Blog do Edir Veiga. Este Blog é um espaço de informação sintética sobre fatos políticos Nacional e estadual e sobre a vida da comunidade da UFPA. Quem quiser acompanhar ensaios, artigos, debates políticos e acadêmicos deve acessar: http//bilhetimdeanalises.blogspot.com
ADUFPa tem o seu clone.
A ADUFPa tem o seu clone...É o sintufpa. Agora a classe trabalhadora da universidade vai viver por um longuíssimo tempo no reino de Leon Trotsky e a reitoria será tratada como um aparelho a ser ocupado taticamente rumo à revolução proletária.
Tudo como antes
Permanece tudo como está no Sintufpa. Com 885 (67,71%) contra 364 (27,85%) a chapa 1 (PSOL e PSTU) venceu a chapa 2 (Tribo e Renovar) nas eleições do Sintufpa, apesar da participação de menos de 50% do eleitorado.
SINTUFPa: os esquerdistas devem capturar o Sindicato em definitivo..
Provavelmente teremos a maior vitória dos esquerdistas (PSOL/PSTU) na história do SINTUFPa nas eleições que terminam hoje (19/06/2008). Podemos dizer que os trotskystas revolucionários receberam uma ajuda inesperada: uma tática "brilhante" de setores oposicionistas à diretoria atual, que em vez de combater a diretoria, pregaram a desfiliação do Sindicato. Conseguiram em torno de duzentas adesões à sua tática, resultado: aconteceu o mesmo fenômeno que ocorreu na ADUFPa onde a oposição às políticas dos esquerdistas teve seus partidários desfiliados em massa, enquanto isso as bases dos trotskystas pemaneceram filiadas ao sindicato.
Na ADUFPa nem oposição existe mais. No SINTUFPa deve ocorrer o mesmo fato nas próximas eleições. PSOL e PSTU agradecem. Mas como dizem... de cientista político e de louco todos temos um pouco. Esta tática de desfiliação revelou-se um desastre.
Retomar o SINTUFPa...só com campanha de filiação nos próximos anos. Mas duvido que alguém da oposição se disponha a fazer este trabalho. Caso minha previsão se confirme, o cerco à academia está consolidado, através das diretorias do DCE, ADUFPae SINTUFPa, ligadas por tempo indeterminado ao esquerdismo. Espero, sinceramente, que minha previsão esteja incorreta e a Chapa 2 vença o pleito do SINTUFPa.
Na ADUFPa nem oposição existe mais. No SINTUFPa deve ocorrer o mesmo fato nas próximas eleições. PSOL e PSTU agradecem. Mas como dizem... de cientista político e de louco todos temos um pouco. Esta tática de desfiliação revelou-se um desastre.
Retomar o SINTUFPa...só com campanha de filiação nos próximos anos. Mas duvido que alguém da oposição se disponha a fazer este trabalho. Caso minha previsão se confirme, o cerco à academia está consolidado, através das diretorias do DCE, ADUFPae SINTUFPa, ligadas por tempo indeterminado ao esquerdismo. Espero, sinceramente, que minha previsão esteja incorreta e a Chapa 2 vença o pleito do SINTUFPa.
Reitoria: a candidatura Silveira começa a se consolidar.
Uma reunião ampliada da CAS (Coordenação de Assessoramento Superior) realizada na quarta feira deu um importante passo no sentido de unificar a administração superior e o fórum dos diretores de centro em torno da candidatura do Dr. Luis Carlos Silveira.
Parece que finalmente os diretores de centro encontraram uma luz no final do túnel com o objetivo de construir uma candidatura que fique sob seus controles. Lembro que o reitor Cristóvam Diniz, na sua sucessão, usou esta mesma tática no pleito de 2001. O resultado das eleições todos devem se lembrar, a chapa dos diretores foi derrotada.
Mas de acordo com Karl Marx, a história só se repete como farsa ou como tragédia. Talvez a situação agora seja diferente. Eu nunca ví diretores de centro e pró-reitores fazendo corpo a corpo nos corredores de nossa instituição e nem panfleteando nos portões da Universidade. Mas quem sabe, esta chapa consiga superar estas barreiras práticas que enfrentamos em todas as eleições para reitor de nossa Universidade. Uma coisa é certa, Luis Carlos tem um belo currículo acadêmico.
