Blog do Edir Veiga. Este Blog é um espaço de informação sintética sobre fatos políticos Nacional e estadual e sobre a vida da comunidade da UFPA. Quem quiser acompanhar ensaios, artigos, debates políticos e acadêmicos deve acessar: http//bilhetimdeanalises.blogspot.com
ICS: debate pega fogo
O clima começa a esquentar no ICS. Tudo isso devido as eleições que se aproxima. O número de postagens relacionadas à temática é crescente.
O que é a DS no Pará
DS surgiu no Pará a partir do episódio da CPI da Biopirataria. Naquele momento a então senadora Ana Júlia precisava de uma cobertura nacional dentro do PT e a DS, pela sua ideologia no PT e pelo seu peso política, foi a organização interna ao PT escolhida para a entrada da então senadora Ana Júlia.
Com a chegada de Ana Júlia ao governo a DS do Pará inflou. Muitas facções, hoje fazem parte da DS: o pessoal advindos da OCDP , hoje PMM. O pessoal advindo do MCR/Força Socialista- Suely Oliveira, Charles. O pessoal advindo do PRC/Tendência Marxista- Edilza, Humbertinho. E mutos militantes independentes do PT, e a maioria hoje da base da DS: néo-petistas que aderiram à DS em troca de DAS.
Na verdade, eu que conviví quase 6 anos com a DS nacional via CUT( corrente Cut pela Base) posso afirmar que este comportamento da DS no Pará em nada se parece com o comportamento da DS nacional. Dentro da CUT e do PT a DS Nacional sempre se comportou como aglutinadora de seu campo político, e nunca seviciou seu parceitos de grupo, como ocorre hoje no Pará. Diria que no Pará a DS é um grande guarda chuva que abriga gregos e troianos. Hoje o PMM faz os expurgos e só sobrará a OCDP (PMM) e seus subservientes. Quem viver, verá. Ana Júlia é dirigida pelo PMM.
Com a chegada de Ana Júlia ao governo a DS do Pará inflou. Muitas facções, hoje fazem parte da DS: o pessoal advindos da OCDP , hoje PMM. O pessoal advindo do MCR/Força Socialista- Suely Oliveira, Charles. O pessoal advindo do PRC/Tendência Marxista- Edilza, Humbertinho. E mutos militantes independentes do PT, e a maioria hoje da base da DS: néo-petistas que aderiram à DS em troca de DAS.
Na verdade, eu que conviví quase 6 anos com a DS nacional via CUT( corrente Cut pela Base) posso afirmar que este comportamento da DS no Pará em nada se parece com o comportamento da DS nacional. Dentro da CUT e do PT a DS Nacional sempre se comportou como aglutinadora de seu campo político, e nunca seviciou seu parceitos de grupo, como ocorre hoje no Pará. Diria que no Pará a DS é um grande guarda chuva que abriga gregos e troianos. Hoje o PMM faz os expurgos e só sobrará a OCDP (PMM) e seus subservientes. Quem viver, verá. Ana Júlia é dirigida pelo PMM.
Expurgo na DS: PMM em ação
O PMM mostra quem manda na DS: é a máquina de governo. Não existe debate, não existe tolerância e nem diferença. Divergiu...Rua. A DS se comporta como partido dentro do partido. A facção que tem o controle da máquina, controla os militantes e liquida os adversários. Daqui a pouco toda a DS se resumirá aos amigos e subservientes do PMM.
DS já prepara expurgo de Edilza, Charles e Humbertino
A GT estadual da DS ( Democracia Socialista) corrente interna ao PT aprovou em sua reunião estadual uma comissão de ética para julgar a rebeldia de Edilza Fontes, Humberto Lopes e Charles Alcântara. Parece que a sentença já está dado: "expulsão" dos três recalcitrantes. Parece os famosos Julgamentos de Moscou patrocinado por Josef Djugativile Stalin. Eta...Democracia Socialista.
Nomeação de Maneschy: João Cláudio Arroyo abriu as portas nacionais com Dulce
Foi o prof. MSc João Cláudio Arroyo, ex-Chefe do Gabinete da Governadora quem introduziu o nome de Carlos Maneschy nos ciclos Ministeriais do governo Lula. Além de Dulce, Arroyo aproximou o Ministro Tarso Genro do nome de Carlos Maneschy. Enfim era importante dá este depoimento para ficar registrado na história. Maneschy ganhou na UFPA, mas foi preciso agir preventivamente para evitar a possível ação golpista contra a democracia na UFPA. Maneschy tem ampla chance de usar esta articulação para potencializar a cpacidade orçamentária da uFPA no próximo quadriênio.
Nomeação de Maneschy: Ministro Luis Dulce conduziu a articulação pró-Maneschy no Palácio
Foi Luis Dulce, Ministro Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República que fez as macro articulações no Palácio para evitar qualquer ação golpista contra o reitor eleito. Tive a oportunidade de participar de reunião em São Paulo, juntamente com o ex-chefe de gabinete da governadora João Cláudio Arroyo e o reitor eleito de uma reunião de articulação com o Ministro Dulce. O Ministro Dulce inclusive telefonou pessoal a Arroyo dando conta das articulações.
Nomeação de Maneschy: Ministros da cota pessoal de Lula saudaram Maneschy na posse
Luis Dulce, Patrus Ananias, Guido Mantega, Dilma Roussef mandaram saudação por escrito à posse do Reitor Carlos Maneschy. Foi a primeira vez que este fato ocorreu em uma posse de reitor na UFPA. Estre fato mostra o nível de articulação política do novo reitor.
Medicina precisa de choque acadêmico e de gestão
Uma medida que seria bem vista pela sociedade paraense visando criar condições de tirar a medicina da prostação acadêmica:
1- Nomeação de uma comissão especializada, ligada diretamente ao gabinete do Reitor com as seguintes atribuições:
a) Fazer um diagnóstico acadêmico e administrativo do curso
b) Verificar a situação individual de cada professor por troncos de disciplinas.
c) Verificar a situação do corpo técnico-dminsitrativo
d) Diagnisticar asituaçãode infra-estrutura física e material de cada laboratório e ou local de ensino teórico-prático.
e) Contratar uma consultoria especializado em modernização curricular do ensino médico à luz das exigências do perfil médico exigido pelo MEC.
f) Estes estudos ajudariam no trabalho, a ser executado pelas lideranças médicas, na reformulação curricular de todo o curso.
g) transferência do curso de graduação em medicina para o campus.
h) transformação do prédio histórico da generalização em um espaço para a pós-graduação em saúde.
i) Transformação do Bettina em hospital realmente escola, com a construção de novas áreas físicas e a ampliação do corpo docente e funcional.
Esta é apenas uma idéia inicial. Mas creio que a medicina deve receber um choque de prioridades, para que o curso não corra o risco de fechar, ou ser obrigado a diminuir o número de vagas.
1- Nomeação de uma comissão especializada, ligada diretamente ao gabinete do Reitor com as seguintes atribuições:
a) Fazer um diagnóstico acadêmico e administrativo do curso
b) Verificar a situação individual de cada professor por troncos de disciplinas.
c) Verificar a situação do corpo técnico-dminsitrativo
d) Diagnisticar asituaçãode infra-estrutura física e material de cada laboratório e ou local de ensino teórico-prático.
e) Contratar uma consultoria especializado em modernização curricular do ensino médico à luz das exigências do perfil médico exigido pelo MEC.
f) Estes estudos ajudariam no trabalho, a ser executado pelas lideranças médicas, na reformulação curricular de todo o curso.
g) transferência do curso de graduação em medicina para o campus.
h) transformação do prédio histórico da generalização em um espaço para a pós-graduação em saúde.
i) Transformação do Bettina em hospital realmente escola, com a construção de novas áreas físicas e a ampliação do corpo docente e funcional.
Esta é apenas uma idéia inicial. Mas creio que a medicina deve receber um choque de prioridades, para que o curso não corra o risco de fechar, ou ser obrigado a diminuir o número de vagas.
PMM: Puty quer ser prefeito
Segundo fontes credenciadas petistas, se depender do PMM o PT já tem candidato a prefeito de Belém para 2012, é Puty, o Chefe da Casa Civil do governo do estado. Vejamos qual é a equação: Ana se reelegeria, Puty seria eleito deputado federal e Puty seria o candidato do PT a prefeito em 2012. Só falta combinar com o campo majoritário do PT.
Obs, PMM significa Puty, Maurílio e Marcílio o trio canibal da DS e do PT. OU seja, quem não reza na cartilha é detonado. Lembrem-se de Charles, Edilza e de Suely.
Obs, PMM significa Puty, Maurílio e Marcílio o trio canibal da DS e do PT. OU seja, quem não reza na cartilha é detonado. Lembrem-se de Charles, Edilza e de Suely.
UFPA: todo cargo de chefia tem uma dimensão central de relações políticas
Qualquer cargo de confiança executivo: Diretor de hospitais, Siac, Gráfica, Pró-Reitorias, têm dimensões políticas. Esta dimensão política deve-se ao fato de que esta pessoa responde diretamente à comunidade devido à delegação do reitor. Ora, na UFPA a eleição do dirigente é direta, logo existe uma relação de compromisso programática e de comportamento construtivo na gestão. O que é comportamento construtivo? deve-se entender como uma prática que alie competência técnica-gerencial com habilidades políticas. Só para dar um exemplo, nestes 24 anos de eleições para reitor assistí dirigentes convidados para cargos, que se apropriaram destas funções e deram maior trabalho ao reitor, devido à incompetência política. Passados seus anos no cargo o reitor herdou uma comunidade que viria a repudia-lo politicamente, de forma permanente, na instituição. O exemplo mais visível deste fato foi no HUJBB. Ou seja, o gestor dava respostas técnicas e produtivas, mas politicamente era um taylorista empedernido e queimou o filme político do reitor. A equação é simples: deve-se aliar nos cargos executivos a competência técnica gerencial com a indispensável habilidade política. Quem é recompensado politicamente ou paga o pato, numa democracia competitiva, é o sempre a lidertança maior, na UFPA é o reitor quem herda os resquícios de uma gestão incompetente politicamente Estamos de olho.
Ex reitoria: amigo da onça
No dia primeiro de julho aconteceu uma reunião de planejamento em Brasília de todas as universidade federais brasileiras. Em pauta as principais demandas para 2009. A UFPA participou, mas a administração que saia não se dignou a convidar nenhum membro da nova equipe que assumiria a partir do dia seguinte (02-07). Não se sabe o que este representante da UFPA apresentou nesta reunião. Isto é pouco ou muito sectarismo e espírito de retaliação contra a democracia na UFPA? Em breve detalharemos esta informação.
Proplan vai horizontalizar diagnóstico institucional
O novo Pró-Reitor de Planejamento Erick Pedreira deverá horizontar o diagnóstico institucional da UFPA. Esta iniciativa visa dar o ponta pé inicial rumo a construção de uma proposta inicial visando subsidiar o PDI 2010-2020. De acordo com o prof. Erick, todo o trabalho de construção de macrocenários estadual, regional, nacional e internacional, combinado com um diagnóstico oriundo dós próprios Institututos e Faculdades em correlação com a participação da sociedade civil organizada conformarão o tripé de um planejamento acadêmico de frente para a sociedade e que deverão subsidiar os rumos da UFPA para a próxima década.
Diretor do Bettina dá sua versão
Prof.Murilo Morhy disse...
Meu caro amigo Edyr:Respeitosamente,vejo-me na obrigação de um retorno ao vosso Blog.
A composição dos postos chaves teve alguns critérios: Para a Divisão Administrativa e Finaceira foi convidado o Manoel do ICS - Contador e apoiador da campanha do Prof.Maneschy.A necessidade de ser um Contador e ser da UFPA é uma determinação da Controladoria Geral da União,para poder ter acesso ao SIAFI e poder assinar Prestação de conta perante o TCU.
Na Divisão Acadêmica foi convidada a Professora Laélia também do ICS,com vasta experiência nessa função,pois foi Coordenadora acadêmica do curso de Medicina com êxito,e nas metas do Reitor está uma aproximação maior com ensino da Graduação,pois o Hospital além de ser Assistencial é também universitário.
]Na Divisão Assitencial a função ainda está aberta.Vários convites a Professores da UFPA foram feitos,mas o tempo não permitia a eles.A própria coordenadora atual Dra.Marilda foi convidada a ficar de forma temporária até o substituto. A Dra.Roselis foi lembrada pela sua experiência na área técnica por vários anos no HUJBB.No entanto,após a dispensa dela,a direção do HUJBB voltou a atrás e preferiu ficar com os serviços profissionais dela pela competência,não liberando-a, apesar do empenho do Prof.Paulo Amorim em liberá-la para o Bettina,junto ao Barros Barreto. Desta forma, a função está aberta,e aceitamos sugestões.Um forte abraçoProf.Murilo Morhy
8/7/09 5:43 PM
Caro Prof. Murilo Morhy
No Hospital Bettina tivemos um dos locais onde as disputas foram das mais difíceis nas eleições para reitor. Foram "os debaixo" que garantiram a vitória de Maneschy no Bettina". É justo que na composição dos espaços administrativos do hospítal deve-se buscar compatibilizar capacidade técnica-administrativa com os nomes de pessoas que deram sangue pela vitória de Maneschy. Caro Morhy não esqueça o que houve no HUJBB nas eleições para reitor de 2005. Alex galvanizou apoio das lideranças daquele hospital prometendo mudanças nas estruturas e nomes de poder daquele hospital e não cumpriu o acordo. Nestas eleições o corpo técnicos respondeu com não votos à candidata de Alex. Cuidado para não criar um sentimento de frustração no Bettina. Se os maiores nomes do Bettina forem escanteado quem pagará a fatura daqui ha 4 anos será o reitor. Assim é a democracia, quem ajuda na formulação do projeto e o transforma em viável, quer ajudar na execução. Relações políticas não são relações entre amigos, mas entre atores políticos e acadêmicos. Ninguém é ingênuo da UFPA.
Meu caro amigo Edyr:Respeitosamente,vejo-me na obrigação de um retorno ao vosso Blog.
A composição dos postos chaves teve alguns critérios: Para a Divisão Administrativa e Finaceira foi convidado o Manoel do ICS - Contador e apoiador da campanha do Prof.Maneschy.A necessidade de ser um Contador e ser da UFPA é uma determinação da Controladoria Geral da União,para poder ter acesso ao SIAFI e poder assinar Prestação de conta perante o TCU.
