Blog do Edir Veiga. Este Blog é um espaço de informação sintética sobre fatos políticos Nacional e estadual e sobre a vida da comunidade da UFPA. Quem quiser acompanhar ensaios, artigos, debates políticos e acadêmicos deve acessar: http//bilhetimdeanalises.blogspot.com
Portão do Bettina: só buracos
Quem acessa a UFPA pelo portão do Bettina passa por uma verdadeira via sacra. É só buraco.
DCE: oposição ameaça hegemonia do PSOL
Pela primeira vez em muitos anos o PSOL pode perder as eleições para o DCE. A Oposição comandada pelo PT e PC doB está aglutinando todas as forças anti-trotskismo. Parece que a turma oposicionista está aprendendo a produzir amplas coalizões contra o adversário comum. O grande divisor de águas é a posição frente ao governo Lula e Ana Júlia.
A Alepa e a vaga de Coutinho Jorge no TCE
Pelo andar da carruagem teremos pelo menos 5 candidatos disputando a vaga no TCE a ser deixada pela aposentadoria compulsória do conselheiro Coutinho Jorge: PSDB, PMDB, PT, PTB e G-8. Esta disputa sinaliza para a balcanização da base parlamentar do governo na Alepa.
CPI da saúde: a nova tática de Dudu
A nova tática de Dudu não é segredo para os entendidos em política: usar a maioria governista nos mecaismos procedimentais da CPI e no momento de votar o relatório final.
Programa do PT: aparições de Ana
Ana está numa missão difícil no programa regional do PT: mostrar que está tudo bem em sua gestão. Temos enchentes, greves e crise na saúde e educação. A melhor propaganda agora seria anunciar medidas para enfrentar o caos em curso.
Ministro do MEC não vem mais
Foi cancelada a vinda de Fernando Haddad, Ministro da Educação à UFPA. Problemas de agendas outras tiraram o Ministro da uFPA.
Ministro da Educação na UFPA para inaugurar o Hangarzinho
Na sexta feira (15) Fernando Haddad, Ministro da Educação estará em Belém. Estaremos há 17 dias do prazo final para a publicação no DOU da nomeação do reitor eleito da UFPA. Será que o futuro reitor será convidado para se entrevistar com o ministro?
Polícia Civil e as nomeações de novatos
Segundo o Ministério Público, somente funcionários que tenham cumprido seus estágios probatórios podem ocupar cargos de direção no Estado. Agora o governo está com uma bananosa nas mãos. Cadê a assesoria jurídica da Polícia Civil?
PMDB: É vero?
Esta pressão que o PMDB está protagonizando é fato real da política ou é apenas mais uma tática para ampliar seus espaços no governo estadual, como está ocorrendo no plano federal? de qualquer forma não se deve esquecer que: somente o maior número possível de informações perfeitas é capaz de diminuir as incertezas nas tomadas de decisões. E como as informações nunca são perfeitas...
Eleições DCE/UFPa
Às 20h de hoje, encerrou-se o prazo para inscrição das chapas que concorrerão ao DCE. Inscreveram-se duas chapas:
CHAPA 1 – Amanhã vai ser outro dia (CHAPÃO com várias forças políticas) - oposição
CHAPA 2 – Não temos tempo a perder (PSOL) – situação
A oposição inscreveu chapa às 19:56 e a situação às 20:10, o que causou um certo desconforto...
L.G.
CHAPA 1 – Amanhã vai ser outro dia (CHAPÃO com várias forças políticas) - oposição
CHAPA 2 – Não temos tempo a perder (PSOL) – situação
A oposição inscreveu chapa às 19:56 e a situação às 20:10, o que causou um certo desconforto...
L.G.
A separação
O PSTU não fez aliança com o PSOL e, ao que parece, esta agremiação política vai lançar nota de apoio “crítico” à chapa 2. Esta nota é uma conseqüência do ressentimento do PSTU pelo fato do PSOL não ter apoiado a proposta de mudança de datas das eleições do DCE, conforme post Desentendimento entre parceiros?
L.G.
L.G.
Inscrição de chapa - DCE
Sexta-feira foi a data limite para inscrição de chapas para o DCE, todavia, com a greve dos rodoviários de Belém e Marituba, a Comissão Eleitoral decidiu estender até as 20h de hoje (11/05) essas inscrições.
L.G.
L.G.
Novas postagens só na quarta (13-05)
Por motivo de agenda estourada só volto a postar na quarta (13). Meus parceiros editores, se tiverem novidades, podem vir , eventualmente, a realizar postagens.
Novo Reitor: prazo para nomeação
Até dois de junho sai, obrigatoriamente , a nomeação do reitor eleito da UFPA. A transição segue a mil por hora.
Greve na Seduc e Petistas na defensiva
Os discursos radicais do PSTU e PSOL na greve da Seduc deixa sem capacidade de reação os petistas. Afinal as reformas nas escolas nunca terminam. Os empreiteiros acusam o governo de não pagar em dia.
Os jornais de hoje mostram o retorno do ex-prefeito Edmilson à ativa. Edmilson deverá luta por uma vaga no parlamento federal. Podendo ser deputado ou senador.
Os jornais de hoje mostram o retorno do ex-prefeito Edmilson à ativa. Edmilson deverá luta por uma vaga no parlamento federal. Podendo ser deputado ou senador.
Ronaldão o fofucho é homem gol
Ronaldo, mesmo estando acima do peso, com apenas dez jogos após a volta e com 50% da forma física, faz mais gols do que qualquer terráqueo futebolista em atividade. E 60% de seus gols são de bela feitura.
O Papão está de olho nele quando completar 40 anos. Afinal já trouxemos Darío. Só de eu falar nesta possibilidade vou deixar o Vinicinho com enxaqueca.
O Papão está de olho nele quando completar 40 anos. Afinal já trouxemos Darío. Só de eu falar nesta possibilidade vou deixar o Vinicinho com enxaqueca.
Líder do governo insinua incompetência administrativa
O Líder do governo na Alepa insinuou que a saida da direção do Ophir obedece mais a critério técnico do que político: Airton Faleiros foi claro ao afirmar que a direção do Ophir estava gastando muito com pessoal e pouco em investimentos.
Parsifal acusa AGE de parcial
Nos últimos dois dias, o deputado Parsifal Fontes disse em alto e em bom som: o parecer da Auditoria Geral do Estado contra a direção do Ophir Loyola é gracioso e parcial. Segundo Parsifal o governo queria os cargos deste hospital e usou a AGE para detornar o PMDB na direção do Ophir.
São pequenos abalos na base de sustentação do governo.
São pequenos abalos na base de sustentação do governo.
Inferno astral do governo estadual
Alagamentos, greve na Seduc, invasões, hidrelétricas, Alepa, distratos, reparações sem fim de escolas, não pagamento de fornecedores. O palácio precisa chamar o Pai Serginho de Oxossi.
A chuva, as greves e a gripe suina
A chuva e as greves estão colocando grande parte de Belém em quarentena. Os cuidados preventivos para evitar a gripe suina exigem máscara, lavagem das mãos de forma compulsiva e evitar lugares fechados.
A gripe varrerá o Brasil e o norte. Mas parece que é menos letal do que se imaginava. Vide o México.
A gripe varrerá o Brasil e o norte. Mas parece que é menos letal do que se imaginava. Vide o México.
PSTU sai da chapa do PSOL no DCE-UFPA
Como o PSOL não reconheceu a importância do encontro da CONLUTAS, que é o embrião de uma central sindical Trotskista, e que admite a participação do movimento estudantil no seu interior, o PSTU desistiu de participar da chapa do PSOL para o DCE-UFPA. É que há coincidência de datas entre a eleição do DCE e o encontro da CONLUTAS. Esta decisão melhora as chances da chapa do PT-PCdoB nestas eleições.
