Em um documento enviado ao MEC, 15 instituições afirmam que o sistema de seleção está em 'descrédito' e que, por isso, realizarão processos seletivos próprios no meio do ano. Elas também se queixam da evasão registrada logo após a matrícula
Ligia FUniversidades mineiras dispensam Enem após sequência de problemas
Universidades mineiras vão dispensar o resultado do Enem de 2009 e fazer processos seletivos próprios no meio do ano. Em um documento assinado pelo Fórum das Comissões de Processos Seletivos de Minas Gerais e endereçado à Secretaria de Educação Superior, do Ministério da Educação, 15 instituições avaliam que o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) está em "descrédito". Não foi divulgado quais delas farão vestibular próprio.
Para as instituições, com o descrédito, persiste o risco de o candidato participar de várias seleções. Segundo o MEC, ao menos 7 mil vagas não foram preenchidas na primeira edição do Sisu (mais informações nesta página). Além de ter sido enviado ao ministério, o documento foi distribuído ontem a representantes de universidades federais que se reuniram, em Brasília, para discutir as falhas e acertos do Sisu.
No texto - que tem o apoio das comissões de universidades como a Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Federal de Alfenas - o fórum queixa-se da falta de clareza na prestação de informações aos estudantes e de articulação das políticas do MEC, como o Programa Universidade Aberta do Brasil.
As universidades lembram que alguns dos problemas, como a possibilidade de vazamento da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o baixo preenchimento de vagas, já haviam sido detectados pelo fórum. Para elas, isso reforça a certeza de que o processo deveria ter ocorrido com planejamento adequado. Para o grupo, muitas das falhas persistem.
"Questões relativas à segurança continuam preocupantes, pois todos os que acompanham a aplicação do Enem sabem que a logística desse processo é frágil em várias etapas (impressão, armazenamento de prova, seleção de aplicadores). Não aconteciam ou pelo menos não se tem notícia de grandes falhas (ou fraudes) antes de o exame ter valor maior no âmbito nacional", diz o documento.
Entre as falhas do Sisu apontadas pelo fórum estão o fato de o calendário de matrícula ter sido fixado pelo sistema, e não pela instituição, e a alteração do cronograma e a consequente necessidade de as universidades corrigirem um número de provas superior ao previsto.
"O processo não é de todo ruim, mas precisamos fazer uma profunda reflexão sobre os problemas registrados até agora, que mexem com muita gente", afirmou o professor e presidente da Comissão Permanente de Vestibular da Universidade Federal de São João Del Rei, Hewerson Zansávio Teixeira.
Na universidade onde ele trabalha, 10% das vagas disponibilizadas não foram preenchidas. Apesar das falhas, Teixeira acredita que a seleção unificada é um processo sem volta. "Mas ajustes são indispensáveis."
Evasão. Instituições relatam ainda evasão de estudantes logo após a matrícula. Segundo representantes do fórum, isso ocorre "quando os aprovados percebem a infraestrutura e a assistência disponíveis (ou a sua inexistência)."
Também houve queixas contra a falta de uniformidade para notas de corte. "Há universidades que exigem 30% de acerto nas questões, enquanto outros, 20%. Existe ainda quem se satisfaça com nota diferente do zero", disse a diretora de registro e controle acadêmico da Universidade Federal de Rondônia, Elizabete Silvino. Um dos grupos reunidos ontem tentou discutir um padrão para a nota mínima.
Questionável. O MEC, por meio da assessoria de sua imprensa, classificou o documento distribuído ontem como um "libelo político", com representatividade questionável. O ministério afirmou que reitores das instituições citadas no documento - mesmo de universidades que não aderiram ao Sisu - fazem elogios ao novo sistema. Para a pasta, as informações do documento não se sustentam.
Lígia Formenti- O Estadao de S.Paulo
Blog do Edir Veiga. Este Blog é um espaço de informação sintética sobre fatos políticos Nacional e estadual e sobre a vida da comunidade da UFPA. Quem quiser acompanhar ensaios, artigos, debates políticos e acadêmicos deve acessar: http//bilhetimdeanalises.blogspot.com
Informes da greve do DETRAN
Anônimo disse...
Informes da greve dos servidores do DETRAN.
Mais maracutaias e perseguições:Blog: www.servidordetran.wordpress.com
Servidores denunciam atendimento vip no Detran no sétimo dia de greve, um grupo de servidores do Detran se dirigiu novamente ao gabinete do Diretor Geral, desta vez para denunciar que alguns clientes recebiam atendimento exclusivo numa sala anexa. O fato foi registrado pela imprensa e causou constrangimento e uma certa tensão, por conta dos episódios do primeiro dia de greve que culminaram com a quebra de uma porta de vidro, servidores feridos e a abertura de um processo administrativo disciplinar.
“Desta vez nós não fomos barrados por seguranças e nada aconteceu, como nada aconteceria no dia 11, se não fosse a ação truculenta dos policiais à paisana comandados pelo Corregedor Geral do Detran, Dino Calvet ”, explicou o presidente do Sindetran, Elias Monteiro.O atendimento exclusivo também foi denunciado pelos grevistas aos clientes do Detran que, no período de greve, aguardam até três horas na fila.
A direção do Detran também teve que explicar por que uma equipe de TV foi proibida de fazer imagens do lado de fora do prédio. O cerceamento do trabalho da imprensa foi imediatamente condenado pelos grevistas que deram apoio a equipe para entrar no prédio e fazer a reportagem. “É um absurdo que num momento em que se discute a liberdade de imprensa no país a direção do Detran do Pará se comporte dessa maneira, cerceando o trabalho dos profissionais de comunicação que estão cumprindo seu dever de informar a sociedade”, disse o Diretor de Comunicação do Sindetran, Lacênio Barbosa.
Ainda pela manhã, o Secretário do Sindetran, Reyson Gibson, juntamente com um grupo de servidores, se dirigiu a Assembléia Legislativa onde foi acompanhar a votação de um requerimento de autoria dos deputados Arnaldo Jordy (PPS) e Bira Barbosa (PSDB), que solicitam a realização de uma sessão especial para analisar o impasse na autarquia, além da formação de uma comissão suprapartidária para intermediar as negociações com o governo.
O documento também convoca os secretários José Júlio Lima (Sepof) e Wilson Figueiredo (Sead), para prestar esclarecimentos aos parlamentares. “O documento foi protocolado, mas infelizmente não pode ser votado hoje devido aos problemas envolvendo o presidente da casa em Altamira, que ocupou o tempo de votação em sua defesa”, explicou secretário geral do Sindetran, Reyson Gibson.
O requerimento será votado na terça-feira, 23, com a sessão sendo realizada na quinta, 25. Os grevista dos Detran também tiveram audiência com o vereador Marquinho (PT) que faz parte da mesma corrente da Governadora Ana Júlia. Ele se comprometeu a intermediar um encontro da direção do sindicato com Claudio Puty, ex- chefe da Casa Civil e atual assessor especial do governo.
Passeata nesta quinta- feira, 18, os servidores do Detran realizam logo cedo uma Assembléia Geral em frente a sede da autarquia e decidem como será a participação na audiência que terão às 16 horas, com o chefe da Casa Civil, Everaldo Martins. Na sexta-feira, os grevistas se reúnem em frente ao Posto Avançado do Detran, na Rua Antônio Barreto, e logo depois se dirigem em passeata até a sede da Sepof , na Av. Visconde de Souza Franco (Doca), onde acontece mais uma rodada de negociação da Intersindical com o governo.
Informes da greve dos servidores do DETRAN.
Mais maracutaias e perseguições:Blog: www.servidordetran.wordpress.com
Servidores denunciam atendimento vip no Detran no sétimo dia de greve, um grupo de servidores do Detran se dirigiu novamente ao gabinete do Diretor Geral, desta vez para denunciar que alguns clientes recebiam atendimento exclusivo numa sala anexa. O fato foi registrado pela imprensa e causou constrangimento e uma certa tensão, por conta dos episódios do primeiro dia de greve que culminaram com a quebra de uma porta de vidro, servidores feridos e a abertura de um processo administrativo disciplinar.
“Desta vez nós não fomos barrados por seguranças e nada aconteceu, como nada aconteceria no dia 11, se não fosse a ação truculenta dos policiais à paisana comandados pelo Corregedor Geral do Detran, Dino Calvet ”, explicou o presidente do Sindetran, Elias Monteiro.O atendimento exclusivo também foi denunciado pelos grevistas aos clientes do Detran que, no período de greve, aguardam até três horas na fila.
A direção do Detran também teve que explicar por que uma equipe de TV foi proibida de fazer imagens do lado de fora do prédio. O cerceamento do trabalho da imprensa foi imediatamente condenado pelos grevistas que deram apoio a equipe para entrar no prédio e fazer a reportagem. “É um absurdo que num momento em que se discute a liberdade de imprensa no país a direção do Detran do Pará se comporte dessa maneira, cerceando o trabalho dos profissionais de comunicação que estão cumprindo seu dever de informar a sociedade”, disse o Diretor de Comunicação do Sindetran, Lacênio Barbosa.
Ainda pela manhã, o Secretário do Sindetran, Reyson Gibson, juntamente com um grupo de servidores, se dirigiu a Assembléia Legislativa onde foi acompanhar a votação de um requerimento de autoria dos deputados Arnaldo Jordy (PPS) e Bira Barbosa (PSDB), que solicitam a realização de uma sessão especial para analisar o impasse na autarquia, além da formação de uma comissão suprapartidária para intermediar as negociações com o governo.
O documento também convoca os secretários José Júlio Lima (Sepof) e Wilson Figueiredo (Sead), para prestar esclarecimentos aos parlamentares. “O documento foi protocolado, mas infelizmente não pode ser votado hoje devido aos problemas envolvendo o presidente da casa em Altamira, que ocupou o tempo de votação em sua defesa”, explicou secretário geral do Sindetran, Reyson Gibson.
O requerimento será votado na terça-feira, 23, com a sessão sendo realizada na quinta, 25. Os grevista dos Detran também tiveram audiência com o vereador Marquinho (PT) que faz parte da mesma corrente da Governadora Ana Júlia. Ele se comprometeu a intermediar um encontro da direção do sindicato com Claudio Puty, ex- chefe da Casa Civil e atual assessor especial do governo.
Passeata nesta quinta- feira, 18, os servidores do Detran realizam logo cedo uma Assembléia Geral em frente a sede da autarquia e decidem como será a participação na audiência que terão às 16 horas, com o chefe da Casa Civil, Everaldo Martins. Na sexta-feira, os grevistas se reúnem em frente ao Posto Avançado do Detran, na Rua Antônio Barreto, e logo depois se dirigem em passeata até a sede da Sepof , na Av. Visconde de Souza Franco (Doca), onde acontece mais uma rodada de negociação da Intersindical com o governo.
ILC: Língua Estrangeira veta acordo
A melhor chapa para o ILC seria uma composição ampla no Instituto de Letras entre a academia e o PSOL/PSTU, indicando a vice. Mas os professores de Língua Estrangeira vetam esta possibilidade.
18-03: duelo no ITEC
Maneschy e Barreiros duelarão na quinta feira no ITEC. Apesar de Emília ser a oponente ao terceiro mandato consecutivo de Barreiros no ITEC, o confronto de fundo é que Barreiros quer infringir mais uma derrota a Maneschy no ITEC. Maneschy não está na disputa, mais Barreiros quer levar o Tecnológico para a oposição aberta à reitoria. Dizem que Barreiros sonha em ser Pró Reitor em 2013 numa chapa de oposição.
Serra empurrado para a candidatura presidencial
Os jornais de hoje falam que DEM e PSDB já preparam o lançamento de Serra para o mês de abril, logo a pós a páscoa. Serra continua mudo olhando para as pesquisas. Serra está num dilema: se perder a eleição presidencial encerra a carreira política. Serra está bastante idoso, e hoje tem a reeleição ao governo paulista praticamente garantida.
Pré Sal, os royalties e o desequilíbrio federativo
Segundo as notícias correntes, a descoberta do petróleo do Pré Sal está a quinhentos kilômetros do estado do Rio de Janeiro. Os políticos do Rio querem uma participação super especial nos royalties, em detrimento da Nação brasileira. Ora, se o Pré Sal está há quinhentos Kilômetros do estado do Rio, como reivindicar participação especial? Além do Pré Sal está na fronteira marítima territorial do Brasil, toda a riqueza do subsolo pertence à união. O interessante é que neste momento são os políticos do sudeste, especialmente do Rio e Espírito Santo que lutam contra o governo federal. Os demais estados da federação estão calados perante a opinião pública, pelo menos não estão fazendo barulho. No Rio está tendo passeatas e vigílias, até a olimpíada de 2016 está sendo usada pelo Rio.
Os ricos querem ficar mais ricos em detrimentos dos estados pobres do norte, nordeste e centro-oeste. E assim, a federação brasileira continua super desequilibrada..
Os ricos querem ficar mais ricos em detrimentos dos estados pobres do norte, nordeste e centro-oeste. E assim, a federação brasileira continua super desequilibrada..
TRE/DF cassa Arruda e amplia reforma política
O TRE-DF acaba de cassar o mandato de Arruda por desfiliação do DEM. Esta decisão começa a criar jursprudência acerca da desfiliação partidária sem os motivos previstos em lei: Fusão partidária, criação de novo partido, desvio acentuado do programa partidário original e grave discriminação pessoal.
O governador cassado deverá recorrer ao TSE nos próximos dias. Com esta iniciativa o TRE pode iniciar um processo de implantação de uma reforma política no Brasil a partir do judiciário. Enquanto o congresso nacional não faz a reforma política e continua imobilizado por interesses da corporação política, o judiciário presta um serviço ao Brasil. Este serviço tem os seus custos, as reformas vão saindo sem um debate mais amplo com a sociedade brasileira, que seria viabilizado se as reformas fossem uma iniciativa do legislativo.
O governador cassado deverá recorrer ao TSE nos próximos dias. Com esta iniciativa o TRE pode iniciar um processo de implantação de uma reforma política no Brasil a partir do judiciário. Enquanto o congresso nacional não faz a reforma política e continua imobilizado por interesses da corporação política, o judiciário presta um serviço ao Brasil. Este serviço tem os seus custos, as reformas vão saindo sem um debate mais amplo com a sociedade brasileira, que seria viabilizado se as reformas fossem uma iniciativa do legislativo.
PT: Quem cresceu e quem encolheu no último PED
No final de 2009 o PT renovou as direções Nacional, Estadual e Municipal. O Militante petista e ex- assessor especial da Casa Civil, o mestrando em Ciências Políticas Humberto Cunha (filho), faz uma análise detalhada dos resultados eleitorais no Pará. Quer ver a análise, então clique aqui.
DETRAN abre PAD contra dirigentes sindicais
A direção do DETRAN acaba de abrir um Processo Administrativo Disciplinar contra os grevistas do órgão. O mais espantoso é que os dirigentes sindicais estão dentre os enquadrados e já estão previamente supensos por sessenta dias de suas atividades. Este ato do DETRAN contra dirigentes sindicais é nulo de pleno direito.
Esta ação do DETRAN depõe contra a história dos governantes petistas do estado do Pará. É um claro tratamento burocrático-autoritário em relação a um conflito trabalhista. Caso me contassem eu não acreditaria.
Esta ação do DETRAN depõe contra a história dos governantes petistas do estado do Pará. É um claro tratamento burocrático-autoritário em relação a um conflito trabalhista. Caso me contassem eu não acreditaria.
Ananindeua: Casas populares ou academia?
Os debates pelas ruas de Ananindeua entre a comunidade mais esclarecida diz respeito ao destino da granja Icuí, antiga residência dos governadores. Segundo a imprensa, a governadora quer ceder o local para a construção de habitações populares e o prefeito quer a área para transformar num distrito acadêmico, onde se localizariam campi avançados da UFPA, UEPA e IFPA.
Esta polêmica não deveria eixstir, afinal tem muita terra em Ananin para construção de conjuntos habitacionais. Creio que neste embate de opiniões, o "sobrancelhudinho" tem razão.
Esta polêmica não deveria eixstir, afinal tem muita terra em Ananin para construção de conjuntos habitacionais. Creio que neste embate de opiniões, o "sobrancelhudinho" tem razão.
IFCH: arrogância coloca em riscos os acadêmicos
A falta de diálogos entre os diversos grupos acadêmicos do IFCH deverá ter como resultado a derrota de todos. Os arrogantes devem "morrer abraçados".
IFCH: Suelene cresce nos bastidores
Como a eleição no IFCH é universal, falo sem medo de admitir, Suelene tem grandes chances de vencer este pleito, porque tem carisma, é simpática e está recebendo muitas adesões entre os estudantes.
Belo Monte divide a comunidade acadêmica
Os ambientalistas são contra Belo Monte. Os acadêmicos não envolvidos emocionalmente com a questão estudam mais detidamente a iniciativa. Os apaixonados demonizam os antagônicos, no mais completo estilo de ver as coisas de forma bidimensional. Uma coisa é certa... o calor está horrível e a população precisa de muita energia e barata. O debate ainda vai pegar fogo.
Novo semestre: UFPA em clima eleitoral
ITEC, IFCH, ILC e ICSA estarão em processo eleitoral. A oposição pode ganhar no ITEC, IFCH e ILC. A reitoria nada pode fazer, os Institutos são autônomos e os partidários acadêmicos de um lado e outro devem mostrar seu prestígio. Que vença quem for capaz de produzir a combinação de programas, projetos e engenhararia política eficaz.
O Banquete - mal educado- de Puty
Leia no blog do Parsifal o banquete- mal educado- do assessor especial da governadora Cláudio Puty, aqui.
Sucessão 2010: Priante pode afastar Dudu do PMDB
No momento de grande namoro entre Jáder e Dudu, o processo de análise de cassação de Dudu chega ao TSE. Priante quer cassar Dudu por abuso do poder econômico nas eleições de 2008. Parece que o namoro entre Jáder e Dudu está prestes a azedar.
ITEC: embate em 72 hs
O Diretor Barreiros espera ansiosamente o dia 18 de março. Nesta data quer provar a todos quem de fato manda no ITEC. Barreiros espera usar os funcionários para afrontar o reitor.
HUJBB: a batata está fervendo
Notícias de batidores indicam graves conflitos internamente ao HUJBB.Nos próximos dias ou semanas o embróglio deve vir a público.
Dilma e o limite previsto por Montenegro
Dilma Roussef deve atingir nos próximos dias o seu limite eleitoral de primeiro turno, ou seja 35%. Esta é a previsão do pitoniza Montenegro, que é Diretor Presidente do IBOPE. Montenegro a partir de então deverá se "pegar" com os Deuses liberais para tentar frear o avanço de Dilma nas intenções de votos.
Papão 4 Leãozinho 2: Vinicinho precisa de antidepressivo
Vinicinho amanhecerá a segunda de enxaqueca. Creio que Vinicinho proporá acordo para que o Papão não seja campeão este ano, de novo, senão o Leão não terá para onde cair, não existe série E.
Bilhetim de Análises no ar
Agora passo a editar o Bilhetim de Análise. Este novo blog será destinado a publicar análises mais consubstanciada sobre o processo político nacional e estadual. Está aberto à comunidade intelectual como um todo. No Bilhetim só publicaremos notas curtas, já no Bilhetim de análises será um local de exposição de idéias e debates. Veja aqui . Caso queira publicar artigos, ensaios envie para o e.mail edir@ufpa.br.
PROGEP abre inscrições para aulas gratuitas de Dança de Salão
Entre os dias 11 e 15 de março, estão abertas as inscrições para a Oficina de Dança de Salão do Programa de Arte da UFPA. Toda a comunidade universitária pode participar das aulas gratuitas que acontecerão no período de 17 a 29 de março, às segundas, quartas e sextas, das 16 às 18 horas. As inscrições para outros projetos da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas da Universidade (PROGEP) também estão abertas.
A Oficina será ministrada pelo professor Cesar Cordeiro, da Escola de Música da UFPA (EMUFPA), e dará ênfase aos ritmos latinos. Os alunos farão uma apresentação final no dia 31 de março, no Centro de Convenções da UFPA, quando haverá, também, uma apresentação da Orquestra de Música Latina da EMUFPA.
