A maior liderança política da universidade, sem dúvida nenhuma, é o atual Reiotr Alex. É papel desta liderança acadêmica e institucional fazer todo esforço para construir uma unidade política capaz de unificar todo o campo acadêmico para evitar que a universidade dê um vôo cego nas eleições que se aproximam. Quem encabeçaria a chapa? Aquele acadêmico que apresentasse maior articulação política com os segmentos universitários e demonstrasse boa competividade, a partir de uma pesquisa de opinião pública, a ser realizada por um instituto profissional com credibilidade no mercado. Quem pagaria a pesquisa? Pagariam esta pesquisa todos os candidatos e apoiadores que entendessem a importânica da realização desta metodologia de montagem de uma chapa, a ser vitoriosa, para a disputa da reitoria.
Faço esta reflexão, mas não acredito que ela se viabilize. As paixões já tomaram conta do processo sucessório.
Blog do Edir Veiga. Este Blog é um espaço de informação sintética sobre fatos políticos Nacional e estadual e sobre a vida da comunidade da UFPA. Quem quiser acompanhar ensaios, artigos, debates políticos e acadêmicos deve acessar: http//bilhetimdeanalises.blogspot.com
Os cálculos realistas do observador experimentado
O cálculo deste analista experimentado é o seguinte: Tancredi não tem menos do que 50% dos votos dos alunos. Caso votem 30% dos discentes, estes votos corresponderiam a 5% de peso eleitoral, a partir da fórmula já tornada clássica na universidade. Esta candidata não teria menos de 35% dos votos dos funcionários Técnicos-Administrativos. Como votam 90% desta categoria, estes votos corresponderiam a 12% do peso total. Ana Tancredi por outro lado não teria menos de 25% dos votos docentes. Como votam 80% de professores, nestas eleições, estes votos corresponderiam a a 8% do total, o que permitiria que ao final esta professora chegasse com um percentual mínimo de 25% dos votos válidos. Com este percentual de votos , num universo entre dois a quatro candidaturas disputantes do campo acadêmico, Tancredi seria provavelmente a Reitora de nossa universidade nas eleições que se aproximam.
Muitas candidaturas...Tancredi unifica o campo sindical e estudantil
Segundo um experimentado analista com larga vivência nos processos sucessórios universitários na UFPa, caso saiam mais de dois candidatos do campo vinculado aos setores que vem conquistando as eleições da reitoria nos últimos 24 anos, ou seja, o campo acadêmico clássico, estará dada todas as condições objetivas para a primeira vitória de uma acadêmica de esquerda no processo sucessório de nossa universidade, que é a professora Tancredi.
Tancredi está no corpo a corpo...residencial
Enquanto os candidatos Regina, Maneschy, Licurgo e Ishak se movimentam nos bastidores a professora Ana Tancredi é vista constantemente visitando eleitores especiais (lideranças) de casa em casa. Parece que a professora de educação não está brincando na campanha que se inicia.
Está começando o semestre eleitoral...e nada de saudações políticas aos estudantes
No passado recente os alunos seriam recebidos com manifestos dos candidatos nos portões da UFPa no retorno às aulas. Não se viu candidatos panfleteando aos estudantes. As articulações de bastidores ainda comandam o momento atual das candidaturas. E as perguntas continuam no ar:
Para onde vai Licurgo, será candidato a Reitor, Vice ou Pró-Reitor?...Lícurgo quer ser chapa branca mais o status quo o vê como um aloprado.
Para onde vai Ishak, será candidato a Reitor, Vice ou Pró-Reitor? ...Ricardo quer ser Vice... mas o candidato a Reitor que o aceitar na chapa perde o apoio imediato dos principais líderes acadêmicos do CB.
E Silveira será Pró-Reitor de Regina?
Quem será o Vice acadêmico e de ideologia centrista que Tancredi escolherá para Vice-Reitor?
É... existe muitas indefinições que impediram que os estudantes, neste retorno de semestre, recebecem as saudações democráticas de nossos reitoráveis.
Para onde vai Licurgo, será candidato a Reitor, Vice ou Pró-Reitor?...Lícurgo quer ser chapa branca mais o status quo o vê como um aloprado.
Para onde vai Ishak, será candidato a Reitor, Vice ou Pró-Reitor? ...Ricardo quer ser Vice... mas o candidato a Reitor que o aceitar na chapa perde o apoio imediato dos principais líderes acadêmicos do CB.
E Silveira será Pró-Reitor de Regina?
Quem será o Vice acadêmico e de ideologia centrista que Tancredi escolherá para Vice-Reitor?
É... existe muitas indefinições que impediram que os estudantes, neste retorno de semestre, recebecem as saudações democráticas de nossos reitoráveis.
IBOPE deve divulgar competição acirrada em Ananin
Nos próximos dias o IBOPE deve divulgar eleição muito disputada, dentro da margem de erro, no município de Ananindeua.
Priante empatado com Valéria
Na última pesquisa de IBOPE foi divulgado o seguinte resultado: Dudu 24, Valéria 21 e Priante 14. Como a margem de erro é de 4%, a conclusão é óbvia. No limite da margem de erro, Priante e Valéria estão empatados. Ou seja, há um triplo empate nas pesquisas de intenções de votos em Belém. Os analistas do grande jornal que publicou esta pesquisa não evidenciaram esta informação.
Só podemos apontar uma tendência clara desta disputa em Belém após um mês de campanha no palanque eletrônico, ou seja, na TV. E muita água ainda vai rolar.
Só podemos apontar uma tendência clara desta disputa em Belém após um mês de campanha no palanque eletrônico, ou seja, na TV. E muita água ainda vai rolar.
Escolha papal: o método do status quo
O método que parece ter sido adotado pelo status quo é o seguinte: ninguém lança-se candidato, o nome deve emergir naturalmente como síntese de um consenso construido pela telepatia, a exemplo de como emerge o nome do papa, nos sínodos que elegem o sumo-pontífice. Quem ousar dizer que deseja ser Reitor é imediatamente demonizados, é só vermos o que vem ocorrendo com Maneschy e Licurgo. Parece que deseja-se que todos achem que é assim que se escolhe um candidato. Quanta ingenuidade.
As agruras de Licurgo
Ao lançar-se candidato à revelia da Administração Superior o prof. Licurgo atraiu olhares pouco simpáticos do status quo. A situação piorou quando Licurgo, a pedido de Silveira, se recusou a abandonar a disputa em favor de um candidato único a ser apoiado pela atual gestão. Uma coisa parece certa. Licurgo, o demonizado, espera ser chamado para a chapa da Administração Superior.
Ricardo Ishak e a Reitoria
Funcionários Técnico-Administrativo estão sendo convocados para ajudar na organização da candidatura Ishak. Na eleição passada a maior quantidade de votos de Ishak adveio da saúde, hoje o principal apoiador de Ricardo da saúde, Paulo Amorim, está jogando no time de Maneschy
Zélia Amador: a primeira mulher negra em uma Vice-Reitoria
Também foi na gestão do professor Marcos Ximenes (1993-1997) que uma mulher negra veio a assumir a Vice-Reitoria na UFPa. Esta conquista realizada pela professora Zélia Amador é inédita no Pará e talvez em toda a Amazônia.
Marcos Vinícius-: o primeiro Prefeito Técnico-Administrativo
O engenheiro, hoje mestrando, Marcos Vinícius Menezes Neto foi o primeiro Técnico-Administrativo a assumir, desde o início de uma gestão, o cargo de prefeito multi-campi da UFPA. O conjunto de obras que pontificaram na segunda gestão do Reitor Alex foram projetadas e executadas na gestão de Marquinho na prefeitura.
Hoje Marquinho está cedido ao estado onde atua na SETRAN, assessorando a diretoria de transporte áquaviário. A prefeitura voltou a ser dirigida por um docente.
Hoje Marquinho está cedido ao estado onde atua na SETRAN, assessorando a diretoria de transporte áquaviário. A prefeitura voltou a ser dirigida por um docente.
Vera Arruda: a primeira Pró-Reitora Técnico-Administrativa
Foi na eleição de 2003, na chapa encabeçada pelo prof. Marcos Ximenes que a universidade assistiu a presença da primeira Técnico-Administrativa em uma chapa, na corrida pela reitoria. Esta chapa foi a vencedora e Vera ficou no cargo até se aposentar devido à uma enfermidade muito séria. Para substituir Vera Arruda foi escalada outra Técnica-Administrativa que foi Clara Berman, que ficou até o final do mandato do Reitor Ximenes.
Voto Paritário combina com peso de Técnicos nas chapas
O voto paritário parece que será reafirmado pelo CONSUN. Como os funcionários Técnico-Administrativos votam em peso, não é difícil de imaginar que eles aparecerão com destaques nas chapas concorrentes. Cargos como PROGEP e PROAD devem se tornar privativo desta categoria.
Hoje na universidade é cada vez maior o número de técnicos mestres e doutorandos a caminho de se transformarem em PHD.
Estamos esperando para ver os nomes brilharem nas chapas.
Hoje na universidade é cada vez maior o número de técnicos mestres e doutorandos a caminho de se transformarem em PHD.
Estamos esperando para ver os nomes brilharem nas chapas.
Candidaturas definidas agora é esperar pelas equipes
Carlos Maneschy, Regina Feio e Ana Tancredi, já estão praticamente com suas candidaturas definidas. A incógnita ainda é Ricardo Ishak, que pode vir a se lançar ou formar em algumas das chapas já expostas.
Os coordenadores dos campi avançados não querem ter um papel secundário neste processo eleitoral e sob o comando do prof. Licurgo negociam uma vice ou no mínimo uma pró-reitoria de peso.
A expectativa que se segue é o anúncio das equipes concorrentes. Qualquer erro na escolha de nomes pode significar rejeição eleitoral.
Os coordenadores dos campi avançados não querem ter um papel secundário neste processo eleitoral e sob o comando do prof. Licurgo negociam uma vice ou no mínimo uma pró-reitoria de peso.
A expectativa que se segue é o anúncio das equipes concorrentes. Qualquer erro na escolha de nomes pode significar rejeição eleitoral.
Ódio dos professores contra o governo Ana Júlia.
É impressionante como os professores da rede estadual estão com ódio político do governo Ana Júlia. O motivo é simples, o governo concedeu aumento à todas as categorias de funcionários do estado e, para punir o SINTEPP, que é dirigido pelo PSOL, deixou os professores de fora.
Até os professores ligados ao PT na escola não tem como enfrentar as fúria dos professores revoltados.
Neste final de semana fiquei observando os debates entre um professor comum(não militante) e um professor ligado o PT, neste diálogo, o professor comum, disparou um argumento fatal: mesmo no governo tucano no Pará, sob o qual os professores sempre enfrentaram e foram esmagados, as pífias reposições salariais eram compartilhados com todas as categorias profissionais.
O núcleo de governo vem fazendo besteiras homéricas, no gerenciamento de crises , o que vêm contribuindo para o alto desgaste político da governadora: A trapalhada da UEPA (ao não nomear o mais votado), a prisão de Abaetetuba( ao jogar a crise no colo da governadora) e agora a questão professores ( onde estes foram deixados de fora do aumento... para punir os dirigentes do SINTEPP.)
Parece que a turma do núcleo de governo, cuja experiência máxima foi ter participado de movimento estudantil e de movimento comunitário, continua dando aula de ingenuidade política. Coitada da governadora e do governo do PT.
Até os professores ligados ao PT na escola não tem como enfrentar as fúria dos professores revoltados.
