Blog do Edir Veiga. Este Blog é um espaço de informação sintética sobre fatos políticos Nacional e estadual e sobre a vida da comunidade da UFPA. Quem quiser acompanhar ensaios, artigos, debates políticos e acadêmicos deve acessar: http//bilhetimdeanalises.blogspot.com
Leitos Hospitalares: população tem de esperar o témino do FSM
Um doente em estado grave precisou de leito no HUJBB, foi informado de que todos os leitos livres deveriam ficar reservados para futuros doentes presentes no FSM. Segundo o hospital, o Ministério da Saúde teria pedido reserva antecipada de leitos no HUJBB para ficar à disposição do FSM. Claro, eu custo a acreditar nesta notícia, mas a família do doente garante: só acessou o leito do hospital após muita articulação política.
Copa do mundo: Belém dançou?
Segundo notícia veiculado no jornal O Liberal, Belém não será a séde da Copa do Mundo de 2014 na Amazônia. Manaus seria a escolhida. A notícia insinua que a decisão seria mais política do que técnica. Manaus não tem a mesma tradição no futebol e nem estádio ao nível de Belém. Dizem que se esta notícia se confirmar será uma enorme derrota política para a governadora Ana Júlia, que seria grandemente explorada na sucessão de 2010. Este anúncio seria feito pelo presidente da FIFA nos próximos dias. Ao anunciar S.Paulo como séde da copa, o presidente da FIFA Blatter estaria dando uma força para a candidatura presidencial de Serra em 2010, e de quebra, daria uma forcinha para o senador amazonense tucano Arthur Virgílio. Ricardo Teixeira seria a mão invisível por trás de toda a conspiração. Será que a política e a grana falam mais alto para a CBF?
SUFO Marcou presença
SUFO significa em alemão Fórum social da Suiça oriental e esteve presente na paseata. Eram 16 jpvens, homens e mulheres, que fazem parte da organização do SUFO. Esta organização trabalha com refugiados políticos e com imigrantes na Suiça,
Passeata do FSM: as grandes autoridades municipais e estaduais estiveram ausentes
Não foram vistos secretários de governos, deputados e nem os chefes dos executivos no trajeto da passeata. Até um passado recente víamos prefeitos e governadores nos grandes eventos públicos. As autoridades gostavam de estar no meio do povo, principalmente aqueles oriundos da esquerda. Ahh, ia comentendo uma injustiça, o líder do PT na Câmara dos Deputados foi visto neste evento.
Passeata do FSM: ausência da CTBEL
Em todo o cortejo pelas avenidas Nazaré e Magalhães Barata os carros que vinham pelas ruas transversais forçavam a passagem pelo meio da gigantesca passeata. A CTBEL não estava presente para dar segurança a passeata e dar racionalidade ao movimento de carros, evitando os riscos de acidentes. Uma companhia que não antecipa este tipo de problema revela que não tem um mínimo de planejamento frente aos grandes eventos sociais.
Ato Público do FSM: Os Índios foram as estrelas
Os índios, suas organizações e cultura foram a grande estrela da manifestação de instalação do FSM. De fato o FSM não admite sectarismo e nem instrumentalização partidária. Podia-se sentir que este movimento representa o grito global de que um mundo alternativo e anticapitalista é possível. O FSM significa um novo invento da sociedade civil mundial que permite inferir que existe uma nova sociedade civil global em gestação e aponta no sentido da equidade. Distribuição de renda, democracia substantiva, defesa do meio ambiente, direitos humanos e empregabilidade se encontram na luta anticapitalista.
FSM: Descentralização anárquica construtiva
Quem acompanhou a passeata de instalação do FSM observou que inexistiu um comando central do ato público. Esta engenharia política permite a ampla diversidade ideológica, política, étnica, sexual e social que compõe esta organização. Infelizmente o PC do B quebrou esta dinâmica ao instalar, ostensivamente, um mini-trio elétrico. Foi um mal estar geral.
Foi uma maravilha o visual de uma passeata que não tinha fim. Eram índios, negros, caboclos, intelectuais, sindicalistas, europeus , americanos etc. A denúncia dos massacres na Faixa de Gaza foram uma constante.
Foi uma maravilha o visual de uma passeata que não tinha fim. Eram índios, negros, caboclos, intelectuais, sindicalistas, europeus , americanos etc. A denúncia dos massacres na Faixa de Gaza foram uma constante.
Programação do Café Tiquin
3ª-feira (27/01): 21h - Silvinha Tavares (voz e violão) e Luís Cláudio Farias (percussão)
4ª-feira (28/01): 20h - Tito Coutinho
5ª-feira (29/01): 21h - Alexandre Souza
6ª-feira (30/01): 22h - Adilson Alcântara
Sábado (31/01): 13h - Feijoada
Sábado ( 31/01): 15h - Yuri Guedelha e Sarau Brasil
Sábado ( 3 1/01): 21h - Creedence
Chopp a R$ 1,50, de segunda a quarta, das 18 às 20h30.
O Café Tiquin fica na Rua Municipalidade, 1757 - entre Soares Carneiro e Manoel Evaristo. Fone: 3233-9009
4ª-feira (28/01): 20h - Tito Coutinho
5ª-feira (29/01): 21h - Alexandre Souza
6ª-feira (30/01): 22h - Adilson Alcântara
Sábado (31/01): 13h - Feijoada
Sábado ( 31/01): 15h - Yuri Guedelha e Sarau Brasil
Sábado ( 3 1/01): 21h - Creedence
Chopp a R$ 1,50, de segunda a quarta, das 18 às 20h30.
O Café Tiquin fica na Rua Municipalidade, 1757 - entre Soares Carneiro e Manoel Evaristo. Fone: 3233-9009
Gaza: População vê Hamás mais forte
Em Gaza, população vê Hamas mais forte Moradores do território afirmam que ofensiva israelense trouxe adeptos à causa palestina e poder político ao grupo radical
Para palestinos, adversário fracassou em sua meta de voltar moradores de Gaza contra facção islâmica e repeliu simpatia mundial
Raphael Gomide (Mundo)
Os 1.300 mortos, cerca de 5.500 feridos e mais de 4.000 casas destruídas na ofensiva militar de 22 dias de Israel na faixa de Gaza representaram a vitória da causa palestina e do Hamas e a derrota de Israel -ao menos na opinião de vítimas dos bombardeios ouvidas ontem pela Folha. Se um dos objetivos de Israel era tentar voltar os palestinos contra o grupo extremista, desestabilizando-o internamente, a tática de ataque pode ter saído pela culatra. Dos entrevistados, muitos dos quais perderam parentes e suas casas, nenhum criticou os extremistas do Hamas, nem mesmo pessoas ligadas ao rival Fatah.
Para muitos, a destruição e o grande número de mortes de civis pôs a opinião pública mundial ao lado dos palestinos e fez com que o Hamas passasse a ser tratado como governante legítimo de Gaza -o grupo, que venceu as legislativas de 2006, não é considerado interlocutor oficial nem por Israel nem pelos EUA, que o classificam como terrorista. "Israel não conseguiu nada do que queria e se vingou contra os civis, destruindo tudo. É só destruição civil. É esse um dos maiores exércitos do mundo?", indaga Ramadan Mahmoud Ghonin, cuja casa foi destruída e usada por Israel como base. "Isso é loucura. Minha vizinha foi morta dentro de casa. Por que atirar em uma mulher? Não conseguiram matar os guerrilheiros, assassinaram mulheres e crianças."
No segundo andar da moradia no bairro de Betlahia, além de latas de atum e embalagens de barras energéticas deixadas por soldados israelenses, havia dezenas de cápsulas de fuzis. "O ódio contra Israel, pelo que houve, é tão grande que não há espaço para reclamar do Hamas", diz Youssef El Awa.
MártiresNas ruas de Gaza, as bandeiras verdes do grupo continuam a tremular no alto de mesquitas, casas e postes, ao lado de milhares de pôsteres de "mártires", ostentando fuzis ou não. "Qual é o problema com o Hamas? Ele venceu as eleições, é o governo legítimo", disse o professor Shawqi Ramal Salem, que teve a casa destruída por bombardeio israelense.