Parece que finalmente os diretores de centro encontraram uma luz no final do túnel com o objetivo de construir uma candidatura que fique sob seus controles. Lembro que o reitor Cristóvam Diniz, na sua sucessão, usou esta mesma tática no pleito de 2001. O resultado das eleições todos devem se lembrar, a chapa dos diretores foi derrotada.
Mas de acordo com Karl Marx, a história só se repete como farsa ou como tragédia. Talvez a situação agora seja diferente. Eu nunca ví diretores de centro e pró-reitores fazendo corpo a corpo nos corredores de nossa instituição e nem panfleteando nos portões da Universidade. Mas quem sabe, esta chapa consiga superar estas barreiras práticas que enfrentamos em todas as eleições para reitor de nossa Universidade. Uma coisa é certa, Luis Carlos tem um belo currículo acadêmico.
Governo do Estado - Gestão: revolução necessária
Como explicar que a mesma escola do governo dê resultados diferenciados no mesmo bairro? Nestas mesmas escolas convivem professores e funcionários com a mesma condição funcional, existem as mesmas condições de ensino e os mesmos alunos. Então como explicar uma escola pública reconhecida pela qualidade convivendo, no mesmo bairro, com outra escola que apresenta resultados sofríveis?
Nesta escola com indicadores de desempenho sofríveis (repetência, evasão escolar, frequência docente deficiente, falta cumprimento do conteúdo programático), temos uma diretora que passa pela escola uma hora no dia. São as vice-diretoras que carregam, de qualquer jeito, a gestão. Os professores fingem que ensinam, os alunos fingem que aprendem e a diretora finge que dirige esta escola e o governo finge que está tudo bem.
Podemos imaginar esta mesma situação na área de saúde. Mais especificamente no funcionamento dos postos de saúde e nas unidades mistas. Estas duas áreas são férteis ao florescimento do corporativismo predador.
O governo popular tem legitimidade e base orgânica na sociedade civil paraense para iniciar um projeto piloto capaz de reverter o péssimo funcionameno de grande parte das unidades de saúde e das escolas. O primeiro passo a ser dado seria determinar quais as variáveis que estão presentes nas escolas (postos de saúde) modelos e nas escolas (postos de saúde) sem qualidade.
A partir desta observação inicial poderíamos construir indicadores de desempenho institucional a serem acompanhados via on line. O PRODEPA, a SEAD e a SEGOV poderiam liderar esta iniciativa que certamente produziria uma verdadeira revolução na gestão dos órgãos públicos em favor do usuário cidadão. Esta seria uma revolução inclusiva, silenciosa, mas que produziria resultados eleitorais visíveis.
Nesta escola com indicadores de desempenho sofríveis (repetência, evasão escolar, frequência docente deficiente, falta cumprimento do conteúdo programático), temos uma diretora que passa pela escola uma hora no dia. São as vice-diretoras que carregam, de qualquer jeito, a gestão. Os professores fingem que ensinam, os alunos fingem que aprendem e a diretora finge que dirige esta escola e o governo finge que está tudo bem.
Podemos imaginar esta mesma situação na área de saúde. Mais especificamente no funcionamento dos postos de saúde e nas unidades mistas. Estas duas áreas são férteis ao florescimento do corporativismo predador.
O governo popular tem legitimidade e base orgânica na sociedade civil paraense para iniciar um projeto piloto capaz de reverter o péssimo funcionameno de grande parte das unidades de saúde e das escolas. O primeiro passo a ser dado seria determinar quais as variáveis que estão presentes nas escolas (postos de saúde) modelos e nas escolas (postos de saúde) sem qualidade.
A partir desta observação inicial poderíamos construir indicadores de desempenho institucional a serem acompanhados via on line. O PRODEPA, a SEAD e a SEGOV poderiam liderar esta iniciativa que certamente produziria uma verdadeira revolução na gestão dos órgãos públicos em favor do usuário cidadão. Esta seria uma revolução inclusiva, silenciosa, mas que produziria resultados eleitorais visíveis.
Eleições em Bujaru:jogo duro entre os concorrentes.