Os interessados em participar podem se inscrever durante o horário comercial, na Diretoria de Apoio à Cultura da Pró-Reitoria de Extensão e na Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal da UFPA, localizadas no prédio da Reitoria da Universidade, no Bairro Guamá, ou, ainda, na sede da Sociedade Amigos da Música (SAM), que funciona na EMUFPA, localizada na Avenida Conselheiro Furtado.
Também estão abertas as inscrições para os demais projetos gratuitos da PROGEP. Veja como participar:
Construindo o Saber Digital: Aulas de informática básica para dependentes da UFPA. Serão 30 vagas distribuídas em dois turnos.
Coral Flor de Lótus: Reúnem-se às quartas-feiras, das 16 às 18 horas, e fazem apresentações em vários locais. Podem participar estudantes, professores, técnico-administrativos e dependentes dos servidores da Universidade.
UFPA em Cena: Grupo de performances da Universidade, reúne-se uma vez por semana. Podem participar todos os integrantes da comunidade acadêmica, docentes, discentes, servidores e dependentes.
Música no Trabalho e Ginástica Laboral: Os dois projetos promovem a qualidade de vida nos ambientes de trabalho da Universidade. O primeiro, com apresentações de música; e o segundo, com orientações sobre postura e prevenção de doenças comuns no ambiente de trabalho e, ainda, com sessões de relaxamento e alongamento. Para participarem, os dirigentes das unidades administrativas e acadêmicas devem enviar uma solicitação via e-mail.
SERVIÇOS:
Para mais informações sobre todos os projetos:
Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal
E-mail: sqv@ufpa.br
Telefones: 3201.7846 e 3201.7531
Site: www.progep.ufpa.br
Texto: Glauce Monteiro – Assessoria de Comunicação da UFPA
A Oficina será ministrada pelo professor Cesar Cordeiro, da Escola de Música da UFPA (EMUFPA), e dará ênfase aos ritmos latinos. Os alunos farão uma apresentação final no dia 31 de março, no Centro de Convenções da UFPA, quando haverá, também, uma apresentação da Orquestra de Música Latina da EMUFPA.
Os interessados em participar podem se inscrever durante o horário comercial, na Diretoria de Apoio à Cultura da Pró-Reitoria de Extensão e na Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal da UFPA, localizadas no prédio da Reitoria da Universidade, no Bairro Guamá, ou, ainda, na sede da Sociedade Amigos da Música (SAM), que funciona na EMUFPA, localizada na Avenida Conselheiro Furtado.
Também estão abertas as inscrições para os demais projetos gratuitos da PROGEP. Veja como participar:
Construindo o Saber Digital: Aulas de informática básica para dependentes da UFPA. Serão 30 vagas distribuídas em dois turnos.
Coral Flor de Lótus: Reúnem-se às quartas-feiras, das 16 às 18 horas, e fazem apresentações em vários locais. Podem participar estudantes, professores, técnico-administrativos e dependentes dos servidores da Universidade.
UFPA em Cena: Grupo de performances da Universidade, reúne-se uma vez por semana. Podem participar todos os integrantes da comunidade acadêmica, docentes, discentes, servidores e dependentes.
Música no Trabalho e Ginástica Laboral: Os dois projetos promovem a qualidade de vida nos ambientes de trabalho da Universidade. O primeiro, com apresentações de música; e o segundo, com orientações sobre postura e prevenção de doenças comuns no ambiente de trabalho e, ainda, com sessões de relaxamento e alongamento. Para participarem, os dirigentes das unidades administrativas e acadêmicas devem enviar uma solicitação via e-mail.
SERVIÇOS:
Para mais informações sobre todos os projetos:
Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal
E-mail: sqv@ufpa.br
Telefones: 3201.7846 e 3201.7531
Site: www.progep.ufpa.br
Texto: Glauce Monteiro – Assessoria de Comunicação da UFPA
PRTB realiza seminário sobre as eleições de 2010
O Nanico PRTB realiza neste sábado, no Hotel Beira Rio um encontro para discutir os cenários paras a eleições, majoritárias e proporcionais nas eleições de 2010. Estarão presentes partidos e personalidades que discutem uma possível aliança proporcional com o PRTB, que é presidido pelo Diretor Geral da CTBEL Helton Braga. Estarei participando deste evento como conferencista.
18-03: Barreiros e Emília duelam pelo ITEC
Será no dia 18 de março a realização das eleições para o ITEC. Neste pleito os professores Barreiros e Emília realizam uma disputa super acirrada. Emília leva ampla vantagem entre docentes e estudantes e Barreiros está vencendo entre os funcionários. A questão è: Barreiros conseguirá os votos dentre os Técnicos capaz de superar, proporcionalmente, a vitória de Emília nos docentes e estudantes?
UCAM:Delegacias de Polícias e a entrevista do sindicato
A Universidade Cândido Mendes (RJ) divulgou o ranking de qualidade das delegacias de polícias de 09 das 10 capitais mais populosas do Pará. Belém para variar ficou em nono. Quem apareceu para dar entrevista na Record, hoje pela manhã, foi o sindicato de polícia civil. A entrevista foi um desastre, primeiro porque não caberia a um sindicato trabalhista responder pela situação das delegacias de polícias, segundo porque o sindicalista que foi escalado para a entrevista não sabia o que dizer. Foi um horror.
Esta é mais uma marca negativa que cai sobre o governo às vésperas das eleições. Como faz falta uma secretaria de segurança institucional...
Esta é mais uma marca negativa que cai sobre o governo às vésperas das eleições. Como faz falta uma secretaria de segurança institucional...
A greve no DETRAN e a política governamental para negociações
Quem leu a nota oficial paga da direção do DETRAN a respeito da greve dos trabalhadores fica em dúvida: afinal aquela linguagem expressa é de um governo popular ou reacionário. Parece que o governo não tem um comitê gestor intersetorial para conduzir negociações trabalhistas. Imaginem que a nota classifica o movimento de ilegítimo.
XVIII Encontro Corredor Centro Norte
O Estado do Maranhão está com a estratégia em dia. Nesta quinta-feira, 11 de março, sediará o XVIII Encontro Corredor Centro Norte, cujo objetivo é a implantação do Corredor de Exportações do Centro Norte.
A programação constará das seguintes palestras:
1. “Política de Investimentos para os Portos Brasileiros com destaque para o Porto de Itaqui” - Pedro Brito - Secretário Especial de Portos.
2. “O Transporte Hidroviário como Solução Logística e Ambiental” – Fernando Fialho – Diretor Geral da Agência Nacional de Transporte Aquaviário.
3. “Atualidades do Porto de Itaqui” – Hermes Ferreira – Presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária.
4. “A Ferrovia Norte Sul e o Avanço das Cargas Transportadas: Grãos, Álcool e Demais” – Marcelo Spinelli – Diretor Comercial e de Logística da Vale.
5. “Avanço da Ferrovia Norte Sul” – José Francisco das Neves – Presidente da VALEC – Engenharia, Construções e Ferrovias S.A.
6. “O Avanço da Produção Agrícola no Corredor Centro Norte” – Mª. Auxiliadora Souza – Coordenadora de Logística do Ministério da Agricultura.
7. “Implantação da Refinaria de Petróleo no Maranhão” – Adalberto Santiago – Gerente Geral das Refinarias Premium da Petrobrás.
8. “Investimentos na Hidrovia do Parnaíba” – José Oscar Frota – Superintendente da Administração das Hidrovias do Nordeste.
9. “Visão do Estado do Maranhão Acerca da Utilização dos rios de Interesse do Maranhão” – José Maurício de Macedo Santos – Secretário de Indústria e Comércio do Maranhão.
Após as palestras haverá um debate que culminará com a edição da CARTA DE SÃO LUIS.
Parece que grande parte da produção do Centro-Oeste e do Sul do Pará já tem destino certo: - o Porto de Itaqui. Grande tacada da Governadora Sarney.
E o Pará? Qual será sua visão acerca desse grande corredor de exportação? A Hidrovia do Tocantins, Vila do Conde e o Porto do Espadarte despareceram desse cenário?
Olho vivo!
Ass. Águia da Pólis
A programação constará das seguintes palestras:
1. “Política de Investimentos para os Portos Brasileiros com destaque para o Porto de Itaqui” - Pedro Brito - Secretário Especial de Portos.
2. “O Transporte Hidroviário como Solução Logística e Ambiental” – Fernando Fialho – Diretor Geral da Agência Nacional de Transporte Aquaviário.
3. “Atualidades do Porto de Itaqui” – Hermes Ferreira – Presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária.
4. “A Ferrovia Norte Sul e o Avanço das Cargas Transportadas: Grãos, Álcool e Demais” – Marcelo Spinelli – Diretor Comercial e de Logística da Vale.
5. “Avanço da Ferrovia Norte Sul” – José Francisco das Neves – Presidente da VALEC – Engenharia, Construções e Ferrovias S.A.
6. “O Avanço da Produção Agrícola no Corredor Centro Norte” – Mª. Auxiliadora Souza – Coordenadora de Logística do Ministério da Agricultura.
7. “Implantação da Refinaria de Petróleo no Maranhão” – Adalberto Santiago – Gerente Geral das Refinarias Premium da Petrobrás.
8. “Investimentos na Hidrovia do Parnaíba” – José Oscar Frota – Superintendente da Administração das Hidrovias do Nordeste.
9. “Visão do Estado do Maranhão Acerca da Utilização dos rios de Interesse do Maranhão” – José Maurício de Macedo Santos – Secretário de Indústria e Comércio do Maranhão.
Após as palestras haverá um debate que culminará com a edição da CARTA DE SÃO LUIS.
Parece que grande parte da produção do Centro-Oeste e do Sul do Pará já tem destino certo: - o Porto de Itaqui. Grande tacada da Governadora Sarney.
E o Pará? Qual será sua visão acerca desse grande corredor de exportação? A Hidrovia do Tocantins, Vila do Conde e o Porto do Espadarte despareceram desse cenário?
Olho vivo!
Ass. Águia da Pólis
Lula: a armadilha dos conservadores e Cuba
A mídia nacional cobra uma posição crítica de Lula em relação aos presos políticos de Cuba. Lula evita emitir opinião sobre a política interna de Países soberanos. Todos sabem que no plano internacional o que vale é o pragmatismo dos Estados nacionais. Qual a diferença de Cuba para China ou para o golpe de Honduras? ou para os golpes de Estados patrocinado pela URSS e EUA no período da guerra fria?
Cabe a Lula não alimentar esta polêmica, que é mais um instrumento que a mídia conservadora está usando para tentar criar rejeição no sapo barbudo. Neste jogo não tem ingênu0.
Cabe a Lula não alimentar esta polêmica, que é mais um instrumento que a mídia conservadora está usando para tentar criar rejeição no sapo barbudo. Neste jogo não tem ingênu0.
ITEC: está acirrada a disputa entre os Técnicos
A guerra eleitoral no ITEC centra-se na busca de apoio e voto entre os servidores Técnicos-Administrativos. Barreiros e Emília estão no corpo a corpo. Emília deve ganhar entre docentes e estudantes. Mas dentre os Técnicos, Barreiros está liderando. Mas Emília está avançando na corporação de servidores.
PPGCP fará Oficina das eleições 2010
O colegiado do Programa de Pós Graduação em Ciências Políticas- PPGCP aprovou a Oficina Eleitoral sobre as eleições de 2010. Na programação está a realização de pesquisas estaduais e até nacional. O debate dos resultados com a sociedade e o treinamento de mestrandos estão entre as metas da iniciativa. Finalmente teremos uma instituição pública fazendo um trabalho de informação e de formação da sociedade paraense no momento da decisão do voto.
06-03- Almoço foi um sucesso
Muita gente esteve nos almoço do primeiro sábado do mês de março no TIQUIN. Até o reitor prestigiou o evento. O mais animado foi o Paulo amorim. No primeiro sábado de abril, após o pagamento, o almoço se repete.
Caso Arruda: O pau está cantando no DF
Em Brasília manifestantes pró e contra Arruda andam se enfrentando nas ruas, veja no Estadão
Governo e o inferno astral com a ALEPA
Quem acompanha as informações e análises neste blog a respeito de como a Casa Civil e a governadora trataram os deputados estaduais nos últimos dois anos não está estranhando o troco da maioria dos deputados às vésperas das eleições de 2010.
Cada um luta com as armas que têm, e neste momento as armas dos deputados é o 366. O governo está tentando cercar os deputados através dos prefeitos, mas a tática não está dando certo. Hoje no blog do Parsifal está descrito uma situação, no mínimo constrangedora desta situação, veja aqui
Cada um luta com as armas que têm, e neste momento as armas dos deputados é o 366. O governo está tentando cercar os deputados através dos prefeitos, mas a tática não está dando certo. Hoje no blog do Parsifal está descrito uma situação, no mínimo constrangedora desta situação, veja aqui
Bilhetim: Ataques só com identificação
A partir de agora qualquer comentário que contenha ataques pessoais só serão publicado mediante identificação e o telefone do agente do ataque. O telefone se faz necessário para que eu possa confirmar diretamente com o comentarista.
Este blog não será mais espaço de ataques pessoais.
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Porchman e o IPEA no Pará
Na semana passada esteve em Belém Márcio Porchman, presidente do IPEA. Porchman veio instalar um escritório do IPEA no Pará e de passagem assinou convênio de cooperação com o IDESP. Na programação estava previsto um debate. Porchman seria o expositor e Cládio Puty , o debatedor. Pois bem, Porchman fez sua exposição incial e em seguida falou o debatedor Puty. Muitos acadêmicos foram assistir ao debate, mas sairam decepcionados. è que Puty na ânsia de aproveitar todos os espaços de visibilidade, em vez de debater o que Porchman tinha exposto, passou a fazer longa e exaustiva exposição de suas realizações à frente da Casa Civil, o auto-elogio foi uma constante. Resultado: a turma da UFPA saiu entendiada e com a sensação de tempo perdido.
Jornal impresso de graça em Belém
Ontem recebí o Jornal "O Público" de graça. Em todas as esquinas mais movimentadas tinha alguém distribuindo o jornal "de grátis". Será que já existe Papai Noel da informação? Quem estará pagando esta gastança?
Lewandowski vai presidir as eleições de outubro
BRASÍLIA - Em eleições meramente protocolares, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Supremo Tribunal Federal (STF) elegerão hoje e amanhã seus presidentes e vices. No TSE serão eleitos Ricardo Lewandowski como presidente e Cármen Lúcia como vice. Lewandowski irá, portanto, presidir o processo eleitoral de outubro.
No STF, serão escolhidos Cezar Peluso como presidente e Carlos Ayres Britto como vice. A escolha dos dirigentes dos dois tribunais obedece o critério de antiguidade. Os eleitos devem ser os mais antigos que ainda não presidiram os tribunais.
MARIÂNGELA GALLUCCI - Agencia Estado
No STF, serão escolhidos Cezar Peluso como presidente e Carlos Ayres Britto como vice. A escolha dos dirigentes dos dois tribunais obedece o critério de antiguidade. Os eleitos devem ser os mais antigos que ainda não presidiram os tribunais.
MARIÂNGELA GALLUCCI - Agencia Estado
Mestrado em Ciências Políticas e alunos especiais
O Mestrado em Ciências Políticas está recebendo solicitação pedido na categoria alunos especiais. São seis vagas anuais e o candidato deve apresentar o Currículum Lattes, o histórico escolar e uma carta de intenções. Maiores informações pelo fone 3201-7441. O prazo vai até 31-03-2010.
UFPA busca convênio com universidade americana
Pesquisadores da Universidade de Michigan (Michigan State University – MSU) e da Universidade Federal do Pará discutiram a criação de um convênio de cooperação entre as duas instituições. O objetivo é estabelecer laços para o desenvolvimento de atividades de pesquisa e ensino entre as duas universidades e propiciar a mobilidade de alunos e professores entre os países.
A coordenadora do Programa de Parcerias Internacionais da universidade americana, Cynthia Simmons, defendeu a importância da parceria com a UFPA. “Temos cerca de 30 professores cujos objetos de pesquisa são referentes ao Brasil e outros 60 que desejam estudar o país. Nesse sentido, a Universidade Federal do Pará se torna uma das nossas principais parceiras”. A MSU já possui trabalhos conjuntos com a Faculdade de Economia e com o Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da UFPA.
A coordenadora explica que é possível estender a parceria para várias áreas, como Segurança Alimentar, Saúde, Administração, Relações Internacionais, Desenvolvimento, Direito, Língua Portuguesa e Estudos Culturais, Tecnologia, Engenharia e Bioeconomia. Entre as unidades que já manifestaram interesse em participar da cooperação, estão o Instituto de Geociências, de Tecnologia, de Letras e Comunicação, de Ciências da Saúde, de Ciências Jurídicas e de Ciências Sociais Aplicadas, além dos Núcleos de Meio Ambiente e de Altos Estudos Amazônicos da UFPA.
A partir da reunião, devem ser organizados workshops com os pesquisadores da UFPA e os da MSU para discutir que instituições, estratégias e objetos de pesquisa e metodologias de ensino podem ser envolvidos. Flávio Nassar, pró-reitor de Relações Internacionais da UFPA (PROINTER), explica que um assessor da PROINTER estará, permanentemente, à disposição de todos os professores que desejam discutir com a MSU a efetivação de ações. “Também já estamos estudando a implantação de uma Casa de Estudos voltada para os países de língua inglesa”, assegura o dirigente.
Para o reitor Carlos Maneschy, a internacionalização da UFPA é o próximo e um dos mais importantes passos da Instituição. “Garantimos o apoio e estimulamos todas as iniciativas que busquem a institucionalização de acordos com universidades estrangeiras que promovam a multidisciplinaridade e envolvam o maior número possível de agentes”.
Texto: Glauce Monteiro – Assessoria de Comunicação da UFPA
A coordenadora do Programa de Parcerias Internacionais da universidade americana, Cynthia Simmons, defendeu a importância da parceria com a UFPA. “Temos cerca de 30 professores cujos objetos de pesquisa são referentes ao Brasil e outros 60 que desejam estudar o país. Nesse sentido, a Universidade Federal do Pará se torna uma das nossas principais parceiras”. A MSU já possui trabalhos conjuntos com a Faculdade de Economia e com o Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da UFPA.
A coordenadora explica que é possível estender a parceria para várias áreas, como Segurança Alimentar, Saúde, Administração, Relações Internacionais, Desenvolvimento, Direito, Língua Portuguesa e Estudos Culturais, Tecnologia, Engenharia e Bioeconomia. Entre as unidades que já manifestaram interesse em participar da cooperação, estão o Instituto de Geociências, de Tecnologia, de Letras e Comunicação, de Ciências da Saúde, de Ciências Jurídicas e de Ciências Sociais Aplicadas, além dos Núcleos de Meio Ambiente e de Altos Estudos Amazônicos da UFPA.
A partir da reunião, devem ser organizados workshops com os pesquisadores da UFPA e os da MSU para discutir que instituições, estratégias e objetos de pesquisa e metodologias de ensino podem ser envolvidos. Flávio Nassar, pró-reitor de Relações Internacionais da UFPA (PROINTER), explica que um assessor da PROINTER estará, permanentemente, à disposição de todos os professores que desejam discutir com a MSU a efetivação de ações. “Também já estamos estudando a implantação de uma Casa de Estudos voltada para os países de língua inglesa”, assegura o dirigente.
Para o reitor Carlos Maneschy, a internacionalização da UFPA é o próximo e um dos mais importantes passos da Instituição. “Garantimos o apoio e estimulamos todas as iniciativas que busquem a institucionalização de acordos com universidades estrangeiras que promovam a multidisciplinaridade e envolvam o maior número possível de agentes”.