Para Karam Basim Selman, "quem ganhou a luta foi o povo palestino, de Gaza". "Todos, qualquer criança, mulher, homem, velho guerrilheiro, todos venceram a guerra, até os mortos. Cada um lutou e desempenhou um papel à sua maneira, mesmo que não tenha pegado em armas", diz Selman. Muitos argumentam que Israel não obteve êxito militar porque, dizem, matou poucos membros do Hamas e muitos civis, além de não ter destruído muitos dos túneis na fronteira que servem para contrabando -violando o bloqueio econômico imposto a Gaza em junho de 2007, quando o grupo expulsou o rival Fatah do território e assumiu seu controle. "O Hamas continua no poder. Governos no mundo ficaram a favor da causa palestina contra Israel. [Muitos] já não chamam o Hamas de terroristas, mas de Hamas. Israel fortaleceu a causa palestina e o partido", afirma Omar El Jamal. Para um militante do Fatah, o momento seria de união entre os adversários, mas a suposta "vitória" impede isso por ora. "As duas partes deveriam se aproximar, pois o inimigo principal é Israel. Ainda vejo divisão, e o motivo é que Israel não ganhou a guerra. Se a vencesse, a união provavelmente aconteceria mais facilmente", disse.
Fonte: Cipping da CUT 1240
Para palestinos, adversário fracassou em sua meta de voltar moradores de Gaza contra facção islâmica e repeliu simpatia mundial
Raphael Gomide (Mundo)
Os 1.300 mortos, cerca de 5.500 feridos e mais de 4.000 casas destruídas na ofensiva militar de 22 dias de Israel na faixa de Gaza representaram a vitória da causa palestina e do Hamas e a derrota de Israel -ao menos na opinião de vítimas dos bombardeios ouvidas ontem pela Folha. Se um dos objetivos de Israel era tentar voltar os palestinos contra o grupo extremista, desestabilizando-o internamente, a tática de ataque pode ter saído pela culatra. Dos entrevistados, muitos dos quais perderam parentes e suas casas, nenhum criticou os extremistas do Hamas, nem mesmo pessoas ligadas ao rival Fatah.
Para muitos, a destruição e o grande número de mortes de civis pôs a opinião pública mundial ao lado dos palestinos e fez com que o Hamas passasse a ser tratado como governante legítimo de Gaza -o grupo, que venceu as legislativas de 2006, não é considerado interlocutor oficial nem por Israel nem pelos EUA, que o classificam como terrorista. "Israel não conseguiu nada do que queria e se vingou contra os civis, destruindo tudo. É só destruição civil. É esse um dos maiores exércitos do mundo?", indaga Ramadan Mahmoud Ghonin, cuja casa foi destruída e usada por Israel como base. "Isso é loucura. Minha vizinha foi morta dentro de casa. Por que atirar em uma mulher? Não conseguiram matar os guerrilheiros, assassinaram mulheres e crianças."
No segundo andar da moradia no bairro de Betlahia, além de latas de atum e embalagens de barras energéticas deixadas por soldados israelenses, havia dezenas de cápsulas de fuzis. "O ódio contra Israel, pelo que houve, é tão grande que não há espaço para reclamar do Hamas", diz Youssef El Awa.
MártiresNas ruas de Gaza, as bandeiras verdes do grupo continuam a tremular no alto de mesquitas, casas e postes, ao lado de milhares de pôsteres de "mártires", ostentando fuzis ou não. "Qual é o problema com o Hamas? Ele venceu as eleições, é o governo legítimo", disse o professor Shawqi Ramal Salem, que teve a casa destruída por bombardeio israelense.
Para Karam Basim Selman, "quem ganhou a luta foi o povo palestino, de Gaza". "Todos, qualquer criança, mulher, homem, velho guerrilheiro, todos venceram a guerra, até os mortos. Cada um lutou e desempenhou um papel à sua maneira, mesmo que não tenha pegado em armas", diz Selman. Muitos argumentam que Israel não obteve êxito militar porque, dizem, matou poucos membros do Hamas e muitos civis, além de não ter destruído muitos dos túneis na fronteira que servem para contrabando -violando o bloqueio econômico imposto a Gaza em junho de 2007, quando o grupo expulsou o rival Fatah do território e assumiu seu controle. "O Hamas continua no poder. Governos no mundo ficaram a favor da causa palestina contra Israel. [Muitos] já não chamam o Hamas de terroristas, mas de Hamas. Israel fortaleceu a causa palestina e o partido", afirma Omar El Jamal. Para um militante do Fatah, o momento seria de união entre os adversários, mas a suposta "vitória" impede isso por ora. "As duas partes deveriam se aproximar, pois o inimigo principal é Israel. Ainda vejo divisão, e o motivo é que Israel não ganhou a guerra. Se a vencesse, a união provavelmente aconteceria mais facilmente", disse.
Fonte: Cipping da CUT 1240
Bolívia: Nova Constituição
Bolivianos aprovam nova CartaApós vitória por cerca de 60%, Evo proclama ?refundação? de país com igualdade para todos os cidadãos
Reuters e AP (Internacional)
O presidente Evo Morales proclamou ontem a "refundação" da Bolívia após a aprovação da nova Constituição do país. "Aqui começa uma nova Bolívia com igualdade de oportunidades para todos os bolivianos", afirmou Evo à multidão que se concentrou na Praça Murillo, em La Paz, para celebrar a vitória do "Sim" no referendo constitucional. A oposição advertiu que não permitirá que a aprovação da Carta seja utilizada pelo governo para levar adiante um projeto "totalitário" e pediu um "pacto nacional" ao presidente que inclua a revisão do projeto.
De acordo com sondagens de três emissoras de TV baseadas em pesquisas de boca-de-urna (a Unitel, a Red Uno e a PAT), a nova Carta foi aprovada por cerca de 60% dos bolivianos. O levantamento feito pela rede de TV ATB também deu vitória do "sim": 58,3% a 41,7%.
Cerca de 3,8 milhões de bolivianos foram ontem às urnas para opinar sobre os 411 artigos da nova Carta, que amplia os direitos da população indígena e dá sinal verde para que o presidente Evo Morales concorra em dezembro à reeleição.
O dia de votação foi tranquilo, sem registro de ocorrências graves. O presidente da Corte Nacional Eleitoral, José Luis Exeni, abriu a votação às 8 horas (10 horas de Brasília) com uma pequena cerimônia. RESPOSTAEvo votou na vila 14 de Setembro, na região cocaleira do Chapare, a 260 quilômetros de La Paz. Em uma coletiva logo após a votação, o presidente disse estar satisfeito com a reação da população. "Houve uma resposta em massa, estamos otimistas", afirmou Evo.
O presidente disse ainda que convocará para amanhã uma reunião de seu gabinete em La Paz para planejar uma gestão plurinacional. "Devemos mudar de conduta e quero que voltemos a acolher essa trilogia da cultura indígena que nossos antepassados nos deixaram: o Ama Sua (não roubes), Ama Quella (não sejas fraco) e Ama Llulla (não mintas)", disse Evo. "Acrescento aí algumas questões de princípios, que são o antineolibralismo, o anticolonialismo e o anti-imperialismo."
O delegado da comissão internacional de observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA), Raúl Lagos, mencionou que a votação foi tranquila, com contratempos "esporádicos" em algumas regiões.
Um dos líderes da oposição, Rubén Costas, governador de Santa Cruz, disse depois de votar que o referendo "abre a esperança de sonhar com um país melhor e de buscar equilíbrios para que todos sejamos donos da mudança". Já a governadora de Chuquisaca, Savina Cuéllar, disse que seu Departamento não iria acatar à nova Carta porque o projeto não foi aprovado na região. Jorge Quiroga, chefe do principal partido de oposição, o Podemos, afirmou em La Paz que o governo deu uma cara de "plebiscito" à consulta para governar por decreto.
Entre as principais polêmicas contidas na Carta está a limitação dos latifúndios. O projeto também prevê que os 36 povos indígenas originários bolivianos (uma minoria que não faz parte das duas grandes etnias do país), poderão ter sistemas de Justiça próprios.
REELEIÇÃOSe a aprovação da Constituição for realmente confirmada, o presidente Evo poderá se candidatar à reeleição no dia 6 de dezembro. O projeto estatista e indigenista da nova Carta é rejeitado pela oposição, que alega que a legislação deixaria de lado a ideia de igualdade dos cidadãos perante o Estado.
