Blog do Edir Veiga. Este Blog é um espaço de informação sintética sobre fatos políticos Nacional e estadual e sobre a vida da comunidade da UFPA. Quem quiser acompanhar ensaios, artigos, debates políticos e acadêmicos deve acessar: http//bilhetimdeanalises.blogspot.com
Líbia: Kadhafi continua aprontando
Violência: prioridade como estratégia diminui violência no Pará
Pois é , esta roda já foi inventada e com ela, o governo do Pará vem salvando vidas. Veja mais aqui
Divisão do Pará: bancada do oeste do Pará mobiliza a Câmara dos Deputados
Ministro paraense: Padilha discute saúde com a FAMEP
Senador: seguro defeso teria pago morto
Tsunami: vazamento radioativo ameaça Tóquio
Sintufpa: Tribo elege 4 dos 5 membros da CIS
Reforma Política: Câmara quer diminuir interferência da Justiça Eleitoral
PROUNI: governo quer acabar com vagas ociosas
Câmara dos Deputados: Paraense é Procuradora das Mulheres
Hospital Bettina: Amorim põe Hospital nos trilhos
De parabéns a comunidade universitária do Bettina Ferro. Para fazer os trabalhadores universitários renderem, basta trabalhar em equipe, implantar um modelo de gestão colegiada e ter as pessoas certas nos lugares certos. Gestão centralizadora e com base no chicote não sobrevive na UFPA.
UFPA: Medicina dá a volta por cima
DEM: em busca de identidade
Sintufpa: Hoje tem eleição para a CIS
Vale: Dilma quer o dinheiro dos royalties
Castanhal: MPE debate menores em situação de risco
UFPA: RU fornecerá jantar
Japão: a ameaça nuclear ainda não cessou
Japão: o risco nuclear
Terra Firme: governo investe no combate estrutural à violência
ICB - Inaugurou Prédio de Ensino
CIS/PCCR-UFPA: Servidores elegem comissão
Como sou Tribalista de origem, peço voto à turma da TRIBO amanhã. Zé miguel, Léo, Bárbara, Reginaldo Mourão e Calumby são nossos representantes nesta disputa. Veja mais aqui
BR- 316: o inferno é aqui
Tribunal de Justiça Desportiva/PA: O Tribunal de Futebol quer apoio da OAB na luta pela autonomia frente a Federação de Futebol
Diz um antigo adágio escocês que “quem paga o gaiteiro escolhe a música.” De fato, o entendimento do senso comum é o de que quem paga os custos de qualquer empreendimento ou ação humana – seja a música do gaiteiro escocês, sejam os custos de manutenção de uma instituição -, acaba por impor a sua vontade. O ditado escocês aplica-se à perfeição ao que sucede hoje com o Tribunal de Justiça Desportiva – TJD – no Estado do Pará, uma vez que a sede do tribunal funciona no prédio da Federação Paraense de Futebol - FPF, assim como os custos de sua manutenção e o salário de suas duas empregadas são pagos diretamente pela FPF. A dependência é tão avassaladora que o TJD/PA não dispõe nem mesmo de uma conta bancária aberta em nome da instituição.
No dia 17.08.2010, um acordo celebrado no Ministério Público Estadual, na sede Promotoria do Consumidor, propôs mudar essa trajetória dependente do Judiciário Desportivo no Pará em relação à poderosa FPF. Pelo referido acordo, o presidente da Federação Paraense de Futebol aquiesceu com a transferência da sede do tribunal para outro lugar, assim como o pagamento das despesas de manutenção e dos salários dos empregados sairão de uma rubrica do orçamento da instituição organizadora do futebol paraense. Os termos do acordo foram claramente inspirados no desenho institucional do Superior de Tribunal de Justiça Desportiva – STJD – com sede no Rio de Janeiro, que dispõe de sede própria, receita própria oriunda de uma rubrica do orçamento da Confederação Brasileira de Futebol – CBF e possui 7 (sete) empregados pagos diretamente pelo tribunal. Outro ponto relevante do acordo é que as próximas eleições para o Tribunal Pleno do TJD/PA serão fiscalizadas pelo Ministério Público Estadual, uma garantia de que o processo de escolha dos novos auditores respeitará os princípios da legalidade e da transparência contidos no Estatuto do Torcedor.
