus Vinicius, diga aos leitores do Bilhetim por quanto tempo você trabalhou na administração de Alex.
Marcus – Edir, foi na sua presença, em Brasília, ainda em junho de 2001, que o Prof. Alex determinou, pessoalmente, que eu auxiliasse o Prof. Edison Farias na Prefeitura. Inicialmente como assessor de gabinete e, a partir de fevereiro de 2002, na função de Diretor do Departamento de Meio físico – DEMEF. Depois, em 2005, a uma semana da posse fui convidado pelo reitor para assumir a função de Prefeito. O acerto somente foi concretizado às 17:00 h, na véspera da posse da nova equipe.
Bilhetim – E a que você atribui essa situação?
Marcus – Em julho de 2005 a Prefeitura não figurava como órgão da Administração Superior. O CONSUN não a incluíra no novo Estatuto. Eu, inclusive, coordenava uma reação àquela decisão. Quanto à escolha do reitor, penso que ele já conhecia suficientemente o meu perfil político, profissional e ético, e minha capacidade de realização. Você sabe, porque pesquisou, que a melhor avaliação de primeira gestão de Alex era sobre a temática relacionada ao espaço físico que se encontrava sob minha coordenação. Ou a avaliação do reitor era positiva ou ele não tinha nenhuma outra opção. Aliás, o reitor chegou a consultar a equipe da Prefeitura sobre sua preferência. Meu nome encabeçou uma lista tríplice, com aceitação quase unânime na unidade. Quanto ao convite de última hora, isso pode estar relacionado a um constrangimento de natureza pessoal entre o reitor e o prefeito, amigos de longas datas.
Bilhetim – Ou seja você aceitou o convite para ser prefeito num dia e assumiu no outro? E como ficou o planejamento e a formação de sua equipe?
Marcus – Assumi apenas duas horas úteis depois da aceitação. Os demais membros da equipe da Administração Superior tiveram cinco meses para planejar e formar suas equipes. Só foi possível cobrir essa defasagem com uma razoável sobrecarga de horas de trabalho.
Bilhetim – Mas voltemos ao 1º quadriênio. O que foi feito de relevante naquele momento?
Marcus – Eu considero aquele primeiro momento bastante profícuo, apesar de um ano e meio de baixos investimentos do governo federal e, do primeiro ano do governo do Lula, que ainda não estava bem “encaixado”. Uma greve de julho a dezembro de 2001 não permitiu que a UFPA se ressentisse de um início de gestão que contou com apenas algo em torno de 5% do orçamento anual para o custeio de metade do ano, e mais nada em capital. Nosso esforço de planejamento foi recompensado. O Eixo Estruturante “Ambiente Adequado” do PDI-2001/2010 ficou sob nossa coordenação. Lá incluímos todo o Norte das duas gestões de Alex. Depois, com a criação do PROINFRA, dos R$ 1.800.000,00 do primeiro ano, colaboramos com R$ 980 mil, somente de economias dos contratos de limpeza e vigilância, sem redução de qualidade nessas atividades.
Iniciamos as obras de recuperação da infra-estrutura. As reformas da Biblioteca Central, dos pavilhões de aula do Básico, do Laboratório de Farmácia, do Laboratório de Engenharia Química, do Laboratório de Química (Ensino), da Reitoria e da Prefeitura e da nova Clínica de Psicologia; as ampliações do CCEN, do CFCH e da Engenharia Elétrica; as construções dos novos pórticos de acesso e das novas passarelas; a construção do Laboratório de Microscopia Eletrônica do CCB, dos Laboratórios de Análise de Combustíveis, de Análise e de Fármacos (Química), o início das obras do prédio do CCJ e do CACON no HUJBB. E mais ainda. No interior, a construção da Biblioteca e Auditório de Castanhal e de Altamira, a reforma e ampliação do CEDIVET (Castanhal), dentre inúmeras outras reformas menores. Reformamos de forma consistente a área do 1º incêndio do CCB. Grande parte dos recursos foram extra-orçamentários, com projetos elaborados sob nossa coordenação. É dessa época a captação de recursos para a expansão dos campi de Bragança, Castanhal, Marabá e Santarém.
Tive também o prazer de ser co-autor dos projetos de arquitetura do CCJ e das novas passarelas, elaborados nesse período.
Mas, eu diria que, do ponto de vista organizacional, iniciamos a corrida para um grande salto. Elaboramos o plano da manutenção predial, que reduzia substancialmente os prazos para o início das manutenções e ampliava o controle das unidades sobre esses serviços.
