Blog do Edir Veiga. Este Blog é um espaço de informação sintética sobre fatos políticos Nacional e estadual e sobre a vida da comunidade da UFPA. Quem quiser acompanhar ensaios, artigos, debates políticos e acadêmicos deve acessar: http//bilhetimdeanalises.blogspot.com
A divisão do Pará e a ilusão do desenvolvimento municipal
2- Vejam o caso do Pará, os municípios que se beneficiam diretamente com o Pará é Belém, Ananindeua e Marituba, e não estamos falando de que nessas cidades existem os excluídos sociais. Quando visitamos os demais municípios da região metropolitana a situação é sofrível em relação à infraestrutura urbana, como: saneamento básico, distribuição de água, assistência à saúde e transportes públicos, sem falar na segurança pública.
3- Os municípios mais desenvolvidos de nosso estado, obedecem mais à lógica espontânea de serem pólos de desenvolvimento a partir do minério e da energia elétrica, como: Marabá, Parauapebas, Tucurui, Santarém e Barcarena, do que resultado de uma política planejada a partir do governo estadual.
4- Dividir um estado, como o Pará, por certo concentrará mais um polo (enclave administrativo) de desenvolvimento social e econômico localizado, e não o conjunto dos 38 municípios de novo estado. Quem ganhará mesmo será a nova elite política estadual, os fornecedores públicos e o funcionalismo, pois será gerado mais uns milhares de empregos no entorno da máquina pública.
5- Agora se quizermos falar, de verdade, em um desenvolvimento equânime para todos os municípios, temos de optar pelo empoderamento orçamentário dos municípios, e aí temos de falar em reforma tributária que transfira recursos da União e dos estados membros em direção aos municípios. Nos EUA em 1902. 52% do bolo tributário nacional já ia em direção ao município. Hoje no Brasil, em pleno século XXI, os municípios recebem apenas 15% do bolo tributário nacional.
6- É o desenho pouco federativo que coloca prefeitos de joelhos em frente ao governador e ao presidente, reproduzindo em escala o clientelismo e o governismo municipal, que conspira contra um política tranparentee fundada em projetos ( republicanismo) e favorece o pragmatismo político e a ação informal (patrimonialismo) em busca de recursos federais e estaduais. É a corrupção e o clientelismo induzida pela carência estrutural de recursos em base municpal. Creiam, não estou inventando nada, estou inspirado em Vítor Nunes Leal, em uma obra escrita há 70 anos.
DF: DEM, PPS e Tucanos abandonam Arruda
Pará será dividido até 2011
Megale confirma: Jatene será o candidato ao governo
As forças do sudeste e Nordeste e o Pré-sal
Escrevendo certo por linhas tortas.
A luta de RJ/ES acaba por dininuir o poder orçamentário da União em relação aos estados e municípios. Isto é muito bom. Na prática a União acaba por abiscoitar 70% de todos os impostos nacionais, se levarmos em conta que as contribuições (Confins, Cid), a União não é obrigada a dividi-las com estados e municípios.
Belo Monte: Ibama tem cabeças cortadas
O plágio e a direção do IFCH
Mengo e Vinicinho: saida de depressão?
NPI: três chapas disputam a direção
BED e Almir Trindade devem apoiar Apolônio contra DS
Lula e Honduras: entre a cruz e a espada
Letras: o debate entrou no eixo
Geografia: o plágio em apuração
Sucessão petista: Almir do PTLM define posição hoje
Arruda: OAB-DF já prepara pedido de impeachment
Arruda: que todos os corruptos fiquem de orelha em pé
Arruda: o caixa dois é fotografado
Qual a solução para o problema? mudar o desenho do sistema de financiamento de campanha. Mas duvido que este remédio prospere no congresso, não interessa a grande maioria da classe política. Quais os remédios paliativos? melhorar as prestações de contas dos políticos, banir o financiamento das empresas aos candidatos e endurecer a pena para os recalcitrantes.
PROGEP realiza capacitação de gestores
Esta tecnologia habilita as organizações a clarear sua Missão e Visão Estratégica e a traduzi-la em ações. Haverá duas versões desse evento de aprendizagem: 1- Para o pessoal da administração superior, e 2- Para a comunidade universitária em geral.
Trânsito louco e guinchamentos desvairados
Será que a turma da CTBEL não poderia deixar um aviso do guinchamento? uma senhora grávida narrou que quase aborta quando deu por falta de seu carro ao sair de um consultório médico, pensou que tinha sido roubado.
A cidade está tomada de veículos, não existe mais local para estacionamento de veículos particulares. Grande parte das faculdades não possuem estacionamento para professores e estudantes, e a CTBEL está faturando em cima desta desgraceira toda. Está faltando sensibilidade política para as autoridades de trânsito em Belém. A classe média e o povão estão bufando de raiva com a desorganização do trânsito.
BED e Almir Trindade decidem o segundo turno no PT-Belém
Brasil, Europa e os operários
Póstuma de Letras
PED-PT: Suely e Apolônio no segundo turno
Resultados finais:
Suely...........1800
Apolônio......1162
Adalberto.....933
Almir............638
Arroyo..........113
CAL e a turma do Camelô
Denunciar que docentes apóiam a chapa que Camelô faz parte não passaria de uma tática oportunista e de um discurso despolitizado daqueles que sempre tiveram apoio de estudantes e professores do PSOL e do PSTU, quando disputam as eleições universitárias. Esta é a palavra do Camelô.
EUA garantem Obama em Copenhagen
Futebol na UFPA: Paulo Isidoro é ídolo.
Dudu ganha prêmio internacional
Propaganda: governo inicia ofensiva
UFPA, PSS e Geografia
Sintufpa e Sindtifes? tem sindicato novo no pedaço
Propaganda do governo estadual e as obras do governo federal
EUA e Brasil diferem em relação à política mundial
Crise em Letras: Professores disputam até o CAL
Paralisação da FASUBRA quer aumento salarial em janeiro e vale alimentação ampliado
Eleição PT Belém: contagem de votos avança lentamente
Andirobas joga com o HUJBB
Tentativa de Golpe no ICB após vitória de Pieczarka
UFPA: Ciência Política de luto
PT Municipal: Suely e Apolônio devem ir ao segundo turno
Suely 1.111, Apolônio 713, Adalberto 471, Almir Trindade 334 e João Arroyo 71. Haverá segundo turno e a DS deverá rebolar para conquistar aliados nesta segunda eleição.
