Um dos exemplos é a folha, de R$ 2,1 bilhões, que continua intacta por pressão de parlamentares e servidores
Quase nove meses depois do senador José Sarney (PMDB-AP) assumir a presidência da Casa com a promessa de resgatar a imagem do Senado, ele não tirou nenhuma das medidas anunciadas do papel. Passada a turbulência dos últimos meses, a folha de pagamento, de R$ 2,1 bilhões, se mantém intacta. Os senadores não aceitam reduzir o número de funcionários de confiança, hoje estimados em 2,8 mil. Os 3,5 mil servidores terceirizados também pressionam Sarney para não serem demitidos. A tática tem dado certo.
A lentidão de qualquer mudança administrativa recebe a contribuição dos quadros de carreira, que resistem às alterações sugeridas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).Nos bastidores, esses servidores reclamam que a FGV apresentou um estudo sem conhecer in loco o Senado, apenas em cima de organogramas. Eles não aceitam as mudanças sugeridas, como os cortes em gratificações. Com isso, a reforma proposta pela FGV, que recebeu R$ 250 mil pelo serviço, fica empacada.A esse cenário, somam-se a legalização dos atos secretos - usados para nomear parentes e aliados, além de criar benefícios -, a manutenção de regalias dos senadores, assim como de privilégios concedidos aos quase 10 mil funcionários, somando os efetivos, comissionados e terceirizados.Passada a turbulência da crise, as promessas de Sarney são esquecidas, como a redução de despesas com o serviço de mão de obra terceirizada. Nos últimos cinco anos, esse item consumiu cerca de R$ 460 milhões dos cofres do Senado. A Casa já prorrogou contratos com as empresas Servegel, do setor de arquivo, e Adservis, da área técnica de áudio do plenário e TV Senado, que empregam parentes e indicados de funcionários de carreira. Já foram identificados pelo menos 280 terceirizados que são parentes de servidores. Por enquanto, o Senado não adotou nenhuma medida. Na última segunda-feira, o Diário Oficial da União publicou a decisão de Sarney de revogar uma licitação que economizaria R$ 7 milhões na contratação de mão de obra para limpeza. A concorrência foi feita depois que uma sindicância apontou excesso de funcionários e valores salariais elevados. A Fiança, empresa do contrato anterior, venceu a nova concorrência.O Estado teve acesso ao despacho de Sarney. Para anular a licitação, ele alega que a redução de gastos não pode atingir os terceirizados. "É irrefutável que tal redução não possa se dar em detrimento dos menos favorecidos, dos mais humildes", diz o senador, que considera "mínima" a redução estimada pelo novo contrato. Em seu despacho, ele afirma que não poderia diminuir a remuneração dessas pessoas, em razão da inconstitucionalidade de uma possível redução salarial. Mas um parecer da comissão de licitação explica que o Senado contrata a empresa, em vez dos funcionários."O Senado não tem vínculo patronal com qualquer trabalhador terceirizado", define o parecer do dia 3 de agosto, ignorado por Sarney.O argumento é endossado por Marinus Marsico, procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU): "Não existe irredutibilidade em terceirização, mas no serviço público." O procurador, que tem investigado a administração do Senado, lamenta a demora em realizar a reforma interna. "Vejo isso com grande preocupação. Mas nós não vamos parar. Vamos abrir quantos processos forem necessários", diz Marsico.A paralisia da reforma decorre, principalmente, de uma queda de braço entre a FGV e os funcionários efetivos. Eles rejeitam a sugestão de corte nas suas gratificações, as chamadas funções comissionadas, que variam de R$ 1,3 mil a R$ 2,4 mil. Para abrir mão desses bônus, querem um aumento salarial. Sarney tem prometido levar a discussão sobre as mudanças para os integrantes da Mesa Diretora.O primeiro relatório da Fundação Getúlio Vargas foi entregue em maio. Na quarta-feira, Sarney deu prazo para abrir a discussão até a semana que vem. "Vamos submeter o estudo a todos os parlamentares, os quais terão tempo para opinar sobre isso", disse o senador em plenário. "Depois de receberem essa contribuição, teremos uma sessão administrativa."Ontem, Sarney fez mais uma promessa: demitir ou cortar os salários dos funcionários que não se apresentarem para o recadastramento da Casa. Pelo menos 828 estão nessa situação. O presidente do Senado diz que muitos se omitiram por "erro no computador". Os demais, segundo ele, serão punidos.
Leandro Colon, BRASÍLIA
Blog do Edir Veiga. Este Blog é um espaço de informação sintética sobre fatos políticos Nacional e estadual e sobre a vida da comunidade da UFPA. Quem quiser acompanhar ensaios, artigos, debates políticos e acadêmicos deve acessar: http//bilhetimdeanalises.blogspot.com
Arroyo recebe amigos no Amazon Beer.
Hoje a partir das 21:00 hs o prof. MSc em economia João Cláudio Arroyo recebe os amigos no Amazon Beer da Estação das Docas. Arroyo está completando mais um ano de vida, e nos últimos 27, está ao lado daqueles que querem construir uma sociedade pós-capitalista, onde a democracia, a distribuição de renda, o respeito às diferenças e a solidariedade sejam a marca deste novo projeto de sociedade.
Acordo deve deixar Ciro fora da corrida pelo Planalto
Projeto para 2010, com apoio de Lula, seria concorrer à sucessão de Serra
Dentro do Palácio do Planalto já existe uma certeza - o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) não disputará a corrida presidencial contra a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT). Oficialmente, Ciro manterá a candidatura à Presidência até os primeiros meses do próximo ano, mas seu destino eleitoral já está definido e será a disputa pelo governo de São Paulo, com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do PT.A retirada da candidatura não será feita com antecedência por razões estratégicas. Primeiro, o próprio Lula quer esperar pela consolidação do nome de Dilma. A expectativa é de que as viagens da ministra, como a feita ao lado de Lula e de Ciro por cidades do Rio São Francisco, já comecem a produzir efeito, refletindo nas pesquisas eleitorais.Além disso, o governo entende que a presença momentânea de Ciro como fator favorável, pois tem disputado intenção de voto nos mesmos segmentos que o governador de São Paulo, José Serra, (PSDB), principal pré-candidato da oposição. Ele também tem assumido o debate crítico contra o tucano, o que ajuda na campanha governista.Existe, no entanto, uma condição clara para que esse movimento se concretize. Dilma precisa ultrapassar Ciro nas pesquisas. "Se ela não decolar, ele disputa a Presidência", avisa um dirigente do PSB.Outro claro sinal da sintonia com o Planalto é que Ciro e os dirigentes do PSB nem sequer têm se movimentado para atrair o apoio de outros partidos. Sem alianças, terá pouco tempo de propaganda eleitoral. Na prática, Ciro e seu partido têm acompanhado com serenidade o movimento de Lula e Dilma para fecharem acordo com todas as outras legendas da base governista, sem se apresentarem como alternativa.BLOQUINHOPDT e PC do B, que se aliaram ao PSB para formar o chamado "bloquinho" na Câmara, também apostam na desistência de Ciro da corrida presidencial. "Em poucos dias, boa parte dos partidos mais à esquerda deve anunciar o apoio à candidatura de Dilma", afirmou o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, que foi candidato a vice na chapa presidencial encabeçada por Ciro em 2002. "Nesse cenário, ficará somente com o PSB e a tendência é de que seja candidato em São Paulo."Na avaliação de Paulinho, que conversou com dirigentes do PT e do PSB nos últimos dias, tudo indica que Ciro fará a vontade de Lula e concorrerá para governador, deixando caminho livre para Dilma. "Se ele entrar na disputa em São Paulo, nós o apoiaremos e poderemos montar uma chapa conjunta com PT e PSB."Lula conversou com Ciro na viagem que fez pelo São Francisco, na semana passada. O presidente, que levou Dilma a tiracolo, foi taxativo, dizendo que a base aliada deve lançar um único candidato à sua sucessão para tornar a disputa plebiscitária entre o PT e o PSDB."SACRILÉGIO"Na seara petista, a desistência de candidatura própria em São Paulo é vista como uma espécie de sacrilégio por boa parte da legenda. A provável entrada de Ciro no páreo paulista divide o PT e até integrantes do grupo.Enquanto o presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP), e o líder do partido na Câmara, Cândido Vaccarezza (SP), apoiam a candidatura de Ciro ao Palácio dos Bandeirantes, a ex-prefeita Marta Suplicy diz que o deputado "não tem ligação" com o Estado.A ex-prefeita quer que o PT lance o deputado Antonio Palocci (SP), ex-ministro da Fazenda, à sucessão de Serra. Palocci é hoje o curinga do Planalto, pois tanto pode concorrer em São Paulo, caso Ciro não entre na briga, como ser o coordenador da campanha de Dilma.A saída de Ciro da corrida presidencial facilita a montagem de campanhas regionais consideradas fundamentais pelo PSB. Com ele ao lado de Dilma, a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT), já avisou que fecha o seu apoio à reeleição do governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), irmão do deputado, e não se lançará na disputa pelo governo.Uma candidatura da prefeita seria um problema grave para a reeleição de Cid, já que o PT administra três das maiores cidades cearenses - Fortaleza, Juazeiro do Norte e Quixadá.Em Pernambuco, o governador Eduardo Campos, presidente nacional do PSB, busca a reeleição. Com Ciro apoiando a campanha de Dilma, o PT local deverá reforçar o palanque de Campos. Nessa parceria, o PT poderia ainda apoiar o PSB em Mato Grosso e no Amapá.
Marcelo de Moraes, Vera Rosa e João Domingos, BRASÍLIA
Dentro do Palácio do Planalto já existe uma certeza - o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) não disputará a corrida presidencial contra a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT). Oficialmente, Ciro manterá a candidatura à Presidência até os primeiros meses do próximo ano, mas seu destino eleitoral já está definido e será a disputa pelo governo de São Paulo, com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do PT.A retirada da candidatura não será feita com antecedência por razões estratégicas. Primeiro, o próprio Lula quer esperar pela consolidação do nome de Dilma. A expectativa é de que as viagens da ministra, como a feita ao lado de Lula e de Ciro por cidades do Rio São Francisco, já comecem a produzir efeito, refletindo nas pesquisas eleitorais.Além disso, o governo entende que a presença momentânea de Ciro como fator favorável, pois tem disputado intenção de voto nos mesmos segmentos que o governador de São Paulo, José Serra, (PSDB), principal pré-candidato da oposição. Ele também tem assumido o debate crítico contra o tucano, o que ajuda na campanha governista.Existe, no entanto, uma condição clara para que esse movimento se concretize. Dilma precisa ultrapassar Ciro nas pesquisas. "Se ela não decolar, ele disputa a Presidência", avisa um dirigente do PSB.Outro claro sinal da sintonia com o Planalto é que Ciro e os dirigentes do PSB nem sequer têm se movimentado para atrair o apoio de outros partidos. Sem alianças, terá pouco tempo de propaganda eleitoral. Na prática, Ciro e seu partido têm acompanhado com serenidade o movimento de Lula e Dilma para fecharem acordo com todas as outras legendas da base governista, sem se apresentarem como alternativa.BLOQUINHOPDT e PC do B, que se aliaram ao PSB para formar o chamado "bloquinho" na Câmara, também apostam na desistência de Ciro da corrida presidencial. "Em poucos dias, boa parte dos partidos mais à esquerda deve anunciar o apoio à candidatura de Dilma", afirmou o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, que foi candidato a vice na chapa presidencial encabeçada por Ciro em 2002. "Nesse cenário, ficará somente com o PSB e a tendência é de que seja candidato em São Paulo."Na avaliação de Paulinho, que conversou com dirigentes do PT e do PSB nos últimos dias, tudo indica que Ciro fará a vontade de Lula e concorrerá para governador, deixando caminho livre para Dilma. "Se ele entrar na disputa em São Paulo, nós o apoiaremos e poderemos montar uma chapa conjunta com PT e PSB."Lula conversou com Ciro na viagem que fez pelo São Francisco, na semana passada. O presidente, que levou Dilma a tiracolo, foi taxativo, dizendo que a base aliada deve lançar um único candidato à sua sucessão para tornar a disputa plebiscitária entre o PT e o PSDB."SACRILÉGIO"Na seara petista, a desistência de candidatura própria em São Paulo é vista como uma espécie de sacrilégio por boa parte da legenda. A provável entrada de Ciro no páreo paulista divide o PT e até integrantes do grupo.Enquanto o presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP), e o líder do partido na Câmara, Cândido Vaccarezza (SP), apoiam a candidatura de Ciro ao Palácio dos Bandeirantes, a ex-prefeita Marta Suplicy diz que o deputado "não tem ligação" com o Estado.A ex-prefeita quer que o PT lance o deputado Antonio Palocci (SP), ex-ministro da Fazenda, à sucessão de Serra. Palocci é hoje o curinga do Planalto, pois tanto pode concorrer em São Paulo, caso Ciro não entre na briga, como ser o coordenador da campanha de Dilma.A saída de Ciro da corrida presidencial facilita a montagem de campanhas regionais consideradas fundamentais pelo PSB. Com ele ao lado de Dilma, a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT), já avisou que fecha o seu apoio à reeleição do governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), irmão do deputado, e não se lançará na disputa pelo governo.Uma candidatura da prefeita seria um problema grave para a reeleição de Cid, já que o PT administra três das maiores cidades cearenses - Fortaleza, Juazeiro do Norte e Quixadá.Em Pernambuco, o governador Eduardo Campos, presidente nacional do PSB, busca a reeleição. Com Ciro apoiando a campanha de Dilma, o PT local deverá reforçar o palanque de Campos. Nessa parceria, o PT poderia ainda apoiar o PSB em Mato Grosso e no Amapá.
Marcelo de Moraes, Vera Rosa e João Domingos, BRASÍLIA
Funcionários da Santa Casa repudiam diretor
Funcionários da Santa Casa enviaram o e.mail abaixo ao Bilhetim. Por considerar a blogsfera um meio de comunicação que vem rompendo com o monopólio dos meios de comunicação tradicionais, publico a carta do proletariado da Santa Casa. Estou aberto a publicar também a versão da direção da Santa Casa. Afinal é sempre democrático conhecermos as duas faces da moeda.
Carta de repúdio
Gostaríamos de manifestar enquanto Enfermeiros, Técnicos de Enfermagem em conjunto com outras categorias profissionais da Instituição Hospitalar Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, nossa grande insatisfação, decepção e assédio moral em relação à situação de ditadura que estamos vivenciando imposta pelo atual Presidente e Médico Mauricio Bezerra.
O qual está nos reprimindo, através do processo em tramite dos nossos colegas Enf. Michel Olanda e a Nutricionista, que dentro da legalidade,verdade e liberdade de expressão expuseram a atual condições de trabalho vivenciada por estas categorias, onde enfatizaram a falta de material, discriminação e disparidade dos salários das categorias, privilegiando uma única classe-médica; nunca existindo em outra gestão durante toda história da Santa Casa.
Situação que toda comunidade pode acompanhar pelos meios de comunicação e que foi apurada pelo órgão de classe da Enfermagem, e que por sua vez já tem um laudo técnico da veracidade da situação. E não como diz o Sr Mauricio Bezerra em entrevista, se reportando a classe como minoria e difamadores, pois isto não foi nosso objetivo. Sabendo que o governo esta investindo na melhoria do espaço físico, não podemos ficar esperando ate o término de uma obra para termos condições técnicas, de executarmos nossos trabalhos com mínimo de certeza de uma saúde de qualidade como preconiza a Lei 8080 do SUS.
E como se não bastasse, a sua ultima intimidação foi destituir a Gerente de Enfermagem Maria do Socorro Ruivo por não compactuar com suas estratégias de represálias as categorias, e infelizmente este Sr. encontra colegas que o apóiam.
Enfermeira esta que se dedicou exclusivamente a sua vida profissional a Instituição Santa Casa fazendo conhecer seu nome pelo mérito de competência reconhecimento e aceitação de todas as categorias e colegas de profissão, mas isto pode mudar, pois acreditamos que nossa governadora não deixará que nem um mal aconteça à classe trabalhadora sofrida e que luta com dignidade para um bem estar de uma população.
Ainda assim acreditamos que a nossa gestora não está ciente de toda insatisfação descontentamento e real situação que os profissionais estão vivenciando, pois temos certeza que nenhum gestor gostaria de ver seu trabalho sendo destruído e desrespeitado sabendo que uma de sua doutrina é o governo do povo para o povo.
Certo de que está situação será revista pela nossa governadora manifestamos aqui nosso repudio.
Atenciosamente
Profissionais da Saúde.
Carta de repúdio
Gostaríamos de manifestar enquanto Enfermeiros, Técnicos de Enfermagem em conjunto com outras categorias profissionais da Instituição Hospitalar Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, nossa grande insatisfação, decepção e assédio moral em relação à situação de ditadura que estamos vivenciando imposta pelo atual Presidente e Médico Mauricio Bezerra.
O qual está nos reprimindo, através do processo em tramite dos nossos colegas Enf. Michel Olanda e a Nutricionista, que dentro da legalidade,verdade e liberdade de expressão expuseram a atual condições de trabalho vivenciada por estas categorias, onde enfatizaram a falta de material, discriminação e disparidade dos salários das categorias, privilegiando uma única classe-médica; nunca existindo em outra gestão durante toda história da Santa Casa.
Situação que toda comunidade pode acompanhar pelos meios de comunicação e que foi apurada pelo órgão de classe da Enfermagem, e que por sua vez já tem um laudo técnico da veracidade da situação. E não como diz o Sr Mauricio Bezerra em entrevista, se reportando a classe como minoria e difamadores, pois isto não foi nosso objetivo. Sabendo que o governo esta investindo na melhoria do espaço físico, não podemos ficar esperando ate o término de uma obra para termos condições técnicas, de executarmos nossos trabalhos com mínimo de certeza de uma saúde de qualidade como preconiza a Lei 8080 do SUS.
E como se não bastasse, a sua ultima intimidação foi destituir a Gerente de Enfermagem Maria do Socorro Ruivo por não compactuar com suas estratégias de represálias as categorias, e infelizmente este Sr. encontra colegas que o apóiam.
Enfermeira esta que se dedicou exclusivamente a sua vida profissional a Instituição Santa Casa fazendo conhecer seu nome pelo mérito de competência reconhecimento e aceitação de todas as categorias e colegas de profissão, mas isto pode mudar, pois acreditamos que nossa governadora não deixará que nem um mal aconteça à classe trabalhadora sofrida e que luta com dignidade para um bem estar de uma população.
Ainda assim acreditamos que a nossa gestora não está ciente de toda insatisfação descontentamento e real situação que os profissionais estão vivenciando, pois temos certeza que nenhum gestor gostaria de ver seu trabalho sendo destruído e desrespeitado sabendo que uma de sua doutrina é o governo do povo para o povo.
Certo de que está situação será revista pela nossa governadora manifestamos aqui nosso repudio.
Atenciosamente
Profissionais da Saúde.
Tarso reune com lideranças políticas e acadêmicas
Quando esteve em Belém, nesta segunda (18), o Ministro da justiça Tarso Genro aproveitou para reunir com amigos intelectuais e políticos, dentre eles: os reitores da UFPA Carlos Maneschy e do IFPA Edson Ary, a deputada Regina Barata, o Diretor da Fundação Curro Velho Valmir Santos além dos professores João Cláudio Arroyo e Edilza Fontes.
Déficit na Manutenção Predial
Os serviços de manutenção predial da UFPA estão totalmente paralisados. Motivo: - falta de dinheiro. Mas, como? A gestão anterior não deixou rios de dinheiro em caixa para que o novo reitor gastasse? No caso da manutenção predial, a verdade é que o déficit nas contas está prestes a atingir R$ 1 milhão. Ou seja, a Prefeitura autorizou gastos “por conta”. Só não se sabe se esses serviços foram, de fato, realizados.
Ao Prefeito Alemar uma sugestão: - Bote a boca no trombone, senão essa paralisia será integralmente atribuída a sua gestão. Comunique à AUDIN e à CGU. Panos quentes denotarão conivência.
Ao Prefeito Alemar uma sugestão: - Bote a boca no trombone, senão essa paralisia será integralmente atribuída a sua gestão. Comunique à AUDIN e à CGU. Panos quentes denotarão conivência.
ICL se movimenta para eleições da direção
Três candidaturas já se movimentam para disputar o ICL: Rosa Brasil, Walquíria que é diretora da Faculdade das Línguas Estrangeiras e Eulália que foi candidata nas eleições passada para o ICL.
Dudu se queixa a Paulo Rocha
Segundo fontes bem informadas, o prefeito de Belém procurou o deputado federal do PT, Paulo Rocha em Brasília. Na conversa Dudu teria reclamado da natureza escorpiônica do PT, cuja natureza é devorar aliados e adversários...um verdadeiro canibal. Dudu comparou a diferença de comportamento entre a bancada do PTB na ALEPA em relação ao governo Ana Júlia e a bancada do PT na Câmara Municipal em relação ao seu governo em Belém. Enquanto os deputados do PTB tratam o governo Ana com respeito, os vereadores do PT em Belém achincalham com Dudu. Ou seja, Neste acordo Dudu entraria com o pescoço e o PT com a corda.