Quando substituímos o prefeito por oito meses, enquanto ele escrevia sua tese de doutoramento, projetamos e realizamos a fusão do DEMA e do DEMEF no DEINFRA e criamos o Departamento de Segurança, a Divisão Ambiental e a Divisão Logística. Foi uma medida experimental uma vez que não havia como remunerar mais uma direção. As ações planejadas para o DESEG foram sendo incrementadas e os dados estatísticos, a cada nova avaliação eram melhores. O esforço estava sendo recompensado. Inovamos e reduzimos as contas telefônicas a 1/3 do valor anterior, sem reduzir o número de chamadas. Auxiliamos na elaboração do Código de Posturas e também iniciamos a renovação da frota de veículos.
A nova Divisão Ambiental mostrou a que veio e iniciou o processo de segregação dos resíduos e iniciou o projeto para o tratamento dos resíduos perigosos. A arborização também ganhou nova ótica e iniciaram-se as substituições das velhas palheteiras por ipês brancos e rosas, doados pelo meu vizinho e por mim.
Bilhetim – Surpreendente! Desse cenário à cabeça da Prefeitura. Quanto tempo você ficou lá? O que realizou?
Marcus – Dois anos e quatro meses. Mas, Edir, parece que tudo aquilo não foi suficiente para convencer o CONSUN. A primeira grande tarefa no extinto, e ocupado, cargo de Prefeito, era criar condições políticas para resgatar a Prefeitura que não mais existia no novo Estatuto. Não nos preocupamos com os interesses que haviam levado àquela situação, nem, muito menos, com quem capitaneara aquele movimento, embora em um debate ocorrido no Auditório do Básico com o reitor, tenha ficado claro que ele próprio advogava a tese de extinção da Prefeitura. Fomos vitoriosos, com algumas vantagens sobre o status anterior. A Prefeitura que somente tinha assento no CONSAD e CONSUN, sem direito a voto, passou a ter assento e voto nos três conselhos superiores. Sobre esse assunto cabe um agradecimento ao Prof. Horácio Schneider, atual Vice-Reitor, cujo apoio foi determinante para a decisão.
Bilhetim – E as realizações?
Marcus – O trabalho iniciou com a garantia de orçamento próprio sob o controle da Prefeitura, para todas as atividades relacionadas às suas competências no âmbito da Administração Central. Nossas unidades aprenderam a elaborar seus próprios orçamentos. A ótica era de uma administração compartilhada, participativa e democrática. Não havia segredos. Todos os colaboradores tomavam ciência dos projetos e atos da Prefeitura. Isso garantia compromisso e colaboração, em um ambiente de insuficiência de quadros e de baixíssimos salários, notadamente do pessoal de nível superior.
Iniciamos o contrato de manutenção predial, auxiliamos em todas as captações do CTINFRA que diziam respeito a reformas e obras, reformamos todas as salas de aula do Setor Profissional, construímos estacionamentos no CG, no CCB, no CSE e CCJ, no NUMA, na Engenharia Civil e nos campi I e II de Marabá e ainda aqueles da avenida que vai do Ginásio de Esportes à Capela, antecipando a organização do espaço para a implantação do grande Auditório. Reformamos o Campus de Cametá, construímos pavilhões de aula e de laboratórios em Abaetetuba, Bragança, Marabá I e II e Santarém, ginásio, piscina e outras instalações desportivas em Castanhal, alojamento em Altamira, guaritas e muros em Soure e Abaetetuba. Ampliamos a Psicologia Experimental e construímos um outro Laboratório para a Psicologia e o prédio do curso de História. Consolidamos o projeto arquitetônico do NPADC e iniciamos sua construção. Reformamos os prédios do DERCA/DAVES, do SECOM, do Laboratório de Física, do NPI, do Restaurante e a Capela. Ampliamos o DEPAD e o CAPACIT e adaptamos para a Gráfica. Construímos o Laboratório de Fármacos, o Laboratório da Meteorologia e todas as novas passarelas cobertas do Campus Básico, exceto a da entrada principal, que havia sido reformada há pouco tempo pela Assoc. dos Amigos. Ampliamos o CG. Apoiamos com suporte técnico o HUJBB na área de obras e de serviços terceirizados. Iniciamos as obras do Campus da Medicina Veterinária em Castanhal, do Auditório de 1000 lugares, da Educação à Distância, da ampliação do CLA, do NUMA e de passarelas nos setores Profissional e IV (Saúde). Criamos o Comitê Gestor de Resíduos Perigosos e lançamos a agenda A3P na UFPA, abrindo caminho para a coleta seletiva solidária. Instalamos lixeiras em todos os campi. Trocamos as velhas palheteiras por mais de 1400 ipês e ylang-ylangs, adicionando flores e perfume ao cenário. Melhoramos a manutenção preventiva e os controles de utilização de veículos. Renovamos a frota e adquirimos um ônibus para viagens interestaduais. Instalamos o sistema de alarme monitorado. Implantamos duas novas inspetorias de vigilância. Instalamos uma nova central telefônica. Cuidamos da Infra-estrutura da SBPC e aprontamos o campus para a efeméride dos 50 anos.