Marquinho do PT nas nuvens
O sonho de reeleição de Ana e a vingança do eleitorado
Reeleição de Ana e o pedido do PMDB
Pesquisa ao governo estadual: indicador perigoso
Governadora reúne na segunda (23) com blogueiros
ICB: Júlio Pieczarka é o Diretor eleito.
Denúncia: Alunos constrangidos em Letras
Mestrado em Ciência Política: sai o nome dos aprovados
Domingo-22/11 têm eleições diretas no PT
Faleiros : o equilibrista
Dudu manda recado a Ana Júlia
Tarso vê pressão 'fascista' da Itália e diz que Battisti deve ficar
Responsável pela concessão de refúgio, ministro cita razões ‘humanitárias e políticas’ para manter ativista
BRASÍLIA - Em meio ao clamor de autoridades e setores da sociedade italiana para que o Brasil cumpra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro da Justiça, Tarso Genro, afirmou nesta quinta-feira, 19, que há uma tendência no governo brasileiro de manter o ativista Cesare Battisti no País por razões "humanitárias e políticas". E resolveu aumentar a crise. Depois de conceder refúgio a Battisti, ato que desencadeou a crise, disse que identifica influências "fascistas" nas ameaças de setores do governo italiano.
"A Itália não é um país nazista nem fascista, mas vem sendo constatado um crescimento preocupante do fascismo em parte da população italiana", disse Tarso. "O fascismo vem ganhando força inclusive em setores do governo."
Tarso fez questão de destacar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tem pressa em anunciar sua decisão sobre o destino de Battisti, definida por ele como "solitária" e "soberana". O governo também alega não estar preocupado com retaliações diplomáticas e ameaças de representações contra o Brasil em cortes internacionais, prometidas pelo gabinete do primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, com quem Lula esteve no último fim de semana.
Condenado à prisão perpétua por envolvimento em quatro assassinatos na década de 70, quando militava na organização Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), Battisti está preso no Brasil desde 2007 e teve um decreto de refúgio político, concedido por Tarso, revogado pelo STF. Após meses de julgamento, o tribunal decidiu na quarta-feira, 18, em votação apertada, que os crimes de Battisti foram comuns e não políticos. Com esse argumento, os juízes resolveram que o ativista italiano poderia ser extraditado para cumprir pena em seu país, mas delegaram a última palavra sobre a extradição ao presidente Lula.
Segundo Tarso, a data para a decisão brasileira não está definida e provavelmente só virá depois da publicação do Acórdão do julgamento do STF no Diário de Justiça, o que pode demorar. Nesse intervalo, Battisti permanece preso, mas seus advogados podem requerer a libertação mediante habeas-corpus, pedido de relaxamento ou anistia. Outra alternativa é um pedido de prisão domiciliar, por razões humanitárias, para que Battisti - que sofre de hepatite B e estaria com a saúde debilitada - possa acompanhar o desfecho do caso num hospital ou na própria residência.
Battisti ainda responde a processo penal no Brasil por falsificação de documentos e uso de passaporte falso e deve ficar no país até ser julgado. A decisão, de acordo com Tarso, "será um juízo político do presidente, como dirigente da política externa do País". Ele afirmou que Lula só deverá se reportar à Advocacia Geral da União (AGU), mas disse estar disposto a reafirmar sua posição francamente favorável a Battisti por considerar que os crimes pelos quais ele é acusado na Itália são de natureza política. Na avaliação de Tarso, o ativista não teve respeitado o amplo direito de defesa no julgamento em que foi condenado à revelia.
O Brasil, segundo Tarso, tem tradição de refúgio político a vítimas de perseguição e "se orgulha disso". O ministro lembrou que em diferentes fases da história o País concedeu refúgio a milhares de pessoas, de países e regimes diferentes, mas sobretudo aos que fogem de ditaduras. Citou em especial Cuba, país de origem de 150 refugiados políticos que entraram no Brasil ilegalmente e acabam de ser beneficiados pela Lei de Anistia a estrangeiros.
Estadão.
PMDB ameaça romper com o Ana Júlia no Pará
http://edilzafontes.blogspot.com
Belo Monte quem é contra e a favor?
Belo Monte quem tem razão?
Apagão: CCT do Senado chama vidente
Lula extradita Battisti?
Dor de cabeça para o governo: fator previdenciário
Esta discussão é muito pertinente para quem não tem aposentadoria integral, o que não é o caso dos servidores públicos estatutários. Uma coisa é certa, a discussão da questão previdenciária deve ser feita à luz da capacidade do Estado em financiar o crescente déficit da previdência. O que está em jogo é se nossos filhos e netos terão direito à uma previdência pública ou não.
Estudantes de História em Pé de Guerra
EUA e China sem metas para Copenhague
Remo em alta rumo ao intermunicipal.
Economia: FHC afirma que é igual a Lula
Lula tem no fortalecimento das empresas estatais o centro de sua política econômica para a garantia de créditos e do fianciamento da habitação popular e dos empreendimentos. FHC presidente, caminhou em sentido oposto.
FHC deixou o país com 17% de inflação ao ano. Lula deixará o governo com uma inflação de 4% ao ano.
FHC deixou a dívida externa brasileira contraída em dólar. Lula já transformou o débito de dólar para real em 50% da dívida.
FHC durante seus oito anos controlou a inflção mais não gerou emprego. Lula já criou 10 milhões de emprego no Brasil e sem deixar a inflação voltar.
Lula crou uma política estratégica de financiamento da dívida pública (interna e externa) chamada de superavit primário que poupa mais em período de prosperidade econômica e poupa menos em período de crise, como ocorreu recentemente. FHC não inventou este mescanismo de proteção à economia nacional.
podemos dizer que a política de Lula é herdeira dos princípios da política econômica de FHC como: câmbio flutuante, controle quase autônomo do BC sobre a política monetária e gestão rígida sobre as variáveis que podem produzem a inflação, como: oferta de produtos, ofertas de moedas, balanço comercial, política fiscal rígida. Mas a semelhança termina aí. Quanto às políticas de transferência de renda Lula dá um banho em FHC.