Na Divisão Acadêmica foi convidada a Professora Laélia também do ICS,com vasta experiência nessa função,pois foi Coordenadora acadêmica do curso de Medicina com êxito,e nas metas do Reitor está uma aproximação maior com ensino da Graduação,pois o Hospital além de ser Assistencial é também universitário.
]Na Divisão Assitencial a função ainda está aberta.Vários convites a Professores da UFPA foram feitos,mas o tempo não permitia a eles.A própria coordenadora atual Dra.Marilda foi convidada a ficar de forma temporária até o substituto. A Dra.Roselis foi lembrada pela sua experiência na área técnica por vários anos no HUJBB.No entanto,após a dispensa dela,a direção do HUJBB voltou a atrás e preferiu ficar com os serviços profissionais dela pela competência,não liberando-a, apesar do empenho do Prof.Paulo Amorim em liberá-la para o Bettina,junto ao Barros Barreto. Desta forma, a função está aberta,e aceitamos sugestões.Um forte abraçoProf.Murilo Morhy
8/7/09 5:43 PM
Caro Prof. Murilo Morhy
No Hospital Bettina tivemos um dos locais onde as disputas foram das mais difíceis nas eleições para reitor. Foram "os debaixo" que garantiram a vitória de Maneschy no Bettina". É justo que na composição dos espaços administrativos do hospítal deve-se buscar compatibilizar capacidade técnica-administrativa com os nomes de pessoas que deram sangue pela vitória de Maneschy. Caro Morhy não esqueça o que houve no HUJBB nas eleições para reitor de 2005. Alex galvanizou apoio das lideranças daquele hospital prometendo mudanças nas estruturas e nomes de poder daquele hospital e não cumpriu o acordo. Nestas eleições o corpo técnicos respondeu com não votos à candidata de Alex. Cuidado para não criar um sentimento de frustração no Bettina. Se os maiores nomes do Bettina forem escanteado quem pagará a fatura daqui ha 4 anos será o reitor. Assim é a democracia, quem ajuda na formulação do projeto e o transforma em viável, quer ajudar na execução. Relações políticas não são relações entre amigos, mas entre atores políticos e acadêmicos. Ninguém é ingênuo da UFPA.
Maneschy participa de debate com a Adufpa
Nesta quarta feira (08-07) as 11 hs, a reitor da UFPA debate coma Adufpa e a Andes a questão da Dedicação Exclusiva nas universidades. Maneschy com esta postura mostra que está aberto ao debate e ao contraditório. Sem dúvida nenhuma uma universidade deve ser o espaço da prática da diversidade de opiniões, crenças e ideologias.
Gabinete: Alberto Teixeira aceitou o convite
O Dr. em Ciência Política está à frente da coordenação política do gabinete do Reitor. Há uma grande espectativa positiva acerca do desempenho político e administrativo de Alberto nesta função de confiança. Alberto é reconhecido pela sua humildade, bom relacionamento, capacidade política e grande habilidade política. Foi uma excelente opção. Parabéns Maneschy pela escolha.
Paulo Amorim se aquece para a disputa no ICS
O Prof. Dr. Paulo Amorim, o último grande diretor da Saúde, está se preparando para a disputa de outubro para a direção do ICS. Paulo foi um dos grandes apoiadores de Maneschy no ICS. Estamos torcendo para que o espírito acadêmico volte com força para quele instituto.
Reclamações no Bettina
A comunidade Maneschyana do Bettina está temerosa com a chegada, via Morhy, naquele hospital de uma série de ex-dirigentes perpétuos do HUJBB. A moçada vitoriosa no Bettina teme que esta turma chegue com poder. Se esta turma fosse vitoriosa não sairiam do HUJBB. Estamos de olho.
O significado da GUF
GUF: Grupo Universidade Família, é uma organização normalmente ocupada pela primeira dama e é um instrumento de realização de políticas sociais e assistencial da reitoria perante a comunidade interna. A próxima presidente se chama D. Silviane Maneschy, a primeira dama.
Bilhetim entrevista o ex prefeito dos campi Marcus Vinicius e confronta com a versão do ex Reitor Alex
Em entrevista concedida ao jornalista Osvaldo Coimbra o ex-Reitor Alex Mello falou sobre as realizações de sua gestão no período 2001-2009. O Bilhetim entrevista, neste momento, o Engenheiro Marcus Vinicius Menezes Neto, técnico responsável pela condução de muitas das realizações da Prefeitura da UFPA no período.
Bilhetim – Marcus Vinicius, diga aos leitores do Bilhetim por quanto tempo você trabalhou na administração de Alex.
Marcus – Edir, foi na sua presença, em Brasília, ainda em junho de 2001, que o Prof. Alex determinou, pessoalmente, que eu auxiliasse o Prof. Edison Farias na Prefeitura. Inicialmente como assessor de gabinete e, a partir de fevereiro de 2002, na função de Diretor do Departamento de Meio físico – DEMEF. Depois, em 2005, a uma semana da posse fui convidado pelo reitor para assumir a função de Prefeito. O acerto somente foi concretizado às 17:00 h, na véspera da posse da nova equipe.
Bilhetim – E a que você atribui essa situação?
Marcus – Em julho de 2005 a Prefeitura não figurava como órgão da Administração Superior. O CONSUN não a incluíra no novo Estatuto. Eu, inclusive, coordenava uma reação àquela decisão. Quanto à escolha do reitor, penso que ele já conhecia suficientemente o meu perfil político, profissional e ético, e minha capacidade de realização. Você sabe, porque pesquisou, que a melhor avaliação de primeira gestão de Alex era sobre a temática relacionada ao espaço físico que se encontrava sob minha coordenação. Ou a avaliação do reitor era positiva ou ele não tinha nenhuma outra opção. Aliás, o reitor chegou a consultar a equipe da Prefeitura sobre sua preferência. Meu nome encabeçou uma lista tríplice, com aceitação quase unânime na unidade. Quanto ao convite de última hora, isso pode estar relacionado a um constrangimento de natureza pessoal entre o reitor e o prefeito, amigos de longas datas.
Bilhetim – Ou seja você aceitou o convite para ser prefeito num dia e assumiu no outro? E como ficou o planejamento e a formação de sua equipe?
Marcus – Assumi apenas duas horas úteis depois da aceitação. Os demais membros da equipe da Administração Superior tiveram cinco meses para planejar e formar suas equipes. Só foi possível cobrir essa defasagem com uma razoável sobrecarga de horas de trabalho.
Bilhetim – Mas voltemos ao 1º quadriênio. O que foi feito de relevante naquele momento?
Marcus – Eu considero aquele primeiro momento bastante profícuo, apesar de um ano e meio de baixos investimentos do governo federal e, do primeiro ano do governo do Lula, que ainda não estava bem “encaixado”. Uma greve de julho a dezembro de 2001 não permitiu que a UFPA se ressentisse de um início de gestão que contou com apenas algo em torno de 5% do orçamento anual para o custeio de metade do ano, e mais nada em capital. Nosso esforço de planejamento foi recompensado. O Eixo Estruturante “Ambiente Adequado” do PDI-2001/2010 ficou sob nossa coordenação. Lá incluímos todo o Norte das duas gestões de Alex. Depois, com a criação do PROINFRA, dos R$ 1.800.000,00 do primeiro ano, colaboramos com R$ 980 mil, somente de economias dos contratos de limpeza e vigilância, sem redução de qualidade nessas atividades.
Iniciamos as obras de recuperação da infra-estrutura. As reformas da Biblioteca Central, dos pavilhões de aula do Básico, do Laboratório de Farmácia, do Laboratório de Engenharia Química, do Laboratório de Química (Ensino), da Reitoria e da Prefeitura e da nova Clínica de Psicologia; as ampliações do CCEN, do CFCH e da Engenharia Elétrica; as construções dos novos pórticos de acesso e das novas passarelas; a construção do Laboratório de Microscopia Eletrônica do CCB, dos Laboratórios de Análise de Combustíveis, de Análise e de Fármacos (Química), o início das obras do prédio do CCJ e do CACON no HUJBB. E mais ainda. No interior, a construção da Biblioteca e Auditório de Castanhal e de Altamira, a reforma e ampliação do CEDIVET (Castanhal), dentre inúmeras outras reformas menores. Reformamos de forma consistente a área do 1º incêndio do CCB. Grande parte dos recursos foram extra-orçamentários, com projetos elaborados sob nossa coordenação. É dessa época a captação de recursos para a expansão dos campi de Bragança, Castanhal, Marabá e Santarém.
Tive também o prazer de ser co-autor dos projetos de arquitetura do CCJ e das novas passarelas, elaborados nesse período.
Mas, eu diria que, do ponto de vista organizacional, iniciamos a corrida para um grande salto. Elaboramos o plano da manutenção predial, que reduzia substancialmente os prazos para o início das manutenções e ampliava o controle das unidades sobre esses serviços.
Quando substituímos o prefeito por oito meses, enquanto ele escrevia sua tese de doutoramento, projetamos e realizamos a fusão do DEMA e do DEMEF no DEINFRA e criamos o Departamento de Segurança, a Divisão Ambiental e a Divisão Logística. Foi uma medida experimental uma vez que não havia como remunerar mais uma direção. As ações planejadas para o DESEG foram sendo incrementadas e os dados estatísticos, a cada nova avaliação eram melhores. O esforço estava sendo recompensado. Inovamos e reduzimos as contas telefônicas a 1/3 do valor anterior, sem reduzir o número de chamadas. Auxiliamos na elaboração do Código de Posturas e também iniciamos a renovação da frota de veículos.
A nova Divisão Ambiental mostrou a que veio e iniciou o processo de segregação dos resíduos e iniciou o projeto para o tratamento dos resíduos perigosos. A arborização também ganhou nova ótica e iniciaram-se as substituições das velhas palheteiras por ipês brancos e rosas, doados pelo meu vizinho e por mim.
Bilhetim – Surpreendente! Desse cenário à cabeça da Prefeitura. Quanto tempo você ficou lá? O que realizou?
Marcus – Dois anos e quatro meses. Mas, Edir, parece que tudo aquilo não foi suficiente para convencer o CONSUN. A primeira grande tarefa no extinto, e ocupado, cargo de Prefeito, era criar condições políticas para resgatar a Prefeitura que não mais existia no novo Estatuto. Não nos preocupamos com os interesses que haviam levado àquela situação, nem, muito menos, com quem capitaneara aquele movimento, embora em um debate ocorrido no Auditório do Básico com o reitor, tenha ficado claro que ele próprio advogava a tese de extinção da Prefeitura. Fomos vitoriosos, com algumas vantagens sobre o status anterior. A Prefeitura que somente tinha assento no CONSAD e CONSUN, sem direito a voto, passou a ter assento e voto nos três conselhos superiores. Sobre esse assunto cabe um agradecimento ao Prof. Horácio Schneider, atual Vice-Reitor, cujo apoio foi determinante para a decisão.
Bilhetim – E as realizações?
Marcus – O trabalho iniciou com a garantia de orçamento próprio sob o controle da Prefeitura, para todas as atividades relacionadas às suas competências no âmbito da Administração Central. Nossas unidades aprenderam a elaborar seus próprios orçamentos. A ótica era de uma administração compartilhada, participativa e democrática. Não havia segredos. Todos os colaboradores tomavam ciência dos projetos e atos da Prefeitura. Isso garantia compromisso e colaboração, em um ambiente de insuficiência de quadros e de baixíssimos salários, notadamente do pessoal de nível superior.
Iniciamos o contrato de manutenção predial, auxiliamos em todas as captações do CTINFRA que diziam respeito a reformas e obras, reformamos todas as salas de aula do Setor Profissional, construímos estacionamentos no CG, no CCB, no CSE e CCJ, no NUMA, na Engenharia Civil e nos campi I e II de Marabá e ainda aqueles da avenida que vai do Ginásio de Esportes à Capela, antecipando a organização do espaço para a implantação do grande Auditório. Reformamos o Campus de Cametá, construímos pavilhões de aula e de laboratórios em Abaetetuba, Bragança, Marabá I e II e Santarém, ginásio, piscina e outras instalações desportivas em Castanhal, alojamento em Altamira, guaritas e muros em Soure e Abaetetuba. Ampliamos a Psicologia Experimental e construímos um outro Laboratório para a Psicologia e o prédio do curso de História. Consolidamos o projeto arquitetônico do NPADC e iniciamos sua construção. Reformamos os prédios do DERCA/DAVES, do SECOM, do Laboratório de Física, do NPI, do Restaurante e a Capela. Ampliamos o DEPAD e o CAPACIT e adaptamos para a Gráfica. Construímos o Laboratório de Fármacos, o Laboratório da Meteorologia e todas as novas passarelas cobertas do Campus Básico, exceto a da entrada principal, que havia sido reformada há pouco tempo pela Assoc. dos Amigos. Ampliamos o CG. Apoiamos com suporte técnico o HUJBB na área de obras e de serviços terceirizados. Iniciamos as obras do Campus da Medicina Veterinária em Castanhal, do Auditório de 1000 lugares, da Educação à Distância, da ampliação do CLA, do NUMA e de passarelas nos setores Profissional e IV (Saúde). Criamos o Comitê Gestor de Resíduos Perigosos e lançamos a agenda A3P na UFPA, abrindo caminho para a coleta seletiva solidária. Instalamos lixeiras em todos os campi. Trocamos as velhas palheteiras por mais de 1400 ipês e ylang-ylangs, adicionando flores e perfume ao cenário. Melhoramos a manutenção preventiva e os controles de utilização de veículos. Renovamos a frota e adquirimos um ônibus para viagens interestaduais. Instalamos o sistema de alarme monitorado. Implantamos duas novas inspetorias de vigilância. Instalamos uma nova central telefônica. Cuidamos da Infra-estrutura da SBPC e aprontamos o campus para a efeméride dos 50 anos.
Demos a ordem de serviço para o início das obras das novas calçadas, em pavimento articulado e deixamos em licitação o restante das passarelas cobertas do setor Profissional, o Laboratório de Resíduos, a ponte de pedestres sobre o Igarapé Tucunduba, mais um pavilhão de salas de aula para Bragança, pavilhões de aula e laboratórios para a Medicina Veterinária e o Teatro Experimental.