Fação Alfa e o Congresso do SINTUFPA
Senhor Editor.
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Hoje inicia-se o IX CONSITUFPA, para quem não sabe o décimo nono congresso do SINTUFPA ou "Sindicato dos Trabalhadores da UFPA" e como não poderia deixar de ser.....Aporta em nós, que ajudamos a construir este sindicato, um momento Único e nostálgico que nos faz relembrar de quantas lutas foram travadas no decorrer de sua historia,para ser mais exato e justo,a lembrança de grandes companheiros que se transformarão em ícones louvÁveis na luta do movimento sindical brasileiro. A LEMBRANÇA: A bem da verdade podemos de fato citar relevantes nomes que abraçaram esta luta como performance de debates historicos travados dentro desta academia.....Como por exemplo: Zé Miguel, Calumbi, Léo, Jerfferson Galvão, Almir Trindade, Apolinario Alves , Barbara, Ana Clotilde, Marcos Vinicius, Edir Veiga, Seu Manoel e por ai vai.....Tantos companheiros de luta que sem dúvida para os mais antigos deixaram seus nomes gravados na lembrança e no coração da categoria dos técnicos com a certeza do dever cumprido. A OPOSIÇÃO: Na época uma oposição ferrenha mais com propostas bem definidas e esclarecidas......E que sem duvida tivemos também ai companheiros que souberam honrar sua bandeiras de luta e que com passar dos tempos sofreram desfigurações em seus aportes políticos. HOJE: Temos um SINTUFPA cambaleante, sem nenhuma expressão relevante e com bandeiras politicas difusas e distantes da realidade da categoria dos técnicos.Comandados por um time de combalidos e que na verdade são hoje vitimas de sua própria incompetência politico-sindical. A REALIDADE: Na verdade o SINTUFPA mais parece um escritorio politico partidario de pretensos candidato a coisa nenhuma que se alto intitulam "O SOL DA LIBERDADE".....E pergunta-se de quem e pra quem!!!! Ass:Facção Alfa
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Hoje inicia-se o IX CONSITUFPA, para quem não sabe o décimo nono congresso do SINTUFPA ou "Sindicato dos Trabalhadores da UFPA" e como não poderia deixar de ser.....Aporta em nós, que ajudamos a construir este sindicato, um momento Único e nostálgico que nos faz relembrar de quantas lutas foram travadas no decorrer de sua historia,para ser mais exato e justo,a lembrança de grandes companheiros que se transformarão em ícones louvÁveis na luta do movimento sindical brasileiro. A LEMBRANÇA: A bem da verdade podemos de fato citar relevantes nomes que abraçaram esta luta como performance de debates historicos travados dentro desta academia.....Como por exemplo: Zé Miguel, Calumbi, Léo, Jerfferson Galvão, Almir Trindade, Apolinario Alves , Barbara, Ana Clotilde, Marcos Vinicius, Edir Veiga, Seu Manoel e por ai vai.....Tantos companheiros de luta que sem dúvida para os mais antigos deixaram seus nomes gravados na lembrança e no coração da categoria dos técnicos com a certeza do dever cumprido. A OPOSIÇÃO: Na época uma oposição ferrenha mais com propostas bem definidas e esclarecidas......E que sem duvida tivemos também ai companheiros que souberam honrar sua bandeiras de luta e que com passar dos tempos sofreram desfigurações em seus aportes políticos. HOJE: Temos um SINTUFPA cambaleante, sem nenhuma expressão relevante e com bandeiras politicas difusas e distantes da realidade da categoria dos técnicos.Comandados por um time de combalidos e que na verdade são hoje vitimas de sua própria incompetência politico-sindical. A REALIDADE: Na verdade o SINTUFPA mais parece um escritorio politico partidario de pretensos candidato a coisa nenhuma que se alto intitulam "O SOL DA LIBERDADE".....E pergunta-se de quem e pra quem!!!! Ass:Facção Alfa
ANDES, FASUBRA e SINASEFE vão à Câmara dos Deputados nesta terça-feira (20)
20/10/2009 - ANDES, FASUBRA e SINASEFE vão à Câmara dos Deputados nesta terça-feira
O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN) participa, nesta terça-feira (20), em Brasília (DF), de uma grande manifestação contra a Reforma Universitária e por uma nova Carreira no Serviço Público.
O protesto aos parlamentares ocorrerá na sala 4 das Comissões da Câmara dos Deputados e contará com a presença de parlamentares, sindicalistas e representantes dos movimentos sociais. A Associação dos Docentes da UFPA (ADUFPA) está entre os participantes do manifesto, o qual tem ainda o apoio da Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras (FASUBRA) e o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE).
Quatorze Projetos de Lei (PL) estão em processo de tramitação na Câmara dos Deputados e centenas de emendas relacionadas à Reforma Universitária. Este conjunto de propostas trata de questões estruturais e inclui não apenas as universidades, mas todas as instituições de ensino superior (IES), sejam públicas ou privadas. Um deles prevê alterações no Regime de Dedicação Exclusiva e a criação de uma nova classe na carreira docente.
O protesto em conjunto é uma das estratégias de luta acordadas pelas três institui&ccedi l;ões em reunião realizada no último dia 18/09 para defender melhorias concretas para o setor de educação no Brasil.
Adufpa em Rede. 249ª Edição
O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN) participa, nesta terça-feira (20), em Brasília (DF), de uma grande manifestação contra a Reforma Universitária e por uma nova Carreira no Serviço Público.
O protesto aos parlamentares ocorrerá na sala 4 das Comissões da Câmara dos Deputados e contará com a presença de parlamentares, sindicalistas e representantes dos movimentos sociais. A Associação dos Docentes da UFPA (ADUFPA) está entre os participantes do manifesto, o qual tem ainda o apoio da Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras (FASUBRA) e o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE).
Quatorze Projetos de Lei (PL) estão em processo de tramitação na Câmara dos Deputados e centenas de emendas relacionadas à Reforma Universitária. Este conjunto de propostas trata de questões estruturais e inclui não apenas as universidades, mas todas as instituições de ensino superior (IES), sejam públicas ou privadas. Um deles prevê alterações no Regime de Dedicação Exclusiva e a criação de uma nova classe na carreira docente.
O protesto em conjunto é uma das estratégias de luta acordadas pelas três institui&ccedi l;ões em reunião realizada no último dia 18/09 para defender melhorias concretas para o setor de educação no Brasil.
Adufpa em Rede. 249ª Edição
Presidente do Supremo vê ''comício'' antecipado de Lula no S. Francisco
Enquanto Mendes defende investigação pela Justiça Eleitoral, ministros saem em defesa da viagem presidencial
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, sugeriu ontem que a Justiça Eleitoral investigue a viagem de três dias do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, às obras de transposição do Rio São Francisco, na semana passada. Para ele, houve um "comício". A reação governista não tardou - o assessor de Assuntos Internacionais de Lula, Marco Aurélio Garcia, declarou que Mendes só deveria se manifestar nos autos. Para o ministro Tarso Genro (Justiça), tudo ocorreu "dentro da lei"."O órgão competente da Justiça tem de ser chamado para evitar esse tipo de vale-tudo", criticou Mendes, em cerimônia no Centro Cultural da Justiça Federal, no Rio, onde assinou convênio para empregar ex-presidiários nas obras da Copa do Mundo de 2014. Para ele, há "mais-valia natural" dos candidatos vinculados aos governos, por causa da ampla exposição."É lícito transformar um evento rotineiro de governar em um comício? E aí desequiparam-se as relações de oportunidade que deve haver no processo eleitoral", disse. "A Procuradoria-Geral Eleitoral e o Tribunal Superior Eleitoral podem fazer a comparação: como se fiscalizava obra antes, como se está a fiscalizar agora. Pela descrição que vimos na mídia, está havendo sorteios, entregas, festas, cantores. Isso é o modo de fiscalizar tecnicamente uma obra?"A viagem a Minas, Bahia e Pernambuco incluiu o deputado Ciro Gomes (PSB-CE). Lula falou várias vezes de sucessão e, em ato falho, disse que não esperava um "comício". Pregou candidatura única na base governista e criticou o governador paulista, José Serra (PSDB), provável adversário de Dilma na corrida presidencial. As visitas tiveram palanque, discursos e muitos políticos locais.Mendes lembrou que países com longa tradição democrática já firmaram o entendimento de "não utilizar a atividade governamental para fins político-eleitorais". "É um aprendizado que temos de fazer", declarou. "A discussão terá de ser levada à Justiça Eleitoral."CONTRA-ATAQUEEm entrevista à TV Brasil, Garcia admitiu que a viagem tem impacto sobre o voto. "Se isso tem efeito eleitoral? Tem efeito. Se o governo fizer bobagem qualquer, e às vezes faz, isso tem efeito eleitoral e negativo."Ele reagiu a Mendes. "O presidente do STF, em geral, deve falar nos autos, não deve falar em outras ocasiões, na minha modestíssima opinião", disse.Para o assessor, há "confusão" envolvendo eventuais candidatos, mas a dúvida se estende à oposição. "Se a gente for examinar a conduta de dois governadores, Serra , em São Paulo, e Aécio, em Minas, essa conduta poderia ser perfeitamente qualificada como conduta que produz efeitos eleitorais."Em Brasília, o ministro da Justiça também saiu em defesa de Lula. "Tudo que o presidente está fazendo em matéria de mobilidade é dentro da lei. O governo tem não só o direito, como a obrigação, de dar visibilidade aos seus atos."OPOSIÇÃO E CIRO O secretário da Casa Civil do governo Serra, Aloysio Nunes Ferreira, classificou a viagem de "campanha escancarada". Serra evitou, pelo segundo dia consecutivo, comentar o assunto. "Aberta não, é escancarada. E começou em fevereiro do ano passado", disse Aloysio. "A oposição está tomando providências sobre a antecipação da campanha com recursos públicos." Em Fortaleza, Ciro considerou "bobagem" a oposição criticar os custos da viagem. "Eles estão muito perdidos", atacou. "É uma coisa curiosa. Serra passa o tempo viajando nas obras dele em São Paulo. Leva quem ele quer. Faz reunião em Goiás. Faz reunião em Minas. Faz reunião não sei onde. Como governador de São Paulo, vem ao Ceará. Eu acho que é tudo uma bobagem."
Luciana Nunes Leal, RIO
COLABORARAM TÂNIA MONTEIRO, SILVIA AMORIM E CARMEN POMPEU, ESPECIAL PARA O ESTADO
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, sugeriu ontem que a Justiça Eleitoral investigue a viagem de três dias do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, às obras de transposição do Rio São Francisco, na semana passada. Para ele, houve um "comício". A reação governista não tardou - o assessor de Assuntos Internacionais de Lula, Marco Aurélio Garcia, declarou que Mendes só deveria se manifestar nos autos. Para o ministro Tarso Genro (Justiça), tudo ocorreu "dentro da lei"."O órgão competente da Justiça tem de ser chamado para evitar esse tipo de vale-tudo", criticou Mendes, em cerimônia no Centro Cultural da Justiça Federal, no Rio, onde assinou convênio para empregar ex-presidiários nas obras da Copa do Mundo de 2014. Para ele, há "mais-valia natural" dos candidatos vinculados aos governos, por causa da ampla exposição."É lícito transformar um evento rotineiro de governar em um comício? E aí desequiparam-se as relações de oportunidade que deve haver no processo eleitoral", disse. "A Procuradoria-Geral Eleitoral e o Tribunal Superior Eleitoral podem fazer a comparação: como se fiscalizava obra antes, como se está a fiscalizar agora. Pela descrição que vimos na mídia, está havendo sorteios, entregas, festas, cantores. Isso é o modo de fiscalizar tecnicamente uma obra?"A viagem a Minas, Bahia e Pernambuco incluiu o deputado Ciro Gomes (PSB-CE). Lula falou várias vezes de sucessão e, em ato falho, disse que não esperava um "comício". Pregou candidatura única na base governista e criticou o governador paulista, José Serra (PSDB), provável adversário de Dilma na corrida presidencial. As visitas tiveram palanque, discursos e muitos políticos locais.Mendes lembrou que países com longa tradição democrática já firmaram o entendimento de "não utilizar a atividade governamental para fins político-eleitorais". "É um aprendizado que temos de fazer", declarou. "A discussão terá de ser levada à Justiça Eleitoral."CONTRA-ATAQUEEm entrevista à TV Brasil, Garcia admitiu que a viagem tem impacto sobre o voto. "Se isso tem efeito eleitoral? Tem efeito. Se o governo fizer bobagem qualquer, e às vezes faz, isso tem efeito eleitoral e negativo."Ele reagiu a Mendes. "O presidente do STF, em geral, deve falar nos autos, não deve falar em outras ocasiões, na minha modestíssima opinião", disse.Para o assessor, há "confusão" envolvendo eventuais candidatos, mas a dúvida se estende à oposição. "Se a gente for examinar a conduta de dois governadores, Serra , em São Paulo, e Aécio, em Minas, essa conduta poderia ser perfeitamente qualificada como conduta que produz efeitos eleitorais."Em Brasília, o ministro da Justiça também saiu em defesa de Lula. "Tudo que o presidente está fazendo em matéria de mobilidade é dentro da lei. O governo tem não só o direito, como a obrigação, de dar visibilidade aos seus atos."OPOSIÇÃO E CIRO O secretário da Casa Civil do governo Serra, Aloysio Nunes Ferreira, classificou a viagem de "campanha escancarada". Serra evitou, pelo segundo dia consecutivo, comentar o assunto. "Aberta não, é escancarada. E começou em fevereiro do ano passado", disse Aloysio. "A oposição está tomando providências sobre a antecipação da campanha com recursos públicos." Em Fortaleza, Ciro considerou "bobagem" a oposição criticar os custos da viagem. "Eles estão muito perdidos", atacou. "É uma coisa curiosa. Serra passa o tempo viajando nas obras dele em São Paulo. Leva quem ele quer. Faz reunião em Goiás. Faz reunião em Minas. Faz reunião não sei onde. Como governador de São Paulo, vem ao Ceará. Eu acho que é tudo uma bobagem."
Luciana Nunes Leal, RIO
COLABORARAM TÂNIA MONTEIRO, SILVIA AMORIM E CARMEN POMPEU, ESPECIAL PARA O ESTADO
Sintufpa dá início a seu IX Congresso, nesta quarta, 21
Tem início nesta quarta-feira, 21, no auditório do Instituto de Ciências Jurídicas da UFPA, o IX Congresso do Sindicato dos Trabalhadores da UFPA (Sintufpa), onde os servidores da instituição vão discutir questões importantes no dia-a-dia da categoria, como financiamento e condições de trabalho nos Hospitais Universitários (HU’s), situação da carreira, reenquadramento funcional dos aposentados, reforma do estatuto e prestação de contas da atual diretoria. Entre esses debates, o mais polêmico é o que versará sobre a permanência ou não do Sintufpa na CUT e sua filiação a uma nova central sindical. O Congresso será realizado de hoje (21) até a próxima sexta (23), na Concha Acústica do Vadião, e contará com a participação de cerca de 200 pessoas, entre delegados e observadores.
Maiores informações: (91) 3242-5117 / 3242-0884 / 9616-1865.
Assessoria de Comunicação do Sintufpa.
20/10/2009.
Maiores informações: (91) 3242-5117 / 3242-0884 / 9616-1865.
Assessoria de Comunicação do Sintufpa.
20/10/2009.
A UFPA e o Boi de Parintins
Saiu-se com essa um professor da Faculdade de Engenharia Civil ao comentar a atuação de colegas seus que, além da UFPA, também dão aulas em instituições privadas: - Aqui na UFPA eles são Garantido, mas lá é que são Caprichoso.
Marco Aurélio Garcia critica Mendes por declarações contra Lula
BRASÍLIA - O assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, criticou nesta terça-feira, em entrevista exclusiva à TV Brasil, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. Para Garcia, Mendes deveria se resguardar e se manifestar apenas nos julgamentos que comanda.
A reação de Garcia foi provocada pelo fato de Mendes levantar dúvidas sobre a suposta intenção eleitoreira envolvendo eventos públicos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.
- O presidente do STF (Gilmar Mendes), em geral, deve falar nos autos, não deve falar em outras ocasiões, na minha modestíssima opinião - disse Garcia, cotado para coordenar a campanha política da eventual candidatura de Dilma à Presidência da República.
Nesta segunda-feira, Gilmar Mendes defendeu que as viagens de Lula e Dilma relativas às obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) devem ser examinadas pela Justiça Eleitoral.
- É uma questão que terá de ser examinada. Muito do que está se fazendo, sorteios, entrega de brindes, tem característica de campanha - disse.
- Estão testando a Justiça Eleitoral e o Ministério Público Eleitoral. É uma situação que, se se tornar repetida e sistêmica, há de merecer reflexão. É uma viagem feita com recursos públicos. Nem o mais cândido dos ingênuos acredita que isso é uma fiscalização de obras - acrescentou o assessor especial.
Garcia reconheceu que pode haver “confusão” em algumas ações que envolvam políticos e eventuais candidatos, mas ressaltou que esse tipo de impasse também se refere a nomes da oposição. Para o assessor, os governadores de São Paulo, José Serra, e de Minas Gerais, Aécio Neves, ambos do PSDB, também podem ser alvos de investigações da Justiça Eleitoral.
- De qualquer maneira, se a gente for examinar a conduta de dois governadores em seus estados, o Serra, em São Paulo, e o Aécio, em Minas Gerais, essa conduta poderia ser perfeitamente qualificada como conduta que produz efeitos eleitorais - disse.
Para o assessor especial da Presidência da República, todas as ações acabam por surtir efeitos políticos e eleitoreiros.
- É muito difícil para quem conhece o presidente Lula que ele passe discretamente fazendo uma inspeção pelo Rio São Francisco. Se isso tem efeito eleitoral? Tem efeito. [Assim como] se o governo fizer uma bobagem qualquer, e às vezes faz, isso tem efeito eleitoral e negativo.
Agência Brasil
A reação de Garcia foi provocada pelo fato de Mendes levantar dúvidas sobre a suposta intenção eleitoreira envolvendo eventos públicos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.
- O presidente do STF (Gilmar Mendes), em geral, deve falar nos autos, não deve falar em outras ocasiões, na minha modestíssima opinião - disse Garcia, cotado para coordenar a campanha política da eventual candidatura de Dilma à Presidência da República.
Nesta segunda-feira, Gilmar Mendes defendeu que as viagens de Lula e Dilma relativas às obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) devem ser examinadas pela Justiça Eleitoral.
- É uma questão que terá de ser examinada. Muito do que está se fazendo, sorteios, entrega de brindes, tem característica de campanha - disse.
- Estão testando a Justiça Eleitoral e o Ministério Público Eleitoral. É uma situação que, se se tornar repetida e sistêmica, há de merecer reflexão. É uma viagem feita com recursos públicos. Nem o mais cândido dos ingênuos acredita que isso é uma fiscalização de obras - acrescentou o assessor especial.
Garcia reconheceu que pode haver “confusão” em algumas ações que envolvam políticos e eventuais candidatos, mas ressaltou que esse tipo de impasse também se refere a nomes da oposição. Para o assessor, os governadores de São Paulo, José Serra, e de Minas Gerais, Aécio Neves, ambos do PSDB, também podem ser alvos de investigações da Justiça Eleitoral.
- De qualquer maneira, se a gente for examinar a conduta de dois governadores em seus estados, o Serra, em São Paulo, e o Aécio, em Minas Gerais, essa conduta poderia ser perfeitamente qualificada como conduta que produz efeitos eleitorais - disse.
Para o assessor especial da Presidência da República, todas as ações acabam por surtir efeitos políticos e eleitoreiros.
- É muito difícil para quem conhece o presidente Lula que ele passe discretamente fazendo uma inspeção pelo Rio São Francisco. Se isso tem efeito eleitoral? Tem efeito. [Assim como] se o governo fizer uma bobagem qualquer, e às vezes faz, isso tem efeito eleitoral e negativo.
Agência Brasil
ICS e a paciência do reitor
Qual será o tempo que Maneschy dará para que a diretora reeleita do ICS tome medidas emergenciais nos campos de: gestão, acadêmico e pós-graduação? Será que se em 6 meses tudo continuar como está, Maneschy intervirá no ICS? alguém acredita que esta turma reeleita terá capacidade de enfrentar os graves problemas do ICS e da medicina em particular? A responsabilidade sobre a UFPA, acima de tudo, é do reitor.