O prefeito Emanuel, do PP, está empatado com Miguel Bernardo (ex-prefeito e que está impedido de concorrer). Mas este ex-prefeito é um grande eleitor municipal. Tanto é que foi nomeado assessor especial da governadora. O candidato do PT está bem posicionado na pesquisa. Caso Miguel Bernardo venha apoiar o candidato do PT em Bujaru teremos um verdadeiro clássico nesta cidade, envolvendo Emanuel e o candidato do PT.
A avaliação do governo Ana Júlia
Esta primeira avaliação do governo ana Júlia publicada pelo Diário do Pará/Instituto Vox Populi revela uma situação desconfortável para o governo popular. As experiências de governo populares (como o de Edmilson Rodrigues), com pouca experiência na gestão de governo, revelam que as avaliações dos primeiros dois anos de mandato são sempre problemáticas, mas não siignificam necessariamente que revelem uma tendência estrutural de desempenho do governo.
Lembremos que nas eleições de 1998, o prefeito Edmilson não foi um bom cabo eleitoral, porque seu gverno ainda não tinha decolado, e olhem que Belém é um distrito pequeno em relação ao conjunto do Estado do Pará.
O governo Ana Júlia tem a seu favor vários fatores: contar com um projeto em fase inicial de execução (Pará Terra de Direitos), possuir em potencialidade a expectativa da chegada de enormes fluxos de recursos a partir do governo federal, além de contar com uma máquina estadual financeiramente enxuta.
O governo Ana Júlia só poderá tropeçar em suas próprias pernas: tarefas como manter a base partidária de sustentação política e parlamentar e fazer a máquina estatal funcionar a todo vapor são tarefas inadiáveis.
Acredito que uma das tarefas centrais para o governo alçar vôos é pacificar e integrar todas as tendências internas do PT na dinâmica da direção política de governo, num primeiro momento. O segundo momento acabou de ser estruturado que foi a implantação do Conselho de Governo. O conselho político do PT teria de funcionar mensalmente (executiva estadual e parlamentares federas e estaduais) e o conselho político teria de funcionar, pelo menos trimestralmente, avaliando as inciativas e propondo grandes linhas de atuação política.
Claro, os dois conselhos serviriam também para desopilar as artérias partidária e inter-partidária, por ventura obliteradas. Agora o Conselho deve ser para valer. Ou então a base aliada estará vivendo mais uma desilusão com a esperança de participar efetivamente da gestão política do governo.
Lembremos que nas eleições de 1998, o prefeito Edmilson não foi um bom cabo eleitoral, porque seu gverno ainda não tinha decolado, e olhem que Belém é um distrito pequeno em relação ao conjunto do Estado do Pará.
O governo Ana Júlia tem a seu favor vários fatores: contar com um projeto em fase inicial de execução (Pará Terra de Direitos), possuir em potencialidade a expectativa da chegada de enormes fluxos de recursos a partir do governo federal, além de contar com uma máquina estadual financeiramente enxuta.
O governo Ana Júlia só poderá tropeçar em suas próprias pernas: tarefas como manter a base partidária de sustentação política e parlamentar e fazer a máquina estatal funcionar a todo vapor são tarefas inadiáveis.
Acredito que uma das tarefas centrais para o governo alçar vôos é pacificar e integrar todas as tendências internas do PT na dinâmica da direção política de governo, num primeiro momento. O segundo momento acabou de ser estruturado que foi a implantação do Conselho de Governo. O conselho político do PT teria de funcionar mensalmente (executiva estadual e parlamentares federas e estaduais) e o conselho político teria de funcionar, pelo menos trimestralmente, avaliando as inciativas e propondo grandes linhas de atuação política.
Claro, os dois conselhos serviriam também para desopilar as artérias partidária e inter-partidária, por ventura obliteradas. Agora o Conselho deve ser para valer. Ou então a base aliada estará vivendo mais uma desilusão com a esperança de participar efetivamente da gestão política do governo.
O Governo do Estado e a instituição para prevenir crises de repercussão sistêmica
A governadora do Estado tem à sua mesa uma proposta que visa dotar o Pará de instrumentos institucionais que evitariam futuros eldorados de carajás ou escândalos como o da delegacia de Abaetetuba e a menor barbarizada na cela.