Bilhetim – E o que estava planejado e não foi realizado?
Marcus – Quando deixamos a Prefeitura, no início de outubro de 2007, encontrava-se em gestação em nossa desktop o termo de referência para a contratação de projetos, e toda uma regulamentação sobre fiscalização de obras. Havíamos feito os primeiros contatos com o INPH – Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias do Ministério dos Transportes, para que com sua expertise elaborasse, com ônus reduzido, o projeto da recuperação da orla. Havíamos também iniciado as negociações com o GPHIS, do ITEC, para a elaboração do projeto de esgoto sanitário do campus.
Nosso projeto de comunicação com monitores de LCD de 60”, interligados à intranet foi substituído pelos frontlights, cuja produção é cara e, portanto, inacessível, notadamente à categoria discente.
O acesso viário da Biblioteca Central ao ICB e o contorno viário do Laboratório da Engenharia Civil também estavam previstos, o primeiro, inclusive com orçamento aprovado para 2008, mas não foi realizado.
E o novo prédio do ICB. Já havia, inclusive, R$ 1.800.000,00 para o início das obras em 2008, mas também não foi realizado.
Parte das passarelas de acesso ao Hospital Betina, a esplanada da Reitoria à Biblioteca Central e uma nova calçada em frente ao prédio do CEPS (DAVES) e do CIAC (DERCA), embora contratadas, não foram executadas pela gestão que me sucedeu.
Bilhetim – E aquela situação acerca das calçadas citadas pelo ex-reitor em sua entrevista?
Marcus – A Associação dos Amigos contava com uma doação mensal de mais de 200 sacas de cimento por mês e já havia iniciado a construção das calçadas em concreto desempenado, ali pelas imediações dos pavilhões de aula do Setor Básico. Mas o reitor desejava que fossem feitas calçadas com pavimento articulado. Argumentamos favoravelmente à execução de todas as calçadas pela Associação dos Amigos, com a mesma tecnologia já iniciada, mas o reitor determinou que fossem realizadas em pavimento articulado. O orçamento somou mais de R$ 1 milhão. Quando da licitação, várias empresas reclamaram que havia cláusula restritiva a suas participações. Eu me pronunciei oficialmente contrário à cláusula que, de fato, era restritiva e abusiva. Um engenheiro da Prefeitura informou a uma procuradora que a licitação estaria viciada para beneficiar uma empresa do Grupo ESTACON e formou-se uma fofoca. A Comissão de Licitação foi obrigada a rever a tal cláusula. A tal empresa foi desclassificada. Deixei a Prefeitura quando a empresa vencedora estava mobilizando para o início das obras, e considero que o ex-reitor tem razão quando diz que as calçadas estão muito mal feitas e vão ensejar grandes custos de manutenção. Mas me admiro ao vê-lo defender que “desejava atrair empresas de produção industrial de bloquetes”. Ora, os bons pavimentos articulados produzidos nas boas indústrias podem ser adquiridos por qualquer empresa, sem que seja necessário que a indústria execute o serviço. Penso que a fiscalização exigiu pouco. Esse foi o problema.
Bilhetim – E qual é a sua avaliação final sobre a gestão que passou? Como ficou sua relação com o ex-reitor?
Marcus – Minha avaliação é muito boa. Tivemos um reitor que soube conduzir sua equipe e aproveitar os ventos favorabilíssimos que sopravam de Brasília. Mas poderíamos ter avançado bastante na qualidade do ensino de graduação e na redução de desperdícios.
Tenho pelo Prof. Alex grande respeito e profundo agradecimento pelo que realizou na UFPA e pelas oportunidades que pessoalmente me concedeu.
Bilhetim – E agora, o que você sugere para a nova gestão?
Marcus – Primeiro. O PDI 2001/2010 não é de um gestor e sim da Instituição. Portanto, trabalhar para concluí-lo até o próximo ano. Paralelamente, um grande esforço de planejamento no âmbito estratégico. A ação do Governo Lula, as novas vias de desenvolvimento com asfaltamentos de grandes eixos rodoviários, a chegada da ferrovia Norte-Sul, a implantação das Hidrovias, o Navega-Pará, a siderúrgica da Vale e todas as indústrias de arrasto, o recrudescimento da questão ambiental, são importantíssimos itens produtores de cenários bastante diferenciados em relação aqueles de 2001. As fragilidades institucionais são hoje menores e nossas capacidades foram ampliadas.
Mas poderemos ter também um cenário de volta dos liberais tucanos ao executivo federal, com políticas restritivas ao crescimento das IFES. Tudo isso deve ser levado em conta para a projeção das medidas que concretizarão os compromissos assumidos e as metas propostas durante a campanha eleitoral.
Vejo, ainda, um ambiente de grande desperdício de meios. Defendo um planejamento orçamentário que leve em consideração as necessidades de cada curso até que atinja a excelência, mas sem espaço ao desperdício. Os resultados devem ser cobrados na medida em que os meios são disponibilizados.
Bilhetim – Marcus Vinicius, diga aos leitores do Bilhetim por quanto tempo você trabalhou na administração de Alex.
Marcus – Edir, foi na sua presença, em Brasília, ainda em junho de 2001, que o Prof. Alex determinou, pessoalmente, que eu auxiliasse o Prof. Edison Farias na Prefeitura. Inicialmente como assessor de gabinete e, a partir de fevereiro de 2002, na função de Diretor do Departamento de Meio físico – DEMEF. Depois, em 2005, a uma semana da posse fui convidado pelo reitor para assumir a função de Prefeito. O acerto somente foi concretizado às 17:00 h, na véspera da posse da nova equipe.
Bilhetim – E a que você atribui essa situação?
Marcus – Em julho de 2005 a Prefeitura não figurava como órgão da Administração Superior. O CONSUN não a incluíra no novo Estatuto. Eu, inclusive, coordenava uma reação àquela decisão. Quanto à escolha do reitor, penso que ele já conhecia suficientemente o meu perfil político, profissional e ético, e minha capacidade de realização. Você sabe, porque pesquisou, que a melhor avaliação de primeira gestão de Alex era sobre a temática relacionada ao espaço físico que se encontrava sob minha coordenação. Ou a avaliação do reitor era positiva ou ele não tinha nenhuma outra opção. Aliás, o reitor chegou a consultar a equipe da Prefeitura sobre sua preferência. Meu nome encabeçou uma lista tríplice, com aceitação quase unânime na unidade. Quanto ao convite de última hora, isso pode estar relacionado a um constrangimento de natureza pessoal entre o reitor e o prefeito, amigos de longas datas.
Bilhetim – Ou seja você aceitou o convite para ser prefeito num dia e assumiu no outro? E como ficou o planejamento e a formação de sua equipe?
Marcus – Assumi apenas duas horas úteis depois da aceitação. Os demais membros da equipe da Administração Superior tiveram cinco meses para planejar e formar suas equipes. Só foi possível cobrir essa defasagem com uma razoável sobrecarga de horas de trabalho.
Bilhetim – Mas voltemos ao 1º quadriênio. O que foi feito de relevante naquele momento?
Marcus – Eu considero aquele primeiro momento bastante profícuo, apesar de um ano e meio de baixos investimentos do governo federal e, do primeiro ano do governo do Lula, que ainda não estava bem “encaixado”. Uma greve de julho a dezembro de 2001 não permitiu que a UFPA se ressentisse de um início de gestão que contou com apenas algo em torno de 5% do orçamento anual para o custeio de metade do ano, e mais nada em capital. Nosso esforço de planejamento foi recompensado. O Eixo Estruturante “Ambiente Adequado” do PDI-2001/2010 ficou sob nossa coordenação. Lá incluímos todo o Norte das duas gestões de Alex. Depois, com a criação do PROINFRA, dos R$ 1.800.000,00 do primeiro ano, colaboramos com R$ 980 mil, somente de economias dos contratos de limpeza e vigilância, sem redução de qualidade nessas atividades.
Iniciamos as obras de recuperação da infra-estrutura. As reformas da Biblioteca Central, dos pavilhões de aula do Básico, do Laboratório de Farmácia, do Laboratório de Engenharia Química, do Laboratório de Química (Ensino), da Reitoria e da Prefeitura e da nova Clínica de Psicologia; as ampliações do CCEN, do CFCH e da Engenharia Elétrica; as construções dos novos pórticos de acesso e das novas passarelas; a construção do Laboratório de Microscopia Eletrônica do CCB, dos Laboratórios de Análise de Combustíveis, de Análise e de Fármacos (Química), o início das obras do prédio do CCJ e do CACON no HUJBB. E mais ainda. No interior, a construção da Biblioteca e Auditório de Castanhal e de Altamira, a reforma e ampliação do CEDIVET (Castanhal), dentre inúmeras outras reformas menores. Reformamos de forma consistente a área do 1º incêndio do CCB. Grande parte dos recursos foram extra-orçamentários, com projetos elaborados sob nossa coordenação. É dessa época a captação de recursos para a expansão dos campi de Bragança, Castanhal, Marabá e Santarém.
Tive também o prazer de ser co-autor dos projetos de arquitetura do CCJ e das novas passarelas, elaborados nesse período.
Mas, eu diria que, do ponto de vista organizacional, iniciamos a corrida para um grande salto. Elaboramos o plano da manutenção predial, que reduzia substancialmente os prazos para o início das manutenções e ampliava o controle das unidades sobre esses serviços.
Quando substituímos o prefeito por oito meses, enquanto ele escrevia sua tese de doutoramento, projetamos e realizamos a fusão do DEMA e do DEMEF no DEINFRA e criamos o Departamento de Segurança, a Divisão Ambiental e a Divisão Logística. Foi uma medida experimental uma vez que não havia como remunerar mais uma direção. As ações planejadas para o DESEG foram sendo incrementadas e os dados estatísticos, a cada nova avaliação eram melhores. O esforço estava sendo recompensado. Inovamos e reduzimos as contas telefônicas a 1/3 do valor anterior, sem reduzir o número de chamadas. Auxiliamos na elaboração do Código de Posturas e também iniciamos a renovação da frota de veículos.
A nova Divisão Ambiental mostrou a que veio e iniciou o processo de segregação dos resíduos e iniciou o projeto para o tratamento dos resíduos perigosos. A arborização também ganhou nova ótica e iniciaram-se as substituições das velhas palheteiras por ipês brancos e rosas, doados pelo meu vizinho e por mim.
Bilhetim – Surpreendente! Desse cenário à cabeça da Prefeitura. Quanto tempo você ficou lá? O que realizou?
Marcus – Dois anos e quatro meses. Mas, Edir, parece que tudo aquilo não foi suficiente para convencer o CONSUN. A primeira grande tarefa no extinto, e ocupado, cargo de Prefeito, era criar condições políticas para resgatar a Prefeitura que não mais existia no novo Estatuto. Não nos preocupamos com os interesses que haviam levado àquela situação, nem, muito menos, com quem capitaneara aquele movimento, embora em um debate ocorrido no Auditório do Básico com o reitor, tenha ficado claro que ele próprio advogava a tese de extinção da Prefeitura. Fomos vitoriosos, com algumas vantagens sobre o status anterior. A Prefeitura que somente tinha assento no CONSAD e CONSUN, sem direito a voto, passou a ter assento e voto nos três conselhos superiores. Sobre esse assunto cabe um agradecimento ao Prof. Horácio Schneider, atual Vice-Reitor, cujo apoio foi determinante para a decisão.
Bilhetim – E as realizações?
Marcus – O trabalho iniciou com a garantia de orçamento próprio sob o controle da Prefeitura, para todas as atividades relacionadas às suas competências no âmbito da Administração Central. Nossas unidades aprenderam a elaborar seus próprios orçamentos. A ótica era de uma administração compartilhada, participativa e democrática. Não havia segredos. Todos os colaboradores tomavam ciência dos projetos e atos da Prefeitura. Isso garantia compromisso e colaboração, em um ambiente de insuficiência de quadros e de baixíssimos salários, notadamente do pessoal de nível superior.
Iniciamos o contrato de manutenção predial, auxiliamos em todas as captações do CTINFRA que diziam respeito a reformas e obras, reformamos todas as salas de aula do Setor Profissional, construímos estacionamentos no CG, no CCB, no CSE e CCJ, no NUMA, na Engenharia Civil e nos campi I e II de Marabá e ainda aqueles da avenida que vai do Ginásio de Esportes à Capela, antecipando a organização do espaço para a implantação do grande Auditório. Reformamos o Campus de Cametá, construímos pavilhões de aula e de laboratórios em Abaetetuba, Bragança, Marabá I e II e Santarém, ginásio, piscina e outras instalações desportivas em Castanhal, alojamento em Altamira, guaritas e muros em Soure e Abaetetuba. Ampliamos a Psicologia Experimental e construímos um outro Laboratório para a Psicologia e o prédio do curso de História. Consolidamos o projeto arquitetônico do NPADC e iniciamos sua construção. Reformamos os prédios do DERCA/DAVES, do SECOM, do Laboratório de Física, do NPI, do Restaurante e a Capela. Ampliamos o DEPAD e o CAPACIT e adaptamos para a Gráfica. Construímos o Laboratório de Fármacos, o Laboratório da Meteorologia e todas as novas passarelas cobertas do Campus Básico, exceto a da entrada principal, que havia sido reformada há pouco tempo pela Assoc. dos Amigos. Ampliamos o CG. Apoiamos com suporte técnico o HUJBB na área de obras e de serviços terceirizados. Iniciamos as obras do Campus da Medicina Veterinária em Castanhal, do Auditório de 1000 lugares, da Educação à Distância, da ampliação do CLA, do NUMA e de passarelas nos setores Profissional e IV (Saúde). Criamos o Comitê Gestor de Resíduos Perigosos e lançamos a agenda A3P na UFPA, abrindo caminho para a coleta seletiva solidária. Instalamos lixeiras em todos os campi. Trocamos as velhas palheteiras por mais de 1400 ipês e ylang-ylangs, adicionando flores e perfume ao cenário. Melhoramos a manutenção preventiva e os controles de utilização de veículos. Renovamos a frota e adquirimos um ônibus para viagens interestaduais. Instalamos o sistema de alarme monitorado. Implantamos duas novas inspetorias de vigilância. Instalamos uma nova central telefônica. Cuidamos da Infra-estrutura da SBPC e aprontamos o campus para a efeméride dos 50 anos.