No entanto, quando tomou conhecimento do acordo, a maioria do Tribunal Pleno do TJD/PA se sublevou contra os seus termos acima descritos e, de imediato, decidiu, vencido o voto do ora signatário, que uma comissão de auditores fosse ter com o presidente da OAB/PA, Jarbas Vasconcelos, que, antes simpático à autonomia efetiva, e não aparente, do Judiciário Desportivo no Pará, recuou para declarar-se neutro em face da verdadeira crise institucional instaurada.
A neutralidade do presidente da OAB/PA apresenta-se, na verdade, como um apoio explícito aos que se opõem à autonomia efetiva do TJD/PA; trata-se, pois, de uma falsa neutralidade que agride, inclusive, o Estatuto do Torcedor que determina a plena independência do tribunal como direito do torcedor, conforme deflui do art. 34 da Lei Federal nº 10.671/2003.
Em carta que o autor endereçou à Presidência da OAB/PA em 17.12.2010, e até agora não respondida, foram indicadas as razões da falsa neutralidade; a mais evidente reside no fato de que os dois representantes no Tribunal Pleno do TJD/PA colocaram-se claramente contra o acordo e, se o presidente Jarbas Vasconcelos declara-se neutro, abona, por óbvio, o posicionamento esposado pelos auditores indicados pela Ordem dos Advogados do Brasil, Seção do Pará. Trata-se de uma posição vergonhosa e insustentável não somente porque colide com normas expressas do Estatuto do Torcedor, cujo bem último a ser protegido são os interesses do torcedor (e não os da FPF, como alguns parecem crer), mas também porque tal atitude afeta a trajetória histórico-institucional de lutas da OAB em prol da conquista, consolidação e ampliação do Estado de Direito em nosso país.
A neutralidade do presidente da OAB/PA colide, demais disso, com a posição assumida, até aqui, pela Comissão de Direito Desportivo da própria Seccional, que já se manifestou inequivocamente em favor da conquista da efetiva autonomia do TJD/PA. Essa ambivalência de posicionamentos dentro da mesma instituição não pode perdurar indefinidamente sem causar graves fissuras institucionais, além de sinalizar para o torcedor paraense mensagens contraditórias acerca de um tema público tão relevante para o desporto e para a paz nos estádios.
Portanto, outro caminho não resta à Presidência da OAB, Seção do Pará, senão rever imediatamente sua posição de absurda neutralidade, porquanto beneficia os adversários da autonomia efetiva do Judiciário Desportivo no Pará, devendo determinar aos seus dois representantes que passem a defender publicamente a causa da autonomia do TJD/PA, bem como deve promover audiência pública para este fim, convocando todos os atores desportivos relevantes para debater o novo desenho institucional do tribunal, dentre outras medidas.
Se permanecer neutra como hoje se encontra, a presidência da OAB/PA agirá contra o Estatuto do Torcedor respondendo pelos efeitos deletérios acima apontados e, acima de tudo, demonstrará que acredita que o gaiteiro escocês escolhe as músicas que toca e não as que são determinadas por quem lhe paga o soldo.
André Silva de Oliveira
Auditor e ex-Presidente do TJD/PA
São Paulo: morre freira que desafiou a Ditadura
Japão: a face do Apocalipse
O Pará e suas rodovias
Futebol: Mapará engole Leão
Belém e a Lei Seca.
Não há dúvida, uma lei como esta jamais agradará aos freqüentadores dos bares. A questão é que: a lei seca nos bairros periféricos e em suas adjascências a partir de determinado horário da noite diminui consideravelmente o índice de violência em nossa cidade e região metropolitana.
Só para dar um exemplo, apenas 20% dos homicídios no Brasil e no Pará, advém do latrocínio, 80% de outras modalidades de homicídios são consequências direta do consumo de drogas, com destaque para o consumo de álcool.
A sociedade vai ter de fazer uma escolha, ou a lei seca a partir de um determinado horário ou, conviver com a violência patrocinada pelo consumo de bebidas aloólicas. Nesta escolha haverá perdas, a pergunta é: onde perderemos menos? Veja mais notícia sobre a polêmica causada pela Lei Seca aqui
UFPA: as notícias negativas se articulam
HUJBB: greve geral a partir de Março
HUJBB: sem POA em 2010
No ano de 2010 o HUJBB executou o POA repetido de 2009. Como o HUJBB não conseguiu executar o que estava pactuado no POA é que em 2010 não foi enviado nenhum POA ao Ministério da Saúde. Parece que o setor de planejamento está paralisado no velho Barros.