Neste final de semana fiquei observando os debates entre um professor comum(não militante) e um professor ligado o PT, neste diálogo, o professor comum, disparou um argumento fatal: mesmo no governo tucano no Pará, sob o qual os professores sempre enfrentaram e foram esmagados, as pífias reposições salariais eram compartilhados com todas as categorias profissionais.
O núcleo de governo vem fazendo besteiras homéricas, no gerenciamento de crises , o que vêm contribuindo para o alto desgaste político da governadora: A trapalhada da UEPA (ao não nomear o mais votado), a prisão de Abaetetuba( ao jogar a crise no colo da governadora) e agora a questão professores ( onde estes foram deixados de fora do aumento... para punir os dirigentes do SINTEPP.)
Parece que a turma do núcleo de governo, cuja experiência máxima foi ter participado de movimento estudantil e de movimento comunitário, continua dando aula de ingenuidade política. Coitada da governadora e do governo do PT.
Mostra de Cinema Luiz Arnaldo Campos
MOSTRA DE CINEMA
LUIZ ARNALDO CAMPOS
Cine Líbero Luxardo - CENTUR
16 de agosto - 17 horas
Veias Abertas- curta metragem -16 mm - 1974.
Psw- Uma Crônica Subversiva- média-metragem 16 mm - 1986.
17 de agosto - 17 horas
O Vento das Palavras - curta-metragem - betacam - 2001.
Histórias do Mar - curta-metragem - 35 mm - 1997.
Chama Verequete - curta-metragem - 35 mm - 2001.
ENTRADA FRANCA
Maiores Informações
CARLOS PARÁ
EDITOR RESPONSÁVEL DA REVISTA PZZ
9616-4992
http://mail-b.uol.com.br/cgi-bin/webmail?Act_V_Compo=1&mailto=revistapzz@gmail.com&ID=IfUBNm7UBoMzE26mI6BTk6O6LXMZp_RouA0ZJM&R_Folder=aW5ib3g=&msgID=6765&Body=0
LUIZ ARNALDO CAMPOS
Cine Líbero Luxardo - CENTUR
16 de agosto - 17 horas
Veias Abertas- curta metragem -16 mm - 1974.
Psw- Uma Crônica Subversiva- média-metragem 16 mm - 1986.
17 de agosto - 17 horas
O Vento das Palavras - curta-metragem - betacam - 2001.
Histórias do Mar - curta-metragem - 35 mm - 1997.
Chama Verequete - curta-metragem - 35 mm - 2001.
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Reitor terá candidato
De acordo com entrevista do Reitor Alex no jornal Beira do Rio da UFPa, este dirigente máximo de nossa universidade terá candidato na próxima sucessão. Alex é claro, reafirma que não usará a máquina da universidade em favor de seu candidato. A pergunta que não quer calar: Alex exonerará seus auxiliares que não apoiarem o candidato oficial? A minha interpretação é clara: O Reitor ao afirmar que terá candidato está mandanto um recado a qualquer um de seus auxiliares recalcitrantes: manquem-se, e entreguem o cargo aquele assessor que não acompanhar a minha decisão. Não importa se o contrato das eleições de 2005 devesse valer até julho de 2009.
Deve ficar a lição à todos os negociadores em política, seja ela acadêmica ou partidária. Quando fechar um acordo aliancista pré-eleitoral. deve ser prevista a validade do acordo, se durante toda a gestão ou o acordo deve durar apenas três anos.
Deve ficar a lição à todos os negociadores em política, seja ela acadêmica ou partidária. Quando fechar um acordo aliancista pré-eleitoral. deve ser prevista a validade do acordo, se durante toda a gestão ou o acordo deve durar apenas três anos.
Regras garantem tranquilidade à continuidade institucional da UFPa.
As regras que definem pré-condições para a definição de quem pode candidatar-se à reitoria das universidades brasileiras garantem tranquilidade de continuidade institucional. Reitor e Vice, tem de ser pelo menos professor associado ou doutor, e normalmente a equipe vem composto em sua maioria de doutores e mestres. É por isso que só acadêmicos podem dirigir as universidades federais. Portanto, está afastado qualquer possibilidade de discurso terrorista contra qualquer uma das candidaturas, hoje em construção na UFPa. Claro, nestas eleições teremos candidaturas acadêmicas mais ou menos à esquerda. e o critério ideológico nunca foi motivo de preconceito em nossa instituição. É só lembrarmos das eleições de 2001, quando a professora Tancredi derrotou eleitoralmente a professora Marlene Freitas nas eleições para a Vice-Reitoria da UFPa. Ahh, o governo FHC não nomeou a mais votada.
Diretor do Instituto de Geociências se afasta do processo sucessório
Depois de idas e vindas na definição do candidato oficial para disputar a reitoria o prof. Dr. Geraldo das Virgens parece que perdeu a paciência. Num dia o candidato era Marlene Freitas, noutra semana o candidato era Silveira e fnalmente surge a candidatura Regina Feio. Desgastado com tanta indefinição, este diretor tem confidenciados a amigos que se retirou do processo.
O jogo de Licurgo
Depois do jogo político protagonizado pelo prof. Licurgo, à revleia da Administração Superior, existe pouca dúvida de que este professor está se credenciando para ser vice da chapa de Regina Feio. O problema agora é: como Licurgo conseguirá finalizar este movimento sem perder o apoio do grupo de dirigentes dos campi, que quer uma candidatura independente da Administração Superior?
Dizem que há poucos meses atrás Licurgo recusou peremptoriamente ser o vice da prof. Regina, mas com o veto ao seu nome para a cabeça da chapa oficial, este professor agora pode ser o vice, ou quem sabe, mantém seu cargo de Pró-Reitor ou avança para conquistar a FADESP?
Caramba, não era esta imagem que eu tinha deste grande mestre das salas de aulas.
Dizem que há poucos meses atrás Licurgo recusou peremptoriamente ser o vice da prof. Regina, mas com o veto ao seu nome para a cabeça da chapa oficial, este professor agora pode ser o vice, ou quem sabe, mantém seu cargo de Pró-Reitor ou avança para conquistar a FADESP?
Caramba, não era esta imagem que eu tinha deste grande mestre das salas de aulas.
Bons governos salvam vidas: São Paulo diminuiu pela metade os assassinatos.
São Paulo diminuiu o números de mortos pela metade em dois anos, a receita: 1-Os Paulistas fizeram o georeferenciamento dos assassinatos.
2- Descobriram que 90% dos assassinatos não eram consequência de latrocínio, mas sim, em consequência de bebedeiras e uso de drogas mais pesadas.
3- Descobriram que a grande maioria dos cadáveres concentrava-se nas "biroscas"que são pequenos bares irregulares que habitam as periferias das cidades.
4- Fecharam as biroscas, ou impuseram a regularização, e concentraram as fiscalizações nestas áreas.
5- Impediram firmemente a presença de menores nas baladas e biroscas destas regiões.
6- Triplicaram o número de prisões, e mais importantes, mantiveram os bandidos e marginais "guardados" nas prisões.
7- Triplicaram o número de vagas nas prisões. Afirmou o especialista, no mais recente encontro da Associação Brasileira de Ciência Política em Campinas: Prender mais e mante-los presos já diminuiu o número de assasinatos em 50% em São Paulo.
8- Claro, resolver em definitivo o problema da violência, só com políticas públicas estruturais que venham a corrigir 400 aos de abandono da população mais pobre do Brasil.
Estas ações determinaram a queda brusca do número de assassinatos
2- Descobriram que 90% dos assassinatos não eram consequência de latrocínio, mas sim, em consequência de bebedeiras e uso de drogas mais pesadas.
3- Descobriram que a grande maioria dos cadáveres concentrava-se nas "biroscas"que são pequenos bares irregulares que habitam as periferias das cidades.
4- Fecharam as biroscas, ou impuseram a regularização, e concentraram as fiscalizações nestas áreas.
5- Impediram firmemente a presença de menores nas baladas e biroscas destas regiões.
6- Triplicaram o número de prisões, e mais importantes, mantiveram os bandidos e marginais "guardados" nas prisões.
7- Triplicaram o número de vagas nas prisões. Afirmou o especialista, no mais recente encontro da Associação Brasileira de Ciência Política em Campinas: Prender mais e mante-los presos já diminuiu o número de assasinatos em 50% em São Paulo.
8- Claro, resolver em definitivo o problema da violência, só com políticas públicas estruturais que venham a corrigir 400 aos de abandono da população mais pobre do Brasil.
Estas ações determinaram a queda brusca do número de assassinatos
A situação dos eleitores de Ananin
Eleição empatada tecnicamente. 47% dos eleitores acham que a cidade está igual ou piorou. violência, saúde e água encanada são os principais problemas. Os eleitores dos bairros esquecidos são os mais céticos com a gestão do atual prefeito, em resumo, quer ganhar as eleições em Ananin? aposte nos bairros e distritos esquecidos.
Eleições- Mudar a Demos para melhorar a Pólis
Demos: são os cidadãos, as pessoas titularizadas, podem votar e serem votadas. Pólis é o Estado como um todo (executivo, legislativo e Judiciário). Como podemos querer uma Pólis Finlandeza com uma concentração de renda que supera tão somente Serra Leoa?
Quase 30% do povo brasileiro ganha até R$ 100,00 (cem reais por mês) e mais de dois terços da população ganha até três salários mínimos.
Mai de 50% dos parlamentares brasileiros se alimentam dos eleitores desesperançados com a atividade política e são eleitos com base na patronagem (troca de favores), com eleitores ou com prefeitos.
Para alterar este quadro: Mudar as regras da competição eleitoral (voto em lista, financiamento público de campanhas), Aprimorar as instituições que impeçam a corrupção política e penalizem os infratores de fato e, finalmente, distribua-se renda, aposte-se na educação ciência e tecnologia, descentralize-se o investimento industrial do País e aposte-se na organização autônoma da sociedade civil, principalmente a interiorana.
Quase 30% do povo brasileiro ganha até R$ 100,00 (cem reais por mês) e mais de dois terços da população ganha até três salários mínimos.
Mai de 50% dos parlamentares brasileiros se alimentam dos eleitores desesperançados com a atividade política e são eleitos com base na patronagem (troca de favores), com eleitores ou com prefeitos.
Para alterar este quadro: Mudar as regras da competição eleitoral (voto em lista, financiamento público de campanhas), Aprimorar as instituições que impeçam a corrupção política e penalizem os infratores de fato e, finalmente, distribua-se renda, aposte-se na educação ciência e tecnologia, descentralize-se o investimento industrial do País e aposte-se na organização autônoma da sociedade civil, principalmente a interiorana.
Marlene continua lembrada
Correu forte pelos corredores da UFPa, agora à tarde, a informação de que a ex Vice-Reitora Marlene Freitas continua sendo um sonho acalentado por importantes segmentos do status quo. Estes segmentos reconhecem a capacidade, da referida professora, em impor rítimos aos debates que tomarão conta da universidade no próxim o período. Logicamente que estes atores sonham que a prof. Marlene venha a defender sua tese até novembro. As eleições seriam então em abril de 2009.
Silveira teria constrangido Licurgo
Correu solto pelos bastidores da reunião dos apoiadores do prof. Licurgo um fato espantoso que teria ocorrido no último encontro entre o Reitor, Silveira e Licurgo. Nesta reunião de enorme tensão, Luiz Carlos Silveira, já convencido de que sua candidatura estava inviabilizada, fez uma ação imperiosa, desconcertante e no mínimo constrangedora: Silveira no momento de sua renúncia teria solicitado em tom imperial que Licurgo também renunciasse à sua candidatura em nome da unidade da Administração Superior. Então o professor Licurgo, ainda surpreso com tanta desinibição e ousadia, disse que primeiro teria de ouvir o grupo que o tinha lançado para depois informar a decisão. Segundo o relator do episódio, a renúncia de Silveira, e esta intimação, no mínimo inoportuna a Licurgo, mais parecia um jogo ensaiado visando a retirada da candidatura Licurgo.