Mas lula pecou em muito em : Reforma tributária em favor dos estados mais pobres da federação e em direção aos municípios brasileiros. Não enfrentou o problema de gestão dos governos em relação ao cidadão, este problema atinge todas as esferas do Estado nacional, no que tange aos serviços de saúde, educação, segurança pública e acesso ao judiciário. Lula não atacou com veemência os criminosos de colarinho branco através do aumento das penalidades, prisão continuada e expropriação dos corruptos e invenção de instituições capazes de vigiar o dinheiro público, preventiva e punitivamente.
Dudu de mal humor com Ana e PT
Parece que o PTB andará de mãos dadas com o PR e o PDT no estado em 2010. O PT e o governo caminham entre o pragmatismo e o principismo, e a tática eleitoral ameaça naufragar. Não devemos esquecer que a terceirização dos serviços telefônicos foi inciada por Palocci do PT, quando prefeito no interior de São Paulo.
PSDB 2010: Almir e Couto contra Jatene
Os tucanos não cansam de lembrar o destino que Socorro Gomes e Elcione tiveram nas eleições municipais quando receberam o apoio explícito de Jáder, cairam pelas tabelas. Todos acreditam que a junção de Ana e Jáder produzirá um efeito sinergético negativo nos grandes centros urbanos do estado.
É com esta avaliação que os grupos se degladiam dentro do PSDB. Almir usa Couto para bloquear Jatene e se apresentará como a terceira via tucana. O tucano mor paraense aposta no "cavalheirismo" de Jatene que se veria constrangido em vetá-lo perante o comando nacional tucano.
Os tucanos acreditam que não tem reza de padre velho que conduza Ana à vitória em 2010.
O PSOL e as eleições de 2010
Intervenção no Pará: TJE e o PT erram
Por outro lado, a nota do TJE em resposta à nota do PT é descabida e inoportuna e diminuiu institucionalmente o TJE. A nota diminui o TJE porque politiza uma relação jurídico formal. Na nota o TJE ameaça explicitamente o PT de retaliação caso o mesmo volte a acusar o TJE de golpista. Tribunal não tem de ameaçar, tem de enquadrar, e o enquadrado, caso se sinta injustiçado que recorra às instâncias recursais da justiça.
ICB: Pieczarka e Ishak em confronto
ICED: Tancredi e Ronaldo duelam
Debate Belo Monte
Professores e estudantes da UFPA debatem impactos ambientais de Belo Monte
Professores e estudantes da Universidade Federal do Pará (UFPA) debatem na próxima terça-feira, 17, os impactos ambientais da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, durante um vídeo-debate que vai acontecer a partir das 16 horas, no Centro de Convenções da UFPA. O evento é uma promoção do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e acontece em meio às polêmicas que antecedem o possível leilão do empreendimento pelo governo Lula.
O debate é aberto a toda a população e contará com a presença de um representante do Comitê Xingu Vivo para Sempre, do advogado Marco Apolo Leão, presidente da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH), e da professora doutora Nirvia Ravena, representando o Painel de Especialistas da UFPA, que é um grupo de pesquisadores que tem desenvolvido estudos paralelos sobre a construção da Usina de Belo Monte.
Segundo Anderson Castro, coordenador-geral do DCE, o debate pretende chamar a atenção da comunidade universitária e da sociedade civil para os impactos ambientais que serão causados com a construção da hidrelétrica. “A população precisa tomar nota sobre os reais interesses por trás da construção da usina, pois as barragens vão atingir diretamente a saúde, a vida, a moradia e o sustento de comunidades ribeirinhas e indígenas, além de destruir a biodiversidade da floresta”, afirma Anderson.
A partir do vídeo-debate, o DCE pretende somar esforços com diversas entidades dos movimentos sociais, para convocar um ato público pelas ruas de Belém contra a construção da Hidrelétrica de Belo Monte. A expectativa é realizar o protesto antes da primeira semana de dezembro, quando os manifestantes deverão caminhar da UFPA em direção à Eletronorte, na Avenida Perimetral.
A ideia da entidade é intensificar o processo de mobilização, pois de acordo com o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deve conceder nesta segunda-feira, 16, a licença prévia para a construção da Usina. A pressa do governo é para impedir que os movimentos sociais tentem barrar o projeto por meio de protesto ou ações na Justiça.
No último dia 10 de novembro, o juiz federal Edson Grillo, de Altamira, chegou a conceder uma liminar a pedido do Ministério Público Federal (MPF), suspendendo o processo de licenciamento da Hidrelétrica de Belo Monte, mas um dia depois o Ibama conseguiu cassar a liminar no Tribunal Regional Federal, da 1ª região, em Brasília. Com a concessão da licença prévia pelo Ibama, o governo pretende realizar o leilão de concessão do projeto até o dia 21 de dezembro.
As entidades, porém, apontam diversas irregularidades no projeto, pois o Estudo de Impacto Ambiental do empreendimento sequer aponta a quantidade de famílias que serão atingidas pela Hidrelétrica. “Este projeto é maléfico para a região, pois não temos necessidade de energia. A construção da Hidrelétrica vem beneficiar apenas as multinacionais e as gigantes do ramo da construção civil, como a Odebrecht e a Camargo Correa. Enquanto isso, a navegação de parte do Xingu será interrompida e a vida dos trabalhadores da região e a biodiversidade da floresta serão destruídas”, explica Anderson Castro.
Estado devolve 1 bi à União
Para gastar 1bi ou 10 bi em um ano tem que ter competência instalada em cada secretaria e na administração indireta. Todo órgão público deveria ter uma estratégia de captação de recursos muito claro e esta é a decisão mais estratégica de um governo. Núcleos de captação de recursos especializados em produzir projetos e ou a contratação de consultorias especializadas seria o caminho imediato. No médio prazo o estado teria de mandar treinar técnicos nesta área, com remuneração semelhante aos dos fiscais da fazenda.
UFPA: 100 dias de gestão
1- Resposta urgente para os graves problemas do curso de medicina.