SUS: a municipalização da alta e média complexidade
O caminho para transformar o Brasil deve passa por uma reforma tributária que retire poder fiscal e orçamentário da União e dos estados membros e os oriente em direção aos municípios. Esta nova revolução precisa iniciar no Brasil. Lógico que todo este caminho deve iniciar pela diminuição do imperialismo fiscal e orçamentário do sul-sudeste sobre norte e nordeste. O governo do estado acaba de municipalizar serviços de alta e média complexidade para 11 municípios paraense. Veja aqui
HUJBB: TV liberal divulga descalabros
Ficha Limpa: STF na berlinda
Dito popular em política: quando o bode é um presente necessário
O Rei então resolveu atender-lhe o pedido. O Rei chamou os criados e mandou buscar um bode real. Quando o criado trouxe o caprino real o Rei ordenou ao súdito pidão: receba este bode real tome-lhe conta da melhor forma possível.
O coitado do súdito agora teria de dividir sua parca comida com o bode e mantê-lo guardado dentro de seu quartinho.
Passados 3 mêses o súdito voltou ao Rei e fez-lhe um novo pedido: meu senhor aceite seu bode real de volta, minha casa é pequenina e minha capacidade de alimentá-lo está se esgotando.
Então o Rei atendeu o pedido do súdito e recebeu o bode de volta. O súdito pidão ficou muito agradecido e voltou feliz para sua casinha.
Moral da história: um bode é sempre um recurso decisivo num conflito político que parece insolúvel.
dito popular na política: a questão do Jabuti trepado na árvore
HUJBB: festival de notícias negativas
SEFA: os segredos dos não republicanos da DS
Líbia: chefe de governo fala em democracia direta
Rede TV: Hebe elogia Dilma e pede palmas para Zé Dirceu
Barbárie: o divórcio entre classe política e o mundo social
Adeus a Benezinho: foi-se uma lenda viva da filosofia
Recebemos a seguinte postagem:
MAIS UMA INSPIRAÇÃO QUE SUBIU
Concordo que deveria ter havido um melhor tratamento ao Bené Nunes.
Aqui também esqueceram dele e o que é pior em vida ou alguém lembra o motivo dele não pertencer a Academia Paraense de Letras?
Enquanto o Tim Maia na musica Coronel Antonio Bento quando fala que convidou o Bene Nunes pra tocar se referia que o coronel queria um filosofo para dar o toque aos noivos e tornar o casamento eterno, porque no interior do Nordeste não existe mulher separada e sim viúva!
Quem conhecia o poeta palestrante e dono de jabutis teve duas lagrimas ao tomar conhecimento de sua morte uma do lado do coração iniciando a saudade física e outra do lado direito pela perda espiritual!
“ QUANDO DEUS CHAMA UM POETA É PORQUE O CÉU ESTA CARENTE DE INSPIRAÇÃO!” Frase que escrevo em um cartão e mando com uma rosa branca para um poeta que morre!
Parece que o céu andou carente de inspiração pois já escrevi esta frase duas vezes nesse mês de Fevereiro de 2011 uma para o Bené outra pro Alonso !
Resta agora aparecer um vereador para sugerir seu nome para Praça da Leitura ou criar a Praça da Filosofia colocando seu nome.
Mestre Chico Barão
1/3/11 3:31 AM
Financiamento de campanha: MPE vai investigar sonegação contra o fisco estadual
Educação: Erundina e Chalita querem novo partido da educação
HUJBB: anônimo insinua corrupção
Edir,
Veja a prova do crime. Leia aqui o edital para aquisição dos elevadores: Aqui Nele você verá que o tamanho está especificado e que o vencedor teria 30 dias para a entrega do produto instalado. Pelo edital, em janeiro de 2010 estes elevadores deveriam estar em funcionamento. Na ata deste pregão você descobre que somente uma empresa participou do certame, a THYSSENKRUPP ELEVADORES SA. Segundo os especialistas, isto se deu pelo fato do edital excluir nas especificações outros fabricantes. Nem as empresas que apresentaram propostas para instruir o processo se habilitaram para a licitação. Como a THYSSENKRUPP ELEVADORES SA estava jogando só, impôs inclusive valores acima do valor de referência. Não é no mínimo estranho? A verdade é que tudo foi acertado previamente na Rua Roso Danin, Nº 614. Inclusive, teve gente do esquema que viajou para Guaíba-RS por conta do fornecedor. Ficaram hospedados no Blue Tree Towers Porto Alegre, na Avenida Coronel de Oliverira; 995 - Bela Vista, Porto Alegre. O problema é que o pessoal do esquema é ganancioso. O "acerto" era de 15%, mas depois de adjudicado, homologado e empenhado eles queriam aumentar a fatia do bolo para 25%. Como o valor global é de R$ 768 mil, a mordida ficaria em mais de R$ 190 mil pros meninos.Daí que estamos até hoje sem os elevadores novos.