O PSTU, em nota pública deve indicar um voto crítico na chapa do PSOL. Lógico, o PSTU deve exorcizar a chapa "reformista" do PT-PCdoB
O PSTU, em nota pública deve indicar um voto crítico na chapa do PSOL. Lógico, o PSTU deve exorcizar a chapa "reformista" do PT-PCdoB
Governo estadual precisa de negociadores com acesso ao centro político
Não basta ter um cargo de negociador do governo, seja na Casa Civil, seja na liderança do governo, para de fato interagir com a base de centro direita . A probabilidade de maior sucesso do governo na interlocução com partidos, deputados e prefeitos da base seria através de um interlocutor com acesso e poder político perante esta base.
Muitos interlocutores do governo, carregam em sua trajetória política um histórico de preconceito com partidos e parlamentares que sempre transitaram na base dos governos tucanos e pmedebistas no Pará. Não dá para ter esquerdistas "negociando" com esta base política. Tudo que acorda, não cumpri. Resultado: descrédito crescente do govern frente a esta base heterogênea.
Acorda Ana.
Muitos interlocutores do governo, carregam em sua trajetória política um histórico de preconceito com partidos e parlamentares que sempre transitaram na base dos governos tucanos e pmedebistas no Pará. Não dá para ter esquerdistas "negociando" com esta base política. Tudo que acorda, não cumpri. Resultado: descrédito crescente do govern frente a esta base heterogênea.
Acorda Ana.
Greves se generalizando e comando político
A governadora deveria comandar pessoalmente o enfrentamento da crise social e trabalhista em curso no estado. E de leve apressar o acordo entre rodoviários, prefeitura da capital e empresários. É este comportamento que a população espera de qualquer governo que de fato governa.
Com relação à greve dos professores estaduais o governo deveria chamar o sindicato da categoria, abrir o caixa, demonstrar as possibilidades financeiras do estado, garantir ganhos sociais e travar um debate direto com a população do Pará. Aí veremos quem é ou não intransigente nas negociações.
Ahh. colocar imediatamente nos contra cheques dos funcionários estaduais o reajuste. No ano passado esta turma não ganhou nada, nem a inflação do ano, por causa da inabilidade do sindicato e da arrogância dos negociadores do governo.
Com relação à greve dos professores estaduais o governo deveria chamar o sindicato da categoria, abrir o caixa, demonstrar as possibilidades financeiras do estado, garantir ganhos sociais e travar um debate direto com a população do Pará. Aí veremos quem é ou não intransigente nas negociações.
Ahh. colocar imediatamente nos contra cheques dos funcionários estaduais o reajuste. No ano passado esta turma não ganhou nada, nem a inflação do ano, por causa da inabilidade do sindicato e da arrogância dos negociadores do governo.
PMDB: incompetência, corrupção ou sectarismo?
O que está por trás da saida do PMDB do Ophir Loyola e Detran? O PT sugere baixo desempenho administrativo. Os opositores da aliança falam em corrupção generalizada. Uma coisa é certa: o destino parece empurrar o PMDB para a oposição. Será que o PT terá capacidade de alterar a direção do destino?
Em nome de 2010 e da manutenção do poder político é preciso engolir muito sapão.
Em nome de 2010 e da manutenção do poder político é preciso engolir muito sapão.
Maio Russo
São as enchentes desabrigadoras, os motoristas parados, servidores municipais de braços cruzados e, a partir de hoje, os professores estaduais testam a capacidade de ação do governo estadual.
Ana Cláudia Hage e as eleições para a UEPA
Aos Alunos e demais Profissionais da Universidade do Estado do Pará (UEPA)
06 de maio de 2009
Após incontáveis dias de Intervenção, a Universidade do Estado do Pará vai passar por um período “eleitoral”, no qual, certamente, a comunidade acadêmica está se ressentindo da falta de candidatos que, ao longo de 14 (quatorze) anos de existência, vêm trabalhando para o desenvolvimento desta Instituição, que é, hoje, reconhecidamente, a Universidade mais interiorizada do Pará, do Norte e, salvo engano, do Brasil.
Por isso, desta forma, venho, publicamente, agradecer a todos que insistentemente vêm cobrando a minha participação nesta “eleição”, mas, também, dizer a razão pela qual não participamos. Não o fizemos, por acreditar que a Universidade deve cumprir o preceito constitucional, segundo o qual: “As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão”.
Autonomia, esta, ferida desde quando, por Decreto, a UEPA passou a pertencer à Secretaria Executiva de Educação (SEDUC), e, agora, pela Intervenção, que, obviamente, não é sinônimo, nem, tampouco, rima com Eleição.
Mas, para tornar a rima possível, é preciso “legitimar a intervenção”, a qualquer preço. Para tornar o impossível provável, se chama a comunidade para ir às “urnas eletrônicas”, num processo “eleitoral” com a participação de colegas professores defendendo medidas que antes repugnavam: a Intervenção, implementando “soluções e propostas” que os interventores querem impor à vida universitária. O pior da censura não é a atividade do censor, mas a introjeção da censura pelo censurado.
Ao compactuaram com todos esses mecanismos colocam a UEPA, publicamente, como uma instituição sem capacidade de:
· se governar - direito reconhecido a um país de se dirigir, segundo suas próprias leis;
· ser soberana - faculdade que possui determinada instituição de traçar as normas de sua conduta, sem imposições restritivas de ordem estranha;
· exercer o direito de se administrar livremente;
· gerenciar com liberdade, independência moral ou intelectual.
Pois bem, a Constituição Brasileira, Artigo 207 (com acréscimo da Emenda Constitucional No. 11), estende esse preceito às Instituições de Ensino Superior, propondo a dita autonomia das Universidades.
No entanto, temos assistido a uma agressão silenciosa - mas séria à justiça, princípio moral em nome do qual o direito deve ser respeitado, e ao Estado de Direito - dentro da Universidade do Estado do Pará, a uma transgressão “velada” da Carta Magna deste país e deste estado. Com desfaçatez e dissimulação, teimam em enganar, em manipular, a opinião da comunidade de que iremos viver um período “democrático”.
Cabe-me, hoje, esclarecer à comunidade que, por não acreditar nesse momento em que vive a Universidade, resolvemos não nos candidatar, mesmo sabendo que poderíamos contar com nossa comunidade, a mesma que, no cotidiano de nosso trabalho, reconheceu todo um esforço e nos fez seguir uma carreira acadêmica, nos legitimando, ao longo de 12 (doze) anos nas funções de Chefe do Departamento de Educação Especializada, Vice-coordenadora do Curso de Pedagogia, Diretora do Centro de Ciências Sociais e Educação (por 2 mandatos) e a candidata mais votada com o voto absoluto à Reitoria da UEPA, em 2007.
Pode-se “anular” um processo eleitoral, mas não se apaga uma história de trabalho e dedicação à Universidade Pública.
Ana Cláudia Serruya Hage
06 de maio de 2009
Após incontáveis dias de Intervenção, a Universidade do Estado do Pará vai passar por um período “eleitoral”, no qual, certamente, a comunidade acadêmica está se ressentindo da falta de candidatos que, ao longo de 14 (quatorze) anos de existência, vêm trabalhando para o desenvolvimento desta Instituição, que é, hoje, reconhecidamente, a Universidade mais interiorizada do Pará, do Norte e, salvo engano, do Brasil.
Por isso, desta forma, venho, publicamente, agradecer a todos que insistentemente vêm cobrando a minha participação nesta “eleição”, mas, também, dizer a razão pela qual não participamos. Não o fizemos, por acreditar que a Universidade deve cumprir o preceito constitucional, segundo o qual: “As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão”.
Autonomia, esta, ferida desde quando, por Decreto, a UEPA passou a pertencer à Secretaria Executiva de Educação (SEDUC), e, agora, pela Intervenção, que, obviamente, não é sinônimo, nem, tampouco, rima com Eleição.
Mas, para tornar a rima possível, é preciso “legitimar a intervenção”, a qualquer preço. Para tornar o impossível provável, se chama a comunidade para ir às “urnas eletrônicas”, num processo “eleitoral” com a participação de colegas professores defendendo medidas que antes repugnavam: a Intervenção, implementando “soluções e propostas” que os interventores querem impor à vida universitária. O pior da censura não é a atividade do censor, mas a introjeção da censura pelo censurado.