2- Apresentação de um planejamento estratégico para os próximos 4 anos.
3- Movimentos objetivos em direção ao PDI 2011-2020 com participação da comunidade interna e externa.
4- Medidas objetivas para a geração de salários indiretos aos servidores docentes e tecnicos.
5- Políticas globais para o envolvimento cultural da comunidade ( esporte, cultura, lazer e arte).
6- Ações objetivas para a melhoria da qualidade do ensino de graduação ( diretrizes para a avaliação docente, de técnicos, invenções pedagógicas etc.)
7- Uma firme opção pelo trabalho extensionista com as comunidades externas à UFPA, especialmente nos bairros do Guamá, Terra firme e Canudos,
A herança que Ana não está deixando
1- Cultura de transparência e republicanismo no trato dos recursos públicos ( no sentido de res pública) coisa pública.
2- Controle social sobre as políticas públicas
3- Envolvimento do povo na formulação, implementação e controle social. O PTP parece que morreu.
4- Empoderamento orçamento da comunidade escolar
5- Revolução na gestão dos órgãos públicos estaduais
5- Institucionalização destas políticas republicanas para que passassem a ser políticas de Estado mais do que políticas de governo.
6- Prática de uma política de governança permanente consubstanciada na luta pela porosidade das instituições do Estado na dimensão estadual.
7- Experimentado uma cultura administrativa de que para cargos técnicos os DAS teriam de ser tecnicamente reconhecidos por diplomas específcos.
8- Estimulado políticas de consorciamento entre os prefeitos de acordo com interesses comuns nas áreas de : saúde, educação, transporte e etc.
9- Agora a competição deste governo nas eleições de 2010 depende mais de um poder de patronagem do que pela avaliação objetiva das políticas públicas, obras e serviço a ser reconhecido pelos eleitores.
PMM do B: Trajetória desastrada de uma direção política
1- Isolaram-se na DS. Colocaram pra fora Charles, Edilza e mantém sob chicote quem discorda da linha política sectária.
2- Isolaram-se perante as tendências internas do PT
3- Não despertam confiança no PMDB que não confia mais em nenhum acordo proposto pelo núcleo duro (PMM do B)
4- Os deputados da base estão à míngua com os acordos não cumpridos pelo núcleo duro
5- A direção da ALEPA apenas suporta os "negociadores" do governo.
6- O TJE já deu sua resposta ao governo.
TJE e o pedido de intervenção no Pará
Letras: Prof. Regina Cruz comenta postagens de internautas
Dois anômimos me solicitaram "a lista dos nomes que estavam presentes na reunião que decidiu trocar a fechadura da porta de sua sala de pesquisa que fica no segundo andar do Laboratório da Linguagem." Não tenhoa a ata oficial do dia 16/09/2009, uma vez que como já dito, a coordenação do CML não atendeu a dois pedidos formais de cópias dos documentos, mas tenho uma minuta enviada via email para revisão na qual figuram os seguintes nomes:Silvio Augusto de Oliveira HolandaAbdelhak RazkyFátima Cristina da Costa PessoaJosé Carlos Chaves da CunhaMaria Eulália Sobral ToscanoMarília de Nazaré de Oliveira FerreiraMarli Tereza FurtadoMyriam Crestian Chaves da CunhaSidney da Silva FacundesThomas Massao FairchildWalkyria Magno e SilvaEis, portanto, como solicitado por um outo anônimo:"esses nomes tão esperados. Mas e lista , a ata com os nomes que compoem a UNANIMIDADE BURRA.Unanimidade não é, porque o CML é composto de 22 professores.
11/11/09 11:31 PM
Regina Cruz disse...
Um outro anônimo me perguntou:"a senhora professora Regina, tem certeza que quer voltar para aquele lugar????"Tenho. O CML tem um grande compromisso social que é a capacitação de recursos humanos da região. O governo não custeou meus estudos de Mestrado e de Doutorado (sempre tive bolsas de estudo) em centros de excelência do país e do estrangeiro (e só estudei em programas de nota A) para que os conhecimentos adquiridos fossem subutilizados. Não existe outra especialista na minha área de formação em todo o ILC, por isso os principais prejudicados, com esse tipo de atitude por parte de um grupo de professores sem compromisso social nenhum com a região, são aqueles que necessitam acessar a tais conhecimentos.
11/11/09 11:41 PM
Regina Cruz disse...
Eu não quero acreditar que um professor universitário tenha classificados os participantes deste blog de "despeitados e línguas de trapo de plantão", "Medíocres". E pior ainda que tenha escritoCríticos... fiquem por dentro e analizem [sic]o que realmente é fato! Se há algo que eles estão dando é uma aula de democracia. Estão fazendo o que muitos que se dizem ter um super CVLattes não sabem fazer: DISCUTIR IDÉIAS, ARGUMENTAR, OPINAR.
11/11/09 11:49 PM
Regina Cruz disse...
Eu começo a acreditar que as críticas dos alunos sobre a prática pedagógica de determinados professores têm fundamento, porque jamais um professor sério, ético e profissional chamaria os alunos de "adolescentes recalcados e preguiçosos que atacam pura e simplesmente pelo prazer de se vingar de terem sido reprovados ou por embirrar com a cara de fulano ou cicrano de tal."Diria aos alunos que "procurassem um analista para cuidar da esquizofrenia ".Eu não acredito que isto sido verbalizado por um docente.
11/11/09 11:54 PM
Regina Cruz disse...
Não sei quem me fez tal acusação:"É esse tipo de ética profissional que a pobre professora Regina Cruz anda praticando... essa é sua conduta como doutora na Universidade FEDERAL do Pará...Por esse tipo de comportamento também é possível imaginar como ela conduz as suas relações profissinais..."Deve ser um professor, mas um professor covarde, medroso, porque não assina sua mensagem. Vai ver que é um dos membros da congregação do ILC que adoram fazer calunias dos outros pelas costas durante as reunioes (como fizeram com o Prof. Gunter) e depois pedem para retirar das atas as suas falas para não se comprometerem.Ética, eu tenho certeza de ser, sempre fiz questão de tornar público minhas opiniões políticas e posicionamentos em geral, não tenho nada a esconder, assim como assumo o que digo e não sou nem leviana nem covarde. E dever ser por isso que um grupo que vê o Mestrado em Letras como quintal da casa deles me persegue.