Texto: Glauce Monteiro – Assessoria de Comunicação da UFPA
Mandato executivo, máquina e reeleição
A estratégia da oposição ao governo Lula tem se voltado para denunciar as andanças de Lula com a candidata petista Dilma Roussef. Este fato, a par de expor a hipocrisia dos partidos e coligação, haja vista que todos os partidos usam a máquina administrativa em favor das candidaturas que apóiam, abrem a possibilidade de uma boa reflexão sobre o sistema político brasileiro.
A teoria política entende a reeleição como um momento no qual o eleitorado reflete sobre o mandato do executivo incumbente, e com base no cálculo racional entre promessas no pré-mandato (campanha) e as realizações no final do quadriênio, decide se o mandatário merece ou não um novo mandato. Teoricamente esta formulação só se aplica em eleições majoritárias no Brasil, devido ao perfil do sistema eleioral e partidário brasileiro(baseado no personal vote e nas eleições proporcionais de lista aberta).
Pois bem, invariavelmente, nas grandes cidades e capitais, nas eleições para prefeito e governador, a maioria dos recandidatos tem conquistado um segundo mandato, mesmo tendo, estes mandatários feito mandatos abaixo do regular, especialmente no norte e nordeste do Brasil.
Eu que sempre defendí o direito do eleitorado avaliar o quadriênio de um governador, presidente e prefeito e reelegê-lo ou não, hoje estou reavaliando a experiência brasileira, devido ao enorme abuso econômico e do uso da máquina pública através de obras e serviços eleitoreiros para serem inaugurados em vésperas dos processos eleitorais.
É absolutamente desproporcional com as oposições assistirmos em vésperas de eleições o desfile de máquinas realizando serviços urbanos imediatos como aterros, asfaltos e outras ações visíveis, além do desfile de mil ações que visam "profissionalizar" líderes comunitários, sindicais e de ONG's em busca de captura de eleitores carentes e que podem "trocar" seu voto por benefícios imediatos (que os americanos chamam de pork barrel, ou troca suja).
Nestas circunstâncias, a reeleição deixa de ser um instrumento de avaliação do mandatário incumbente pelo eleitorado autônomo e passa a ser um instrumento de alienação política com a subsequente oligarquização do processo eleitoral por parte de partidos, coligações e governantes no poder, que usam a máquina pública e o poder econômico para garantir oito anos de mandato consecutivos.
A teoria política entende a reeleição como um momento no qual o eleitorado reflete sobre o mandato do executivo incumbente, e com base no cálculo racional entre promessas no pré-mandato (campanha) e as realizações no final do quadriênio, decide se o mandatário merece ou não um novo mandato. Teoricamente esta formulação só se aplica em eleições majoritárias no Brasil, devido ao perfil do sistema eleioral e partidário brasileiro(baseado no personal vote e nas eleições proporcionais de lista aberta).
Pois bem, invariavelmente, nas grandes cidades e capitais, nas eleições para prefeito e governador, a maioria dos recandidatos tem conquistado um segundo mandato, mesmo tendo, estes mandatários feito mandatos abaixo do regular, especialmente no norte e nordeste do Brasil.
Eu que sempre defendí o direito do eleitorado avaliar o quadriênio de um governador, presidente e prefeito e reelegê-lo ou não, hoje estou reavaliando a experiência brasileira, devido ao enorme abuso econômico e do uso da máquina pública através de obras e serviços eleitoreiros para serem inaugurados em vésperas dos processos eleitorais.
É absolutamente desproporcional com as oposições assistirmos em vésperas de eleições o desfile de máquinas realizando serviços urbanos imediatos como aterros, asfaltos e outras ações visíveis, além do desfile de mil ações que visam "profissionalizar" líderes comunitários, sindicais e de ONG's em busca de captura de eleitores carentes e que podem "trocar" seu voto por benefícios imediatos (que os americanos chamam de pork barrel, ou troca suja).
Nestas circunstâncias, a reeleição deixa de ser um instrumento de avaliação do mandatário incumbente pelo eleitorado autônomo e passa a ser um instrumento de alienação política com a subsequente oligarquização do processo eleitoral por parte de partidos, coligações e governantes no poder, que usam a máquina pública e o poder econômico para garantir oito anos de mandato consecutivos.
PC do B lança Netinho de Paula ao Senado
O impasse do PT em São Paulo já começa a causar efeitos colaterais entre os aliados. Alheio às idas e vindas de Ciro Gomes (PSB), o PC do B decidiu lançar o vereador Netinho de Paula ao Senado. A decisão, tomada em reunião no começo da semana, já foi comunicada aos oito partidos que formam o "bloquinho de esquerda" no Estado. "Trata-se de uma decisão unânime e irreversível da direção do partido. Queremos que ele seja o candidato da frente em São Paulo. O bloco precisa se manter unido", diz Nádia Campeão, presidente estadual do PC do B.
No mesmo encontro os comunistas votaram resolução que pressiona Ciro Gomes a aceitar a candidatura ao governo paulista. Para não perder terreno, o empresário Paulo Skaf - até o momento o único pré-candidato do PSB ao Bandeirantes - visitou, na quarta-feira, a direção estadual do PC do B. Segundo os comunistas, a conversa serviu para "trocar ideias sobre a sucessão presidencial, a disputa ao governo paulista e os principais desafios do próximo governador".
Dentro do PSB também cresce a pressão para que Ciro fique em São Paulo. Principal nome dos socialistas no Estado, a deputada Luiza Erundina avisou que não subirá no palanque de Skaf, nem participará do seu programa de TV. "Seria incoerente. O Paulo Skaf não tem identificação com o partido. Ele veio só para ser candidato. Meus eleitores não entenderiam." No caso da desistência de Ciro, a deputada defende que o advogado Pedro Dallari seja o candidato da legenda. "Ele já disse que topa", diz.
Pedro Venceslau
Estadão.
No mesmo encontro os comunistas votaram resolução que pressiona Ciro Gomes a aceitar a candidatura ao governo paulista. Para não perder terreno, o empresário Paulo Skaf - até o momento o único pré-candidato do PSB ao Bandeirantes - visitou, na quarta-feira, a direção estadual do PC do B. Segundo os comunistas, a conversa serviu para "trocar ideias sobre a sucessão presidencial, a disputa ao governo paulista e os principais desafios do próximo governador".
Dentro do PSB também cresce a pressão para que Ciro fique em São Paulo. Principal nome dos socialistas no Estado, a deputada Luiza Erundina avisou que não subirá no palanque de Skaf, nem participará do seu programa de TV. "Seria incoerente. O Paulo Skaf não tem identificação com o partido. Ele veio só para ser candidato. Meus eleitores não entenderiam." No caso da desistência de Ciro, a deputada defende que o advogado Pedro Dallari seja o candidato da legenda. "Ele já disse que topa", diz.
Pedro Venceslau
Estadão.
Tucanos montam roteiro para 'exibir' Serra nos Estados
Para comando do PSDB, é a única saída para driblar mais 15 dias de silêncio do governador sobre sua candidatura
"DESFILE" - Serra precisa agir como fez anteontem no Sul, diz senador
BRASÍLIA
O comando nacional e as direções regionais do PSDB avaliam que só têm uma saída para driblar mais 15 dias de silêncio do governador de São Paulo, José Serra, sobre sua candidatura ao Planalto: fazer com que o presidenciável tucano "desfile" ao lado dos candidatos a governador do partido e de legendas aliadas que estão em campanha Brasil afora. "Vamos nos mexer", diz o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE). "Todo mundo quer a presença dele nos Estados e Serra precisa desatar esse nó."
O tucanato não desistiu de convencê-lo a antecipar a candidatura. Para conter a ansiedade com a falta de uma declaração afirmativa do governador, o partido mobiliza as bases em vários Estados e monta uma agenda para exibir seu candidato. "O que Serra tem que fazer nessas duas semanas até sair do governo para cuidar da candidatura é exatamente o que fez no Rio Grande do Sul, no fim de semana", afirma Guerra.
De acordo com a governadora gaúcha, Yeda Crusius (PSDB), quem testemunhou a passagem de Serra anteontem pela Festa da Uva, em Caxias do Sul, não tem a menor dúvida de que ele é o candidato do PSDB à Presidência. A tucana se diz convencida de que Serra "desfez com gestos" qualquer dúvida sobre a participação na corrida sucessória. "Éramos dois pré-candidatos: eu, candidata declarada ao governo, e ele a presidente. Quem nos viu não teve dúvida."
Yeda elogia a militância, que estava "muito acesa", chegou em dois ônibus enfeitados com faixas de "Serra presidente" e recepcionou o governador portando adesivos com os mesmos dizeres colados nas camisetas.
Serra não falou uma só palavra sobre eleição, mas se portou como político em busca de votos. Conversou com visitantes, distribuiu abraços e posou para fotos, sempre sorridente. Bem diferente do Serra meio cabisbaixo que deixou Belo Horizonte, na semana passada, depois de participar da inauguração da nova sede do governo mineiro, ao lado de Aécio Neves, este sim recepcionado aos gritos de "Aécio presidente".
Não houve manifestação de hostilidade ao paulista durante os festejos do governo de Minas, mas os mineiros deixaram vazar a frustração por Aécio não ser o cabeça de chapa. Dirigentes do PSDB avaliam que Serra poderia ter evitado os apupos a Aécio, se tivesse antecipado a candidatura. Mas dizem entender a preocupação dele em deixar claro que sua prioridade é a função de governador. É com uma "boa arrancada" a partir de São Paulo que os tucanos contam para construir a vitória sobre a petista Dilma Rousseff.
Christiane Samarco- Estadão
"DESFILE" - Serra precisa agir como fez anteontem no Sul, diz senador
BRASÍLIA
O comando nacional e as direções regionais do PSDB avaliam que só têm uma saída para driblar mais 15 dias de silêncio do governador de São Paulo, José Serra, sobre sua candidatura ao Planalto: fazer com que o presidenciável tucano "desfile" ao lado dos candidatos a governador do partido e de legendas aliadas que estão em campanha Brasil afora. "Vamos nos mexer", diz o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE). "Todo mundo quer a presença dele nos Estados e Serra precisa desatar esse nó."
O tucanato não desistiu de convencê-lo a antecipar a candidatura. Para conter a ansiedade com a falta de uma declaração afirmativa do governador, o partido mobiliza as bases em vários Estados e monta uma agenda para exibir seu candidato. "O que Serra tem que fazer nessas duas semanas até sair do governo para cuidar da candidatura é exatamente o que fez no Rio Grande do Sul, no fim de semana", afirma Guerra.
De acordo com a governadora gaúcha, Yeda Crusius (PSDB), quem testemunhou a passagem de Serra anteontem pela Festa da Uva, em Caxias do Sul, não tem a menor dúvida de que ele é o candidato do PSDB à Presidência. A tucana se diz convencida de que Serra "desfez com gestos" qualquer dúvida sobre a participação na corrida sucessória. "Éramos dois pré-candidatos: eu, candidata declarada ao governo, e ele a presidente. Quem nos viu não teve dúvida."
Yeda elogia a militância, que estava "muito acesa", chegou em dois ônibus enfeitados com faixas de "Serra presidente" e recepcionou o governador portando adesivos com os mesmos dizeres colados nas camisetas.
Serra não falou uma só palavra sobre eleição, mas se portou como político em busca de votos. Conversou com visitantes, distribuiu abraços e posou para fotos, sempre sorridente. Bem diferente do Serra meio cabisbaixo que deixou Belo Horizonte, na semana passada, depois de participar da inauguração da nova sede do governo mineiro, ao lado de Aécio Neves, este sim recepcionado aos gritos de "Aécio presidente".
Não houve manifestação de hostilidade ao paulista durante os festejos do governo de Minas, mas os mineiros deixaram vazar a frustração por Aécio não ser o cabeça de chapa. Dirigentes do PSDB avaliam que Serra poderia ter evitado os apupos a Aécio, se tivesse antecipado a candidatura. Mas dizem entender a preocupação dele em deixar claro que sua prioridade é a função de governador. É com uma "boa arrancada" a partir de São Paulo que os tucanos contam para construir a vitória sobre a petista Dilma Rousseff.
Christiane Samarco- Estadão
'Guerra ao Terror' supera 'Avatar' e leva melhor filme
Com seis prêmios o filme de Kathryn Bigelow venceu o blockbuster de James Cameron, seu ex-marido
Reuters/Gary Hershorn
Jeremy Renner, Brian Geraghty e Anthony Mackie celebram com a diretora Kathryn Bigelow e Mark Boal
SÃO PAULO - Com seis prêmios, "Guerra ao Terror" foi o grande vencedor da 82.ª cerimônia do Oscar da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Kathryn Bigelow fez história ao ser a primeira mulher a conquistar o prêmio de melhor direção. Só outras três haviam sido indicadas: Lina Wertmüller (Pasqualino Sete Belezas, de 1976), Jane Campion (O Piano, 1993) e Sofia Coppola (Encontros e Desencontros, 2003).
Veja como foi a cerimônia
A surpresa foi total, pois a aposta era por um equilíbrio das premiações: "Avatar" como melhor filme e Kathryn, melhor diretora. A diferença entre os dois é que o primeiro custou caro, usou alta tecnologia e arrecadou a maior bilheteria da história do cinema, faturando perto de US$ 3 bilhões. Seu diretor, James Cameron, superou seu próprio recorde de 12 anos atrás com "Titanic", que também arrebatou o público de cinema de todo o mundo. Levou apenas três prêmios: fotografia, direção de arte e efeitos visuais.
Já "Guerra ao Terror", um filme de baixo orçamento sobre a guerra do Iraque, teve de ser rodado na Jordânia e conquistou os principais prêmios da noite: filme, direção, roteiro original, montagem, mixagem de som e edição de som. Kathryn, que foi casada com James Cameron, andava distante das câmeras e, dizem, foi incentivada pelo ex para dirigir o filme. Seu título mais conhecido é “Caçadores de Emoção”, de 1991, com Keanu Reeves e Patrick Swayze.
"Este é o grande momento de minha vida e se não fosse por Mark Boal, que arriscou a vida escrevendo esse roteiro, isso não estaria acontecendo. Dedico esse prêmio às mulheres e homens que são militares e arriscam suas vidas diariamente", disse Kathryn.
O longa mostra o dia a dia de um grupo do esquadrão que desarma bombas no Iraque, a relação entre seus membros e os momentos de tensão pura que enfrentam diariamente. A polêmica tese defendida é que, para os soldados que se alistam para servir no Iraque, a guerra torna-se espécie de vício. O roteiro foi escrito pelo jornalista Mark Boal, que passou uma temporada "embedado" no esquadrão de bombas da região.
A festa do Oscar teve outra boa surpresa: o prêmio de melhor filme estrangeiro foi para o argentino "O Segredo dos Seus Olhos", dirigido por Juan Jose Campanella, com o grande ator argentino Ricardo Darío como protagonista, e não para o favorito "A Fita Branca" de Michael Haneke (Alemanha), amplamente premiado por tratar da gênese do nazismo. Já o filme de Campanella ("O Filho da Noiva") conta uma história de amor entremeada a uma investigação de assassinato durante o período em que a Argentina vivia sob ditadura.
Atores e atrizes, vencem os favoritos
O Oscar 2010 teve uma cerimônia leve e bem animada pelos humoristas Steve Martin e Alec Baldwin, que logo na abertura brincaram com os atores e atrizes. Claro, não podiam deixar de brincar com Meryl Streep. Primeiro, por sua 16.ª indicação ao prêmio, um recorde absoluto. Depois, por que dividiu a cena com eles no filme que está em cartaz no Brasil, "Simplesmente Complicado", cuja personagem vira amante do ex-marido (Alec Baldwin) enquanto é casada com outro (Steve Martin). "Um inesquecível ménage à trois", brincaram eles. E ainda tiraram óculos 3-D para 'procurar' James Cameron na plateia.
Mas Meryl não venceu desta vez. Sandra Bullock faturou o cobiçado Oscar de melhor atriz ao sair pela primeira vez do gênero comédia romântica que marca sua carreira e encarar um papel sério em "Um Sonho Possível". Ironicamente ela ganhou na mesma noite o Framboesa de Ouro, dado aos piores do ano sempre antes da premiação da Academia. E ela foi buscar o troféu, pela comédia romântica "Maluca Paixão", que lhe rendeu também o prêmio de pior dupla em cena do ano, com o companheiro Bradley Cooper.
Também confirmando as expectativas, Mo'Nique venceu o Oscar de melhor atriz coadjuvante, por seu trabalho em "Preciosa - Uma História de Esperança", em que interpreta uma mãe do bairro nova-iorquino do Harlem que maltrata a filha, uma jovem obesa, analfabeta e grávida do próprio pai. Atriz mais conhecida na televisão, onde mantém o talk show The Mo'Nique Show.
Entre os atores, Jeff Bridges, um queridinho no meio cinematográfico, conquistou seu primeiro Oscar no papel do cantor country decadente Bad Blake, após cinco indicações e muitos filmes no curriculum. Filho e irmão de atores, Lloyd e Beau Bridges, seu filme revelação foi "A Última Sessão de Cinema", em 1971. Também fez filmes cults - como "Tron", "Starman" e "O Grande Lebowski" e só recentemente encarou um blockbuster, atuando em "Homem de Ferro".
E Quentin Tarantino e seu "Bastardos Inglórios", que recebeu oito indicações, ficou sem seu Oscar de melhor diretor. Mas revelou o talento do ator austríaco Christoph Waltz, de 53 anos, muito conhecido nos teatros de Viena e um dos intérpretes mais respeitados da Áustria e em séries de TV, mas distante das telas do cinema. Nesse sentido ele foi praticamente uma revelação de Tarantino. Venceu em Cannes e no Oscar como melhor ator coadjuvante.
A 82.ª cerimônia do Oscar que inovou este ano ao ampliar para dez o número de indicados à categoria principal de melhor filme. Mais ainda ao incluir entre eles a animação "UP - Altas Aventuras", do estúdio Pixar. Foi a segunda vez que uma animação, por muitos anos um gênero menosprezado pela Academia, recebeu uma indicação como esta. O primeiro indicado foi "A Bela e a Fera", em 1991. O desenho animado encantou crianças e adultos com a história do velhinho ranzinza e aventureiro Carl Fredricksen que depois da morte da mulher decide realizar o sonho dos dois.
Teresa Ribeiro, do estadao.com.br - Agencia Estado
Reuters/Gary Hershorn
Jeremy Renner, Brian Geraghty e Anthony Mackie celebram com a diretora Kathryn Bigelow e Mark Boal
SÃO PAULO - Com seis prêmios, "Guerra ao Terror" foi o grande vencedor da 82.ª cerimônia do Oscar da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Kathryn Bigelow fez história ao ser a primeira mulher a conquistar o prêmio de melhor direção. Só outras três haviam sido indicadas: Lina Wertmüller (Pasqualino Sete Belezas, de 1976), Jane Campion (O Piano, 1993) e Sofia Coppola (Encontros e Desencontros, 2003).
Veja como foi a cerimônia
A surpresa foi total, pois a aposta era por um equilíbrio das premiações: "Avatar" como melhor filme e Kathryn, melhor diretora. A diferença entre os dois é que o primeiro custou caro, usou alta tecnologia e arrecadou a maior bilheteria da história do cinema, faturando perto de US$ 3 bilhões. Seu diretor, James Cameron, superou seu próprio recorde de 12 anos atrás com "Titanic", que também arrebatou o público de cinema de todo o mundo. Levou apenas três prêmios: fotografia, direção de arte e efeitos visuais.
Já "Guerra ao Terror", um filme de baixo orçamento sobre a guerra do Iraque, teve de ser rodado na Jordânia e conquistou os principais prêmios da noite: filme, direção, roteiro original, montagem, mixagem de som e edição de som. Kathryn, que foi casada com James Cameron, andava distante das câmeras e, dizem, foi incentivada pelo ex para dirigir o filme. Seu título mais conhecido é “Caçadores de Emoção”, de 1991, com Keanu Reeves e Patrick Swayze.
"Este é o grande momento de minha vida e se não fosse por Mark Boal, que arriscou a vida escrevendo esse roteiro, isso não estaria acontecendo. Dedico esse prêmio às mulheres e homens que são militares e arriscam suas vidas diariamente", disse Kathryn.