Capital estrangeiro terá 2% de IOF
Mantega confirma criação da alíquota sobre a entrada de investimentos externos em renda fixa e variável
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou ontem a informação antecipada pelo Estado sexta-feira: o governo decidiu impor a taxação de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre a entrada de capital estrangeiro para investimentos em renda fixa e variável.
A alíquota, de 2%, será cobrada apenas na entrada do dinheiro, e não haverá diferença entre recursos de curto e de longo prazo. O investimento estrangeiro direito (IED) continua isento. A decisão entra em vigor com a publicação de medida provisória na edição de hoje do Diário Oficial da União. O Banco Central não participou da elaboração dessa medida. Ontem pela manhã, porém, Mantega conversou sobre o assunto com o presidente do BC, Henrique Meirelles. O real é uma das moedas que mais se valorizaram ante o dólar em 2009. Até a última quinta-feira, a moeda brasileira ocupava o topo do ranking dos maiores ganhos, com quase 29%. A seguir, vinha o rand sul-africano, perto de 28%. No acumulado até ontem, o dólar caía 26,72% ante o real. Ontem, a moeda americana subiu 0,06% e fechou a R$ 1,711. Mantega ressaltou que a aplicação de imposto sobre a entrada de capital estrangeiro tem como objetivo evitar "excesso de especulação na bolsa de valores e no mercado de capitais, em razão da grande liquidez que existe hoje no mercado internacional". Segundo ele, o Brasil é muito atrativo para o investidor externo e a medida foi adotada de maneira preventiva, pois ainda não há entrada maciça de dólares, prejudicial à economia. Ainda de acordo com o ministro, o objetivo também é proteger a produção nacional, incentivar a volta dos investimentos e preservar o emprego dos trabalhadores. "Queremos impedir um excesso de valorização do real. Quando o real se valoriza, acaba encarecendo as exportações e barateando as importações, e já temos um aumento expressivo das importações e as exportações não estão crescendo como deveriam." O ministro destacou que o Brasil trabalha com câmbio flutuante e o objetivo da alíquota não é estabelecer um nível específico da cotação do real ante o dólar, porque a política econômica não tem meta de câmbio. "O que queremos é apenas conter qualquer movimento de valorização excessiva da nossa moeda. Queremos, portanto, reduzir o potencial de eventuais movimentos de volatilidade no câmbio." Com bom humor, ele afirmou que "convenceu", na tarde de ontem, o presidente Lula da necessidade de IOF nessas transações. Questionado se havia alguma dúvida específica de Lula, o ministro respondeu à Agência Estado, de forma educada: "Aí você já está querendo saber demais. O presidente queria ter uma avaliação plena dos pontos positivos e os não tão favoráveis em relação à medida".
Anne Warth e Ricardo Leopoldo
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou ontem a informação antecipada pelo Estado sexta-feira: o governo decidiu impor a taxação de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre a entrada de capital estrangeiro para investimentos em renda fixa e variável.
A alíquota, de 2%, será cobrada apenas na entrada do dinheiro, e não haverá diferença entre recursos de curto e de longo prazo. O investimento estrangeiro direito (IED) continua isento. A decisão entra em vigor com a publicação de medida provisória na edição de hoje do Diário Oficial da União. O Banco Central não participou da elaboração dessa medida. Ontem pela manhã, porém, Mantega conversou sobre o assunto com o presidente do BC, Henrique Meirelles. O real é uma das moedas que mais se valorizaram ante o dólar em 2009. Até a última quinta-feira, a moeda brasileira ocupava o topo do ranking dos maiores ganhos, com quase 29%. A seguir, vinha o rand sul-africano, perto de 28%. No acumulado até ontem, o dólar caía 26,72% ante o real. Ontem, a moeda americana subiu 0,06% e fechou a R$ 1,711. Mantega ressaltou que a aplicação de imposto sobre a entrada de capital estrangeiro tem como objetivo evitar "excesso de especulação na bolsa de valores e no mercado de capitais, em razão da grande liquidez que existe hoje no mercado internacional". Segundo ele, o Brasil é muito atrativo para o investidor externo e a medida foi adotada de maneira preventiva, pois ainda não há entrada maciça de dólares, prejudicial à economia. Ainda de acordo com o ministro, o objetivo também é proteger a produção nacional, incentivar a volta dos investimentos e preservar o emprego dos trabalhadores. "Queremos impedir um excesso de valorização do real. Quando o real se valoriza, acaba encarecendo as exportações e barateando as importações, e já temos um aumento expressivo das importações e as exportações não estão crescendo como deveriam." O ministro destacou que o Brasil trabalha com câmbio flutuante e o objetivo da alíquota não é estabelecer um nível específico da cotação do real ante o dólar, porque a política econômica não tem meta de câmbio. "O que queremos é apenas conter qualquer movimento de valorização excessiva da nossa moeda. Queremos, portanto, reduzir o potencial de eventuais movimentos de volatilidade no câmbio." Com bom humor, ele afirmou que "convenceu", na tarde de ontem, o presidente Lula da necessidade de IOF nessas transações. Questionado se havia alguma dúvida específica de Lula, o ministro respondeu à Agência Estado, de forma educada: "Aí você já está querendo saber demais. O presidente queria ter uma avaliação plena dos pontos positivos e os não tão favoráveis em relação à medida".
Anne Warth e Ricardo Leopoldo
Justiça cassa 13 dos 55 vereadores de São Paulo
Eles receberam doações ilegais do setor imobiliário e ficam inelegíveis por 3 anos, pena também aplicada a um suplente
O juiz Aloísio Sérgio Rezende Silveira, da 1ª Zona Eleitoral, cassou e tornou inelegível por três anos 13 dos 55 vereadores da Câmara Municipal de São Paulo. As sentenças, publicadas ontem no Diário Oficial, são o desdobramento da representação feita em maio pelo Ministério Público Eleitoral contra candidatos beneficiados por doações da Associação Imobiliária Brasileira (AIB). Apontada como braço do Secovi (sindicato da habitação), a entidade distribuiu nas eleições do ano passado R$ 10,6 milhões a candidatos, comitês e diretórios de diversos partidos.Foram cassados e impedidos de concorrer a eleições pelos próximos três anos Adilson Amadeu (PTB), Adolfo Quintas Neto (PSDB), Carlos Apolinário (DEM), Carlos Alberto Bezerra Jr. (PSDB), Claudinho (PSDB), Dalton Silvano (PSDB), Domingos Dissei (DEM), Gilson Barreto (PSDB), Marta Costa (DEM), Abou Anni (PV), Ricardo Teixeira (PSDB), Ushitaro Kamia (DEM) e Wadih Mutran (PP). O vereador Quito Formiga (PR), suplente de Marcos Cintra, que se licenciou para assumir a Secretaria do Trabalho, foi declarado inelegível por três anos. Por não ter sido diplomado, Formiga escapou da cassação. Se livraram da acusação de "captação ilícita de recursos" de campanha Floriano Pesaro (PSDB), Noemi Nonato (DEM), Toninho Paiva (PR) e Antonio Goulart (PMDB).A maioria dos parlamentares cassados e/ou declarados inelegíveis obteve só da AIB mais de 20% do montante total arrecadado ao longo da campanha. O juiz considerou que contribuições acima desse porcentual contaminaram o processo eleitoral ou influenciaram na vontade do eleitor por representar "abuso de poder econômico". Outras 20 representações por supostas doações ilegais feitas pela AIB e/ou concessionárias de serviços públicos tramitam na Justiça. Entre os alvos estão o prefeito Gilberto Kassab (DEM), a ex-prefeita Marta Suplicy (PT) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB).As penalidades impostas ontem aos políticos não têm efeito imediato. A nova Lei Eleitoral (nº 12.034/09) prevê que o recurso ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) tem efeito suspensivo. Ou seja, basta apelar da sentença conseguir automaticamente permanecer no cargo e ter os direitos políticos preservados até o julgamento final do processo pelo TRE.No despacho, o juiz classificou a AIB de "simulacro de associação". "Atuou como interposta pessoa, sob manto de categoria jurídica lícita, para efetuar doação em nome de quem não poderia." A lei proíbe sindicatos de fazer doações e limita o repasse de entidades sem fins lucrativos a 2% da receita no ano anterior. "A AIB não entrou na campanha por acaso. Havia interesse do setor imobiliário na Nova Luz (plano de revitalização da cracolândia)", disse o promotor Maurício Ribeiro Lopes. "A preservação dessa Câmara contemplava um único foco de interesse." "O próximo passo, uma vez que a Justiça julgou haver ilegalidades, é investigar atuação desses vereadores, para saber se praticaram irregularidades nesses dez meses", diz a cientista política Maria Teresa Miceli Kerbauy, da Unesp, que elabora pesquisa sobre o perfil das Câmaras Municipais. "Sempre que grupos com interesses específicos oferecem doações de quantias tão elevadas, a atenção deve ser redobrada, com investigação minuciosa."
Bruno Tavares e Diego Zanchetta
COLABOROU VITOR HUGO BRANDALISE
O juiz Aloísio Sérgio Rezende Silveira, da 1ª Zona Eleitoral, cassou e tornou inelegível por três anos 13 dos 55 vereadores da Câmara Municipal de São Paulo. As sentenças, publicadas ontem no Diário Oficial, são o desdobramento da representação feita em maio pelo Ministério Público Eleitoral contra candidatos beneficiados por doações da Associação Imobiliária Brasileira (AIB). Apontada como braço do Secovi (sindicato da habitação), a entidade distribuiu nas eleições do ano passado R$ 10,6 milhões a candidatos, comitês e diretórios de diversos partidos.Foram cassados e impedidos de concorrer a eleições pelos próximos três anos Adilson Amadeu (PTB), Adolfo Quintas Neto (PSDB), Carlos Apolinário (DEM), Carlos Alberto Bezerra Jr. (PSDB), Claudinho (PSDB), Dalton Silvano (PSDB), Domingos Dissei (DEM), Gilson Barreto (PSDB), Marta Costa (DEM), Abou Anni (PV), Ricardo Teixeira (PSDB), Ushitaro Kamia (DEM) e Wadih Mutran (PP). O vereador Quito Formiga (PR), suplente de Marcos Cintra, que se licenciou para assumir a Secretaria do Trabalho, foi declarado inelegível por três anos. Por não ter sido diplomado, Formiga escapou da cassação. Se livraram da acusação de "captação ilícita de recursos" de campanha Floriano Pesaro (PSDB), Noemi Nonato (DEM), Toninho Paiva (PR) e Antonio Goulart (PMDB).A maioria dos parlamentares cassados e/ou declarados inelegíveis obteve só da AIB mais de 20% do montante total arrecadado ao longo da campanha. O juiz considerou que contribuições acima desse porcentual contaminaram o processo eleitoral ou influenciaram na vontade do eleitor por representar "abuso de poder econômico". Outras 20 representações por supostas doações ilegais feitas pela AIB e/ou concessionárias de serviços públicos tramitam na Justiça. Entre os alvos estão o prefeito Gilberto Kassab (DEM), a ex-prefeita Marta Suplicy (PT) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB).As penalidades impostas ontem aos políticos não têm efeito imediato. A nova Lei Eleitoral (nº 12.034/09) prevê que o recurso ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) tem efeito suspensivo. Ou seja, basta apelar da sentença conseguir automaticamente permanecer no cargo e ter os direitos políticos preservados até o julgamento final do processo pelo TRE.No despacho, o juiz classificou a AIB de "simulacro de associação". "Atuou como interposta pessoa, sob manto de categoria jurídica lícita, para efetuar doação em nome de quem não poderia." A lei proíbe sindicatos de fazer doações e limita o repasse de entidades sem fins lucrativos a 2% da receita no ano anterior. "A AIB não entrou na campanha por acaso. Havia interesse do setor imobiliário na Nova Luz (plano de revitalização da cracolândia)", disse o promotor Maurício Ribeiro Lopes. "A preservação dessa Câmara contemplava um único foco de interesse." "O próximo passo, uma vez que a Justiça julgou haver ilegalidades, é investigar atuação desses vereadores, para saber se praticaram irregularidades nesses dez meses", diz a cientista política Maria Teresa Miceli Kerbauy, da Unesp, que elabora pesquisa sobre o perfil das Câmaras Municipais. "Sempre que grupos com interesses específicos oferecem doações de quantias tão elevadas, a atenção deve ser redobrada, com investigação minuciosa."
Bruno Tavares e Diego Zanchetta
COLABOROU VITOR HUGO BRANDALISE
Paulo Amorim abandona disputa no ICS
Devido à uma tática golpista da turma da atual diretora o prof. Paulo Amorim abandonou a disputa dentro da congregação do ICS. A turma da diretora queria impugnar o nome dos prof. Mauro Acatauassú e do diretor do HUJBB, o Dr. Leitão. Quando o quadro se desenhava para uma disputa do vale tudo Amorim, em nome da dignidade e da ética retirou sua candidatura. Agora o ICS e a medicina estão por mais 4 anos nas mãos da atual diretora, que conduziu o ICS à catástrofe em que hoje se encontra. Eleite e seus apoiadores são responsáveis perante à sociedade e ao MEC pelo futuro dos cursos de medicina e companhia.
Tarso recebe Arroyo e Edilza em Brasília

Tarso Genro entre Arroyo e Edilza no recente encontro em Brasília. Em pauta a conformação de um campo político no PT, que passa pela construção da Mensagem ao Partido. Tarso e José Eduardo Cardoso lideram um movimento pela renovação ético-política do PT.
ICS elege diretor em eleição indireta
Hoje a congregação do ICS elege o novo diretor(a). O ICS é talvez o único instituto da UFPA que se recusou ouvir a comunidade. Nestas condições, mesmo uma diretora com poucas realizações se torna competitiva. Paulo Amorim avançou muito na luta contra a caneta da diretora. É a luta de um Davi contra uma golias. Mas Paulo vai com boas chances. Em eleições indiretas não existe campanha pública, o que existe é conchavo e em eleições de acordos secretos a estratégia política pouco pode fazer.
Caso os servidores técnicos votem pela instituição, Eleite perde.
Caso os servidores técnicos votem pela instituição, Eleite perde.
Tarso Genro em Belém
Hoje o Ministro da Justiça Tarso Genro vem a Belém anunciar R$115.000.000,00 ( cento e quinze milhões) do PRONASCI para ser aplicado em Belém. Os bairros de Canudos e Terra Firme serão os beneficiados por estarem entre os mais violentos de Belém. Este projeto combina policiamento comunitário, acesso a serviços básicos como saúde, esporte e cultura e uma repressão mais inteligente, fundado na participação comunitária e inteligência policial.
Mobilização do CNJ descobre cinco milhões de processos sem baixa
BRASÍLIA - Acostumados a trabalhar sem dar satisfações sobre resultados, os juízes se defrontaram com uma novidade decidida e anunciada no 2º Encontro Nacional do Judiciário, em fevereiro. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estabeleceu a chamada meta 2 para a identificação e julgamento, ainda neste ano, de todos os processos ajuizados até 31 de dezembro de 2005. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O pente-fino nos arquivos ajudou numa descoberta impressionante: 5 milhões de processos estavam julgados em definitivo, mas engordavam a estatística da morosidade do Judiciário, pois ainda não haviam recebido baixa. Além desses, havia 5,2 milhões de ações anteriores à espera de julgamento há mais de quatro anos.
Um processo julgado, mas não baixado, aparece para a Justiça como se ainda estivesse pendente. Um réu absolvido, após ser acusado por um crime, continua com a ficha suja até que haja a baixa do processo. Mas o efeito das sentenças independe da baixa. Uma condenação, por exemplo, passa a valer imediatamente após a publicação do acórdão, mesmo que o processo ainda conste nas estatísticas dos pendentes.
- O CNJ não persegue ninguém, não é um órgão de repressão - disse ao Estado o corregedor nacional de Justiça, Gilson Dipp. - Estamos apenas trabalhando em cima do problema mais grave do Judiciário, que é a falta de planejamento e gestão - acrescentou.
As primeiras críticas à meta 2 partiram dos juízes, que já se dizem sobrecarregados e afirmam que impor metas quantitativas para julgamentos pode provocar decisões erradas.
Mas o CNJ bateu pé e os juízes passaram a perseguir o cumprimento da meta. - O cartório da Vara do juiz de primeiro grau e o gabinete do desembargador não são feudos impermeáveis a novos métodos. Não basta que o juiz e os servidores trabalhem muitas horas. É preciso trabalhar de modo eficiente - disseram os juízes no relatório da inspeção no Pará.
Desde o início do ano, os magistrados julgaram 1,4 milhão (27%) do total de 5,2 milhões de ações identificadas como pendentes. Restam, portanto, 3,8 milhões para os próximos dois meses. Segundo o CNJ, a meta já foi cumprida pelos tribunais regionais do Trabalho das 11ª, 13ª, 14ª, 16ª e 22ª regiões, pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) do Amapá e do Acre e pelo Superior Tribunal Militar (STM). Outros estão próximos de atingir o objetivo.
Mas nem todos chegarão lá, admitem o presidente do CNJ, ministro Gilmar Mendes, e o corregedor Dipp. Mas 70% de todos os processos ajuizados até 2005 devem estar julgados até o final do ano. Não há punição para quem descumprir a meta, mas, como todos os números serão divulgados, os magistrados poderão ser cobrados pelo desempenho.
Uma forma de buscar o saneamento dos processos antigos foi promover semanas de conciliação nos tribunais. As partes foram chamadas para discutir a possibilidade de um acordo. Entre 14 e 19 de setembro, o mutirão da conciliação homologou 25.723 acordos em 69.728 audiências.
Além da meta de julgar os processos antigos, os tribunais têm outras nove balizas traçadas que envolvem a informatização dos processos e a implementação de sistemas para controlar a execução das penas.
Informações do jornal O Estado de S. Paulo
JB Online
O pente-fino nos arquivos ajudou numa descoberta impressionante: 5 milhões de processos estavam julgados em definitivo, mas engordavam a estatística da morosidade do Judiciário, pois ainda não haviam recebido baixa. Além desses, havia 5,2 milhões de ações anteriores à espera de julgamento há mais de quatro anos.
Um processo julgado, mas não baixado, aparece para a Justiça como se ainda estivesse pendente. Um réu absolvido, após ser acusado por um crime, continua com a ficha suja até que haja a baixa do processo. Mas o efeito das sentenças independe da baixa. Uma condenação, por exemplo, passa a valer imediatamente após a publicação do acórdão, mesmo que o processo ainda conste nas estatísticas dos pendentes.
- O CNJ não persegue ninguém, não é um órgão de repressão - disse ao Estado o corregedor nacional de Justiça, Gilson Dipp. - Estamos apenas trabalhando em cima do problema mais grave do Judiciário, que é a falta de planejamento e gestão - acrescentou.
As primeiras críticas à meta 2 partiram dos juízes, que já se dizem sobrecarregados e afirmam que impor metas quantitativas para julgamentos pode provocar decisões erradas.
Mas o CNJ bateu pé e os juízes passaram a perseguir o cumprimento da meta. - O cartório da Vara do juiz de primeiro grau e o gabinete do desembargador não são feudos impermeáveis a novos métodos. Não basta que o juiz e os servidores trabalhem muitas horas. É preciso trabalhar de modo eficiente - disseram os juízes no relatório da inspeção no Pará.
Desde o início do ano, os magistrados julgaram 1,4 milhão (27%) do total de 5,2 milhões de ações identificadas como pendentes. Restam, portanto, 3,8 milhões para os próximos dois meses. Segundo o CNJ, a meta já foi cumprida pelos tribunais regionais do Trabalho das 11ª, 13ª, 14ª, 16ª e 22ª regiões, pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) do Amapá e do Acre e pelo Superior Tribunal Militar (STM). Outros estão próximos de atingir o objetivo.
Mas nem todos chegarão lá, admitem o presidente do CNJ, ministro Gilmar Mendes, e o corregedor Dipp. Mas 70% de todos os processos ajuizados até 2005 devem estar julgados até o final do ano. Não há punição para quem descumprir a meta, mas, como todos os números serão divulgados, os magistrados poderão ser cobrados pelo desempenho.
Uma forma de buscar o saneamento dos processos antigos foi promover semanas de conciliação nos tribunais. As partes foram chamadas para discutir a possibilidade de um acordo. Entre 14 e 19 de setembro, o mutirão da conciliação homologou 25.723 acordos em 69.728 audiências.
Além da meta de julgar os processos antigos, os tribunais têm outras nove balizas traçadas que envolvem a informatização dos processos e a implementação de sistemas para controlar a execução das penas.
Informações do jornal O Estado de S. Paulo
JB Online
Eduardo Cardozo e a criancice da DS
Eduardo Cardozo é deputado federal do PT e candidato à presdiência do Diretório Nacional do PT. Pois bem, Cardozo está chegando em Belém para fazer debates em torno de sua plataforma eleitoral e também aglutinar a base de apoio à sua candidatura. A articulação que apóia Cardozo chama-se Mensagem ao Partido e no Pará esta articulação conta com: DS, Rede, articulação da prof. Edilza, articulação coordenada por Nonato Guimarães. A DS, se prevalecendo da condição de controladora da máquina do estado, decidiu que Eduardo Cardozo, quando em Belém, não participará de uma plenária da Mensagem, mas sim de um encontro apenas com a DS.
