SESPA caminha para o PT

Segundo postagem recebida por este blog, todos os movimentos do diário oficial do Estado do Pará indicam que todos os cargos estratégicos estão sendo ocupados pela tendência Unidade na Luta do PT. Seria o primeiro passo para que a maior tendência petista receba o peso a que tem direito dentro do governo. Seria uma rearrumação estratégica que premia o desempenho eleitoral em 2008, trazendo Paulo Rocha e seu grupo para a órbita do executivo estadual. Seria uma operação que visa a reaglutinação do governo em torno das maiores tendências petistas do estado. A Secretária Laura Rosseti estaria a caminho da degola, mas o PMDB seria compensado.

Eleições 2010: em 1934 Barata já distritalizava os deputados da base parlamentatar

O que Barata já fez nas eleições de 1934, 1947, 1950 e 1954, o governo petista, em 2008, demonstrou que não aprendeu a fazer, ou seja, distritalizar a eleição de sua base municipal de esquerda. Barata para poder derrotar a firme oposição da FUP em 1934 e a CDP, no período democrático, usou estratégias geopolíticas, para obter esse intuito. Assim, Barata jamais permitia que dois deputados do PSD disputassem a mesma base eleitoral. Claro, naquele momento a política era menos complexa do que hoje e o governador era um cacique indesafiável dentro do PL em 1934 e PSD a partir de 1946.

Nas eleições de 2008 o governo, por não possuir uma estratégia geopolítica, permitiu que as lutas intra e inter partidária não viabilisassem o crescimento, necessário, estrategicamente, dos partidos de esquerda no Pará. Faltou uma visão de longo curso e uma ação coordenadora, a partir de um pressuposto do crescimento da esquerda, ao governo Ana Júlia.

Creio que o governo deveria ter apresentado aos partidos como: PT, PC do B e PSB metas a serem atingidas nas disputas para as prefeituras. Após apresentar as metas por partido, levando em conta a implantação municipal de cada um, o governo, hum ano antes das eleições, deveria constituir um Grupo de Acompanhamento Eleitoral para viabilizar esta estratégia. Claro, todo esse movimento deveria fazer parte daquilo que Antônio Gramsci nos ensinou, ou seja, guerras subterrâneas das atividades políticas, dentro do momento estratégico denominado, guerra de movimento.

2010 vem aí, é mais um momento de pensar geopoliticamente o estado, principalmente para municípios e regiões, onde a esquerda tem baixa implantação social, política e eleitoral, caso queiramos Atingir pelo menOs, 15 deputados de esquerda na ALEPA. Dica, este momento já está na ordem do dia. Tem que começar ontem, esta ação estratégica.

Como se demonstra desprezo pelo legislativo

1- Não definindo uma base parlamentar em base programática, mas tentando exercer o dentralismo político sobre uma base construída com base na patronagem.

2- Dando tratamento secundário a toda base parlamentar, incluindo os deputados do próprio PT e dos partidos de esquerda.

3- Colocando assessores sem o respeito dos parlamentares e com pouca ou nenhuma experiência política, para mediar a relação entre a Casa Civil e o Parlamento.

4- Não oferecendo à base parlamentar as agendas de visitas e inaugurações aos deputados da base, da governadora e dos Secretários de Estado.

5- Não cumprindo,pontualmente, com os acordos feitos com os deputados.

6- Tentando, a cada nomeação dos tribunais de contas, tutelar o legislativo, mesmo quando a vaga pertence à ALEPA.

As Opções do PMDB

Segundo as análises nacionais presentes na grande mídia, são três as opções do PMDB para 2010: 1- Continuar aliançado com o PT se o(a) candidato(a) petista demonstrar fôlego nas pesquisas de intenções de voto, 2- Caso o candidato do PSDB decolar nas pesquisas e o PT ficar no solo, ninguém deve estranhar se o PMDB vier a compor com os tucanos, e 3- O PMDB faria um vôo solo se vier a dispor de um candidato competitivo.