O longa mostra o dia a dia de um grupo do esquadrão que desarma bombas no Iraque, a relação entre seus membros e os momentos de tensão pura que enfrentam diariamente. A polêmica tese defendida é que, para os soldados que se alistam para servir no Iraque, a guerra torna-se espécie de vício. O roteiro foi escrito pelo jornalista Mark Boal, que passou uma temporada "embedado" no esquadrão de bombas da região.
A festa do Oscar teve outra boa surpresa: o prêmio de melhor filme estrangeiro foi para o argentino "O Segredo dos Seus Olhos", dirigido por Juan Jose Campanella, com o grande ator argentino Ricardo Darío como protagonista, e não para o favorito "A Fita Branca" de Michael Haneke (Alemanha), amplamente premiado por tratar da gênese do nazismo. Já o filme de Campanella ("O Filho da Noiva") conta uma história de amor entremeada a uma investigação de assassinato durante o período em que a Argentina vivia sob ditadura.
Atores e atrizes, vencem os favoritos
O Oscar 2010 teve uma cerimônia leve e bem animada pelos humoristas Steve Martin e Alec Baldwin, que logo na abertura brincaram com os atores e atrizes. Claro, não podiam deixar de brincar com Meryl Streep. Primeiro, por sua 16.ª indicação ao prêmio, um recorde absoluto. Depois, por que dividiu a cena com eles no filme que está em cartaz no Brasil, "Simplesmente Complicado", cuja personagem vira amante do ex-marido (Alec Baldwin) enquanto é casada com outro (Steve Martin). "Um inesquecível ménage à trois", brincaram eles. E ainda tiraram óculos 3-D para 'procurar' James Cameron na plateia.
Mas Meryl não venceu desta vez. Sandra Bullock faturou o cobiçado Oscar de melhor atriz ao sair pela primeira vez do gênero comédia romântica que marca sua carreira e encarar um papel sério em "Um Sonho Possível". Ironicamente ela ganhou na mesma noite o Framboesa de Ouro, dado aos piores do ano sempre antes da premiação da Academia. E ela foi buscar o troféu, pela comédia romântica "Maluca Paixão", que lhe rendeu também o prêmio de pior dupla em cena do ano, com o companheiro Bradley Cooper.
Também confirmando as expectativas, Mo'Nique venceu o Oscar de melhor atriz coadjuvante, por seu trabalho em "Preciosa - Uma História de Esperança", em que interpreta uma mãe do bairro nova-iorquino do Harlem que maltrata a filha, uma jovem obesa, analfabeta e grávida do próprio pai. Atriz mais conhecida na televisão, onde mantém o talk show The Mo'Nique Show.
Entre os atores, Jeff Bridges, um queridinho no meio cinematográfico, conquistou seu primeiro Oscar no papel do cantor country decadente Bad Blake, após cinco indicações e muitos filmes no curriculum. Filho e irmão de atores, Lloyd e Beau Bridges, seu filme revelação foi "A Última Sessão de Cinema", em 1971. Também fez filmes cults - como "Tron", "Starman" e "O Grande Lebowski" e só recentemente encarou um blockbuster, atuando em "Homem de Ferro".
E Quentin Tarantino e seu "Bastardos Inglórios", que recebeu oito indicações, ficou sem seu Oscar de melhor diretor. Mas revelou o talento do ator austríaco Christoph Waltz, de 53 anos, muito conhecido nos teatros de Viena e um dos intérpretes mais respeitados da Áustria e em séries de TV, mas distante das telas do cinema. Nesse sentido ele foi praticamente uma revelação de Tarantino. Venceu em Cannes e no Oscar como melhor ator coadjuvante.
A 82.ª cerimônia do Oscar que inovou este ano ao ampliar para dez o número de indicados à categoria principal de melhor filme. Mais ainda ao incluir entre eles a animação "UP - Altas Aventuras", do estúdio Pixar. Foi a segunda vez que uma animação, por muitos anos um gênero menosprezado pela Academia, recebeu uma indicação como esta. O primeiro indicado foi "A Bela e a Fera", em 1991. O desenho animado encantou crianças e adultos com a história do velhinho ranzinza e aventureiro Carl Fredricksen que depois da morte da mulher decide realizar o sonho dos dois.
Teresa Ribeiro, do estadao.com.br - Agencia Estado
o Bilhetim e a gestão Maneschy
Para quem não sabe, o Bilhetim e seu editor lutaram juntos ocontra o uso da máquina da UFPA na sucessão de 2008 na UFPA. Nós apoiamos a candidatura Maneschy explicitamente, e enquanto Maneschy manter-se coerente com um projeto afirmativo para a UFPA e respeitar as tradições acadêmicas e democráticas, nós defenderemos este projeto. Não somos kamicazes, ajudamos a eleger um reitor e depois passamos a jogar pedra. Sabemos ser situação sem perdermos a identidades, afinal fomos apoiadores de Lourenço, Nilson Ximenes e Alex, por 7,5 anos.
Publicaremos as postagens , desde que não sejam levianas. Caso queiram jogar pedra, que se identifiquem e deixem o telefone para eu confirmar a postagem, que eu as publicarei.
Publicaremos as postagens , desde que não sejam levianas. Caso queiram jogar pedra, que se identifiquem e deixem o telefone para eu confirmar a postagem, que eu as publicarei.
Barreiros e o confronto radical com Maneschy
Os funcionários do ITEC devem ser instrumento do Diretor do ITEC contra o Reitor da UFPA. Será que os funcionários do ITEC aceitarão o papel de ser, sem saber, instrumento da guerrinha particular de Barreiros contra Maneschy? Barreiros já está há seis anos à frente do ITEC.
Não creio que os servidores do ITEC, que deram 80% de seus votos para a eleição de Maneschy, aceitem este papel de serem massa de manobra. Por qur falo em massa de manobra? Porque o Diretor se veste de cordeiro na disputa e esconde os motivos reais da luta de fundo...que poderá levar o ITEC ao mais profundo isolamento institucional.
Não creio que os servidores do ITEC, que deram 80% de seus votos para a eleição de Maneschy, aceitem este papel de serem massa de manobra. Por qur falo em massa de manobra? Porque o Diretor se veste de cordeiro na disputa e esconde os motivos reais da luta de fundo...que poderá levar o ITEC ao mais profundo isolamento institucional.
ITEC: Terrorismo eleitoral
A turma do candidato à reeleição, prof. Barreiros construiu uma central de fofocas que visa afastar os Técnicos da chapa da prof. Emília. Imaginem que estão espalhando que a prof. Emília colocaria relógio de ponto para controlar os servidores, caso venha a ser eleita.
Outro boato dá conta de que Emília traria de volta ao Instituto uma funcionária detestada pelos técnicos.
Caramba, Barreiros quer ficar 10 anos à frente no ITEC, já está há seis anos. Por que será que Barreiros quer tanto ficar no ITEC e não abrir espaço para mais ninguém?
Outro boato dá conta de que Emília traria de volta ao Instituto uma funcionária detestada pelos técnicos.
Caramba, Barreiros quer ficar 10 anos à frente no ITEC, já está há seis anos. Por que será que Barreiros quer tanto ficar no ITEC e não abrir espaço para mais ninguém?
Sucessão no ILC
Segundo informação de professores bem articulados do ILC, alguns professores já lançaram candidatura em caráter oficial para as Eleições do Instituto de Letras e Comunicação. A suposta Candidata à Direção do ILC é a Profª. Drª. Fátima Pessoa e Otacílio da Comunicação Social para Vice. Desconheço o cenário de expectativa de votos dos candidatos entre as três categorias, mas levando em consideração a última eleição para reitor, acredito que a professora em questão tenha a maioria dos votos entre a categoria Docente, já que apoiava o Magnânimo Alex Fiúza, porém entre a categoria Técnico-administrativa perderá, pois não é aclamada; Entre estudantes, há uma incógnita, já que a Profª. Rosa Brasil é muito bem acolhida, entretanto, se consideramos o resultado das eleições para o Centro Acadêmico, continuaremos com uma invariável: PSOL - 214 votos; PT - 210 votos; PSTU - 67 votos. Vamos esperar para ver no que vai dar. De acordo com outras fontes de professores bem informados, após uma reunião que ocorreu ontem teremos outra candidatura, a ser lançada na segunda-feira. O fato é que a professora Rosa Brasil é temida por todos os outros candidatos, não só pelos estudantes (ela deve ter 70% do seu lado), mas também por ser ponto de pauta em todas as reuniões informais de articulação entre Professores, Técnicos e Alunos.
ITEC: Barreiros só tem peso dentre os Técnicos
As notícias que chegam do ITEC dão conta de que o atual Diretor Prof. Barreiros só tem chances de ganhar as eleições do dia 18 de março se tiver 80% de adesão dos servidores técnicos-administrativos. Caso Barreiros vença terá contra sí uma grande maioria de docentes e de estudantes. De fato o ITEC ficará ingovernável na Congregação e mais, será uma vitória de Pirro...ganhará mais não governará...coitado do ITEC se isto vier a ocorrer. Dizem que Barreiros fez de Maneschy seu principal desafeto nos últimos seis anos.
UFPA recebe visita da Federação de Indústrias do Estado
Amanhã, a partir das 7h30, a Universidade Federal do Pará (UFPA) receberá a visita de uma instituição importante para o desenvolvimento das ações universitárias: a Federação de Indústrias do Estado do Pará (FIEPA). A programação começará com um café da manhã, que será oferecido no Espaço do Vadião, e seguirá por várias áreas do campus em um passeio chamado de Universitur. Dentre os locais visitados, estarão o Laboratório de Biotecnologia, o Laboratório de Pesquisa e Análise de Combustíveis (LAPAC) e o Parque Tecnológico, dirigido pela Agência de Inovação Tecnológica da UFPA.
Segundo o reitor Carlos Maneschy, que guiará a Federação com os pró-reitores e diretores dos institutos, a visita é uma excelente oportunidade para aumentar o contato entre a Universidade e as empresas do Estado do Pará. “Queremos que exista uma aproximação realmente institucional, com ações efetivas e duradouras, não apenas pontuais”, anuncia o reitor.
A Agência de Inovação Tecnológica, dirigida pela professora Geisa Bassalo, é o órgão responsável pela mediação entre a UFPA e as indústrias paraenses. Segundo a diretora, a ocasião será, também, a primeira oportunidade de divulgar as ações da Agência para o empresariado, como a Incubadora de Empresas e o Parque Tecnológico do Guamá.
A FIEPA estará representada pelo presidente José Conrado Santos e pelos diretores da entidade. Empresários da indústria paraense também comporão o grupo de, aproximadamente, 30 pessoas. Após conhecerem o trabalho dos laboratórios citados, todos serão encaminhados ao auditório da Secretaria Geral, onde a UFPA, a Associação de Amigos da UFPA (AAUFPA) e a FIEPA apresentarão seus posicionamentos e propostas.
De acordo com a Assessoria de Comunicação do Serviço Social da Indústria (SESI), a FIEPA apresentará para os representantes da Universidade e empresários o guia “Pará Investimentos – Oportunidades e Desafios (2010-2014)”, que mostra o volume de recursos anunciados para os próximos cinco anos no Estado, e que gira em torno de R$ 105 bilhões. “Precisamos nos relacionar mais com o meio acadêmico, com o propósito de mostrar quais serão as novas demandas da indústria nos próximos anos”, afirma José Conrado.
Texto: Abílio Dantas – Assessoria de Comunicação da UFPA
Segundo o reitor Carlos Maneschy, que guiará a Federação com os pró-reitores e diretores dos institutos, a visita é uma excelente oportunidade para aumentar o contato entre a Universidade e as empresas do Estado do Pará. “Queremos que exista uma aproximação realmente institucional, com ações efetivas e duradouras, não apenas pontuais”, anuncia o reitor.
A Agência de Inovação Tecnológica, dirigida pela professora Geisa Bassalo, é o órgão responsável pela mediação entre a UFPA e as indústrias paraenses. Segundo a diretora, a ocasião será, também, a primeira oportunidade de divulgar as ações da Agência para o empresariado, como a Incubadora de Empresas e o Parque Tecnológico do Guamá.
A FIEPA estará representada pelo presidente José Conrado Santos e pelos diretores da entidade. Empresários da indústria paraense também comporão o grupo de, aproximadamente, 30 pessoas. Após conhecerem o trabalho dos laboratórios citados, todos serão encaminhados ao auditório da Secretaria Geral, onde a UFPA, a Associação de Amigos da UFPA (AAUFPA) e a FIEPA apresentarão seus posicionamentos e propostas.
De acordo com a Assessoria de Comunicação do Serviço Social da Indústria (SESI), a FIEPA apresentará para os representantes da Universidade e empresários o guia “Pará Investimentos – Oportunidades e Desafios (2010-2014)”, que mostra o volume de recursos anunciados para os próximos cinco anos no Estado, e que gira em torno de R$ 105 bilhões. “Precisamos nos relacionar mais com o meio acadêmico, com o propósito de mostrar quais serão as novas demandas da indústria nos próximos anos”, afirma José Conrado.
Texto: Abílio Dantas – Assessoria de Comunicação da UFPA
Edital prevê apoio à qualificação de docentes e técnicos
A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesp), da Universidade Federal do Pará, lançou, na segunda-feira, dia 1º de março, o primeiro Edital do Programa de Apoio à Qualificação de Servidores Docentes e Técnico-Administrativos da UFPA (PADT). A publicação ocorreu após uma série de reuniões da unidade com representantes do Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Federais de Ensino Superior (Sindtifes). O Edital encontra-se disponível na página www.propesp.ufpa.br.
O documento prevê a concessão de equipamentos aos Programas de Mestrado e Doutorado da UFPA que abrirem turmas especiais para docentes e técnicos da própria Instituição. O PADT substitui o antigo PIQD (Programa Institucional de Qualificação Docente), para atender, também, servidores técnico-administrativos. O objetivo é promover a capacitação de pessoal da UFPA e contribuir para o crescimento profissional de seus servidores.
Segundo o pró-reitor Emmanuel Tourinho, outro aspecto previsto no PADT diz respeito à exigência de abertura de turmas especiais para os servidores (docentes e técnicos) da UFPA, além de ações voltadas aos servidores que já realizam cursos de pós-graduação na Universidade. Os Programas de Mestrado e Doutorado têm até o dia 19 de março para aderirem ao Edital da Propesp e até o dia 31 de março para publicarem o Edital de Seleção dos Alunos.
As turmas criadas nos Programas de Pós-Graduação devem ser iniciadas entre março e agosto de 2010 e disponibilizar, pelo menos, seis vagas destinadas a docentes e/ou a técnicos da UFPA. O ingresso dos alunos poderá ser na condição de alunos regulares ou na condição de alunos especiais. Caso o Programa opte pelo ingresso dos alunos na condição de alunos especiais, fica obrigado a efetivá-los na condição de alunos regulares a partir da aprovação no Exame de Qualificação.
A concessão do apoio será efetivada após a informação à PROPESP da matrícula dos alunos da turma especial oferecida aos docentes e a técnicos da UFPA. Ao Programa de Pós-Graduação que criar uma turma especial de mestrado, serão concedidos 8 computadores, com configuração típica, incluindo gabinete completo, monitor, teclado e mouse. Os que criarem doutorado receberão doze computadores; e os que abrirem turmas de mestrado e doutorado ganharão vinte computadores. As propostas serão avaliadas com base no cumprimento do calendário e na apresentação dos documentos especificados no Edital. A PROPESP divulgará os apoios concedidos em sua página eletrônica e em outros espaços institucionais.
Texto: Jéssica Souza – Assessoria de Comunicação da UFPA
O documento prevê a concessão de equipamentos aos Programas de Mestrado e Doutorado da UFPA que abrirem turmas especiais para docentes e técnicos da própria Instituição. O PADT substitui o antigo PIQD (Programa Institucional de Qualificação Docente), para atender, também, servidores técnico-administrativos. O objetivo é promover a capacitação de pessoal da UFPA e contribuir para o crescimento profissional de seus servidores.
Segundo o pró-reitor Emmanuel Tourinho, outro aspecto previsto no PADT diz respeito à exigência de abertura de turmas especiais para os servidores (docentes e técnicos) da UFPA, além de ações voltadas aos servidores que já realizam cursos de pós-graduação na Universidade. Os Programas de Mestrado e Doutorado têm até o dia 19 de março para aderirem ao Edital da Propesp e até o dia 31 de março para publicarem o Edital de Seleção dos Alunos.
As turmas criadas nos Programas de Pós-Graduação devem ser iniciadas entre março e agosto de 2010 e disponibilizar, pelo menos, seis vagas destinadas a docentes e/ou a técnicos da UFPA. O ingresso dos alunos poderá ser na condição de alunos regulares ou na condição de alunos especiais. Caso o Programa opte pelo ingresso dos alunos na condição de alunos especiais, fica obrigado a efetivá-los na condição de alunos regulares a partir da aprovação no Exame de Qualificação.
A concessão do apoio será efetivada após a informação à PROPESP da matrícula dos alunos da turma especial oferecida aos docentes e a técnicos da UFPA. Ao Programa de Pós-Graduação que criar uma turma especial de mestrado, serão concedidos 8 computadores, com configuração típica, incluindo gabinete completo, monitor, teclado e mouse. Os que criarem doutorado receberão doze computadores; e os que abrirem turmas de mestrado e doutorado ganharão vinte computadores. As propostas serão avaliadas com base no cumprimento do calendário e na apresentação dos documentos especificados no Edital. A PROPESP divulgará os apoios concedidos em sua página eletrônica e em outros espaços institucionais.
Texto: Jéssica Souza – Assessoria de Comunicação da UFPA
Erick na coordenação do PDI
O professor Dr. Erick Pedreira, Pró-reitor de Planejamento da UFPA e coordenador da região norte do FORPLADES será o coordenador da PDI da UFPA 2011-2020. Erick deverá montar uma comissão de alto nível para dar consequência à determinação do Reitor para que a UFPA tenha um novo projeto de médio alcance com as diretrizes institucionais.
STF: Arruda preso e a Câmara do DF sob pressão
O governador do DF José Roberto Arruda, que já conta com 23 dias de prisão por corrupção explícita pode ficar preso por até 90 dias. É que a prisão preventiva pode ser prolongada até por 3 meses. Independente do destino final de Arruda, se renuncia ou se é cassado,o poder judiciário do DF está dando uma lição ao poder legislativo do DF, que se omitiu por dois meses, de enfrentar o problema. A dependência estrutural do legislativo ao executivo está na raiz da prostração dos deputados do DF ao governador Arruda. Agora os deputados não tem outra escolha: ou cassam Arruda ou a Câmara será cassada pela intervenção federal.
TSE: fim do sigilo das doações de campanha
O TSE aprovou o fim do sigilo nas doações de campanha. Até hoje os doadores privados doavam ao partido e o partido dirigia os recursos aos parlamentares sem revelar a fonte do financiamento. Com isso não se poderia fazer a conexão entre doador e prestações de serviços aos executivos, por parte das empresas.
A tendência do mundo ocidental é de se acabar coma doações de empresas. A doação deverá no futuro ser feita apenas por pessoas físicas, no limite de 10% de seu faturamento bruto. O cerco fecha-se contra a promiscuidade criminosa entre partidos, candidatos e empresas, tendo como único financiador o dinheiro público, superfaturado. E assim o poder judiciário vai fazendo a reforma política e eleitoral, pouco a pouco E o congresso? dorme como um brontossauro em temas de transformação do sistema político brasileiro.
A tendência do mundo ocidental é de se acabar coma doações de empresas. A doação deverá no futuro ser feita apenas por pessoas físicas, no limite de 10% de seu faturamento bruto. O cerco fecha-se contra a promiscuidade criminosa entre partidos, candidatos e empresas, tendo como único financiador o dinheiro público, superfaturado. E assim o poder judiciário vai fazendo a reforma política e eleitoral, pouco a pouco E o congresso? dorme como um brontossauro em temas de transformação do sistema político brasileiro.