Esta atitute é criancice, garotice (como diria Odorico Paraguaçú). Este é o nível de "maturidade" da garotada que controla o núcleo duro do governo do Pará. Esta turma está colocando uma disputa interna do PT acima da reeleição da governadora.
Esta atitute é criancice, garotice (como diria Odorico Paraguaçú). Este é o nível de "maturidade" da garotada que controla o núcleo duro do governo do Pará. Esta turma está colocando uma disputa interna do PT acima da reeleição da governadora.
Manifesto de Arroyo aos Petistas que ainda tem na utopia transformadora um paradígma para um modo de vida cotidiano
Aos que ainda sonham
Por um PT autônomo e participativo1. Após 28 anos de militância política, 27 deles no PT, pela primeira vez me candidato a presidência de uma de suas instâncias. Três são as motivações: Primeiro, a apresentação de uma perspectiva que inicie um movimento onde o militante volte a ser protagonista; segundo, a absoluta falta de alternativas cuja trajetória passada aponte para o futuro compromissos com um PT democrático, autônomo e que faça as pessoas comuns voltarem a sonhar com a transformação social, econômica e cultural da sociedade com base em valores como a equidade, a solidariedade e a justiça. E, terceiro, a promoção do debate da tese da Mensagem ao Partido, que subscrevo.
2. Quando enfrentamos a Ditadura Militar, enfrentamos ao mesmo tempo uma euforia econômica que entrou para a história como o Milagre Brasileiro. Nossa luta era mostrar para as pessoas que a liberdade era tão, ou mais, importante quanto a satisfação das necessidades básicas para a sobrevivência. Assim nossa geração fez sucesso a música que dizia “a gente não quer só comida, a gente quer amor, diversão e arte”(Titãs)
3. Conseguimos fazer a sociedade voltar a sonhar com valores fundamentais ao ser humano como a liberdade e a justiça. Na política isso se expressou no sonho de reconquistar a democracia e fizemos milhões de brasileiros sair de casa para manifestar seu desejo pela volta das eleições diretas em uma das mais lindas jornadas que vivi.
4. No mesmo período, fizemos os estudantes voltar a sonhar com a dignidade de ser cidadão e fazer valer suas reivindicações no memorável movimento pela meia-passagem quando paramos Belém por uma semana com a estratégia do “pulo à roleta” até que conquistamos o que hoje é um direito inquestionável.
5. Nos dois momentos, como em vários outros naquele período, não só não tínhamos estrutura para levar os manifestantes em ônibus e vans – cada um ia por si, acreditem –, como muitos já sabiam que teriam que enfrentar a o batalhão de choque da PM, o que exigia um grau de convencimento e consciência muito elevado. Assim era a militância dos movimentos sociais e do Partido dos Trabalhadores, altiva, firme, autônoma, exatamente porque sonhava.
6. Ora, não há mudança estrutural sem que as pessoas sonhem que é possível reinventar as relações humanas. Naquela época enfrentávamos a perseguição política que não permitia que nossas lideranças e militantes, muitas vezes, tivessem sequer emprego digno, e ainda tinha a política e o SNI(Serviço Nacional de Informação) para coibir a liberdade de agir e pensar politicamente. Portanto, se não sonhássemos, se fôssemos pragmáticos, todos estaríamos nos partidos de direita reduzindo nossa existência a mera sobrevivência.
7. Não por acaso, em 89, quando pela primeira vez apresentamos Lula como candidato à presidência da República cantamos “Sem medo de ser feliz”... e era isso mesmo, fazíamos política sobretudo por prazer, pela libertação, mas sobretudo como ato de liberdade. Em 2002, quando elegemos Lula, bradamos “A esperança venceu o medo”. E isso não faz sentido para quem não sonha.
8. Hoje, as pesquisas da ciência política e de opinião indicam o profundo desencanto da sociedade com os partidos políticos, sem exceção. Um fato que ressalta isso é o surgimento de outras organizações que entraram no cenário político institucional, onde antes apenas os partidos tinham espaço. Hoje, vemos as bancadas de parlamentares por igrejas e categorias profissionais que sentam na mesa de negociação política não como partido, aliás muitos partidos apenas servem de satisfação à legalidade. Mas nós ainda podemos fazer diferente.
9. Diferente dos demais, o PT ainda é visto como um partido que discute a verdadeira política e que representa um ideal. Ainda é o que mais apaixona as pessoas na sociedade em geral. No entanto, há uma grave contradição. No seio de seus militantes, a partir da maioria de seus dirigentes, ou seja, a partir de cima, a prática política majoritária vem forjando um pragmatismo desmedido em que mergulha as relações políticas, em boa parte das tendências, em um mar de fisiologismo onde o exercício de liderança vai sendo substituído pelo de chefia e o de livre militância pelo de “funcionário político”.
10. Esta prática confunde a determinação de alcançarmos resultados com a perda da consciência do militante de seu papel estratégico, reduzindo a estratégia em mera obrigação funcional. O que vem comprometendo exatamente os resultados que deveríamos alcançar.
11. Por exemplo, na Carta de Princípios do PT, ratificada no III Congresso, que me fez aderir ao partido com afinco e entusiasmo, como fez a tantos outros miltantes, todos podem ler:• “O Partido dos Trabalhadores entende que a emancipação dos trabalhadores é obra dos próprios trabalhadores, que sabem que a democracia é participação organizada e consciente e que, como classe explorada, jamais deverão esperar da atuação das elites privilegiadas a solução de seus problemas.”• “Afirma, outrossim, que buscará apoderar-se do poder político e implantar o governo dos trabalhadores, baseado nos órgãos de representação criados pelas próprias massas trabalhadoras com vista a uma primordial democracia direta. Ao anunciar que seu objetivo é organizar politicamente os trabalhadores urbanos e os trabalhadores rurais, o PT se declara aberto à participação de todas as camadas assalariadas do país.”• “O PT afirma seu compromisso com a democracia plena, exercida diretamente pelas massas, pois não há socialismo sem democracia nem democracia sem socialismo. Um partido que almeja uma sociedade socialista e democrática tem de ser, ele próprio, democrático nas relações que se estabelecem em seu interior.”
12. A partir destas citações, convido a refletir:• Se nossa emancipação é obra de nossa autonomia, consciência e iniciativa, não deveríamos retomar o partido como protagonista político autônomo frente às elites sócio-econômcas onde quer que estejam, mesmo quando aliadas nos governos em que somos maioria? Ora, governo não e uma instituição monolítica, é um espaço de coalizão em permanente disputa. Assim, para ajudar os petistas que estão no governo para realizar nosso programa, não seria melhor um partido ativo que mobilize a sociedade em torno das bandeiras partidárias, que exprimem a vontade dos seus militantes?• Se a principal razão de conquistarmos o poder político é a construção da democracia direta, por que não fazemos do PT um acelerador da cultura do Controle Social(da Sociedade sobre o Estado), retomando sua natural vocação de expressão política organizada dos movimentos sociais populares?• Se a construção do socialismo pressupõe a da democracia, de dentro para fora do próprio partido, porque não retomamos a organização dos núcleos de base? Se propomos o Orçamento Participativo para a Sociedade, por que não instituímos o OP do PT? Por que não estimularmos entre nossos filiados a prática da Economia Solidária, do Cooperativismo, da Reciclagem, da Preservação, do Controle Social, da Educação Política continuada, do Respeito à diversidade da condição humana entre outras práticas pró-socialistas que se pode adotar desde já e independentemente do Estado?• Se este processo todo exige uma militância consciente, por que a formação política foi abandonada por tanto tempo, só retornando agora com a bem-vinda Escola Nacional de Formação? Hoje somos mais de 14 mil militantes só em Belém do Pará, a metade filiados em massa, no último prazo de filiação. Será que sabem, com substância, que o PT é um partido socialista? Aliás, será que os filiados antes destes sabem o que significa ser socialista? Se há tantos socialistas militantes, não seria o caso de sermos mais ousados em nossas ações culturais e políticas? Por que não conseguimos fazer uma oposição sistemática e de envergadura a um governo lamentável como o do Sr. Duciomar Costa, prefeito reeleito de Belém?
13. Estas indagações pairam em algumas cabeças mas que, no entanto, não se permitem questionar com medo de serem confundidas como “de oposição”, como rebarbados. Sentem medo de serem excluídos, exonerados...Mas não tínhamos vencido o medo?
14. Companheiros, após 27 anos de militância petista, tenho certa clareza sobre como funciona o partido, como as tendências operam e que esta é uma cultura geral que enquadra a todos nós. Portanto, esta candidatura é um ato de fé de quem acredita que o ser humano é capaz de inverter lógicas perversas, que é capaz de sonhar nas condições mais adversas da vida, e exemplos não faltam: Mandela sonhou, por isso conseguiu passar 32 anos no cárcere sem perder a dignidade e se tornar uma das figuras mais importantes do planeta. Pedro Tierra, nosso poeta petista, sobreviveu à tortura da Ditadura Militar no Brasil porque sonhou em poesias que passava para fora da prisão enroladinhas dentro de canetas bic e hoje continua firme, sonhando.
15. Também sonharam com firmeza, o por isso obtiveram resultados práticos que mudaram o mundo, Jesus, Giordano Bruno, Ganhdi, Gramsci, Marx, Lenin, Bretch, Rosa de Luxemburgo, Frida Kalo, Picasso, Chê, Lula e todos e todas que os acompanharam, sem o que jamais seriam o que foram. Venha e traga mais gente pra sonhar com a gente.
João Claudio Tupinambá Arroyo
Candidato a presidente do Diretório Municipal de Belém do Partido dos Trabalhadores
Setembro de 2009
Por um PT autônomo e participativo1. Após 28 anos de militância política, 27 deles no PT, pela primeira vez me candidato a presidência de uma de suas instâncias. Três são as motivações: Primeiro, a apresentação de uma perspectiva que inicie um movimento onde o militante volte a ser protagonista; segundo, a absoluta falta de alternativas cuja trajetória passada aponte para o futuro compromissos com um PT democrático, autônomo e que faça as pessoas comuns voltarem a sonhar com a transformação social, econômica e cultural da sociedade com base em valores como a equidade, a solidariedade e a justiça. E, terceiro, a promoção do debate da tese da Mensagem ao Partido, que subscrevo.
2. Quando enfrentamos a Ditadura Militar, enfrentamos ao mesmo tempo uma euforia econômica que entrou para a história como o Milagre Brasileiro. Nossa luta era mostrar para as pessoas que a liberdade era tão, ou mais, importante quanto a satisfação das necessidades básicas para a sobrevivência. Assim nossa geração fez sucesso a música que dizia “a gente não quer só comida, a gente quer amor, diversão e arte”(Titãs)
3. Conseguimos fazer a sociedade voltar a sonhar com valores fundamentais ao ser humano como a liberdade e a justiça. Na política isso se expressou no sonho de reconquistar a democracia e fizemos milhões de brasileiros sair de casa para manifestar seu desejo pela volta das eleições diretas em uma das mais lindas jornadas que vivi.
4. No mesmo período, fizemos os estudantes voltar a sonhar com a dignidade de ser cidadão e fazer valer suas reivindicações no memorável movimento pela meia-passagem quando paramos Belém por uma semana com a estratégia do “pulo à roleta” até que conquistamos o que hoje é um direito inquestionável.
5. Nos dois momentos, como em vários outros naquele período, não só não tínhamos estrutura para levar os manifestantes em ônibus e vans – cada um ia por si, acreditem –, como muitos já sabiam que teriam que enfrentar a o batalhão de choque da PM, o que exigia um grau de convencimento e consciência muito elevado. Assim era a militância dos movimentos sociais e do Partido dos Trabalhadores, altiva, firme, autônoma, exatamente porque sonhava.
6. Ora, não há mudança estrutural sem que as pessoas sonhem que é possível reinventar as relações humanas. Naquela época enfrentávamos a perseguição política que não permitia que nossas lideranças e militantes, muitas vezes, tivessem sequer emprego digno, e ainda tinha a política e o SNI(Serviço Nacional de Informação) para coibir a liberdade de agir e pensar politicamente. Portanto, se não sonhássemos, se fôssemos pragmáticos, todos estaríamos nos partidos de direita reduzindo nossa existência a mera sobrevivência.
7. Não por acaso, em 89, quando pela primeira vez apresentamos Lula como candidato à presidência da República cantamos “Sem medo de ser feliz”... e era isso mesmo, fazíamos política sobretudo por prazer, pela libertação, mas sobretudo como ato de liberdade. Em 2002, quando elegemos Lula, bradamos “A esperança venceu o medo”. E isso não faz sentido para quem não sonha.
8. Hoje, as pesquisas da ciência política e de opinião indicam o profundo desencanto da sociedade com os partidos políticos, sem exceção. Um fato que ressalta isso é o surgimento de outras organizações que entraram no cenário político institucional, onde antes apenas os partidos tinham espaço. Hoje, vemos as bancadas de parlamentares por igrejas e categorias profissionais que sentam na mesa de negociação política não como partido, aliás muitos partidos apenas servem de satisfação à legalidade. Mas nós ainda podemos fazer diferente.
9. Diferente dos demais, o PT ainda é visto como um partido que discute a verdadeira política e que representa um ideal. Ainda é o que mais apaixona as pessoas na sociedade em geral. No entanto, há uma grave contradição. No seio de seus militantes, a partir da maioria de seus dirigentes, ou seja, a partir de cima, a prática política majoritária vem forjando um pragmatismo desmedido em que mergulha as relações políticas, em boa parte das tendências, em um mar de fisiologismo onde o exercício de liderança vai sendo substituído pelo de chefia e o de livre militância pelo de “funcionário político”.
10. Esta prática confunde a determinação de alcançarmos resultados com a perda da consciência do militante de seu papel estratégico, reduzindo a estratégia em mera obrigação funcional. O que vem comprometendo exatamente os resultados que deveríamos alcançar.
11. Por exemplo, na Carta de Princípios do PT, ratificada no III Congresso, que me fez aderir ao partido com afinco e entusiasmo, como fez a tantos outros miltantes, todos podem ler:• “O Partido dos Trabalhadores entende que a emancipação dos trabalhadores é obra dos próprios trabalhadores, que sabem que a democracia é participação organizada e consciente e que, como classe explorada, jamais deverão esperar da atuação das elites privilegiadas a solução de seus problemas.”• “Afirma, outrossim, que buscará apoderar-se do poder político e implantar o governo dos trabalhadores, baseado nos órgãos de representação criados pelas próprias massas trabalhadoras com vista a uma primordial democracia direta. Ao anunciar que seu objetivo é organizar politicamente os trabalhadores urbanos e os trabalhadores rurais, o PT se declara aberto à participação de todas as camadas assalariadas do país.”• “O PT afirma seu compromisso com a democracia plena, exercida diretamente pelas massas, pois não há socialismo sem democracia nem democracia sem socialismo. Um partido que almeja uma sociedade socialista e democrática tem de ser, ele próprio, democrático nas relações que se estabelecem em seu interior.”
12. A partir destas citações, convido a refletir:• Se nossa emancipação é obra de nossa autonomia, consciência e iniciativa, não deveríamos retomar o partido como protagonista político autônomo frente às elites sócio-econômcas onde quer que estejam, mesmo quando aliadas nos governos em que somos maioria? Ora, governo não e uma instituição monolítica, é um espaço de coalizão em permanente disputa. Assim, para ajudar os petistas que estão no governo para realizar nosso programa, não seria melhor um partido ativo que mobilize a sociedade em torno das bandeiras partidárias, que exprimem a vontade dos seus militantes?• Se a principal razão de conquistarmos o poder político é a construção da democracia direta, por que não fazemos do PT um acelerador da cultura do Controle Social(da Sociedade sobre o Estado), retomando sua natural vocação de expressão política organizada dos movimentos sociais populares?• Se a construção do socialismo pressupõe a da democracia, de dentro para fora do próprio partido, porque não retomamos a organização dos núcleos de base? Se propomos o Orçamento Participativo para a Sociedade, por que não instituímos o OP do PT? Por que não estimularmos entre nossos filiados a prática da Economia Solidária, do Cooperativismo, da Reciclagem, da Preservação, do Controle Social, da Educação Política continuada, do Respeito à diversidade da condição humana entre outras práticas pró-socialistas que se pode adotar desde já e independentemente do Estado?• Se este processo todo exige uma militância consciente, por que a formação política foi abandonada por tanto tempo, só retornando agora com a bem-vinda Escola Nacional de Formação? Hoje somos mais de 14 mil militantes só em Belém do Pará, a metade filiados em massa, no último prazo de filiação. Será que sabem, com substância, que o PT é um partido socialista? Aliás, será que os filiados antes destes sabem o que significa ser socialista? Se há tantos socialistas militantes, não seria o caso de sermos mais ousados em nossas ações culturais e políticas? Por que não conseguimos fazer uma oposição sistemática e de envergadura a um governo lamentável como o do Sr. Duciomar Costa, prefeito reeleito de Belém?
13. Estas indagações pairam em algumas cabeças mas que, no entanto, não se permitem questionar com medo de serem confundidas como “de oposição”, como rebarbados. Sentem medo de serem excluídos, exonerados...Mas não tínhamos vencido o medo?
14. Companheiros, após 27 anos de militância petista, tenho certa clareza sobre como funciona o partido, como as tendências operam e que esta é uma cultura geral que enquadra a todos nós. Portanto, esta candidatura é um ato de fé de quem acredita que o ser humano é capaz de inverter lógicas perversas, que é capaz de sonhar nas condições mais adversas da vida, e exemplos não faltam: Mandela sonhou, por isso conseguiu passar 32 anos no cárcere sem perder a dignidade e se tornar uma das figuras mais importantes do planeta. Pedro Tierra, nosso poeta petista, sobreviveu à tortura da Ditadura Militar no Brasil porque sonhou em poesias que passava para fora da prisão enroladinhas dentro de canetas bic e hoje continua firme, sonhando.
15. Também sonharam com firmeza, o por isso obtiveram resultados práticos que mudaram o mundo, Jesus, Giordano Bruno, Ganhdi, Gramsci, Marx, Lenin, Bretch, Rosa de Luxemburgo, Frida Kalo, Picasso, Chê, Lula e todos e todas que os acompanharam, sem o que jamais seriam o que foram. Venha e traga mais gente pra sonhar com a gente.
João Claudio Tupinambá Arroyo
Candidato a presidente do Diretório Municipal de Belém do Partido dos Trabalhadores
Setembro de 2009
Maioria de candidatos à presidência do PT prega continuidade; minoria critica aliança com PMDB e candidatura de Dilma
Embalados pela popularidade do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aprovado, segundo pesquisas, por mais de 80% dos brasileiros, a maioria dos candidatos à presidência do PT (Partido dos Trabalhadores) se mostram dispostos a continuar as políticas implantadas na administração lulista. O primeiro turno das eleições no partido acontece no dia 22 de novembro.
Debate reúne candidatos à presidência do PT em Brasília; a maioria apoia Dilma
A aliança do PT com o PMDB e a decisão de sacrificar candidatos nos Estados para ter mais força nacionalmente são pontos que geram discórdia entre a minoria dos candidatos. Já a candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à presidência da República em 2010 é apoiada por 5 dos 6 candidatos.Nesta quinta-feira (15) à noite, todos os candidatos participaram de um debate no hotel San Marco em Brasília (DF). Foi o primeiro de uma série de debates em 7 capitais do país antes do primeiro turno da eleição.O ex-presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra, da chapa Construindo um Novo Brasil, é tido como favorito na sucessão. Dutra é apoiado por Lula e pelo atual presidente do partido, o deputado Ricardo Berzoini (PT-SP). Segundo Dutra, o apoio da direção partidária não desequilibra a disputa."Não é questão de desequilíbrio. Eu não tenho vergonha de falar que eu sou o candidato de continuidade", disse Dutra.Apesar de não serem candidatos da situação, Geraldo Magela, da corrente Movimento, e Iriny Lopes, da Esquerda Socialista, também usaram a palavra "continuidade". Eles declararam apoio ao governo Lula e à política de alianças do partido.José Eduardo Cardoso, da Mensagem ao Partido, concorda com os rumos do governo Lula, mas criticou o sacrifício de candidatos petistas nos Estados para facilitar uma aliança com o PMDB em nível nacional. "Não podemos menosprezar as eleições nos Estados. Quanto mais tivermos força nos Estados, maior a possibilidade de construirmos um governo de Dilma Rousseff", disse Cardoso.Os únicos candidatos a falar em ruptura foram Markus Sokol, da corrente O Trabalho, e Serge Goulart, da Esquerda Marxista. Dutra diz que essa visão é "minoritária" no partido."Hoje, a exceção das candidaturas do Marcos e do Sokol, que eu respeito mas são minoritárias no PT, há um consenso em torno da política de alianças. Inclusive a participação do PMDB", disse Dutra.Sokol, por sua vez, reconheceu o favoritismo de Dutra. "Desde sempre o presidente apoiou as chapas vitoriosas. Ele, como membro do partido, tem o direito de se posicionar publicamente. A dificuldade no PED (Processo de Eleição Direta) é a desproporção gigantesca de recursos que são alocados para uma ou outra chapa", disse.