A tentativa pelo controle das duas casas legislativas em Brasília e a fome por mais ministérios já sinalizam para o comportamento pmdebista num futuro próximo. Portanto o governo estadual deve colocar a barba de molho e não esquecer que o maior partido do Pará quer amparar os afilhados do G-10. Qual o melhor caminho? Chamem seus parceiro partidário, pacifiquem as hostes petistas, e tomem a melhor decisão estratégica possível.

O Ataque de Barreira

Na reunião do Reitor com a comunidade universitária do ITEC, o Diretor do Instituto, Barreira afirmou que as licitações da universidade teriam sido fraudadas, em um certo período da atual gestão. Esta afirmação foi na frente do Reitor. Esta acusação vai dar muito pano pra manga nos próximos dias.

Maneschy-Schneider: Juventude Supra-Partidária no Apoio.

Como estamos evidenciando têm Estudantes, Professores e Funcionários oriundos de vários partidos e idelogias apoiando a chapa Maneschy-Schneider. Este fato demonstra que estas candidaturas são acadêmica es suprapartidárias, ou seja, esta alternativa reflete toda a pluralidade presente em nossa universidade. Ninguém pode afirmar que esta chapa é correia de transmissão de nenhum partido, mas com certeza é acadêmica, politizada e recebe com entusiasmo o apoio da juventude que atua em nossa instituição.

Maneschy: Juventude Universitária do PMDB fecha apoio

A juventude universitária do PMDB fechou apoio a chapa Maneschy-Schneider.

Maneschy: Fernando Arthur será candidato à PROEX

Fernando Arthur, professor doutorando do curso de História da UFPA será candidato a Pró-Reitor de Estensão na chapa Maneschy-Schneider. Arthur, além de acdêmico tem um passado e um presente na defesa da universidade pública e gratuita. F. Arthur foi coordenador do Colegiado de História e um dos responsáveis pela interiorização deste curso Arthur também tem uma longa folha de serviços dedicado ä ADUFPA e ao DCE, ou seja F.Arthur significa um compromisso cristalino na luta contra políticas néoliberais em nossa instituição, além de uma enorme sensibilidade social, tendo um perfil extraordinário para comandar as políticas extensionistas de nossa universidade. Arthur além de fundador da CUT e do PT é integrante da Democracia Socialista, que é uma tendência interna do PT, onde atuam a governadora Ana Júlia Carepa, o Prof.Dr. Maurílio Monteiro, Secretário da SEDECT e o Prof.Dr. Cláudio Puty, Chefe da Casa Civil.

Juventude Universitária do PPS apóia Maneschy-Schneider

A juventude do PPS que atua na UFPA está firme apoiando a candidatura Maneschy-Schneider.

Juventude do PT prá valer fecha apoio a Maneschy

A juventude universitária de uma das tendências internas do PT que tem atuação no movimento estudantil, popular e sindical fechou apoio às candidaturas Maneschy-Schneider.Esta tendência é liderada pelos Deputados Walgir Ganzer, atual secretário de Transportes do Estado, pelo deputado federal Zé Geraldo e pelos deputados estaduais Airton Faleiros e Bernadete Ten Caten. Este apoio deverá se refletir em apoio em Belém e nas regiões sul, oeste e nordeste do Pará, onde existem campi da UFPA.

Maneschy e Schneider: festa de Adesão

Será nesta quarta (05-11-08) a festa de adesão à chapa Maneschy e Schneider. O evento acadêmico-político-gastronômico e cultural ocorrerá no Trapiche. O valor da adesão é de R$ 25,00 (vinte e cinco reais). O evento faz parte da política de finanças do comitê Maneschy e Schneider. Está à venda também uma rifa de um Notebook no valor de R$ 15,00 (quinze reais).

Candidatura Regina ataca Schneider em Odonto

Durante os debates da visita de Regina na Odonto,o candidato a vice-reitor Scneider foi atacado. Segundo estes ataques foi dito que Schneider não gosta de médicos e nem de dentistas, porque há 24 anos atrás, na gestão Lourenço, Schneider como Pró-Reitor de Planejamento, tentou implantar o regime de dedicação exclusiva na área de saúde. Que denúncia mais safadinha...Quanto oportunismo e mediocridade.