A Aposta da Internauta
Uma internauta da UFPA, aposta em e.mail enviado ao blog, que estas serão as chapas que disputarão a reitoria: Regina/Afonso, Maneschy/Licurgo e Tancredi/Olgaizes.
Vírus na Net
U=R=G=E=N=T=Í=S=S=I=M=O !!!!!!!!!!! Fiquem atentos nos próximos dias!· Não abram nenhuma mensagem com um arquivo chamado ' invitation', Independente de quem a enviou.· é um vírus que 'abre' uma tocha olímpica que 'queima' todo o Disco rígido do computador. Este vírus virá de uma pessoa conhecida que tem seu nome em sua Lista· de endereços, por isso você deve enviar esta mensagem a todos Os seus contactos.· É preferível receber 25 vezes esta mensagem, do que receber o vírus e abrí-lo..· Se receber a mensagem chamada 'Invitation' não a abra e apague do seu computador imediatamente!· É o pior vírus Anunciado pela CNN e classificado pela Microsoft Como o mais destrutivo que já existiu . Ele foi descoberto ontem à tarde pela McKafee e não existe Anti-vírus para ele.· O vírus destrói o Sector Zero do Disco Rígido, onde as informações Vitais de seu funcionamento são guardadas.· ENVIE ESTA MENSAGEM A TODOS QUE VOCÊ CONHECE.
Esquerdistas acham que ganham a reitoria
Pelos corredores do vadião as análises otimistas se multiplicavam: ADUFPA sozinha controlaria 30% dos docentes, SINTUFPA sozinho controlaria no mínimo 30% dos funcionários, DCE sozinho controlaria no mínimo 20% do voto estudantil. Caso PSOL e PSTU lancem um(a) candidato(a) competitivo, carismático, no contexto de uma eleiçao paritária, a eleição para a reitoria já estaria 40% definida. Esta, naturalmente era a avaliação otimista da candidatura Tancredi (Olgaizes). É agora ou nunca...finalmente teremos uma reitoria classista?
Lançamento de Regina deflagra campanha
O lançamento da candidatura Regina Feio pela Administração Superior e parte de diretores dos Institutos da capital deve deflagrar a campanha eleitoral na UFPa. Seguramente após o próximo feriadão estas articulações virão à tona.
Paulo Amorim declara apoio a Maneschy
O prof. Dr. Paulo Amorim, ex-diretor do CCS, hoje Instituto, declarou apoio e engajamento total na campanha do prof. Carlos Maneschy. Amorim tem grande apoio de vários grupos de docentes nos cursos de Medicina, Odonto, Enfermagem, Nutrição e Farmácia, além de excelente relação com os líderes estudantis de medicina. Sem dúvida é um apoio de peso.
Professor Licurgo reúne grupo de apoiadores
Por todo o dia de ontem (13) o Pró-Reitor de Ensino Licurgo Brito reuniu o grupo de professores e funcionários que lançaram sua candidatura a Reitor. O objetivo do encontro foi avaliar a conjuntura da UFPa após a renúncia de Silveira. Para onde vai Licurgo e seu grupo. Uma coisa é certa, Licurgo se sente rejeitado, repetidamente, pelo status quo. Como pode um professor com este quilate jamais ter sido lembrado para disputar a reitoria pelo núcleo duro da Administração Superior?
O destino de Silveira
Possivelmente o ex-candidato Silveira, depois de levado a concluir que deveria renunciar à candidatura deverá acompanhar a candidatura Regina Feio. Mas o destino dos diretores que o seguem ainda é uma incógnita.
A campanha eleitoral municipal começa dia 19
Segundo pesquisas de opinião pública, de fato o eleitorado se liga no processo eleitoral nos 45 dias de campanha eletrônica. Grande parte do eleitorado só toma a decisão final do voto nos últimos 15 dias. Em média 30% do eleitorado pode mudar de opinião após uma escolha inicial.
Estou falando, naturalmente, de eleições majoritárias( prefeito, governador, presidente e senadores). Nas eleições proporcionais, 70% dos eleitores chegam no dia da eleição sem candidato. O problema se resume no seguinte: com mais de 600 candidatos, sem história política, desfilando promessas, e com a ausência da maioria dos parlamentares,depois de eleitos, por quatro anos, os eleitores têm péssima avaliação dos parlamentares.
Então a TV e rádio são decisivos para as eleições majoritárias. Candidato a vereador só tem voto garantido no corpo a corpo.
Estou falando, naturalmente, de eleições majoritárias( prefeito, governador, presidente e senadores). Nas eleições proporcionais, 70% dos eleitores chegam no dia da eleição sem candidato. O problema se resume no seguinte: com mais de 600 candidatos, sem história política, desfilando promessas, e com a ausência da maioria dos parlamentares,depois de eleitos, por quatro anos, os eleitores têm péssima avaliação dos parlamentares.
Então a TV e rádio são decisivos para as eleições majoritárias. Candidato a vereador só tem voto garantido no corpo a corpo.
A Saúde virá com Regina Feio?
Seguramente a professora Regina Feio traz consigo a maioria do curso de Odontologia. A questão hoje é: Regina conseguirá atrair a maioria das lideranças acadêmicas de Medicina, Enfermagem, Farmácia e Nutrição?
Regina deve atrair parte da Esquerda
Outro fator positivo, para a Administração Superior, é que a candidatura Regina Feio, deve atrair parcelas da esquerda petista para a sua candidatura.
A Eleição deve ser em dezembro
A candidatura Regina Feio, por ser muito conhecida, na capital e no interior, deverá impulsionar a decisão da Administração Superior em direção ao mês de dezembro para a realização da eleição.
O Voto deve ser paritário
A candidatura Regina Feio sinaliza que a defesa do voto legalista(70%) deverá ser abandonado pela Administração Superior. Regina tem boa entrada entre os Técnico-Administrativo e entre os Docentes.
A nova candidata: Regina Feio
A professora Regina Feio deve ser a substituta de Silveira, como candidata da Administração Superior, com o apoio de parte dos Diretores de Instituto da capital. A atual Vice-Reitora tem bons serviços prestados à nossa universidade.
A questão é: a professora Regina ainda conseguirá costurar as fissuras produzidas neste vai e vem de candidatos?
Eu, como docente, pertencí ao mesmo departamento e a mesma disciplina (saúde coletiva) na qual a professora atua. Tenho enorme respeito e carinho pela professora Regina Feio e sempre a considerarei uma parceira e amiga. Nada, nem partidos, eleições ou diferenças políticas, fazem com que eu renegue minhas amizades. E mais, acho que esta professora é a mais competitiva, do conjunto de atores, com potencial para ser Reitor(a) que estão na Administração Supeirior.
A gora a Administração tem uma candidata pra valer.
A questão é: a professora Regina ainda conseguirá costurar as fissuras produzidas neste vai e vem de candidatos?
Eu, como docente, pertencí ao mesmo departamento e a mesma disciplina (saúde coletiva) na qual a professora atua. Tenho enorme respeito e carinho pela professora Regina Feio e sempre a considerarei uma parceira e amiga. Nada, nem partidos, eleições ou diferenças políticas, fazem com que eu renegue minhas amizades. E mais, acho que esta professora é a mais competitiva, do conjunto de atores, com potencial para ser Reitor(a) que estão na Administração Supeirior.
A gora a Administração tem uma candidata pra valer.
A governadora fará campanha em 2008?
Os candidatos a prefeito do PT pelo interior estão se colando em Lula e evitando a todo custo colocar o nome e a foto da governadora em seus cartazes e folders. O motivo é pragmático, a governadora aparece em todas as pesquisas estaduais de opinião pública com rejeição acima de 60%.
O Pragmatismo definiria candidatura do status quo
Segundo analistas mais argutos a candidatura acadêmica desejada do núcleo da administração superior seria Silveira, mas sua candidatura só poderia ser viabilizada no contexto das eleições dentro da lei (70%). Como os 70% vêm se mostrando inviável dentro da própria administração, a regra da paridade parece ser o caminho natural do CONSUN, a tradição forçaria nesta direção, pois seria a opção menos traumática para as relações políticas na UFPa.
Nesta conjuntura a opção para a reitoria seria mais pragmática, a pergunta agora não é quem é o candidato ideal academicamente, mas, qual o candidato que poderia disputar melhor no contexto do voto paritário.
Então, possivelmente, seria o achômetro, de quem é mais carismático eleitoralmente, que poderia influenciar a decisão do núcleo duro da Administração Superior, em torno do nome mais competitivo que viria a disputar as eleições vindouras. Maneschy e Licrugo , mesmo cmpetitivos, nem pensar
Nesta conjuntura a opção para a reitoria seria mais pragmática, a pergunta agora não é quem é o candidato ideal academicamente, mas, qual o candidato que poderia disputar melhor no contexto do voto paritário.
Então, possivelmente, seria o achômetro, de quem é mais carismático eleitoralmente, que poderia influenciar a decisão do núcleo duro da Administração Superior, em torno do nome mais competitivo que viria a disputar as eleições vindouras. Maneschy e Licrugo , mesmo cmpetitivos, nem pensar
A caneta maldita atuará em breve na UFPa?
Mais uma aposta foi solta ontem nos bastidores da UFPa. Será que nosso Reitor, eleito por 70% de cada categoria universitária em 2005, retaliará membros do atual mandato que não acompanharem sua decisão (em torno do nome do reitorável) neste pleito que se aproxima?
Não acredito que nosso Reitor tome esta decisão, afinal seu mandato ocorre entre 2005 e 2009, e seus apoiadores de 2005 tem estrito compromisso com o mandato atual até o mês de julho de 2009. Nada foi negociado a respeito de sua sucessão para o exercício 2009-2013. Não creio que Alex use a caneta para expurgar de seu mandato quem não vier a apoiar seu candidato a Reitor. Não creio que Alex tenha vocação para coronel. Afinal nosso Reitor sempre condenou esta prática. E uma coisa Alex sempre foi: coerente.
Não acredito que nosso Reitor tome esta decisão, afinal seu mandato ocorre entre 2005 e 2009, e seus apoiadores de 2005 tem estrito compromisso com o mandato atual até o mês de julho de 2009. Nada foi negociado a respeito de sua sucessão para o exercício 2009-2013. Não creio que Alex use a caneta para expurgar de seu mandato quem não vier a apoiar seu candidato a Reitor. Não creio que Alex tenha vocação para coronel. Afinal nosso Reitor sempre condenou esta prática. E uma coisa Alex sempre foi: coerente.
O Preconceito contra Maneschy
Durante o almoço de ontem no vadião um interlocutor noticiava que perguntou abertamente a um dos Diretores de Instituto, que não podem nem ouvir falar da candidatura Maneschy, o porque do veto, ao que o Diretor respondeu: porque ele se lançou sozinho e quer muito ser Reitor.
Aí todos (que estavam na mesa) se perguntaram, mas o que tem de errado de algum professor doutor querer ocupar o cargo mais alto da UFPa?
Quais foram, dos postulantes atual ao cargo de Reitor, que emergiram naturalmente das bases da universidade? Qual dos candidatos proposto dentro do fórum dos dirigentes representa unanimidade?
Qual o motivo real do veto ao prof. Maneschy? è necessário que concluamos que todos os professores doutores tem direito e portanto legitimidade de postular a candidatura a qualquer cargo acadêmico.