06-03 Almoço no TIQUIN
Jefferson está preparando um belo almoço no TIQUIN para a turma vitoriosa da UFPA. Será no próximo sábado a partir das 12.30 hs.
A viúvas rosnam e o andor passa
As viúvas estão rosnando em postagens seguidas. São duas pessoas que vem fazendo 30 postagens dia. Estão escaladas para desconstruir o trabalho inciante da nova gestão.
A despedida de Puty
Assim foi a queda de Puty.
Cena 1- Dois garotos do PróJovem entram no palco e lhe entregam duas flores em agradecimento pelos benefícios.
cena 2- Puty relembra à governadora que foi a primeira pessoa a dar parecer favorável às suas candidaturas ao sindicato dos bancários e à disputa para vereador em 1992.
cena 3- Puty afirma que o governo mobilizará e levantará todo o estado contra a ALEPA em defesa dos 366. Detalhe, este governo não está empolgando nem a "moderna" militância petista, recrutada sob o peso de empregos e DAS. Os petistas históricos sentem vergonha da gestão DS à frente do governo paraense.
cena 4- Puty, muito orgulhoso lembra seu grande sucesso político à frente da Casa Civil ao ampliar a base de sustentação da governadora com os seguintes partidos: PMN, PT do B, PSC, PV e PP. De todas estas sopas de legendas só o PV tem dois deputados estaduais e que está vacilante sobre o apoio em 2010. Puty não fala que afastou o G8 e o PMDB e fez "luta de classes" contra o PSDB e se isolou de todas as tendências petistas, que acabaram por pedir sua cabeça. Era Robespierre caindo e - dizendo- estou de pé. Puty hoje não tem mais poder da caneta, viverá das influências de conselheiro da governadora.
De fato foi patético a queda.
Cena 1- Dois garotos do PróJovem entram no palco e lhe entregam duas flores em agradecimento pelos benefícios.
cena 2- Puty relembra à governadora que foi a primeira pessoa a dar parecer favorável às suas candidaturas ao sindicato dos bancários e à disputa para vereador em 1992.
cena 3- Puty afirma que o governo mobilizará e levantará todo o estado contra a ALEPA em defesa dos 366. Detalhe, este governo não está empolgando nem a "moderna" militância petista, recrutada sob o peso de empregos e DAS. Os petistas históricos sentem vergonha da gestão DS à frente do governo paraense.
cena 4- Puty, muito orgulhoso lembra seu grande sucesso político à frente da Casa Civil ao ampliar a base de sustentação da governadora com os seguintes partidos: PMN, PT do B, PSC, PV e PP. De todas estas sopas de legendas só o PV tem dois deputados estaduais e que está vacilante sobre o apoio em 2010. Puty não fala que afastou o G8 e o PMDB e fez "luta de classes" contra o PSDB e se isolou de todas as tendências petistas, que acabaram por pedir sua cabeça. Era Robespierre caindo e - dizendo- estou de pé. Puty hoje não tem mais poder da caneta, viverá das influências de conselheiro da governadora.
De fato foi patético a queda.
A rejeição de Ana e o dilema de Jáder
Jáder vive o dilema hamletiano de ser ou não ser...candidato. Os números da rejeição de Ana o animam a sair candidato ao governo. Jáder sabe que a máquina federal e estadual deverão colocar Ana no segundo turno. Acontece que Jáder não sabe, com certeza, se derrotaria Jatene no primeiro turno. Por outro lado todos sabem que num eventual segundo turno entre Jáder e Ana, Jatene jamais apoiaria o PT.
Os com CD de ontem e os sem CD de hoje
Os com CD de ontem e os sem CD de hoje não cansam de xingar através de postagens anônimas. Devo dizer que apoiei as duas eleições de Alex para a reitoria. Jamais fui desleal enquanto Alex exerceu o reitorado. Não acompanhei Alex em sua sucessão. Mas eu não tinha nenhum compromisso em apoiar o candidato de Alex. Não ocupei nenhum cargo durante os oito anos de Alex, como não ocupo hoje na gestão Maneschy. Não apoiei estes candidatos atrás de cargos, apoei-os porque achei que eram o melhor para a UFPA. Ontem, como hoje tenho bom trânsito com os reitores, e daí? apoei Lourenço, Nilson, Ximenes, Alex e agora Maneschy. E apoei acompanhado de muitos amigos...daí termos sido decisivos nestes embates.
Almoço no TIQUIN é no sábado (06/03)
Neste sábado no TIQUIN teremos o almoço mensal. O encontro mensal aos sábados é um espaço para reencontrar os amigos, jogar conversa fora e manter a "liga" nas relações políticas e sindicais na UFPA.
HUJBB: Crise no comando?
Internauta informa que Diretor e vice do HUJBB estão com relações estressadas e enfrentam dificuldades para ação coletiva.
ICS: Medicina é um mega problema
A grave crise enfrentada prlo curso de medicina deve entrar na agenda pessoal do Reitor. Parece que a Diretora do ICS está mostrando pouco despreendimento para enfrentar esta questão.
A SESU e o elogio à UFPA
O Pró-Reitor Eric foi o encarregado de trazer o elogio por escrito da Secretária de Educação Superior do MEC ao Reitor da UFPA pelo excelente desempenho na execução orçamentária durante o ano de 2009.
UFPA: PDI em construção
O Reitor Maneschy acaba de editar normatização criando mecanismos para iniciar as ações para a realização do PDI 2011-2020. Esperamos que a participação das comunidades internas e externas ( inclusive do interior) estejam garantidas.
FORPLADES: Eric em ascenção
O Pró-Reitor de Planejamento da UFPA acaba de ser eleito pelo Fórum dos Pró-Reitores de Planejamento e Administração do Brasil para ser o coordenador da região norte. Eric está entre os 10 Pró-Reitores que coordenarão esta ação entre as 54 IFES em nosso País.
Vestibular da UFPA: Novidades para 2011
A UFPA estará debruçada nos próximos dias sobre os estragos que o vestibular trouxe à imagem da instituição em 2010. Estará sendo examinada a possibilidade de finalização do vestibular em moldes atuais e a possível opção pelo ENEM como mecanismo de acesso à instituição. Uma coisa é certa, difilmente a atual equipe do CEPS continuará. Sabe-se que "rola" uma disputa entre setores da PROEG e a direção do CEPS, e o reitor já saberia disso. Muitas cabeças rolarão.
PMDB: blefe ou sinalização política?
Que a garotada da DS, que faz parte do núcleo duro fez muita tolice política nas relações executivo-lagislativo e partido-partido, não é novidade para os bem informados. Eu mesmo denunciei, aqui, esta irresponsabilidade nos últimos 36 meses.
O PMDB vem radicalizando contra os interesses do governo nos últimos dois meses, sendo o empréstimo 366 o mecanismo de pressão. Parece que o PMDB quer aproveitar este momento para fazer um acerto geral com o governo. A DS está sem interlocução com o PMDB. Zé Geraldo foi escalado para dar um pito nos jaderistas e Parsifal responde aos ataques pelo PMDB.
Caso Jáder unifique PMDB, PTB, PR, PDT, este bloco tem grande chance de estar no segundo turno, e mais, caso passasse ao segundo turno este bloco e Ana Júlia, Jatene decidiria o jogo em favor de Jáder. Neste desenho, Jáder seria o candidato a governador, O PR indicaria o vice e Duciomar seria o candidato ao senado.
O PMDB vem radicalizando contra os interesses do governo nos últimos dois meses, sendo o empréstimo 366 o mecanismo de pressão. Parece que o PMDB quer aproveitar este momento para fazer um acerto geral com o governo. A DS está sem interlocução com o PMDB. Zé Geraldo foi escalado para dar um pito nos jaderistas e Parsifal responde aos ataques pelo PMDB.
Caso Jáder unifique PMDB, PTB, PR, PDT, este bloco tem grande chance de estar no segundo turno, e mais, caso passasse ao segundo turno este bloco e Ana Júlia, Jatene decidiria o jogo em favor de Jáder. Neste desenho, Jáder seria o candidato a governador, O PR indicaria o vice e Duciomar seria o candidato ao senado.
O crescimento de Dilma e as possibilidades de Serra
Minha visão é de que as eleições de 2010 serão muito difícil de serem prognosticada. Serra é o candidato mais conhecido e com excelente história administrativa, possivelmente é o "bola da vez". Dilma reflete o peso de Lula, 34% querem continuidade total e 29 querem pequenas mudanças com continuidade.
Serra é o candidato mais leve e conhecido, Dilma nunca disputou uma eleição. No Brasil, de 1946 para cá, nunca um presidente elegeu seu sucessor. Lula pode vir a ser o primeiro, mas a densidade da candidatura Dilma só poderá ser testada após o mês de setembro. Dilma pode até ganhar as eleições, mas eu diria que o PSDB tem o candidato mais competitivo hoje e que tem mais história administrativa e eleitoral. Eu, pessoalmente torço para que o projeto Lula vença, mas entre minha torcida e a realidade político-eleitoral existe uma grande diferença.
Serra é o candidato mais leve e conhecido, Dilma nunca disputou uma eleição. No Brasil, de 1946 para cá, nunca um presidente elegeu seu sucessor. Lula pode vir a ser o primeiro, mas a densidade da candidatura Dilma só poderá ser testada após o mês de setembro. Dilma pode até ganhar as eleições, mas eu diria que o PSDB tem o candidato mais competitivo hoje e que tem mais história administrativa e eleitoral. Eu, pessoalmente torço para que o projeto Lula vença, mas entre minha torcida e a realidade político-eleitoral existe uma grande diferença.
Transição na UFPA e a posse de Maneschy
está aberto um debate sobre o tema, caso o debate seja de alto nível, aceito publicar com nome de fantasia. Aceito texto com no máximo uma lauda ( 60 toques e 25 linhas). Creio que será claro a ausência de transição orçamentária, relacionada a correlação entre recursos e projetos em andamento na UFPA. Qualquer recurso federal do REUNI só pode ser acessado mediante projeto específico, e localizar estes foi um "Deus nos acuda", ninguém sabia informar quase nada de nada.
Bilhetim: o direito de moderar
A responsabilidade pelas postagens anônimas são minhas. Portanto publicarei todas as postagens que produzem debates reflexões e críticas substantivas. Ataques pessoais não publico, aliás publicarei desde que o autor se identifique com o número do SIAPE.Após identificação com o número do SIAPE, telefonarei pessoalmente para confirmar a autoria. Não se brinca com a honra e com o prestígio dos outros.
Quem lê o Bilhetim não tem idéia dos níveis dos ataques pessoais que deixo de publicar.
Quem lê o Bilhetim não tem idéia dos níveis dos ataques pessoais que deixo de publicar.
Dilma cresce em intenção de voto e já encosta em Serra, diz Datafolha
Pesquisa Datafolha publicada na edição de domingo da Folha, mostra que a ministra petista Dilma Rousseff (Casa Civil) cresceu cinco pontos nas pesquisas de intenção de voto de dezembro para janeiro, atingindo 28%.
No mesmo período, a taxa de intenção de voto no governador de São Paulo, José Serra (PSDB), recuou de 37% para 32%.
Com isso, a diferença entre os dois pré-candidatos recuou de 14 pontos para 4 pontos de dezembro para cá.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. No entanto, é impreciso dizer que o levantamento indica um empate técnico entre Serra e Dilma.
A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 25 de fevereiro. Foram ouvidas 2.623 pessoas com maiores de 16 anos.
Fonte Folha Online
No mesmo período, a taxa de intenção de voto no governador de São Paulo, José Serra (PSDB), recuou de 37% para 32%.
Com isso, a diferença entre os dois pré-candidatos recuou de 14 pontos para 4 pontos de dezembro para cá.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. No entanto, é impreciso dizer que o levantamento indica um empate técnico entre Serra e Dilma.
A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 25 de fevereiro. Foram ouvidas 2.623 pessoas com maiores de 16 anos.
Fonte Folha Online
Gestão Maneschy: não adianta forçar a barra
Não adianta os avaliadores apaixonados tentarem produzir uma avaliação catastrofistas dos primeiros sete meses da gestão Maneschy. Os primeiros seis meses foram dedicados a produzir projetos em direção ao governo federal sob pena de perder os recursos orçamentários do REUNI previstos para 2009. A turma que saiu não fez transição e não deixou as informações institucionais necessárias à continuidade orçamentária da instituição. "Foi um deus nos acuda" mas o Reitor Maneschy acaba de receber um elogio por escrito da SESU pela capacidade de produzir projetods evitando perder recursos federais.
Orçamento da UFPA: Aviso aos navegantes
O Orçamento de 2010 já foi articulado pela equipe de Maneschy. O último orçamento que Alex operou foi o de 2008 com incidência em 2009. Portanto, recursos, cursos de pós-graduação e investimento deste ano devem ser creditados na conta de Maneschy. A verba do REUNI só está chegando porque a gestão Maneschy está tendo a competência em elaborar projeto para fazer os recursos fluirem.
ICS: só a medicina pode resolver o problema da medicina
Os graves problemas enfrentados pelo curso de medicina só podem ser enfrentados pela própria medicina. Onde estão os alunos? que sempre foram os atores que defenderam a medicina na décade de oitenta do século passado, quando esta atravessou grave crise.
Sem uma ação efetiva da comunidade médica do ICS capaz de exigir um curso dígno pode-se começar a peitar o velho cartório que imobiliza o curso há anos. Este curso dígno passa pela: presença de docentes dedicados, um novo projeto político pedagógico para o curso, melhores infra-estruturas materiais e o advento da extensão e da pós-graduação strictu senso.
Ao Reitor, na ausência de mobilização interna da comunidade, deve tomar medidas urgentes e visíveis capazes de evitar a catástrofe anunciada.
Sem uma ação efetiva da comunidade médica do ICS capaz de exigir um curso dígno pode-se começar a peitar o velho cartório que imobiliza o curso há anos. Este curso dígno passa pela: presença de docentes dedicados, um novo projeto político pedagógico para o curso, melhores infra-estruturas materiais e o advento da extensão e da pós-graduação strictu senso.
Ao Reitor, na ausência de mobilização interna da comunidade, deve tomar medidas urgentes e visíveis capazes de evitar a catástrofe anunciada.
A lua de mel dos gestores e os secadores
Bastou eu iniciar uma reflexão sobre a lua de mel inicial entre gestores e as comunidades eleitorais para que os secadores começassem a condenar, a priori a gestão iniciante de Maneschy. Égua, é muito olho gordo.
Pelo Recall político no Brasil
Caso no Brasil tivéssemos o Recall, como ocorre nos EUA, poderíamos submeter qualquer governante, deputado e ou o colegiado parlamentar à soberania popular. Ou seja, a partir de um número X de assinaturas, um detentor de mandato popular seria reavaliado pelo eleitorado, poderia ser mantido ou removido. Este é um mecanismo que tornaria mais flexível as instituições presidencialistas. Em Brasília esta crise em curso já estaria em processo de superação, sem traumas.
Novos pedidos de Impeachmente no DF
Mal o novo governador interino tomou posse no DF recomeçaram os pedidos de impeachment. Alguém duvida de que toda a elite governante e da base de apoio do governador Arruda está contaminada?
TIQUIN: almoço de sábado (06-03)
No primeiro sábado de março (6) o clube de amigos "Pra Fazer Melhor" estará almoçando no Tuquin a partir das 13.00 hs. Este é o espaço para se rever os amigos e jogar conversa fora. Este almoço deve ocorrer sempre no primeiro sábado de cada mês, após o pagamento.
Aliança para 2010: Guerra de versões
A coluna Repórter 70 afirma que foi selado o essencial do acordo entre PMDB e PT para 2010 na reunião de Brasília. O Líder do PMDB na ALEPA Parsifal Pontes em seu blog, desmente peremptoriamente esta versão. Creio que Parsifal deve ter mais informações do que qualquer um de nós sobre esta temática.
ICS: por uma comissão acadêmica de emergência
Sugiro ao reitor da UFPA que nomeie uma comissão de alto nível com a missão precípua de enfrentar os problemas acadêmicos dos cursos de medicina e de nutrição. E de preferência que esta comissão seja acompanhada pessoalmente pelo próprio reitor. Esta tarefa é urgente
Pergunta: quem unificaria 70% do IFCH?
Gostaria que a academia do IFCH, comandado pela atual diretora, lutasse para costurar 70% da academia do IFCH para além dos vínculos pessoais e corporativos. No IFCH não existe grandes divergências ideológicas e acadêmicas, mas sim corporativas, fundadas no status quo. Evitemos um confronto "sangrento" e partamos para uma ação propositiva, tendo por base os interesses maiores da instituição e da sociedade que a circunscreve. Fechado estes pressupostos, qual o docente que poderia unificar as diversas bandas do IFCH acadêmico?
ITEC: Civil fecha com Emília
Está definido: a Engenharia Civil fechou chapa com a professora Emília da Elétrica na disputa pelo ITEC. O vice indicado pela Civil é o prof. Alcebíades, coordenador da pós-graduação da Civil. A turma que apoiou Maneschy sairá unida na disputa pelo ITEC. Civil é o maior curso do ITEC.
UFPA recebe recursos para a pós-graduação
A Universidade Federal do Pará vai receber da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal - CAPES, em 2010, mais de 11 milhões de reais para bolsas e despesas de custeio e capital a serem investidos em cursos de mestrado e doutorado. Ao todo, 43 Programas de Pós-Graduação, atualmente ofertados pela Universidade, serão beneficiados.
De acordo com o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UFPA, Emmanuel Tourinho, esse valor representa um incremento de 38% sobre os valores concedidos pela CAPES à Instituição, em 2009 e permitirão que os Programas de Pós-Graduação mantenham o ritmo de crescimento, inclusive, com a possibilidade de expandir o número de vagas ofertadas.
Em setembro de 2009, a CAPES já havia feito um aporte adicional de recursos à UFPA. Tal concessão teve como finalidade garantir bolsas para todos os alunos matriculados, naquele momento, nos Programas de Pós-Graduação. O novo acréscimo permitirá a efetivação do Programa Bolsa para Todos, com um atendimento mais universal dos estudantes que necessitam de bolsa para realizar estudos de pós-graduação.
"A nova concessão, do Programa de Fomento à Pós-Graduação(PROF/CAPES),
soma-se a outros apoios concedidos pela CAPES (a exemplo dos Programas PROCAD e Pró-Equipamentos) e sinaliza o apoio da agência ao esforço institucional de expansão e qualificação da pós-graduação na UFPA”, ressalta Emmanuel Tourinho.
Texto: Jéssica Souza – Assessoria de Comunicação da UFPA
De acordo com o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UFPA, Emmanuel Tourinho, esse valor representa um incremento de 38% sobre os valores concedidos pela CAPES à Instituição, em 2009 e permitirão que os Programas de Pós-Graduação mantenham o ritmo de crescimento, inclusive, com a possibilidade de expandir o número de vagas ofertadas.
Em setembro de 2009, a CAPES já havia feito um aporte adicional de recursos à UFPA. Tal concessão teve como finalidade garantir bolsas para todos os alunos matriculados, naquele momento, nos Programas de Pós-Graduação. O novo acréscimo permitirá a efetivação do Programa Bolsa para Todos, com um atendimento mais universal dos estudantes que necessitam de bolsa para realizar estudos de pós-graduação.
"A nova concessão, do Programa de Fomento à Pós-Graduação(PROF/CAPES),
soma-se a outros apoios concedidos pela CAPES (a exemplo dos Programas PROCAD e Pró-Equipamentos) e sinaliza o apoio da agência ao esforço institucional de expansão e qualificação da pós-graduação na UFPA”, ressalta Emmanuel Tourinho.
Texto: Jéssica Souza – Assessoria de Comunicação da UFPA
Instituições se unem para uma educação básica de qualidade
O Fórum Permanente de Apoio à Formação Docente no Estado do Pará realizou hoje, 22, a sua quarta reunião ordinária para discutir as ações do Plano Nacional de Formação Docente (PARFOR). O encontro foi presidido pela Secretaria Estadual de Educação (SEDUC) e ocorreu na Universidade Federal do Pará. O Fórum é constituído pelos dirigentes das Instituições Públicas de Ensino Superior, parceiras na execução do plano, e pelos representantes da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal (Capes), do Conselho Estadual de Educação, da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), do Sindicato dos Trabalhadores das Escolas Públicas e da Associação Nacional dos Formadores dos Profissionais da Educação.