Piero Locatelli Do UOL NotíciasEm Brasília
Debate reúne candidatos à presidência do PT em Brasília; a maioria apoia Dilma
A aliança do PT com o PMDB e a decisão de sacrificar candidatos nos Estados para ter mais força nacionalmente são pontos que geram discórdia entre a minoria dos candidatos. Já a candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à presidência da República em 2010 é apoiada por 5 dos 6 candidatos.Nesta quinta-feira (15) à noite, todos os candidatos participaram de um debate no hotel San Marco em Brasília (DF). Foi o primeiro de uma série de debates em 7 capitais do país antes do primeiro turno da eleição.O ex-presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra, da chapa Construindo um Novo Brasil, é tido como favorito na sucessão. Dutra é apoiado por Lula e pelo atual presidente do partido, o deputado Ricardo Berzoini (PT-SP). Segundo Dutra, o apoio da direção partidária não desequilibra a disputa."Não é questão de desequilíbrio. Eu não tenho vergonha de falar que eu sou o candidato de continuidade", disse Dutra.Apesar de não serem candidatos da situação, Geraldo Magela, da corrente Movimento, e Iriny Lopes, da Esquerda Socialista, também usaram a palavra "continuidade". Eles declararam apoio ao governo Lula e à política de alianças do partido.José Eduardo Cardoso, da Mensagem ao Partido, concorda com os rumos do governo Lula, mas criticou o sacrifício de candidatos petistas nos Estados para facilitar uma aliança com o PMDB em nível nacional. "Não podemos menosprezar as eleições nos Estados. Quanto mais tivermos força nos Estados, maior a possibilidade de construirmos um governo de Dilma Rousseff", disse Cardoso.Os únicos candidatos a falar em ruptura foram Markus Sokol, da corrente O Trabalho, e Serge Goulart, da Esquerda Marxista. Dutra diz que essa visão é "minoritária" no partido."Hoje, a exceção das candidaturas do Marcos e do Sokol, que eu respeito mas são minoritárias no PT, há um consenso em torno da política de alianças. Inclusive a participação do PMDB", disse Dutra.Sokol, por sua vez, reconheceu o favoritismo de Dutra. "Desde sempre o presidente apoiou as chapas vitoriosas. Ele, como membro do partido, tem o direito de se posicionar publicamente. A dificuldade no PED (Processo de Eleição Direta) é a desproporção gigantesca de recursos que são alocados para uma ou outra chapa", disse.
Piero Locatelli Do UOL NotíciasEm Brasília
Tarso recebe Arroyo e Edilza em Brasília
Tarso Genro recebeu, há pouco, para almoço em seu gabinete o prof. João Arroyo, da RCS - Rede Cidadania Solidária, que levou a profa Edilza Fontes, recém rompida com a DS, para discutir sobre sua participação na criação de um novo campo político no Pará. Tarso escutou atentamente e ficou surpreso com a amplitude da articulação que se desenha. Além de lideranças como Arroyo e Edilza, a articulação tem passado pela deputada estadual Regina Barata, prefeitos, vereadores e outras lideranças petistas. Além de militantes partidários, a articulação deste novo campo político também passa por lideranças acadêmicas, sindicais, empresariais e comunitárias que já nasce com amplo poder de mobilização. O ponto de unidade é a construção de um projeto de desenvolvimento para o estado do Pará capaz de mesmo tendo posição política clara, inclusive partidária, possa dialopgar com outros partidos e outros campos sociais que possam somar. Tarso vira dia 19 a Belém e em almoço reservado com a governadora, tentará sensibilizá-la que esta iniciativa vem para somar e não para confrontá-la. As lideranças colocaram para Tarso que este movimento visa aprofundar a elaboração de um projeto estratégico para o governo do estado, ajuda-lo na gestão de políticas públicas e trabalhar pela reeleição de Ana. Nem de longe este movimento se pauta pela barganha de cargos. Tarso também se surpreendeu com a presença de reitores nesta articulação, pelo menos 3, a idéia deste campo novo é a mobilização da inteligência do estado que tem sido preterida ao longo dos governos. Ao mesmo tempo cobra da academia seu compromisso em encontrar soluções para os problemas do estado do Pará. Com esta notícia Tarso manifestou a intenção de convidar Fernando Hadadd para esta mesma articulação. Até que enfim vem coisa nova por aí na política do Pará.
Brasília: Mensagem discute PED
Mensagem ao partido é uma organização nacional que atua em rede no interior do PT e sua coordenação nacional esteve reunida hoje em Brasília. Mensagem se coloca à esquerda dentro do espectro ideológioco petista e tenta resgatar a ética na atuação política.
Arroyo, em reunião, realizada hoje em brasília, com o deputado federal José Eduardo Cardozo, candidato da mensagem ao Partido à presidência nacional do PT, relatou a dinâmica do PED(Processo Eleitoral Direto do PT) no Pará e recebeu de Cardozo a manifestação de contrariedade quando soube que a DS não permitiu que a Mensagem tivesse candidato a presidência estadual, o que enfrequece a disputa da Mensagem à presidência nacional. Mais uma vez a lógica paroquial prevaleceu sobre a estratégia nacional de fazer com que o PT retome o lugar de principal defensor dos direitos da sociedade civil, independente do governo. Cardozo chegará a Belém nesta sexta, 16, às 12hs. Deverá ser recebido por seus apoiadores no aeroporto e em seguida almoçará com lideranças da Mensagem no Pará, que além da DS reúne grupos como a Rede(Arroyo), 13socialista(Milene), Solisdariedade(Nonato Guimarães), e os grupos de Sandra Batista e edilza Fontes. Após o Almoço deverá participar de plenária da Mensagem e seguir para o debate com os demais candidatos a presidente nacional do PT. O debate ocorrerá às 19hs no Hangar. Outra: O número de Arroyo na disputa para a presidência do PT Belém, no próximo dia 22 de novembro, é 543.
Arroyo, em reunião, realizada hoje em brasília, com o deputado federal José Eduardo Cardozo, candidato da mensagem ao Partido à presidência nacional do PT, relatou a dinâmica do PED(Processo Eleitoral Direto do PT) no Pará e recebeu de Cardozo a manifestação de contrariedade quando soube que a DS não permitiu que a Mensagem tivesse candidato a presidência estadual, o que enfrequece a disputa da Mensagem à presidência nacional. Mais uma vez a lógica paroquial prevaleceu sobre a estratégia nacional de fazer com que o PT retome o lugar de principal defensor dos direitos da sociedade civil, independente do governo. Cardozo chegará a Belém nesta sexta, 16, às 12hs. Deverá ser recebido por seus apoiadores no aeroporto e em seguida almoçará com lideranças da Mensagem no Pará, que além da DS reúne grupos como a Rede(Arroyo), 13socialista(Milene), Solisdariedade(Nonato Guimarães), e os grupos de Sandra Batista e edilza Fontes. Após o Almoço deverá participar de plenária da Mensagem e seguir para o debate com os demais candidatos a presidente nacional do PT. O debate ocorrerá às 19hs no Hangar. Outra: O número de Arroyo na disputa para a presidência do PT Belém, no próximo dia 22 de novembro, é 543.
Lula comemora geração de empregos em obras do São Francisco
SERTÂNIA - Ao se encontrar hoje (15) com trabalhadores do projeto de integração e revitalização do Rio São Francisco em Sertânia, município de Pernambuco, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou as contratações em mais de um turno de trabalho feitas por empresas nas obras do São Francisco.
Ele lembrou que esse foi um pedido feito por ele e pelo ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, para gerar empregos no Brasil no auge da crise financeira mundial.
"Decidimos que para enfrentar a crise tínhamos que fazer mais investimentos e convencer que a obras do PAC Programa de Aceleração do Crescimento fossem contratadas com dois ou três turnos. Queríamos com isso não só fazer a obra mais rápido, mas gerar emprego", disse.
O presidente lembrou a resistência de dom Luiz Cappio, bispo de Barra, cidade baiana que Lula visitou ontem (14), ao projeto de integração e revitalização do São Francisco e afirmou que é preciso ter consciência da realidade de seca enfrentada pelo povo nordestino.
"Teve até um bispo que fez greve de fome par que não fizéssemos essa obra, de vez em quando aparece um movimento em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Salvador. Na verdade, eles não têm conhecimento do bem que essas obras estão fazendo. Não quero que a gente mate um passarinho, um calango, uma cobra, agora, não posso deixar o povo pobre morrer de sede."
Desde ontem o presidente Lula vistoria obras do projeto do São Francisco e se encontra com trabalhadores.
Portal Terra
Ele lembrou que esse foi um pedido feito por ele e pelo ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, para gerar empregos no Brasil no auge da crise financeira mundial.
"Decidimos que para enfrentar a crise tínhamos que fazer mais investimentos e convencer que a obras do PAC Programa de Aceleração do Crescimento fossem contratadas com dois ou três turnos. Queríamos com isso não só fazer a obra mais rápido, mas gerar emprego", disse.
O presidente lembrou a resistência de dom Luiz Cappio, bispo de Barra, cidade baiana que Lula visitou ontem (14), ao projeto de integração e revitalização do São Francisco e afirmou que é preciso ter consciência da realidade de seca enfrentada pelo povo nordestino.
"Teve até um bispo que fez greve de fome par que não fizéssemos essa obra, de vez em quando aparece um movimento em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Salvador. Na verdade, eles não têm conhecimento do bem que essas obras estão fazendo. Não quero que a gente mate um passarinho, um calango, uma cobra, agora, não posso deixar o povo pobre morrer de sede."
Desde ontem o presidente Lula vistoria obras do projeto do São Francisco e se encontra com trabalhadores.
Portal Terra
DS (do PMM do B) têm unanimidade em rejeição no PT
A DS ( corrente interna do PT) , que no Pará tem no PMM do B seus chefes autocráticos conquistou uma unanimidade rara dentro do PT. Todas as tendências têm ojeriza às suas práticas autocráticas e arrogantes.
Raio X do Bettina volta a funcionar
Com uma atitude simples a direção do Bettina fez voltar a funcionar o aparelho de raio X do Bettina que estava parado há 18 meses. O custo foi de R$ 6.000,00 (seis mil reais). Este aparelho produz uma receita potencial mensal, via SUS, de de R$33.000,00 ( trinta e três mil reais).
Murilo retoma o caminho que nunca deveria ter rejeitado
O professor Murilo Murilo, diretor do hospital Bettina, começa a tomar atitudes dígnas de quem conhece a geografia político-administrativo da base de apoio de Maneschy naquele hospital. Creio que a estabilidade administrativa e a parceiria com os parceiros de fato começa a ser estruturado.
Ouvidoria do HUJBB sem material de expediente
Pois é, parece inacreditável, mas a ouvidoria do HUJBB não consegur nem estruturar as condições para o funcionamento mínimo. Será que o diretor do HUJBB não sabe em que terreno onde está pisando?
Lula faz comício no São Francisco, mas segura dinheiro para obra
Em ato falho, ele admite caráter eleitoral de visita ao lado da ministra e candidata Dilma a obras da transposição
Ao levar ao Nordeste e sertão de Minas, principais redutos do "lulismo", a ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acabou admitindo, num ato falho, caráter eleitoral na visita às obras de transposição do Rio São Francisco. Num palanque montado na cidade de Buritizeiro (MG), repleto de políticos, Lula disse em discurso que sua ideia inicial não era participar de "comício" - uma atividade de campanha -, mas apenas cumprir um programa de inspeções. "No nosso projeto original de fazer essa viagem não estava previsto a gente fazer comício. Estava previsto fazer visitas às obras", disse Lula. Na prática, contudo, o empreendimento não tem recebido prioridade na destinação de recursos - apenas 3,68% do R$ 1,68 bilhão reservado em 2009 foram efetivamente pagos (veja reportagem nesta página).Ao mesmo tempo, o périplo presidencial foi marcado pela disputa entre governo e oposição. A agenda oficial em Minas excluiu da programação a visita a Pirapora, cidade administrada pelo oposicionista DEM, e manteve apenas o palanque em Buritizeiro, governada pelo PT. As duas cidades ficam em margens opostas do São Francisco.Depois que Pirapora foi tirada do roteiro, o governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), desistiu de participar da cerimônia em Buritizeiro. A ausência de Aécio acabou dividindo a claque de políticos da região. Enquanto lideranças ligadas ao governo seguiram a comitiva presidencial do Aeroporto de Pirapora até Buritizeiro, os políticos alinhados ao tucano Aécio ficaram à espera de seu desembarque.No palanque mineiro, o governador que esteve ao lado de Lula e Dilma foi o da Bahia, Jacques Wagner (PT), que disputará a reeleição. Havia ainda o ex-ministro Ciro Gomes, pré-candidato do PSB à Presidência, e os ministros da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima - que pretende disputar o governo baiano pelo PMDB -, das Cidades, Márcio Fortes, e da Comunicação Social, Franklin Martins.Quebrando o protocolo definido pelo Planalto, depois do discurso em Buritizeiro, Lula resolveu visitar uma estação de tratamento de esgoto em Pirapora. Assessores da Presidência chegaram a ligar para o prefeito da cidade, mas ele avisou que estava no aeroporto à espera de Aécio. Disse ainda que a estação estava fechada e não fora preparada para receber o presidente.Lula, no entanto, fez questão de ir ao local. Acabou encontrando dois pescadores, que foram surpreendidos pela visita. O presidente conversou com eles e ainda passou alguns minutos fingindo que pescava às margens do São Francisco, ao lado de Dilma.TIMIDEZNa sequência do roteiro, em Barra (BA), a ministra mostrou, diante de cerca de 1,5 mil pessoas, certa timidez para uma candidata. Chamada por pessoas que se aglomeravam para ver Lula e comitiva, Dilma se aproximou. Tirou fotos, abraçou algumas delas, mas logo se afastou. Entre as pessoas que foram ver Lula e seus ministros havia quatro faixas de apoio à candidatura de Geddel e três pró-Wagner. Nenhuma que lembrasse Dilma. O fato de ser a candidata de Lula, porém, deverá ajudá-la. "Eu voto em quem o presidente pedir", proclamava Rita de Cássia Vieira dos Santos, de 39 anos, mãe de sete filhos, dependente dos R$ 80 que recebe do Bolsa-Família. "Posso morrer agora que vi o presidente Lula." Antônia Rocha da Silva, de 60 anos, também dizia que só faz o que Lula mandar. Julgando que o agradaria, vestiu uma camiseta do PT. "Antes não votava no PT, só no Lula. Agora, voto em qualquer candidato do partido. Minha candidata é a Dilma."Em Barra, Lula prometeu ficar vigilante, mesmo depois de deixar a Presidência, para impedir que seus sucessores paralisem as obras de transposição. Repetiu promessa semelhante feita em 1989 pelo então presidente José Sarney, ao inaugurar trecho da Ferrovia Norte-Sul. Só agora, dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a obra foi retomada.AVIÃONo esforço de promover a viagem de Lula e Dilma, o Planalto pôs um avião da FAB para levar 24 jornalistas aos canteiros das obras do São Francisco. A visita aos sertões de Minas, Bahia e Pernambuco é considerada "estratégica". Além de propagar a candidatura de Dilma, visa a divulgar uma obra vista pelo próprio Lula como principal marca de seu governo no Nordeste. O grupo transportado pela FAB inclui jornalistas do Le Monde, Der Spiegel, BBC, Rede Globo, Terra Magazine e Revista Piauí, entre outros. A reportagem do Estado viaja por conta própria. Os marqueteiros do governo recorreram à figura do presidente Juscelino Kubitschek (1956-1960) para dar um charme à caravana. Lula e Dilma pernoitariam ontem num canteiro das empreiteiras em Sertânia (PE). Assessores do governo passaram os últimos dias divulgando o fato de que o presidente repetiria um gesto de JK, que no fim dos anos 1950 dormia nos acampamentos da construção de Brasília.
Ivana Moreira, ENVIADA ESPECIAL, PIRAPORA
ESTADÃO
Ao levar ao Nordeste e sertão de Minas, principais redutos do "lulismo", a ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acabou admitindo, num ato falho, caráter eleitoral na visita às obras de transposição do Rio São Francisco. Num palanque montado na cidade de Buritizeiro (MG), repleto de políticos, Lula disse em discurso que sua ideia inicial não era participar de "comício" - uma atividade de campanha -, mas apenas cumprir um programa de inspeções. "No nosso projeto original de fazer essa viagem não estava previsto a gente fazer comício. Estava previsto fazer visitas às obras", disse Lula. Na prática, contudo, o empreendimento não tem recebido prioridade na destinação de recursos - apenas 3,68% do R$ 1,68 bilhão reservado em 2009 foram efetivamente pagos (veja reportagem nesta página).Ao mesmo tempo, o périplo presidencial foi marcado pela disputa entre governo e oposição. A agenda oficial em Minas excluiu da programação a visita a Pirapora, cidade administrada pelo oposicionista DEM, e manteve apenas o palanque em Buritizeiro, governada pelo PT. As duas cidades ficam em margens opostas do São Francisco.Depois que Pirapora foi tirada do roteiro, o governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), desistiu de participar da cerimônia em Buritizeiro. A ausência de Aécio acabou dividindo a claque de políticos da região. Enquanto lideranças ligadas ao governo seguiram a comitiva presidencial do Aeroporto de Pirapora até Buritizeiro, os políticos alinhados ao tucano Aécio ficaram à espera de seu desembarque.No palanque mineiro, o governador que esteve ao lado de Lula e Dilma foi o da Bahia, Jacques Wagner (PT), que disputará a reeleição. Havia ainda o ex-ministro Ciro Gomes, pré-candidato do PSB à Presidência, e os ministros da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima - que pretende disputar o governo baiano pelo PMDB -, das Cidades, Márcio Fortes, e da Comunicação Social, Franklin Martins.Quebrando o protocolo definido pelo Planalto, depois do discurso em Buritizeiro, Lula resolveu visitar uma estação de tratamento de esgoto em Pirapora. Assessores da Presidência chegaram a ligar para o prefeito da cidade, mas ele avisou que estava no aeroporto à espera de Aécio. Disse ainda que a estação estava fechada e não fora preparada para receber o presidente.Lula, no entanto, fez questão de ir ao local. Acabou encontrando dois pescadores, que foram surpreendidos pela visita. O presidente conversou com eles e ainda passou alguns minutos fingindo que pescava às margens do São Francisco, ao lado de Dilma.TIMIDEZNa sequência do roteiro, em Barra (BA), a ministra mostrou, diante de cerca de 1,5 mil pessoas, certa timidez para uma candidata. Chamada por pessoas que se aglomeravam para ver Lula e comitiva, Dilma se aproximou. Tirou fotos, abraçou algumas delas, mas logo se afastou. Entre as pessoas que foram ver Lula e seus ministros havia quatro faixas de apoio à candidatura de Geddel e três pró-Wagner. Nenhuma que lembrasse Dilma. O fato de ser a candidata de Lula, porém, deverá ajudá-la. "Eu voto em quem o presidente pedir", proclamava Rita de Cássia Vieira dos Santos, de 39 anos, mãe de sete filhos, dependente dos R$ 80 que recebe do Bolsa-Família. "Posso morrer agora que vi o presidente Lula." Antônia Rocha da Silva, de 60 anos, também dizia que só faz o que Lula mandar. Julgando que o agradaria, vestiu uma camiseta do PT. "Antes não votava no PT, só no Lula. Agora, voto em qualquer candidato do partido. Minha candidata é a Dilma."Em Barra, Lula prometeu ficar vigilante, mesmo depois de deixar a Presidência, para impedir que seus sucessores paralisem as obras de transposição. Repetiu promessa semelhante feita em 1989 pelo então presidente José Sarney, ao inaugurar trecho da Ferrovia Norte-Sul. Só agora, dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a obra foi retomada.AVIÃONo esforço de promover a viagem de Lula e Dilma, o Planalto pôs um avião da FAB para levar 24 jornalistas aos canteiros das obras do São Francisco. A visita aos sertões de Minas, Bahia e Pernambuco é considerada "estratégica". Além de propagar a candidatura de Dilma, visa a divulgar uma obra vista pelo próprio Lula como principal marca de seu governo no Nordeste. O grupo transportado pela FAB inclui jornalistas do Le Monde, Der Spiegel, BBC, Rede Globo, Terra Magazine e Revista Piauí, entre outros. A reportagem do Estado viaja por conta própria. Os marqueteiros do governo recorreram à figura do presidente Juscelino Kubitschek (1956-1960) para dar um charme à caravana. Lula e Dilma pernoitariam ontem num canteiro das empreiteiras em Sertânia (PE). Assessores do governo passaram os últimos dias divulgando o fato de que o presidente repetiria um gesto de JK, que no fim dos anos 1950 dormia nos acampamentos da construção de Brasília.