É verdade, existem divergências acadêmicas e políticas dentre os competidores e grupos que fazem as candidaturas a Reitor. Estas divergências devem ser explicitadas no processo eleitoral, para que a comunidade universitária escolha qual o melhor caminho para a nossa universidade. Abaixo a despolitização e a politiquinha.
Aí todos (que estavam na mesa) se perguntaram, mas o que tem de errado de algum professor doutor querer ocupar o cargo mais alto da UFPa?
Quais foram, dos postulantes atual ao cargo de Reitor, que emergiram naturalmente das bases da universidade? Qual dos candidatos proposto dentro do fórum dos dirigentes representa unanimidade?
Qual o motivo real do veto ao prof. Maneschy? è necessário que concluamos que todos os professores doutores tem direito e portanto legitimidade de postular a candidatura a qualquer cargo acadêmico.
É verdade, existem divergências acadêmicas e políticas dentre os competidores e grupos que fazem as candidaturas a Reitor. Estas divergências devem ser explicitadas no processo eleitoral, para que a comunidade universitária escolha qual o melhor caminho para a nossa universidade. Abaixo a despolitização e a politiquinha.
A Candidatura Licurgo
Licurgo se lançou candidato a revelia do fórum dos dirigentes. Licurgo tem como incentivadores grande parte dos dirigentes dos campi avançados. No final do dia de ontem (11-08) corria solta as apostas pelo vadião de que agora o prof. Licurgo será levado (democraticamente) a concluir que sua candidatura é motivo de secessão dentro da Administração Superior. Será que Licurgo ( o esquecido e ignorado) abrirá mão de uma candidatura, cujos autores são os dirigentes dos campi da UFPa?
Silveira fora do páreo
Análise correta. Luiz Carlos Silveira desistiu da candidatura a Reitor. Silveira jamais foi levado a sério como candidato. Na verdade Silveira liderava um grupo de diretores que se moviam em direção da candidatura Maneschy. Silveira foi induzido a achar que poderia ser o candidato e acabou sendo picado pela "mosca azul" da disputa acadêmica. Esta tática objetivou evitar a possível hemorragia com a saída de pelo menos quatro Diretores em direção a candidatura Maneschy. A hemorragia foi aparentemente estancada, Silveira é levado a concluir que deve abandonar a candidatura em nome da unidade do grupo. Será que os Diretores acompanharão a decisão de Silveira?
Quem representa a unidade do grupo dos dirigentes da capital?
Quem representa a unidade do grupo dos dirigentes da capital?
Paulo Amorim no Ensino e Pesquisa da Santa Casa.
O prof. Dr. Paulo Amorim foi convidado e aceitou assumir a Diretoria de Ensino e Pesquisa da Santa Casa. Sem dúvida nenhum temos um quadro executivo e acadêmico ajudando a administrar esta importante casa de saúde. Boa sorte no trabalho.
Schneider defende voto paritário.
Na reunião deste final de semana em Mosqueiro o diretor do campus avançado de Bragança Prof. Dr. Horácio Schneider defendeu enfaticamente o voto paritário nas eleições para Reitor. Todos os diretores dos campi avançados têm a mesma posição.
A Mágoa pelo esquecimento- Licurgo se faz importante
A candidatura Licurgo Brito é uma clara interpelação ao grupo da capital que lançou unilateralmente a candidatura Silveira. Quais seriam as credenciais de Silveira que superariam a candidatura Licurgo?
Licurgo sente-se esquecido, secundarizado e portanto magoado com os articuladores políticos da capital. É do interior que vem o afago a Licurgo e a rejeição a Silveira. Será que Licurgo será convencido a ser vice de qualquer cabeça advinda dos articuladores da capital? E Silveira? aceitará passivamente um cenário já anunciado neste blog- Sua candidatura era para manter o grupo da capital unido enquanto costurava-se uma candidatura com potencial de voto e de aglutinação.
E os diretores que são apoiadores incondicionais de Silveira, aceitarão este jogo? Novos lances teremos até o final de agosto. Caso a administração superior feche uma candidatura forte, as eleições serão em dezembro, caso contrário, o pleito será em abril.
Licurgo sente-se esquecido, secundarizado e portanto magoado com os articuladores políticos da capital. É do interior que vem o afago a Licurgo e a rejeição a Silveira. Será que Licurgo será convencido a ser vice de qualquer cabeça advinda dos articuladores da capital? E Silveira? aceitará passivamente um cenário já anunciado neste blog- Sua candidatura era para manter o grupo da capital unido enquanto costurava-se uma candidatura com potencial de voto e de aglutinação.
E os diretores que são apoiadores incondicionais de Silveira, aceitarão este jogo? Novos lances teremos até o final de agosto. Caso a administração superior feche uma candidatura forte, as eleições serão em dezembro, caso contrário, o pleito será em abril.
Reunião decisiva.
Marcado um encontro dos candidatos (Silveira, Licurgo, Regina e Afonso Medeiros) com o Magnífico Reitor, inicialmente marcada para segunda feira. Em pauta, encontrar uma solução negociada entre todos. Será que Alex operará esta façanha?
Há cheiro de fritura no Campus. Te cuida Silveira. O interior e a esquerda acadêmica (do fórum) pede tua cabeça.
Há cheiro de fritura no Campus. Te cuida Silveira. O interior e a esquerda acadêmica (do fórum) pede tua cabeça.
Mosqueiro- Nada decidido
De acordo com fontes credenciadas não houve acordo na reunião de Mosqueiro. Licurgo não abriu mão da candidatura. O interior não aceita Silveira. Lançada a idéia de apontar Regina como o ponto de conciliação entre todos os candidatos do Fórum dos dirigentes. Silveira saiu fraco da reunião. Reitor não obteve acordo na defesa dos 70%.
Esquerda acadêmica opera em Mosqueiro
Segundo fontes bem informadas, neste final de semana, na reunião de mosqueiro, da Administração Superior, o núcleo de dirigentes à esquerda, dentro da gestão Alex, tentará virar a mesa e aprovar um nome eleitoralmente mais atraente, do que a candidatura Silveira. Só existe um problema- falta combinar com com o canidato Luiz Carlos Silveira. Em vez de oferecer luzes à problemática, esta posição poderá entornar o caldo dentro desta articulação institucional e política.
Voto proporcional ou universal- A polêmica dentro da candidatura Tancredi(Olgaizes)
Enquanto os Institutos preparam-se para definir as posições que seus diretores defenderão na reunião do CONSUN, que definirá as regras para a eleição para Reitor, dentro das articulações que apoiarão a candidatura Tancredi(Olgaizes) inicia-se um debate: qual a melhor tática a ser defendida no CONSUN?
Defender o voto universal até o fim e votar com esta posição ou defender a tese do voto universal e ao final oferecer um voto tático contra os 70%, votando no voto paritário, derrotando a tese legalista dos 70%? Este debate promete ser animado. Aposto que o PSTU vai demarcar com o PSOL, nesta polêmica.
Defender o voto universal até o fim e votar com esta posição ou defender a tese do voto universal e ao final oferecer um voto tático contra os 70%, votando no voto paritário, derrotando a tese legalista dos 70%? Este debate promete ser animado. Aposto que o PSTU vai demarcar com o PSOL, nesta polêmica.
Tancredi (Olgaizes) costuram amplos apoios
Na oposição extrema dentro do espectro da política universitária, PSOL e PSTU, costuram adesão do mundo acadêmico à sua candidatura à reitoria. A procura é por um doutor(a) respeitado(a) para vice. Todos acrediram, se esta articulação não ganhar agora, não ganhará nunca mais.
O Fórum do dirigentes da capital parece irremediavelmente cindido
O lançamento do prof. Licurgo Brito revela uma fenda, que parece insuperável, no núcleo da Administração Superior. Parece que os diretores de Institutos perderam o controle sobre a alta e a média burocracia universitária.
Quem Licurgo polarizará?
A expectativa deste final e da semana que se inicia é quem o prof. Licurgo atrairá na capital, dentre os dirigentes intermediários, para o apoio à sua candidatura. Sabe-se que este candidato tem apoio de parte importante dos coordenadores do interior.
Reunião de coordenadores com Reitor teria desagradado o magnífico.
Segundo as informações que circularam no final da tarde, e que foram enderaçadas a este blog, na reunião do Reitor com os coordenadores dos campi avançados da uFPa pela manhã, estes dirigentes mostraram-se independentes demais e cheios de opiniões próprias.
Candidatura Licurgo seria de rebeldia com o status quo.
Parece confirmado que o lançamento da candidatura Licurdo não faz parte de estratégia de parte do fórum dos dirigentes. A candidatura do Pró-Reitor de Ensino seria uma forma de marcar o seu descontentamento pela forma como foi lançada a candidatura Silveira. Este lançamento coloca novo tempero nesta fase das articulações políticas.
Licurgo se lançaria sozinho?
Alguém, em sã consciência, acreditaria que o prof. Licurgo se lançaria numa aventura eleitoral, de forma isolada? correndo o risco de obter um resultado eleitoral desmoralizante?
Reitor está reunindo com os coordenadores dos Campi
Neste momento ocorre uma reunião do Reitor com os coordenadores dos Campi. Parece que o magnífico tenta conter a rebeldia que vem do interior.
O significado da candidatura Licurgo.
Segundo as análises que estão correndo via e.mail neste momento, este lançamento poderia ser um movimento articulado propositadamente visando criar condições, neste final de semana, para colocar Silveira na vice de Licurgo. Uma coisa é certa, a candidatura Licurgo pode ter o dedo também do interior. Te cuida Silveira. Jacaré desprevenido vira bolsa de madame.
Café da manhã no NPADC lança Licurgo.
Confirmado. Licurgo Brito foi lançado candidato a Reitor num animado café da manhã. Na coordenação dos trabalhos Tadeu Oliver.
Fórum dos dirigentes: Cuidado com o aparelhamento.
Chamo a atenção do fórum dos dirigentes que viajar para outro distrito da cidade com o dinheiro público, garantir toda a infra-estrutura destas reuniões com os recursos da universidade, para discutir candidaturas à reitoria é uma clara ação anti-republicana e patrimonialista. É aparelhamento das estruturas da universidade para construir uma candidatura.
Já imaginaram se o presidente Lula convocasse uma reunião, bancada com dinheiro público, com todos os ministros e com os dirigentes de estatais para definir o nome que o governo vai apoiar nas eleições presidenciais. O STF, com certeza, enquadraria o presidente em crime de responsabilidade.
Bom, devo crer que a pauta oficial destas reuniões deve ser institucional e só nos intervalos é que os diretores se reunem informalmente para discutir nomes, jamais com pauta central. Nosso Reitor não permitiria que a administração fôsse aparelhada com esta finalidade.
Já imaginaram se o presidente Lula convocasse uma reunião, bancada com dinheiro público, com todos os ministros e com os dirigentes de estatais para definir o nome que o governo vai apoiar nas eleições presidenciais. O STF, com certeza, enquadraria o presidente em crime de responsabilidade.
Bom, devo crer que a pauta oficial destas reuniões deve ser institucional e só nos intervalos é que os diretores se reunem informalmente para discutir nomes, jamais com pauta central. Nosso Reitor não permitiria que a administração fôsse aparelhada com esta finalidade.
O Chá de cadeira no Doutor.
O dirigente de um importante partido do estado convocou um importante cientista político da cidade para uma reunião. Deixou o velho doutor esperando por três horas e depois veio e comunicou em hum minuto de que a decisão sobre as ações deste cientista só poderiam ser decididas dentro de 10 dias. Esta informação poderia ser dada por celular em 30 segundos.