Ao compactuaram com todos esses mecanismos colocam a UEPA, publicamente, como uma instituição sem capacidade de:
· se governar - direito reconhecido a um país de se dirigir, segundo suas próprias leis;
· ser soberana - faculdade que possui determinada instituição de traçar as normas de sua conduta, sem imposições restritivas de ordem estranha;
· exercer o direito de se administrar livremente;
· gerenciar com liberdade, independência moral ou intelectual.
Pois bem, a Constituição Brasileira, Artigo 207 (com acréscimo da Emenda Constitucional No. 11), estende esse preceito às Instituições de Ensino Superior, propondo a dita autonomia das Universidades.
No entanto, temos assistido a uma agressão silenciosa - mas séria à justiça, princípio moral em nome do qual o direito deve ser respeitado, e ao Estado de Direito - dentro da Universidade do Estado do Pará, a uma transgressão “velada” da Carta Magna deste país e deste estado. Com desfaçatez e dissimulação, teimam em enganar, em manipular, a opinião da comunidade de que iremos viver um período “democrático”.
Cabe-me, hoje, esclarecer à comunidade que, por não acreditar nesse momento em que vive a Universidade, resolvemos não nos candidatar, mesmo sabendo que poderíamos contar com nossa comunidade, a mesma que, no cotidiano de nosso trabalho, reconheceu todo um esforço e nos fez seguir uma carreira acadêmica, nos legitimando, ao longo de 12 (doze) anos nas funções de Chefe do Departamento de Educação Especializada, Vice-coordenadora do Curso de Pedagogia, Diretora do Centro de Ciências Sociais e Educação (por 2 mandatos) e a candidata mais votada com o voto absoluto à Reitoria da UEPA, em 2007.
Pode-se “anular” um processo eleitoral, mas não se apaga uma história de trabalho e dedicação à Universidade Pública.
Ana Cláudia Serruya Hage
Amigo urso
Os amigos ursos estão agindo. Se alguém for visualizado como potencial convidado para alguma função importante na nova reitoria, podem acreditar, será detonado.
Cúpula do PMDB que apagar incêndios estaduais
A cúpula do PMDB nacional está propondo ao PT a formação de um grupo nacional de trabalho para tentar apagar os conflitos estaduais entre PMDB e PT. É o velho PMDB tomando medidas para evitar rompimentos prematuros, isto é, antes de abril de 2010. A máquina fala mais alto.
PPS radicaliza oposição e se une ao PSDB
A oposição sectária ao PT tem sido a marca dos programas eleitorais gratuitos do PPS na mídia. O PPS está copiando o PSOL na oposição extrema. O PSOL pela esquerda e o PPS unido aos liberais do PSDB.
Reforma política avança no congresso
Com o apoio dos grandes partidos a reforma política ameaça sair. Lista fechada e financiamento público de campanha parece consenso entre os grandes.
Governo e coalizão parlamentar, de governo e social
Coalizão de governo, parlamentar e social, majoritárias, são condições sine qua non para garantir uma gestão estável, especialmente em época de crise econômica e de poucas realizações visíveis aos olhos da população. Governo mal avaliado e sectário cai no isolamento total e prenuncia derrota eleitoral.
O Político e o Homem Hobbesiano
Quando se assume que cada político é um homem Hobbesiano em potencial, está se deixando de acreditar em história de caronchinha, e apostando firmemente na construção de instituições republicanas para proteger o dinheiro público dentro do orçamento do Estado Democrático de Direito. Aposta-se menos na consciência ética e mais em regras e organizações institucionais.
Trotskistas racham no DCE-UFPA?
Internauta informa que houve um racha na articulação política majoritária que controla o DCE-UFPA há mais de três gestões consecutivas. PSOL e PSTU não estariam falando a mesma linguagem. A divergência estaria no campo da política internacional e nacional.
Conflito ambiental e agrário no Baixo Parnaiba
companheiros no municipio de Santa Quitéria, Baixo Parnaíba maranhense, comunidades agroextrativistas montam barricadas para impedir a entrada do maquinário pesado da Suzano papel e Celulose que pretende desmatar mais de seis mil hectares de florestas de bacurizeiros e pequeizeiros para plantar eucalipto na bacia do rio Preguiças, área de proteção ambiental. As comunidades consideram essa área terra devoluta e pretendem resistir a qualquer entrada do agronegócio na região. Nas audiências públicas do empreendimento da margusa, em 2007, para quem a Suzano arrendava as terras, na época, foram cobradas informações do Estado maranhense sobre essa terra que a Suzano se arvora a posse. O orgão fundiário realizou vistorias nas áreas, mas nada foi divulgado. As comunidades querem essa terra para continuarem colhendo seus frutos e plantando suas culturas. É bem possível se a Suzano continuar avançando haver conflito armado entre as comunidades e os funcionários da empresa.
Mayron Régis assessor de comunicação Fórum Carajás e pelo Programa Territórios Livres do baixo Parnaíba
Mayron Régis assessor de comunicação Fórum Carajás e pelo Programa Territórios Livres do baixo Parnaíba
Política honesta: Ética ou instituições republicanas?
Nas análises da política como ela é, prefiro partir do pressuposto Hobbesiano que afirma o caráter belicoso do homem nas relações sociais: O homem é o lobo do homem.
Partindo deste pressuposto creio que o caráter humano, republicano ou patrimonialistico, andam lado a lado no mundo da política. Ou seja, na luta pela reeleição um homem com uma história de honestidade pode pisar na bola,como aliás ocorreu no episódio do mensalão, onde notórios homens republicanos, até então, se viram imersos em um escândalo patrimonialista.
Então se quizermos construir uma tradição de fato republicana no Brasil deveremos construir instituições com poder de fechar os ralos da corrupção no Brasil. Ministérios públicos ou tribunais de contas livre da influência político-partidárias e recrutados por concursos públicos. Serão as instituições democráticas e republicanas que enquadrarão os políticos brasileiros e não os apelos a pressupostos éticos ou de consciência. Não esqueçamos, no mundo da política, o homem é o lobo do homem e dos cofres públicos.
Partindo deste pressuposto creio que o caráter humano, republicano ou patrimonialistico, andam lado a lado no mundo da política. Ou seja, na luta pela reeleição um homem com uma história de honestidade pode pisar na bola,como aliás ocorreu no episódio do mensalão, onde notórios homens republicanos, até então, se viram imersos em um escândalo patrimonialista.
Então se quizermos construir uma tradição de fato republicana no Brasil deveremos construir instituições com poder de fechar os ralos da corrupção no Brasil. Ministérios públicos ou tribunais de contas livre da influência político-partidárias e recrutados por concursos públicos. Serão as instituições democráticas e republicanas que enquadrarão os políticos brasileiros e não os apelos a pressupostos éticos ou de consciência. Não esqueçamos, no mundo da política, o homem é o lobo do homem e dos cofres públicos.
Política: Hipocrisia da hipocrisia
Machiavel inaugurou a ciência política moderna expondo realisticamente as entranhas do poder político. A grande luta da filosofia política é impor as regras da boa conduta republicana aos governantes. FHC nos jornais de hoje chama Lula de hipócrita porque admitiu que quando foi deputado forneceu passagens aéreas a sindicalista e ele também ( o Lula) defendeu o direito do parlamentar levar sua esposa para Brasília com passagens da cota parlamentar. Quem se esquece da reeleição do santo FHC?
No dia em que a política for subproduto da ética, então teremos chegado ao paraiso. Hoje não existe nenhum partido ou grupo político no Brasil que não faça caixa dois. Uns o fazem com recurso de empresários, outros o fazem com dinheiro público e outros o fazem com dinheiro de sindicatos e ONGS.
Hoje no Brasil, a direita, o centro e a esquerda se confundem no pragmatismo econômico para a busca de algum tipo de poder político. Que atire a primeira pedra quem não for pecador.