Líbia: Trípoli na corda bamba
Adeus à lenda acadêmica: morre Bené Nunes
IFCH-UFPA debate verticalização do crescimento urbano
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Restituição de Saúde na UFPA: a incompetência do setor
OBS: esta devolução faz parte de legislação federal conquistada pelos servidores federais, uma vez que dos 11% que descontamos para a previdência, 03% deveria ser destinados à assistência em saúde, e este serviço não é prestado pelo governo federal.
Patrimonialismo: o enriquecimento dos presidentes das Assembléias Legislativas do Brasil
Sonegação fiscal: novos rumos da corrupção no governo Ana/Puty
Hospital Bettina-UFPA: denúncia bombástica
Aumento de proventos: Deputados e membros do executivo tem novos salários
Em países como a Suiça o salário de um deputado equivale ao seu salário de seu emprego anterior à vitória eleitoral. Logicamente que para aqueles que chegaram ao parlamento estando desempregado ou em emprego informal é arbitrado um salário compatível com o salário de uma família com até três filhos.
Logicamente que nestes países o Estado garante toda a infra-estrutura para que o gabinete parlamentar funcione a contento, inclusive garantindo passagens e diárias para o deputado e seus assessores, para que o parlamentar possa visitar suas bases eleitorais.
Super ganho: Vale tem lucro de 30 bi
Censura: um judiciário sob questionamento
Dudu: tem praça na pindaíba
HUJBB: a bomba latente
Governo do estado: SEAD anuncia novas nomeações de concursados na SEDUC
ALEPA: o escândalo da vez
Elevado da Júlio César: caindo aos pedaços
PSOL no ataque: Edmilson quer CPI da ALEPA
Oriente médio e África: desejo de liberdade
Essas Ditaduras estão em xeque, sejam elas de roupagem de direita (Egito) ou de esquerda (Líbia). Estes governos são incapazes de se autojustificarem perante aos seus povos.
Qualquer utopia no contexto pós-moderno tem de ter no seu cardápio, o Estado de Direito, protegendo a população do arbítrio do governante e a Democracia como método de seleção de chefes políticos.
Ao longo do século XX, muitas Ditaduras conseguiram fazer a inclusão social em troca dos direitos civis e políticos a exemplo de Cuba e Rússia, até a queda do muro de Berlim. Este tempo acabou. E no século XXI, todos os sistemas políticos, independente do seu perfil ideológico, têm de contemplar a democracia e o Estado de Direito.
Democracia e Estado de Direito, são conquistas civilizatórias inventadas no ocidente e que agora passam a ser um desejo universal da humanidade. A barbárie está perdendo espaço em nosso planeta.
Crime eleitoral: Dudu na corda bamba
ALEPA: Receita Federal já apura a "farra" com recursos públicos
Reforma Política: Listas eleitorais fechadas ou abertas?
Nos sistemas eleitorais de listas fechadas, é concedido maior poder eleitoral ao partido. Prevalece o voto em legendas e em projetos. Mas existe o risco do controle oligárquico da direção partidária na formação da lista partidária.
Nos sistemas eleitorais com lista fechada flexível, busca-se um equilíbrio entre o peso do partido e o peso do eleitorado na decisão da lista de deputados eleitos.
Caso se busque a diminuição dos custos da governabilidade, aposta-se no voto em lista fechada. Caso aposte-se apenas na representação em detrimento da secundarização das discussões em torno dos custos da governabilidade, então aposta-se em defender o privilégio do eleitor na formação da lista dos deputados eleitos.