Demos a ordem de serviço para o início das obras das novas calçadas, em pavimento articulado e deixamos em licitação o restante das passarelas cobertas do setor Profissional, o Laboratório de Resíduos, a ponte de pedestres sobre o Igarapé Tucunduba, mais um pavilhão de salas de aula para Bragança, pavilhões de aula e laboratórios para a Medicina Veterinária e o Teatro Experimental.
Bilhetim – E o que estava planejado e não foi realizado?
Marcus – Quando deixamos a Prefeitura, no início de outubro de 2007, encontrava-se em gestação em nossa desktop o termo de referência para a contratação de projetos, e toda uma regulamentação sobre fiscalização de obras. Havíamos feito os primeiros contatos com o INPH – Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias do Ministério dos Transportes, para que com sua expertise elaborasse, com ônus reduzido, o projeto da recuperação da orla. Havíamos também iniciado as negociações com o GPHIS, do ITEC, para a elaboração do projeto de esgoto sanitário do campus.
Nosso projeto de comunicação com monitores de LCD de 60”, interligados à intranet foi substituído pelos frontlights, cuja produção é cara e, portanto, inacessível, notadamente à categoria discente.
O acesso viário da Biblioteca Central ao ICB e o contorno viário do Laboratório da Engenharia Civil também estavam previstos, o primeiro, inclusive com orçamento aprovado para 2008, mas não foi realizado.
E o novo prédio do ICB. Já havia, inclusive, R$ 1.800.000,00 para o início das obras em 2008, mas também não foi realizado.
Parte das passarelas de acesso ao Hospital Betina, a esplanada da Reitoria à Biblioteca Central e uma nova calçada em frente ao prédio do CEPS (DAVES) e do CIAC (DERCA), embora contratadas, não foram executadas pela gestão que me sucedeu.
Bilhetim – E aquela situação acerca das calçadas citadas pelo ex-reitor em sua entrevista?
Marcus – A Associação dos Amigos contava com uma doação mensal de mais de 200 sacas de cimento por mês e já havia iniciado a construção das calçadas em concreto desempenado, ali pelas imediações dos pavilhões de aula do Setor Básico. Mas o reitor desejava que fossem feitas calçadas com pavimento articulado. Argumentamos favoravelmente à execução de todas as calçadas pela Associação dos Amigos, com a mesma tecnologia já iniciada, mas o reitor determinou que fossem realizadas em pavimento articulado. O orçamento somou mais de R$ 1 milhão. Quando da licitação, várias empresas reclamaram que havia cláusula restritiva a suas participações. Eu me pronunciei oficialmente contrário à cláusula que, de fato, era restritiva e abusiva. Um engenheiro da Prefeitura informou a uma procuradora que a licitação estaria viciada para beneficiar uma empresa do Grupo ESTACON e formou-se uma fofoca. A Comissão de Licitação foi obrigada a rever a tal cláusula. A tal empresa foi desclassificada. Deixei a Prefeitura quando a empresa vencedora estava mobilizando para o início das obras, e considero que o ex-reitor tem razão quando diz que as calçadas estão muito mal feitas e vão ensejar grandes custos de manutenção. Mas me admiro ao vê-lo defender que “desejava atrair empresas de produção industrial de bloquetes”. Ora, os bons pavimentos articulados produzidos nas boas indústrias podem ser adquiridos por qualquer empresa, sem que seja necessário que a indústria execute o serviço. Penso que a fiscalização exigiu pouco. Esse foi o problema.
Bilhetim – E qual é a sua avaliação final sobre a gestão que passou? Como ficou sua relação com o ex-reitor?
Marcus – Minha avaliação é muito boa. Tivemos um reitor que soube conduzir sua equipe e aproveitar os ventos favorabilíssimos que sopravam de Brasília. Mas poderíamos ter avançado bastante na qualidade do ensino de graduação e na redução de desperdícios.
Tenho pelo Prof. Alex grande respeito e profundo agradecimento pelo que realizou na UFPA e pelas oportunidades que pessoalmente me concedeu.
Bilhetim – E agora, o que você sugere para a nova gestão?
Marcus – Primeiro. O PDI 2001/2010 não é de um gestor e sim da Instituição. Portanto, trabalhar para concluí-lo até o próximo ano. Paralelamente, um grande esforço de planejamento no âmbito estratégico. A ação do Governo Lula, as novas vias de desenvolvimento com asfaltamentos de grandes eixos rodoviários, a chegada da ferrovia Norte-Sul, a implantação das Hidrovias, o Navega-Pará, a siderúrgica da Vale e todas as indústrias de arrasto, o recrudescimento da questão ambiental, são importantíssimos itens produtores de cenários bastante diferenciados em relação aqueles de 2001. As fragilidades institucionais são hoje menores e nossas capacidades foram ampliadas.
Mas poderemos ter também um cenário de volta dos liberais tucanos ao executivo federal, com políticas restritivas ao crescimento das IFES. Tudo isso deve ser levado em conta para a projeção das medidas que concretizarão os compromissos assumidos e as metas propostas durante a campanha eleitoral.
Vejo, ainda, um ambiente de grande desperdício de meios. Defendo um planejamento orçamentário que leve em consideração as necessidades de cada curso até que atinja a excelência, mas sem espaço ao desperdício. Os resultados devem ser cobrados na medida em que os meios são disponibilizados.
GUF deve ser retomada
A primeira dama Dona Silviane Maneschy deve retomar os trabalhos à frente da GUF. Um trabalho construtivo com a comunidade interna e uma relação não tutelada com a comunidade do entorno da UFPA devem estar na preocupação da presidente da GUF. Bom trabalho.
Palheta confirmado na Gráfica
Eleito por seus pares na gráfica e construido o consenso possível Palheta deve ser nomeado para a direção da gráfica.
Alberto Teixeira cotado para o gabinete
O prof. Alberto Teixeira, Doutor em Ciência Política, é o nome mais cotado para assumir o gabinete do reitor Carlos Maneschy. Sem dúvida nenhuma Alberto tem um dos perfis mais bem talhado para a função: é habilidoso, é educado, é bem relacionado, é doctor em política e tem experiência em gestão acadêmica.
Hoje (07-07) tem posse no HUJBB
Hoje terça feira (07-07) Carlos Maneschy dará posse ao novo diretor do HUJBB, será o Dr. Leitão. O diretor administrativo e financeiro será ocupado por um técnico-administrativo, será o Daciel. Dá-lhe Maneschy.
Maneschy esteve com o Ministro ontem
Ontem 06-07 o reitor Maneschy esteve reunido em Brasília com o Ministro da Educação Fernando Haddad. Rei morto, rei posto.
Quem será a próxima vítima do PMM
Será aquele membro do governo petista que ocupar uma secretaria poderosa. Te cuida Ganzer. A cada passo da Setran o governo toma atribuições e repassa para a secretaria do Marcílio. Eta canibalismo.
Posse no Bettina
Amanhã (08-07) as 11 hs Maneschy dará posse ao Dr. Murilo Morhy na direção do HUJBB.
Um dirigente do PT e o PMDB: a vergonha
Um importante dirigente do PT não tem mais cara para reunir com a direção do PMDB. Todos os acordos firmados entre o governo e o PMDB não são cumpridos. O PMM não costuma cumprir acordos nem com a base aliada, muito menos com as demais correntes petistas.
O PMM pratica o canibalismo
A organização particularista PMM é praticante ativa do canibalismo intra familiar, senão vejamos quem foi detonado: Charles Alcântara, Edilza Fontes, Suely Oliveira e João Arroyo. Imaginem a relação do PMM com o PT. O PMM só ainda não comeu os super secretários porque eles controlam a maioria do PT.
A Captura do logos da governadora pelo PMM
Os jornais de domingo informam que o logos (opinião) da governadora teria sido capturado pelo PMM. PMM denominaria-se uma organização particularista que significaria: Puty, Maurílio e Marcílio.
Maneschy, o planejamento e o novo PDI
Sem dúvida nenhuma um dos primeiros esforços do reitor Carlos Maneschy é preparar a UFPA para os desafios da próxima década (2010-2020). O PDI deve merecer toda a atenção nos próximos meses.
Prefeitura: um diretor questionável
Uma figura complexa, complicada está sendo cotada para assumir cargo de diretoria na prefeitura dos campi. Ele foi ex dirigente de uma outra instituição de ensino e foi demitido por peculato.
Assessoria jurídica da prefeitura dos Campi
Adivinhem quem está sendo cogitada para assumir a assessoria jurídica da prefeitura? Vcs não vão acreditar...
Posse de Maneschy: ato III " O público é de Maneschy"
1- A primeira mensagem simbólica que detonou a tentativa de captura personalista da festa de Maneschy foi a entrada do novo reitor no palco do teatro sendo conduzido por três ex-reitores: Lourenço, Nilson e Ximenes.
2- Esta imagem simbolizou que a UFPA é uma construção coletiva cumulativa no tempo e foi uma clara resposta a quem tentava dizer que a UFPA só de fato existiu após sua passagem pela reitoria.
3- O discurso de Maneschy inicia dizendo que a UFPA é uma obra coletiva e que todos os ex-reitores tem uma parcela de méritos no processo de consolidação de nossa jovem universidade. Foi um tapa com luva de pelica.
4- Quando Maneschy adentrou ao palco ficou claro para todos. 90% dos 1.100 lugares sentados e 400 em pé, estavam alí, para saudar o reitor entrante. Era o público de Maneschy. Finalmente todos se convenceram que a UFPA estava alí em peso para saudar em festa a chegada de Maneschy na reitoria.
2- Esta imagem simbolizou que a UFPA é uma construção coletiva cumulativa no tempo e foi uma clara resposta a quem tentava dizer que a UFPA só de fato existiu após sua passagem pela reitoria.
3- O discurso de Maneschy inicia dizendo que a UFPA é uma obra coletiva e que todos os ex-reitores tem uma parcela de méritos no processo de consolidação de nossa jovem universidade. Foi um tapa com luva de pelica.
4- Quando Maneschy adentrou ao palco ficou claro para todos. 90% dos 1.100 lugares sentados e 400 em pé, estavam alí, para saudar o reitor entrante. Era o público de Maneschy. Finalmente todos se convenceram que a UFPA estava alí em peso para saudar em festa a chegada de Maneschy na reitoria.
Posse de Maneschy: ato II "Um longo auto elogio"
1- O reitor que saiu fez um longo e enfadonho discurso prestando conta de sua gestão: parecia que nada existia na UFPA antes de seus dois mandatos. Foi mais um ato deselegante. Todos sabem que o reitor que saiu nada mais fez nos últimos 30 dias do que superestimar suas realizações, publicando até um longo documento a respeito.
2- Após deixar os convidados de Maneschy de castigo, o reitor que saiu voltou mais uma vez a falar de populismo e discurso fácil, uma clara alusão às forças sociais que apoiaram Maneschy.
3- E por fim o reitor que saia liberou a festa de Maneschy para Maneschy...uuufaaa.
2- Após deixar os convidados de Maneschy de castigo, o reitor que saiu voltou mais uma vez a falar de populismo e discurso fácil, uma clara alusão às forças sociais que apoiaram Maneschy.
3- E por fim o reitor que saia liberou a festa de Maneschy para Maneschy...uuufaaa.
A Posse de Maneschy I - " A pieguice"
1- Parecia algo inacreditável e deselegante, Tentaram transformar a festa de Maneschy, sua posse, em um ato em homenagem à corte que saia.
2- A Pieguice: arranjaram uma artista que passou quase 60 enfadonhos minutos elogiando o reitor que saia: Esta agradeceu pelo seu emprego temporário, descreveu o que é ser educado, magnífico, magnânimo, superior, quase um DEUS. Terminou a pieguice presenteando O super magnífico com um papel em branco assinado.
3- Nada de errado em homenagear o reitor que sai. Nilson Pinto quando saiu, recebeu uma homenagem em um restaurante da cidade de todos os seus amigos e equipe, foi legal. O que foi errado ontem foi o dia, a hora, o local para o homenagear um reitor que saia, tomando de assalto a festa do reitor que entrou.
4- O ato número I da posse de Maneschy marca o egocentrismo, o puxasaquismo e a deselegância contra a posse e a festa de um reitor que entrou na UFPA enfrentando a oposição radical do reitor que saiu.
2- A Pieguice: arranjaram uma artista que passou quase 60 enfadonhos minutos elogiando o reitor que saia: Esta agradeceu pelo seu emprego temporário, descreveu o que é ser educado, magnífico, magnânimo, superior, quase um DEUS. Terminou a pieguice presenteando O super magnífico com um papel em branco assinado.
3- Nada de errado em homenagear o reitor que sai. Nilson Pinto quando saiu, recebeu uma homenagem em um restaurante da cidade de todos os seus amigos e equipe, foi legal. O que foi errado ontem foi o dia, a hora, o local para o homenagear um reitor que saia, tomando de assalto a festa do reitor que entrou.
4- O ato número I da posse de Maneschy marca o egocentrismo, o puxasaquismo e a deselegância contra a posse e a festa de um reitor que entrou na UFPA enfrentando a oposição radical do reitor que saiu.
Maneschy: espaços no primeiro e segundo escalão.
Maneschy tem afirmado e reafirmado que vem honrando com seus compromissos de campanha. O primeiro compromisso é com o programa aprovado pelas urna que deve inserir a UFPA na realidade paraense e amazônica, o segundo compromisso é com sua base social e acadêmica de apoio. Honrados os compromissos eleitorais, todos precisam ficar sabendo: os cargos são públicos sob coordenação do reitor. Aquele membro da administração que não responder à confiança do reitor com competência, trabalho e respostas às metas estabelecidas perderá sumariamente seu cargo. Porque os cargos são públicos e não de propriedade pirivada de nenhum detentor eventual, destes cargos.
Portanto mãos à obra, competência e trabalho.
Portanto mãos à obra, competência e trabalho.