No dia em que a política for subproduto da ética, então teremos chegado ao paraiso. Hoje não existe nenhum partido ou grupo político no Brasil que não faça caixa dois. Uns o fazem com recurso de empresários, outros o fazem com dinheiro público e outros o fazem com dinheiro de sindicatos e ONGS.
Hoje no Brasil, a direita, o centro e a esquerda se confundem no pragmatismo econômico para a busca de algum tipo de poder político. Que atire a primeira pedra quem não for pecador.
Propriedade latifundiária e reforma agrária
Se formos dizer amém à legislação fundiária existente adeus reforma agrária. A única mediação possível é a ação dos trabalhadores sem terra em confronto com os grileiros das terras públicas e com o latifúndio improdutivo. Neste confronto são os poderosos economicamente, que em nome da defesa da "propriedade", detonam violentamente os trabalhadores rurais.
Meio ambiente e luta de classes no campo
A política de combate ao desmatamento está radicalizando a luta de classes na zona rural paraense. São madeireiros e grileiros contra os camponeses pobres. Os conflitos estão aumentando.
Inauguração do novo prédio do ICJ e "esquecimento"
O ex prefeito do campus Marcus Vinícius foi um dos projetista deste prédio, mas foi sonoramente esquecido nesta inauguração.
Papão arranca caninos da pantera
6 x 1: este é um placar de jogo de pelada. Os sete mil torcedores presentes no mangueirão demonstram cabalmente que o futebol paraense não sobrevive sem remo e paysandu fortes. A doença do remo significa fraqueza do papão e vice-versa.
PSOL-PSTU devem manter o controle do DCE-UFPA
Duas chapas de oposição devem concorrer ao DCE. Nestas circunstâncias as probabilidades da dupla PSOL-PSTU manter o controle desta entidades são grandes. Na oposição a ideologia supera a política. No DCE não pode existir um chapão de oposição, porque ninguém consegue conviver com sociais democratas e reformistas do PPS. Mas se for de direita , pode, como aliás acontece na coligação de governo, onde PR e PTB participam desta coalizão sem restrições. Aguém não acha que estes partidos (PR e PTB) sejam de direita?.
Governo estadual: secretários pavulagem
Dizem que os secretários chaves do governo Ana se comportam como Luiz XIV. É pavulagem que não acaba mais. Tomara que não liquidem com a base parlamentar do governo.
PMDB paraense: aposto que divórcio, se acontecer, só se cumpre em 2009
Como o PMDB não vive sem as benesses do governo, qualquer racha só acontecerá 9 meses antes das eleições. Mas o namoro com os tucanos já está bem profundo.
Papão: a pantera terá suas garras decepadas
Em Barcarena o papão do norte prepara o banquete para domingo. Terá muito leãozinho vestido de pantera secando o alvi celeste.
Gripe suina: as máscaras estão acabando
As farmácias estão esgotando seus estoques de máscaras cirúrgicas.
SINTUFPA: o conto da terceirização em saúde bucal
As informações que chegam do SINTUFPA indicam que o motivo para a terceirização dos serviços de saúde bucal seriam os gastos com o INSS. Neste momento a diretoria "soft" contratou, sem aprovação em assembléia geral, uma empresa para fazer atendimento básicos em odontologia, que seriam: extrações e restaurações dentárias. Diferentemente do que anda propalando a diretoria, qualquer serviço especializado como: canal, prótese e periodontia, só pagando por fora.
Os serviços grátis serão diminuidos e encarecidos. Colegas servidores, Mandem e.mails, entrem no site do SINTUFPA, telefonem à diretoria pedindo reversão desta decisão.
Os serviços grátis serão diminuidos e encarecidos. Colegas servidores, Mandem e.mails, entrem no site do SINTUFPA, telefonem à diretoria pedindo reversão desta decisão.
DCE: os ET's e os estudantes
Um tipo de movimento estudantil vive como ET frente à massa estudantil. O método deste tipo de ME é o mesmo dos períodos da ditadura militar no Brasil e cuja direção era hegemonizada pelos Marxistas leninistas e trotskistas.
Quando os estudantes vêem a turma lunática entrando em sala e inciando a intervenção pela análise do Oriente Médio, depois Europa, EUA e América Latina. Quando chegam as macroanálises do governo Lula, já passaram-se mais de 30 minutos. Enquanto isso... faltam docentes em sala de aula, os laboratórios precisam ser instalados e ou melhorados, o ônibus circular é secular e assim por diante.
Quem refundará o ME na UFPA....seria o Chapolin Colorado?
Quando os estudantes vêem a turma lunática entrando em sala e inciando a intervenção pela análise do Oriente Médio, depois Europa, EUA e América Latina. Quando chegam as macroanálises do governo Lula, já passaram-se mais de 30 minutos. Enquanto isso... faltam docentes em sala de aula, os laboratórios precisam ser instalados e ou melhorados, o ônibus circular é secular e assim por diante.
Quem refundará o ME na UFPA....seria o Chapolin Colorado?
Governo Ana: deputados secundarizados?
É impressionante, mas os deputados estaduais estão reclamando que os secretários não atendem suas ligações, não os recebe em audiência, não lhes fornece a agenda política no estado. No fundo, lá no fundinho, é o esquerdismo filosófico que está embassando a lente do núcleo do governo e dos secretários. É o desprezo pela democracia representativa. E mais... muitos secretários podem se tornar impermeáveis no contexto de eleições onde o mesmos são candidatos.
R.U. parado
Durante esta semana quem foi ao Restaurante Universitário da UFPA teve que dar meia volta, pois este estabelecimento está fechado para reformas, gerando grandes transtornos à comunidade acadêmica.
Uma aluna que estuda no período da manhã tem que solicitar aos professores, diariamente, para sair mais cedo (11h), pois precisa ir para Icoaraci, almoçar e retornar para seu estágio no campus.
Quanto a esta situação no R.U. ainda não vimos nenhuma manifestação do DCE.
L.G.
Uma aluna que estuda no período da manhã tem que solicitar aos professores, diariamente, para sair mais cedo (11h), pois precisa ir para Icoaraci, almoçar e retornar para seu estágio no campus.
Quanto a esta situação no R.U. ainda não vimos nenhuma manifestação do DCE.
L.G.
Unidos Venceremos
Este é o nome de uma das chapas que disputa eleição no Centro Acadêmico de Economia, cuja eleição deverá ser este mês. Vamos ver se o resultado dessa união representará a vitória!
L.G.
L.G.
Falando em Centro Acadêmico
Amanhã (30/04) será a posse da nova gestão do Centro Acadêmico Edson Luis (CADEL), do curso de Direito da UFPA. O evento será realizado junto com a inauguração novo prédio do Instituto de Ciências Jurídicas (próximo ao terceiro portão), às 11h.
L.G.
L.G.
IFCH: Ciências Sociais quer a direção do Instituto
Corre nos bastidores do IFCH que professores da Faculdade de Ciências Sociais querem conquistar a direção deste Instituto. Psicologia e Filosofia podem ser grandes aliadas. É uma pretensão mais do que legítima.
Institutos e a sucessão
Começaram as articulações para a sucessão da direção nos Institutos da UFPA. No ICS Paulo Amorim é candidatíssimo e promete dar um show de política.
Imoral pregando moralidade
Vejo estupefado gente notoriamente imoral em relação ao dinheiro público exigindo moralidade pública de suspeitos. E o pior, condenando apriori.
!5- 05- Ministro do MEC em Belém
No dia 15 de maio o Ministro da Educação estará em Belém. Será que ele trará algum presente no bolso?
Eleição para o DCE/UFPA
Durante a tarde desta terça-feira, 19 Centros Acadêmicos reuniram-se no Conselho das Entidades de Base (CEB), nos altos do Vadião para discutirem o regimento da eleição para o DCE.
As inscrições de chapas, que deverão ter no mínimo 39 e no máximo 158 pessoas, já estão abertas e o prazo encerrará dia 8 de maio de 2009.
As campanhas iniciam no dia 9 de maio e seguem até a votação, que será realizada nos dias 8 e 9 de junho de 2009.
L.G.