Regina visita Odonto

A candidata a reitora Regina Feio visitou o curso de odontologia. Nesta reunião a candidata fez algumas revelções financeiras mirabolantes. Regina disse quejá possui seissentos mil reais para distribuir entre odonto e farmácia. O pessoal de odonto recebeu a notícia com ceticismo, é que durante os últimos 4 anos de Regina na vice-reitoria, odonto teve construido quatro sanitários, um por anos.

Prefeita de Tancredi.

De fato Inês foi convidada mas recusou o convite,

Gestão Cristovam Diniz: 1998-2001

- Levou os cursos regulares aos campi do interior
- Construiu o Laboratório de Anatomia Patológico no HUJBB
- Continuou a agressiva política de formação de mestres e doutores


OBS: Nesta época eu estava cursando o doutorado. Espero que os internautas listem mais algumas obras do Reitor Diniz, para eu completar o relatório, mínimo e sintético de sua passagem pela reitoria.


Uma coisa é certa. Diniz teve a infelicidade de passar pela reitoria durante a gestão de FHC no governo brasileiro, nesta fase as IFES foram esquecidas e os servidores e professores ficaram com seus salários congelados. Os reitores da fase Lula têm muito a mostrar, pois Lula é o presidente que mais tem investido nas universidades públicas, nos últimos 23 anos.

A universidade quase parou na era FHC e os reitores desta época têm pouco a mostrar. Ou seja, quem investe nas unversidades é o governo federal e não os reitores.

Status quo: Punição aos recalcitrantes

Em postagen anônima, internauta informa que todos aqueles velhos apoiadores das gestões Alex, que não estão com Regina, estariam na mira da burocracia, nenhuma falha será perdoada.Eu, particularmente, me recuso a acreditar nesta postagem.

Saiu o prefeito de Regina

Luiz Otávio, atual prefeitos dos campi, foi confirmado na chapa de Regina.

Saiu a prefeita da Tancredi

Inês Alvino é a prefeita na Chapa de Tancredi.

Candidatos Oficiais no RU

Ontem as 13 hs Regina e Licurgo eram vistos na longa fila do RU. O que a democracia não faz

Gestão 2001-2008: É obra coletiva

1- Porque a comunidade universitária ajudou ativamente a derrotar o projeto néo-liberal de FHC, que durante 0ito anos deixou a IFES ä mingua, sem concursos públicos e com os salários congelados.

2- Porque a comunidade universitária fechou majoritariamente em torno da vitória de Lula em 2002, ocasião em que a universidade brasileira vem tendo o maior investimetno da história recente do Brasil, sejam nas áreas de custeios e capital, seja na área salarial e da carreira docente e técnica.

3- Porque o boom de investimento em obras e serviços que a UFPA vêm experimentando nos último 06 anos devem-se mais às políticas do governo federal do que à capacidade de auto-financiamento, de qualquer IFES, afinal não somos instituições privadas.

4- Porque a comunidade universitária, ajudou majoritariamente a eleger a governadora petista Ana Júlia, o que vem permitindo a financiamento dos Parques Tecnológicos de Santarém, Marabá e Belém.

5- Porque foi a governadora, que no interior de uma disuta acirrada com vários estados da federação,garantiu a implantação da UFOPA em Santarém.

6- Porque foram os colegiados de cursos que garantiram projetos para a implantação dos cursos de mestrados e doutorados na UFPA, junto ä CAPES

7- Portanto somos sócios dos avanços da UFPA em todas as suas fases recentes, mas também porque fomos atores chaves, como militantes dos movimentos estudantis e sindicais, nas disputas eleitorais de 2001 e 2005. E diga-se de passagem, em 2005 o professor Maneschy apoiou a candidatura do atual reitor e contribuiu até recentemente, através da PROPESP com a atual administração.

Reivindicaremos sempre o nosso papel na construção e vitória nas eleições de 2001 e 2005, porque por ela fizemos inimizades, dedicamos tempos preciosos, porque entendíamos que tínhamos as melhores propostas para a UFPA e não nos arrependemos daquela opção. Hoje a opção é Maneschy e Schneider para UFPA Avançar Mais e Melhor.