Os pequenos partidos normalmente são contra o voto em lista fechada, por motivos óbvios.
A maior excrescência do sistema eleitoral brasileiro é a permissão da coligação em eleições proporcionais, porque liquida com o príncipio pelo qual foi instituido o voto proporcional: garantir a presença de minorias políticas relevantes na sociedade.
Reforma política: Lei Tiririca começa a ser debatida na terça(23)
ALEPA: bomba política em gestação
Distritão na reforma política: quando o ruim piora
TV Record: mancha para o nome HUJBB
RBA, TV Record. A cada dia, mais lama vai caindo sobre o nosso HUJBB.
A direção do Barros Barreto é o problema?
Alepa: o engessamento de Pioneiro
Será que Pioneiro saberá como se posicionar neste complexo tabuleiro político? Num momento em que o executivo espera contenção de gastos, qualquer atitude particularista de Pioneiro produzirá uma guerra de todos ( os não beneficiados) contra a mesa diretora.
Salário mínimo: o poder do governo
400 anos de concentração de renda, a partir da captura do Estado, não se resolve em 10 ou 20 anos. Temos uma tarefa centenária, que pode sofrer solução de continuidade se o populismo não tomar de assalto os governos.
Escândalo da Alepa: quem apura?
HUJBB: não ser cara de pau
Salário mínimo: quanto vale a palavra das centrais sindicais?
Houve a aprovação de uma lei no Congresso Nacional, que foi resultado de amplas negociações entre o governo, o congresso e as centrais sindicais. Essa lei vigoraria até 2015. O salário mínimo seria o resultado de uma fórmula que envolveria o crecimento do PIB e a média da inflação dos últimos dois anos anteriores ao reajuste.
Pois bem, como o crecimento do PIB em 2009 foi zero, o reajuste seria algo em torno de 4,5%, que permitiria que o mínimo ficasse em torno de de 540 reais em 2011. Por outro lado, o reajuste de 2012 iria para 615 reais, devido ao forte crescimento do PIB em 2010, cerca de 10%.
Como o PIB variou de forma negativa em 2009 e o reajuste será menor em 2011, foi o suficiente para as centrais sindicais jogarem fora o acordo firmado em lei. Então, quem está errado? o governo ou as centrais sindicais? qual será o valor de um documento firmado pelos movimentos sociais? então só vale o acordo quando o país estiver bem de saúde? E quando o país passa por dificuldades? Chuta-se acordo e coloca a bomba nas mãos do governo?
As concertações que construiram o Welfare State Social Democrata europeu, produziram acordos que perduraram por mais de 30 anos. E assim construiu-se uma sociedade de classe média alta e nesse período, dificuldades e sanidades foram divididas solidariamente entre governo, congresso, empresariado e trabalhadores.
2012: quem ganhará pontos na metropolitana
Denúncias de corrupção: o que se espera do PT?
Jatene: a Fapespa e novos financiamentos?
Reitoria/UFPA: A luta por recursos em 2010
Recebí do vice reitor Horácio Schneider um breve relato da gestão Maneschy/Schneider em torno da luta para garantir os recursos orçados do REUNI para a UFPA. Como sabemos, não basta termos recursos no orçamento, para viabilizá-los é necessário a produção de projetos para se habilitar para acessá-los e finalmente produzir força política para trazer esse dinheiro.
Caro Edir.
Segue abaixo algumas informacoes sobre as atividades realizadas em
2010 no que se refere ao REUNI.
Os seis meses após a posse de Maneschy em 2009, foi de luta para não perder orçamento
deste ano.Quando iniciou o ano de 2010 tínha-se pela frente uma grande tarefa. O
orçamento previsto para custeio (material de consumo e serviços) e investimento
(obras e equipamentos) somava mais de 29 milhões de
reais. Além desses, havia ainda um volume de recursos para obras e
equipamentos referentes a 2009 que o MEC tinha contingenciado
(retido). Esses recursos retidos pelo MEC referentes ao ano de 2009
somavam mais de 13 milhões de reais, os quais acrescentados aos
recursos de 2010 atingiam o montante de mais de 42 milhões de reais.
A tarefa se tornou mais complexa ainda, porque o MEC passou a exigir
que elaborássemos projetos (termo de referência e planos de trabalho) para aquisição
de equipamentos e realização de obras. Estes projetos tinham que ser previamente
encaminhados ao MEC para análise e , caso fossem aprovados, os recursos seriam
liberados (descentralizados) e então poderíamos proceder a licitação.