As inscrições de chapas, que deverão ter no mínimo 39 e no máximo 158 pessoas, já estão abertas e o prazo encerrará dia 8 de maio de 2009.
As campanhas iniciam no dia 9 de maio e seguem até a votação, que será realizada nos dias 8 e 9 de junho de 2009.
L.G.
Acompanhe os outros três posts que seguem abaixo
Desentendimento entre parceiros?
Nas discussões sobre datas para a eleição do DCE, o debate ficou num passa-ou-repassa entre militantes do PSTU, que defendiam a alteração nas datas para o segundo semestre, e os militantes do PSOL, que defendiam a manutenção das datas para o primeiro semestre.
O PSTU argumentou pela mudança de datas, pois no período de 11 a 14 de junho realizar-se-á no Rio de Janeiro, o Congresso Nacional dos Estudantes, promovido pela Coordenação Nacional de Luta dos Estudantes (CONLUTE), organização que faz oposição à UNE e que compõe à CONLUTAS.
Já o PSOL, maioria das cadeiras no DCE, utilizou como argumento o fato das eleições para o DCE ocorrerem, tradicionalmente, no primeiro semestre no mês de junho e que uma mudança neste período acarretaria em grandes prejuízos para outras atividades, como o Congresso dos Estudantes da UFPA.
As datas foram aprovadas e com a eleição marcada para os dias 08 e 09 de junho, os militantes do PSTU deverão escolher entre ficar em Belém ou partir para o Rio.
Quem assistiu ficou com a “pulga atrás da orelha” e questionou-se: Será que PSOL e PSTU virão juntos na eleição para o DCE?
Pois vamos aguardar até o dia 8 de maio...
L.G.
O PSTU argumentou pela mudança de datas, pois no período de 11 a 14 de junho realizar-se-á no Rio de Janeiro, o Congresso Nacional dos Estudantes, promovido pela Coordenação Nacional de Luta dos Estudantes (CONLUTE), organização que faz oposição à UNE e que compõe à CONLUTAS.
Já o PSOL, maioria das cadeiras no DCE, utilizou como argumento o fato das eleições para o DCE ocorrerem, tradicionalmente, no primeiro semestre no mês de junho e que uma mudança neste período acarretaria em grandes prejuízos para outras atividades, como o Congresso dos Estudantes da UFPA.
As datas foram aprovadas e com a eleição marcada para os dias 08 e 09 de junho, os militantes do PSTU deverão escolher entre ficar em Belém ou partir para o Rio.
Quem assistiu ficou com a “pulga atrás da orelha” e questionou-se: Será que PSOL e PSTU virão juntos na eleição para o DCE?
Pois vamos aguardar até o dia 8 de maio...
L.G.
Balanço da Gestão
Durante o CEB, alguns militantes do PSTU alfinetaram os militantes do PSOL quanto à gestão que não conseguiu cumprir suas propostas de campanha e deixaram o DCE parado por um longo período.
L.G.
L.G.
Eleições municipais e eleição para reitor
As causas, para as criticas à gestão do DCE, podem possuir como responsáveis as eleições municipais e a eleição para reitor, onde a coordenação majoritária deste DCE assumiu publicamente apoio a candidata Ana Tancredi.
L.G.
L.G.
Gripe suína: o terror vem pelo ar.
A gripe espanhola de 1918 matou 300 mil pessoas no Brasil e inclusive o presidente reeleito Rodrigues Alves. No mundo morreram entre 20 e 40 milhões de pessoas. Anualmente morre entre 250 e 300 mil pessoas no mundo, vítimas das gripes comuns.
José Júlio e Faleiros: governo desencontrado?
Hoje nos jornais locais estão circulando duas informações desencontradas: Airton Faleiro, líder do governo na ALEPA, anuncia corte de 300 DAS como forma de conter gastos administrativos e manter os recursos dos investimentos. Por outro lado, José Júlio, secretário da SEPOF, nega o corte dos DAS. Afinal quem fala pelo governo?
Alôo: finalmente a ficha caiu no núcleo de governo
Depois de meses iniciais de inércia administrativa acerca da crise que se avizinhava o governo do estado começa a anunciar medidas amargas para diminuir os gastos da máquina administrativa. As medidas mais importantes seriam a indução para que as empresas a mantenham os níveis de emprego. São paulo por exemplo, saiu pelo menos 60 dias na frente do governo do Pará em relação à medidas preventivas contra as demissões no setor privado.
De Fadesp, responsabilidades e oportunismos
Antes de dar algumas informações básicas para afastar as informações oportunistas e mentirosas cabe uma observação incial:
1- Parto do pressupostos de que todos os citados tem o direito de receber a presunção da inocência, até que se prove o contrário. Portanto não agirei de forma leviana e não condenarei de forma irresponsável nenhuma das pessoas citadas na reportagem, sobre a FADESP que foi publicada em O Liberal, no domingo passado.
2- Maneschy está afastado da FADESP desde 2001.
3- A reportagem fala de um processo de apuração de denúncias na FADESP a partir de 2005.
4- A funcionária Eliana foi chamada para trabalhar na FADESP através de uma seleção pública, conduzida por uma comissão idônea e foi escollhida dentre cinco candidatos. Todo este processo foi iniciado a partir de anúncio do recrutamento em jornal de grande circulação.
4- A funcionária Eliana estava lotada na PROPESP em 2001 e foi convidada para cargo de chefia na FADESP pelo então Diretor Acácio Centeno, nomeado em 2001. Eliana trabalhava até esta época com o prof. Acácio na PROPESP
5- O Funcionário Tabosa foi conduzido a situação de Diretor Financeiro da FADESP pelo Diretor da FADESP Acácio Centeno.
6- Esta informação deve servir de alerta para informações mentirosas que tentam se aproveitar deste momento lastimável de denúncias na FADESP para tentar vincular, contra os fatos, o nome do reitor eleito Carlos Maneschy.
1- Parto do pressupostos de que todos os citados tem o direito de receber a presunção da inocência, até que se prove o contrário. Portanto não agirei de forma leviana e não condenarei de forma irresponsável nenhuma das pessoas citadas na reportagem, sobre a FADESP que foi publicada em O Liberal, no domingo passado.
2- Maneschy está afastado da FADESP desde 2001.
3- A reportagem fala de um processo de apuração de denúncias na FADESP a partir de 2005.
4- A funcionária Eliana foi chamada para trabalhar na FADESP através de uma seleção pública, conduzida por uma comissão idônea e foi escollhida dentre cinco candidatos. Todo este processo foi iniciado a partir de anúncio do recrutamento em jornal de grande circulação.
4- A funcionária Eliana estava lotada na PROPESP em 2001 e foi convidada para cargo de chefia na FADESP pelo então Diretor Acácio Centeno, nomeado em 2001. Eliana trabalhava até esta época com o prof. Acácio na PROPESP
5- O Funcionário Tabosa foi conduzido a situação de Diretor Financeiro da FADESP pelo Diretor da FADESP Acácio Centeno.
6- Esta informação deve servir de alerta para informações mentirosas que tentam se aproveitar deste momento lastimável de denúncias na FADESP para tentar vincular, contra os fatos, o nome do reitor eleito Carlos Maneschy.
Congresso da FASUBRA: golpe na UFPA
A atual direção do SINTUFPA deu um golpe na assembléia que iria tirar os delegados da UFPA ao congresso da FASUBRA. A turma "democrática" da atual diretoria do SINTUFPA encheu dois ônibus, sendo um do HUJBB e outro da UFPA. Esta situação gerou uma crise, porque a oposição queria ver a listagem de sócios, uma vez que o congresso da FASUBRA é estatutário e só podem votar os sócios do sindicato.
Pois bem, a diretoria do SINTUFPA se recusou a apresentar a lista dos servidores que votaram nesta assembléia da discórdia. A oposição está recorrendo à FASUBRA. A direção do SINTUFPA se recusou a atender um pedido formal de liberação dos nomes dos votantes nesta assembléia, nunca tinha se visto isso na história dos congressos ds FASUBRA e do SINTUFPA. Aliás nunca mais tivemos os famosos congressos anuais do SINTUFPA. Velhos tempos aqueles da "Luta Continua", onde havia , de fato, movimento sindical na UFPA.