Demos a ordem de serviço para o início das obras das novas calçadas, em pavimento articulado e deixamos em licitação o restante das passarelas cobertas do setor Profissional, o Laboratório de Resíduos, a ponte de pedestres sobre o Igarapé Tucunduba, mais um pavilhão de salas de aula para Bragança, pavilhões de aula e laboratórios para a Medicina Veterinária e o Teatro Experimental.
Bilhetim – E o que estava planejado e não foi realizado?
Marcus – Quando deixamos a Prefeitura, no início de outubro de 2007, encontrava-se em gestação em nossa desktop o termo de referência para a contratação de projetos, e toda uma regulamentação sobre fiscalização de obras. Havíamos feito os primeiros contatos com o INPH – Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias do Ministério dos Transportes, para que com sua expertise elaborasse, com ônus reduzido, o projeto da recuperação da orla. Havíamos também iniciado as negociações com o GPHIS, do ITEC, para a elaboração do projeto de esgoto sanitário do campus.
Nosso projeto de comunicação com monitores de LCD de 60”, interligados à intranet foi substituído pelos frontlights, cuja produção é cara e, portanto, inacessível, notadamente à categoria discente.
O acesso viário da Biblioteca Central ao ICB e o contorno viário do Laboratório da Engenharia Civil também estavam previstos, o primeiro, inclusive com orçamento aprovado para 2008, mas não foi realizado.
E o novo prédio do ICB. Já havia, inclusive, R$ 1.800.000,00 para o início das obras em 2008, mas também não foi realizado.
Parte das passarelas de acesso ao Hospital Betina, a esplanada da Reitoria à Biblioteca Central e uma nova calçada em frente ao prédio do CEPS (DAVES) e do CIAC (DERCA), embora contratadas, não foram executadas pela gestão que me sucedeu.
Bilhetim – E aquela situação acerca das calçadas citadas pelo ex-reitor em sua entrevista?
Marcus – A Associação dos Amigos contava com uma doação mensal de mais de 200 sacas de cimento por mês e já havia iniciado a construção das calçadas em concreto desempenado, ali pelas imediações dos pavilhões de aula do Setor Básico. Mas o reitor desejava que fossem feitas calçadas com pavimento articulado. Argumentamos favoravelmente à execução de todas as calçadas pela Associação dos Amigos, com a mesma tecnologia já iniciada, mas o reitor determinou que fossem realizadas em pavimento articulado. O orçamento somou mais de R$ 1 milhão. Quando da licitação, várias empresas reclamaram que havia cláusula restritiva a suas participações. Eu me pronunciei oficialmente contrário à cláusula que, de fato, era restritiva e abusiva. Um engenheiro da Prefeitura informou a uma procuradora que a licitação estaria viciada para beneficiar uma empresa do Grupo ESTACON e formou-se uma fofoca. A Comissão de Licitação foi obrigada a rever a tal cláusula. A tal empresa foi desclassificada. Deixei a Prefeitura quando a empresa vencedora estava mobilizando para o início das obras, e considero que o ex-reitor tem razão quando diz que as calçadas estão muito mal feitas e vão ensejar grandes custos de manutenção. Mas me admiro ao vê-lo defender que “desejava atrair empresas de produção industrial de bloquetes”. Ora, os bons pavimentos articulados produzidos nas boas indústrias podem ser adquiridos por qualquer empresa, sem que seja necessário que a indústria execute o serviço. Penso que a fiscalização exigiu pouco. Esse foi o problema.
Bilhetim – E qual é a sua avaliação final sobre a gestão que passou? Como ficou sua relação com o ex-reitor?
Marcus – Minha avaliação é muito boa. Tivemos um reitor que soube conduzir sua equipe e aproveitar os ventos favorabilíssimos que sopravam de Brasília. Mas poderíamos ter avançado bastante na qualidade do ensino de graduação e na redução de desperdícios.
Tenho pelo Prof. Alex grande respeito e profundo agradecimento pelo que realizou na UFPA e pelas oportunidades que pessoalmente me concedeu.
Bilhetim – E agora, o que você sugere para a nova gestão?