O objetivo é estabelecer políticas para a formação inicial e continuada de professores que já atuam na educação básica, sem a devida graduação. A ação iniciou-se em dezembro de 2009, contemplando 995 profissionais da educação que se inscreveram e concorreram ao Processo de Seleção para vagas de graduação disponibilizadas na Universidade Federal do Pará (UFPA), na Universidade Estadual do Pará (UEPA), na Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e no Instituto Federal do Pará (IFPA). Para o primeiro semestre de 2010, serão ofertadas 7.500 vagas em todo o Estado, sendo que, no segundo semestre, o Parfor, no Pará, contará também com a parceria da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA).
A quinta reunião do Fórum Permanente de Apoio à Formação Docente teve como pontos de pauta a assinatura do seu documento de regimento interno, a apresentação da minuta do Termo de Compromisso dos municípios com o Plano de Formação e a criação de uma comissão para tratamento de questões ligadas à formação continuada. De acordo com o coordenador estadual do Parfor, representante da SEDUC , Licurgo Brito, atualmente, o Programa está em fase de composição de turmas para as vagas ofertadas no primeiro semestre de 2010 e a previsão para a divulgação do resultado dos candidatos contemplados é para o próximo dia 04 de março. “Será o maior ‘listão’ que o Estado do Pará já divulgou com relação ao ingresso em instituições de ensino superior”, observou.
Para o primeiro semestre de 2010, somente a UFPA teve 24 mil candidatos inscritos na disputa por 3.600 vagas ofertadas em 18 licenciaturas, distribuídas em 11 municípios, mas apenas 6.958 inscrições foram homologadas. O coordenador do Parfor na UFPA, professor Márcio Nascimento, explicou que a composição de turmas depende da demanda pelas vagas disponibilizadas em cada município. Os candidatos com inscrições homologadas em municípios que não formarem turmas terão opção de trocar de polo ou de instituição. Outros interessados que não forem contemplados no primeiro “listão” de 2010 poderão, ainda, se inscrever novamente para o Processo Seletivo referente ao segundo semestre de 2010, previsto para o mês de julho.
Formação continuada - Dentro do mesmo Programa de Financiamento do Parfor, atualmente, surge a discussão sobre a criação de turmas de formação continuada e de especialização para professores que já concluíram a graduação, atuam na educação básica e desejam buscar aperfeiçoamento. A reunião do Fórum foi decisiva nesse sentido, demandando todo o turno da tarde para a discussão dessa temática. Para o reitor da UFPA, professor Carlos Maneschy, o Parfor vem atender uma demanda que há muito vinha sendo reprimida. “Esperamos que esse seja apenas um primeiro passo para que o Programa possa se legitimar como um instrumento eficaz na construção de um ensino básico de qualidade e na criação de oportunidades iguais para todos os brasileiros”, observou.
Informações mais detalhadas sobre os processos do PARFOR na UFPA podem ser encontradas no site http://www.ufpa.br/parfor/.
Leia também: Fórum discute Plano Nacional de Formação Docente.
Texto: Jéssica Souza – Assessoria de Comunicaçãoda UFPA
O objetivo é estabelecer políticas para a formação inicial e continuada de professores que já atuam na educação básica, sem a devida graduação. A ação iniciou-se em dezembro de 2009, contemplando 995 profissionais da educação que se inscreveram e concorreram ao Processo de Seleção para vagas de graduação disponibilizadas na Universidade Federal do Pará (UFPA), na Universidade Estadual do Pará (UEPA), na Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e no Instituto Federal do Pará (IFPA). Para o primeiro semestre de 2010, serão ofertadas 7.500 vagas em todo o Estado, sendo que, no segundo semestre, o Parfor, no Pará, contará também com a parceria da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA).
A quinta reunião do Fórum Permanente de Apoio à Formação Docente teve como pontos de pauta a assinatura do seu documento de regimento interno, a apresentação da minuta do Termo de Compromisso dos municípios com o Plano de Formação e a criação de uma comissão para tratamento de questões ligadas à formação continuada. De acordo com o coordenador estadual do Parfor, representante da SEDUC , Licurgo Brito, atualmente, o Programa está em fase de composição de turmas para as vagas ofertadas no primeiro semestre de 2010 e a previsão para a divulgação do resultado dos candidatos contemplados é para o próximo dia 04 de março. “Será o maior ‘listão’ que o Estado do Pará já divulgou com relação ao ingresso em instituições de ensino superior”, observou.
Para o primeiro semestre de 2010, somente a UFPA teve 24 mil candidatos inscritos na disputa por 3.600 vagas ofertadas em 18 licenciaturas, distribuídas em 11 municípios, mas apenas 6.958 inscrições foram homologadas. O coordenador do Parfor na UFPA, professor Márcio Nascimento, explicou que a composição de turmas depende da demanda pelas vagas disponibilizadas em cada município. Os candidatos com inscrições homologadas em municípios que não formarem turmas terão opção de trocar de polo ou de instituição. Outros interessados que não forem contemplados no primeiro “listão” de 2010 poderão, ainda, se inscrever novamente para o Processo Seletivo referente ao segundo semestre de 2010, previsto para o mês de julho.
Formação continuada - Dentro do mesmo Programa de Financiamento do Parfor, atualmente, surge a discussão sobre a criação de turmas de formação continuada e de especialização para professores que já concluíram a graduação, atuam na educação básica e desejam buscar aperfeiçoamento. A reunião do Fórum foi decisiva nesse sentido, demandando todo o turno da tarde para a discussão dessa temática. Para o reitor da UFPA, professor Carlos Maneschy, o Parfor vem atender uma demanda que há muito vinha sendo reprimida. “Esperamos que esse seja apenas um primeiro passo para que o Programa possa se legitimar como um instrumento eficaz na construção de um ensino básico de qualidade e na criação de oportunidades iguais para todos os brasileiros”, observou.
Informações mais detalhadas sobre os processos do PARFOR na UFPA podem ser encontradas no site http://www.ufpa.br/parfor/.
Leia também: Fórum discute Plano Nacional de Formação Docente.
Texto: Jéssica Souza – Assessoria de Comunicaçãoda UFPA
E o PT quer Jáder e o PMDB
Paulo Rocha e João Batista lutam para ter Jáder e o PMDB na aliança governamental para 2010. Hoje, os jornais locais falam de uma coversa mediada pelo ministro Padilha na tentativa de conseguir algum sinal positivo de Jáder. Jáder não atende nem telefone, nem lê, nem telegramas dos interlocutores da DS, incluindo a governadora. Por que?
IFCH: quem costurará o consenso majoritário?
João Márcio deverá ser o candidato ungido pela atual direção do IFCH. Creio que poderíamos sentar, todos os cursos deste Instituto para ver se encontramos, com base em um programa, em um projeto de governança negociada e na distribuição dos espaços físicos, os pressupostos para montarmos uma chapa que congregasse, pelo menos 70% de apoio entre os docentes, técnicos e estudantes deste instituto. Para atingirmos esta meta, a professora Naná, Diretora do Instituto, teria de tomar todas as inciativas nesta direção, onde de saída abrisse mão de indicação, apriori, do nome do Diretor.
O gestor e a lua de mel com a comunidade
Dizem os analistas de que a lua de mel do governante com a comunidade dura em média seis meses. A partir daí serão os resultados objetivos que ditarão o comportamento avaliativo da opinião pública. Ana Júlia vem sendo mal avaliada e este é um sinal amarelo para quem detém cargo eletivo.
Arruda, a Câmara Legislativa e a intervenção federal
O grande debate que se trava em Brasília é se a intervenção federal deve ser decretada no DF. Os defensores da medida alegam que a Câmara legislativa não demonstrou autonomia para tomar medidas que a situação exigia, depois das imagens incontestáveis veiculadas para todo o globo terrestre. Os que são contra alegam que só em caso de notória convulsão social é que esta medida poderia ser decretada. O governo federal é contra porque esta medida causará paralisia decisória do congresso frente as medidas estruturantes para o País como a paralisia de tramitação das PEC's.
O que eu penso?
Que a intervenção deve ser decretada tendo em vista que o governador, o vice e 2/3 do legislativo estão comprometidos com o atual governo de forma irreversível. A Câmara protelou as medidas investigativas por 90 dias e só se mobilza agora porque existe a ameaça real de intervenção federal.O Brasil precisa mostrar tolerância zero com o crime do colarinho branco para o bem da DEMOCRACIA.
O que eu penso?
Que a intervenção deve ser decretada tendo em vista que o governador, o vice e 2/3 do legislativo estão comprometidos com o atual governo de forma irreversível. A Câmara protelou as medidas investigativas por 90 dias e só se mobilza agora porque existe a ameaça real de intervenção federal.O Brasil precisa mostrar tolerância zero com o crime do colarinho branco para o bem da DEMOCRACIA.
Rubens Camelot : o acadêmico
Rubens Camelot, a maior liderança emergente do ME na UFPA começa a priorizar a vida na pesquisa acadêmica. Camelot, após dar a maior canseira eleitoral no PSOL em recente disputa, está a caminho de participar de um projeto de pesquisa no curso de Letras.Segundo Camelot, agora a maior parte do tempo será dedicada à sala de aula e à pesquisa. Rubens pensa em se graduar rapidamente e seguir carreira acadêmica. De fato, não podemos ser mais realista do que o rei.
ICS pede socorro
Internautas informam que o ICS continua em estado de coma. A medicina está quase desencarnando. Até quando?
Newton Miranda, o generoso de espírito nos deixou
Os comunistas tem uma marca muito especial, são generosos de espírito, do sonho de uma sociedade igualitária extraem o combustível para a ação política por toda a vida. Assim era o camarada Newton Miranda, que acaba de nos deixar, vítima de um mal súbito. Pesar à família e ao PC do B.
TIQUIN: Leal de niver
Hoje (19) à noite, no Bar TIQUIN, os amigos de Ana Leal estarão cantando parabéns. Quem é amigo de Leal, por favor, não tente saber quantos anos ela completa, é falta de educação. Estarei por lá às 22.30.
UFPA: Tribo faz encontro in family no SINTUFPA
A Tendência Revolucionária Internacional Bolchevique (TRIBO) fará um encontro social neste sábado na sede do SINTUFPA. Rolará churrasquinho e cerveja. A TRIBO está passando o chapéu para financiar o evento. O componente mais novo do comitê central da tribo tem apenas 55 aninho, o mais velho é o Lima com pouco mais de 74.Estarei lá a partir das 12 hs. Quem chamar de anciões os "velhos" amigos da TRIBO será devidamente denunciado e enquadrado pelo estatuto do idoso.
UFPA ganha três novos doutorados na área da saúde
Três novos cursos de doutorado serão oferecidos, em Belém, a docentes da UFPA e a médicos dos Hospitais Universitários, por instituições com pós-graduação consolidada nas respectivas áreas: Ciências Médicas (pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Oncologia (pelo Instituto Nacional do Câncer) e Odontologia (pela Universidade de São Paulo). Os cursos integram a lista de propostas de Doutorados Interinstitucionais (Dinters) aprovados pela CAPES no Edital 05/2009, cujo resultado foi divulgado no último dia 12.
A modalidade de Doutorado Interinstitucional consiste na oferta de uma turma única de um curso de doutorado, ministrado fora da sede por Programa de Pós-Graduação com excelente avaliação na CAPES, para capacitar docentes de universidades que ainda não possuem o doutorado local. Para a implantação dos doutorados na UFPA, a Capes concederá 1,5 milhão de reais para o custeio das despesas. Os cursos integram um planejamento mais abrangente da UFPA, voltado à qualificação do ensino de Medicina na Instituição e à capacitação de seus docentes. Os cursos atendem, também, docentes de outras instituições da Região Norte, que se associaram à UFPA na apresentação das propostas à CAPES: UEPA (Oncologia),UNIFAP (Ciências Médicas e Oncologia), UFMA (Oncologia) e UFPI (Odontologia).
Os cursos aprovados terão início em março. No futuro, com os novos doutores que se formarão nessas turmas, a UFPA poderá planejar a oferta de mestrados e doutorados com corpo docente próprio e em caráter permanente. Docentes da Faculdade de Odontologia da UFPA podem candidatar-se ao Doutorado em Odontologia . Docentes médicos do Instituto de Ciências da Saúde e Médicos dos Hospitais Universitários da UFPA poderão realizar os Dinters em Ciências Médicas e em Oncologia .
Texto: Divulgação PROPESP
A modalidade de Doutorado Interinstitucional consiste na oferta de uma turma única de um curso de doutorado, ministrado fora da sede por Programa de Pós-Graduação com excelente avaliação na CAPES, para capacitar docentes de universidades que ainda não possuem o doutorado local. Para a implantação dos doutorados na UFPA, a Capes concederá 1,5 milhão de reais para o custeio das despesas. Os cursos integram um planejamento mais abrangente da UFPA, voltado à qualificação do ensino de Medicina na Instituição e à capacitação de seus docentes. Os cursos atendem, também, docentes de outras instituições da Região Norte, que se associaram à UFPA na apresentação das propostas à CAPES: UEPA (Oncologia),UNIFAP (Ciências Médicas e Oncologia), UFMA (Oncologia) e UFPI (Odontologia).
Os cursos aprovados terão início em março. No futuro, com os novos doutores que se formarão nessas turmas, a UFPA poderá planejar a oferta de mestrados e doutorados com corpo docente próprio e em caráter permanente. Docentes da Faculdade de Odontologia da UFPA podem candidatar-se ao Doutorado em Odontologia . Docentes médicos do Instituto de Ciências da Saúde e Médicos dos Hospitais Universitários da UFPA poderão realizar os Dinters em Ciências Médicas e em Oncologia .
Texto: Divulgação PROPESP
ITEC: Civil mostra força
A Faculdade de Engenharia Civil é o fiel da balança na sucessão do ITEC. Para onde Civil "cambar" decide as eleições. São 41 docentes fechados em único bloco que se reproduzem em votos nas salas de aulas e dentre o corpo técnico administrativo. Civil é maior faculdade do ITEC.
DILMA É PARA DOIS MANDATOS, DIZ LULA
Em entrevista ao Estado, o presidente afirma que não vai tentar voltar ao poder em 2014.
"Eu não iria escolher alguém para ser vaca de presépio", diz Lula sobre Dilma.
BRASÍLIA - Na véspera de participar do 4.° Congresso Nacional do PT, que amanhã sacramentará a candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à sua sucessão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avisou que a herdeira do espólio petista, se eleita, deverá ficar dois mandatos no cargo. Em entrevista ao Estado, Lula negou que tenha escolhido Dilma com planos de voltar ao poder lá na frente, disputando as eleições de 2014.
leia a íntegra da entrevista
"Ninguém aceita ser vaca de presépio e muito menos eu iria escolher uma pessoa para ser vaca de presépio", afirmou o presidente. "Todo político que tentou eleger alguém manipulado quebrou a cara." A dez meses da despedida no Palácio do Planalto, Lula disse que o ideal é deixar as "corredeiras da política" seguirem o seu caminho. "Quem foi eleito presidente tem o direito legítimo de ser candidato à reeleição", insistiu. "Eu tive a graça de Deus de governar este país oito anos."
Uma eventual gestão Dilma, no seu diagnóstico, não será mais à esquerda do que seu governo. Ele admite, no entanto, que, no governo, ela vai imprimir "o ritmo dela, o estilo dela". Na sua avaliação, porém, diretrizes do programa de governo de Dilma, que o PT aprovará nesta sexta-feira, 19, podem conter um tom mais teórico do que prático.
"Não há nenhum crime ou equívoco no fato de um partido ter um programa mais progressista do que o governo", argumentou. "O partido, muitas vezes, defende princípios e coisas que o governo não pode defender." Questionado se concorda com a ampliação do papel do Estado na economia, proposta na plataforma de Dilma, Lula abriu um sorriso. "Vou fazer uma brincadeira: o único Estado forte que eu quero é o Estadão", disse, numa referência ao jornal. Mais tarde, no entanto, destacou a importância de investimentos estratégicos por parte do Estado. "Quero criar uma megaempresa de energia no País."
O presidente manifestou preocupação com a divisão da base aliada em Estados como Minas, onde o PT e o PMDB até agora não conseguiram selar uma aliança. "Imaginar que Dilma possa subir em dois palanques é impossível", comentou. "O que vai acontecer é que em alguns Estados ela não vai poder ir."
Bem-humorado, Lula tomou uma xícara pequena de café e afirmou que Dilma não vai sentir sua falta como cabo eleitoral quando deixar o governo, em março. "Eu estarei espiritualmente com ela", brincou. Ele defendeu o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), deu estocadas no ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, falou da chuva em São Paulo, mas poupou o governador José Serra (PSDB), provável adversário de Dilma.
Nem mesmo a língua afiada do deputado Ciro Gomes (PSB-CE), porém, fez Lula desistir de convencer o antigo aliado a não concorrer à Presidência. "É preciso provar que o santo Lula está errado", provocou.
Na entrevista ao Estado, em agosto de 2007, perguntamos se o sr. já pensava em lançar uma mulher como candidata à sua sucessão. Sua resposta foi: ‘No momento em que eu disser isso, uma flecha estará apontada para esse nome, seja ele qual for.’ Naquela época, o sr. já tinha decidido que seria a ministra Dilma? Quando o sr. decidiu?
Quando aconteceram todos os problemas que levaram o companheiro José Dirceu a sair do governo, eu não tinha dúvida de que a Dilma tinha o perfil para assumir a Casa Civil e ajudar a governar o País. Na Casa Civil ela se transformou na grande coordenadora das políticas do governo. Foi quase uma coisa natural a indicação da Dilma. A dedicação, a capacidade de trabalho e de aprender com facilidade as coisas foram me convencendo que estava nascendo ali mais do que uma simples tecnocrata. Estava nascendo ali uma pessoa com potencial político extraordinário, até porque a vida dela foi uma vida política importante.
Mas a escolha da ministra só ocorreu porque houve um "vazio" no PT, como disse o ex-ministro Tarso Genro, com os principais candidatos à sua cadeira dizimados pela crise do mensalão, não?
Não concordo. Não tinha essa coisa de ‘principais candidatos’. Isso é coisa que alguém inventou.
José Dirceu, Palocci...
Na minha cabeça não tinha "principais candidatos". Estou absolutamente convencido de que ela é hoje a pessoa mais preparada, tanto do ponto de vista de conhecimento do governo quanto da capacidade de gerenciamento do Brasil.
Naquele momento em que sr. chamou a ministra de "mãe do PAC", na Favela da Rocinha (Rio), ali não foi apresentada a vontade prévia para fazer de Dilma a candidata?
Se foi, foi sem querer. Eu iria lançar o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), na verdade, antes da eleição (de 2006). Mas fui orientado a não utilizar o PAC em campanha porque a gente não precisaria dele para ganhar as eleições. Olha o otimismo que reinava no governo! E o PAC surgiu também pelo fato de que eu tinha muito medo do segundo mandato.
Por quê?
Quem me conhece há mais tempo sabe que eu nunca gostei de um segundo mandato. Eu sempre achei que o segundo mandato poderia ser um desastre. Então, eu ficava pensando: se no segundo mandato o presidente não tiver vontade, não tiver disposição, garra e ficar naquela mesmice que foi no primeiro mandato, vai ser uma coisa tão desagradável que é melhor que não tenha.
O sr. está enfrentando isso?
Não porque temos coisas para fazer ainda, de forma excepcional, e acho que o PAC foi a grande obra motivadora do segundo mandato.
O sr. não está desrespeitando a Lei Eleitoral, antecipando a campanha?
Não há nenhum desrespeito à Lei Eleitoral. Agora, o que as pessoas não podem é proibir que um presidente da República inaugure as obras que fez. Ora, qual é o papel da oposição? É criticar as coisas que nós não fizemos. Qual é o nosso papel? Mostrar coisas que nós fizemos e inaugurar.