Na véspera da eleição, Evo rebateu os opositores e disse que "a Constituição não foi feita para excluir nem para marginalizar ninguém, mas para que os originários milenares (indígenas e camponeses), que são muitos, se unam aos originários contemporâneos (brancos), que têm muito mais dinheiro".
Fonte: Reuters Insternacional- extraido do Clipping da CUT 1240
Reuters e AP (Internacional)
O presidente Evo Morales proclamou ontem a "refundação" da Bolívia após a aprovação da nova Constituição do país. "Aqui começa uma nova Bolívia com igualdade de oportunidades para todos os bolivianos", afirmou Evo à multidão que se concentrou na Praça Murillo, em La Paz, para celebrar a vitória do "Sim" no referendo constitucional. A oposição advertiu que não permitirá que a aprovação da Carta seja utilizada pelo governo para levar adiante um projeto "totalitário" e pediu um "pacto nacional" ao presidente que inclua a revisão do projeto.
De acordo com sondagens de três emissoras de TV baseadas em pesquisas de boca-de-urna (a Unitel, a Red Uno e a PAT), a nova Carta foi aprovada por cerca de 60% dos bolivianos. O levantamento feito pela rede de TV ATB também deu vitória do "sim": 58,3% a 41,7%.
Cerca de 3,8 milhões de bolivianos foram ontem às urnas para opinar sobre os 411 artigos da nova Carta, que amplia os direitos da população indígena e dá sinal verde para que o presidente Evo Morales concorra em dezembro à reeleição.
O dia de votação foi tranquilo, sem registro de ocorrências graves. O presidente da Corte Nacional Eleitoral, José Luis Exeni, abriu a votação às 8 horas (10 horas de Brasília) com uma pequena cerimônia. RESPOSTAEvo votou na vila 14 de Setembro, na região cocaleira do Chapare, a 260 quilômetros de La Paz. Em uma coletiva logo após a votação, o presidente disse estar satisfeito com a reação da população. "Houve uma resposta em massa, estamos otimistas", afirmou Evo.
O presidente disse ainda que convocará para amanhã uma reunião de seu gabinete em La Paz para planejar uma gestão plurinacional. "Devemos mudar de conduta e quero que voltemos a acolher essa trilogia da cultura indígena que nossos antepassados nos deixaram: o Ama Sua (não roubes), Ama Quella (não sejas fraco) e Ama Llulla (não mintas)", disse Evo. "Acrescento aí algumas questões de princípios, que são o antineolibralismo, o anticolonialismo e o anti-imperialismo."
O delegado da comissão internacional de observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA), Raúl Lagos, mencionou que a votação foi tranquila, com contratempos "esporádicos" em algumas regiões.
Um dos líderes da oposição, Rubén Costas, governador de Santa Cruz, disse depois de votar que o referendo "abre a esperança de sonhar com um país melhor e de buscar equilíbrios para que todos sejamos donos da mudança". Já a governadora de Chuquisaca, Savina Cuéllar, disse que seu Departamento não iria acatar à nova Carta porque o projeto não foi aprovado na região. Jorge Quiroga, chefe do principal partido de oposição, o Podemos, afirmou em La Paz que o governo deu uma cara de "plebiscito" à consulta para governar por decreto.
Entre as principais polêmicas contidas na Carta está a limitação dos latifúndios. O projeto também prevê que os 36 povos indígenas originários bolivianos (uma minoria que não faz parte das duas grandes etnias do país), poderão ter sistemas de Justiça próprios.
REELEIÇÃOSe a aprovação da Constituição for realmente confirmada, o presidente Evo poderá se candidatar à reeleição no dia 6 de dezembro. O projeto estatista e indigenista da nova Carta é rejeitado pela oposição, que alega que a legislação deixaria de lado a ideia de igualdade dos cidadãos perante o Estado.
Na véspera da eleição, Evo rebateu os opositores e disse que "a Constituição não foi feita para excluir nem para marginalizar ninguém, mas para que os originários milenares (indígenas e camponeses), que são muitos, se unam aos originários contemporâneos (brancos), que têm muito mais dinheiro".
Fonte: Reuters Insternacional- extraido do Clipping da CUT 1240
FSM:Os Impactos da Crise Mundial na Amazônia
Expositores:
· Saturnino Braga – economista, ex-senador RJ
· Carlos Maneschy – Dr em engenharia, reitor eleito da UFPA
· Cordeiro Santana – Dr em economia, UFRA
· Francisco Costa(Chiquito) – Dr em economia agrária(Berlin)
· Jurueno Sampaio – Geógrafo, especialista (PUC)
(debatedor)
· João Claudio Arroyo – Mestre em economia
(Coordenador)
Dia 30 de janeiro 2009, às 9hsLocal: Colégio Universo - Rua dos Mundurucus, 4010 Promoção: Instituto Saber Ser e Instituto Solidariedade Brasil
· Saturnino Braga – economista, ex-senador RJ
· Carlos Maneschy – Dr em engenharia, reitor eleito da UFPA
· Cordeiro Santana – Dr em economia, UFRA
· Francisco Costa(Chiquito) – Dr em economia agrária(Berlin)
· Jurueno Sampaio – Geógrafo, especialista (PUC)
(debatedor)
· João Claudio Arroyo – Mestre em economia
(Coordenador)
Dia 30 de janeiro 2009, às 9hsLocal: Colégio Universo - Rua dos Mundurucus, 4010 Promoção: Instituto Saber Ser e Instituto Solidariedade Brasil
Parazão: O papão arraza o leião é arrazado
Mais um show do papão no parazão. Mais um vexame do leião. O Vinicinho não deve ter dormido esta noite.
FSM: Perimetral e UFPA estão ficando supimpa
A avenida perimetral e a frente da UFPA estão ficando urbanisticamente muito bem. A estação rodoviária já está pronta. Finalmente os estudantes tem um acesso dígno à nossa universidade. São coisa do Fóum. A Copa do Mundo também deve deixar nossa cidade melhor. Precisamos inventar um evento internacional a cada dois anos nas principais cidades do Pará. Haja falta de um planejamento urbano estratégico.
Preparação do FSM: debate com os Suiços.
Amanhã eu, Arroyo e Lima fazemos um debate sobre política, economia e teologia com a delegação da Suiça que se faz presente no FSM. Antes já estivemos presente nos Argonautas Ambientalistas da Amazônia e Congresso Mundial das Igrejas Ecumêmicas, preparando os debates para o FSM.
Abertura do Fórum Mundial de Educação: a governadora não vai?
Segundo fontes fidedigna, a governadora não deve se fazer presente na abertura do Fórum Mundial de Educação. Por que será?
FSM: os temas são para todos os gostos
As inscrições do FSM continua no ginásio da UFRA e continuam até o dia 30 de janeiro. Existem os mais variados tipos de debates, sempre enfocando o eixo geral de que é possível construir um mundo mais justo. Mais tarde vou sugerir alguns debates que são imperdíveis.
FSM: passeata amanhã
Amanhã, 27 de janeiro, ocorre o primeira passeata do FSM. Sai da escadinha do início da avenida Presidente Vargas, a concentração popular é a partir das 15hs. Este ato marcará o início do FSM.
Estaria a gestão de profissionais públicos em questão?
Uma concepção republicana da gestão do Estado exige que a finalidade última das iniciativas de governo seja o cidadão. Será que teremos de pensar em terceirizar as gestões das secretarias de Estado? explico, o secretário é um cargo político, a assessoria imediata da secretaria é indicada pelo secretário, os funcionários do governo, são e devem ser concursados. Até aí temos acordo. Mas eu pergunto: se não há funcionamento eficaz dos diversos escalões burocráticos, que fazer? será preciso contratar uma empresa especializada para administrar tecnicamente, o segundo, terceiro e quarto escalões das diversas secretarias? Seria mais ou menos assim: a empresa especializada é que ocuparia os cargos de chefia do escalões inferiores. Seria uma maneira de enfrentar o compadrio e o corporativismo, presente nas secretarias e órgãos da administração indireta? Na Europa, a forma como diversos países, dentre eles a Inglaterra, utilizaram para melhorar o desempenho do Welfare State foi a introdução de técnicas de mercados dentro do aparelho de Estado.
Governo do Pará ainda demonstra impotência.