Esta proposta se configuraria em uma secretaria de segurança institucional que operaria a partir de gerenciamento estratégico e preventivo de informações nas seguintes áreas: direitos humanos, acompanhamento do funcionamento financeiro dos órgãos da administração direta e indireta, movimentos sociais urbanos, movimentos sociais camponeses e acompanhamento das relações entre chefes (DAS) e os funcionários de carreira.
Com base nestes pressupostos, esta secretaria criaria uma integração sistêmica entre todas as áreas de informação do governo, a auditoria geral do Estado e o sistema de ouvidorias.
Esta instituição seria capaz de antever focos de crise em potência, alertando o governo para se antecipar aos fatos, negociando preventivamente, detectando focos de corrupção, relatando situações permanentes de assédios morais e tomando as medidas preventivas e corretivas necessárias.
A presidência da República conta com um órgão semelhante. O Ministério de Segurança Institucional funciona como uma instituição de defesa do estado democrático. Esta possível secretaria estadual deveria ser um órgão de Estado e não de governo. Claro, o chefe desta secretaria deveria ser nomeado pela governadora, mas o restante da equipe seria constituida a partir da capacidade técnica.
Assim profissionais pós-graduados nas áreas de direito, ciência política, administração, informática, economia, comunicação e estatística, deveriam necessariamente constar do quadro técnico desta necessária instituição.
Esta proposta se configuraria em uma secretaria de segurança institucional que operaria a partir de gerenciamento estratégico e preventivo de informações nas seguintes áreas: direitos humanos, acompanhamento do funcionamento financeiro dos órgãos da administração direta e indireta, movimentos sociais urbanos, movimentos sociais camponeses e acompanhamento das relações entre chefes (DAS) e os funcionários de carreira.
Com base nestes pressupostos, esta secretaria criaria uma integração sistêmica entre todas as áreas de informação do governo, a auditoria geral do Estado e o sistema de ouvidorias.
Esta instituição seria capaz de antever focos de crise em potência, alertando o governo para se antecipar aos fatos, negociando preventivamente, detectando focos de corrupção, relatando situações permanentes de assédios morais e tomando as medidas preventivas e corretivas necessárias.
A presidência da República conta com um órgão semelhante. O Ministério de Segurança Institucional funciona como uma instituição de defesa do estado democrático. Esta possível secretaria estadual deveria ser um órgão de Estado e não de governo. Claro, o chefe desta secretaria deveria ser nomeado pela governadora, mas o restante da equipe seria constituida a partir da capacidade técnica.
Assim profissionais pós-graduados nas áreas de direito, ciência política, administração, informática, economia, comunicação e estatística, deveriam necessariamente constar do quadro técnico desta necessária instituição.
Reitoria da UFPA: a candidatura Roberto Dalagnoll
O atual pró-reitor de pesquisa só aceitaria disputar as eleições acadêmica se for o candidato de consenso de toda a administração superior e do fórum de diretores de centro. Sabe-se que Dalagnoll é o candidato preferido de um segmento importante da DS acadêmica (ligada à governadora do Estado).
A lei que organiza o processo eleitoral nas universidades é clara: só doutores podem vir a ser reitores. Esta regra, podemos afirmar, evita que aventureiros não acadêmicos cheguem ao comando máximo das universidades federais.
As universidades são as instituições contemporâneas que mais se parecem (no seu governo) com a república imaginada por Platão. Ou seja, quem deve comandar estas instituições é o conhecimento, é o mérito acadêmico, é o filósofo rei...tor.
A lei que organiza o processo eleitoral nas universidades é clara: só doutores podem vir a ser reitores. Esta regra, podemos afirmar, evita que aventureiros não acadêmicos cheguem ao comando máximo das universidades federais.
As universidades são as instituições contemporâneas que mais se parecem (no seu governo) com a república imaginada por Platão. Ou seja, quem deve comandar estas instituições é o conhecimento, é o mérito acadêmico, é o filósofo rei...tor.