É coisa da nova elite política.
É coisa da nova elite política.
A candidatura Licurgo.
As 7.30 o Pró-Reitor de Ensino Licurgo, no NAPDC, deve anunciar sua candidatura a Reitor da uFPa. Caso esta informação se confirme a casa pode ter caido.
O regimento eleitoral nas eleições da UFPa.
Questões chaves que dividirão a comunidade universitária nos debates, tanto nas assembléias dos institutos, como na reunião do CONSUN, prevista para o final do mês de agosto:
1- O peso relativo de cada categoria no pleito: voto univeral, paritário ou 70% de peso docente.
2- O direito ao voto de: professores substitutos , funcionários cedidos e aposentados.
3- Eleição em um ou dois turnos.
4- Data da eleição.
5- Fórmula eleitoral.
6- Plebiscito ou não para a definição da forma do voto (universal, paritário ou 70%).
7- Locais e municípios onde ficarão as urnas.
8- O direito ao voto dos funcionários e professores em trânsito.
9- Voto pela internet para quem estiver em municípios distantes.
10- voto eletrônico ou convencional.
1- O peso relativo de cada categoria no pleito: voto univeral, paritário ou 70% de peso docente.
2- O direito ao voto de: professores substitutos , funcionários cedidos e aposentados.
3- Eleição em um ou dois turnos.
4- Data da eleição.
5- Fórmula eleitoral.
6- Plebiscito ou não para a definição da forma do voto (universal, paritário ou 70%).
7- Locais e municípios onde ficarão as urnas.
8- O direito ao voto dos funcionários e professores em trânsito.
9- Voto pela internet para quem estiver em municípios distantes.
10- voto eletrônico ou convencional.
Os candidatos mais competitivos na UFPa.
Caso as eleições sejam proporcionais os candidatos mais competitivos, a meu juizo seriam: Carlos Maneschy, Olgaizes (Tancredi).
Caso as eleições sejam universais: a candidata mais competitiva seria Olgaizes(Tancredi), Carlos Maneschy.
Caso as eleições obedeça a lei dos 70%: os candidatos mais competitivos seriam Carlos Maneschy e Luiz Carlos Silveira.
Caso as eleições sejam universais: a candidata mais competitiva seria Olgaizes(Tancredi), Carlos Maneschy.
Caso as eleições obedeça a lei dos 70%: os candidatos mais competitivos seriam Carlos Maneschy e Luiz Carlos Silveira.
Como deve ser o Regimento eleitoral.
Após 24 anos participando ativamente das eleições diretas para Reitor, o regimento (mais ou menos consensualizado) deveria perseguir o seguinte perfil:
1- O voto deve ser paritário.
2- Deve ter segundo turno entre os dois mais votados.
3- Funcionários e professores substitutos e cedidos devem votar.
4- Deve ter voto em trânsito.
5- Deve ter voto pela internet através de senhas individuais para os eleitores distantes.
6- Aposentado não deve votar.
7- A eleição deve ser em dezembro.
8- A universidade deve dar o suporte básico (passagens e material básico de campanha) para os candidatos, para evitar influências perniciosas de partidos e empresários na eleição.
1- O voto deve ser paritário.
2- Deve ter segundo turno entre os dois mais votados.
3- Funcionários e professores substitutos e cedidos devem votar.
4- Deve ter voto em trânsito.
5- Deve ter voto pela internet através de senhas individuais para os eleitores distantes.
6- Aposentado não deve votar.
7- A eleição deve ser em dezembro.
8- A universidade deve dar o suporte básico (passagens e material básico de campanha) para os candidatos, para evitar influências perniciosas de partidos e empresários na eleição.
Analistas apostam em Dudu.
Analistas ligados à candidatura Dudu apostam: passarão ao segundo turno Dudu e Valéria e o atual Alcaide seria reeleito. Estes analistas não acreditam na ascenção da candidatura petista devido à paralisia política da governadora em consequência do seu alto grau de rejeição.
Num eventual segundo turno, apostam os petebistas, Lula viria a Belém lutar contra a candidatura DEMO-TUCANA, e se transformaria na força decisiva para liquidar com a candidatura Valéria. É ver para crer.
Num eventual segundo turno, apostam os petebistas, Lula viria a Belém lutar contra a candidatura DEMO-TUCANA, e se transformaria na força decisiva para liquidar com a candidatura Valéria. É ver para crer.
Interior não estaria aceitando imposição da capital.
A decisão prévia e unilateral do fórum dos dirigentes(da capital) da UFPa em torno do nome de Silveira teria desagradado amplamente os coordenadores dos campi da UFPa do interior. Estes coordenadores não estariam aceitando o método desta decisão. Seria como se estes coordenadores (do interior) não fôssem dirigentes da UFPa. Dizem: a secessão está instalada e seria muito difícil reverte-la.
Defesa dos 70% reafirmaria Silveira.
Segundo as análises que invadiram os corredores da UFPa nesta terça feira, a opção pela eleição nos moldes legais (70% de peso docente) consagraria a opção pela candidatura Silveira até as últimas consequências. Remover Silveira significaria fracionar toda a unidade que ainda resta em torno do fórum dos dirigentes.
A reunião deste fim de semana sacramentaria a aposta nas eleições para dezembro e a montagem da chapa completa para a reitoria. O vice sairia dentre os professores Licurgo e Afonso Medeiros.
A reunião deste fim de semana sacramentaria a aposta nas eleições para dezembro e a montagem da chapa completa para a reitoria. O vice sairia dentre os professores Licurgo e Afonso Medeiros.
O debate teórico-político começa a esquentar na UFPa.
O Reitor Alex Fiúza expressou em entrevista no Jornal Beira do Rio suas posições sobre as
regras que devem organizar o processo sucessório na UFPa. Fernando Arthur, professor da UFPa e militante da oposição docente, de pronto, diverge das posições do Reitor e em artigo no Diário do Pará expressa suas posições sobre a mesma temática.
Vejamos as duas posições em debates:
ENTREVISTA
“Temos de ter maturidade para acatar a decisão do Consun”
Reitor explica que os docentes são os que têm maior responsabilidade na administração acadêmica por Adaucto Couto
TÁRSIO SARRAF
Alex Fiúza de Mello: “‘Casuísmo’ é burla de lei e a lei estabelece os 70%”
O processo de escolha do próximo reitor da Universidade Federal do Pará começou com a publicação dos editais para a eleição. Apesar da Câmara de Legislação e Normas ter decidido pela chamada Lei dos 70%, caberá ao Conselho Universitário definir as regras que vão valer para o pleito.
Nesta entrevista ao BEIRA DO RIO, o Prof. Dr. Alex Fiúza de Mello, atual reitor da instituição, explica que o melhor para a Universidade é seguir o que determina a lei, para evitar possíveis contestações judiciais, como no caso da UEPA e da UFRGS.
O reitor esclarece a sua posição contrária ao voto universal, pois entende que a democracia na Universidade é de outro tipo e que cabe aos professores a maior responsabilidade nas decisões sobre os caminhos que a instituição deve seguir.
Alex Fiúza de Mello fala ainda sobre as vantagens e desvantagens da eleição acontecer em dezembro ou abril, deixa claro que não vai usar a máquina da Universidade em favor de ninguém e que vai defender o nome do eleito junto ao Ministério da Educação, independente de quem seja.
BEIRA DO RIO - A UFPA deu início ao processo eleitoral com a publicação dos editais para a eleição do próximo reitor. Qual a sua expectativa para esse processo?
Alex Fiúza de Mello - O Regimento Eleitoral foi apresentado pela Câmara de Legislação e Normas e deve ser executado conforme a Lei 9192, de 1995, que determina o peso do voto dos professores em 70%. O Conselho Universitário pode alterar esse critério se assim o desejar. No entanto, há problemas em diversas universidades que fizeram isto. Se houver uma contestação judicial, o processo eleitoral pode ser anulado. Temos como exemplo o caso da UEPA e, recentemente, o da Federal do Rio Grande do Sul, que tiveram problemas com o regimento eleitoral e os casos estão na Justiça. Isso é muito desgastante para uma instituição. Muitas pessoas dizem: “mas a sua eleição passada foi pelo voto paritário. Isso não é casuísmo?”. E eu respondo: não! Primeiro porque eu tinha me retirado de licença do Consun quando foram votadas as regras do jogo - não era ético eu, como candidato, coordenar o Consun. E eu me submeti às regras definidas pelo Conselho, sem a minha presença ou influência. Em 2001, quando fui eleito pela primeira vez, me submeti à regra dos 70%, quando ainda não era membro do Conselho. Em segundo lugar, “casuísmo” é burla de lei, de regra, e a lei estabelece os 70%. Espero que tenhamos maturidade para acatar a decisão do Conselho Universitário e os candidatos se submetam às regras que vão ser definidas. É muito importante para uma Universidade, durante a sucessão de um reitor, que se discutam idéias, projetos e planos de trabalho. A Universidade tem de ser exemplo de comportamento civilizado, de disputa de idéias, de liberdade de expressão e de respeito mútuo entre os atores políticos.
BR - Em 1997, houve um tumulto na eleição por causa da Lei dos 70%, inclusive com intervenção da Polícia Federal...
A.F.M.: Em 2001, também prevaleceu a Lei dos 70% e alguns dos atuais candidatos eram membros do Conselho Universitário que aprovou a regra de disputa naquela ocasião. A eleição foi tranqüila, em termos, até que o segundo colocado entrou na Justiça querendo anular a eleição, o que não aconteceu porque tudo estava dentro da lei. Em 2005, apesar do voto ser paritário, ninguém foi à Justiça, isso porque, enquanto em 2001, a diferença entre os candidatos foi de apenas 0,27%, em 2005 foi enorme, não dando margem a contestações. Nesse ambiente de tensão, o melhor é seguir a lei para que o processo possa ir até o fim, sem maiores atropelos
BR - Caso a eleição deste ano ocorra em dezembro, haverá seis meses até a posse do próximo reitor. Qual a vantagem desse interstício?
A.F.M.: Há vantagens e desvantagens de a eleição ser em dezembro ou em abril. Se for em abril, os candidatos terão mais tempo para fazer campanha e se fazerem conhecer, porém a nomeação vai sair apertada entre maio e junho. Mal vai dar tempo para o novo reitor assumir e montar seu plano de trabalho, conhecer a situação da Universidade. Se for em dezembro deste ano, poderia ser uma desvantagem o pouco tempo até a eleição, mas se para governador e prefeito o tempo é de três meses entre a inscrição e a eleição, então, o mesmo pode valer para a eleição para reitor. A vantagem é que o candidato que vencer saberá, antecipadamente, que será nomeado, terá seis meses para montar sua equipe e colocá-la para estagiar com a atual, para conhecer melhor a situação da UFPA. Quando assumir em julho, vai estar com a equipe madura, discutindo o plano de trabalho e a Universidade não perde tempo. Do ponto de vista da instituição, é positivo que haja esse maior tempo para a transição e que isso se torne normal em nossa cultura interna.
BR - Por mais que a disputa seja pela reitoria da Universidade, há partidos políticos infiltrados no processo. Aí volta a questão da defesa do voto universal. Não haverá risco de tumulto do processo como em 1997?