Entram governo, sai governo e os demandos deste tipo de burocracia anti-republicana continuam. Está na hora de colocar o dedo no suspiro. Seria importante contratar uma consultoria especializada e fazer um diagnóstico da situação da burocracia "profissional" concursada, e elaborar um plano de ação, capaz de transformar a realidade da burocracia pouco técnica da máquina (enferrujada) do governo do Pará. Os governos têm demonstrado impotência e falta de iniciativa frente a este gravíssimo problema.
Burocracia patrimonialista?
Já os prestadores de serviços ao Estado exclamam indignados " os processos só andam se agradarmos cada escalão da burocracia". Enfim, uma burocracia desenhada para a obtenção de propinas. Uma burocracia patrimonialista.
o Pará e a falta de uma burocracia Weberiana
Uma das revoluções silenciosas, que não está acontecendo no Pará, é a efetiva criação de uma burocracia de Estado, técnica e competente profissionalmente. Meus velhos amigos da esquerda, que estão no governo sempre me informam que muitos programas não tem agilidade porque a máquina burocrática não tem vida própria, não funciona automaticamente. Muitas vezes um processo dorme semanas ou meses nas gavetas, por falta de algum tipo de assinatura.
Governo do estado e os novos prefeitos e Presidentes de Câmaras Municipais
Creio que independente das dúvidas a respeito do posicionamento do PMDB em relação à sucessão estadual de 2010, o governo do estado deveria aprofundar as relações com os prefeitos, vice e presidente das Câmaras Municipais. E esta seria uma poderosa moeda de negociação. Que tal um fórum estadual de prefeitos e presidentes de câmaras, coordenado pela governadora? Que tal uma política arrochada de consórcios municipais, os mais variados possíveis?
UFPA: os novos Barões eleitorais
Está em processo de gestação um novo poder na UFPA. Este poder deve advir da direção das faculdades. Em breve, após a consolidação do novo modelo institucional de nossa universidade, os diretores de faculdade, com orçamento e caneta, devem se transformar nos principais atores eleitorais. Ou seja, a administração intermediária deverá perder político em relação aos diretores das faculdades. Quando estes dirigentes especializarem-se na captação de recursos, teremos um novo baronato político na nossa instituição.
UFPA: Eleições para a direção dos Institutos
Começam as articulações para as direções dos Institutos. Estas eleições devem ocorrer em outubro de 2009. Tem gente querendo antecipar estas competições para antes de julho. Seriam clássicos golpes de alguns acadêmicos. Aliás, teve gente que até já fez estas eleições.
Eleições para reitor: Ata do CONSUN
A comunidade universitária, em grande parte de férias, quer saber o motivo de tanta procrastinação na finalização da Ata do CONSUN que homologou a consulta para a reitoria da UFPA.
Diárias: prestação de contas políticas
A melhor forma do governo do estado enfrentar as denúncias dos excessos de diárias é demonstrar o retorno público dessas viagens. Ou seja, prestar contas políticas e econômicas destes eventos.
Mau público: o lixo dos canais
Novamente as enxentes a partir dos canais entupidos de lixo ameaçam a população do entorno. Este é o típico problema hipertrofiado pela própria vítima.
A Posse de Obama
Ontem inciou a era Obama nos EUA e no mundo. Na política interna americana o principal ponto de conflito será a política tributária e a proposta de universalização da saúde. Diminuir a carga de impostos sobre a classe média e ampliar os gastos do Estado com saúde, no atual contexto econômico americano, são barreiras respeitáveis à enfrentar. As elites americana não deixarão barato. No front externo são as questões das guerras e o mega problema do Oriente Médio que tirarão o sono do presidente. Porém no curto prazo é a insolvência financeira e econômica americana que tomarão maior parte do tempo de Obama.
Violência: precisamos da polícia nas ruas
A presença permanente da polícia nas ruas é uma necessidade premente. Esta permanência deve ser conduzida por pressupostos de inteligência policial. Nos bairros mais violentos, as biroscas (bares ilegais da periferia) devem ser legalizados e fechados, a partir das 22 horas. Entre sexta e domingo a vigilância preventiva da PM deve ser redobrada nos bairros mais perigosos. Constantemente deve ter arrastões para trancafiar os indivíduos com ordem de prisão decretada e estourar as bocas de fumo. Claro, nestas localidades o governo e a sociedade organizada deve atuar permanentemente com políticas de inclusão social, esporte, lazer, arte e educação. Os municípios devem buscar o governo do Estado e Federal, e vice-versa, para ações conjuntas e coordenadas.
Direitos Humanos e os presidiários
É impressionante como boa parte dos radialistas e do senso comum das polícias ainda relacionam Direitos Humanos com proteção de bandidos. Sistematicamente ouço afirmação do tipo "Quando morre um bandido aparece os direitos humanos, mas quando morre alguém de bem ninguém dos DH aparece". Creio que grande parte desta visão simplista do mundo não percebe que todos devem estar abaixo da lei. Um bandido que mata deve ser preso, julgado, condenado e cumprir pena, pagando seus débito com a sociedade. Quando prevalece a "justiça" pelas próprias mãos ocorre o estado de barbárie e grupos milicianos, "justiceiros e turbas infurecidas assumem o lugar do Estado de Direito. Muitos inocentes pagam com a própria vida.
Quando o indivíduo cumpre pena, ele está sob proteção do Estado. Ele não é mais bandido, mas um apenado, que tem seus direitos de cidadão suspenso provisoriamente. Na prisão o apenado deve ter qualidade de vida, educação continuada e formação profissional. Não é possível admitir que uma cela projetada para alojar 10 pessoas, abrigue 30 prisioneiros. As organizações de Direitos Humanos objetivam defender o ser humano, em todos os níveis, independente de sua condição social, política ou jurídica.
Mesmo em países onde existe Pena de Morte, onde o criminosso tem direito a um julgamento justo e imparcial, antes do advento do teste de DNA, muitos inocentes foram acusados, condenados e mortos pelo Estado. Somente anos depois, descobriu-se que os mesmos eram inocentes.
Quando o indivíduo cumpre pena, ele está sob proteção do Estado. Ele não é mais bandido, mas um apenado, que tem seus direitos de cidadão suspenso provisoriamente. Na prisão o apenado deve ter qualidade de vida, educação continuada e formação profissional. Não é possível admitir que uma cela projetada para alojar 10 pessoas, abrigue 30 prisioneiros. As organizações de Direitos Humanos objetivam defender o ser humano, em todos os níveis, independente de sua condição social, política ou jurídica.
Mesmo em países onde existe Pena de Morte, onde o criminosso tem direito a um julgamento justo e imparcial, antes do advento do teste de DNA, muitos inocentes foram acusados, condenados e mortos pelo Estado. Somente anos depois, descobriu-se que os mesmos eram inocentes.
A violência de farda: Direitos Civis
As populações excluidas, das baixadas e das favelas, jamais tiveram seus direitos civis respeitados. A justiça e o Direito ainda são classistas no Brasil.
Quem são os sionistas?
De:
">HSLiberal
Para: edirveiga@uol.com.br
Assunto:
Quem são os sionistas?
Data:
19/01/2009 15:27
Egoísmo coletivo (*)
O jornalista Mateus Soares de Azevedo é mestre em história das religiões pela USP e autor dos livros "Homens de Um Livro Só: O Fundamentalismo no Islã e no Pensamento Moderno" (Best Seller, 2008) e "A Inteligência da Fé: Cristianismo, Islã e Judaísmo" (Record, 2006).
Na Folha de S Paulo desta quarta-feira (14/1) ele reduz o sionismo à sua verdadeira dimensão de totalitarismo ultranacionalista. Quem são os sionistas? Filosoficamente, o sionismo constitui uma das faces modernas da busca sempre perseguida e jamais realizada de um "absoluto" terreno. Busca que é crescentemente explosiva e destrutiva, como se vê mais claro hoje, diz Azevedo.
Para ele, o sionismo representa, pelo lado religioso, um rompimento revolucionário com a tradição judaica. Uma renegação do judaísmo, um desvio profano do messianismo. Pelo lado político, trata-se de uma ruptura com a tradição judaica, uma perversão nacionalista e xenófoba do judaísmo. O sionismo é um tipo de "egoísmo coletivo": Para nós, tudo; para os outros, nada, explica.