Mas quem partilha dessa tese diz que o sr. praticamente pede votos para Dilma nas inaugurações...
Eu dizer que vou fazer meu sucessor é o mínimo que espero de mim. A grande obra de um governo é ele fazer seu sucessor. Não faz seu sucessor quem está pensando em voltar quatro anos depois. Aí prefere que ganhe o adversário, o que não é o meu caso.
Há quem diga que o sr. só escolheu a ministra Dilma, cristã nova no PT, com apenas nove anos de filiação ao partido, porque, se eleita, ela será fiel a seu criador. Isso deixaria a porta aberta para o sr. voltar em 2014. O sr. planeja concorrer novamente?
Olha, somente quem não conhece o comportamento das mulheres e somente quem não conhece a Dilma pode falar uma heresia dessas. Ninguém aceita ser vaca de presépio e muito menos eu iria escolher uma pessoa para ser vaca de presépio. Não faz parte da minha vida nem no PT nem na CUT. Eu já tive a graça de Deus de governar este país oito anos. Minha tese é a seguinte: rei morto, rei posto. A Dilma tem de criar o estilo dela, a cara dela e fazer as coisas dela. E a mim cabe, como torcedor da arquibancada, ficar batendo palmas para os acertos dela. E torcendo para que dê certo e faça o melhor. Não existe essa hipótese .
O sr. não pensa mesmo em voltar à Presidência?
Não penso. Quem foi eleito presidente tem o direito legítimo de ser candidato à reeleição. Ponto pacífico. Essa é a prioridade número 1.
O sr. não vai defender a mudança dessa regra, de fim da reeleição com mandato de cinco anos?
Não vou porque quando quis defender ninguém quis. Eu fui defensor da ideia de cinco anos sem reeleição. Hoje, com a minha experiência de presidente, eu queria dizer uma coisa para vocês: ninguém, nenhum presidente da República, num mandato de quatro anos, concluirá uma única obra estruturante no País.
Então o sr. mudou de ideia...
Mudei de ideia. Veja quanto tempo os tucanos estão governando São Paulo e o Rio Tietê continua do mesmo jeito. É draga dali, tira terra, põe terra. Eu lembro do entusiasmo do Jornal da Tarde quando, em 1982, o banco japonês ofereceu US$ 500 milhões para resolver aquilo. A verdade é que, para desgraça do povo de São Paulo, as enchentes continuam. Eu não culpo o Serra, não culpo o Kassab e nenhum governante. Eu acho que a chuva é demais. No meu apartamento, em São Bernardo, está caindo mais água dentro do que fora. Choveu tanto que vazou. Há dias o meu filho me ligou, às duas horas da manhã, e disse: "Pai, estou com dois baldes de água cheios." Eu fui a São Paulo no dia do aniversário da cidade e disse que o governo federal está disposto a sentar com o governo do Estado, com o prefeito, e discutir uma saída para ver se consegue resolver o problema, que é gravíssimo. Não queremos ficar dizendo: "Ah, é meu adversário, deu enchente, que ótimo". Quem está falando isso para vocês viveu muitas enchentes dentro de casa.
‘Quero criar no País uma megaempresa de energia’
Pelas diretrizes do programa do PT, um eventual governo Dilma Rousseff parece que será mais à esquerda que o seu...
Eu ainda não vi o programa, eu sei que tem discussão. Mas conheço bem a Dilma e, como acho que ela deve imprimir o ritmo dela, se ela tomar uma decisão mais à esquerda do que eu, eu tenho que encarar com normalidade. E, se tomar uma posição mais à direita do que eu, tenho que encarar com normalidade. Tenho total confiança na Dilma, de que ela saberá fazer as coisas corretas para este país. Uma mulher que passou a vida que a Dilma passou - e é sem ranço, sem mágoa, sem preconceito - venceu o pior obstáculo.
A experiência de poder distanciou o sr. do pensamento mais utópico do PT, não?
Veja, o PT que chegou ao poder comigo, em 2002, não era mais o PT de 1980, de 1982.
Não era porque houve a Carta ao Povo Brasileiro...
Não é verdade. Num Congresso do PT aparecem 20 teses. Tem gosto para todo mundo. É que nem uma feira de produtos ideológicos. As pessoas compram o que querem e vendem o que querem. O PT, quando chegou à Presidência, tinha aprendido com dezenas de prefeituras, já tínhamos as experiências do governo do Acre, do Rio Grande do Sul, de Mato Grosso do Sul... O PT que chegou ao governo foi o PT maduro. De vez em quando, acho que foi obra de Deus não permitir que eu ganhasse em 1989. Se eu chego em 1989 com a cabeça do jeito que eu pensava, ou eu tinha feito uma revolução no País ou tinha caído no dia seguinte. Acho que Deus disse assim: "Olha, baixinho, você vai perder várias eleições, mas, quando chegar, vai chegar sabendo o que é tango, samba, bolero." O PCI italiano passou três décadas sendo o maior partido comunista do mundo ocidental, mas não passava de 30%. Eu não tinha vocação para isso. E onde eu fui encontrar (a solução)? Na Carta ao Povo Brasileiro e no Zé Alencar. Essa mistura de um sindicalista com um grande empresário e um documento que fosse factível e compreensível pela esquerda e pela direita, pelos ricos e pelos pobres, é que garantiu a minha chegada à Presidência.
Mesmo assim, o sr. teve de funcionar como fator moderador do seu governo em relação ao partido...
E vou continuar sendo. Eu não morri.
Mas a Dilma poderá fazer isso?
Ah, muito. Hipoteticamente, vocês acham que o PSTU ganhará eleição com o discurso dele? Vamos supor que ganhe, acham que governa? Não governa.
As diretrizes do PT, que pregam o fortalecimento do Estado na economia, não atrapalham?
Quero crer que a sabedoria do PT é tão grande que o partido não vai jogar fora a experiência acumulada de ter um governo aprovado por 72% na opinião pública depois de sete anos no poder. Isso é riqueza que nem o mais nervoso trotskista seria capaz de perder.
Os críticos do programa do PT dizem que o Estado precisa ter limites como empreendedor. Por que mais Estado na economia?
Vou fazer uma brincadeira: o único Estado forte que eu quero é o Estadão (risos). Não existe hipótese, na minha cabeça, de você ter um governo que vire um governo gerenciador. O governo tem dois papéis e a crise reforçou a descoberta deste papel. O governo tem, de um lado, de ser o regulador e o fiscalizador; do outro lado, tem de ser o indutor, o provocador do investimento, que discute com o empresário e pergunta por que ele não investe em tal setor.
Por que é preciso ressuscitar empresas estatais para fazer programas como a universalização da banda larga? O governo toca o Luz Para Todos com uma política pública que contrata serviços junto às distribuidoras e não ressuscita a Eletrobrás.
Mas nós estamos ressuscitando a Eletrobrás. O Luz Para Todos só deu certo porque o Estado assumiu. As empresas privadas executam sob a supervisão do governo, que é quem paga.
Não pode fazer a mesma coisa com a banda larga?
Pode. Não temos nenhum problema com a empresa privada que cumpre as metas. Mas tem empresa privada que faz menos do que deveria. Então, eu quero, sim, criar uma megaempresa de energia no País. Quero empresa que seja multinacional, que tenha capacidade de assumir empréstimos lá fora, de fazer obras lá fora e fazer aqui dentro. Se a gente não tiver uma empresa que tenha cacife de dizer "se vocês não forem, eu vou", a gente fica refém das manipulações das poucas empresas que querem disputar o mercado. Então, nós queremos uma Eletrobrás forte, para construir parceria com outras empresas. Não queremos ser donos de nada.
A banda larga precisa de uma Telebrás?
Se as empresas privadas que estão no mercado puderem oferecer banda larga de qualidade nos lugares mais longínquos, a preço acessível, por que não?
Mas precisa de uma Telebrás?
Depende. O governo só vai conseguir fazer uma proposta para a sociedade se tiver um instrumento. Não quero uma nova Telebrás com 3 ou 4 mil funcionários. Quero uma empresa enxuta, que possa propor projetos para o governo. Nosso programa está quase fechado, mais uns 15 dias e posso dizer que tenho um programa de banda larga. Vou chamar todos e quero saber quem vai colocar a última milha ao preço mais baixo. Quem fizer, ganha; quem não fizer, tá fora. Para isso o Estado tem de ter capacidade de barganhar.
O sr. teme que o PSDB venha na campanha com o discurso de gastança, de inchaço da máquina, que o seu governo contratou 100 mil novos servidores?
Vou dar um número, pode anotar aí: cargos comissionados no governo federal, para uma população de 191 milhões de habitantes. Por cada 100 mil habitantes, o governo tem 11 cargos comissionados. O governo de São Paulo tem 31 e a Prefeitura de São Paulo tem 45.
Deixar o governo de Minas para o PMDB de Hélio Costa facilita a vida de Dilma junto à base aliada?
A aliança com o PMDB de Minas independe da candidatura ao governo de Estado. O Hélio Costa tem me dito publicamente que a candidatura dele não é problema. Ele propõe o óbvio, que se faça no momento certo um estudo e veja quem tem mais condições e se apoie esse candidato. Acho que os companheiros de Minas, tanto o Patrus Ananias quanto o Fernando Pimentel se meteram em uma enrascada. Estava tudo indo muito bem até que eles transformaram a disputa entre eles em uma fissura muito ruim para o PT. Como a política é a arte do impossível, quem sabe até março eles conseguem resolver o problema deles.
A desistência da pré-candidatura do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) facilitaria a vida de Dilma?
O Ciro é um companheiro por quem tenho o mais profundo respeito. Eu já gostava do Ciro e aprendi a respeitá-lo. Um político com caráter. E, portanto, eu não farei nada que possa prejudicar o companheiro Ciro Gomes. Eu pretendo conversar com ele, ver se chegamos à conclusão sobre o melhor caminho.
Ele diz que o "santo Lula" está errado.
É preciso provar que o santo está errado. É por isso que eu quero discutir.
O sr. ainda quer que ele seja candidato ao governo de São Paulo?
Se eu disser agora, a minha conversa ficará prejudicada.
O senador Mercadante pode ser o plano B?
Não sei. Alguém terá de ser candidato.
O Ciro tem dito que a aliança da ministra Dilma com o PMDB é marcada pela frouxidão moral.
Todo mundo conhece o Ciro por essas coisas. Mas acho que ele não disse nada que impeça uma conversa com o presidente.
O que se teme no Temer? Ele é o nome para vice?
O Michel Temer, neste período todo que temos convivido com ele, que ele resolveu ficar na base e foi eleito presidente da Câmara, tem sido um companheiro inestimável. A questão da vice é uma questão a ser tratada entre o PT, a Dilma e o PMDB.
O sr. não teme que Dilma caia nas pesquisas após sair do governo?
Ela vai crescer.
Mas sozinha?
Ela nunca estará sozinha. Eu estarei espiritualmente ao lado dela (risos).
Há quem tenha ficado assustado com a foto do sr. abraçando o Collor, depois de tudo o que passou na campanha de 1989.
O exercício da democracia exige que você faça política em função da realidade que vive. O Collor foi eleito senador pelo voto livre e direto do povo de Alagoas, tanto quanto foi eleito qualquer outro parlamentar. Ele está exercendo uma função institucional e merece da minha parte o mesmo respeito que eu dou ao Pedro Simon, que de vez em quando faz oposição, ao Jarbas Vasconcelos, que faz oposição. Se o Lula for convidado para determinadas coisas, não irá. Mas o presidente tem função institucional. Portanto, cumpre essa função para o bem do País e, até agora, tem dado certo. Fui em uma reunião com a bancada do PT em que eles queriam cassar o Sarney. Eu disse: muito bem, vocês cassam o Sarney e quem vem para o lugar?
O sr. acha que o eleitor entende?
O eleitor entende, pode entender mais. Agora, quem governa é que sabe o tamanho do calo que está no seu pé quando quer aprovar uma coisa no Senado.
O governo depende do Sarney no Senado? O único punido até agora foi o Estado, que está sob censura.
O Sarney foi um homem de uma postura muito digna em todo esse episódio. Das acusações que vocês (o jornal) fizeram contra o Sarney, nenhuma se sustenta juridicamente e o tempo vai provar. O exercício da democracia não permite que a verdade seja absoluta para um lado e toda negativa para o outro lado. Perguntam: você é contra a censura? Eu nasci na política brigando contra a censura. Exerço um governo em que eu duvido que alguém tenha algum resquício de censura. Mas eu não posso censurar que os Poderes exerçam suas funções. Eu não posso censurar a imprensa por exercer a sua função de publicar as coisas, nem posso censurar um tribunal ou uma Justiça por dar uma decisão contrária. Deve ter instância superior, deve ter um órgão para recorrer.
O sr. e o PT lideraram o processo de impeachment de Collor e nada, então, se sustentou juridicamente porque o STF absolveu o ex-presidente. O sr. está dizendo que o jornal não deveria publicar as notícias porque não se sustentariam juridicamente? Os jornais publicam fatos...
Não quero que vocês deixem de publicar nada. Minha crítica é esta: uma coisa é publicar a informação, outra coisa é prejulgar. Muitas vezes as pessoas são prejulgadas. Todos os casos que eu vi do Sarney, de emprego para a neta, daquela coisa, eu ficava lendo e a gente percebia que eram coisas muito frágeis. Você vai tirar um presidente do Senado porque a neta dele ligou para ele pedindo um emprego?
O caso da neta é o corporativismo, o fisiologismo, os atos secretos...
O que eu acho é o seguinte: o DEM governou aquela Casa durante 14 anos e a maioria dos atos secretos era deles. E eles esconderam isso para pedir investigação do outro lado. É uma coisa inusitada na política.
O sr. acha que os fatos do "mensalão do DEM", no Distrito Federal, são fatos inverídicos também?
No DEM tem um agravante: tem gravação, chegaram a gravar gente cheirando dinheiro.
No mensalão do PT tinha uma lista na porta do banco com o registro dos políticos indo pegar a mesada...
Vamos pegar aquela denúncia contra o companheiro Silas Rondeau, que foi ministro das Minas e Energia. De onde se sustenta aquela reportagem dizendo que tinha dinheiro dentro daquele envelope? Como se pode condenar um cara por uma coisa que não era possível provar?
O sr. tem dito, em conversas reservadas, que quando terminar o governo, vai passar a limpo a história do mensalão. O que o sr. quer dizer?
Não é que vou passar a limpo, é que eu acho que tem coisa que tem de investigar. E eu quero investigar. Eu só não vou fazer isso enquanto eu for presidente da República. Mas, quando eu deixar a Presidência, eu quero saber de algumas coisas que eu não sei e que me pareceram muito estranhas ao longo do todo o processo.
Quem o traiu?
Quando eu deixar a Presidência, eu posso falar.
Por que é que o seu governo intercede em favor do governo do Irã?
Porque eu acho que essa coisa está mal resolvida. E o Irã não é o Iraque e todos nós sabemos que a guerra do Iraque foi uma mentira montada em cima de um país que não tinha as armas químicas que diziam que ele tinha. A gente se esqueceu que o cara que fiscalizava as armas químicas era um brasileiro, o embaixador Maurício Bustani, que foi decapitado a pedido do governo americano, para que não dissesse que não havia armas químicas no Iraque.
O sr. continua achando que a Venezuela é uma democracia?
Eu acho que a Venezuela é uma democracia.
E o seu governo aqui é o quê?
É uma hiper-democracia. O meu governo é a essência da democracia.
Fonte o Estadão: Vera Rosa, Tânia Monteiro, Rui Nogueira, João Bosco Rabello e Ricardo Gandour .
"Eu não iria escolher alguém para ser vaca de presépio", diz Lula sobre Dilma.
BRASÍLIA - Na véspera de participar do 4.° Congresso Nacional do PT, que amanhã sacramentará a candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à sua sucessão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avisou que a herdeira do espólio petista, se eleita, deverá ficar dois mandatos no cargo. Em entrevista ao Estado, Lula negou que tenha escolhido Dilma com planos de voltar ao poder lá na frente, disputando as eleições de 2014.
leia a íntegra da entrevista
"Ninguém aceita ser vaca de presépio e muito menos eu iria escolher uma pessoa para ser vaca de presépio", afirmou o presidente. "Todo político que tentou eleger alguém manipulado quebrou a cara." A dez meses da despedida no Palácio do Planalto, Lula disse que o ideal é deixar as "corredeiras da política" seguirem o seu caminho. "Quem foi eleito presidente tem o direito legítimo de ser candidato à reeleição", insistiu. "Eu tive a graça de Deus de governar este país oito anos."
Uma eventual gestão Dilma, no seu diagnóstico, não será mais à esquerda do que seu governo. Ele admite, no entanto, que, no governo, ela vai imprimir "o ritmo dela, o estilo dela". Na sua avaliação, porém, diretrizes do programa de governo de Dilma, que o PT aprovará nesta sexta-feira, 19, podem conter um tom mais teórico do que prático.
"Não há nenhum crime ou equívoco no fato de um partido ter um programa mais progressista do que o governo", argumentou. "O partido, muitas vezes, defende princípios e coisas que o governo não pode defender." Questionado se concorda com a ampliação do papel do Estado na economia, proposta na plataforma de Dilma, Lula abriu um sorriso. "Vou fazer uma brincadeira: o único Estado forte que eu quero é o Estadão", disse, numa referência ao jornal. Mais tarde, no entanto, destacou a importância de investimentos estratégicos por parte do Estado. "Quero criar uma megaempresa de energia no País."
O presidente manifestou preocupação com a divisão da base aliada em Estados como Minas, onde o PT e o PMDB até agora não conseguiram selar uma aliança. "Imaginar que Dilma possa subir em dois palanques é impossível", comentou. "O que vai acontecer é que em alguns Estados ela não vai poder ir."
Bem-humorado, Lula tomou uma xícara pequena de café e afirmou que Dilma não vai sentir sua falta como cabo eleitoral quando deixar o governo, em março. "Eu estarei espiritualmente com ela", brincou. Ele defendeu o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), deu estocadas no ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, falou da chuva em São Paulo, mas poupou o governador José Serra (PSDB), provável adversário de Dilma.
Nem mesmo a língua afiada do deputado Ciro Gomes (PSB-CE), porém, fez Lula desistir de convencer o antigo aliado a não concorrer à Presidência. "É preciso provar que o santo Lula está errado", provocou.
Na entrevista ao Estado, em agosto de 2007, perguntamos se o sr. já pensava em lançar uma mulher como candidata à sua sucessão. Sua resposta foi: ‘No momento em que eu disser isso, uma flecha estará apontada para esse nome, seja ele qual for.’ Naquela época, o sr. já tinha decidido que seria a ministra Dilma? Quando o sr. decidiu?
Quando aconteceram todos os problemas que levaram o companheiro José Dirceu a sair do governo, eu não tinha dúvida de que a Dilma tinha o perfil para assumir a Casa Civil e ajudar a governar o País. Na Casa Civil ela se transformou na grande coordenadora das políticas do governo. Foi quase uma coisa natural a indicação da Dilma. A dedicação, a capacidade de trabalho e de aprender com facilidade as coisas foram me convencendo que estava nascendo ali mais do que uma simples tecnocrata. Estava nascendo ali uma pessoa com potencial político extraordinário, até porque a vida dela foi uma vida política importante.
Mas a escolha da ministra só ocorreu porque houve um "vazio" no PT, como disse o ex-ministro Tarso Genro, com os principais candidatos à sua cadeira dizimados pela crise do mensalão, não?
Não concordo. Não tinha essa coisa de ‘principais candidatos’. Isso é coisa que alguém inventou.
José Dirceu, Palocci...
Na minha cabeça não tinha "principais candidatos". Estou absolutamente convencido de que ela é hoje a pessoa mais preparada, tanto do ponto de vista de conhecimento do governo quanto da capacidade de gerenciamento do Brasil.