12/11/09 12:05 AM
Regina Cruz disse...
Eu fico muito surpresa com o questionamento de um anônimo:"É, meus caros, por que a professora Regina Cruz simplesmente não chama o chaveiro e manda trocar a fechadura da porta???"E quero acreditar que não seja um professor a utilizar como prova de que eu tenho consciência de que que não tenho direito de ter minha sala de trabalho, o fato de eu não ter respondido com a mesma moeda.Eu não revidei da mesma forma, porque não quero me igualar a este tipo de gente. Além do mais eu confesso, em toda a minha experiência de vida acadêmica (fui aluna de Mestrado na UFSC, 1/3 dos meus créditos foram feitos na UNICAMP, fiz sanduiche em Lyons II na França. Fiz no Doutorado, no maior laboratório de Prosódia e Fonética Acústica da Europa; durante o Doutorado fui Visiting Scholar na Universidade de Cambridge, visitei também Laboratório de Fonética em Barcelona e Strasbourg), em nenhum dos centros de excelência por onde passei, recebi orientação de que eu deveria estar preparada para enfrentar bandidos, mafiosos. Apenas me ensinaram que eu deveria me formar para ser uma excelente pesquisadora, professora, que eu deveria produzir academicamente bastante para que minhas palestras, conferências tivessem conteúdo, informação de peso. Para mim sempre foi passado pelos pesquisadores com quem convivi que o universo da academia tinha um alto nível de relacionamento, era um espaço onde sempre a justiça e a honestidade estariam presentes, que nunca a força ocuparia o lugar das idéias.Espero que este tipo de professor que diz que se eu tivesse razão mesmo eu já deveria ter tido "coragem" de trocar a fechadura de volta, que ele incentive este tipo de atitude, porque seria o mesmo que dizer a um aluno:"quando você discordar da nota que o seu professor lhe atribuir num trabalho ou numa prova, não argumente com ele, não tente mostrar-lhe com idéias que ele se enganou e que você tem razão. Esmurre-o imediatamente!"
12/11/09 12:29 AM
Regina Cruz disse...
Alguém perguntou:"tenho uma enorme curiosidade em saber quem foram os responsáveis pela troca da fechadura da pesquisadora, professora Regina."Testemunhas viram tudo:O Sr. Edson Ferreira de Moraes (coordenador Divisão de Planejamento, Gestão e Avaliação), que pasmem negou para mim desconhecer o fato, nem homem foi de assumir o seu ato;O Prof. Silvio Augusto de Oliveira Holanda (coordenador do Mestrado em Letras);O Sr. Eduardo Antonio Ribeiro de Brito (secretário do Mestrado em Letras)
12/11/09 12:35 AM
Regina Cruz disse...
Alguém me perguntou:"RESPONDA POR FAVOR:o que impede a senhora de chamar um chaveiro e mandar fazer uma chave pra senhora e mostrar pra esses professores que a senhora está no seu direito.???"Eu penso como um outro anônimo:"Força contra força é a negação da educação."Eles usaram a força, porque justamente não conseguiam contra-argumentar, não têm ideias, não sabem debater, porque seus critérios são subjetivos, fracos, imparciais.Quando quiseram me impor uma reorganização da sala, segundo a qual eu seria a única professora a sair da minha sala de trabalho e ir para uma outra que não tem espaço suficiente para duas pesquisadoras de peso e com grandes equipes, eu percebi que era uma perseguição mesquinha e barata e não aceitei, argumentei, coloquei todas as razões que me levavam a não aceitar tamanha insensatez, como eles não têm argumentos e por não serem profissionais, seus argumentos caem por terra, resolveram justamente partir para a força.Eu não quero, portanto, me igualar a eles.
12/11/09 12:42 AM
Regina Cruz disse...
Alguém recomenda que eu busque meus direitos nas instâncias próprias da UFPA.Mas é só o que eu estou fazendo neste momento. Parei minha produção acadêmica toda. Todo o meu material de trabalho está preso na minha sala e a única providência maior que até hoje ouvi é que a procuradoria seria acionada.
12/11/09 12:45 AM
O super debates de Letras
Jáder já se assanha pela busca do governo estadual
Zum zum zum na UFPA
As boas vindas do apitaço de Letras
OS CEM DIAS...." É PRA FAZER MELHOR"
PARTE I.
Senhor editor no proximo dia 13/11/2009, o novo Reitor estará completando cem dias de administração à frente da reitoria da UFPa, e claro não poderiamos deixar esta data passar em branco pricipalmente em decorrência do que foi registrado no ultimo processo sucessorio ocorrido dentro desta academia. Afinal o então candidato na época se apresentava como o candidato da proposição e que portanto por este motivo se diferenciava dos demais e que na verdade foi esta postura que foi entendida por seus apoiadores e eleitores.
Hoje de concreto podemos observa que o propositivo candidato da época e atual gestor está de uma certa maneira conseguindo manter sua performance de que "SONHOS NÃO ENVELHECEM"com quase cem dias de trabalho dedicados a esta academia....Já dá para sentir o que a gestão Maneschy deverá de fato proporcionar a está instituição.
O nivel de credibilidade na gestão vem au mentando a cada dia,temos observado que o indice de satisfação funcional também tem melhorado muito.....mas sabemos que nem tudo são flores até porque as "bombas Relógios" que foram deixadas pela administração anterior....algumas delas ainda corre o risco de explodir.
Na veracidade dos fatos temos de concreto uma equipe que trabalha muito e que muitas vezes segundo alguns relatos em off.....dá saudade da vida de ser apenas um professor....as responsabilidades postas requerem na verdade uma postura de fato e de direito de tornar esta universidade uma unica instituição tanto na capital como no interior, como na verdade o propositivo candidato sempre defendeu.
Continuaremos em uma segunda pauta..........Ass:Facção Alfa.