Maneschy: segundo escalão
Tenho recebido muitas postagens protestando contra nomes que estariam sendo cotados para ocupar determinados postos na UFPA. Quanto a isso posso lhes dizer que não existe possibilidade de consenso acerca de nomes. O que espera-se que todas aqueleas pessoas que lidam com o público deve ter pelo menos o seguinte perfil:
1- Seja educado(a)
2- Saiba lidar com o público
3- Tenha reconhecida competência na área.
4- Se digne a trabalhar em equipe.
5- Saiba que a função é pública e deve ser honrada como tal.
1- Seja educado(a)
2- Saiba lidar com o público
3- Tenha reconhecida competência na área.
4- Se digne a trabalhar em equipe.
5- Saiba que a função é pública e deve ser honrada como tal.
Vice da UFPA vai renunciar na sexta (03-07)
Durante a reunião do CONSAD de hoje ( 01-07) foi confirmado que a vice reitora da UFPA vai renunciar na sexta, três meses antes do final de seu mandato. Schneider então, toma posse na sexta (03-07).
O Monumento próximo à Biblioteca
Segundo o autor, a escultura seria um olho dágua. Parece sim, um olho, artístico.
Gloso de postagens
Ando glosando algumas postagens, principalmente relacionadas à SEDUC. Se eu publico corro o risco de ser processado. É muito veneno.
Maneschy: as tarefas centrais
1- Construir um novo plano decenal com a participação da sociedade civil paraense, da capital e do interior. Envolvendo todos os segmentos sociais ( empresariais, trabalahistas, camponeses, quilombolas, ONGS, e e tc.)
2- Com base no plano decenal produzir o plano plurianual- 2009-2013
3- Transformar a qualidade do ensino de graduação e sua integração com a pesquisa e a extensão.
4- Qualificar o significado da universidade multicampi.
5- Manter o investimento na pesquisa e na pós-graduação.
6- Criar um política de assistência médica e social aos servidores técnicos-administrativos e docentes.
7- Crair um organismo consultivo de participação da sociedade civil no planejamento e avaliação das políticas da UFPA de ensino, pesquisa e extensão para o estado do Pará.
8- Articular o zoneamento acadêmico educacional das microrregiões do estado, em parceria com as instituições acadêmicas públicas e privadas do estado. O objetivo é evitar a superposição de instituições, cursos acadêmicos em um único município e ou microrregião em detrimento de outros municípios.
9- Reorganizar as políticas de esporte, lazer e cultura da UFPA, em escala institucional, estadualmente.
10- Fazer uma ampla articulação política-institucional com os governos municipal, estadual e federal, visando garantir investimento crescente na UFPA.
11- Criar iniciativas planificadas de relacionamento entre universidade e empresa, visando garantir, não só parceria, como também aprofundar campo de estágios para os cursos de graduação da UFPA.
2- Com base no plano decenal produzir o plano plurianual- 2009-2013
3- Transformar a qualidade do ensino de graduação e sua integração com a pesquisa e a extensão.
4- Qualificar o significado da universidade multicampi.
5- Manter o investimento na pesquisa e na pós-graduação.
6- Criar um política de assistência médica e social aos servidores técnicos-administrativos e docentes.
7- Crair um organismo consultivo de participação da sociedade civil no planejamento e avaliação das políticas da UFPA de ensino, pesquisa e extensão para o estado do Pará.
8- Articular o zoneamento acadêmico educacional das microrregiões do estado, em parceria com as instituições acadêmicas públicas e privadas do estado. O objetivo é evitar a superposição de instituições, cursos acadêmicos em um único município e ou microrregião em detrimento de outros municípios.
9- Reorganizar as políticas de esporte, lazer e cultura da UFPA, em escala institucional, estadualmente.
10- Fazer uma ampla articulação política-institucional com os governos municipal, estadual e federal, visando garantir investimento crescente na UFPA.
11- Criar iniciativas planificadas de relacionamento entre universidade e empresa, visando garantir, não só parceria, como também aprofundar campo de estágios para os cursos de graduação da UFPA.
Cerimonial deve preparar festa popular
Toda a comunidade da UFPA está esperando a festa popular da posse. A tarefa deve ser organizada pelo cerimonial.
Maneschy deve nomear os Pró-Reitores no dia 03
Após a transmissão do cargo de Reitor, a primeira atitude de Maneschy deverá ser a nomeação imediata de sua equipe de Pró-Reitores. Se a vice-reitora renunciar neste dia, então Maneschy nomeará imediatamente Schneider como vice reitor.
Maneschy, Schneider e Tourinho seguem para BSB
Hoje pela manhã seguem para Brasília Maneschy, Schneider e Emanuel Tourinho. Schneider e Tourinho estarão amanhã (02-06) na solenidade de posse de Maneschy em Brasília. A reitoria não se dignou a oferecer passagem e estadia ao novo reitor da UFPA nesta viagem de serviço ao MEC. Dia 03 a partir das 10 hs no hangarzinho teremos a solenidade de transmissão de cargo ao Prof. Dr. Carlos Edilson de Almeida Maneschy. Já estou alugando a beca.
Utilitarismo: Uma lembrança ao ex- Príncipe
Na crise de 2001 existiam três militantes que elaboravam os boletins de portãos por volta de 23 hs, imprimiam , levavam ao candidato Alex para aprovação, imprimiam em escala e providenciavam a distribuição nos portões pela manhã. Normalmente os três mosqueteiros dormiam somente a partir das 2 hs da manhã. Esta rotina durou pelo menos 3 meses. Foram solenemente ignorados por Alex após a nomeação. Quem eram os três?
Maneschy se diferencia de Alex desde o início
1- Alex montou sozinho a chapa e após nomeado se isolou e montou sozinho o segundo escalão.
2- Maneschy montou a chapa em equipe e após a nomeação está ouvindo todos os grupos acadêmicos, administrativos e estudantil que o apoiaram e montando o quebra cabeça do segundo escalão.
3- Maneschy está preenchendo os espaços técnicos-administrativos apenas com servidores técnicos-administrativos, Alex não obedeceu este critério.
4- Maneschy reconhecerá as entidades representativas da UFPA. Alex as ignorou.
Esperamos que todos os compromissos programáticos de Maneschy seja o paradígma de ação cotidiano de sua gestão.
2- Maneschy montou a chapa em equipe e após a nomeação está ouvindo todos os grupos acadêmicos, administrativos e estudantil que o apoiaram e montando o quebra cabeça do segundo escalão.
3- Maneschy está preenchendo os espaços técnicos-administrativos apenas com servidores técnicos-administrativos, Alex não obedeceu este critério.
4- Maneschy reconhecerá as entidades representativas da UFPA. Alex as ignorou.
Esperamos que todos os compromissos programáticos de Maneschy seja o paradígma de ação cotidiano de sua gestão.
Comentários à mensagem do Reitor
Nesta mensagem o Reitor comete um grande esquecimento, senão vejamos, Alex agradece à sua equipe, relembra inclusive o nome de Bila, há muito fora da reitoria, mas esquece o nome de Marcus Vinícius, ex-prefeito, responsável pela execução de 80% de sas obras físicas de Alex em 06 dos oito anos de mandato, inclusive em relação ao recém inaugurado anfiteatro. Marcus foi solenemente ignorado na carta de despedida do reitor e até na inauguração do Hangarzinho. Marcus não só participou da materialização do Hangarzinho como foi um dos inspiradores perante o reitor em final de mandato. É assim que o complexo de Luiz XIV se materializa, a política passa longe e sobressai o recentimento.
Mensagem do Reitor à Comunidade Universitária
No momento em que deixo a Reitoria da Universidade Federal do Pará, gostaria de expressar a toda a comunidade acadêmica os meus mais sinceros agradecimentos pelos anos de convívio e de trabalho coletivo, cooperativo e incansável, em favor de novas conquistas e da consolidação desta grande Instituição. A prestação de contas, pública, referente aos resultados alcançados ao longo desses oito anos de mandato está devidamente destacada, em síntese, na Coluna do Reitor – que escrevi para o nosso Beira do Rio, no recente número de junho/julho (http://www.ufpa.br/beiradorio/reitor.html) – e, de forma mais analítica, no Relatório Social de Gestão, 2001-2009, disponível no site da UFPA (http://www.portal.ufpa.br/rel_gestao.php) e já em distribuição por todos os Campi, Institutos, Faculdades, Escolas, Programas de Pós-Graduação e órgãos públicos em geral. Divido com minha(s) equipe(s) os méritos da coordenação de todo esse desafiador empreendimento colocado em curso nesse período, certamente cumprido em mais de 90% das metas previstas em nosso Plano de Gestão, e manifesto publicamente que os avanços alcançados nada mais representam que o dever cumprido, patrimônio que são de toda a comunidade acadêmica e da sociedade. Portanto, muito obrigado: Regina, Roberto, Licurgo, Ney, Bila, Simone, Sibele, Sinfrônio, Fenzl, Luiz Otávio, Cristina, João, Selma, Luciana, Silvia, Ângela, Nazaré, Sandra, Mattar, Edinelson, Jorge (e equipe do Gabinete) e todos os diretores de Órgãos Suplementares.
Saio da Reitoria mais feliz do que entrei, graças às realizações legadas. Dentre todas, porém, reputo a mais importante o resgate de nossa auto-estima e da confiança em nossa capacidade de superar as adversidades, vencer obstáculos, construir sonhos e manter a esperança. Hoje, a UFPA está melhor do que ontem; e continuaremos lutando para que assim o seja amanhã e sempre. Nunca podemos esquecer que toda instituição, como coletivo social estruturado no tempo, é maior e mais importante que cada um dos seus indivíduos e que cada gestão. Por isso é uma obra cumulativa de gerações e de tantos, sendo essa, sempre, a sua beleza e solidez.
Ao novo reitor desejo pleno sucesso na continuidade dos trabalhos e transfiro, para a sua direção: todos os recursos financeiros e humanos já programados pelo REUNI, para a UFPA, até 2011; um orçamento estável, sustentável e triplicado em relação ao que herdei; o patrimônio físico e logístico restaurado e ampliado (na capital e no interior); e novos recursos para grandes obras – como o esgotamento sanitário da Cidade Universitária (já na FADESP) e a contenção do rio e urbanização da orla do campus do Guamá (parte já creditada e a outra, maior, já programada no orçamento do MEC para 2010 e 2011), só para citar com alguns exemplos.
Ao final da primeira década do novo século, a UFPA assume três destaques nacionais: a de ser o maior e mais consolidado pólo de pesquisa e pós-graduação de todo o Norte do país; a maior universidade federal em número de alunos de graduação e aquela mais interiorizada de todo o Brasil. São marcas que nos dão orgulho e dignidade e que delineiam, na moldura dessa incomum identidade, o condão para o enfrentamento dos novos tempos e dos desafios que se seguirão.
Por tudo, não poderia melhor sintetizar o sentimento de despedida que o da honra de ter sido, por delegação da comunidade, reitor desta Universidade.
Obrigado a todos e votos de felicidades!
Viva a Universidade Federal do Pará!
Alex Fiúza de Mello
Saio da Reitoria mais feliz do que entrei, graças às realizações legadas. Dentre todas, porém, reputo a mais importante o resgate de nossa auto-estima e da confiança em nossa capacidade de superar as adversidades, vencer obstáculos, construir sonhos e manter a esperança. Hoje, a UFPA está melhor do que ontem; e continuaremos lutando para que assim o seja amanhã e sempre. Nunca podemos esquecer que toda instituição, como coletivo social estruturado no tempo, é maior e mais importante que cada um dos seus indivíduos e que cada gestão. Por isso é uma obra cumulativa de gerações e de tantos, sendo essa, sempre, a sua beleza e solidez.
Ao novo reitor desejo pleno sucesso na continuidade dos trabalhos e transfiro, para a sua direção: todos os recursos financeiros e humanos já programados pelo REUNI, para a UFPA, até 2011; um orçamento estável, sustentável e triplicado em relação ao que herdei; o patrimônio físico e logístico restaurado e ampliado (na capital e no interior); e novos recursos para grandes obras – como o esgotamento sanitário da Cidade Universitária (já na FADESP) e a contenção do rio e urbanização da orla do campus do Guamá (parte já creditada e a outra, maior, já programada no orçamento do MEC para 2010 e 2011), só para citar com alguns exemplos.
Ao final da primeira década do novo século, a UFPA assume três destaques nacionais: a de ser o maior e mais consolidado pólo de pesquisa e pós-graduação de todo o Norte do país; a maior universidade federal em número de alunos de graduação e aquela mais interiorizada de todo o Brasil. São marcas que nos dão orgulho e dignidade e que delineiam, na moldura dessa incomum identidade, o condão para o enfrentamento dos novos tempos e dos desafios que se seguirão.
Por tudo, não poderia melhor sintetizar o sentimento de despedida que o da honra de ter sido, por delegação da comunidade, reitor desta Universidade.
Obrigado a todos e votos de felicidades!
Viva a Universidade Federal do Pará!
Alex Fiúza de Mello
Aluno no PPGCP faz debate na Cultura
O BLOG parabeniza a excelente participação do mestrando do PPGCP/UFPA, Paulo Ribeiro,ontem 29/06/09, no programa controvérsias da TV Cultura do Pará, onde discutiu-se as modalidades de Financiamento de Campanhas Eleitorais e a Reforma Política no Brasil. No Programa esteve presente o Deputado Federal Zé Geraldo (PT-Pa), que também teceu suas considerações. Paulo Reibeiro é especialista em ciência política e concluinte do mestrado pelo Programa de Pós Graduação em Ciência Política da UFPa.
O tema abordado é objeto de estudo do mestrando, porém, requer a devida competência para ser debatido, haja vista encerrar grandes controvérsias.PAULO RIBEIRO É DA NOVA GERAÇÃO DE CENTISTAS POLÍTICOS DO ESTADO DO PARÁ, COM DNA NA CIÊNCIA POLÍTICA ANGLO-AMERICANA.
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O tema abordado é objeto de estudo do mestrando, porém, requer a devida competência para ser debatido, haja vista encerrar grandes controvérsias.PAULO RIBEIRO É DA NOVA GERAÇÃO DE CENTISTAS POLÍTICOS DO ESTADO DO PARÁ, COM DNA NA CIÊNCIA POLÍTICA ANGLO-AMERICANA.