A oposição deve convocar uma nova assembléia geral para os próximos dias. Na FASUBRA chegarão duas listagens de delegados da UFPA. Será uma baixaria nacional a ser patrocinada pela direção imobilista do SINTUFPA DURANTE O CREDENCIAMENTO DOS DELEFGADO NO CONFASUBRA.
A solução mediada seria a distribuição dos delegados de forma proporcional e ponto final nesta crise. Se a situação (PSOL-PSTU) radicalizar, a UFPA não terá delegado no CONFASUBRA, pois a turma da TRIBO é maioria na FASUBRA.
Pois bem, a diretoria do SINTUFPA se recusou a apresentar a lista dos servidores que votaram nesta assembléia da discórdia. A oposição está recorrendo à FASUBRA. A direção do SINTUFPA se recusou a atender um pedido formal de liberação dos nomes dos votantes nesta assembléia, nunca tinha se visto isso na história dos congressos ds FASUBRA e do SINTUFPA. Aliás nunca mais tivemos os famosos congressos anuais do SINTUFPA. Velhos tempos aqueles da "Luta Continua", onde havia , de fato, movimento sindical na UFPA.
A oposição deve convocar uma nova assembléia geral para os próximos dias. Na FASUBRA chegarão duas listagens de delegados da UFPA. Será uma baixaria nacional a ser patrocinada pela direção imobilista do SINTUFPA DURANTE O CREDENCIAMENTO DOS DELEFGADO NO CONFASUBRA.
A solução mediada seria a distribuição dos delegados de forma proporcional e ponto final nesta crise. Se a situação (PSOL-PSTU) radicalizar, a UFPA não terá delegado no CONFASUBRA, pois a turma da TRIBO é maioria na FASUBRA.
Técnicos Administrativos: três chapas na disputa
Três chapas disputam a representação dos Técnicos-Administrativos nos Conselhos Deliberativos Superiores ( CONSEP, SONSAD e CONSUN). A chapa da direção do SINTUFPA (PSOL-PSTU), a chapa Muiraquitã (situação), que tem Telma Colares como Líder e a chapa Tribo que tem Zé Miguel, Leo e Apolinário como líderes. Serão eleitos representantes do nível superior, médio e de apoio.
O Liberal: Fadesp denunciada no domingo
Uma matéria sobre corrupção na FADESP frequentou a página de O Liberal neste domingo. Na verdade a matéria informa em torno de uma investigação instaurada há 04 anos pela Polícia Federal. Muito nomes são citados. A matéria me pareceu claudicante e sem objetividade. Ainda não entendí a mensagem desta reportagem. É uma reportagem a bem da República? ou seria mais uma vendetta dos articuladores desta notícia?
Remo perde e... Vinicinho vai hoje ao psicanalista com depressão
O leão levou farelo e hoje tem muita gente de mau humor, dentre eles Vinicinho Menezes.
Bilhetim tem novo editor
L.G é o novo editor do Bilhetim. L.G. é o responsável pelas notas advindas do movimento estudantil. Quem descobrir o nome de L.G. ganha citação especial neste blog.
DCE com três chapas?
Três chapas se articulam no ME: PSOL-PSTU. PT-PCdoB e uma frente dos partidos de centro esquerda (PPS, PMDB, PSDB e PR).
Com a perda de espaço nas instituições do Estado é muito natural que os partidos de centro e direita se voltem para as instituições da sociedade civil. E isto é muito bom para a democracia. Precisamos aprofundar a construção de uma esquerda e de uma direita democrática no Brasil. Nós sempre tivemos direita e esquerda, nos momentos de polarização política e ideológica no Brasil, sonhando em implantar projetos políticos globais com base em golpe de Estao. O exemplo mais candente foi a crise que levou ao golpe de 1964. A esquerda e os nacionalistas radicais apelavam a Jango para usar o governo para dar o golpe e a direita (UDN) apela ao exército pelo golpe, usando o fantasma do comunismo, em plena guerra fria.
Com a perda de espaço nas instituições do Estado é muito natural que os partidos de centro e direita se voltem para as instituições da sociedade civil. E isto é muito bom para a democracia. Precisamos aprofundar a construção de uma esquerda e de uma direita democrática no Brasil. Nós sempre tivemos direita e esquerda, nos momentos de polarização política e ideológica no Brasil, sonhando em implantar projetos políticos globais com base em golpe de Estao. O exemplo mais candente foi a crise que levou ao golpe de 1964. A esquerda e os nacionalistas radicais apelavam a Jango para usar o governo para dar o golpe e a direita (UDN) apela ao exército pelo golpe, usando o fantasma do comunismo, em plena guerra fria.
Governo do Pará: data decisiva
Ainda não tenho elementos para fazer uma avaliação objetiva da atuação do governo Ana Júlia. Mas daqui há oito meses possivelmente já terei esta avaliação. Aí já poderei projetar a disputa de 2010. Estou colhendo dados. As notícias negativas tem pontificado muito mais do que as positivas, pelo menos na grande mídia, que é o que conta para a opinião das massas populares.
Os arranjos para o DCE
Terça-feira (28/04) haverá CEB, Conselho das Entidades de Base da UFPA, onde será discutido prioritariamente eleição do DCE e Congresso da União Nacional dos Estudantes.
Pelo jeito, a disputa pelo DCE promete este ano. Parece que serão lançadas três chapas. Uma deverá ser composta por PSOL e PSTU, a outra PT, PCdoB, PDT e PMDB, e além dessas, a união entre PPS, PSDB, DEM, PV, PTB e PR.
Vamos ver no que isto vai dar...
L.G.
Vamos ver no que isto vai dar...
L.G.
Unidade Estudantil
Iniciou hoje um novo movimento estudantil na Universidade Federal do Pará. Um grupo plural e democrático que reúne diversas lideranças e forças políticas, promete novos tempos para o Movimento Estudantil e para a UFPA. O nome deste grupo é Unidade Estudantil.
L.G.
CEB: cancelado ou boicotado?
O Diretório Central dos Estudantes da UFPA havia convocado para a tarde de hoje, 24/04/09, uma reunião do Conselho de Entidades de Base para discutir questões relacionadas às eleições para o DCE e delegados para o Congresso da União Nacional dos Estudantes.
Até representantes dos campi do interior vieram, mas não houve reunião. Por que será? Ao que parece, os coordenadores do DCE não estavam preparados.
L.G.
Até representantes dos campi do interior vieram, mas não houve reunião. Por que será? Ao que parece, os coordenadores do DCE não estavam preparados.
L.G.
Maneschy compromete-se com estudantes
A UFPA sedia até o dia 26 de Abril, o XXXIII Encontro Nacional de Casas de Estudantes (ENCE), cujo tema é “de olhos abertos: viver, criar e transformar” e, na manhã de hoje, os participantes deste encontro realizaram caminhada do terceiro portão até a reitoria, com intenção de entregar nas mãos do ainda reitor, Dr. Alex Bolonha Fiúza de Mello, um documento reivindicando que sejam construídas moradias estudantis de qualidade no campus e que seja estudada a possibilidade de criar uma Pró-Reitoria específica para tratar assuntos relacionados à Assistência Estudantil.
Mas, quando os estudantes chegaram nesta reitoria tiveram a informação de que o então reitor, Alex Fiúza de Mello, já havia saído. Dessa forma, os estudantes foram até o reitor eleito, Dr. Calos Edilson Maneschy, que os acolheu muito bem e assinou este compromisso para sua gestão.
Mas, quando os estudantes chegaram nesta reitoria tiveram a informação de que o então reitor, Alex Fiúza de Mello, já havia saído. Dessa forma, os estudantes foram até o reitor eleito, Dr. Calos Edilson Maneschy, que os acolheu muito bem e assinou este compromisso para sua gestão.
L.G.