Ivana Moreira, ENVIADA ESPECIAL, PIRAPORA
ESTADÃO
Aviso aos dirigentes institucionais de segundo e terceiro escalão
As atividades no cargo deve ser impessoal e institucional. Quem usar o cargo para fazer política de grupos e perder tempo profissional praticando o boicote, a conspiração contra aliados e contra terceiros, por certo será alvo de confronto político e administrativo. Esta postura gera desestabilização institucional, ocasiona perda de tempo ao gestor e por certo terminará com muitas cabeças rolando. Estamos de olho. Em breve, caso esta situação perdure, passaremos a nominar e narrar os donos desta prática deletéria à administração.
Paulo amorim avança no ICS
Todos nós estamos carecas de saber que em uma eleição indireta, como a do ICS, o poder da ocupante do cargo de diretora, a professora Eleite, ganha boas possibilidades de constrangimento junto à congregação. Todos nós sabemos da simpatia que o reitor nutri pela candidatura Amorim, inclusive o reitor já comunicou esta disposição de ver Amorim diretor do ICS à própria Eliete. Nas últimas semanas Amorim e Nogueira avançaram sobre as preferências dos conselheiros. Amorim passou uma semana parado devido à uma forte gripe, mas já está de volta. A eleição ainda não está decidida e 4 votos ditarão quem será o vencedor. Para o bem da medicina e do ICS...Amorim e Nogueira diretor e vice.
BED aprontará em breve ao governo Ana
É esperar para ver. O bloco de esquerda democrático, formado por uma federação de pequenas tendências do PT-Pará aprontará uma à governadora do Pará, com repercussões nacional. Eles são unânimes em acusar a direção do PT em evitar as discussões com as bases partidárias em torno da tática eleitoral para 2010. É ver para crer.
Suely deve ser jogada aos leões
Como Suely, a exemplo de Edilza e Charles, mostrou-se altiva e não abriu mão de sua candidatura a deputada, deve ser a próxima vítima do PMM do B. É esperar para ver.
SEDURB deve ir para o PMDB
Em breve o PMDB deverá conquistar mais uma secretaria de estado...a SEDURB. Suely sairá candidata a deputado estadual sem máquina de governo. O candidato preferencial da DS (diga-se PMM do B) é o secretário de Cultura Edilson Moura. O critério para ser abençoado pelo PMM do B é a humilhação, o ajoelho e o beijo na mão. Algo um pouco pior do que o stalinismo. Quem diverge...rua.
Quem ganha o PED-PT Belém?
Segundo analistas bem informados três nomes disputam, de fato, o processo de eleições diretas do PT-Belém: Suely Oliveira, obviamente porque é a candidatura apoiads pela governadora, Adalberto Aguiar (Paulo Rocha) e Apolônio Brasileiro (ganzer e Zé Geraldo). Existem seis candidaturas que disputarão a cabeça do diretório municipal do PT-Belém.
Quem deve passar ao segndo turno é Suely e Adalberto. Mas Apolônio pode surpreender. No segundo turno Suely deve ser goleada. A possível derrota de Suely deve-se ao isolamento do grupo da governadora (DS) dentro do PT.
Quem deve passar ao segndo turno é Suely e Adalberto. Mas Apolônio pode surpreender. No segundo turno Suely deve ser goleada. A possível derrota de Suely deve-se ao isolamento do grupo da governadora (DS) dentro do PT.
Ricardo Berzoini diz que PT e PMDB fecharam acordo para 2010
"Os peemedebistas podem, publicamente, assumir que são vice da gente", afirmou o presidente petista
BRASÍLIA - Se o PMDB depender de qualquer sinalização do PT para embarcar na campanha da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência da República pode ficar tranquilo e já pode começar a trabalhar os nomes para compor a chapa com a indicação à vice-presidência. O atual presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP), mantém contato permanente com os peemedebistas e afirmou que a aliança já está fechada com 80% do partido.
"Essa é uma aliança estratégica não só politicamente, mas para governar o País. Já falei com o PMDB. Os peemedebistas podem, publicamente, assumir que são vice da gente", disse Berzoini.
Para consolidar essa união, no entanto, os peemedebistas correm contra o tempo. Até novembro, o partido realiza convenções regionais para eleger os novos diretórios e serão justamente essas pessoas que decidirão, na convenção nacional do partido em junho de 2010, que rumo o PMDB tomará nas eleições presidencial. A cúpula do PMDB está afinada com a cúpula, petista mas há resistências regionais.
O Rio Grande do Norte é um exemplo. O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e ex-presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), disse que essa aliança entre petistas e peemedebistas ainda está por ser decidida. Ele condiciona as definições das alianças estaduais como pré-requisito para se começar a conversar a respeito de aliança nacional.
"Se colocarmos a situação nacional de imediato até que poderemos obter o consenso, mas ficaremos devendo uma solução nos estados, que tenha o mesmo êxito", afirmou Garibaldi Alves.
O peemedebista acrescentou que não vê problemas em se fechar uma aliança nacional com o PT, entretanto tem dúvidas se este seria o melhor momento de o PMDB discutir um nome para a vice-presidência numa futura campanha presidencial. "O problema é que com relação ao estado [Rio Grande do Norte] há algumas divergências e a partir do momento em que se antecipar essa discussão pode-se gerar problemas no partido."
Na semana passada, outros peemedebistas reclamaram desta "pressa" da cúpula do PMDB de fecha uma aliança nacional com o PT para 2010. Os senadores Pedro Simon (RS) e Geraldo Mesquita Júnior (AC) discursaram em plenário condenando a iniciativa da cúpula partidária de amarrar um acordo com o presidente Lula e o PT sem consultar as bases do partido.
O vice-líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), no entanto, é um dos articuladores da futura aliança que garante a indicação da vice-presidência numa eventual campanha de Dilma Rousseff. Para ele, o assunto já foi debatido o bastante no partido, e a hora de fechar o acordo é agora.
"Quem está falando contra [o acordo do PMDB com o PT] que dispute na convenção [nacional de 2010]", disse o parlamentar Eduardo Cunha. Ele destacou que a maior parte dos dirigentes estaduais de hoje são favoráveis à aliança com o PT. Entretanto, esse quadro pode não ser o mesmo a partir de novembro, quando o PMDB terá definido os novos representantes dos diretórios estaduais que decidirão, em junho de 2010, o rumo do partido na sucessão presidencial.
Agência Brasil
BRASÍLIA - Se o PMDB depender de qualquer sinalização do PT para embarcar na campanha da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência da República pode ficar tranquilo e já pode começar a trabalhar os nomes para compor a chapa com a indicação à vice-presidência. O atual presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP), mantém contato permanente com os peemedebistas e afirmou que a aliança já está fechada com 80% do partido.
"Essa é uma aliança estratégica não só politicamente, mas para governar o País. Já falei com o PMDB. Os peemedebistas podem, publicamente, assumir que são vice da gente", disse Berzoini.
Para consolidar essa união, no entanto, os peemedebistas correm contra o tempo. Até novembro, o partido realiza convenções regionais para eleger os novos diretórios e serão justamente essas pessoas que decidirão, na convenção nacional do partido em junho de 2010, que rumo o PMDB tomará nas eleições presidencial. A cúpula do PMDB está afinada com a cúpula, petista mas há resistências regionais.
O Rio Grande do Norte é um exemplo. O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e ex-presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), disse que essa aliança entre petistas e peemedebistas ainda está por ser decidida. Ele condiciona as definições das alianças estaduais como pré-requisito para se começar a conversar a respeito de aliança nacional.
"Se colocarmos a situação nacional de imediato até que poderemos obter o consenso, mas ficaremos devendo uma solução nos estados, que tenha o mesmo êxito", afirmou Garibaldi Alves.
O peemedebista acrescentou que não vê problemas em se fechar uma aliança nacional com o PT, entretanto tem dúvidas se este seria o melhor momento de o PMDB discutir um nome para a vice-presidência numa futura campanha presidencial. "O problema é que com relação ao estado [Rio Grande do Norte] há algumas divergências e a partir do momento em que se antecipar essa discussão pode-se gerar problemas no partido."
Na semana passada, outros peemedebistas reclamaram desta "pressa" da cúpula do PMDB de fecha uma aliança nacional com o PT para 2010. Os senadores Pedro Simon (RS) e Geraldo Mesquita Júnior (AC) discursaram em plenário condenando a iniciativa da cúpula partidária de amarrar um acordo com o presidente Lula e o PT sem consultar as bases do partido.
O vice-líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), no entanto, é um dos articuladores da futura aliança que garante a indicação da vice-presidência numa eventual campanha de Dilma Rousseff. Para ele, o assunto já foi debatido o bastante no partido, e a hora de fechar o acordo é agora.
"Quem está falando contra [o acordo do PMDB com o PT] que dispute na convenção [nacional de 2010]", disse o parlamentar Eduardo Cunha. Ele destacou que a maior parte dos dirigentes estaduais de hoje são favoráveis à aliança com o PT. Entretanto, esse quadro pode não ser o mesmo a partir de novembro, quando o PMDB terá definido os novos representantes dos diretórios estaduais que decidirão, em junho de 2010, o rumo do partido na sucessão presidencial.
Agência Brasil
ICB aprova regras para eleições de novembro
A congregação do ICB aprovou na última quinta feira (08-10) as regras que nortearão as eleições para a escolha do próximo diretor. As eleições serão diretas obedecendo os critérios da lei (onde o corpo docente terá peso de 70%). Com as regras aprovadas Júlio Pieczarka e Ricardo Ishak partem para a conquista de votos.
PMDB negocia pesado a sucessão de 2010 com Ana
O PMDB sabe que será força decisiva num eventual segundo turno em 2010. Por isso vem sinalizando que lançará candidatura própria no primeiro turno. Com esta tática o PMDB também sinaliza que poderá optar por um eventual apoio a um candidato tucano no segundo turno de 2010. Esta tática tem deixado Ana sem dormir. Creio que o PMDB nos próximos meses deverá ganhar mais espaços e orçamentos no governo estadual e federal.
19-10 encerram as inscrições ao mestrado em política da UFPA
Lembro aos servidores e estudantes que no dia 19 de outubro encerram as inscrições ao mestrado em Ciência Política da UFPA. Serão ofertadas 15 vagas, 5 a mais do que na seleção de 2009.
Ana Júlia e a Santa
Acho que o governo exagerou na tentativa de faturar em cima do Círio. Uma mensagem da governadora à família paraense no período de comemoração da santinha...tudo bem, agora passar o dia todo falando do Círio casado com a Sé ...foi um exagero. Parece coisa de quem não tem obra, o que não é obviamente o caso.
Negociações avançaram 60% em Honduras
RIO - Fontes ligadas às negociações que serão retomadas nesta terça-feira em Honduras disseram ao jornal local El Heraldo que 60% das questões colocadas em discussão entre representantes do presidente deposto, Manuel Zelaya, e do golpista, Roberto Micheletti, já estariam resolvidas. No entanto, a principal delas, a possível volta de Zelaya ao poder, continua sendo o ponto crucial de divergência. Ainda segundo o jornal, o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, estaria planejando uma nova viagem a Honduras para este fim de semana.
– Avançamos em 60% da pauta – afirmou Vilma Morales, representante do presidente golpista, Roberto Micheletti.
– Concordo plenamente – afirmou Mayra Mejia, que representa o líder deposto, Manuel Zelaya, nas negociações.
Outro representante de Zelaya, Juan Barahona iniciou um movimento de boicote às eleições marcadas para 29 de novembro, caso o presidente deposto não reassuma o cargo até o próximo dia 15, prazo estipulado pelo próprio Zelaya.
– Se Zelaya não for restituído ao poder, não haverá eleições, não permitiremos ao políticos que cheguem aos nossos bairros para fazer campanha – afirmou Barahona.
Entre as questões já resolvidas estaria a formação de um governo de unidade e reconciliação nacional, que seria fiscalizado por uma comissão formada por representantes da OEA. Em outro ponto acordado, Honduras também restabeleceria relações diplomáticas normais com todos os países e seria esquecida qualquer tentativa de reforma constitucional ou convocação de Assembleia Nacional Constituinte.
Candidato ameaça desistir
Candidato independente à Presidência, Carlos Heyes diz que não participará mais das eleições se Zelaya não voltar ao poder. Heyes, que é partidário de Zelaya, também disse desconfiar das negociações em andamento no país, assim como já havia afirmado o próprio presidente deposto.
Durante entrevista a um programa de televisão, Heyes também fez críticas ao empresariado local que, segundo ele, “se comporta como se não houvesse um golpe de Estado”. Heyes disse ainda que a postura dos empresários contribui para um possível fracasso das negociações.
O presidente golpista, Roberto Micheletti, continua desafiando a pressão mundial para restabelecer no cargo seu antigo aliado e acabar com as restrições à imprensa. Apesar das advertências dos Estados Unidos, da União Europeia e de governos latino-americanos.
– Não temos medo dos EUA nem do Departamento de Estado, nem do Brasil, nem do México, mas temos medo de Zelaya – disse Micheletti a chanceleres e diplomatas que visitaram Honduras na semana passada.
Em meio às críticas da Anistia Internacional sobre abusos de direitos humanos, o governo golpista não cumpriu com a promessa de retirar as restrições aos protestos que eclodem nas ruas.
Jornal do Brasil
– Avançamos em 60% da pauta – afirmou Vilma Morales, representante do presidente golpista, Roberto Micheletti.
– Concordo plenamente – afirmou Mayra Mejia, que representa o líder deposto, Manuel Zelaya, nas negociações.
Outro representante de Zelaya, Juan Barahona iniciou um movimento de boicote às eleições marcadas para 29 de novembro, caso o presidente deposto não reassuma o cargo até o próximo dia 15, prazo estipulado pelo próprio Zelaya.
– Se Zelaya não for restituído ao poder, não haverá eleições, não permitiremos ao políticos que cheguem aos nossos bairros para fazer campanha – afirmou Barahona.
Entre as questões já resolvidas estaria a formação de um governo de unidade e reconciliação nacional, que seria fiscalizado por uma comissão formada por representantes da OEA. Em outro ponto acordado, Honduras também restabeleceria relações diplomáticas normais com todos os países e seria esquecida qualquer tentativa de reforma constitucional ou convocação de Assembleia Nacional Constituinte.
Candidato ameaça desistir
Candidato independente à Presidência, Carlos Heyes diz que não participará mais das eleições se Zelaya não voltar ao poder. Heyes, que é partidário de Zelaya, também disse desconfiar das negociações em andamento no país, assim como já havia afirmado o próprio presidente deposto.
Durante entrevista a um programa de televisão, Heyes também fez críticas ao empresariado local que, segundo ele, “se comporta como se não houvesse um golpe de Estado”. Heyes disse ainda que a postura dos empresários contribui para um possível fracasso das negociações.
O presidente golpista, Roberto Micheletti, continua desafiando a pressão mundial para restabelecer no cargo seu antigo aliado e acabar com as restrições à imprensa. Apesar das advertências dos Estados Unidos, da União Europeia e de governos latino-americanos.
– Não temos medo dos EUA nem do Departamento de Estado, nem do Brasil, nem do México, mas temos medo de Zelaya – disse Micheletti a chanceleres e diplomatas que visitaram Honduras na semana passada.
Em meio às críticas da Anistia Internacional sobre abusos de direitos humanos, o governo golpista não cumpriu com a promessa de retirar as restrições aos protestos que eclodem nas ruas.
Jornal do Brasil
Lula refaz a caravana com Dilma
BRASÍLIA - Quinze anos depois de promover a Caravana da Cidadania que começou no Vale do São Francisco e na qual se apresentou como timoneiro de um barco rumo à campanha presidencial (que seria vitoriosa oito anos mais tarde), o agora presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva refaz parte do trajeto levando a bordo – de barca, carro e helicópteros – a candidata escolhida para a sua sucessão, Dilma Rousseff.
Desta vez, apesar das diferenças – são apenas três dias e a visita é oficial, para vistoriar obras da transposição do Rio São Francisco – não é surpresa para base e oposição que a rota cruze com o mapa político traçado pelo chefe da nação. Ao passo que cobra andamento das atividades – que poderão beneficiar 12 milhões de pessoas – Lula quer fazer Dilma conhecida da população. Fará até discurso para operários numa das etapas, com a aliada a tiracolo, na viagem que começa amanhã e vai até sexta-feira.
A investida divide o Congresso e promete esquentar o debate político esta semana. Enquanto a base governista ensaia a defesa apontando roteiro institucional, porque Dilma é a “mãe do PAC”, a oposição já escalou olheiros para acompanhar, mesmo de longe, passo a passo da dupla, a fim de denunciar ao Tribunal Superior Eleitoral qualquer passo em falso que conote campanha antecipada.
– Há duas semanas a ministra Dilma está com uma agenda puramente eleitoreira atrelada a máquina do governo – acusa o deputado Antônio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA) – Até agora a oposição não conseguiu colocar um freio nisso. Precisamos ser mais enérgicos.
Líder do PSDB na Câmara, o deputado José Aníbal (SP) afirma que a oposição tem feito o que pode e impetrado diversas ações na Justiça para impedir que a máquina seja usada na pré-campanha da candidata. O problema, para ele, está na lentidão da Justiça Eleitoral e na mídia, que tem dado uma cobertura de candidata à Dilma.
– As grandes obras do governo no Nordeste estão quase todas paradas, inclusive obras da transposição do São Francisco – critica o líder. – É uma coisa escandalosa. Dilma vai ao Pará participar de procissão (Círio de Nazaré) enquanto deveria ir ao estado fazer com que as obras do PAC andem.
Defesa
Para a base governista, a oposição está sem discurso e as críticas mostram desespero. Líder do PT na Câmara, o deputado Cândido Vaccarezza (SP) diz que a presença da ministra é absolutamente normal, já que ela é coordenadora do PAC. E defendeu: não há nenhuma obra da transposição parada.
– Às vezes você não consegue cumprir a risca os calendários das grandes obras. Você está à frente em alguns momentos e atrás em outros – explica o parlamentar – Mas uma coisa é fato. O Brasil nunca esteve tão bem economicamente e esse desenvolvimento não caiu do céu. É fruto de muito trabalho. A oposição ainda há de se desculpar pelo que fez enquanto governou o país.
Na opinião do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), a companhia constante de Dilma nas viagens de Lula passa a impressão de que ela é a primeira-ministra de um sistema “que nem parlamentarista é”.
– É como se ela fosse responsável por todas as obras e não houvesse outros ministros – lamenta o senador.
Para o tucano, a atitude de Lula de “antecipar desnecessariamente” o processo eleitoral está estimulando governadores e prefeitos a usarem a máquina pública a serviço de projetos eleitorais. Tudo isso com o aval oficial da Justiça eleitoral. Dias, no entanto, afirmou que os advogados do PSDB “estão de olho no desenrolar da viagem pelo São Francisco para verificar se não haverá abusos que possam resultar em nova representação da oposição na Justiça”.
Apesar de achar que a oposição está cumprindo seu papel, a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) afirma que a presença de Dilma nada tem a ver com campanha presidencial e sim com a responsabilidade que a ministra tem com as obras do governo Lula que ela coordena com “determinação e força”. A visita, de acordo com Serys, será fundamental para ver o que é preciso fazer para acabar com eventuais paralisações de obras determinadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
O senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que defende a presença de Dilma na viagem, “uma vez que ela é responsável pelos investimentos na obra”, espera que o presidente Lula aproveite para conversar com o bispo Luis Flávio Cappio, que já fez duas greves de fome, em 2005 e 2007, contra a transposição do rio.
– Ouvi dizer que o bispo foi aconselhado a não estar presente quando o presidente passar – afirma Suplicy. – Acho um erro ele não estar lá. E Lula deveria procurá-lo mesmo que seja para ouvir um ponto de vista divergente.
Luciana Abade, Jornal do Brasil
Desta vez, apesar das diferenças – são apenas três dias e a visita é oficial, para vistoriar obras da transposição do Rio São Francisco – não é surpresa para base e oposição que a rota cruze com o mapa político traçado pelo chefe da nação. Ao passo que cobra andamento das atividades – que poderão beneficiar 12 milhões de pessoas – Lula quer fazer Dilma conhecida da população. Fará até discurso para operários numa das etapas, com a aliada a tiracolo, na viagem que começa amanhã e vai até sexta-feira.