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PSDB: oposição só na ultra direita
Não adianta, O governo lula ocupou o espectro do centro até a direita na política brasileira. O PSDB para demarcar com o governo tem de ocupar a ultra direita no espectro ideológico brasileiro. Assim será comum o PSDB exigir: fim dos gastos públicos sociais, e com o funcionalismo, combate armado às ocupações de terra, fim de políticas sociais compensatórias, como o bolsa família em nome de política estruturantes, como se essas políticas fôssem auto excludentes e, etc, etc, etc.
PSDB e PR uma sopa de legendas sem coerência
O PSDB aparece no horário eleitoral com um programa ultraliberal e o PR (ex-PL) aparece com um programa exageradamente social. Ou seja, as legendas, definitivamente, no Brasil são são atalho informacional aos eleitores. Como sabemos o PSDB se auto-proclama como social democrata e o PR é programaticamente liberal.
Sai Alex um reitor realizador mas com complexo de Luiz XIV
Não há dúvida, Alex deixa um legado de reconstrução física do campus, uma política de expansão da pós-graduação e do corpo técnico-administrativo, enfim um reitor realizador. Acontece que nas academias,. em especial na UFPA, forma e conteúdo fazem parte de um todo indivisível. Alex pecou na auto-suficiência, na relação verticalizada com as organizações políticas da comunidade e, por fim concluiu que elegeria até poste na UFPA. Ledo engano de sua assessoria política. Ao final, Alex sai ofuscado, seu ego falou mais alto do que o projeto coletivo. Alex que deveria sair ovacionado, optou em nome de uma avaliação dicotômica ( a luta do bem contra o mal), por demonizar Maneschy, tratou ex-aliados de 08 anos como inimigos e saiu flagorosamente derrotado na disputa para a reitoria da UFPA. Que a Espanha faça vc , Alex, refletir e que voltes mais humilde para as salas de aulas.
03-06: faltam 72 hs para a Maneschy chegar oficialmente à reitoria
As 10 hs do dia 03-06 no Hangarzinho ocorrerá a posse de Maneschy como o 12o. reitor da UFPA. Eu vou de camiseta.
Governo Ana: minha opinião sobre o núcleo duro
Hoje (domingo) no O Liberal tem um fragmento de opinião minha sobre o núcleo duro do governo estadual e a perseguição à Edilza Fontes e Suely Oliveira.
C0NSUN E O TREM DA ALEGRIA DOS DERROTADOS
Segundo informações extra-oficiais que chegam ao blog a administração em ocaso estaria preparando uma reunião do CONSUN para a semana que vem. Nesta reunião seria aprovado um monte de inciativas que beneficiariam a elite governante, que ora se despede da direção da UFPA. Até mestrados polêmicos nos Institutos seriam passados goela abaixo. A melhor decisão que Alex poderia tomar neste momento seria suspender inciativas desta magnitude e repassar a gestão de 2009 para o novo reitor da UFPA, inclusive as eleições de novos conselheiros ao CONSUN, que estariam ocorrendo a toque de caixa em muitos Institutos.
O PSDB e o Liberalismo Econômico
Quem assistiu ao programa nacional de TV do PSDB pensou que se tratava de um partido ultraliberal e não socialdemocrata. Os líderes tucanos passaram dez minutos combatendo os impostos e os gastos públicos, leia-se, gastos com serviços públicos de uma maneira geral, com aumento tamanho do Estado e com os gastos com pessoal em particular. Será que as universidades e seus trabalhadores aguentarão mais 08 anos de um possível governo tucano/Serra , a partir de 2011?
Alex deve chefiar oposição a Maneschy
Todas as análises que têm se processado em torno dos últimos discursos do reitor em final de mandato, Alex, indicam que o mesmo deve, após seu retorno da Espanha, chefiar a oposição ao reitor nomeado Carlos Maneschy. Muitos especulam que em 2013 o lema seria "Alex III de novo com a força do povo". Imaginem que o Jacobino Alex conclamou estudantes e professores a se organizarem para lutar contra o populismo...tradução: populismo para Alex significa a força dos funcionários demonstrado na recente eleição para reitor da UFPA.
Só para recordar: Maneschy perdeu por pouco mais de 150 votos na categortia estudantil, sabe para quem? para os cursos de graduação a distância, onde só quem teve acesso a estas turmas foi a chapa oficial. Bastaria que Maneschy anulasse as urnas de Abaetetuba, que veio eivada de irregularidades para que Maneschy ganhasse entre os estudantes. Note-se bem, o comitê Maneschy só não anulou estas urnas por receio de que esta tomada de posição levasse a chapa oficial, que detinha a maioria do CONSUN, a anular urnas onde Maneschy havia vencido, por puro execício de maioria. Pois naquele momento já se sabia o resultado global das urnas.
Só para recordar: Maneschy perdeu por pouco mais de 150 votos na categortia estudantil, sabe para quem? para os cursos de graduação a distância, onde só quem teve acesso a estas turmas foi a chapa oficial. Bastaria que Maneschy anulasse as urnas de Abaetetuba, que veio eivada de irregularidades para que Maneschy ganhasse entre os estudantes. Note-se bem, o comitê Maneschy só não anulou estas urnas por receio de que esta tomada de posição levasse a chapa oficial, que detinha a maioria do CONSUN, a anular urnas onde Maneschy havia vencido, por puro execício de maioria. Pois naquele momento já se sabia o resultado global das urnas.
Maneschy precisa encontrar um chefe de gabinete
Neste momento o reitor nomeado da UFPA procura um chefe de gabinete com as seguintes características: 1- Tenha expeirência política, 2- Tenha inteligência emocional, 3- Tenha capacidade de interagir com a sociedade civil organizada interna, 4- Não tenha veto das entidades representativas da UFPA, 5- Tenha experiência administrativa, e 6- Tenha aconfiança pessoal, política e ética do reitor nomeado.
Chefia de Gabinete de Maneschy: Jefferson não aceita convite
O publicitário Jefferson Galvão comunicou ao reitor nomeado da UFPA que por razões particulares e acadêmicas não poderia aceitar o desafio de assumir funções de chefia junto ao gabinete de Reitor. Jefferson que tem especialização na FGV em gestão hospitalar e é concluinte de mestrado, nesta mesma instituição, em gestão pública está priorizando neste momento a elaboração de sua dissertação e já se prepara para ingressar no doutorado.
Jefferson já acumula uma boa experiência na gestão de órgãos públicos através de sua passagem pela administração geral do HUJBB e Gráfica da UFPA. Jefferson entende que um doutorado cria melhores perspectiva estruturais para uma carreira intelectual e administrativa.
Jefferson já acumula uma boa experiência na gestão de órgãos públicos através de sua passagem pela administração geral do HUJBB e Gráfica da UFPA. Jefferson entende que um doutorado cria melhores perspectiva estruturais para uma carreira intelectual e administrativa.
Interesseiros, vulgares e patrimonialistas
Recebo muitas postagens acusando a luta por cargos. Esta turma cuja perspectiva de vida é conquistar um CDzinho (porque os CD's da UFPA são cdzinhos), não consegue imaginar apoio com base em projetos. Pois bem caros medíocres dos cdzinhos, existem pessoas assim e já foi dado muita prova na UFPA. Ou alguém acha que se eu quizesse um CD na UFPA eu não o teria, e por méritos de coordenação política, além da formação acadêmica.
Fim de festa e eleições vapt e vupt
No fim de festa da gestão Alex muitas eleições já ocorreram ou estão ocorrendo. São núcleos cujos dirigentes teriam mandatos até outubro que já fizeram eleições. São representações dos Institutos junto ao Conselhos Superiores que realizam eleições rapidamente, antes da posse do novo reitor. Não seria mais ético que o atual reitor suspendesse as eleições de representantes aos Conselhos Superiores até a posse de Maneschy?
Baleixe, a posse de Maneschy e valores vestais imperiais
Quarta-feira, 24 de Junho de 2009 Cerimonial da UF...
Quarta-feira, 24 de Junho de 2009 Cerimonial da UFPA não quisera malroupidos na transmissão do cargo de Reitor.O convite para o ato solene de transmissão do cargo de Reitor da Universidade Federal do Pará localiza-se em http://www3.ufpa.br/multicampi/images/LINK/posse.jpg, nele se vê o RSVP — abreviação da expressão francesa Répondez S'il Vous Plaît, “Responder Por Favor” na nossa língua — e a indicação do traje: Passeio Completo.
Segundo a jornalista especialista em etiqueta, Claudia Matarazzo, o “Passeio Completo — para os homens significa terno. Escuro e mais formal. De preferência marinho bem escuro ou grafite (não preto, que pode pesar em nosso clima tropical). Com camisa social branca ou azul muito claro e gravata de estampas mais discretas. As mulheres ainda não devem botar pra quebrar: tecidos mais nobres, como crepes, sedas, veludo e brocados mas com discrição. Brilhos, bordados e transparências devem ser usados com parcimônia e dependendo da ocasião.
”O Cerimonial da UFPA utilizou o DIVULGA — canal de comunicação por correio eletrônico da Universidade — para propalar o CONVITE e ratificar o uso da indumentária. Contudo, em outro e-mail, “solicita que seja desconsiderada a exigência”. Os registros fotográficos da via crucis inaugurativa que o Reitor Carlos Edilson de Almeida Maneschy tem sido levado a tiracolo, não nos dão a impressão de que ele ligue para essas frescuras.
De qualquer modo, se essa "exigência" fosse tomada ao pé da letra, teríamos "meia duzia de três ou quatro" — frase atribuída ao falecido colunista social Ibrahim Sued — presentes no auditório Benedito Nunes do Hangarzinho; platéia elitista, mas muito rala para o show do transmissor, com início previsto para 10:00h do próximo 03 de julho.
Quarta-feira, 24 de Junho de 2009 Cerimonial da UFPA não quisera malroupidos na transmissão do cargo de Reitor.O convite para o ato solene de transmissão do cargo de Reitor da Universidade Federal do Pará localiza-se em http://www3.ufpa.br/multicampi/images/LINK/posse.jpg, nele se vê o RSVP — abreviação da expressão francesa Répondez S'il Vous Plaît, “Responder Por Favor” na nossa língua — e a indicação do traje: Passeio Completo.
Segundo a jornalista especialista em etiqueta, Claudia Matarazzo, o “Passeio Completo — para os homens significa terno. Escuro e mais formal. De preferência marinho bem escuro ou grafite (não preto, que pode pesar em nosso clima tropical). Com camisa social branca ou azul muito claro e gravata de estampas mais discretas. As mulheres ainda não devem botar pra quebrar: tecidos mais nobres, como crepes, sedas, veludo e brocados mas com discrição. Brilhos, bordados e transparências devem ser usados com parcimônia e dependendo da ocasião.
”O Cerimonial da UFPA utilizou o DIVULGA — canal de comunicação por correio eletrônico da Universidade — para propalar o CONVITE e ratificar o uso da indumentária. Contudo, em outro e-mail, “solicita que seja desconsiderada a exigência”. Os registros fotográficos da via crucis inaugurativa que o Reitor Carlos Edilson de Almeida Maneschy tem sido levado a tiracolo, não nos dão a impressão de que ele ligue para essas frescuras.
De qualquer modo, se essa "exigência" fosse tomada ao pé da letra, teríamos "meia duzia de três ou quatro" — frase atribuída ao falecido colunista social Ibrahim Sued — presentes no auditório Benedito Nunes do Hangarzinho; platéia elitista, mas muito rala para o show do transmissor, com início previsto para 10:00h do próximo 03 de julho.
A Justiça Federal e o DCE-UFPA.
Dois anos depois da ocupação da reitoria da UFPA, estamos com o companheiro do PSOL, Fabrício Gomes, - que na época era coordenador-geral do DCE/UFPA - respondendo a um processo penal na Justiça Federal.
O processo que estava há dois anos parado, voltou a correr célere, justamente no período em que o companheiro está concluindo o seu curso, inclusive com defesa de seu TCC marcada para amanhã.
O companheiro foi intimado pelo Juiz Federal Titular da 3ª Vara Penal, Rubens Rollo D'Oliveira, a apresentar até a próxima sexta-feira sua defesa, oferecer documentos e justificações que se contraponham à denúncia apresentada por conta do processo de ocupação.
Não podemos aceitar essa criminalização dos movimentos sociais e esse ataque a uma liderança do movimento estudantil, que está sendo processado porque estava lutando. E o processo volta à tona, justamente quando o companheiro se prepara para concluir seu curso. Talvez uma tentativa de fazê-lo, no mínimo, perder a vaga, além dos processos penais decorrentes.
Vale lembrar que, graças à ocupação da reitoria, os estudantes da UFPA conseguiram diversas vitórias, entre elas, a construção de um Restaurante Universitário, inaugurado recentemente. A ocupação que durou seis dias, aconteceu em meio a um período de luta dos estudantes contra a proposta de Reforma Universitária do governo federal.
Por isso, é importante mobilizarmos entidades, mandatos e a militância em apoio e solidariedade ao companheiro. Temos que denunciar o fato e dar visibilidade, para que o companheiro não seja punido. Os contatos do companheiro são: (91) 81809667 ou (91) 88970239. O e-mail é fabricioexnel@hotmail.com e fabriciopsol@gmail.com Abraços, Max Costa
O processo que estava há dois anos parado, voltou a correr célere, justamente no período em que o companheiro está concluindo o seu curso, inclusive com defesa de seu TCC marcada para amanhã.
O companheiro foi intimado pelo Juiz Federal Titular da 3ª Vara Penal, Rubens Rollo D'Oliveira, a apresentar até a próxima sexta-feira sua defesa, oferecer documentos e justificações que se contraponham à denúncia apresentada por conta do processo de ocupação.
Não podemos aceitar essa criminalização dos movimentos sociais e esse ataque a uma liderança do movimento estudantil, que está sendo processado porque estava lutando. E o processo volta à tona, justamente quando o companheiro se prepara para concluir seu curso. Talvez uma tentativa de fazê-lo, no mínimo, perder a vaga, além dos processos penais decorrentes.
Vale lembrar que, graças à ocupação da reitoria, os estudantes da UFPA conseguiram diversas vitórias, entre elas, a construção de um Restaurante Universitário, inaugurado recentemente. A ocupação que durou seis dias, aconteceu em meio a um período de luta dos estudantes contra a proposta de Reforma Universitária do governo federal.