Governo Ana e crise agrária: a lentidão nas respostas às crises
Mais uma vez o governo demorou tempo demais em responder, em tempo politicamente rápido, ao confronto agrário de Xinguara. A senadora Kátia Abreu está faturando politicamente em cima desta crise. Quando um pequeno grupo de pessoas centraliza todas as iniciativas políticas, o governo fica parecendo um elefante branco, na hora de tomar decisões rápidas. Esta estrutura de tomada de decisões em tempos de crises está ultrapassada. Até porque o conceito de que é crise de repercussões sistêmicas, precisa do aval deste núcleo ultra centralizado. Este método é contra o conceito de governança nas relações governo e sociedade civil. e haja bombas explodirem.
Protógenes: o poder dos ricos
O que estão aprontando com Protógenes Queiroz , aquele delegado da Polícia Federal que peitou o banqueiro Daniel Dantas, é uma clara demonstração do poder dos ricos na vida política e administrativa brasileira. Parece que ainda não saimos dos tempos da Casa grande e Senzala, onde a lei e a ordem era de propriedade dos senhores territoriais.
Yes: os Ministros do STF são humanos
O bate boca entre Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa demonstra que o STF pulsa as paixões que envolvem a vida jurídica e política nacional. Joaquim não levou desaforo para casa, quando acusado, por Mendes, de "faltar" nas seções da corte suprema. Quem planta vento colhe tempestade.
Flexa Ribeiro quer continuar no Senado
Enquanto os analistas falam em Jáder, Paulo Rocha e Dudu na luta pelo senado, nos bastidores o atual senador Flexa Ribeiro se prepara para ser a grande surpresa da competição para o senado em 2010. O que não falta é pique para este tucano de alta plumagem.
SEDUC: Precisa-se de Professores
Professores de matemática, Artes, geografia e história estão sendo requisitados, para contrato provisório na SEDUC. Como muitos professores temporários foram recentemente distratados pela SEDUC, agora muitas escolas precisam repor estes quadros temporários. Todos os temporários só podem ficar no máximo 01 anos e não podem ter seus contratos prorrogados. Estes professores normalmente substituem os titulares que estão em programas de aperfeiçoamento (treinamentos, especializações, mestrados e doutorados, ou servindo, em cargo de confiança em outros órgãos e esferas do Esrado. Interessados devem se dirigir à SEDUC , ou procurarem a escolas necessitadas para serem indicados. A Escola Estadual Luis Nunes Direito é uma delas. Existem muitas outras escolas na mesma situação.
CONSAD, CONSEP, CONSUN: Nova bancada dos Técnicos
Nos próximos dias começarão a campanha para a eleição da nova bancada dos Técnicos nos conselhos deliberativos superiores. A bancada dos técnicos junto com a estudantada foram fundamentais, dentro do CONSUN, para a garantia da democracia na UFPA, no recente confronto político dentro da instância máxima da UFPA.
Nomeação de Maneschy
Está sendo esperado a qualquer momento (nos próximos dias) a publicação no DOU a nomeação de Carlos Maneschy, como o novo reitor da UFPA. Dr. Wiliam Vale promete oferecer dois bois na festa da nomeação.
DCE-UFPA: as chapas se articulam
Parece que teremos um grande embate nas próximas eleições para o DCE. Um chapão ante troskas está sendo costurada na UFPA. Mais do que discurso ideológico, as chapas devem começar a reinventar o ME. Os pressupostos usados no contexto ditatorial deve ser superado pelas esquerdas.
Ausência de postagem
Problema na linha telefônica deixaram-me fora do ar, hoje, pela manhã. Só agora foi resolvido o imbróglio. Estou com tempo esgotado para postar hoje. Só volto a postar amanhã.
O governo estadual, a ALEPA e os partidos
a turma do núcleo de governo continua tratando como algo secundário as relações com a base parlamentar, com o G-7 e com partidos que podem entrar, organicamente para o apoio ao governo. A mídia informa que Gerson e o PP, até agora não foram levados a sério. O PTB, com o episódio do corte de orçamento para o CENTUR está insatisfeito. Esta turma gosta de brincar com fogo. Quando o cálculo político demonstrar que os custos de apoiar será maior do que os custos de denunciar, o governo não aglutinará mais ninguém. Será um isolamento irreversível.
Senado 2010: O sonho de Jáder
Jáder Barbalho sonha com o anúncio de Dudu em desistir de competir por uma vaga para o senado. Enquanto esta declaração não vem, toma porrada no Dudu, nas mídias da família.
Sucessão estadual: PSDB. Paz só para inglês ver
Quem pensa que Mário Couto e Jatene selaram a paz, deve acreditar em Papai Noel. A luta interna pela cabeça da chapa em 2010 está só começando. Quem viver, verá.
Tiradentes e o Patriotismo
A noção de patriotismo está relacionado com a idéia de fusão entre território e nacionalidade. A cidade não sentiu o clima de comemoração do maior mártir da República e da Pátria brasileira. Precisa-se de política pública para a construção da noção de cultura cívica no Brasil. Aqui prevalece a cultura predatória em relação ao patrimônio público. Haja cidade suja, carteiras escolares depredadas, prédios públicos pichados e ruas esburacadas e imundas.
São Raimundo, campeão do Pará?
Dificilmente, no meu ponto de vista, o S. Raimundo deixará de ser campeão paraense. É o melhor time do campeonato. tomara que eu queime a língua, para o bem dos grandes.
Àfrica do Sul elege hoje Presidente
Hoje, provavelmente o Congresso Nacional Africano, elegerá novamente o presidente da África do Sul. Ainda resta, neste país, muita pobreza e muito racismo. Só os séculos vindouros superarão os seculares anos de apartheid racial.
Posse de Maneschy: a transição segue a todo vapor
Nos corredores da reitoria, segue as reuniões de repasse das informações administrativas da gestão Alex para a gestão Maneschy.
Águia X Flu: luta de desiguais
O águia encarna no esporte, hoje no Maracanã, a desigualdade federativa. Só uma super zebra tirará o flu da copa Brasil. A diferença entre os clubes é flagrante.
A Judicialização da política
Neste final de semana o Ministro da Justiça Tarso Genro propõe uma reforma constitucional com vistas a enfrentar temáticas muitos caras à política, como a relação entre os poderes do Estado Federativo brasileiro. O núcleo da crítica está na judicialização crescente da política brasileira, onde o poder judiciário está fazendo em contagotas a reforma política.
Ora, não existe espaço vazio que não seja ocupado. No Brasil o poder legislativo vem demonstrando incapacidade política estruturante para realizar a reforma polítca, capaz de diminuir os custos decisórios no Brasil. Explico: cada política pública estruturante no Brasil demanda grandes negociações e trocas coletivas e individuais, envolvendo o executivo e o legislativo nacional e estaduais.
Na raiz do problema está a formação da representação parlamentar com base no personal vote ou voto personalizado e na lista aberta partidária, na fraqueza orgânica dos partidos, na multiplicação de legendas para todos os gostos, construidas com base em projetos personalistas e não coletivos, no financiamento privado de campanha que coloca no mesmo barco corruptos e não corruptos, no orçamento anual autorizativo que coloca o parlamento nas mãos do executivo.
O parlamento está numa sinuca de bico insanável. Os parlamentares com mandatos não mudam as regras do jogo, porque estão no exercício do mandato que lhes dá determinado tipo de acesso ao poder político e acumulam grande incerteza, acerca de seu destino político, num contexto de ampliação do poder dos partidos políticos. Eles confundem ampliação do poder do partido com o aumento do poder da burocracia partidária.
Neste contexto de paralisia decisória do parlamento, relacionada à reforma política, o poder judiciário vem tomando decisões que o parlamento nacional não se digna a tomar.
Só a convocação de uma Assembléia Constituinte, formada por delegados com mandatos específicos para este fim, poderia fugir ao corporativsmo parlamentar e aprovar as reformas polítcas, precedida de um amplo debate nacional. Seriam pauta desta Constituinte exclusiva: 1-Reforma Política e Institucional, que discutiria, inclusive, as relações entre os poderes executivo e legislativo, 2- Reforma tributária, reconstruindo o pacto federativo em busca da equidade estratégica entre os estados membros da federação.