Essa prática, que não era adotada anteriormente pelo MEC,
dificultou bastante o processo porque aumentou o número de passos burocráticos
necessários para por ex. construir um prédio ou comprar equipamentos para uma
determinada unidade acadêmica.
Durante o ano de 2010 a equipe responsável pela coordenação e execução
do REUNI elaborou e submeteu ao MEC vinte (20) projetos de obras beneficiando os
campi de Abaetetuba (1), Altamira (2), Belém (8), Bragança (2), Breves (1), Cametá
(2), Castanhal (2), Marabá (1), e Soure (1); e oito para aquisição de equipamentos
favorecendo praticamente todos os campi. Dos vinte projetos referentes a obras e oito
para aquisição de equipamentos, apenas cinco de obras e dois de equipamentos não
foram liberados.
· Desta vez é o MEC que está em débito com a UFPA e não o contrário.
Em resumo, no ano de 2010 todos os projetos foram elaborados e
encaminhados ao MEC e todos os projetos autorizados (obras e equipamentos) foram
licitados.
· A missão foi cumprida.
Para 2011 os recursos do REUNI chegam a mais de 52 milhões de reais para
obras, equipamentos e custeio. Mais um grande desafio, que se vencido representará
mais prédios e equipamentos e mais recursos para manutenção e reformas a serem
aplicados nos diversos Campi da capital e interior, inclusive nos novos campi de
Capanema e Tucuruí, que serão contemplados com obras de infraestrutura.
A ação articulada da administração superior com os dirigentes das unidades
certamente vai permitir que no final de 2011 possamos dizer
de novo missão cumprida.
Um grande abraço.
Horácio Schneider.
Corrupção na SEMA: o abafa de classe
Salário Mínimo: oposição irresponsável
ALEPA: os desafios de Pioneiro
Além de demonstrar capacidade de domínio dos regimentos da Casa, Pioneiro terá a grande chance de interagir com todos os poderes legislativos dos municípios paraenses, sem falarmos do CAC e sua relação com a sociedade.
Pioneiro corre o risco que todos os deputados em funções executiva estão correndo, qual seja: não permitir desmandos administrativos que os venham a colocar em xeque perante os tribunais de contas e a imprensa.
Pioneiro escreveria seu nome na política paraense se debatesse com seus pares uma agenda desenvolvimentista para todas as micro-regiões do estado e ganhasse o apoio do poder executivo estadual. Enfim, construisse diretrizes de políticas de estado para enfrentar problemas estruturais como: infra-estrutura para a economia, geração de emprego e renda e política tecnológica para fazer frente às demandas sócio-ambientais do Pará.
Leão atropela Papão: Vinicinho está insuportável
Corrupção: a via crucis do ex- todo poderoso
Alepa: Ítalo ficará na Secretaria Legislativa
2012: Duciomar quer influenciar...e muito
Yamada, Edmilson, Jordy e Priante se enquadram na galeria de supercompetidores e ainda falta o candidato do governador. Definitivamente, 2012 terá uma super-eleição.
Quem atingir 20% de intenções de votos já ameaçará chegar ao segundo turno. Deverá ocorrer uma super fragmentação nas preferências eleitorais.
Claro, Dudu será ator central se não for cassado pelo TRE/TSE.
Contas públicas: A tesoura de Dilma
ALEPA: Celso Sabino toma posse
HUJBB: MPF entra na história
A universidade funciona sistemicamente. O HUJBB é uma unidade autônoma da UFPA e como tal, seu diretor responde em primeira instância pela administração pública. Já o reitor é a autoridade máxima e deve se antecipar à catástrofe anunciada. Afinal, foi o reitor quem escolheu e nomeou este dirigente.
Não devemos esquecer do caso da menor de Abaetetuba. Ana nada tinha a ver diretamente, com aquele episódio. Como a governadora resolveu enfrentar de peito aberto aquele terremoto, herdou todo o desgaste, que em muito ajudou na evolução de sua rejeição.
Maneschy deve perceber o grande clamor que emana do HUJBB. Qualquer erro de avaliação e tomada de decisão será fatal, perante a comunidade do HUJBB. Este mega-hospital é uma panela fervente que está ganhando pressão a cada dia.