Marcus – Primeiro. O PDI 2001/2010 não é de um gestor e sim da Instituição. Portanto, trabalhar para concluí-lo até o próximo ano. Paralelamente, um grande esforço de planejamento no âmbito estratégico. A ação do Governo Lula, as novas vias de desenvolvimento com asfaltamentos de grandes eixos rodoviários, a chegada da ferrovia Norte-Sul, a implantação das Hidrovias, o Navega-Pará, a siderúrgica da Vale e todas as indústrias de arrasto, o recrudescimento da questão ambiental, são importantíssimos itens produtores de cenários bastante diferenciados em relação aqueles de 2001. As fragilidades institucionais são hoje menores e nossas capacidades foram ampliadas.
Mas poderemos ter também um cenário de volta dos liberais tucanos ao executivo federal, com políticas restritivas ao crescimento das IFES. Tudo isso deve ser levado em conta para a projeção das medidas que concretizarão os compromissos assumidos e as metas propostas durante a campanha eleitoral.
Vejo, ainda, um ambiente de grande desperdício de meios. Defendo um planejamento orçamentário que leve em consideração as necessidades de cada curso até que atinja a excelência, mas sem espaço ao desperdício. Os resultados devem ser cobrados na medida em que os meios são disponibilizados.
GUF deve ser retomada
A primeira dama Dona Silviane Maneschy deve retomar os trabalhos à frente da GUF. Um trabalho construtivo com a comunidade interna e uma relação não tutelada com a comunidade do entorno da UFPA devem estar na preocupação da presidente da GUF. Bom trabalho.
Palheta confirmado na Gráfica
Eleito por seus pares na gráfica e construido o consenso possível Palheta deve ser nomeado para a direção da gráfica.
Alberto Teixeira cotado para o gabinete
O prof. Alberto Teixeira, Doutor em Ciência Política, é o nome mais cotado para assumir o gabinete do reitor Carlos Maneschy. Sem dúvida nenhuma Alberto tem um dos perfis mais bem talhado para a função: é habilidoso, é educado, é bem relacionado, é doctor em política e tem experiência em gestão acadêmica.
Hoje (07-07) tem posse no HUJBB
Hoje terça feira (07-07) Carlos Maneschy dará posse ao novo diretor do HUJBB, será o Dr. Leitão. O diretor administrativo e financeiro será ocupado por um técnico-administrativo, será o Daciel. Dá-lhe Maneschy.
Maneschy esteve com o Ministro ontem
Ontem 06-07 o reitor Maneschy esteve reunido em Brasília com o Ministro da Educação Fernando Haddad. Rei morto, rei posto.
Quem será a próxima vítima do PMM
Será aquele membro do governo petista que ocupar uma secretaria poderosa. Te cuida Ganzer. A cada passo da Setran o governo toma atribuições e repassa para a secretaria do Marcílio. Eta canibalismo.
Posse no Bettina
Amanhã (08-07) as 11 hs Maneschy dará posse ao Dr. Murilo Morhy na direção do HUJBB.
Um dirigente do PT e o PMDB: a vergonha
Um importante dirigente do PT não tem mais cara para reunir com a direção do PMDB. Todos os acordos firmados entre o governo e o PMDB não são cumpridos. O PMM não costuma cumprir acordos nem com a base aliada, muito menos com as demais correntes petistas.
O PMM pratica o canibalismo
A organização particularista PMM é praticante ativa do canibalismo intra familiar, senão vejamos quem foi detonado: Charles Alcântara, Edilza Fontes, Suely Oliveira e João Arroyo. Imaginem a relação do PMM com o PT. O PMM só ainda não comeu os super secretários porque eles controlam a maioria do PT.
A Captura do logos da governadora pelo PMM
Os jornais de domingo informam que o logos (opinião) da governadora teria sido capturado pelo PMM. PMM denominaria-se uma organização particularista que significaria: Puty, Maurílio e Marcílio.
Maneschy, o planejamento e o novo PDI
Sem dúvida nenhuma um dos primeiros esforços do reitor Carlos Maneschy é preparar a UFPA para os desafios da próxima década (2010-2020). O PDI deve merecer toda a atenção nos próximos meses.
Prefeitura: um diretor questionável
Uma figura complexa, complicada está sendo cotada para assumir cargo de diretoria na prefeitura dos campi. Ele foi ex dirigente de uma outra instituição de ensino e foi demitido por peculato.
Assessoria jurídica da prefeitura dos Campi
Adivinhem quem está sendo cogitada para assumir a assessoria jurídica da prefeitura? Vcs não vão acreditar...