Na conjuntura estrutural global das relações entre os poderes do Estado, sempre um poder tem a prerrogativa de intervir em outro poder, esta é a base da doutrina ( Freios e contrapesos) ou check and balance, que garante o equilíbrio entre os poderes, onde um poder tem o direito de iniciativa e veto sobre o outro.
Ora, não existe espaço vazio que não seja ocupado. No Brasil o poder legislativo vem demonstrando incapacidade política estruturante para realizar a reforma polítca, capaz de diminuir os custos decisórios no Brasil. Explico: cada política pública estruturante no Brasil demanda grandes negociações e trocas coletivas e individuais, envolvendo o executivo e o legislativo nacional e estaduais.
Na raiz do problema está a formação da representação parlamentar com base no personal vote ou voto personalizado e na lista aberta partidária, na fraqueza orgânica dos partidos, na multiplicação de legendas para todos os gostos, construidas com base em projetos personalistas e não coletivos, no financiamento privado de campanha que coloca no mesmo barco corruptos e não corruptos, no orçamento anual autorizativo que coloca o parlamento nas mãos do executivo.
O parlamento está numa sinuca de bico insanável. Os parlamentares com mandatos não mudam as regras do jogo, porque estão no exercício do mandato que lhes dá determinado tipo de acesso ao poder político e acumulam grande incerteza, acerca de seu destino político, num contexto de ampliação do poder dos partidos políticos. Eles confundem ampliação do poder do partido com o aumento do poder da burocracia partidária.
Neste contexto de paralisia decisória do parlamento, relacionada à reforma política, o poder judiciário vem tomando decisões que o parlamento nacional não se digna a tomar.
Só a convocação de uma Assembléia Constituinte, formada por delegados com mandatos específicos para este fim, poderia fugir ao corporativsmo parlamentar e aprovar as reformas polítcas, precedida de um amplo debate nacional. Seriam pauta desta Constituinte exclusiva: 1-Reforma Política e Institucional, que discutiria, inclusive, as relações entre os poderes executivo e legislativo, 2- Reforma tributária, reconstruindo o pacto federativo em busca da equidade estratégica entre os estados membros da federação.
Na conjuntura estrutural global das relações entre os poderes do Estado, sempre um poder tem a prerrogativa de intervir em outro poder, esta é a base da doutrina ( Freios e contrapesos) ou check and balance, que garante o equilíbrio entre os poderes, onde um poder tem o direito de iniciativa e veto sobre o outro.
A doméstica, Vanessa e financiamento de mandatos
A vereadora Vanessa vive a possibilidade de perder o mandato por causa da denúncia da doméstica "assessora". Esta prática é mais comum do que se imagina. No decorrer dos anos democráticos, muitos parlamentares recorreram ao seguinte expediente: contratavam assessores com salários variando entre R$ 500,00 e 1.000,00 reais. Como o valor dos cargos comissionados eram muito acima disso, os empregados repassavam a diferença ao mandato parlamentar.
logicamente que este acordo era feito com empregados ativamente comprometidos com estes mandatos, faziam estes acordos e jamais deduravam este tipo de acerto.
No fundo da questão está o modelo de sistema eleitoral, partidário, parlamentar e de mandatos no Brasil. No cotidiano de um mandato personalizado, como o brasileiro, o parlamentar é demandado diariamente pelos seus eleitores: assim o pagamento de conta de energia elétrica, água, gás de cozinha, remédios, fazem parte das despesas diárias dos mandatos parlamentares, principalmente os cargos municipais.
No Brasil os orçamentos anuais são autorizativos, ou seja, só são executados com a autorização dos executivos. Os executivos aproveitam a execução orçamentária anual, especialmente as emendas parlamentares, para garantir as maiorias nos parlamentos, inclusive o municipal. Assim as emendas são executadas em "contagotas" e o parlamentar não pode, no cotidiano, atender as demandas coletivas de suas bases eleitorais: estas demandas normalmente se materializam com o atendimento de solicitações, como: melhoria de escolas, construções de postos de saúde, construção de pontes e estradas vicinais, além de aterros e asfaltamentos de ruas, apoio para blocos carnavalescos e para as festas juninas e esportes de uma forma geral.
Os eleitores, independente da teoria política, vêem os parlamentares, principalmente os vereadores, como executivos e esperam os atendimentos de suas demandas concretas. O parlamento brasileiro não tem poder de execução orçamentária, e como tal, não podem atender demandas coletivas de suas bases, como ocorre, por exemplo nos EUA, onde o orçamento é impositivo e o legislativo não depende do executivo para fazer valer o orçamento anual, inclusive com as emendas parlamentares. Uma das bases explicativa da credibilidade do parlamentar americano, está no atendimentos (concreto) das demandas dos distritos eleitorais, de cada parlamentar. O parlamento é altamento credibilizado neste país e o povo tem fé na democracia. O que não ocorre no Brasil.
Então os parlamentares, buscam recursos, onde eles existam, para atender estas demandas diárias e parte da verba dos cargos comissionados são usados para o atendimento das demandas individuais dos eleitores.
Estas são as razões de fundos deste pragmatismo dos mandatos parlamentares. Logicamente que este pragmatismo envolve risco: porque todo pragmatismo ocorre na informalidade da lei, ou como chamamos em ciência política "informal constrange".
Como a vereadora Vanessa fez este acordo com uma pessoa não militante, está passando por este terrível constrangimento público, com risco de perder o mandato.
logicamente que este acordo era feito com empregados ativamente comprometidos com estes mandatos, faziam estes acordos e jamais deduravam este tipo de acerto.
No fundo da questão está o modelo de sistema eleitoral, partidário, parlamentar e de mandatos no Brasil. No cotidiano de um mandato personalizado, como o brasileiro, o parlamentar é demandado diariamente pelos seus eleitores: assim o pagamento de conta de energia elétrica, água, gás de cozinha, remédios, fazem parte das despesas diárias dos mandatos parlamentares, principalmente os cargos municipais.
No Brasil os orçamentos anuais são autorizativos, ou seja, só são executados com a autorização dos executivos. Os executivos aproveitam a execução orçamentária anual, especialmente as emendas parlamentares, para garantir as maiorias nos parlamentos, inclusive o municipal. Assim as emendas são executadas em "contagotas" e o parlamentar não pode, no cotidiano, atender as demandas coletivas de suas bases eleitorais: estas demandas normalmente se materializam com o atendimento de solicitações, como: melhoria de escolas, construções de postos de saúde, construção de pontes e estradas vicinais, além de aterros e asfaltamentos de ruas, apoio para blocos carnavalescos e para as festas juninas e esportes de uma forma geral.
Os eleitores, independente da teoria política, vêem os parlamentares, principalmente os vereadores, como executivos e esperam os atendimentos de suas demandas concretas. O parlamento brasileiro não tem poder de execução orçamentária, e como tal, não podem atender demandas coletivas de suas bases, como ocorre, por exemplo nos EUA, onde o orçamento é impositivo e o legislativo não depende do executivo para fazer valer o orçamento anual, inclusive com as emendas parlamentares. Uma das bases explicativa da credibilidade do parlamentar americano, está no atendimentos (concreto) das demandas dos distritos eleitorais, de cada parlamentar. O parlamento é altamento credibilizado neste país e o povo tem fé na democracia. O que não ocorre no Brasil.
Então os parlamentares, buscam recursos, onde eles existam, para atender estas demandas diárias e parte da verba dos cargos comissionados são usados para o atendimento das demandas individuais dos eleitores.
Estas são as razões de fundos deste pragmatismo dos mandatos parlamentares. Logicamente que este pragmatismo envolve risco: porque todo pragmatismo ocorre na informalidade da lei, ou como chamamos em ciência política "informal constrange".
Como a vereadora Vanessa fez este acordo com uma pessoa não militante, está passando por este terrível constrangimento público, com risco de perder o mandato.