Por isso, é importante mobilizarmos entidades, mandatos e a militância em apoio e solidariedade ao companheiro. Temos que denunciar o fato e dar visibilidade, para que o companheiro não seja punido. Os contatos do companheiro são: (91) 81809667 ou (91) 88970239. O e-mail é fabricioexnel@hotmail.com e fabriciopsol@gmail.com Abraços, Max Costa
Anônima escreveu
Caro Professor Edir
A gestão do prof Alex est5á de saida e continuam os protecionismos políticos. Na Proex, no Programa Multicampi Artes, o Edital 2009 é claro. Só podem participar Docente, tecnico e Discente da Instituição. Mas tem projetos "apadrinhados" que ate o genro de professores está amparado. É uma vergonha para essa instituição, pois varios projetos com bastante qualidade foram eliminados.É caso de apuração.Isso é demais.
A gestão do prof Alex est5á de saida e continuam os protecionismos políticos. Na Proex, no Programa Multicampi Artes, o Edital 2009 é claro. Só podem participar Docente, tecnico e Discente da Instituição. Mas tem projetos "apadrinhados" que ate o genro de professores está amparado. É uma vergonha para essa instituição, pois varios projetos com bastante qualidade foram eliminados.É caso de apuração.Isso é demais.
03 de Julho: transmissão do cargo de Reitor da UFPA
Será pela manhã do dia 03 de jullho (sexta) a transmissão de cargo de Reitor da UFPA. Já estou mandando passar o blazer.
Restaurante Universitário
A atual Diretora deve ser mantida no cargo. Há um enorme clamor da comunidade interna do RU e de estudantes, aos milhares, pedindo a permissão da atual titular.
Vitória de Maneschy: o que ninguém sabia
Ninguém sabia que há exatamente 18 meses antes das eleições de 2008 da UFPA um núcleo de estrategista e militantes políticos da UFPA procurou o prof. Carlos Maneschy para propor que o mesmo encabeçasse um projeto alternativo ao grupo que vinha comandanfo a UFPA há oito anos. Carlos Maneschy pediu um tempo para pensar e após 90 dias assumiu o projeto eleitoral. Para aqueles que afirmavam e reafirmavam que Maneschy é fruto de um projeto pessoal agora estão desmascarados pela história. Palavra de convidante.
Gabinete: Jefferson pede para pensar
Após ser convidado para assumir tarefa política e administrativa no gabinete de Carlos Maneschy o Diretor da Gráfica Jefferson Galvão pede tempo para pensar e promete dar uma resposta em breve, se aceita ou não esta missão.
Palheta costura consenso na Gráfica
Palheta após costurar o consenso entre os diversos segmentos da Gráfica deverá ser confirmado como o novo diretor da Gráfica. O novo reitor trabalhará com metas anuais a ser alcançado pelas Pró-Reitorias e órgãos suplementares, quem não atingir as mestas deve começar a arrumar as malas. Maneschy tratará a universidade como deve ser tratada: como uma instituição pública e republicana.
Recado aos meus detratores
Tenho recebido muitas postagens de chingamentos: aos meus detratores dirijo uma frase do velho Marx " Tudo que é sólido desmancha no ar".
Tutuca e Jefferson no gabinete
Tutuca e Jefferson cooordenarão o gabinete do reitor nomeado da UFPA. Tutuca cuidará dos eventos burocráticos e administrativos e Jefferson cuidará das relações políticas cotidianas do gainete de Maneschy. Jefferson é reconhecido pela grande habilidade política com que trata as questões administrativas. Quando Jefferson foi gerente administrativo do HUJBB conseguiu algo que parecia impossível: saiu de lá com o consenso do corpo técnico administrativo e com o respeito dos docentes. Na direção da gráfica Jefferson transformou um patinho feio da FPA (a sucateada velha gráfica da Rui Barbosa) em um órgão de grande visibilidade da UFPA.
Nassar na Pró-Reitoria de Relações Internacionais
O prof. Flávio Nassar será o Pró-Reitor de Relações Internacionais da UFPA. Experiência no ramo, formação política e coragem para lutar, eis as qualidades maiores de Nassar. Parabéns Maneschy pela escolha.
Ex chefe da Casa Civil comanda greve na SEFA
O ex Chefe da Casa Civil da governadoria do Estado Charles Alcântara está neste momento comandando uma greve na SEFA contra o governo Ana Júlia. A SEFA é o órgão mais nevrálgico do estado, pois é a responsável pela arrecadação dos recursos estaduais. Dependendo do confronto podem surgir grandes denúncias e revelações das políticas subterrâneas do núcleo duro do governo, a exemplo do que noticiaram os grandes jornais da terra no dia de hoje (18) onde Alcântara alfinetou a respeito das relações prosmícuas que exisatiriam entre a SEFA e grandes financiadores de campanha eleitoral. É nitroglicerina pura...estão brincando com fogo.
Edilza Fontes está saindo da DS
Edilza Fontes, professora doutora da UFPA e apoiadora de Ana Júlia desde a primeira hora está deixando a DS. O núcleo duro, ou seja, os meninos da OCDP, estão executando uma expulsão branca de Edilza. Imaginem que a Edilza foi estimulada a articular sua candidatura a deputada federal e durante dois anos fez esta tarefa. Agora sem mais e nem menos esta garotada da OCDP vetou a candidatura de Edilza para qualquer cargo legislativo e o que é pior, parece que Ana está assinando em baixo.
Leia-se OCDP ( Organização Comunista Democracia Proletária): Maurílio, Marcílio, Puty, são originários desta extinta organização.
Parece que a DS ficará reduzida ao originário núcleo da OCDP e que mantém seu peso com base na máquina administrativa e ficam surfando as custas do voto de PT e da Ana. Será que o campo majoritário do PT não tomará nenhuma providência?
Leia-se OCDP ( Organização Comunista Democracia Proletária): Maurílio, Marcílio, Puty, são originários desta extinta organização.
Parece que a DS ficará reduzida ao originário núcleo da OCDP e que mantém seu peso com base na máquina administrativa e ficam surfando as custas do voto de PT e da Ana. Será que o campo majoritário do PT não tomará nenhuma providência?
Arroubos de um Rei Thor em final de carreira
Um coordenador de pós graduação da UFPA insistiu em obter uma audiência com o todo poderoso. Resposta do Rei Thor: " não recebo coordenador"
Maneschy: a transmissão do cargo será dia 03 de julho
Será no dia 03 de julho a transmissão de cargo de Reitor da UFPA.
Maneschy: festa da nomeação transferida para 02 de julho
Devido ao acúmuilo das tarefas que vem consumindo o staf do reitor eleito Carlos Maneschy a festa de nomeação que aconteceria amanhã (19-06) na Capela Universitária foi transferida para o dia 02 de julho, data da transmissão do cargo.
Quem será o chefe de gabinete de Maneschy
Esta é uma escolha pessoal intranferível do Reitor, mas como é um cargo de extrema importância e visibilidade coletiva na UFPA, aqui vão alguns dos nomes muito comentados nos bastidores: Tutuca, ex- presidente da Adufpa - Jefferson Galvão, atual Diretor da Gráfica da UFPA- Regina Alves, Jornalista, Marcus Vinícius, ex-prefeito do Campus.
O que a gestão Maneschy não deve copiar de Alex
1- Não pode ter um gate keeper na entrada de seu gabinete que venha a afastar os "sem pedigrée" das audiências
2- Não montar um governo pessoal autocrático conhecido como a República dos amigos de infância.
3- Não se deixar influenciar por mexericos palacianos
4- Não assumir compromissos eleitorais e não cumpri-los
5- Não se esconder dos apoiadores após ser nomeado pelo Presidente e só falar com a aristocracia acadêmica.
2- Não montar um governo pessoal autocrático conhecido como a República dos amigos de infância.
3- Não se deixar influenciar por mexericos palacianos
4- Não assumir compromissos eleitorais e não cumpri-los
5- Não se esconder dos apoiadores após ser nomeado pelo Presidente e só falar com a aristocracia acadêmica.
Direção dos Hospitais Universitários
Existe uma verdadeira corrida pelas direções dos hospitais Bettina e HUJBB. O Reitor eleito assumiu compromissos em ouvir a comunidade na hora de nomear os futuros diretores dos hospitais universitários.
Haroldo Baleixe disse...
Quinta-feira, 18 de Junho de 2009 ALEx-reitor da UFPA responde oficialmente ao BILHETIM.O Bilhetim: Blog do Edir Veiga. tem bagagem na Internet. E bota BAGAGEM nisso: arrancou uma informação complementar personalizada do professor Alex Bolonha Fiúza de Mello — já em rescaldo de mandato e inaugurando obras no Campus do Guamá — com direito a estardalhaço no DIVULGA, canal oficial de comunicação por e-mail da Universidade Federal do Pará, e invertido salamaleque.
O ALEx-reitor além de chamar a nota informativa do BILHETIM de "inescrupulosa", comentou que "Pelo que se percebe, o editor, o Profº Edir Veiga, da própria UFPA, é mal informado e deveria zelar mais pelo fundamento empírico de seus argumentos.". Ninguém que tenha recebido o e-mail oficial do ALEx-reitor entendeu absolutamente nada da ALExacerbação, afinal, o professor Edir Veiga somente deu um "furo de reportagem" (agora cientista político e dentista pode!), passando a perna na Assessoria de Imprensa da UFPA.
Parabéns ao Edir Veiga pela "inescrupulosa" notícia dada em primeira mão e ao professor Carlos Maneschy, Reitor já nomeado pelo Presidente da República, que poderá contar com mais uns tostões em tempo de crise.
(FOTO)Notícia pubicada no Bilhetim e a "complementação de informação" dada pelo ALEx-reitor no Divulga da UFPA, já postada pelo "editor" do blog, professor Edir Veiga.(FOTO)Formato original (apesar de virtual) do e-mail oficial da reitoria da UFPA propagado pelo DIVULGA.
18/6/09 3:46 AM
O ALEx-reitor além de chamar a nota informativa do BILHETIM de "inescrupulosa", comentou que "Pelo que se percebe, o editor, o Profº Edir Veiga, da própria UFPA, é mal informado e deveria zelar mais pelo fundamento empírico de seus argumentos.". Ninguém que tenha recebido o e-mail oficial do ALEx-reitor entendeu absolutamente nada da ALExacerbação, afinal, o professor Edir Veiga somente deu um "furo de reportagem" (agora cientista político e dentista pode!), passando a perna na Assessoria de Imprensa da UFPA.
Parabéns ao Edir Veiga pela "inescrupulosa" notícia dada em primeira mão e ao professor Carlos Maneschy, Reitor já nomeado pelo Presidente da República, que poderá contar com mais uns tostões em tempo de crise.
(FOTO)Notícia pubicada no Bilhetim e a "complementação de informação" dada pelo ALEx-reitor no Divulga da UFPA, já postada pelo "editor" do blog, professor Edir Veiga.(FOTO)Formato original (apesar de virtual) do e-mail oficial da reitoria da UFPA propagado pelo DIVULGA.
18/6/09 3:46 AM
Lula nomeia MANESCHY Reitor
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição
que lhe confere o art. 84, inciso XXV, da Constituição, e tendo em
vista o disposto no art. 16 da Lei nº 5.540, de 28 de novembro de
1968, resolve
N O M E A R
CARLOS EDÍLSON DE ALMEIDA MANESCHY, Professor da Universidade
Federal do Pará, para exercer o cargo de Reitor da referida
Universidade, com mandato de quatro anos.
Brasília, 12 de junho de 2009; 188º da Independência e 121º
da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fernando Haddad
que lhe confere o art. 84, inciso XXV, da Constituição, e tendo em
vista o disposto no art. 16 da Lei nº 5.540, de 28 de novembro de
1968, resolve
N O M E A R
CARLOS EDÍLSON DE ALMEIDA MANESCHY, Professor da Universidade
Federal do Pará, para exercer o cargo de Reitor da referida
Universidade, com mandato de quatro anos.
Brasília, 12 de junho de 2009; 188º da Independência e 121º
da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fernando Haddad
UFPa devolve 11 milhões ao MEC
A UFPa devolveu R$8.000,000,00(oito milhões) de investimento e mais R$3.000,000,00(três milhões) de custeios. Foi a primeira vez que a gestão Alex devolveu recursos ao governo federal em oito anos. A maior parte dos recursos devolvidos advieram da prefeitura. Estes recursos referem-se ao exercício de 2008.
Esta nota publiquei no dia 12 de junho de 2009
Vejam a resposta do reitor
Universidade Federal do Pará
Gabinete da Reitoria
A Reitoria considera, no mínimo, inescrupulosa a nota divulgada pelo blog Bilhetim, sobre a devolução dos 11 milhões de reais pela UFPA ao MEC, ao final de 2008.
A ação foi negociada pelo MEC com todas as IFES em função do Acórdão n.º 2731/2008 do TCU, que impossibilitou o empenho dos valores repassados no final de ano nas Fundações de Apoio. Os mesmos valores serão repostos às IFES no corrente ano, e serão acrescentados ao orçamento que será administrado pelo novo Reitor. Pelo que se percebe, o editor, o Profº Edir Veiga, da própria UFPA, é mal informado e deveria zelar mais pelo fundamento empírico de seus argumentos.
Profº Dr. Alex Bolonha Fiúza de Mello
Reitor da Universidade Federal do Pará
Minha réplica:
1- O Reitor em nada nega minha informação, pelo contrário, ele confirma minha informação. Foram devolvidos onze milhões em 2008.
2- O Reitor dá uma nova informação, ou seja, é informado que estes valores (onze milhões) serão recuperados para o ano orçamentário de 2009 e esta é uma ótima informação e não contradiz e nem nega minha informação, pelo contrário, confirma-a e dá novas informações.
3- Se a comunidade da UFPa não teve informação desta recuperação dos recursos, o Reitor deve exigir mais competência de sua assessoria de imprensa e não do Blog e de seu editor que divulgou uma nota verdadeira, ou seja, a UFPa devolveu 11 milhões do exercício de 2008.