Sderot, em Israel era, até 1948, um vilarejo palestino. Seus habitantes foram expulsos antes da criação de Israel e confinados numa estreita faixa de terra, a faixa de Gaza, com 35 km de comprimento por 10 km de largura, espremida entre o mar, Israel e o Egito.
Em Gaza, a maioria de seus 1,5 milhão de habitantes é de refugiados e seus descendentes. Eles foram expulsos de cerca de 350 cidades e vilarejos palestinos riscados do mapa por grupos terroristas judaicos, como o Irgun, o Haganá, a gangue Stern e, depois, pelo Exército israelense. Os instrumentos brutais de uma limpeza étnica levada ao extremo pelo sionismo judaico.
Punição coletiva (*)
Israel controla o espaço aéreo de Gaza e suas fronteiras terrestres e marítimas. Esse bloqueio ficou ainda mais rigoroso depois da vitória eleitoral do Hamas, há dois anos. Isso aumentou ainda mais as já terríveis adversidades de seus habitantes: saúde deteriorada, carestia, desemprego de mais de 50% da população masculina. Gaza sofre o que racistas não chamavam de "punição coletiva".
Quanto ao massacre militar, que a mídia teima em chamar eufemisticamente de "conflito", os números são eloquentes. Mais de 1000 seres humanos, a maior parte de civis, incluindo quase 300 crianças, já perderam a vida em Gaza. Mais de quatro mil feridos. A crer no ódio que corre nas veias de muitos israelenses e seus apoiadores no mundo, outras vidas mais estão para ser ceifadas.
Do lado israelense, 14 mortos, quase todos militares (a metade deles, por fogo amigo). Isso dá uma proporção de 1 para 100. Como escreveu Gideon Levy no jornal israelense "Haaretz", "é como se o seu sangue valesse cem vezes menos do que o nosso, reconhecendo nosso racismo.
Muitos questionam o que os brasileiros fariam caso o Hamas lançasse seus foguetes contra nós. Afinal, argumentam, "Israel tem o direito de se defender". Antes disso, devemos perguntar o que faríamos se tivéssemos sido expulsos de nossas terras e comprimidos num exíguo território.
O que os brasileiros fariam se tivessem confinados por mais de um ano, sem receber alimentos ou medicamentos, proibidos de ir e vir? Falando pelos americanos, Takis Theodoracopulos, editor do site Taki's magazine, respondeu: "O que faríamos nessa situação seria muito mais duro e eficaz do que os oprimidos, mas não vencidos, palestinos têm feito com seus (foguetes) Qassams".
(*) Textos baseados no artigo do jornalista Mateus Soares de Azevedo.
Bem-vindo à liberdade, caro Cesare Battisti!
Ela é concedida a ti pela generosidade do povo brasileiro que, por seus representantes, fez constar na Constituição essa possibilidade de se dar um basta na tua longa caminhada de perseguido político em tua terra. És ex-terrorista da década de 70? Então és dos bons. Pois conheço os ex-terroristas da mesma época em nosso país. Sei da legitimidade daquela luta. Os tempos eram assim...
Não tinhas a mesma ditadura terceiro-mundista que nós, mas tinhas um governo nazi-fascista disfarçado e opressor. Uma praga que vez por outra retorna à Itália, incorporada em figuras lastimáveis como a do atual mandatário Silvio Berlusconi, um dos poodles de Bush.
Vais encontrar aqui algumas vozes discordantes. Não te apoquentes. Elas são poucas e vêm de setores que sempre se beneficiaram material e socialmente do estado de exceção daqueles anos. Vozes que não se importam em deixar em liberdade os gerentes das usinas de torturas, assassinatos e desaparecimentos de patriotas brasileiros na mesma década de 70.
Essas vozes são entreguistas e vergonhosas, preferem a submissão dos colonizados que Nelson Rodrigues chamava de complexo de vira-latas. Preferiam que o governo brasileiro tivesse atendido à convocação de Bush para mandar tropas aliadas ao Iraque. Ou que a economia brasileira fosse atrelada à sinistra ALCA, como queriam os Lampreia, os Malan.
As vozes amigas são muitas. As vozes dos acordos internacionais soberanos. As vozes da antiga tradição de País acolhedor, que dá abrigo e oportunidade, como lembra o eminente jurista Dalmo Dallari. Deves, entretanto, um favor ao mundo: de jamais abandonar a luta, nos limites do teu justo refúgio.
( * ) Em Boletim H S Liberal você terá acesso a todas as fontes
">HSLiberal
Para: edirveiga@uol.com.br
Assunto:
Quem são os sionistas?
Data:
19/01/2009 15:27
Egoísmo coletivo (*)
O jornalista Mateus Soares de Azevedo é mestre em história das religiões pela USP e autor dos livros "Homens de Um Livro Só: O Fundamentalismo no Islã e no Pensamento Moderno" (Best Seller, 2008) e "A Inteligência da Fé: Cristianismo, Islã e Judaísmo" (Record, 2006).
Na Folha de S Paulo desta quarta-feira (14/1) ele reduz o sionismo à sua verdadeira dimensão de totalitarismo ultranacionalista. Quem são os sionistas? Filosoficamente, o sionismo constitui uma das faces modernas da busca sempre perseguida e jamais realizada de um "absoluto" terreno. Busca que é crescentemente explosiva e destrutiva, como se vê mais claro hoje, diz Azevedo.
Para ele, o sionismo representa, pelo lado religioso, um rompimento revolucionário com a tradição judaica. Uma renegação do judaísmo, um desvio profano do messianismo. Pelo lado político, trata-se de uma ruptura com a tradição judaica, uma perversão nacionalista e xenófoba do judaísmo. O sionismo é um tipo de "egoísmo coletivo": Para nós, tudo; para os outros, nada, explica.
Sderot, em Israel era, até 1948, um vilarejo palestino. Seus habitantes foram expulsos antes da criação de Israel e confinados numa estreita faixa de terra, a faixa de Gaza, com 35 km de comprimento por 10 km de largura, espremida entre o mar, Israel e o Egito.
Em Gaza, a maioria de seus 1,5 milhão de habitantes é de refugiados e seus descendentes. Eles foram expulsos de cerca de 350 cidades e vilarejos palestinos riscados do mapa por grupos terroristas judaicos, como o Irgun, o Haganá, a gangue Stern e, depois, pelo Exército israelense. Os instrumentos brutais de uma limpeza étnica levada ao extremo pelo sionismo judaico.
Punição coletiva (*)
Israel controla o espaço aéreo de Gaza e suas fronteiras terrestres e marítimas. Esse bloqueio ficou ainda mais rigoroso depois da vitória eleitoral do Hamas, há dois anos. Isso aumentou ainda mais as já terríveis adversidades de seus habitantes: saúde deteriorada, carestia, desemprego de mais de 50% da população masculina. Gaza sofre o que racistas não chamavam de "punição coletiva".
Quanto ao massacre militar, que a mídia teima em chamar eufemisticamente de "conflito", os números são eloquentes. Mais de 1000 seres humanos, a maior parte de civis, incluindo quase 300 crianças, já perderam a vida em Gaza. Mais de quatro mil feridos. A crer no ódio que corre nas veias de muitos israelenses e seus apoiadores no mundo, outras vidas mais estão para ser ceifadas.
Do lado israelense, 14 mortos, quase todos militares (a metade deles, por fogo amigo). Isso dá uma proporção de 1 para 100. Como escreveu Gideon Levy no jornal israelense "Haaretz", "é como se o seu sangue valesse cem vezes menos do que o nosso, reconhecendo nosso racismo.
Muitos questionam o que os brasileiros fariam caso o Hamas lançasse seus foguetes contra nós. Afinal, argumentam, "Israel tem o direito de se defender". Antes disso, devemos perguntar o que faríamos se tivéssemos sido expulsos de nossas terras e comprimidos num exíguo território.
O que os brasileiros fariam se tivessem confinados por mais de um ano, sem receber alimentos ou medicamentos, proibidos de ir e vir? Falando pelos americanos, Takis Theodoracopulos, editor do site Taki's magazine, respondeu: "O que faríamos nessa situação seria muito mais duro e eficaz do que os oprimidos, mas não vencidos, palestinos têm feito com seus (foguetes) Qassams".