Reitoria: a candidatura Marlene Freitas
Segundo fontes bem balisadas da UFPA, a candidatura da professora Marlene Freitas à Reitoria dependeria do mês em que a referida professora viesse a defender a sua tese de doutorado. De acordo com estas fontes o fórum dos diretores de centro teria dado um ultimato à referida professora. Ou conclui o seu doutoramento até o final de junho ou não haveria condições políticas de apoiar sua canddiatura, pois ficaria claro que a referida professora estaria fazendo o doutorado apenas com a finalidade ser candidata à reitora.
Claro, a professora Marlene continua, sem aceitar pressão, a fazer seu trabalho acadêmico no tempo necessário para concluir seu curso, sem vincula-la à candidatura à Reitoria. Daí surgir o burburinho de que a candidatura Marlene Freitas teria poucas chances de ser viabilizada.
Claro, a professora Marlene continua, sem aceitar pressão, a fazer seu trabalho acadêmico no tempo necessário para concluir seu curso, sem vincula-la à candidatura à Reitoria. Daí surgir o burburinho de que a candidatura Marlene Freitas teria poucas chances de ser viabilizada.
Diretoria da ADUFPa dificilmente apoiará Tancredi
Segundo fontes fidedignas, a atual diretoria da ADUFPa que é simpatizante, mas não orgânica do PSOL, não deverá apoiar em bloco a possível candidatura da professora Ana Tancredi. Tal fato deve-se ao comportamento não corporativo da referida professora, quando de sua passagem pela pró-reitoria de ensino, na administração do ex-reitor Seixas Lourenço.
A mesma fonte reafirma que o carisma da referida candidata, seu espetacular desempenho nas eleições de 2001 para a vice-reitoria e a possível presença de um candidato a vice-reitor reconhecidamente acadêmico, conformará o ingrediente necessário para que a extrema esquerda finalmente consiga vencer uma eleição para a reitoria da UFPa.
A professora Ana Tancredi, apesar de não ser filiada ao PSOL, se situa à esquerda do PT e do governo Lula, neste momento esta professora estaria construindo a "consulta popular" que é uma organização de extrema esquerda, vinculada aos movimentos de trabalhadores rurais sem terra e que seria o embrião de um futuro partido revolucionário camponês.
A mesma fonte reafirma que o carisma da referida candidata, seu espetacular desempenho nas eleições de 2001 para a vice-reitoria e a possível presença de um candidato a vice-reitor reconhecidamente acadêmico, conformará o ingrediente necessário para que a extrema esquerda finalmente consiga vencer uma eleição para a reitoria da UFPa.
A professora Ana Tancredi, apesar de não ser filiada ao PSOL, se situa à esquerda do PT e do governo Lula, neste momento esta professora estaria construindo a "consulta popular" que é uma organização de extrema esquerda, vinculada aos movimentos de trabalhadores rurais sem terra e que seria o embrião de um futuro partido revolucionário camponês.
O conselho político do governo Ana Júlia.
Após quase 18 meses do início do atual governo estadual foi instalado o conselho político. Formado pelos presidentes dos partidos de sustentação política e parlamentar, esta iniciativa promete melhorar a governança do executivo estadual. A direção política de um governo de coalizão deve ser exercida de forma colegiada. A partir desta forma de gerir politicamente o governo, decisões são socializadas e responsabilidades são assumidas coletivamente, ampliando as possibilidades de acerto de um governante.
Quem possuir os melhores diagnósticos da situação política do estado e formular as melhores alternativas terá grande possibilidade de dirigir politicamente o conselho político do governo. Este processo de conquistar a base aliada para as melhores propostas recebe o nome de hegemonia e só a qualidade e a experiência do dirigente político garantirão as condições para o exercício da hegemonia.
eu sou um daqueles analistas que espera que Ana Júlia desloque o governo em direção à população mais pobre do estado, e sei que esta sempre foi a proposta de vida desta ex-sindicalista. Creio que os próximos 12 meses serão decisivos para a afirmação política e administrativa deste governo perante as necessidades prementes da população de nosso estado. Claro, iniciativas de médio a longo prazo tem de ser combinado com respostas imediatas à nossa população, na região metropolitana por exemplo, a questão de segurança e transporte urbano devem ser atacados de imediato.