4- E para finalizar devo dizer ao Reitor em final de mandato e derrotado politicamente, que este adora dá aula de ética e moral em seus contraditores ou críticos, mas quem é o sr Alex Fiúza para dar aula de moral em alguém na UFPa, depois do comportamento altamente antiético que ostentou na última eleição para Reitor? Alex ridicularizou o cargo de reitor ao se transformar num cabo eleitoral que usou a máquina da UFPa em favor de uma candidata. Ou será que convocar reuniões na SEGE usando a prerrogativa de reitor não é aparelhar, ou prometer a construção de prédios a docentes, em plena campanha, não é aparelhar? onde estava o comportamento escrupuloso em todos estes momentos. E sem falar na eleição indireta que exigiu (como preposto do MEC) o CONSUN a realizar em nome da lei, enquanto em 2005, em sua reeleição, jamais exigiu este comportamento do CONSUN? E o processo mal instruido enviado ao MEC obrigando o processo a retornar à UFPa?
5- Senhor ex-Reitor, fomos parceiros por 08 anos, jamais deixei de ser leal. No momento em que não segui sua orentação vc virou o cão e passou a desconhecer ex- aliados,usando inclusive a reitoria que o ajudamos a ganhar por duas vezes contra todos nós (dos movimentos sociais) que sempre lhe apoiamos
5- Pelo menos desta vez vc citou meu nome, em outros pronunciamentos você jamais ousou pronunciar meu nome. afinal vc me tratava como um "dálit", que ficou contaminando sua corte por oito anos. Vc sabe, com minha turma e minha orientação eleitoral e estratégica vc ganharia as eleições de 2008 e elegeria sua candidata. Não te odeio, muito menos tenho ódio, mas questiono tua coerência que tanto pregavas em nosso almoço mensal e quinzenal naquele barzinho de classe média..
Edir Veiga.
Esta nota publiquei no dia 12 de junho de 2009
Vejam a resposta do reitor
Universidade Federal do Pará
Gabinete da Reitoria
A Reitoria considera, no mínimo, inescrupulosa a nota divulgada pelo blog Bilhetim, sobre a devolução dos 11 milhões de reais pela UFPA ao MEC, ao final de 2008.
A ação foi negociada pelo MEC com todas as IFES em função do Acórdão n.º 2731/2008 do TCU, que impossibilitou o empenho dos valores repassados no final de ano nas Fundações de Apoio. Os mesmos valores serão repostos às IFES no corrente ano, e serão acrescentados ao orçamento que será administrado pelo novo Reitor. Pelo que se percebe, o editor, o Profº Edir Veiga, da própria UFPA, é mal informado e deveria zelar mais pelo fundamento empírico de seus argumentos.
Profº Dr. Alex Bolonha Fiúza de Mello
Reitor da Universidade Federal do Pará
Minha réplica:
1- O Reitor em nada nega minha informação, pelo contrário, ele confirma minha informação. Foram devolvidos onze milhões em 2008.
2- O Reitor dá uma nova informação, ou seja, é informado que estes valores (onze milhões) serão recuperados para o ano orçamentário de 2009 e esta é uma ótima informação e não contradiz e nem nega minha informação, pelo contrário, confirma-a e dá novas informações.
3- Se a comunidade da UFPa não teve informação desta recuperação dos recursos, o Reitor deve exigir mais competência de sua assessoria de imprensa e não do Blog e de seu editor que divulgou uma nota verdadeira, ou seja, a UFPa devolveu 11 milhões do exercício de 2008.
4- E para finalizar devo dizer ao Reitor em final de mandato e derrotado politicamente, que este adora dá aula de ética e moral em seus contraditores ou críticos, mas quem é o sr Alex Fiúza para dar aula de moral em alguém na UFPa, depois do comportamento altamente antiético que ostentou na última eleição para Reitor? Alex ridicularizou o cargo de reitor ao se transformar num cabo eleitoral que usou a máquina da UFPa em favor de uma candidata. Ou será que convocar reuniões na SEGE usando a prerrogativa de reitor não é aparelhar, ou prometer a construção de prédios a docentes, em plena campanha, não é aparelhar? onde estava o comportamento escrupuloso em todos estes momentos. E sem falar na eleição indireta que exigiu (como preposto do MEC) o CONSUN a realizar em nome da lei, enquanto em 2005, em sua reeleição, jamais exigiu este comportamento do CONSUN? E o processo mal instruido enviado ao MEC obrigando o processo a retornar à UFPa?
5- Senhor ex-Reitor, fomos parceiros por 08 anos, jamais deixei de ser leal. No momento em que não segui sua orentação vc virou o cão e passou a desconhecer ex- aliados,usando inclusive a reitoria que o ajudamos a ganhar por duas vezes contra todos nós (dos movimentos sociais) que sempre lhe apoiamos
5- Pelo menos desta vez vc citou meu nome, em outros pronunciamentos você jamais ousou pronunciar meu nome. afinal vc me tratava como um "dálit", que ficou contaminando sua corte por oito anos. Vc sabe, com minha turma e minha orientação eleitoral e estratégica vc ganharia as eleições de 2008 e elegeria sua candidata. Não te odeio, muito menos tenho ódio, mas questiono tua coerência que tanto pregavas em nosso almoço mensal e quinzenal naquele barzinho de classe média..
Edir Veiga.
Nomeação de Maneschy: festa será na Capela Universitária
A festa de sexta feira ( 19-06) que seria no vadião foi transferida para a Capela Universitária a partir das 12 hs. A festa será por adesão, ou seja, cada um paga o seu consumo. A festa saiu do vadião devido a festa de matemática previamente agendada para este local.
MANESCHY REITOR: festa da nomeação
A festa da nomeação do prof. Maneschy como o novo reitor da UFPa será na sexta feira no vadião. A festa será por adesão, ou seja, a comida e a bebida será por conta da própria comunidade. A festa será regada a aparelhagem e muito bate papo entre servidores, estudantes e professores, que foram os maiores agentes da vitória da democracia na UFPa, contra diversas tentativas de golpe branco. A festa começa a partir das 12 hs.
VIVA A DEMOCRACIA. VIVA A COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA. VIVA O CONSUN. VIVA O PRESIDENTE LULA QUE SEMPRE NOMEIA O MAIS VOTADO.
VIVA A DEMOCRACIA. VIVA A COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA. VIVA O CONSUN. VIVA O PRESIDENTE LULA QUE SEMPRE NOMEIA O MAIS VOTADO.
Água
A Prefeitura da UFPA mandou perfurar um novo poço profundo, com mais de 250 m. Segundo os geólogos a água é mineral, captada na Formação Pirabas, com bastante sais de cálcio e magnésio. Uma beleza se a água fosse para uso habitacional. Na cidade universitária, contudo, com seus inúmeros laboratórios com aquecedores, destiladores e micro cânulas essa água poderá ser um desastre. As incrustações que se formarão destruirão os equipamentos em tempo reduzido.
O sistema de tratamento de água da cidade universitária consiste apenas na desinfecção com cloro, após a aeração e filtragem do ferro de uma água captada até 170 m, na Formação Barreiras. Esse foi um sistema projetado ainda na administração de Seixas Lourenço e que considerava essa peculiaridade da cidade universitária.
Agora, além de se gastar um pouco mais com a perfuração de poço mais profundo. Para preservar os equipamentos dos laboratórios será necessário tratar a água com um processo muito mais oneroso nos curto e longo prazos, ou ainda abastecer diversos laboratórios com água da COSANPA.
Aliás, em recente reunião do Conselho daquela Companhia tratou-se do fornecimento de água para a UFPA.
Todos esses custos adicionais consideráveis não foram previstos no orçamento.
Mas agora avisados, os gestores que serão empossados em 02 de julho tem tudo para desarmar a bomba de efeito retardado.
O sistema de tratamento de água da cidade universitária consiste apenas na desinfecção com cloro, após a aeração e filtragem do ferro de uma água captada até 170 m, na Formação Barreiras. Esse foi um sistema projetado ainda na administração de Seixas Lourenço e que considerava essa peculiaridade da cidade universitária.
Agora, além de se gastar um pouco mais com a perfuração de poço mais profundo. Para preservar os equipamentos dos laboratórios será necessário tratar a água com um processo muito mais oneroso nos curto e longo prazos, ou ainda abastecer diversos laboratórios com água da COSANPA.
Aliás, em recente reunião do Conselho daquela Companhia tratou-se do fornecimento de água para a UFPA.
Todos esses custos adicionais consideráveis não foram previstos no orçamento.
Mas agora avisados, os gestores que serão empossados em 02 de julho tem tudo para desarmar a bomba de efeito retardado.
PSOL-PSTU perdem espaço no ME-UFPa
Nas recentes eleições para o DCE-UFPa a chapa do PSOL-PSTU perdeu espaço. A eleição terminou virtualmente empatada entre as chapas PSOL x PT. Este resultado por si só, já representa um encolhimento político do PSOL-PSTU no movimento estudantil da UFPa. A dupla PSOL-PSTU controla a direção do DCE-UFPa há mais de 5 eleições.
DCE/UFPa
Na noite de ontem iniciou a apuração das urnas do Diretório Central dos Estudantes (DCE), mas minutos após ter iniciado a mesma precisou ser suspendida, pois faltou luz no campus da UFPA (apenas no campus da UFPA). Próximo da meia-noite a apuração prosseguiu e se estendeu até as 6h da manhã de hoje.
O resultado, que ainda não possui números precisos, aponta para a vitória da CHAPA 1 – Amanhã vai ser Outro dia. No entanto, a Comissão Eleitoral (composta majoritariamente por membros do PSOL), quer impugnar duas urnas que recebeu expressiva votação à CHAPA 1, uma do curso de Engenharia Civil, sem nenhum fundamento e a outra do campi de Soure, cuja justificativa, segundo a Comissão Eleitoral, é que existem muitos votos para o pouco número de alunos.
E agora? Vamos ver no que vai dar!
L.G.
O resultado, que ainda não possui números precisos, aponta para a vitória da CHAPA 1 – Amanhã vai ser Outro dia. No entanto, a Comissão Eleitoral (composta majoritariamente por membros do PSOL), quer impugnar duas urnas que recebeu expressiva votação à CHAPA 1, uma do curso de Engenharia Civil, sem nenhum fundamento e a outra do campi de Soure, cuja justificativa, segundo a Comissão Eleitoral, é que existem muitos votos para o pouco número de alunos.
E agora? Vamos ver no que vai dar!
L.G.
Nomeação de Maneschy
A qualquer momento sai a nomeação do reitor eleito Carlos Maneschy. Creio que não passa do dia 19 de junho.
Governo Lula: a recessão técnica e a oposição
A oposição ao governo federal está enlouquecida. Depois que o DataFolha revelou que Lula recuperou os índices de avaliação positiva pré-crise global os tucanos e demos estão sem rumo. Após a revelção que no último trimestre de 2008 e primeiro de 2009 o PIB teve queda considerável a oposição trabalha com o retrovisor. Se é verdade que o Brasil vive a chamada "recessão técnica" também é verdade que o PIB está em franca recuperação no segundo bimestre de 2009. Quem assiste o programa gratuito do PSDB na TV constata que o partido comete uma enorme irresponsabilidade política ao pregar o terror e o desânimo frente a realidade da economia nacional. São nestes momentos que constatamos quem é estadista e quem é paroquialista.
SEDURB e Escola de Governo na barganha
O líder do governo na ALEPA Airton Faleiros informa nos grandes jornais de hoje que estão disponibilizados vários órgãos estaduais para a acomodação dos aliados. Com o anúncio de que a SEDURB e EGPa estão à disposição dos aliados, a DS removeu de seus cargos duas candidatas declaradas ao legislativo em 2010: Suely Oliveira e Edilza Fontes. Como existem as pré-candidaturas de Marquinhos, Puty e Edilson Moura ao legislativo em 2010, todos da DS, fica a pergunta que não quer calar: todos os pré-candidatos secretários também perderão seus cargos?
Jatene: Megale garante apoio dos estaduais?
Os jornais de hoje informam que o líder do PSDB na ALEPA afirma que os deputados tucanos apoiam à unanimidade a candidatura Jatene governador. Uma coisa parece certa: a secessão está em curso no ninho tucano. Jatene e Couto teriam afirmado que caso não obtenham o apoio tucano aterrizariam no aeroporto vermelho e azul para serem candidatos majoritários. Ana que coloque a barba de molho e preste atenção nos movimentos tucanos. O Barbalho fica cada vez mais valorizado.
Coutinho Jorge e a vaga no TCE
Com a aposentadoria compulsória de Coutinho Jorge do TCE está aberta a temporada de lobbyes
na ALEPA em busca da vaga aberta. Será que o governo emplaca um aliado(a) ou levará mais um chocolate?
na ALEPA em busca da vaga aberta. Será que o governo emplaca um aliado(a) ou levará mais um chocolate?
Greve do SINTEPP: os petistas estão imprensados
A greve do SINTEPP coloca em dois extremos o governo e o PSOL. Os petistas estão no meio do confornto e que é pior: sem discurso. Não dá pra defender o governo e não dá também para defender a posição partidarista do PSOL no movimento grevista. É o pior dos mundos. Os petistas se sentem abandonados pelo governo, que no cotidiano não tem nenhum interlocutor que faça a mediação entre os movimentos sociais e o governo.
A estratégia pragmática do PMDB
O PMDB deve continua participando do governo até dezembro de 2010. A posição final deste partido no estado do Pará vai depender do desempenho de Ana nas pesquisas de opinião pública. Caso Ana não decole e Mário Couto/Jatene estiverem bem posicionados o PMDB voa para a oposição. É ver para crer. No plano federal o PMDB só lança candidatura presidencial se o Aécio se filiar e sair candidato por este partido. O mais certo mesmo é que o PMDB priorize as estratégias estaduais e não lance candidato à presidência. Se o pMDB lançar candidatura presidencial vai perder capacidade de coligações estaduais e perde em 2010 a maioria da Câmara e do Senado. Existem 27 PMDB's no Brasil, um em cada estado.
O governo Ana e o monopólio das comunicações no Pará
Não há dúvida o grupo ORM e RBA monopolizam os meio de comunicação de massas no Pará. Caso o governo não atente para esta constatação, que salta aos olhos ,jamais conseguirá construir imagem positiva perante o povo do Pará. Lógico, o governo, além de ter esta clareza estratégica, precisa apresentar obras, serviços e políticas públicas desenvolvimentistas e inclusiva. Aí tem de combinar-se eficácia administrativa, iniciativa política e competência na gestão das comunicações.