A.F.M.: A universidade não é a sociedade. Professor não é classe dominante; não existe “divisão de classe” entre professor, aluno, funcionário. Classe social é outra coisa. Dizer que o professor é classe dominante, porque os alunos são maioria, é uma tese completamente equivocada. Na universidade há hierarquias. Quem tem responsabilidade para com a administração acadêmica são os professores. São eles que executam as atividades de ensino e pesquisa e respondem perante à lei. A Universidade é uma república de professores, é uma instituição de ensino. O aluno não pode, por ser maioria, achar que pode definir a política de ciência e tecnologia da Universidade, porque ele não sabe ainda nem fazer pesquisa. Não se pode usar esse argumento para defender que o voto universal é mais democrático, porque a democracia na Universidade é de um outro tipo: é a liberdade de expressão, é a reunião de pares para discutir projetos, é o respeito recíproco, é o professor ensinar ao aluno tudo o que ele sabe para que o aluno seja melhor do que ele amanhã, mas não é deixar que o aluno assuma o lugar dele. Os partidos estão aí e não há problema nisso, pois a Universidade faz parte da sociedade. O que ela não pode é se transformar em partido ou se deixar conduzir por essas agremiações. Quem defende o voto universal, na verdade, defende apenas uma estratégia para chegar ao poder dentro da Universidade. Essa é uma posição minha que vou defender junto ao Conselho Universitário, mas a decisão final será do Conselho.
BR - Já há três nomes apontados como certos na disputa: Carlos Maneschy, Ana Tancredi e Luís Carlos Silveira. O senhor pretende apoiar um desses possíveis candidatos? A.F.M.: O reitor não será neutro no processo. Eu vou apoiar sim, mas meu apoio será condicionado à minha função de coordenador do processo eleitoral. Eu não vou usar a máquina da universidade para beneficiar A, B ou C. Vou manifestar minha preferência e as razões da minha preferência, o que não quer dizer que serei contra os outros candidatos. Tenho a obrigação de garantir a todos os concorrentes que o processo será limpo e que o vencedor vai encabeçar a lista tríplice. E vou defender junto ao Ministro da Educação o candidato vencedor da consulta à comunidade, independente de quem seja.
Jornal Beira do Rio Assessoria de Comunicação InstitucionalAvenida Augusto Corrêa, n° 1 - Prédio da Reitoria - 3° andar - Guamá - Belém - PA - 66075-000Tel.: (91) 32017463 / 32017577Email: imprensa@ufpa.brSOBRE NÓS FALE CONOSCO EQUIPE
CULTURA DEMOCRÁTICA E ELEIÇÃO NA UFPA
Fernando Arthur de Freitas Neves[1]
Professor da Faculdade de História da UFPA
O capital simbólico investido na figura do reitor não é desprezível para a legitimação da UFPa como interlocutora do projeto de desenvolvimento da Amazônia. O pronunciamento feito sobre as próximas eleições pelo professor Alex, atual ocupante da magnificência, traz uma defesa da legalidade acima de qualquer suposto político sobre o funcionamento das instituições. Examinando sua tese sobre o normativo estatuído por uma câmara de legislação contenta-se em ratificar a decisão já presente na legislação federal ao determinar a representação dos votos de 70% em conformidade com a Lei 9192/95, revalidado no Art. 89 do Estatuto da Ufpa. Isto posto, termina a discussão, basta então ficarmos a salvo das ingerências da Justiça e debruçarmo-nos no “convencimento da comunidade pelo argumento, independente das regras do jogo”.
Não creio estar filiado a algum oportunismo de plantão quando reclamo outra intervenção na cultura acadêmica que não o conformismo de injunções normativas. Considero apequenar o debate sobre os rumos da universidade como campo de saber e de conflito, pois como bem sabemos, a universidade não substitui a sociedade, mas ela é a sociedade na constituição das visões de mundo e das opções de como ordená-lo. O estado de direito não fica preservado com a assimilação acrítica dos procedimentos de composição da gestão justificados unicamente na letra da lei, é preciso ampliar o esteio de legitimação da instituição conferindo maior representatividade com instrumentos de democracia direta e participativa, aliás esta gestão na reitoria introduziu a consulta eletrônica para aferir as posturas presentes na universidade sobre seu destino, portanto, não está unicamente ou preferencialmente sobre a norma a eficácia dos usos e costumes do governo das coisas civis, das coisas do espírito deixemos a outro instante .
A trajetória republicana não é retilínea, ela comporta tensões diversas, se o processo civilizatório já pode ser observado na presença de direitos iguais entre homens e mulheres, nem assim a sociedade superou a configuração de desigualdade social. A condição republicana almejada por nós não prescinde o reconhecimento de perspectivas diferentes na organização da estrutura do estado. Retomando o impasse da ocupação na UNB, percebemos como a proposta do professor Roberto Aguiar, outrora membro dos nossos quadros nos anos oitenta, da paridade do voto entre as três categorias na eleição de reitor, sensibilizou os discentes para desocuparem a reitoria, demonstrando ser a solução não uma imposição da norma, mas a efetiva mobilização da sabedoria para indicar uma alternativa. Porque isso deve ser taxado como interesse subterrâneo para a tomada do poder? Não nos esqueçamos “Alea jacta est” é um artifício de um César que pretende derrubar a república pela força ao atravessar com suas legiões o Rio Rubicão. O mérito acadêmico se funda na norma ou no debate franco?
[1] TV. Humaitá 2018, AP 502
regras que devem organizar o processo sucessório na UFPa. Fernando Arthur, professor da UFPa e militante da oposição docente, de pronto, diverge das posições do Reitor e em artigo no Diário do Pará expressa suas posições sobre a mesma temática.
Vejamos as duas posições em debates:
ENTREVISTA
“Temos de ter maturidade para acatar a decisão do Consun”
Reitor explica que os docentes são os que têm maior responsabilidade na administração acadêmica por Adaucto Couto
TÁRSIO SARRAF
Alex Fiúza de Mello: “‘Casuísmo’ é burla de lei e a lei estabelece os 70%”
O processo de escolha do próximo reitor da Universidade Federal do Pará começou com a publicação dos editais para a eleição. Apesar da Câmara de Legislação e Normas ter decidido pela chamada Lei dos 70%, caberá ao Conselho Universitário definir as regras que vão valer para o pleito.
Nesta entrevista ao BEIRA DO RIO, o Prof. Dr. Alex Fiúza de Mello, atual reitor da instituição, explica que o melhor para a Universidade é seguir o que determina a lei, para evitar possíveis contestações judiciais, como no caso da UEPA e da UFRGS.
O reitor esclarece a sua posição contrária ao voto universal, pois entende que a democracia na Universidade é de outro tipo e que cabe aos professores a maior responsabilidade nas decisões sobre os caminhos que a instituição deve seguir.
Alex Fiúza de Mello fala ainda sobre as vantagens e desvantagens da eleição acontecer em dezembro ou abril, deixa claro que não vai usar a máquina da Universidade em favor de ninguém e que vai defender o nome do eleito junto ao Ministério da Educação, independente de quem seja.
BEIRA DO RIO - A UFPA deu início ao processo eleitoral com a publicação dos editais para a eleição do próximo reitor. Qual a sua expectativa para esse processo?
Alex Fiúza de Mello - O Regimento Eleitoral foi apresentado pela Câmara de Legislação e Normas e deve ser executado conforme a Lei 9192, de 1995, que determina o peso do voto dos professores em 70%. O Conselho Universitário pode alterar esse critério se assim o desejar. No entanto, há problemas em diversas universidades que fizeram isto. Se houver uma contestação judicial, o processo eleitoral pode ser anulado. Temos como exemplo o caso da UEPA e, recentemente, o da Federal do Rio Grande do Sul, que tiveram problemas com o regimento eleitoral e os casos estão na Justiça. Isso é muito desgastante para uma instituição. Muitas pessoas dizem: “mas a sua eleição passada foi pelo voto paritário. Isso não é casuísmo?”. E eu respondo: não! Primeiro porque eu tinha me retirado de licença do Consun quando foram votadas as regras do jogo - não era ético eu, como candidato, coordenar o Consun. E eu me submeti às regras definidas pelo Conselho, sem a minha presença ou influência. Em 2001, quando fui eleito pela primeira vez, me submeti à regra dos 70%, quando ainda não era membro do Conselho. Em segundo lugar, “casuísmo” é burla de lei, de regra, e a lei estabelece os 70%. Espero que tenhamos maturidade para acatar a decisão do Conselho Universitário e os candidatos se submetam às regras que vão ser definidas. É muito importante para uma Universidade, durante a sucessão de um reitor, que se discutam idéias, projetos e planos de trabalho. A Universidade tem de ser exemplo de comportamento civilizado, de disputa de idéias, de liberdade de expressão e de respeito mútuo entre os atores políticos.
BR - Em 1997, houve um tumulto na eleição por causa da Lei dos 70%, inclusive com intervenção da Polícia Federal...
A.F.M.: Em 2001, também prevaleceu a Lei dos 70% e alguns dos atuais candidatos eram membros do Conselho Universitário que aprovou a regra de disputa naquela ocasião. A eleição foi tranqüila, em termos, até que o segundo colocado entrou na Justiça querendo anular a eleição, o que não aconteceu porque tudo estava dentro da lei. Em 2005, apesar do voto ser paritário, ninguém foi à Justiça, isso porque, enquanto em 2001, a diferença entre os candidatos foi de apenas 0,27%, em 2005 foi enorme, não dando margem a contestações. Nesse ambiente de tensão, o melhor é seguir a lei para que o processo possa ir até o fim, sem maiores atropelos
BR - Caso a eleição deste ano ocorra em dezembro, haverá seis meses até a posse do próximo reitor. Qual a vantagem desse interstício?
A.F.M.: Há vantagens e desvantagens de a eleição ser em dezembro ou em abril. Se for em abril, os candidatos terão mais tempo para fazer campanha e se fazerem conhecer, porém a nomeação vai sair apertada entre maio e junho. Mal vai dar tempo para o novo reitor assumir e montar seu plano de trabalho, conhecer a situação da Universidade. Se for em dezembro deste ano, poderia ser uma desvantagem o pouco tempo até a eleição, mas se para governador e prefeito o tempo é de três meses entre a inscrição e a eleição, então, o mesmo pode valer para a eleição para reitor. A vantagem é que o candidato que vencer saberá, antecipadamente, que será nomeado, terá seis meses para montar sua equipe e colocá-la para estagiar com a atual, para conhecer melhor a situação da UFPA. Quando assumir em julho, vai estar com a equipe madura, discutindo o plano de trabalho e a Universidade não perde tempo. Do ponto de vista da instituição, é positivo que haja esse maior tempo para a transição e que isso se torne normal em nossa cultura interna.
BR - Por mais que a disputa seja pela reitoria da Universidade, há partidos políticos infiltrados no processo. Aí volta a questão da defesa do voto universal. Não haverá risco de tumulto do processo como em 1997?
A.F.M.: A universidade não é a sociedade. Professor não é classe dominante; não existe “divisão de classe” entre professor, aluno, funcionário. Classe social é outra coisa. Dizer que o professor é classe dominante, porque os alunos são maioria, é uma tese completamente equivocada. Na universidade há hierarquias. Quem tem responsabilidade para com a administração acadêmica são os professores. São eles que executam as atividades de ensino e pesquisa e respondem perante à lei. A Universidade é uma república de professores, é uma instituição de ensino. O aluno não pode, por ser maioria, achar que pode definir a política de ciência e tecnologia da Universidade, porque ele não sabe ainda nem fazer pesquisa. Não se pode usar esse argumento para defender que o voto universal é mais democrático, porque a democracia na Universidade é de um outro tipo: é a liberdade de expressão, é a reunião de pares para discutir projetos, é o respeito recíproco, é o professor ensinar ao aluno tudo o que ele sabe para que o aluno seja melhor do que ele amanhã, mas não é deixar que o aluno assuma o lugar dele. Os partidos estão aí e não há problema nisso, pois a Universidade faz parte da sociedade. O que ela não pode é se transformar em partido ou se deixar conduzir por essas agremiações. Quem defende o voto universal, na verdade, defende apenas uma estratégia para chegar ao poder dentro da Universidade. Essa é uma posição minha que vou defender junto ao Conselho Universitário, mas a decisão final será do Conselho.