Quem possuir os melhores diagnósticos da situação política do estado e formular as melhores alternativas terá grande possibilidade de dirigir politicamente o conselho político do governo. Este processo de conquistar a base aliada para as melhores propostas recebe o nome de hegemonia e só a qualidade e a experiência do dirigente político garantirão as condições para o exercício da hegemonia.
eu sou um daqueles analistas que espera que Ana Júlia desloque o governo em direção à população mais pobre do estado, e sei que esta sempre foi a proposta de vida desta ex-sindicalista. Creio que os próximos 12 meses serão decisivos para a afirmação política e administrativa deste governo perante as necessidades prementes da população de nosso estado. Claro, iniciativas de médio a longo prazo tem de ser combinado com respostas imediatas à nossa população, na região metropolitana por exemplo, a questão de segurança e transporte urbano devem ser atacados de imediato.
Falta de pagamento leva professor da SEDUC à ouvidoria do ministério do trabalho
O professor recém concursado da SEDUC Paulo Alves de Melo, nomeado em 24/03/2008 e empossado em 24/04/2008, lotado na Escola Estadual Luiz Nunes Direito, após passar 60 dias sem receber salários, procurou a ouvidoria do ministério do trabalho e emprego, para pedir providências contra esta vexatória situação em que se encontra.
Segundo o referido professor, este já procurou a SEDUC inúmeras vezes, mas a resposta é sempre a mesma: A direção do polo informa-lhe sempre que o seu pagamento está condicionado a existência de uma matrícula e que só a partir dela a secretaria de administração poderia elaborar o seu contra-cheque.
Ao procurar a gerência de recursos humanos da SEDUC o nosso professor obteve a seguinte resposta: "O número de novos funcionários é grande, não tivemos tempo hábil para lançar no sistema os dados de todos, o senhor terá de aguardar".
A preocupação deste professor é que está em estágio probatório e não pode faltar ao trabalho , sem um justo motivo, e nesta circunstância o professor vive a penúria de estar trabalhando, sem receber os salários e nem vale transporte.
Esta situação demonstra o gigantismo burocrático da SEDUC, que mais parece um brontossauro que se arrasta e não consegue dar resposta a determinadas situações, aparentemente simples, como a relatada. Esperamos que a secretária Bila Gallo, transforme esta realidade burocrática atávica desta secretaria.
Segundo o referido professor, este já procurou a SEDUC inúmeras vezes, mas a resposta é sempre a mesma: A direção do polo informa-lhe sempre que o seu pagamento está condicionado a existência de uma matrícula e que só a partir dela a secretaria de administração poderia elaborar o seu contra-cheque.
Ao procurar a gerência de recursos humanos da SEDUC o nosso professor obteve a seguinte resposta: "O número de novos funcionários é grande, não tivemos tempo hábil para lançar no sistema os dados de todos, o senhor terá de aguardar".
A preocupação deste professor é que está em estágio probatório e não pode faltar ao trabalho , sem um justo motivo, e nesta circunstância o professor vive a penúria de estar trabalhando, sem receber os salários e nem vale transporte.
Esta situação demonstra o gigantismo burocrático da SEDUC, que mais parece um brontossauro que se arrasta e não consegue dar resposta a determinadas situações, aparentemente simples, como a relatada. Esperamos que a secretária Bila Gallo, transforme esta realidade burocrática atávica desta secretaria.
UFPa-Técnico-Administrativos: Fiadores da transformação
Neste 24 anos de gestão de doutores na UFPa, podemos afirmar peremptoriamente que os funcionários técnicos-administrativos tiveram um papel decisivo, senão vejamos:
Lourenço emerge como reitor nomeado após vencer nas categorias estudantil e técnico-administrativa. A mesma situação aconteceu com Nilson Pinto em 1988.
Ximenes só foi vitorioso em 1993 porque teve o apoio de 90% dos técnico-administrativo. Alex só derrotou a situação em 2001 porque teve a adesão majoritária dos técnicos-administrativos.
Os professores só votam majoritariamente em lideranças acadêmicas reconhecidas e ou em situação em que a universidade está correndo o risco de ser capturada por candidaturas atreladas a projetos mais partidários do que acadêmico.
Reduzir o peso dos técnicos nestas eleições universitária é negar a participação responsável, com a universidade, que esta categoria vem demonstrando ao longo dos anos, seja para mudar a universidade para melhor, seja para frear projetos partidários no interior da academia.