Naquele momento em que sr. chamou a ministra de "mãe do PAC", na Favela da Rocinha (Rio), ali não foi apresentada a vontade prévia para fazer de Dilma a candidata?
Se foi, foi sem querer. Eu iria lançar o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), na verdade, antes da eleição (de 2006). Mas fui orientado a não utilizar o PAC em campanha porque a gente não precisaria dele para ganhar as eleições. Olha o otimismo que reinava no governo! E o PAC surgiu também pelo fato de que eu tinha muito medo do segundo mandato.
Por quê?
Quem me conhece há mais tempo sabe que eu nunca gostei de um segundo mandato. Eu sempre achei que o segundo mandato poderia ser um desastre. Então, eu ficava pensando: se no segundo mandato o presidente não tiver vontade, não tiver disposição, garra e ficar naquela mesmice que foi no primeiro mandato, vai ser uma coisa tão desagradável que é melhor que não tenha.
O sr. está enfrentando isso?
Não porque temos coisas para fazer ainda, de forma excepcional, e acho que o PAC foi a grande obra motivadora do segundo mandato.
O sr. não está desrespeitando a Lei Eleitoral, antecipando a campanha?
Não há nenhum desrespeito à Lei Eleitoral. Agora, o que as pessoas não podem é proibir que um presidente da República inaugure as obras que fez. Ora, qual é o papel da oposição? É criticar as coisas que nós não fizemos. Qual é o nosso papel? Mostrar coisas que nós fizemos e inaugurar.
Mas quem partilha dessa tese diz que o sr. praticamente pede votos para Dilma nas inaugurações...
Eu dizer que vou fazer meu sucessor é o mínimo que espero de mim. A grande obra de um governo é ele fazer seu sucessor. Não faz seu sucessor quem está pensando em voltar quatro anos depois. Aí prefere que ganhe o adversário, o que não é o meu caso.
Há quem diga que o sr. só escolheu a ministra Dilma, cristã nova no PT, com apenas nove anos de filiação ao partido, porque, se eleita, ela será fiel a seu criador. Isso deixaria a porta aberta para o sr. voltar em 2014. O sr. planeja concorrer novamente?
Olha, somente quem não conhece o comportamento das mulheres e somente quem não conhece a Dilma pode falar uma heresia dessas. Ninguém aceita ser vaca de presépio e muito menos eu iria escolher uma pessoa para ser vaca de presépio. Não faz parte da minha vida nem no PT nem na CUT. Eu já tive a graça de Deus de governar este país oito anos. Minha tese é a seguinte: rei morto, rei posto. A Dilma tem de criar o estilo dela, a cara dela e fazer as coisas dela. E a mim cabe, como torcedor da arquibancada, ficar batendo palmas para os acertos dela. E torcendo para que dê certo e faça o melhor. Não existe essa hipótese .
O sr. não pensa mesmo em voltar à Presidência?
Não penso. Quem foi eleito presidente tem o direito legítimo de ser candidato à reeleição. Ponto pacífico. Essa é a prioridade número 1.
O sr. não vai defender a mudança dessa regra, de fim da reeleição com mandato de cinco anos?
Não vou porque quando quis defender ninguém quis. Eu fui defensor da ideia de cinco anos sem reeleição. Hoje, com a minha experiência de presidente, eu queria dizer uma coisa para vocês: ninguém, nenhum presidente da República, num mandato de quatro anos, concluirá uma única obra estruturante no País.
Então o sr. mudou de ideia...
Mudei de ideia. Veja quanto tempo os tucanos estão governando São Paulo e o Rio Tietê continua do mesmo jeito. É draga dali, tira terra, põe terra. Eu lembro do entusiasmo do Jornal da Tarde quando, em 1982, o banco japonês ofereceu US$ 500 milhões para resolver aquilo. A verdade é que, para desgraça do povo de São Paulo, as enchentes continuam. Eu não culpo o Serra, não culpo o Kassab e nenhum governante. Eu acho que a chuva é demais. No meu apartamento, em São Bernardo, está caindo mais água dentro do que fora. Choveu tanto que vazou. Há dias o meu filho me ligou, às duas horas da manhã, e disse: "Pai, estou com dois baldes de água cheios." Eu fui a São Paulo no dia do aniversário da cidade e disse que o governo federal está disposto a sentar com o governo do Estado, com o prefeito, e discutir uma saída para ver se consegue resolver o problema, que é gravíssimo. Não queremos ficar dizendo: "Ah, é meu adversário, deu enchente, que ótimo". Quem está falando isso para vocês viveu muitas enchentes dentro de casa.
‘Quero criar no País uma megaempresa de energia’
Pelas diretrizes do programa do PT, um eventual governo Dilma Rousseff parece que será mais à esquerda que o seu...
Eu ainda não vi o programa, eu sei que tem discussão. Mas conheço bem a Dilma e, como acho que ela deve imprimir o ritmo dela, se ela tomar uma decisão mais à esquerda do que eu, eu tenho que encarar com normalidade. E, se tomar uma posição mais à direita do que eu, tenho que encarar com normalidade. Tenho total confiança na Dilma, de que ela saberá fazer as coisas corretas para este país. Uma mulher que passou a vida que a Dilma passou - e é sem ranço, sem mágoa, sem preconceito - venceu o pior obstáculo.
A experiência de poder distanciou o sr. do pensamento mais utópico do PT, não?
Veja, o PT que chegou ao poder comigo, em 2002, não era mais o PT de 1980, de 1982.
Não era porque houve a Carta ao Povo Brasileiro...
Não é verdade. Num Congresso do PT aparecem 20 teses. Tem gosto para todo mundo. É que nem uma feira de produtos ideológicos. As pessoas compram o que querem e vendem o que querem. O PT, quando chegou à Presidência, tinha aprendido com dezenas de prefeituras, já tínhamos as experiências do governo do Acre, do Rio Grande do Sul, de Mato Grosso do Sul... O PT que chegou ao governo foi o PT maduro. De vez em quando, acho que foi obra de Deus não permitir que eu ganhasse em 1989. Se eu chego em 1989 com a cabeça do jeito que eu pensava, ou eu tinha feito uma revolução no País ou tinha caído no dia seguinte. Acho que Deus disse assim: "Olha, baixinho, você vai perder várias eleições, mas, quando chegar, vai chegar sabendo o que é tango, samba, bolero." O PCI italiano passou três décadas sendo o maior partido comunista do mundo ocidental, mas não passava de 30%. Eu não tinha vocação para isso. E onde eu fui encontrar (a solução)? Na Carta ao Povo Brasileiro e no Zé Alencar. Essa mistura de um sindicalista com um grande empresário e um documento que fosse factível e compreensível pela esquerda e pela direita, pelos ricos e pelos pobres, é que garantiu a minha chegada à Presidência.
Mesmo assim, o sr. teve de funcionar como fator moderador do seu governo em relação ao partido...
E vou continuar sendo. Eu não morri.
Mas a Dilma poderá fazer isso?
Ah, muito. Hipoteticamente, vocês acham que o PSTU ganhará eleição com o discurso dele? Vamos supor que ganhe, acham que governa? Não governa.
As diretrizes do PT, que pregam o fortalecimento do Estado na economia, não atrapalham?
Quero crer que a sabedoria do PT é tão grande que o partido não vai jogar fora a experiência acumulada de ter um governo aprovado por 72% na opinião pública depois de sete anos no poder. Isso é riqueza que nem o mais nervoso trotskista seria capaz de perder.
Os críticos do programa do PT dizem que o Estado precisa ter limites como empreendedor. Por que mais Estado na economia?
Vou fazer uma brincadeira: o único Estado forte que eu quero é o Estadão (risos). Não existe hipótese, na minha cabeça, de você ter um governo que vire um governo gerenciador. O governo tem dois papéis e a crise reforçou a descoberta deste papel. O governo tem, de um lado, de ser o regulador e o fiscalizador; do outro lado, tem de ser o indutor, o provocador do investimento, que discute com o empresário e pergunta por que ele não investe em tal setor.
Por que é preciso ressuscitar empresas estatais para fazer programas como a universalização da banda larga? O governo toca o Luz Para Todos com uma política pública que contrata serviços junto às distribuidoras e não ressuscita a Eletrobrás.
Mas nós estamos ressuscitando a Eletrobrás. O Luz Para Todos só deu certo porque o Estado assumiu. As empresas privadas executam sob a supervisão do governo, que é quem paga.
Não pode fazer a mesma coisa com a banda larga?
Pode. Não temos nenhum problema com a empresa privada que cumpre as metas. Mas tem empresa privada que faz menos do que deveria. Então, eu quero, sim, criar uma megaempresa de energia no País. Quero empresa que seja multinacional, que tenha capacidade de assumir empréstimos lá fora, de fazer obras lá fora e fazer aqui dentro. Se a gente não tiver uma empresa que tenha cacife de dizer "se vocês não forem, eu vou", a gente fica refém das manipulações das poucas empresas que querem disputar o mercado. Então, nós queremos uma Eletrobrás forte, para construir parceria com outras empresas. Não queremos ser donos de nada.
A banda larga precisa de uma Telebrás?
Se as empresas privadas que estão no mercado puderem oferecer banda larga de qualidade nos lugares mais longínquos, a preço acessível, por que não?
Mas precisa de uma Telebrás?
Depende. O governo só vai conseguir fazer uma proposta para a sociedade se tiver um instrumento. Não quero uma nova Telebrás com 3 ou 4 mil funcionários. Quero uma empresa enxuta, que possa propor projetos para o governo. Nosso programa está quase fechado, mais uns 15 dias e posso dizer que tenho um programa de banda larga. Vou chamar todos e quero saber quem vai colocar a última milha ao preço mais baixo. Quem fizer, ganha; quem não fizer, tá fora. Para isso o Estado tem de ter capacidade de barganhar.
O sr. teme que o PSDB venha na campanha com o discurso de gastança, de inchaço da máquina, que o seu governo contratou 100 mil novos servidores?
Vou dar um número, pode anotar aí: cargos comissionados no governo federal, para uma população de 191 milhões de habitantes. Por cada 100 mil habitantes, o governo tem 11 cargos comissionados. O governo de São Paulo tem 31 e a Prefeitura de São Paulo tem 45.
Deixar o governo de Minas para o PMDB de Hélio Costa facilita a vida de Dilma junto à base aliada?
A aliança com o PMDB de Minas independe da candidatura ao governo de Estado. O Hélio Costa tem me dito publicamente que a candidatura dele não é problema. Ele propõe o óbvio, que se faça no momento certo um estudo e veja quem tem mais condições e se apoie esse candidato. Acho que os companheiros de Minas, tanto o Patrus Ananias quanto o Fernando Pimentel se meteram em uma enrascada. Estava tudo indo muito bem até que eles transformaram a disputa entre eles em uma fissura muito ruim para o PT. Como a política é a arte do impossível, quem sabe até março eles conseguem resolver o problema deles.
A desistência da pré-candidatura do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) facilitaria a vida de Dilma?
O Ciro é um companheiro por quem tenho o mais profundo respeito. Eu já gostava do Ciro e aprendi a respeitá-lo. Um político com caráter. E, portanto, eu não farei nada que possa prejudicar o companheiro Ciro Gomes. Eu pretendo conversar com ele, ver se chegamos à conclusão sobre o melhor caminho.
Ele diz que o "santo Lula" está errado.
É preciso provar que o santo está errado. É por isso que eu quero discutir.
O sr. ainda quer que ele seja candidato ao governo de São Paulo?
Se eu disser agora, a minha conversa ficará prejudicada.
O senador Mercadante pode ser o plano B?
Não sei. Alguém terá de ser candidato.
O Ciro tem dito que a aliança da ministra Dilma com o PMDB é marcada pela frouxidão moral.
Todo mundo conhece o Ciro por essas coisas. Mas acho que ele não disse nada que impeça uma conversa com o presidente.
O que se teme no Temer? Ele é o nome para vice?
O Michel Temer, neste período todo que temos convivido com ele, que ele resolveu ficar na base e foi eleito presidente da Câmara, tem sido um companheiro inestimável. A questão da vice é uma questão a ser tratada entre o PT, a Dilma e o PMDB.
O sr. não teme que Dilma caia nas pesquisas após sair do governo?
Ela vai crescer.
Mas sozinha?
Ela nunca estará sozinha. Eu estarei espiritualmente ao lado dela (risos).
Há quem tenha ficado assustado com a foto do sr. abraçando o Collor, depois de tudo o que passou na campanha de 1989.
O exercício da democracia exige que você faça política em função da realidade que vive. O Collor foi eleito senador pelo voto livre e direto do povo de Alagoas, tanto quanto foi eleito qualquer outro parlamentar. Ele está exercendo uma função institucional e merece da minha parte o mesmo respeito que eu dou ao Pedro Simon, que de vez em quando faz oposição, ao Jarbas Vasconcelos, que faz oposição. Se o Lula for convidado para determinadas coisas, não irá. Mas o presidente tem função institucional. Portanto, cumpre essa função para o bem do País e, até agora, tem dado certo. Fui em uma reunião com a bancada do PT em que eles queriam cassar o Sarney. Eu disse: muito bem, vocês cassam o Sarney e quem vem para o lugar?
O sr. acha que o eleitor entende?
O eleitor entende, pode entender mais. Agora, quem governa é que sabe o tamanho do calo que está no seu pé quando quer aprovar uma coisa no Senado.
O governo depende do Sarney no Senado? O único punido até agora foi o Estado, que está sob censura.
O Sarney foi um homem de uma postura muito digna em todo esse episódio. Das acusações que vocês (o jornal) fizeram contra o Sarney, nenhuma se sustenta juridicamente e o tempo vai provar. O exercício da democracia não permite que a verdade seja absoluta para um lado e toda negativa para o outro lado. Perguntam: você é contra a censura? Eu nasci na política brigando contra a censura. Exerço um governo em que eu duvido que alguém tenha algum resquício de censura. Mas eu não posso censurar que os Poderes exerçam suas funções. Eu não posso censurar a imprensa por exercer a sua função de publicar as coisas, nem posso censurar um tribunal ou uma Justiça por dar uma decisão contrária. Deve ter instância superior, deve ter um órgão para recorrer.
O sr. e o PT lideraram o processo de impeachment de Collor e nada, então, se sustentou juridicamente porque o STF absolveu o ex-presidente. O sr. está dizendo que o jornal não deveria publicar as notícias porque não se sustentariam juridicamente? Os jornais publicam fatos...
Não quero que vocês deixem de publicar nada. Minha crítica é esta: uma coisa é publicar a informação, outra coisa é prejulgar. Muitas vezes as pessoas são prejulgadas. Todos os casos que eu vi do Sarney, de emprego para a neta, daquela coisa, eu ficava lendo e a gente percebia que eram coisas muito frágeis. Você vai tirar um presidente do Senado porque a neta dele ligou para ele pedindo um emprego?
O caso da neta é o corporativismo, o fisiologismo, os atos secretos...
O que eu acho é o seguinte: o DEM governou aquela Casa durante 14 anos e a maioria dos atos secretos era deles. E eles esconderam isso para pedir investigação do outro lado. É uma coisa inusitada na política.
O sr. acha que os fatos do "mensalão do DEM", no Distrito Federal, são fatos inverídicos também?
No DEM tem um agravante: tem gravação, chegaram a gravar gente cheirando dinheiro.
No mensalão do PT tinha uma lista na porta do banco com o registro dos políticos indo pegar a mesada...
Vamos pegar aquela denúncia contra o companheiro Silas Rondeau, que foi ministro das Minas e Energia. De onde se sustenta aquela reportagem dizendo que tinha dinheiro dentro daquele envelope? Como se pode condenar um cara por uma coisa que não era possível provar?
O sr. tem dito, em conversas reservadas, que quando terminar o governo, vai passar a limpo a história do mensalão. O que o sr. quer dizer?
Não é que vou passar a limpo, é que eu acho que tem coisa que tem de investigar. E eu quero investigar. Eu só não vou fazer isso enquanto eu for presidente da República. Mas, quando eu deixar a Presidência, eu quero saber de algumas coisas que eu não sei e que me pareceram muito estranhas ao longo do todo o processo.
Quem o traiu?
Quando eu deixar a Presidência, eu posso falar.
Por que é que o seu governo intercede em favor do governo do Irã?
Porque eu acho que essa coisa está mal resolvida. E o Irã não é o Iraque e todos nós sabemos que a guerra do Iraque foi uma mentira montada em cima de um país que não tinha as armas químicas que diziam que ele tinha. A gente se esqueceu que o cara que fiscalizava as armas químicas era um brasileiro, o embaixador Maurício Bustani, que foi decapitado a pedido do governo americano, para que não dissesse que não havia armas químicas no Iraque.
O sr. continua achando que a Venezuela é uma democracia?
Eu acho que a Venezuela é uma democracia.
E o seu governo aqui é o quê?
É uma hiper-democracia. O meu governo é a essência da democracia.
Fonte o Estadão: Vera Rosa, Tânia Monteiro, Rui Nogueira, João Bosco Rabello e Ricardo Gandour .
O Congresso do PT e a Mensagem
Nesta véspera de abertura do IV Congresso do PT, a única atividade foram as plenárias dos campos políticos internos, além do credenciamento.
A plenária da Mensagem foi de 15 às 21hs e debateu emendas aos documentos que serão aprovados no Congresso no sentido de puxar à esquerda as resoluções e para radicalizar as reformas no PED..
A grande marca do Congresso é a unidade no lançamento festivo da Candidatura de Dilma a presidente. No entanto, o debate é a grande vítima.
As lideranças da Mensagem apontam os avanços econômicos do governo Lula, mas criticam a timidez ideológica em pautar a sociedade com valores socialistas.
A plenária teve como destaque a sempre polêmica participação da economista Maria da Conceição Tavares, 80 anos, que questionou “E pra que serve a porra da Mensagem”, o que fez com que os organizadores tentassem explicar a necessidade de avançar a organização e estruturação da vida política do campo.
A propósito, a Mensagem ficou com 13 no diretório nacional, 3 na executiva(Cardozo, Árabe e Arlete Sampaio). Do Pará, o único nome é o da governadora Ana Júlia.
A plenária da Mensagem foi de 15 às 21hs e debateu emendas aos documentos que serão aprovados no Congresso no sentido de puxar à esquerda as resoluções e para radicalizar as reformas no PED..
A grande marca do Congresso é a unidade no lançamento festivo da Candidatura de Dilma a presidente. No entanto, o debate é a grande vítima.
As lideranças da Mensagem apontam os avanços econômicos do governo Lula, mas criticam a timidez ideológica em pautar a sociedade com valores socialistas.
A plenária teve como destaque a sempre polêmica participação da economista Maria da Conceição Tavares, 80 anos, que questionou “E pra que serve a porra da Mensagem”, o que fez com que os organizadores tentassem explicar a necessidade de avançar a organização e estruturação da vida política do campo.
A propósito, a Mensagem ficou com 13 no diretório nacional, 3 na executiva(Cardozo, Árabe e Arlete Sampaio). Do Pará, o único nome é o da governadora Ana Júlia.
A Casa Civil chama-se Secretaria de Articulação Institucional
A casa Civil assume um novo caráter após a posse de Everaldinho, será na prática uma secretaria de articulação institucional, será o elo de ligação do governo estadual com a ALEPA, os prefeitos e toda a classe política. Na verdade a Casa Civil deveria continuar com a missão política e administrativa mais ampla e a secretaria de Assuntos Institucionais cuidaria das relações executivo-legislativo-partidos, como ocorre na área federal, e de preferência esta secretária deveria ter uma pessoa com amplo acesso aos partidos de centro direito, que são a grande maioria ds deputados e dos prefeitos.
Meu carnaval in family
Martha, Mayaní e Rebeca
Mayaní a a prima suiça Rebeca
Rebeca, Mayaní,Teka, Bianca e Nanaíra
Martha (mãe) Rohuanhí e Anouí
As primas Rebeca, Mayaní, Teca, Nanaíra e a amiga Bianca
Rohuanhí e anouí
Edir, Rohuanhi e Anouí na pracinha de Mosqueiro