A investida divide o Congresso e promete esquentar o debate político esta semana. Enquanto a base governista ensaia a defesa apontando roteiro institucional, porque Dilma é a “mãe do PAC”, a oposição já escalou olheiros para acompanhar, mesmo de longe, passo a passo da dupla, a fim de denunciar ao Tribunal Superior Eleitoral qualquer passo em falso que conote campanha antecipada.
– Há duas semanas a ministra Dilma está com uma agenda puramente eleitoreira atrelada a máquina do governo – acusa o deputado Antônio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA) – Até agora a oposição não conseguiu colocar um freio nisso. Precisamos ser mais enérgicos.
Líder do PSDB na Câmara, o deputado José Aníbal (SP) afirma que a oposição tem feito o que pode e impetrado diversas ações na Justiça para impedir que a máquina seja usada na pré-campanha da candidata. O problema, para ele, está na lentidão da Justiça Eleitoral e na mídia, que tem dado uma cobertura de candidata à Dilma.
– As grandes obras do governo no Nordeste estão quase todas paradas, inclusive obras da transposição do São Francisco – critica o líder. – É uma coisa escandalosa. Dilma vai ao Pará participar de procissão (Círio de Nazaré) enquanto deveria ir ao estado fazer com que as obras do PAC andem.
Defesa
Para a base governista, a oposição está sem discurso e as críticas mostram desespero. Líder do PT na Câmara, o deputado Cândido Vaccarezza (SP) diz que a presença da ministra é absolutamente normal, já que ela é coordenadora do PAC. E defendeu: não há nenhuma obra da transposição parada.
– Às vezes você não consegue cumprir a risca os calendários das grandes obras. Você está à frente em alguns momentos e atrás em outros – explica o parlamentar – Mas uma coisa é fato. O Brasil nunca esteve tão bem economicamente e esse desenvolvimento não caiu do céu. É fruto de muito trabalho. A oposição ainda há de se desculpar pelo que fez enquanto governou o país.
Na opinião do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), a companhia constante de Dilma nas viagens de Lula passa a impressão de que ela é a primeira-ministra de um sistema “que nem parlamentarista é”.
– É como se ela fosse responsável por todas as obras e não houvesse outros ministros – lamenta o senador.
Para o tucano, a atitude de Lula de “antecipar desnecessariamente” o processo eleitoral está estimulando governadores e prefeitos a usarem a máquina pública a serviço de projetos eleitorais. Tudo isso com o aval oficial da Justiça eleitoral. Dias, no entanto, afirmou que os advogados do PSDB “estão de olho no desenrolar da viagem pelo São Francisco para verificar se não haverá abusos que possam resultar em nova representação da oposição na Justiça”.
Apesar de achar que a oposição está cumprindo seu papel, a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) afirma que a presença de Dilma nada tem a ver com campanha presidencial e sim com a responsabilidade que a ministra tem com as obras do governo Lula que ela coordena com “determinação e força”. A visita, de acordo com Serys, será fundamental para ver o que é preciso fazer para acabar com eventuais paralisações de obras determinadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
O senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que defende a presença de Dilma na viagem, “uma vez que ela é responsável pelos investimentos na obra”, espera que o presidente Lula aproveite para conversar com o bispo Luis Flávio Cappio, que já fez duas greves de fome, em 2005 e 2007, contra a transposição do rio.
– Ouvi dizer que o bispo foi aconselhado a não estar presente quando o presidente passar – afirma Suplicy. – Acho um erro ele não estar lá. E Lula deveria procurá-lo mesmo que seja para ouvir um ponto de vista divergente.
Luciana Abade, Jornal do Brasil
A família precisa fornecer noções básicas de civilidade”
Entrevista: Professor Joe Garcia, doutor em Educação e especialista em indisciplina
A falta de limites na sala de aula é o foco das pesquisas do doutor em Educação e especialista em indisciplina Joe Garcia há mais de uma década. O professor do Mestrado em Educação da Universidade Tuiuti do Paraná fala sobre o tema:
ZH – Quais são as causas da indisciplina?
Joe Garcia – Há causas externas e internas à escola. Entre as externas, três se destacam. A primeira é a violência social. Num mundo cada vez mais violento, as pessoas vão ficando menos solidárias. Isso está sendo observado nas escolas e tem muito a ver com a indisciplina. Outra causa externa é a influência da mídia, que está mexendo na visão de mundo e no estilo de vida dos jovens. Para os professores, é difícil lidar com toda essa variedade de expressões culturais. A terceira causa é o ambiente familiar. Estudos mostram que a participação da família no processo educacional é fundamental. Ela não precisa fazer o trabalho da escola, mas tem de assumir o papel de torcida organizada e dar noções básicas de civilidade.
ZH – E quais são as causas internas da indisciplina nas escolas?
Garcia – A primeira delas é a qualidade do currículo. Se a escola tem um currículo desatualizado, fica difícil para professores e alunos. Muitos jovens usam a indisciplina para comunicar aos professores que as práticas pedagógicas são ruins. Um dos grandes desafios da escola moderna é conseguir ser desafiadora. Às vezes, as aulas são menos desafiadoras do que um jogo de videogame.
ZH – O que os pais podem fazer para frear a indisciplina?
Garcia – Até certo ponto, a culpabilização da família é verdadeira. O que vemos hoje são adultos com a agenda lotada e com o dia basicamente caótico. Nós, pais, precisamos desenvolver maior interesse pela vida escolar dos nossos filhos. Precisamos estar mais presentes. É importante de vez em quando folhear os livros deles para valorizar os estudos e ir com eles a livrarias para mostrar que o conhecimento é algo interessante. São coisas simples e que não custam tão caro.
Zero Hora
A falta de limites na sala de aula é o foco das pesquisas do doutor em Educação e especialista em indisciplina Joe Garcia há mais de uma década. O professor do Mestrado em Educação da Universidade Tuiuti do Paraná fala sobre o tema:
ZH – Quais são as causas da indisciplina?
Joe Garcia – Há causas externas e internas à escola. Entre as externas, três se destacam. A primeira é a violência social. Num mundo cada vez mais violento, as pessoas vão ficando menos solidárias. Isso está sendo observado nas escolas e tem muito a ver com a indisciplina. Outra causa externa é a influência da mídia, que está mexendo na visão de mundo e no estilo de vida dos jovens. Para os professores, é difícil lidar com toda essa variedade de expressões culturais. A terceira causa é o ambiente familiar. Estudos mostram que a participação da família no processo educacional é fundamental. Ela não precisa fazer o trabalho da escola, mas tem de assumir o papel de torcida organizada e dar noções básicas de civilidade.
ZH – E quais são as causas internas da indisciplina nas escolas?
Garcia – A primeira delas é a qualidade do currículo. Se a escola tem um currículo desatualizado, fica difícil para professores e alunos. Muitos jovens usam a indisciplina para comunicar aos professores que as práticas pedagógicas são ruins. Um dos grandes desafios da escola moderna é conseguir ser desafiadora. Às vezes, as aulas são menos desafiadoras do que um jogo de videogame.
ZH – O que os pais podem fazer para frear a indisciplina?
Garcia – Até certo ponto, a culpabilização da família é verdadeira. O que vemos hoje são adultos com a agenda lotada e com o dia basicamente caótico. Nós, pais, precisamos desenvolver maior interesse pela vida escolar dos nossos filhos. Precisamos estar mais presentes. É importante de vez em quando folhear os livros deles para valorizar os estudos e ir com eles a livrarias para mostrar que o conhecimento é algo interessante. São coisas simples e que não custam tão caro.
Zero Hora
E a Santinha comandou 2 milhões pelas ruas de Belém
A Santinha do Pará comandou ontem (11-10) uma gigantesca manifestação em defesa da paz e do amor. A concentração de energia positiva deixou um rastro de lágrimas pelas ruas da cidade.
Ananindeua: o imobilismo das autoridades em relação aos interesses públicos
Digamos que eu sou um pesquisador interessado no tema da cidadania. Tenho até trabalho a este respeito. Atualmente estou tendo uma experiência absolutamente negativa em relação ao funcionamento das instituições públicas que mediam conflito na sociedade civil. No dia 19 de setembro, dois vizinhos de minha residência na Cidade Nova (Ananindeua) resolveram cercar uma passarela de uso público. Claro, o objetivo de meus vizinhos é aumentar a área construida de suas casas. O que por sí só já revela uma cultura cívica predatória.
No momento em que começava as obras irregulares, eu estava viajando e minha esposa foi imediatamente na delegacia informar do ocorrido à autoridade policial. O delegado informou que nada podia fazer e sugeriu que Martha fôsse à secretaria de saneamento. A Sesan de Ananin informou que só em 90 dias poderia fazer alguma coisa. Então por sugestão de um amigo delegado, muito famoso no estado, Martha foi à DIOE ( Delegacia de operações Especiais) que também media conflitos entre cidadãos.
Até hoje nada. Em certa medida esta não atuação dos aparelhos estatais na mediação de conflito explica o porque 80% dos homicídios de Belém não decorre de latrocínio, mas é resultado de diversas modalidades de violência, inclusive o acerto de contas entre vizinhos, devido inexistir uma eficácia da atuação do Estado (esfera municipal) na mediação dos conflitos cotidianos.
Agora vamos ao Ministério Público. Caso o Ministério Público silencie, vamos à corregedoria do MP. Por certo ao final deste episódio tenho material empírico para fazer um artigo científico sobre a ineficácia do aparelho de Estado na mediação dos conflitos cotidianos.
No momento em que começava as obras irregulares, eu estava viajando e minha esposa foi imediatamente na delegacia informar do ocorrido à autoridade policial. O delegado informou que nada podia fazer e sugeriu que Martha fôsse à secretaria de saneamento. A Sesan de Ananin informou que só em 90 dias poderia fazer alguma coisa. Então por sugestão de um amigo delegado, muito famoso no estado, Martha foi à DIOE ( Delegacia de operações Especiais) que também media conflitos entre cidadãos.
Até hoje nada. Em certa medida esta não atuação dos aparelhos estatais na mediação de conflito explica o porque 80% dos homicídios de Belém não decorre de latrocínio, mas é resultado de diversas modalidades de violência, inclusive o acerto de contas entre vizinhos, devido inexistir uma eficácia da atuação do Estado (esfera municipal) na mediação dos conflitos cotidianos.
Agora vamos ao Ministério Público. Caso o Ministério Público silencie, vamos à corregedoria do MP. Por certo ao final deste episódio tenho material empírico para fazer um artigo científico sobre a ineficácia do aparelho de Estado na mediação dos conflitos cotidianos.
IFCH e a rejeição de João Márcio
O atual vice diretor do IFCH João Márcio detém de fato grande rejeição de muitas lideranças que envolvem muitos outros cursos deste instituto. Outro dia insinuei a possibilidade de fazer uma composição com J.Márcio e quase sou devorado pelo meus interlocutores. No IFCH teremos pelo menos duas chapas concorrendo.
Sai pra lá olho gordo
É impressionante o número de postagens que eu veto contra os novos gestores devido ao teor ferino de baixaria e olho gordo. Sai pra lé satanás.
19-10: ICS elege indiretamente Diretor
No dia 19 de outubro o ICS elegerá indiretamente o novo diretor. A atual diretora que não teria nenhuma chance em eleição direta, porque representa o retrato do que é hoje o curso de medicina, agora está toda animada. As informações que disponho indicam que esta senhora perderá este jogo mesmo no contexto de eleição indireta. A congregação do ICS é maior do que ambições pessoais de gente que ainda não tomou simancol. è a disputa do imobilismo atual contra uma proposta alternativa representada por Amorim e Nogueira.
Coreia do Norte dispara cinco mísseis e proíbe navegação
SEUL - A Coreia do Norte disparou cinco mísseis de curto alcance na sua costa leste e proibiu a navegação na zona entre os dias 10 e 20 de outubro, disse nesta segunda-feira uma fonte governamental à agência sul-coreana de notícias Yonhap.
As autoridades sul-coreanas ainda não se manifestaram formalmente.
Os últimos lançamentos de mísseis da Coreia do Norte ocorreram há cerca de três meses. O regime comunista diz estar preparado para retomar as negociações multilaterais sobre o seu programa nuclear, mas insiste que antes ocorra um diálogo direto com os Estados Unidos.
Não ficou claro se se trataram de exercícios militares de rotina, mas eles coincidem com relatos de que os Estados Unidos poderiam enviar seu porta-aviões USS George Washington para o porto sul-coreano de Busan na terça-feira.
O recluso regime norte-coreano tem centenas de mísseis de curto alcance, com capacidade de atingir a capital sul-coreana, Seul, e sua ampla região metropolitana, onde vivem 25 milhões de pessoas.
Em maio, a Coreia do Norte testou uma arma nuclear e vários mísseis balísticos, atraindo sanções internacionais. Analistas dizem que Pyongyang, em situação econômica desesperada, faz essas manobras para conseguir negociar termos mais benéficos em suas negociações com o exterior.
Uma resolução da ONU proíbe a Coreia do Norte de disparar mísseis balísticos, mas não há acordos internacionais que impeçam o país de testar mísseis de curto alcance.
Jack Kim e Yoo Choonsik, REUTERS
As autoridades sul-coreanas ainda não se manifestaram formalmente.
Os últimos lançamentos de mísseis da Coreia do Norte ocorreram há cerca de três meses. O regime comunista diz estar preparado para retomar as negociações multilaterais sobre o seu programa nuclear, mas insiste que antes ocorra um diálogo direto com os Estados Unidos.
Não ficou claro se se trataram de exercícios militares de rotina, mas eles coincidem com relatos de que os Estados Unidos poderiam enviar seu porta-aviões USS George Washington para o porto sul-coreano de Busan na terça-feira.
O recluso regime norte-coreano tem centenas de mísseis de curto alcance, com capacidade de atingir a capital sul-coreana, Seul, e sua ampla região metropolitana, onde vivem 25 milhões de pessoas.
Em maio, a Coreia do Norte testou uma arma nuclear e vários mísseis balísticos, atraindo sanções internacionais. Analistas dizem que Pyongyang, em situação econômica desesperada, faz essas manobras para conseguir negociar termos mais benéficos em suas negociações com o exterior.
Uma resolução da ONU proíbe a Coreia do Norte de disparar mísseis balísticos, mas não há acordos internacionais que impeçam o país de testar mísseis de curto alcance.
Jack Kim e Yoo Choonsik, REUTERS
Efeito Maria Luiza: PT do Amapá sob alta pressão
Segundo notícias das hostes petistas do Amapá o clima por lá está fervendo. É que a disputa pelo controle do partido está a mil por hora. O prefeito de Santana que disputa a direção da leganda com a deputada federal Dalva está usando a máquina municipal para alterar a dinâmica da disputa estadual com base em novas filiações partidárias, para a disputa do PED 2009. Em toda a história do PT amapaense o partido detinha 4.000 filiados. Em pouco tempo o prefeito de Santana mandou filiar 10.000 novas pessoas. Resultado, o impasse está criado no PT amapaense.
Este filme nós já vimos antes dentro do próprio PT. Em 1985 a então prefeita eleita Maria luiza Fontenele tentou fazer esta mesma tática em Fortaleza para controlar a sucessão municipal. O encontro municipal desencadeou confronto físico entre as tendências e ao final da confusão Maria luiza e seu grupo foram expulsos do PT.
Este filme nós já vimos antes dentro do próprio PT. Em 1985 a então prefeita eleita Maria luiza Fontenele tentou fazer esta mesma tática em Fortaleza para controlar a sucessão municipal. O encontro municipal desencadeou confronto físico entre as tendências e ao final da confusão Maria luiza e seu grupo foram expulsos do PT.
Obama e o Nobel: A paz tenta cooptar os EUA
A explicação da eleição do presidente dos EUA como Nobel da Paz só se explica como uma tentativa da comunidade iniernacional, que luta pela paz, em cooptar o governo Obama para a agenda da paz no mundo e muito especialmente no oriente médio. Esta conclusão é lógica: Obama tem 9 mêses de governo e até agora seu governo, em relação à paz, se resume à boa intenção e à oratória.
Miséria diminui no Brasil e aumenta no Rio
RIO - A taxa de evolução da pobreza do Rio de Janeiro aumentou 89,11% nos últimos três mandatos municipais. O índice carioca foi o que mais cresceu no país, segundo estudo do Centro de Políticas Sociais (CPS) da Fundação Getúlio Vargas, que usou como linha de pobreza o cálculo internacional, de US$ 1 por dia. O índice, que era de 3,50% entre 1997 e 1999, saltou para 6,61%. No mesmo período, houve queda no país (de 7,76% para 4,80%) e nas 27 capitais pesquisadas: de 4,66% para 4,14%. O resultado coloca a agora também cidade olímpica – e também uma das sedes da Copa do Mundo de 2014 – na berlinda para reagir nos indicadores sócio-econômicos nos próximos anos. Na mesma pesquisa, usando como base o parâmetro de Classe E da FGV – segmento dos que ganham menos de R$ 137 por mês - a cidade fluminense também não melhora muito: ocupa a 16ª posição entre as 27 capitais estaduais.
A pesquisa “Performance social das 27 capitais federais entre mandatos de prefeitos” analisou três períodos, de acordo com microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad/IBGE): de 1997 a 1999 – no ano 2000 não foi realizada Pnad; de 2001 a 2004; e 2005 a 2008.
– O Rio hoje é mais desigual do que o Brasil. Durante os três últimos mandatos de prefeitos, tivemos a maior queda. Qualquer quesito, do comércio inclusive, mostra que o Rio está descendo a ladeira nos últimos 10 anos. A Olimpíada representa uma oportunidade, um horizonte e um objetivo para a gente – afirma o economista responsável pela pesquisa, Marcelo Neri, da FGV. – Tivemos um efeito de 2007, quando a renda média do estado caiu 5,8% para 2008.
Para Luiz Mário Banken, coordenador do Fórum Municipal do Orçamento, os índices negativos, principalmente com relação à pobreza se deve à “orientação política dos governos Cesar Maia e Luiz Paulo Conde, favoráveis ao aumento da desigualdade”.
– Os gastos favoreceram a concentração de renda. Os gastos com o (estádio) Engenhão, no Pan, foram dinheiro público que só favoreceram o Botafogo e as empreiteiras. É dinheiro da população destinado a poucas pessoas. O mesmo vale para os gastos na urbanização da Vila Pan-Americana e na Cidade da Música – criticou.
O estudo aponta outro desempenho negativo carioca: enquanto o país teve queda de 16% na proporção de renda per capita nula, no período estudado, a cidade aumentou em mais de 100% o número de trabalhadores sem rendimento, atingindo 6,42% e liderando o ranking de 27 capitais.
Procurado por e-mail pelo Jornal do Brasil, Cesar Maia não respondeu até o fechamento desta edição.
Raphael Zarko, Jornal do Brasil
A pesquisa “Performance social das 27 capitais federais entre mandatos de prefeitos” analisou três períodos, de acordo com microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad/IBGE): de 1997 a 1999 – no ano 2000 não foi realizada Pnad; de 2001 a 2004; e 2005 a 2008.
– O Rio hoje é mais desigual do que o Brasil. Durante os três últimos mandatos de prefeitos, tivemos a maior queda. Qualquer quesito, do comércio inclusive, mostra que o Rio está descendo a ladeira nos últimos 10 anos. A Olimpíada representa uma oportunidade, um horizonte e um objetivo para a gente – afirma o economista responsável pela pesquisa, Marcelo Neri, da FGV. – Tivemos um efeito de 2007, quando a renda média do estado caiu 5,8% para 2008.
Para Luiz Mário Banken, coordenador do Fórum Municipal do Orçamento, os índices negativos, principalmente com relação à pobreza se deve à “orientação política dos governos Cesar Maia e Luiz Paulo Conde, favoráveis ao aumento da desigualdade”.
– Os gastos favoreceram a concentração de renda. Os gastos com o (estádio) Engenhão, no Pan, foram dinheiro público que só favoreceram o Botafogo e as empreiteiras. É dinheiro da população destinado a poucas pessoas. O mesmo vale para os gastos na urbanização da Vila Pan-Americana e na Cidade da Música – criticou.
O estudo aponta outro desempenho negativo carioca: enquanto o país teve queda de 16% na proporção de renda per capita nula, no período estudado, a cidade aumentou em mais de 100% o número de trabalhadores sem rendimento, atingindo 6,42% e liderando o ranking de 27 capitais.
Procurado por e-mail pelo Jornal do Brasil, Cesar Maia não respondeu até o fechamento desta edição.
Raphael Zarko, Jornal do Brasil
Dilma deve deixar governo em fevereiro, diz Ricardo Berzoini
BRASÍLIA - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, deve se afastar do governo em fevereiro para cuidar da campanha da sucessão presidencial, cerca de um mês antes do limite determinado em lei, disse à Reuters o presidente nacional do PT.