Lourenço emerge como reitor nomeado após vencer nas categorias estudantil e técnico-administrativa. A mesma situação aconteceu com Nilson Pinto em 1988.
Ximenes só foi vitorioso em 1993 porque teve o apoio de 90% dos técnico-administrativo. Alex só derrotou a situação em 2001 porque teve a adesão majoritária dos técnicos-administrativos.
Os professores só votam majoritariamente em lideranças acadêmicas reconhecidas e ou em situação em que a universidade está correndo o risco de ser capturada por candidaturas atreladas a projetos mais partidários do que acadêmico.
Reduzir o peso dos técnicos nestas eleições universitária é negar a participação responsável, com a universidade, que esta categoria vem demonstrando ao longo dos anos, seja para mudar a universidade para melhor, seja para frear projetos partidários no interior da academia.
Eleições para a reitoria: Regras podem mudar
Corre a boca pequena pela UFPa que na proposta de regimento interno que organizará a consulta à comunidade universitária virá a proposta de que a consulta obedeça as regras do MEC, ou seja, 70% de peso aos docente, 15% aos técnicos e 15% aos estudantes.
Esta proposta seria um verdadeiro retrocesso nas regras que vem organizando as consultas na UFPa, desde 1988.
Se não vejamos: Na eleições de Nilson, a consulta foi proporcional, na eleição de Ximenes, foi universal, na consulta que elegeu Nazareno (não empossado) foi universal e nas consultas que elegeram Alex, duas vezes, a consulta foi paritária.
Podemos afirmar que já existe um pacto não escrito em torno de um acordo mínimo aceitável para as três categorias que é o voto paritário. Qualquer alteração que quebre esta tradição levará à conflagração as categorias estudantil e técnico-administrativo.
Creio que no interior do CONSUN, o DCE, SINTUFPA e ADUFPA, acrescido dos representantes técnico-administrativos farão voz uníssona contra as mudanças de regras a serem propostas.
Seguramente quem sustentar esta tese sairá muito desgastado do processo, além de criar todas as condições para a realização de um pleito marcado pelo confronto.
Seguramente os docentes que se destacaram historicamente pela defesa da paridade farão ecoar sua voz na reunião do CONSUN contra este possível casuismo.
Esta proposta seria um verdadeiro retrocesso nas regras que vem organizando as consultas na UFPa, desde 1988.
Se não vejamos: Na eleições de Nilson, a consulta foi proporcional, na eleição de Ximenes, foi universal, na consulta que elegeu Nazareno (não empossado) foi universal e nas consultas que elegeram Alex, duas vezes, a consulta foi paritária.
Podemos afirmar que já existe um pacto não escrito em torno de um acordo mínimo aceitável para as três categorias que é o voto paritário. Qualquer alteração que quebre esta tradição levará à conflagração as categorias estudantil e técnico-administrativo.
Creio que no interior do CONSUN, o DCE, SINTUFPA e ADUFPA, acrescido dos representantes técnico-administrativos farão voz uníssona contra as mudanças de regras a serem propostas.
Seguramente quem sustentar esta tese sairá muito desgastado do processo, além de criar todas as condições para a realização de um pleito marcado pelo confronto.
Seguramente os docentes que se destacaram historicamente pela defesa da paridade farão ecoar sua voz na reunião do CONSUN contra este possível casuismo.
O novo reitorável: Luiz Carlos Silveira
As colunas dos grandes jornais anunciaram e a comunidade comenta nos corredores a emergência de um novo nome na corrida para a reitoria da UFPa, seria o médico e prof. Dr. do núcleo de medicina tropical Luiz Carlos Silveira. Sem dúvida este professor tem um excelente currículo acadêmico e tem todo o direito de postular uma candidatura à reitoria. Eu me pergunto o que será que o professor e pró-reitor de pesquisa Roberto Dalagnoll estará pensando deste movimento pró Silveira? Será que Silveira tem algum tributo que diferencie em muito dos atributos do atual pró-reitor de pesquisa?