BR - Já há três nomes apontados como certos na disputa: Carlos Maneschy, Ana Tancredi e Luís Carlos Silveira. O senhor pretende apoiar um desses possíveis candidatos? A.F.M.: O reitor não será neutro no processo. Eu vou apoiar sim, mas meu apoio será condicionado à minha função de coordenador do processo eleitoral. Eu não vou usar a máquina da universidade para beneficiar A, B ou C. Vou manifestar minha preferência e as razões da minha preferência, o que não quer dizer que serei contra os outros candidatos. Tenho a obrigação de garantir a todos os concorrentes que o processo será limpo e que o vencedor vai encabeçar a lista tríplice. E vou defender junto ao Ministro da Educação o candidato vencedor da consulta à comunidade, independente de quem seja.
Jornal Beira do Rio Assessoria de Comunicação InstitucionalAvenida Augusto Corrêa, n° 1 - Prédio da Reitoria - 3° andar - Guamá - Belém - PA - 66075-000Tel.: (91) 32017463 / 32017577Email: imprensa@ufpa.brSOBRE NÓS FALE CONOSCO EQUIPE
CULTURA DEMOCRÁTICA E ELEIÇÃO NA UFPA
Fernando Arthur de Freitas Neves[1]
Professor da Faculdade de História da UFPA
O capital simbólico investido na figura do reitor não é desprezível para a legitimação da UFPa como interlocutora do projeto de desenvolvimento da Amazônia. O pronunciamento feito sobre as próximas eleições pelo professor Alex, atual ocupante da magnificência, traz uma defesa da legalidade acima de qualquer suposto político sobre o funcionamento das instituições. Examinando sua tese sobre o normativo estatuído por uma câmara de legislação contenta-se em ratificar a decisão já presente na legislação federal ao determinar a representação dos votos de 70% em conformidade com a Lei 9192/95, revalidado no Art. 89 do Estatuto da Ufpa. Isto posto, termina a discussão, basta então ficarmos a salvo das ingerências da Justiça e debruçarmo-nos no “convencimento da comunidade pelo argumento, independente das regras do jogo”.
Não creio estar filiado a algum oportunismo de plantão quando reclamo outra intervenção na cultura acadêmica que não o conformismo de injunções normativas. Considero apequenar o debate sobre os rumos da universidade como campo de saber e de conflito, pois como bem sabemos, a universidade não substitui a sociedade, mas ela é a sociedade na constituição das visões de mundo e das opções de como ordená-lo. O estado de direito não fica preservado com a assimilação acrítica dos procedimentos de composição da gestão justificados unicamente na letra da lei, é preciso ampliar o esteio de legitimação da instituição conferindo maior representatividade com instrumentos de democracia direta e participativa, aliás esta gestão na reitoria introduziu a consulta eletrônica para aferir as posturas presentes na universidade sobre seu destino, portanto, não está unicamente ou preferencialmente sobre a norma a eficácia dos usos e costumes do governo das coisas civis, das coisas do espírito deixemos a outro instante .
A trajetória republicana não é retilínea, ela comporta tensões diversas, se o processo civilizatório já pode ser observado na presença de direitos iguais entre homens e mulheres, nem assim a sociedade superou a configuração de desigualdade social. A condição republicana almejada por nós não prescinde o reconhecimento de perspectivas diferentes na organização da estrutura do estado. Retomando o impasse da ocupação na UNB, percebemos como a proposta do professor Roberto Aguiar, outrora membro dos nossos quadros nos anos oitenta, da paridade do voto entre as três categorias na eleição de reitor, sensibilizou os discentes para desocuparem a reitoria, demonstrando ser a solução não uma imposição da norma, mas a efetiva mobilização da sabedoria para indicar uma alternativa. Porque isso deve ser taxado como interesse subterrâneo para a tomada do poder? Não nos esqueçamos “Alea jacta est” é um artifício de um César que pretende derrubar a república pela força ao atravessar com suas legiões o Rio Rubicão. O mérito acadêmico se funda na norma ou no debate franco?
[1] TV. Humaitá 2018, AP 502
Disputas difíceis
Em Ananindeua e Bragança teremos duas eleições super disputadas. Em Ananindeua o jogo está empatado e em Bragança Gerson Filho (PP) segue na frente.
Sucessão em Belém.
Dudu e Valéria lideram as pesquisas de intenções de votos. Como um terceiro candidato pode transformar esta bipolarização em tri-polarização? Estou esperando contribuições de nossos estrategistas de plantão. Notem bem, dou uma dica para a solução da problemática, quando você começa a bater em alguém é criado rejeição no atingido, mas também você acumula rejeição e você dificilmente herdará o voto perdido pelo candidato batido.
Candidatura Silveira- Final de semana decisivo
Neste final de semana o fórum dos dirigentes reune-se para fechar posição definitiva sobre a candidatura a Reitor, Vice e Pró-reitores. É esperado a queda de Silveira e a ascensão de um Tertius. Todas as apostas vão em direção de dois nomes: Regina Feio e Licurgo.
Situação política dos grandes campi.
Santarém está revoltada porque não teve um de seus doutores indicados para coordenar a comissão de implantação da UFOPA. As bases de Marabá representam uma área de contestação histórica às políticas da administração superior. Castanhal se sente, historicamente, secundarizada pelas políticas do "caucus" universitário.
Interior dá grito de independência.
Foi conformado o fórum dos campi avançados. Santarém preside e Castanhal secretaría. Ninguém mais fala pelo interior, a não ser seus próprios dirigentes. O interior avisa- Não será ator coadjuvante na sucessão universitária
O interior é a noiva da vez.
Os coordenadores dos campi avançados são os atores mais cortejados na sucessão da UFPA. Marabá, Castanhal e Santarém querem espaços largos para uma região que hospeda 40% dos estudantes de nossa universidade.
Estou de volta
Caros leitores.
Após o mês de julho volto a realizar postagens diárias. Espero contar com as contribuições dos internautas. Amanhã teremos as primeiras notas.
Após o mês de julho volto a realizar postagens diárias. Espero contar com as contribuições dos internautas. Amanhã teremos as primeiras notas.
Homenagem
"Só quem conheceu o Juraci sabe a dedicação, o zelo, o amor, o exemplo de abnegaçaõ que ele deu na construção da Universidade. Eu o conheci ainda na função de Secretário Geral dos Orgãos Superiores Colegiados.Requiescat in pace, bom Juraci! Condolências à família."
Postagem de Edson Berbary no post Jurací Sá Neto: Adeus a um funcionário exemplar
Postagem de Edson Berbary no post Jurací Sá Neto: Adeus a um funcionário exemplar
Parada para organizar o segundo semestre
Deixo de postar por 30 dias , volto a socializar as informações de bastidores da política universitária, que sempre ficaram restrita aos círculos fechados e lideranças, no início do mês de agosto. Agora estou indo preparar minhas aulas a serem ministradas para o Mestrado em Ciências Políticas ( disciplinas de Sistemas Partidários e Eleitorais e Sistema Partidário Brasileiro) , em agosto, e para a disciplina de Tópicos Especiais em Ciências Políticas, para os alunos de graduação. Ah...nos finais de semanas de agosto estarei realizando consultorias eleitorais para candidatos a prefeitos e vereadores, de todos os partidos.
Mas deixarei algumas canjas para meus leitores. Em algumas postagens especiais.
Mas deixarei algumas canjas para meus leitores. Em algumas postagens especiais.
A Popularidade de Ana Júlia e o Núcleo Duro
Acredito que se nos próximos oito mêses o núcleo do governo Ana Júlia ( estou me referindo a Marcílio e Maurílio Monteiro, André Farias e Claudio Puty), não fizer a máquina de estado dar respostas objetivas aos problemas de curto e médio prazo, que venham a alterar a avaliação do eleitorado paraense sobre a atual gestão, a governadora terá de tomar uma dura decisão: destituir toda a direção política local e optar, ou pela direção nacional da DS, para vir do sul maravilha e assumir a coordenação de governo, ou chamar a turma do ex-campo majoritário paraense, representado por Paulo Rocha, Waldir Ganzer, Zé Geraldo e Beto Faro, e com base neste hipotético pacto petista de governabilidade, Ana Júlia reconstruiria o núcleo duro de governo, fundado em personalidades de reconhecida experiência política, formando um gabinete de alto nível. Partindo desta nova arquitetura política, Ana Júlia correria, desesperadamente, atrás do prejuizo.
Acredito que a governadora, por dispor de todas as condições políticas e orçamentárias presentes neste primeiro mandato, e se fizer um governo apenas razoável, garantirá a reeleição com relativa facilidade.
Faço estas afirmações porque é forte a tendência de que o PSDB venha a sair "mufino" das eleições municipais no Pará e a aliança com o PMDB por ser consolidada a partir de Brasília, parece fraca a possibilidade deste partido romper a aliança até as eleições de 2010. Está bastante evidente que o projeto do PMDB para o governo do estado está sendo maturado para 2014. Agora se uma eventual incompetência na gestão inviabilizar eleitoralmente o atual governo, aí as possibilidades para 2010 se reabririam para outros grandes atores da política paraense.
Ana Júlia é a dona do trem, este trem desliza sobre uma excelente ferrovia, tem combustível, mas o trem, que pode correr a 180 km por hora, está andando a 40 km. O problema não é nem da dona do trem e nem do próprio trem. A questão está com o maquinista e a equipe que gerencia a cabine de comando. Esperemos que o maquinista e sua equipe descubram como o trem funciona, antes de 36 meses de governo, caso contrário, já será muito tarde. O governo terá enfiado o dedão no pé nos próprio calçã, e caido. E Venhamos e convenhamos...enfiar o dedão do pé nos próprio calção, não é uma tarefa fácil...
Acredito que a governadora, por dispor de todas as condições políticas e orçamentárias presentes neste primeiro mandato, e se fizer um governo apenas razoável, garantirá a reeleição com relativa facilidade.
Faço estas afirmações porque é forte a tendência de que o PSDB venha a sair "mufino" das eleições municipais no Pará e a aliança com o PMDB por ser consolidada a partir de Brasília, parece fraca a possibilidade deste partido romper a aliança até as eleições de 2010. Está bastante evidente que o projeto do PMDB para o governo do estado está sendo maturado para 2014. Agora se uma eventual incompetência na gestão inviabilizar eleitoralmente o atual governo, aí as possibilidades para 2010 se reabririam para outros grandes atores da política paraense.
Ana Júlia é a dona do trem, este trem desliza sobre uma excelente ferrovia, tem combustível, mas o trem, que pode correr a 180 km por hora, está andando a 40 km. O problema não é nem da dona do trem e nem do próprio trem. A questão está com o maquinista e a equipe que gerencia a cabine de comando. Esperemos que o maquinista e sua equipe descubram como o trem funciona, antes de 36 meses de governo, caso contrário, já será muito tarde. O governo terá enfiado o dedão no pé nos próprio calçã, e caido. E Venhamos e convenhamos...enfiar o dedão do pé nos próprio calção, não é uma tarefa fácil...
A candidatura Silveira e minhas impressões..