O anúncio será feito durante a realização do quarto congresso do partido, segundo afirmou o deputado Ricardo Berzoini (SP).
- Homologada como candidata no último dia do congresso do PT, ela deve se afastar - contou o parlamentar.
O evento, realizado entre os dias 18 e 21 de fevereiro em Brasília, vai formalizar a candidatura de Dilma à Presidência da República. A política de alianças e a discussão do programa de governo também serão foco do encontro.
Dilma é peça-chave nas atividades do Executivo. É ela quem coordena o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o marco regulatório do pré-sal e o projeto social Minha Casa Minha Vida.
Na avaliação de aliados, ela precisa dedicar-se às articulações eleitorais e apresentar-se oficialmente como candidata antes do início de abril, data para a desincompatibilização. São seis meses antes da eleição, marcada para 3 de outubro.
A ministra está seguindo à risca o conselho de assumir um papel mais político junto a partidos. Passou a conversar pessoalmente com legendas da base e tornou-se mais protagonista de sua própria campanha.
- Nossa decisão é que ela, de fato, assuma essa interlocução pessoalmente - acrescentou Berzoini.
A disposição de emergir rendeu resultados. Em um ato inédito, Dilma ofereceu um jantar em sua residência em Brasília à cúpula do PDT na última terça-feira. O objetivo é atrair a legenda à sua coligação.
No encontro, relataram fontes sob condição de anonimato, teria se queixado do carimbo de gerente do governo, argumentando que o adjetivo muitas vezes embute a noção pejorativa de que não tem habilidade para tratar de política.
Dilma Rousseff já teve encontros com a cúpula de outros partidos, como a do PSC, e inclusive com a do PMDB, crucial para suas expectativas em 2010.
Em uma ou duas semanas, o PMDB deve oficializar a intenção de seguir junto com o PT ano que vem, o que lhe renderia a vaga de vice na chapa nacional. Nos próximos dias, ela deve reunir-se com o PCdoB.
A ministra não teve boa performance nas recentes pesquisas de intenção de votos. Em alguns cenários, corre o risco de ser ultrapassada pelo deputado Ciro Gomes (PSB-CE), também pré-candidato à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
REUTERS
O anúncio será feito durante a realização do quarto congresso do partido, segundo afirmou o deputado Ricardo Berzoini (SP).
- Homologada como candidata no último dia do congresso do PT, ela deve se afastar - contou o parlamentar.
O evento, realizado entre os dias 18 e 21 de fevereiro em Brasília, vai formalizar a candidatura de Dilma à Presidência da República. A política de alianças e a discussão do programa de governo também serão foco do encontro.
Dilma é peça-chave nas atividades do Executivo. É ela quem coordena o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o marco regulatório do pré-sal e o projeto social Minha Casa Minha Vida.
Na avaliação de aliados, ela precisa dedicar-se às articulações eleitorais e apresentar-se oficialmente como candidata antes do início de abril, data para a desincompatibilização. São seis meses antes da eleição, marcada para 3 de outubro.
A ministra está seguindo à risca o conselho de assumir um papel mais político junto a partidos. Passou a conversar pessoalmente com legendas da base e tornou-se mais protagonista de sua própria campanha.
- Nossa decisão é que ela, de fato, assuma essa interlocução pessoalmente - acrescentou Berzoini.
A disposição de emergir rendeu resultados. Em um ato inédito, Dilma ofereceu um jantar em sua residência em Brasília à cúpula do PDT na última terça-feira. O objetivo é atrair a legenda à sua coligação.
No encontro, relataram fontes sob condição de anonimato, teria se queixado do carimbo de gerente do governo, argumentando que o adjetivo muitas vezes embute a noção pejorativa de que não tem habilidade para tratar de política.
Dilma Rousseff já teve encontros com a cúpula de outros partidos, como a do PSC, e inclusive com a do PMDB, crucial para suas expectativas em 2010.
Em uma ou duas semanas, o PMDB deve oficializar a intenção de seguir junto com o PT ano que vem, o que lhe renderia a vaga de vice na chapa nacional. Nos próximos dias, ela deve reunir-se com o PCdoB.
A ministra não teve boa performance nas recentes pesquisas de intenção de votos. Em alguns cenários, corre o risco de ser ultrapassada pelo deputado Ciro Gomes (PSB-CE), também pré-candidato à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
REUTERS
Sobe para 17 o número de mortos em atentado em Cabul
CABUL - Subiu para 17 o número de mortos no atentado desta quinta-feira em frente à embaixada da Índia no Centro de Cabul, a capital afegã. Mais de 80 pessoas ficaram feridas. Os mortos eram 15 civis e dois policiais, segundo as autoridades.
O atentado foi reivindicado pelos rebeldes talibãs. O presidente afegão, Hamid Karzai, condenou o ataque.
REUTERS
O atentado foi reivindicado pelos rebeldes talibãs. O presidente afegão, Hamid Karzai, condenou o ataque.
REUTERS
Presidência estadual do PSDB: Flexa pode ficar mais 01 ano
De uma só canetada o presidente nacional do PSDB Sérgio Guerra teria prorrogado o mandato dos atuais presidentes estaduais da legenda por mais um ano. Como dia 25 de outubro será anunciado o nome do candidato tucano ao governo do Pará, provavelmente as aspirações de Zenaldo à frente do PSDB paraense deverão ser adiado. Zenaldo está azedo devido o acordo em que assumiria a direção do partido, agora, não está sendo cumprido. Os tucanos candidatos a deputado federal temem que Zenaldo, à frente do partido, em ano eleitoral possa vir a se beneficiar em detrimento de outros candidatos.
2010: Jáder na encruzilhada
Segundo gente da entourage de Jáder, este, está numa enorme incerteza: Barbalho saberia que para onde o PMDB tombar (PT ou PSDB) o barco vira. Acontece que a variável decisiva na opção política estaria na disputa da eleição presidencial. Caso Dilma se viabilize eleitoralmente, então o PMDB do Pará fechará com o PT. Mas caso Serra se mostre imbatível, até maio de 2010, então o PMDB marchará com o PSDB no Pará. Política é isso aí: não existe amizade e coerência: o que existe mesmo é o interesse.
Pioneiro de fato "tentado".
Nos dias que antecederam o final do prazo para a troca de legenda, PTB e o PR convidaram insistentemente o deputado Pioneiro para sair do PSDB e se filiar em um dos dois partidos. A idéia era transformar Pioneiro em vice de Ana. Pioneiro só não pensou na proposta porque o patrocinador da idéia seria o Dudu. E Pioneiro não teria muita credibilidade no prefeito de Belém.
Retaliação pessoal não.
Este blog não será usado para retaliação pessoal e nem para o exercício de vendetta. Quer fazer baixaria? escreve assina e manda para outro blog. Aquí, não.
Quatro universidades federais e 12 estaduais remarcam vestibulares
BRASÍLIA - Pelo menos 23 instituições, inclusive particulares, decidiram adiar ou adiantar seus vestibulares para que eles não coincidam com a nova data escolhida pelo Ministério da Educação (MEC) para realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As provas foram remarcadas para os dias 5 e 6 dezembro porque o exame previsto para os dias 3 e 4 de outubro vazou e teve que ser cancelado.
De acordo com balanço divulgado pelo MEC, a Universidade Estadual de Londrina (UEL), que tinha vestibular marcado para o mesmo dia, pretende fazer sua prova em horário diferente ao do Enem.
Já nas Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), onde os vestibulares também coincidem com o Enem, os reitores se manifestaram a favor de um adiamento de seus processos seletivos, mas levarão a decisão para os seus conselhos universitários. A Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) não decidiu se adiará seus exames. Os institutos federais que também tinham provas marcadas para a mesma data do Enem já alteraram seus calendários. Cerca de 4,1 milhões de estudantes estão inscritos para participar do Enem.
Confira as instituições que já mudaram o calendário e as novas datas de seus vestibulares:
Federais
Universidade de Brasília (UnB): 12 e 13 de dezembro (provas do Programa de Avaliação Seriada)
Universidade Federal do Ceará (UFC): 13 e 14 de dezembro
Universidade Federal de Sergipe (UFS): ainda não definiu a nova data
Universidade Federal de Uberlândia (UFU): ainda não definiu a nova data
Estaduais
Universidade Estadual do Amazonas (UEA): 7 e 8 de dezembro
Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG): 20 de dezembro
Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS): 13 de dezembro
Universidade Estadual da Bahia (Uneb): 20 e 21 de dezembro
Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj): 13 de dezembro
Universidade Estadual do Maranhão (Uema): 20 de dezembro
Universidade Estadual do Amapá (UEAP): 13 de dezembro
Universidade Estadual do Pará (UEPA): 13 de dezembro
Universidade Estadual de Goiás (UEG): 13 de dezembro
Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste): 13 de dezembro
Faculdade Tecnológica de São Paulo (Fatec): 13 de dezembro
Universidade Estadual Paulista (Unesp): sem data definida
Institutos Federais
Instituto Federal Sul-Rio-Grandense: 22 de novembro
Instituto Federal do Sul de Minas Gerais: 12 e 13 de dezembro
Instituto Federal do Norte de Minas Gerais: 20 de dezembro
Instituto Federal de Pernambuco: 13 de dezembro
Instituto Federal do Sertão Pernambucano: 13 e 14 de dezembro
Militares:
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EAGS): sem data definida
Particulares:
Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP): sem data definida.
Agência Brasil
De acordo com balanço divulgado pelo MEC, a Universidade Estadual de Londrina (UEL), que tinha vestibular marcado para o mesmo dia, pretende fazer sua prova em horário diferente ao do Enem.
Já nas Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), onde os vestibulares também coincidem com o Enem, os reitores se manifestaram a favor de um adiamento de seus processos seletivos, mas levarão a decisão para os seus conselhos universitários. A Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) não decidiu se adiará seus exames. Os institutos federais que também tinham provas marcadas para a mesma data do Enem já alteraram seus calendários. Cerca de 4,1 milhões de estudantes estão inscritos para participar do Enem.
Confira as instituições que já mudaram o calendário e as novas datas de seus vestibulares:
Federais
Universidade de Brasília (UnB): 12 e 13 de dezembro (provas do Programa de Avaliação Seriada)
Universidade Federal do Ceará (UFC): 13 e 14 de dezembro
Universidade Federal de Sergipe (UFS): ainda não definiu a nova data
Universidade Federal de Uberlândia (UFU): ainda não definiu a nova data
Estaduais
Universidade Estadual do Amazonas (UEA): 7 e 8 de dezembro
Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG): 20 de dezembro
Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS): 13 de dezembro
Universidade Estadual da Bahia (Uneb): 20 e 21 de dezembro
Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj): 13 de dezembro
Universidade Estadual do Maranhão (Uema): 20 de dezembro
Universidade Estadual do Amapá (UEAP): 13 de dezembro
Universidade Estadual do Pará (UEPA): 13 de dezembro
Universidade Estadual de Goiás (UEG): 13 de dezembro
Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste): 13 de dezembro
Faculdade Tecnológica de São Paulo (Fatec): 13 de dezembro
Universidade Estadual Paulista (Unesp): sem data definida
Institutos Federais
Instituto Federal Sul-Rio-Grandense: 22 de novembro
Instituto Federal do Sul de Minas Gerais: 12 e 13 de dezembro
Instituto Federal do Norte de Minas Gerais: 20 de dezembro
Instituto Federal de Pernambuco: 13 de dezembro
Instituto Federal do Sertão Pernambucano: 13 e 14 de dezembro
Militares:
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EAGS): sem data definida
Particulares:
Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP): sem data definida.
Agência Brasil
Câmara cria comissão para evitar "desvios" em obras do Rio 2016
BRASÍLIA - Foi aprovada nesta quarta-feira, na Câmara dos Deputados, a criação de uma comissão que vai fiscalizar todas as ações referentes à preparação do Rio de Janeiro para Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.
De acordo com a deputada Solange Amaral (DEM-RJ), que deverá coordenar o grupo, a idéia de se fazer esta comissão é acompanhar passo a passo todos os projetos à medida em que o orçamento for sendo liberado e garantir que as obras deixem um legado à cidade.
"Nós vamos acompanhar todos os orçamentos liberados, verificar a qualidade das obras para evitar desvios e garantir legados", disse. Segundo a deputada, a comissão terá como foco principal a questão do transporte e do meio ambiente.
"As obras de transporte terão que integrar as regiões menos ricas da cidade e facilitar a vida de pessoas que moram na zona oeste da cidade. Além disso, as obras têm que respeitar o aspecto do ecologicamente correto", afirmou.
De acordo com Solange Amaral, a comissão deverá ser instalada nas próximas semanas.
Marina Mello, Portal Terra
De acordo com a deputada Solange Amaral (DEM-RJ), que deverá coordenar o grupo, a idéia de se fazer esta comissão é acompanhar passo a passo todos os projetos à medida em que o orçamento for sendo liberado e garantir que as obras deixem um legado à cidade.
"Nós vamos acompanhar todos os orçamentos liberados, verificar a qualidade das obras para evitar desvios e garantir legados", disse. Segundo a deputada, a comissão terá como foco principal a questão do transporte e do meio ambiente.
"As obras de transporte terão que integrar as regiões menos ricas da cidade e facilitar a vida de pessoas que moram na zona oeste da cidade. Além disso, as obras têm que respeitar o aspecto do ecologicamente correto", afirmou.
De acordo com Solange Amaral, a comissão deverá ser instalada nas próximas semanas.
Marina Mello, Portal Terra
ICB: Pieczarka e Ishak em confronto
O ICB está frente à duas alternativas bem claras: Pieczarka e Ishak. Ishak já foi diretor e quer mais uma vez governar o CB. Júlio representa a nova safra de pesquisadores que querem dar sua parcela de contribuição à gestão do ICB. A comunidade do ICB tem dois candidatos com excelente currículos, a pergunta que não quer calar: qual dos dois é mais aberto ao diálogo, mais democrático e mais horizontal?
Usina de asfalto: trabalhadores e a comida estragada
A prefeitura de Ananindeua não tem fiscalizado com denodo os seus prestadores de serviços. Segundo fontes bem esclarecidas, um doublé de empresário que é filho de um ex-deputado federal fornece alimentos aos trabalhadores que operam a usina de asfalto desta cidade. O ponto negativo é que a comida seria de péssima conservação e tem feito mal até aos cachorros.
Tribuna do Pará: Dudu dá o troco
Circula semanalmente na região metropolitana, a preço "de grátis" o jornal Tribuna do Pará, cuja principal função é detonar a administração Helder de Ananindeua. É o troco que Dudu estaria dando à família Barbalho, que nos últimos tempos tem utilizado o jornal O Diário do Pará para detona-lo politicamente.
Atenção Ministério Público: Trashcartelporky em Ananin
Segundo informações um grupo de 4 vereadores de Ananin acaba de "ganhar" a "concorrência do lixo em Ananindeua. Este grupo teria desbancado a empresa Visatec que prestava estes serviços nesta cidade. Segundo piada de corredores este ato está desencadeando um odor chamado " O lixo podre do cartel dos Edis".
Ananindeua: Bandeira de campanha invadida
Segundo fontes bem informadas da política de Ananindeua o estádio da cidade, que foi forte bandeira de campanha do então candidato Helder está invadido pelos sem teto. A prefeitura teria recebido R$1.500.000,00 (hum milhão e meio de reais) do Ministério dos Esportes e só teria, às vésperas das eleições de 2008 lançado a pedra fundamental da construção. Com a palavra o TCU.
O governo Ana e as trapalhadas do PMM do B
1- Como kamicazes bombardearam a base parlamentar do governo ao não cumprirem ao longo dos primeiros 24 meses os acordos em torno de espaços políticos e emendas parlamentares com a base aliada. Hoje ninguém da base aliada acredita nos acordos firmados pelo PMM do B.
2- Não instituíram como rotina reuniões do conselho de governo (geralmente formado pelos presidentes dos partidos da base aliada) e muito menos o conselho partidário a ser formado pelas lideranças petistas.
3- Trucidaram com notáveis lideranças da DS que tiveram papel importante na campanha de Ana, como Charles e Edilza.
4- Tiveram um péssimo desempenho na coordenação estratégica da política de comunicação.
5- Mantiveram-se impermeáveis à influência da base partidária em relação às diretrizes e operacionalização de governo
6- Esvaziaram o Planejamento Territorial Participativo
7- Por falta de coordenação política deram tratamento secundário às crises permanentes na educação e saúde, desfigurando duas políticas públicas que sempre foram marcas das gestões petistas. Ou seja, lotearam estas duas secretárias por indicações partidárias, que acabaram por se transformar em praças de guerra com vetos e contra vetos, no contexto das guerras intestinas. O resultado, foi a completa ineficácia e paralisia na implementação de suas mais elementares tarefas, como as reformas nas escolas e o gerenciamento coordenado dos diretores de escolas.
Após este tipo de suicídio político que vem sendo perpetrado pelo PMM do B, fica mais difícil a tarefa de reeleger Ana governadora.
2- Não instituíram como rotina reuniões do conselho de governo (geralmente formado pelos presidentes dos partidos da base aliada) e muito menos o conselho partidário a ser formado pelas lideranças petistas.
3- Trucidaram com notáveis lideranças da DS que tiveram papel importante na campanha de Ana, como Charles e Edilza.
4- Tiveram um péssimo desempenho na coordenação estratégica da política de comunicação.
5- Mantiveram-se impermeáveis à influência da base partidária em relação às diretrizes e operacionalização de governo
6- Esvaziaram o Planejamento Territorial Participativo
7- Por falta de coordenação política deram tratamento secundário às crises permanentes na educação e saúde, desfigurando duas políticas públicas que sempre foram marcas das gestões petistas. Ou seja, lotearam estas duas secretárias por indicações partidárias, que acabaram por se transformar em praças de guerra com vetos e contra vetos, no contexto das guerras intestinas. O resultado, foi a completa ineficácia e paralisia na implementação de suas mais elementares tarefas, como as reformas nas escolas e o gerenciamento coordenado dos diretores de escolas.
Após este tipo de suicídio político que vem sendo perpetrado pelo PMM do B, fica mais difícil a tarefa de reeleger Ana governadora.
Sucessão de Lula: candidatura única da situação
A estratégia central da pré-candidata Dilma Roussef para se viabilizar eleitoralmente na luta pelo planalto é a construção de uma candidatura única da situação. Nesta condição será possível transformar o debate sucessório de 2010 num plebiscito em torno do projeto político representado pelo presidente Lula.
Como Ciro Gomes, depois das últimas pesquisas de intenção de voto, vem se animando para a disputa presidencial, Dilma e o palácio devem estar mobilizados para transformar Ciro em candidato ao governo de São Paulo. Esta possibilidade tem deixado os petistas graduados de São Paulo arrepiados. Martha Suplicy já deu sua estocada no PSB, partido de Ciro.
Serra até o momento vem demonstrando grande desempenho nas pesquisas. O grande inimigo da oposição são os resultados de gestão objetivo que Lula vem apresentando. Vamos ter uma luta de titãs em 2010 no Brasil. Será a alternativa que reforça a ação do Estado e do Social contra a alternativa que reforça a ação do mercado e do liberal na disputa presidencial brasileira.
Como Ciro Gomes, depois das últimas pesquisas de intenção de voto, vem se animando para a disputa presidencial, Dilma e o palácio devem estar mobilizados para transformar Ciro em candidato ao governo de São Paulo. Esta possibilidade tem deixado os petistas graduados de São Paulo arrepiados. Martha Suplicy já deu sua estocada no PSB, partido de Ciro.
Serra até o momento vem demonstrando grande desempenho nas pesquisas. O grande inimigo da oposição são os resultados de gestão objetivo que Lula vem apresentando. Vamos ter uma luta de titãs em 2010 no Brasil. Será a alternativa que reforça a ação do Estado e do Social contra a alternativa que reforça a ação do mercado e do liberal na disputa presidencial brasileira.
Inscrição ao mestrado de Política encerra dia 19-10
No dia 19-10 encerram as inscrições ao mestrado em ciência política da UFPA. Neste ano serão ofertadas 15 vagas. A seleção será composta das seguintes fases: prova escrita, análise curricular, proficiência em inglês e entrevista individual. A partir deste ano teremos a introdução da modalidade de aluno especial.
CAS ampliada- UFPA se reúne em Santarém
A administração superior juntamente com os coordenadores de campi avançados reuniram-se terça feira em Santarém. Esta é a primeira de uma série de reuniões que deverão ocorrer nos campi do interior. É a administração superior querendo demonstrar que a UFPA é do Pará. O próximo passo seria fazer uma administração itinerante.
UFOPA aguarda sanção presidencial
A Universidade do oeste do Pará acaba de receber aprovação no Senado. Agora segue para sanção presidencial. Foi preciso um operário metalúrgico assumir a presidência da república para que o Pará ganhasse uma universidade federal no interior. Estão de parabéns a UFPA, Santarém e o povo do oeste do Pará.