(*) Textos baseados no artigo do jornalista Mateus Soares de Azevedo.
Bem-vindo à liberdade, caro Cesare Battisti!
Ela é concedida a ti pela generosidade do povo brasileiro que, por seus representantes, fez constar na Constituição essa possibilidade de se dar um basta na tua longa caminhada de perseguido político em tua terra. És ex-terrorista da década de 70? Então és dos bons. Pois conheço os ex-terroristas da mesma época em nosso país. Sei da legitimidade daquela luta. Os tempos eram assim...
Não tinhas a mesma ditadura terceiro-mundista que nós, mas tinhas um governo nazi-fascista disfarçado e opressor. Uma praga que vez por outra retorna à Itália, incorporada em figuras lastimáveis como a do atual mandatário Silvio Berlusconi, um dos poodles de Bush.
Vais encontrar aqui algumas vozes discordantes. Não te apoquentes. Elas são poucas e vêm de setores que sempre se beneficiaram material e socialmente do estado de exceção daqueles anos. Vozes que não se importam em deixar em liberdade os gerentes das usinas de torturas, assassinatos e desaparecimentos de patriotas brasileiros na mesma década de 70.
Essas vozes são entreguistas e vergonhosas, preferem a submissão dos colonizados que Nelson Rodrigues chamava de complexo de vira-latas. Preferiam que o governo brasileiro tivesse atendido à convocação de Bush para mandar tropas aliadas ao Iraque. Ou que a economia brasileira fosse atrelada à sinistra ALCA, como queriam os Lampreia, os Malan.
As vozes amigas são muitas. As vozes dos acordos internacionais soberanos. As vozes da antiga tradição de País acolhedor, que dá abrigo e oportunidade, como lembra o eminente jurista Dalmo Dallari. Deves, entretanto, um favor ao mundo: de jamais abandonar a luta, nos limites do teu justo refúgio.
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O NPI e o FSM
Muitos pais me procuraram preocupados. Após o FSM, o NPI estará pronto para receber os alunos, no curto prazo? explico. Estes pais são testemunhos do números de vezes que o banheiro do vadião já foi reformado. Sistematicamente alguns estudantes da UFPA depredam este patrimônio público, principalmente em período de eventos. A grande preocupação dos pais é que o NPI será local de alojamento de milhares de pessoas, neste mega evento. Esperamos que o NPI saia inteiro, após esta hospedagem cidadã.
O FSM: a prefeitura estaria boicotando?
Para os observadores mais argutos estaria havendo completa ausência da ação da prefeitura na preparação do Fórum Social Mundial. Seria uma luta política às vésperas deste megaevento? parece que nossa elite política passa longe do que seria republicanismo.
Crise Financeira e Falência do liberalismo ideológico
Há muito que os Estados Nacionais, mesmo os centrais, protegem suas economias da competição global. É só lembrarmos das taxas americanas ao aço e suco de laranja brasileiro, não devemos esquecer do protecionismo Francês contra os produtos agrícolas tupiniquins. Portanto o neoliberalismo não passava de discurso ideológico para a elite colonizada dos países periféricos. O mito da auto-regulação do mercado acabou nos EUA, que é o país que mais propangadeava este método de organização econômica da sociedade. Foi a frouxidão do controle do Estado sobre o mercado financeiro que produziu o enorme calote do consumidor americano sobre a indústria imobiliária. As empresas faziam empréstimo de longo prazo sem checar a capacidade de endividamentos dos seus clientes. Um dos marqueteiros da mão invisível do mercado Alan Greespan, chorando, fez autocrítica, em entrevista coletiva. Greespan foi presidente do FED (Banco Central Americano) por duas décadas.
A Crise no Pará: os efeitos estão se apresentando
Queda nas vendas no comércio. Diminuição no uso de cartão de crédito. Queda nos empregos na construção civil. Segundo o DIEESE a tendência é de ampliação dos efeitos da crise neste primeiro trimestre de 2009.
Governo Ana: onde estão as medidas Anti-Crise?
Grande parte dos governadores do Brasil estão anunciando medidas domésticas para minimizar a crise econômica como consequência da crise fianceira internacional.. Estamos esperando as medidas do governo Ana neste sentido. Será que a turma do Palácio não está fazendo avaliação da conjuntura econômica e política nacional e internacional e suas consequências no Pará?
Eleição para reitor da UFPA.
Por que a Ata da reunião homologatória do CONSUN demora tanto? estariam ganhando tempo? tempo pra que?
A execução do Cabo PM
Segundo as informação da mídia o Cabo PM foi morto porque era PM. A guerra civil carioca estaria chegando a Belém?
Coalisão de governo no Pará: a chantagem de Jáder
Segundo analistas ligados ao governo do estado, a estratégia de Jáder para manter e avançar em espaços dentro do governo passa pela chantagem política permanente. O namoro com o PSDB, as notinhas nas colunas políticas, o ataque do jornal Diário ao governo, não passariam de uma estratégia terrorista para amedrontar a meninada do núcleo de governo. O diagnóstico destes analistas é objetivo, o PMDB não vive sem a máquina do Estado. O governo teria claro a seguinte premissa: para romper aqui, o PMDB tem de romper primeiro em Brasília, e esta decisão seria no mínimo suicida. Os prefeitos do PMDB migrariam imediatamente para os partidos da base do governo. Seria o fim do peso municpal do PMDB.
Sucessão de 2010: a janela da infidelidade partidária
Todas as articulações políticas apontam para a aprovação da janela da infidelidade partidária, onde os políticos detentores de mandatos, poderiam trocar de partido sem perder os mandatos. Esta lei ficaria conhecida como a lei Aécio, pois permitiria que este político se transferisse para o PMDB ou PR, para concorrer nas eleições presidenciais. Segundo analistas bem informados, para Aécio seria fundamental em 2010, disputar estas eleições, onde no mínimo ganharia densidade eleitoral nacional, e estaria, na pior das hipóteses, em condições de disputar, com chance de sucesso, as eleições de 2014. A data limite desta janela da infidelidade seria no dia 05 de outubro de 2009.
Racha no PSDB nacional?
Segundo as colunas políticas mais bem informada do País, a mini-reforma política e com ela o fim da reeleição, foi definitivamente, engavetada por Lula. Segundo esta fonte, o acordo entre Serra e Aécio, dentro do PSDB, passava pelo fim da reeleição e mandato presidencial de 5 anos. Agora, com o engavetamento desta proposta de reforma constitucional parece longe o acordo entre Serra e Aécio. Poderemos ter novidade no cenário sucessório para 2010, entre os tucanos de alta plumagem.
Fórum Social Mundial: um risco gigantesco para Ana
Três desafios se apresentam quando da realização do FSM para o governo Ana, que podem trazer desgastes nacional e internacional, com consequências imprevisíveis para a sucessão de 2010: A movimentação no trânsito dos visitantes, a segurança dos congressistas e as condições das vias para tráfego, no entorno da UFPA e da UFRA.
Caso eu fosse do governo, não estaria dormindo direito.
Caso eu fosse do governo, não estaria dormindo direito.
Obama: desafios gigantes.
O Presidente Obama terá de dar respostas objetivas e eficazes para enfrentar a crise financeira que varre o mundo, a partir dos EUA. O risco de sua popularidade esvair-se no curto prazo é enorme. A crise econômica, como reflexo da crise financeira, apenas começa a se fazer sentir. Obama terá as seguintes tarefas no curto prazo: acabar com a guerra no Iraque, recuperar a capacidade investimento dos consumidores, recuperar a confiança dos investidores, brecar a recessão que assola o território americano e europeu e criar novos empregos. Na crise de 1929, a variável econômica que retirou os EUA da recessão foi a segunda guerra mundial, aos tempos de Hoosevelt. De fato Obama tem uma batata quente nas mãos. O Presidente Americano fará um governo de união nacional, por cima dos partidos e das classes?
EUA: a Posse de Obama
Amanhã (20) toma posse o 44o. presidente dos EUA. A eleição de Obama, por si só, já é uma revolução silenciosa. Um negro, pobre e ex-militante dos movimentos sociais chega à presidência da maior potência do planeta. Obama encarnará o cidadão universal, buscará liderar todas as classes contra a crise. A novidade que é uma bomba: Obama propõe universalidade de acesso à saúde, educação e emprego. Este discurso é do Welfare State. O Estado Americano, desde sua fundação, é doutrinariamente ultra liberal. Mas só doutrinariamente.