Farei um prognóstico arriscado. Não acredito que a candidatura do professor Luiz Carlos Silveira resista à primeira pesquisa de opinião que venha a se executada pelos seus apoiadores. Tenho do professor Silveira a melhor das avaliações, como pessoa e como pesquisador, é um dos mais produtivos de nossa universidade. Mas uma eleição se ganha com candidatos competitivos e não acredito que o Dr. Silveira consiga no curto prazo se tornar viável eleitoralmente ,perante as candidaturas Tancredi e Maneschy.... Por isso eu espero grandes reviravoltas em torno do nome a ser apoiado pelos fórum dos Diretores de Institutos da UFPA.
O Tabuleiro das Eleições em Belém
No início da corrida Dudu e Valéria saem na frente. PT de Mário Cardoso e PSOL de Marinor disputarão o voto anti-Dudu, expressos nos 30% de intenções de votos do ex-prefeito Edmilson. Acredito que o PT e o prof. Mário herdarão a maior fatia deste bolo. Priante será um grande ator no segundo turno. Somente Jordy e Marinor devem levantar a bandeira de ética na política.
Acredito que o(a) candidato(a) que atingir 25% de votos estará no segundo turno. Mário Cardoso, que buscará se colar ingralmente no PT para absorver os 18% da legenda, somado com a máquina petista e governamental, é o candidato com o maior potencial de encostar nos dois líderes até final de setembro. Isto se Valéria não repetir a campanha ultra demagógica de seu marido (Vic), quando este foi candidato a prefeito em 2000.
Mas como já se houve falar que a campanha de Valéria vem com o slogan: " Segurança Pai Dégua" e com a proposta de Trem Bala para a região metropolitana e nordeste do Pará... é de se imaginar que o casal vinte não aprendeu. Valéria poderá se auto-destruir no primeiro mês de campanha. Mas os tucanos estão aí, para evitar estes arroubos do casal de jornalistas DEM.
Acredito que o(a) candidato(a) que atingir 25% de votos estará no segundo turno. Mário Cardoso, que buscará se colar ingralmente no PT para absorver os 18% da legenda, somado com a máquina petista e governamental, é o candidato com o maior potencial de encostar nos dois líderes até final de setembro. Isto se Valéria não repetir a campanha ultra demagógica de seu marido (Vic), quando este foi candidato a prefeito em 2000.
Mas como já se houve falar que a campanha de Valéria vem com o slogan: " Segurança Pai Dégua" e com a proposta de Trem Bala para a região metropolitana e nordeste do Pará... é de se imaginar que o casal vinte não aprendeu. Valéria poderá se auto-destruir no primeiro mês de campanha. Mas os tucanos estão aí, para evitar estes arroubos do casal de jornalistas DEM.
Jurací Sá Neto: Adeus a um funcionário exemplar
Faleceu no dia 02 de julho e foi sepultado hoje (03/07/08) o advogado da UFPA e ex-chefe de gabinete de vários Reitores (Daniel Coelho de Souza e José Seixas Lourenço, dentre outros) o funcionário de nível superior Jurací Sá Neto, que também é genitor do nosso colega Marcus Vinícius Menezes Neto, ex-prefeito dos Campi da UFPA. o Marquinho, para os mais chegados.
O Dr. Neto deixa um legado de elevado compromisso com o exercício do serviço público e com a Universidade Pública e Gratuita. Recentemente o Dr Neto recebeu a maior comenda que a universidade pode oferecer a um funcionário graduado. Foi uma justa homenagem a quem dedicou sua vida a construção de nossa UFPA. Descanse em paz amigo Neto.
O Dr. Neto deixa um legado de elevado compromisso com o exercício do serviço público e com a Universidade Pública e Gratuita. Recentemente o Dr Neto recebeu a maior comenda que a universidade pode oferecer a um funcionário graduado. Foi uma justa homenagem a quem dedicou sua vida a construção de nossa UFPA. Descanse em paz amigo Neto.
CAS Ampliada -Silveira é reafirmado candidato.
Uma reunião que adentrou a noite do dia 01/07/08, nem sequer abriu a discussão sobre a rediscussão da candidatura de Luiz Carlos Silveira à reitoria. Logicamente que a negativa antecipada da Vice-reitora, em aceitar substituir Silveira,, esfriou esta iniciativa. Fontes credenciadas informam que o encorajamento para a realização desta reunião teria partido de resistências oriundas de alguns coordenadores dos campi da UFPA e de determinados Pró-reitores. O aborto da candidatura Silveira foi esvaziado.
Vice-reitora diz não à candidatura
A professora doutora Regina Feio, segundo fontes credenciadas, não admitiria em hipótese nenhuma discutir qualquer possibilidade de vir a aceitar, neste contexto, uma candidatura a reitoria. A professora Regina é uma das componentes da atual administração que possui um grande potencial competitivo nas eleições universitárias que se aproximam.
Nome de Silveira não teria emergido no Fórum dos Dirigentes
A reunião da CAS ampliada, realizada em Exatas, não conseguiu unificar todos os dirigentes em torno da candidatura (Silveira) articulada (em jantar) a partir dos diretores de : Artes, Humanas, Letras, CB e Exatas. Como a alternativa Silveira foi articulada por iniciativa (isolada) deste grupo, muitos Pró-reitores se sentem excluídos e hoje questionam que tipo de Fórum é este, onde cinco dirigentes, constroem, isoladamente uma alternativa que sacrificou o direito de outros membros da administração superior em postular a candidatura à reitoria.
Licurgo não apoiará Silveira.
O Pró-reitor de Ensino de Graduação teria afirmado sem meias palavras, na reunião de Exatas, que não apoiará a candidatura Silveira. Licurgo também teria questionado o grupo dos cinco, que nas sombras de um entardecer atropelou, de forma pouco cortez, uma alternativa à reitoria, à revelia do Fórum dos Dirigentes.
Maneschy : a persistência visto como algo negativo
Um argumento central embala a posição daqueles que estão vetando Maneschy na Administração Superior: ter esperado oito anos para se recandidatar, isto revelaria que um projeto pessoal estaria se sobrepondo à um fictício projeto institucional.
Maneschy perdeu, por apenas um voto, as eleições de 2001 para o prof. Alex. Em 2005 Maneschy apoiou a reeleição do prof. Alex. Onde estão os arroubos personalistas?
Que estes analistas diriam de grandes personalidades que passaram uma vida disputando o cargo máximo das instituições? Será que eles diriam que Lula, Miterrand, que passaram mais de 15 anos disputando a presidência de seus paises, secundarizaram os interesses públicos?
Que procurem outro argumento, que este, o do personalismo, não se sustenta. O desejo de alguém coroar a vida universitária, dirigindo a universidade, mais do que receber críticas, deve ser elogiado. E Maneschy tem um dos melhores currículos acadêmicos das universidades brasileiras.
Maneschy perdeu, por apenas um voto, as eleições de 2001 para o prof. Alex. Em 2005 Maneschy apoiou a reeleição do prof. Alex. Onde estão os arroubos personalistas?
Que estes analistas diriam de grandes personalidades que passaram uma vida disputando o cargo máximo das instituições? Será que eles diriam que Lula, Miterrand, que passaram mais de 15 anos disputando a presidência de seus paises, secundarizaram os interesses públicos?
Que procurem outro argumento, que este, o do personalismo, não se sustenta. O desejo de alguém coroar a vida universitária, dirigindo a universidade, mais do que receber críticas, deve ser elogiado. E Maneschy tem um dos melhores currículos acadêmicos das universidades brasileiras.
Diretor do Geociências silencia em Exatas
Um silêncio, nada empolgado, na reunião de Exatas, teria sido a posição do Diretor de Geociências.
Diretor do Tecnológico não declarou apoio à Silveira.
O Professor Barreira, atual Diretor do Centro Tecnológico, não só não declarou o esperado apoio a Silveira, como também teria afirmado que a tendência do CT é acompanhar um candidato conhecido de todos, este nome é o do professor Carlos Maneschy.
Enquete normalizada
Avisamos aos leitores interessados em opinar na enquete sobre a forma do voto nas eleições para Reitor que a mesma já foi normalizada.
Eleições para Reitor: a Vice-reitora seria a bola da vez.
De acordo com as análises que neste momento operam-se nos corredores da UFPA, a candidatura Silveira vem tendo baixa recepção dentre os coordenadores dos campi e na maioria dos Pró-reitores. Se esta informação proceder, poderemos estar vivendo os últimos momentos da candidatura Silveira. A professora Regina Feio seria o nome com maior potencial para aglutinar grande parte dos Pró-reitores e Diretores de Centro. Da mesma maneira que o nome Silveira saiu da cartola dos dirigentes, novas surpresas poderiam advir.
Eleições para Reitor- Alex assumirá uma candidatura?
Até as 20hs de hoje poderemos ter mais uma reviravolta na candidatura do fórum dos diretores de centro. Neste momento realiza-se uma reunião da CAS ampliada(Coordenação de Assessoramento Superior), com a tarefa de avaliar o nível de aceitação da candidatura Luiz Carlos Silveira. Será que o Silveira continuará candidato? A apostas estão abertas.
A SANTA CASA NO ESTADÃO
Com destacada chamada na 1a. página e reportagem completa no 1o. caderno do "Estadão de S. Paulo" da edição de hoje, 1 de julho de 2008, a vergonhosa denúncia da morte de 20 recém nascidos e todo o seu desdobramento, que veio à tona antecipando a gestão demissionária da Instituição. O fato, é evidente, retrata minimamente o caos da condução da assistência médica Estatal e que ao longo dos tempos vem sofrendo de processo isquêmico assitencial. Depositamos incomensurável confiança na nova gestora, Dra. Sílvia Cumaru, profissional competente que há anos não só tem demonstrado sua preocupação, como se mostrado notável executiva na problemática da condução da assistência médica pública. O resto é balela!
Candidato a Reitor(a) é zero à esquerda.
Tem um(a) importante candidato(a) a Reitor(a) que admite para os amigos mais próximos: é um zero à esquerda em matéria de administração, seja ela, pública ou privada.
UEPA: A Governadora e o choque com a legalidade.
Nos jornais de hoje estão veiculadas duas notícias contraditórias entre sí. No mesmo caderno temos a informação de que o Conselho Universitário (CONSUN) da UEPA anulou as eleições para Reitor da UEPA e na página seguinte vemos a decisão da Procuradoria Geral do Estado que dá um parecer favorável a retirada do candidato Bira Rodrigues da lista tríplice a ser enviada à Governadora.
Não sou advogado, mais sei que o processo eleitoral da UEPA está sob júdice, ou seja, está sob a jursdição do poder judiciário, para analisar e dar uma deliberação final sobre um recurso do prof. Sílvio Gusmão, que foi o vencedor das eleições uepianas, que pede a retirada do candidato Bira Rodrigues, da lista tríplice, a ser enviada à governadora, para nomeação.
A posição deste novo CONSUN da UEPA, montado recentemente, está desconhecendo, completamente, o poder judiciário. Parece que teremos novos desgaste ao governo do estado e à sua titular. Uma assessoria jurídica desta...ninguém merece.
Não sou advogado, mais sei que o processo eleitoral da UEPA está sob júdice, ou seja, está sob a jursdição do poder judiciário, para analisar e dar uma deliberação final sobre um recurso do prof. Sílvio Gusmão, que foi o vencedor das eleições uepianas, que pede a retirada do candidato Bira Rodrigues, da lista tríplice, a ser enviada à governadora, para nomeação.
A posição deste novo CONSUN da UEPA, montado recentemente, está desconhecendo, completamente, o poder judiciário. Parece que teremos novos desgaste ao governo do estado e à sua titular. Uma assessoria jurídica desta...ninguém merece.