Letras e o império autocrático
Comunidade exige futebol feminino
Os docentes descobrem o Bilhetim
Bilhetim: atualização precária nestes dias
A Pesquisa que deu Jatene e Jáder na cabeça em Belém
Foram realizadas 1436 ligações para telefones fixos obedecendo aos preceitos metodológicos que visam garantir a proporção população-amostragem. Os dados evidenciados retratam a posição da cidade de Belém e não a opinião individual por bairros.
Assim Jatene obteve 28%, Jáder 27 e Ana Júlia 11, Branco-nulo 15 e não sabe 19. Pesquisas tradicionais e com visitas de casa em casa, mostram resultados aproximados com estes resultados. Agora Está sendo organizada uma pesquisa de dimensão estadual, em breve divulgaremos estes resultados. Se as eleições fossem hoje e com validade estadual, Ana Júlia estaria em situação irreversível eleitoralmente.
Paixão Fosca “pero” Tosca
A platéia era sem dúvida composta por jovens em sua maioria, arrisco a dizer muitos afetados pelos mesmos genes do teatro, contudo, parece banal dizer que sexo vende, afinal,a sociedade contemporânea tornou vendável todas as formas de expressão erealização, isso não se confunde com o amor, objeto por excelência dapeça.
O texto jornalístico de o Diário do Pará foi sofrível ao repetir tantosclichês que não permitiu uma indagação elementar, pode o amor serarrebatado sem o sexo? Ou o desejo como pensa José Antonio Marina. Em LASARQUITECTURAS DEL DESEO: UNA INVESTIGACION SOBRE LOS PLACERES DEL ESPIRITU, o estudioso destila como o homem moderno fragmentou-se sem restituir-se noespírito.
Tarchetti assinala a inquietação de Giorgio, não são sobreas muitas opções do amor, mas apenas duas, poderia ele manifestar seu amor sem ter de ceder ao desejo? Fosca compreende bem esta sina e busca incessantemente alguma manifestação de existência plena, até mesmo o desprezo de Giorgio era mais leal do que uma sóbria simpatia.
Se tivermos atentos, compreendemos como a beleza é fonte da tensão; outros dois personagens não disparam o coração de Fosca, ele seguiria adormecido com a companhia do Doutor e de seu primo, o coronel. O drama foi apresentar acondição patológica do amor de uma mulher doente sobre um ser sadio, farto da beleza voluptuosa de Clara, este ser absorve em doses variadas de furor e piedade de Fosca a possibilidade de experimentar um novo sentimentode amor.
Obviamente estou falando do amor na sua condição mais carnal existente, sem as sublimações do conforto, proteção e bem querer,típico do amor familiar. Clara é Bela, não apenas a personagem, a atriz é um encanto, mas só, a personagem tem pouco a oferecer senão sua plástica harmonizada, enquanto Fosca se despe de sua auto-indulgência para repelir a marginalização da feiúra enquanto cativa e hostiliza a um só tempo o objeto de seu desejo, conseguindo conquistá-lo... o aprisiona para sempre em sua memória.
Este enredo mais próximo ao oitocentos contradita com o burguês, dandi de tantas conquistas sempre pronto a voltar sua atenção para presa ao lado, jamais cansando de saciar sua vontade, seja ela qual for. Tarchetti é um romântico, capaz de ver as viradas no tempo de Garibaldi quando o herói se lança à conquista despreza tudo senão o triunfo. Fosca age assim, ou alguém duvida que a astucia, malícia e a chantagem confabulam no ser humano...Nossa contemporaneidade desperta para uma economia dos desejos cuja satisfação é o consumo colérico das marcas, sem implicar no entrançamento dos seres e das coisas, parece ser algo distante, pois elas são descartáveis por si mesmas.
A falta de amor é mais extensa, mas não é a sede da vida, o personagem do coronel esta satisfeito com seu pequeno fortim, com a rotina dos exercícios de ordem unida e de uma hierarquia quase familiar; por sua vez, o personagem do doutor, magistralmente encenado pelo ator, funciona como o elemento estabilizador naquele micro-universo. Eis a lição, aqueles que se lançam ao amor estão fadados a serem devorados por ele enquanto desagregam ao redor.Foi bom os vê em território de experimentação como é o Teatro Waldemar Henrique, noutro lugar talvez não tivesse essa aderência com o público, mas alguns elementos ficaram um tanto apequenados, sem querer voltar ao problema da nudez obriga-me a dizer meu descontentamento com o figurino, afinal - que raio de vestimenta era aquela do personagem do coronel? Parecia mais um operário da floresta com tanto verde, já o médico ficou apropriado, sobretudo por sinalizar a calça de força em alusão a camisa de força, Giorgio não tinha um pobre galardão, esta insuficiência poderia ser sanada com algumas medalhas; e a pobre Carla, qual o problema dela com vestido? ela não era George Sand, mas sim uma mulher balzaquiana modelar aos 30 anos com marido, filho e amante.
O texto foi memorizado em técnica refinada, até quando os atores se engasgavam retomavam a métrica da declamação, mas perdiam em interpretação suscitando a noção de que estavam somente vestindo um personagem. Esquecendo da fusão cênica da personagem comprimindo o ator, obviamente o resultado é sempre uma coisa distinta.A campanha de mídia foi sem dúvida o ponto alto do espetáculo, apuro no site e no cartaz, reunindo grande talento para divulgar a empresa, mas as fotos deram vazão ao mau juízo do articulista de o Diário do Pará. A cesta de patrocínio e apoio também revela vários pontos cardeais, governo, sindicato, empresa e sujeito articulados na promoção deste teatro, outros deveriam tentar formulas parecidas. Se todas as cordas estão presas na direção de Guál Dídimo o felicito, caso contrário estendo os parabéns ao resumo da ópera. Seria bom estarem em cena novamente.
Fernando Arthur de Freitas Neves
Um observador no teatro
Computador bichado e falta de atualização
Futebol: Aundirobas mantém invencibilidade
Aliás, mosquitinho e babyssauro desde que iniciaram horas extras noturnas nas pro-reitorias vêm caindo de produção de jogo pra jogo.