SINTUFPA: PSOL/PSTU devem ganhar...e bem
Dias dezoito e dezenove de junho tem eleição para o sintufpa. A atual diretoria afinada com a política do PSOL/PSTU deve ganhar bem. Afirmo esta tendência porque grande parte dos eleitores da tribo e cia. foram induzido a desfiliar-se do sindicato nos últimos doze meses. Esta política deu certo principalmente na reitoria e no meio físico. Podemos dizer que esta tática de combater os radicais do sindicato foi um verdadeiro tiro no pé.
Perguntei ao sindicalista José Miguel porque participar de um pleito onde 1/3 de sua potencial base estava desfiliada do sindicato. Zé Miguel respondeu que participar seria uma forma de não deixar totalmente dispersa uma base que sempre mostrou-se coerente e responsável com a universidade e com a categoria técnico administrativa.
Este é mais um sinal de alerta para as disputas que se avizinham para a reitoria.
Perguntei ao sindicalista José Miguel porque participar de um pleito onde 1/3 de sua potencial base estava desfiliada do sindicato. Zé Miguel respondeu que participar seria uma forma de não deixar totalmente dispersa uma base que sempre mostrou-se coerente e responsável com a universidade e com a categoria técnico administrativa.
Este é mais um sinal de alerta para as disputas que se avizinham para a reitoria.
Candidata do PSOL/PSTU pode ganhar reitoria na UFPA
O cálculo eleitoral é simples. Se o candidato apoiado pela administração rachar votos com Maneschy nas categorias docentes, ténico-administrativo e estudantil, estará aberta a possibilidade histórica da vitória da candidata a ser apoiada pelo PSOL/PSTU.
Explico: a candidata Ana Tancredi ou Olgaizes, terá apoio das diretorias do DCE, ADUFPA e SINTUFPA. Esta candidatura dificilmente perderá, em qualquer circustância, as eleições na categoria estudantil. Se as candidaturas acadêmicas dividirem votos nas categorias docentes e técnico-administrativa, estarão abertas todas as possibilidades para que a candidatura partidária ganhe as eleições para a reitoria da UFPA.
É chegado o momento dos maiores atores da Universidade ( reitor, diretores de centro e grupos de pesquisa) realizarem esta avaliação. Verificarem qual o melhor candidato, aquele que tem as maiores possibilidades eleitorais e acadêmicas frente à candidatura partidária e fecharem em torno deste nome.
É isto que a academia espera destes atores.
Explico: a candidata Ana Tancredi ou Olgaizes, terá apoio das diretorias do DCE, ADUFPA e SINTUFPA. Esta candidatura dificilmente perderá, em qualquer circustância, as eleições na categoria estudantil. Se as candidaturas acadêmicas dividirem votos nas categorias docentes e técnico-administrativa, estarão abertas todas as possibilidades para que a candidatura partidária ganhe as eleições para a reitoria da UFPA.
É chegado o momento dos maiores atores da Universidade ( reitor, diretores de centro e grupos de pesquisa) realizarem esta avaliação. Verificarem qual o melhor candidato, aquele que tem as maiores possibilidades eleitorais e acadêmicas frente à candidatura partidária e fecharem em torno deste nome.
É isto que a academia espera destes atores.
Maneschy conquistou parte do movimento social acadêmico da UFPa.
E o professor Maneschy conquistou o apoio dos grupos políticos ligados aos servidores que historicamente apoiaram Lourenço, Nilson, Ximenes e Alex. Neste momento é grande o avanço deste professor nas organizações da esquerda acadêmica no interior do movimento estudantil.
Só a candidatura apoiada pelo PSOL e PSTU está rivalizando com Maneschy na conquista de apoio perante os grupos organizados na UFPA.
Se Maneschy conquistar apoio de um bom número de grupos de pesquisadores e de professores representativos nos colegiados acadêmicos terá potencializado em muito sua candidatura.
Só a candidatura apoiada pelo PSOL e PSTU está rivalizando com Maneschy na conquista de apoio perante os grupos organizados na UFPA.
Se Maneschy conquistar apoio de um bom número de grupos de pesquisadores e de professores representativos nos colegiados acadêmicos terá potencializado em muito sua candidatura.
Eleições em Tome-açú.
Aqui Eudes do PSDB parece muito difícil de ser batido. Só uma ampla frente de centro esquerda poderia mudar a tendência destas eleições.