Dívidas herdadas: férias e horas extras no calote
Homofobia: desarquivado projeto contra discriminação
Mínimo de 545: presidente bate o martelo
UEPA: militantes petistas pedem c lemência tucana
A UFPA e o HUJBB
O supremo, a câmara dos deputados e os suplentes
A nova pernenga envolve a posse de suplentes na Câmara dos Deputados. Muitos suplentes de partidos recorreram ao STF pedindo a vaga de titulares ligados aos seus partidos em prejuizo dos suplentes das coligações.
Ora, todos sabemos que as coligações eleitorais no Brasil funcionam como um grande partido. Todos se juntam para produzir votos em escala e são eleitos os mais votados.
Dentro desta regra, os suplentes de uma coligação são os mais votados, independente da legenda partidária do deputado eleito. A vaga é da coligação e não de um partido isolado da coligação.
Neste momento o STF está destinando a vaga da suplência ao partido do deputado eleito, desrespeitando a ordem da votação no interior da coligação. Esta decisão altera as regras do jogo depois que o jogo terminou. A Câmara do Deputados está se negando a atender a decisão esdrúxula do STF e está dando posse aos suplentes da coligação.
Está na hora da Câmara se impor à interferência tresloucada do judiciário. Parece que os juizes gostaram de legislar e estão pagando mico.
A ALEPA, o MP, os DAS's e a tutela do Executivo
O desejável é o orçamento impositivo, como nos EUA, mas se o legislativo não depender orçamentariamente do executivo, não se repetirá o episódio da paralisia decisória ocorrida durante a vigência da consitituição de 1946? nesta constituição a agenda do congresso era compartilhada entre o executivo e o legislativo. A partir de 1988, o executivo tem prioridade sobre a determinação da agenda do legislativo brasileiro.
Num contexto institucional com mais de 20 legendas com 8 partidos relevantes, está revelada a pulverização do sistema partidário brasileiro, é correto defender o orçamento impositivo?
No Brasil é a engenharia constitucional que garante o funcionamento da governabilidade através da tutela do executivo sobre o legislativo.
Atualmente o Ministério Público vem exigindo o fim de mais de 1.500 cargo comissionados da ALEPA. Mas caso esta proposta se efetive, qual o poder de patronagem que se reservará ao legislativo? na medida que o orçamento é autorizativo?
Creio que este é um dilema que os legisladores devem enfrentar com pragmatismo e serenidade. Não deve-se fazer experimentalimo com instituições que precisam de décadas para se consolidar. Posso afirmar sem medo de errar: as instituições vem funcionando bem a partir deste novo desenho constitucional relacionado ao sistema político. Sarney, Collor, Itamar, FHC e Lula, construiram sem problemas maiorias parlamentares.
Esta engenharia constitucional gerada pela constitucional de 1988 produziu a desradicalização ideológica do sistema partidário brasileiro quando colocou o legislativo sobre tutela do executivo. Isto é bom? creio que não é o desejável sob o ponto de vista prescricionista, mas foi o melhor que produzimos e que está dando certo para o funcionamento de nossa jovem democracia.
Portanto meus caros membros dos MP's, os parlamentares precisam de instrumentos de "patronagem", senão não terão como organizar "lealdades" em contexto institucional adverso ao legislativo. O legislativo é caro, mas assim são todas as grandes democracias. É o preço a ser pago. A democracia representativa não sobrevive sem o legislativo.
Debate: União Civil de pessoas do mesmo sexo
A questão é a seguinte: pessoas do mesmo sexo que viveram juntas e construiram patrimônio coletivamente estão ainda desprotegidas por uma legislação ordinária. Quando uma das partes falece, aparece a família reclamando os bens do morto. Aí começam conflitos entre o parceiro e a família enlutada.
Quem deve ficar com os bens do morto? o companheito, que é sócio do patrimônio? ou a família que não reconhece a união civil e reclama estes bens?
Pois bem: é este debate que está ocorrendo na Câmara do Deputados. Dentre os deputados eleitos do Pará que são contra a legalização da União Civil de pessoas do mesmo sexo, está o "socialista radical" Claúdio Puty. Parece que este moço transita entre o, oportunismo e a corrupção, denunciada pelo O Diário de hoje (07). Puty para fazer coro com as igrejas agora é coroinha, desde criancinha.