Pesquisa para governador em Belém: Jatene e Jáder empatados
Mestrado em Ciência Política
Veja alista dos aprovados na prova escrita: http://www.ppgcp.ifch.ufpa.br/
Morte de Verequete: MARCIO MONTORIL ESCREVEU:
Verequete, assim como, outros, que sempre vestiram a camisa em favor do nosso estado, defendendo a nossa cultura de raiz, deveriam ter uma ajuda de custo para que tivessem uma velhice tranquila. Compositores desse porte deveriam ser mais respeitado pelas autoridades. Não podemos aceitar que qualquer político safadinho venha obter méritos com a morte de Verequete. Ainda bem que uma alma caridosa lembrou de fazer um filme em sua homenagem. Vá em paz,
Mestre Lucindo está lhe esperando, e com certeza, o lugar que vocês vão galgar é muito mais bonito do que qualquer outro para onde irão a laia de políticos incompetentes e demagogos.
Algumas autoridades deveriam sentir vergonha ao se colocarem diante das câmeras para falar s�?bre o Mestre Verequete. A Prefeitura de Belém deveria ter vergonha ao escrever ou dedicar qualquer tipo de homenagem ao Mestre. Foi o governo atual que mandou cortar o benefício que lhe teriam concedido no passado. Uma miséria que talvez faça muita diferença nos cofres públicos. Pelo que ele deixou como contribuição para a nossa cultura, no mínimo ele deveria passar seus ultimos dias em um quarto com mais conforto. Coitado, sem aposentadoria e sem benefício, o que se podia esperar?
Verequete, assim como, outros, que sempre vestiram a camisa em favor do nosso estado, defendendo a nossa cultura de raiz, deveriam ter uma ajuda de custo para que tivessem uma velhice tranquila. Compositores desse porte deveriam ser mais respeitado pelas autoridades. Não podemos aceitar que qualquer político safadinho venha obter méritos com a morte de Verequete. Ainda bem que uma alma caridosa lembrou de fazer um filme em sua homenagem. Vá em paz,
Mestre Lucindo está lhe esperando, e com certeza, o lugar que vocês vão galgar é muito mais bonito do que qualquer outro para onde irão a laia de políticos incompetentes e demagogos.
Lula diz que levará propostas ambiciosas a Copenhague
LONDRES - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira, 5, em Londres que o Brasil apresentará "propostas ambiciosas" na reunião sobre mudança climática da ONU, prevista para dezembro em Copenhague.
"Levaremos a Copenhague propostas ambiciosas e queremos pedir aos demais países, especialmente aos mais ricos, que façam o mesmo", disse Lula em um seminário sobre oportunidades de investimento no Brasil, no último dia de sua visita ao Reino Unido.
Lula não deu detalhes sobre essas propostas, enquanto o ministro da Fazenda, Guido Mantega, também presente na conferência, declarou à Agência Efe que o "Brasil está disposto a fazer propostas muito interessantes" para minimizar os efeitos da mudança climática.
Segundo Mantega, o Brasil levará a Copenhague uma proposta "muito sólida e eficiente" para as reduções de gases poluentes, mas quer que os outros países também "tenham o compromisso de fazer isso".
"O acordo é possível, mas tem que haver boa vontade, principalmente dos Estados Unidos e da China, que são os mais reticentes em fazer esforços nessa direção", ressaltou o ministro.
No campo do meio ambiente, Lula assegurou que a exploração do Pré-Sal não desviará o país das metas de consolidar sua matriz energética "como a mais limpa e renovável do planeta".
"Somos pioneiros e líderes mundiais na produção de biocombustíveis e queremos consolidar essa posição", afirmou o presidente brasileiro, que disse querer "aproveitar o potencial dessas fontes alternativas".
A Conferência de Mudança Climática das Nações Unidas, que acontecerá entre 7 e 18 de dezembro em Copenhague, procura conseguir um novo acordo mundial que substitua o Protocolo de Kioto, que expira em 2012.
Estadão on line.
R. Freire (PPS) descobre a pólvora
Os governos presidenciais no Brasil para tingirem estabilidade política mínima precisam ser ampliados e com esta decisão as plataformas políticas precisam ser negociadas e moderadas. Agora uma coisa podemos afirmar com toda a certeza hoje no Brasil. O governo Lula não é neoliberal, pelo contrário, está recuperando a capacidade de intervenção do Estado, tanto na economia como em áreas sociais. Agora uma coisa podemos afirmar, também com certeza: o PSDB hoje assume feição ultraliberal e o PPS é aliado preferencial dos tucanos.
Mensalão mineiro: relator do STF pede abertura de processo contra Azeredo
BRASÍLIA - Embora ainda não tenha concluído o seu voto, o ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, recomendou nesta tarde desta quarta-feira a abertura de processo criminal contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), ex-governador de Minas Gerais, por suposto crime de peculato na campanha à reeleição em 1998. A justificativa de Joaquim Barbosa é de que há indícios de que verbas públicas teriam sido desviadas para a campanha eleitoral.
A sessão de julgamento do pedido do Ministério Público Federal (MPF) para que seja aberta ação penal contra Azeredo, acusado de ter cometido os crimes de peculato e de lavagem de dinheiro durante a campanha pela reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998, começou um pouco antes das 10 horas. A sessão foi interrompida para o almoço e foi retomada às 15 horas.
A expectativa é de que o julgamento não termine hoje.
Mariângela Gallucci, da Agência Estado
Aneel vai propor alteração bilateral para corrigir cobrança
BRASÍLIA - A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai propor uma alteração bilateral nos contratos de concessão das 64 distribuidoras de energia elétrica do País, para corrigir, daqui para a frente, a distorção dos atuais contratos, que fez com que, de 2002 para cá as empresas não repassassem para os consumidores os ganhos com o crescimento do mercado de consumo. O problema foi detectado pela própria Aneel, em 2007 e segundo o Tribunal de Contas da União, gerou prejuízos aos consumidores de R$ 1 bilhão por ano.
Na semana passada, a agência e o Ministério de Minas e Energia divergiram, durante audiência na CPI da Conta de Luz, na Câmara, quanto a melhor maneira de solucionar a questão. O diretor-geral da Aneel, Nelson Hubner, que defende a reedição de uma portaria interministerial para corrigir o problema, afirmou nesta quarta-feira, 4, que uma vez que não há consenso em torno da reedição, a agência vai tentar fazer uma alteração nos contratos.