Desde o New Deal, o governo americano jamais retomou políticas públicas de proteção social. O Estado americano é pré-moderno em relação à proteção social. Hoje existem dez milhões de desempregados e a dívida pública dos EUA corresponde a 100% do seu PIB. Só para termos uma idéia, a dívida interna pública brasileira corresponde a 30% do PIB.
Desde o New Deal, o governo americano jamais retomou políticas públicas de proteção social. O Estado americano é pré-moderno em relação à proteção social. Hoje existem dez milhões de desempregados e a dívida pública dos EUA corresponde a 100% do seu PIB. Só para termos uma idéia, a dívida interna pública brasileira corresponde a 30% do PIB.
Forum Social Mundial
Contribuição ao debate do internauta
A praticamente uma semana da abertura do Forum Social Mundial na Amazônia Brasileira ou sejá em Belém alguns questionamentos para nós que vivemos na região nós vem prontamente a titulo de fazermos algumas reflexões,como por exemplo:1)o que significará para nós realizar um evento deste porte2)Será que a Amazônia passará a ser a nova ordem planetaria no tocante a sobrevivência dos povos.3)E qual seria o papel dos povos que vivem na Amazônia brasileira referente a essa nova ordem mundial,se assim for entendido. É possivel professor que todos os cientistas,politicos,ong's,indios,os povos da floresta,os riberinhos,os religiosos...enfim todos aqueles que a décadas lutão nesta região para provar que é possivel sim praticar o desenvolvimento sustentavel mesmo na maioria das vezes convivendo com politicas públicas erradas ou melhor dizendo de caráter duvidosos no que se refere ao bom desempenho da região.Qual na verdade seria a melhor politica de desenvolvimento sustentavel para uma região que é vista hoje diante do mundo como a maior área de sustentabilidade do planeta terra. De que maneira o senhor acha que a America Latina como um todo deveria agir no que se refere a todos as Amazônias levando em consideração que nossos problemas orgânicos são praticamente os mesmos,seria como principal solução talvez o fomento de uma consciência latino americana unica no tocante ao desenvolvimento sustentavel....a que governo caberia o ponta pé inicial. Sabemos no entanto que muito proselitismo politico vem sendo feito a muito nesta região,para ser mais pratico vejamos o que os sucessivos governos tem investido em Ciência e tecnologia durante todas estas décadas,ao meu ver que nasci e me criei nesta região acho sinceramente que já esta na hora dos amazônidas de todos os estados que se localizam em seu territorio solicitar ao nobre presidente da republica do Brasil uma revisão no pacto federativo que responde por essa região afinal somos mais de 60% do territorio nacional. Espero assim está colaborando para enrriquecer este
debate.
Junior.
A praticamente uma semana da abertura do Forum Social Mundial na Amazônia Brasileira ou sejá em Belém alguns questionamentos para nós que vivemos na região nós vem prontamente a titulo de fazermos algumas reflexões,como por exemplo:1)o que significará para nós realizar um evento deste porte2)Será que a Amazônia passará a ser a nova ordem planetaria no tocante a sobrevivência dos povos.3)E qual seria o papel dos povos que vivem na Amazônia brasileira referente a essa nova ordem mundial,se assim for entendido. É possivel professor que todos os cientistas,politicos,ong's,indios,os povos da floresta,os riberinhos,os religiosos...enfim todos aqueles que a décadas lutão nesta região para provar que é possivel sim praticar o desenvolvimento sustentavel mesmo na maioria das vezes convivendo com politicas públicas erradas ou melhor dizendo de caráter duvidosos no que se refere ao bom desempenho da região.Qual na verdade seria a melhor politica de desenvolvimento sustentavel para uma região que é vista hoje diante do mundo como a maior área de sustentabilidade do planeta terra. De que maneira o senhor acha que a America Latina como um todo deveria agir no que se refere a todos as Amazônias levando em consideração que nossos problemas orgânicos são praticamente os mesmos,seria como principal solução talvez o fomento de uma consciência latino americana unica no tocante ao desenvolvimento sustentavel....a que governo caberia o ponta pé inicial. Sabemos no entanto que muito proselitismo politico vem sendo feito a muito nesta região,para ser mais pratico vejamos o que os sucessivos governos tem investido em Ciência e tecnologia durante todas estas décadas,ao meu ver que nasci e me criei nesta região acho sinceramente que já esta na hora dos amazônidas de todos os estados que se localizam em seu territorio solicitar ao nobre presidente da republica do Brasil uma revisão no pacto federativo que responde por essa região afinal somos mais de 60% do territorio nacional. Espero assim está colaborando para enrriquecer este
debate.
Junior.
Tiquin a mais de 1.000
No Tiquin
"Já são mais de 1000
Já foi ultrapassada a marca de 1.000 festas marcadas em todo o mundo para o Bush Bye Bye Party. Como você já sabe, aqui no Pará o pé na bunda do Bush vai rolar no Tiquin Boutique Bar Café, nesta segunda (19/01), a partir das 19h. O som será por conta dos Djs SeRasgum: Marcelo Damaso, Gustavo Rodrigues e Marcel Aredê. O evento em Belém é uma iniciativa do Libra Design, com apoio do DançunSeRasgum!!Produciones, Cerveja Schin e Café Tiquin. Durante a programação os participantes poderão jogar sapatos no 'cão' do Bush, chutar seu trazeiro ou lançar dardos em sua 'cara de pau', além de assinar o manifesto 'do já vai tarde!' "
"Já são mais de 1000
Já foi ultrapassada a marca de 1.000 festas marcadas em todo o mundo para o Bush Bye Bye Party. Como você já sabe, aqui no Pará o pé na bunda do Bush vai rolar no Tiquin Boutique Bar Café, nesta segunda (19/01), a partir das 19h. O som será por conta dos Djs SeRasgum: Marcelo Damaso, Gustavo Rodrigues e Marcel Aredê. O evento em Belém é uma iniciativa do Libra Design, com apoio do DançunSeRasgum!!Produciones, Cerveja Schin e Café Tiquin. Durante a programação os participantes poderão jogar sapatos no 'cão' do Bush, chutar seu trazeiro ou lançar dardos em sua 'cara de pau', além de assinar o manifesto 'do já vai tarde!' "
Israel aprova cessar fogo unilateral
Segundo o Primeiro Ministro de Israel Ehud Olmert, o gabinete de Segurança de Israel aprovou hoje um cessar fogo unilateral na Faixa de Gaza, a partir das 22hs de sábado, horário de Brasília.
19-01-2009: no Café TIQUIN é dia de Bye, Bye Bush
No dia 19 é dia de encontro no Café Tiquin. Todos vão ter um bom papo e festejar o fim da era bush Filho nos EUA. Haverá um boneco para ser objeto da ira dos presentes. Será a partir das 19hs.
Eleição de Maneschy: A rebeldia do coordenardor de Castanhal
O prof. Adriano coordenador do Campus da UFPA, foi o único dirigente de uma unidade acadêmica da UFPA a declarar apoio público à candidatura Maneschy. Adriano, junto com o prof. Schneider, foram peças fundamentais para que o Fórum dos Dirigentes, na reunião de Mosqueiro, não comprasse a tese dos 70%, no modelo de voto, para as disputas recentes na uFPA. De parabens Castanhal, que tem um coordenador intutelável.
Eleição de Maneschy: Um general de retaguarda
No recente pleito eleitoral na UFPA, um quadro político fez uma luta silenciosa, mas muito eficaz em apoio a Maneschy. Foi o prof. Dr. Roberto Ferraz. Ferraz fez uma peregrinação pelo interior refazendo velhos contatos do período em que ocupou a PROEG, na primeiro gestão do atual reitor. Ferraz além dos tradicionais contatos pessoais, ainda fez uma peregrinação pelas salas de aulas.
Itália: a luta armada dos anos de 1970
Parece-me que a Itália dos anos de 1970 possuia um governo democrático e eleições parlamentares regulares. Os atentados políticos, sequestros e assassinatos, não seriam atos terroristas? Parece-me que a guerra, assim como o terrorismo são negações radicais da política. Classificar terrorista como perseguido político é no mínimo questionável. Mas quem sabe, detenho pouca informação a respeito do assunto e posso estar equivocado. Espero contribuição dos experts no assunto.