A proposta será discutida nesta quinta-feira, às 10 horas, pela diretoria da Agência, que pretende abrir uma audiência pública para tratar do assunto com as empresas. "Como a mudança mexe em cláusula econômica no contrato, é preciso ter acordo com a empresa', disse Hubner. Ele ressaltou que essa audiência pública tratará de corrigir a distorção e fazer com que os ganhos de mercado sejam repassados às tarifas daqui para a frente.
Com relação às perdas consumadas para os consumidores, Hubner disse que é preciso discutir uma outra solução.
Leonardo Goy, da Agência Estado
Mudança no governo estadual: Suely seria a próxima
Trindade cai da SEFA
Governo Ana: especialista em notícias negativas
Palocci admite apoiar Ciro como candidato ao governo de SP
SÃO PAULO - O deputado federal Antonio Palocci (PT-SP), um dos nomes mais cotados do PT para disputar o governo de São Paulo, admitiu publicamente a possibilidade de que o partido apoie o deputado Ciro Gomes (PSB-SP) se ele decidir concorrer à sucessão estadual. "Ciro é um grande companheiro nosso, e se por alguma razão ele decidir desenvolver atividade aqui em São Paulo, vai ter em nós todo o companheirismo que merece. Mas ainda está muito cedo para discutir o assunto da candidatura", afirmou, ao participar do debate "Pré-sal e desenvolvimento sustentável: riscos e oportunidades para os brasileiros", organizado pelo Instituto Ethos, em São Paulo.
A candidatura de Ciro ao governo de São Paulo é defendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas não é bem vista por membros do PT no Estado. Embora reafirme sua disposição para se candidatar à Presidência da República em 2010, Ciro transferiu o domicílio eleitoral para São Paulo no início do mês. A ex-prefeita Marta Suplicy, uma das principais lideranças do PT no Estado, reagiu de forma imediata e afirmou que "Ciro não tem a ver com São Paulo". Mais recentemente, depois que Lula enquadrou os petistas, os petistas mudaram o tom e passaram a admitir a possibilidade de apoiar Ciro. "Essa discussão está muito pré, no caso não sal", brincou Palocci, que acabava de deixar um debate sobre pré-sal.
Anne Warth, da Agência Estado
Produção industrial cresce em setembro pelo 9º mês seguido
RIO - A produção industrial subiu 0,8% em setembro ante agosto, na série com ajuste sazonal, segundo divulgou nesta terça-feira, 3, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio dentro do intervalo das expectativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, de alta de 0,60% a 2,50%, com mediana de 1,50%. Na comparação com setembro do ano passado, contudo, a produção da indústria caiu 7,8%. Neste caso, as estimativas variavam de -8,00% a -5,60%, com mediana de -6,50%.
Principais responsáveis pela alta de 1,2% no mês de agosto, os bens de consumo duráveis registraram queda em setembro tanto na comparação com agosto (-1,1%) quanto na relação ante setembro do ano passado (-6,4%), acumulando recuo de 14,5% no ano e queda de 15,7% em 12 meses. Os bens de consumo semi e não duráveis também inverteram a tendência e apresentarem queda de 0,7% na produção ante o mês anterior e recuo de 3,9% ante igual mês do ano anterior, acumulando variação negativa de 2,9% no ano e de 2,5% em 12 meses.
Já a produção de bens de capital, que sinaliza o desempenho dos investimentos, aumentou 5,8% em setembro em comparação a agosto - ante leve alta de 0,4% em agosto frente a julho. Na comparação com setembro do ano passado, contudo, a produção de bens de capital registrou queda de 20,5%, acumulando um recuo de 22,7% em 2009 e queda de 16,6% em 12 meses.
A categoria de bens intermediários, por sua vez, registrou alta de 0,8% na produção de setembro ante agosto e queda de 7,5% em relação a um ano antes. Até setembro, a produção de bens intermediários acumula recuo de 13,5% em 2009 e de 12,4% nos últimos 12 meses.
No terceiro trimestre de 2009, a produção registrou alta de 4,1% ante o trimestre imediatamente anterior e queda de 8,3% ante o mesmo período de 2008. Até setembro, a produção acumula queda de 11,6% no ano e recuo de 10,3% nos últimos 12 meses.
O índice de média móvel trimestral da produção industrial, considerado o principal indicador de tendência, registrou alta de 1,4% no trimestre encerrado em setembro ante o terminado em agosto. O resultado mostra uma pequena aceleração em relação ao índice de média móvel trimestral apurado em agosto, quando ficou em 1,3%.
Jacqueline Farid, da Agência Estado
Candidato de oposição decide boicotar 2º turno no Afeganistão
Abdullah não compareceu para dar detalhes sobre sua postura em relação ao segundo turnoCABUL - O candidato opositor e ex-chanceler Abdullah Abdullah não participará do segundo turno das eleições no Afeganistão, previsto para 7 de novembro, e pediu a seus seguidores que não votem, informou neste sábado, 31, um conselheiro de campanha.
"Decidimos evitar a participação nas eleições", disse o conselheiro, identificado como doutor Mehdi, que pediu aos eleitores de Abdullah que não votem. "Queremos que nossos seguidores fiquem em casa e não participem da votação, mas isso não significa violência", explicou.
Apesar da retirada do candidato e da convocação dos eleitores a não irem às urnas, o conselheiro insistiu em afirmar que a decisão não implica um "boicote".
Por enquanto, Abdullah não compareceu para dar detalhes sobre sua postura em relação ao segundo turno, no qual enfrentaria o atual presidente, Hamid Karzai.
No último dia 26, o líder opositor pediu ao governo afegão a demissão do chefe da Comissão Eleitoral (IEC), Azizullah Lodin, a suspensão de três ministros e a presença de representantes de sua equipe no segundo turno.
O ex-chanceler deu a Karzai o prazo de até este sábado para o cumprimento dessas condições, embora não tenha explicado o que fará caso não tenha sua exigências atendidas.
As autoridades deram sinal verde para que 20 mil membros de sua equipe sejam credenciados como interventores do processo eleitoral, como Abdullah tinha solicitado.
Estadão
Associated Press