Tarso Genro: Uma antinomia?
Não seria uma antinomia do Ministro Genro defender a punição dos torturadores brasileiros e dar asilo político ao terrorista italiano?
Agressão em Gaza: Quando os extremos se tocam
No conflito da Palestina todos têm argumentos razoáveis a seus favor, todos tem ação condenáveis contra sí. Enfim todos têm razão e todos estão sem razão. Assim são os conflitos étnicos, religiosos e ideológicos. Nos dois lados existem extremistas que radicalizam a luta política, buscando solução finalística em seu favor. Só uma força externa pode colocar os dois lados na mesa, para tentar trazer de volta a racionalidade. Este lado seria a ONU e seus capacetes azuis.
Adufpa: aviso aos docentes do ensino básico
Adufpa em Rede. 174ª Edição
08/01/2009 - Comunicado
Informamos que os docentes de 1º e 2º graus devem se dirigir à Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal (PROGEP) para darem prosseguimento aos pedidos de Progressão Funcional, pois de acordo com o parecer da Coordenadoria de Legislação e Instrução Normativa enquanto não for regulamentado o Desenvolvimento na nova carreira, deve-se utilizar as regras estabelecidas nos artigos 13 e 14 da Lei nº 11.344/2006, com exceção da nova classe instituída pela MP nº 431/08, convertida na Lei nº 11.784/2008.
A Diretoria.
Adufpa em Rede. 174ª Edição
08/01/2009 - Comunicado
Informamos que os docentes de 1º e 2º graus devem se dirigir à Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal (PROGEP) para darem prosseguimento aos pedidos de Progressão Funcional, pois de acordo com o parecer da Coordenadoria de Legislação e Instrução Normativa enquanto não for regulamentado o Desenvolvimento na nova carreira, deve-se utilizar as regras estabelecidas nos artigos 13 e 14 da Lei nº 11.344/2006, com exceção da nova classe instituída pela MP nº 431/08, convertida na Lei nº 11.784/2008.
A Diretoria.
Adufpa em Rede. 174ª Edição
Anista: de Terroristas, Guerrilheiros e Torturadores
A luta terrorista, não é luta, é covardia. Ataca-se sem avisar civis para pressionar governos. Na guerrilha, há uma declaração de guerra e os que se enfrentam são dois grupos armados. Seria uma guerra justa, apesar de muitas vezes desproporcional, como foi o caso da guerrilha urbana e rural brasileira. Mas a luta será sempre desproporcional entre o exército de um Estado e grupo guerrilheiros, que lutam contra usurpadores do poder político. John Locke, no sua clássica obra, o Segundo Tratado sobre o Governo Civil, defende claramente o uso da rebelião armada contra tiranos usurpadores. Portanto enfrentar ditadores com armas na mão, faz parte de uma tese liberal clássica, e não da esquerda marxista. É por isso que não se confunde a anistia para os guerrilheiros com a anistia para os torturadores da Ditadura Militar brasileira. Estes, covardes, produziam sofrimento humanos, em seus adversários, presos e imobilizados, em cadeias do Estado.
Tendência do PT: Mensagem reune em Belém
A corrente de opinião interna ao PT Mensagem reune em Belém neste final de mês. Aproveitando o Fórum Social Mundial, os mensageiros se reunirão em nossa capital. Estarão presentes, além dos dirigentes locais como a governadora Ana Júlia, Edilza Fontes e João Cláudio Arroyo, os ministros Tarso Genro, Fernando Hadad, Raul Pont e Marina Silva. Será um encontro de peso.
Prof. Bethânia recupera a Faculdade FAMA
A professora MSc Bethânia, ex-Diretora Acadêmica da FAP está comandando toda a reestruturação acadêmica da FAMA, que aliás trocou de dono. A FAMA é uma faculdade que atende grande parte do nordeste do Pará e possui preços muitos competitivos. Bethânia foi trazida a peso de ourto da FAP. É um quadro administrativo e acadêmico. Parabens à FAMA pela aquisição.
Faculdade do Colégio Universo
Em 2010 teremos instalado mais uma faculdade no Pará. Será a Faculdade do Colégio Universo. Os articuladores da idéia prometem que esta faculdade vai concorrer com o CESUPA, quando a temática for a "pedreira" que os alunos enfrentarão. A Faculdade Universo promete ser campeã de aprovação nos exames nacionais de cursos e na prova de Ordem.
Aniversário de Maneschy: Edilza Fontes recebe adesões
Fui testemunha de que durante a comemoração do aniversário do reitor eleito Carlos Maneschy, a prof. Dra. da UFPA, Edilza Fontes, recebeu muitos incentivos, de muitos membros importantes da comunidade universitária, para lançar sua candidatura a Deputada Federal. hoje a baixinha está em Ourém, em atividades profissionais e políticas. Edilza é diretora geral da Escola de Governo.
Saúde: Paulo Amorim quer voltar ao CCS, hoje ICS
O Prof. Dr. Paulo Amorim, um dos artífices da campanha vitoriosa de Maneschy no ICS, informa que tem recebido muitos incentivos de amigos para disputar a direção do ICS. Amorim já foi diretor desta unidade acadêmica e deixou muitas saudades, devido ao seu dinamismo à frente da área da saúde da UFPA.
Aniversário de Maneschy: Diretor do NPI ganha concurso
O Diretor do NPI Walter ganhou o concurso de dança na modalidade estilo dos anos 1980. Quando tocou Bee Gees, Walter deu um show, pareceia o John Travolta.
Aniversário de Maneschy: Personalidades marcaram presença
Personalidades do mundo acadêmico e político marcaram presença no aniversário de Maneschy, como lideranças estudantis, sindicais, administradores públicos, ex-reitores e muitos políticos. Segundo análise do prof. Juan Hoyos, o convidado mais elegante da noite foi o Apolinário, que desfilou com um super paletó vicunha beje e deve ganhar uma passagem aérea para Guiné Bissau.
Aniversário de Maneschy: Festa bombou
Todos os 600 acentos foram ocupados pelos amigos do reitor eleito da UFPA Carlos Maneschy. De fato o aniversário de Maneschy foi mais um ato de carinho pessoal a esta figura que aglutina em escala ampliada os diversos segmentos da universidade. Mais do que um ato comemorativo, este reencontro, no ano de 2009, foi um ato político. Os estudantes gritaram ...É magnífico, É magnífico, logo após ter encerrado o parabéns para Maneschy. Em breve publicaremos fotos deste evento.
ENTRE A CRUZ E A ESPADA
*Erick Pedreira
Desde que a revista Science em fevereiro de 2004 publicou o artigo escrito por Hwang e colaboradores, confirmando a possibilidade de se obter células tronco pluripotentes, isto é capazes de se diferenciar em vários tecidos, a comunidade científica tem sinalizado a possibilidade de cura para milhares de pacientes afetados por doenças neurodegenerativas, muitas delas letais antes mesmo da segunda década de vida.
Isto ficou ainda mais fortalecido com a aprovação do projeto de lei da Biossegurança, aprovado na câmara dos deputados em 2 de março de 2006, sob os holofotes dos mais variados setores da sociedade, constituindo-se em um dos projetos mais polêmicos já votados nos últimos anos. Mesmo merecedor de aplausos, o texto não foi capaz de equacionar uma confusão entre três conceitos que precisam ficar muito bem sedimentados por todos: Clonagem reprodutiva, clonagem terapêutica e terapia celular com células tronco.
É fundamental que fique claro que a clonagem reprodutiva humana, ou seja a tentativa de produzir uma cópia de um indivíduo genotipicamente igual é uma prática abominável, até mesmo entre as maiores autoridades científicas sobre o assunto. O que se defende é a instituição da clonagem terapêutica, o que alias já vem sendo há décadas realizada, apenas com outra terminologia; cultura de tecidos.
Já é sabido que as células tronco podem ser encontradas em vários tecidos, como medula óssea, sangue e fígado, no entanto ainda duas questões precisam ser respondidas: em que tecidos essas células são capazes de se diferenciar; e como gerar biocompatibilidade entre a célula tronco do doador e receptor. Ao responder essas questões abriremos perspectivas fantásticas para futuras terapias. Daí a necessidade imediata da criação dos bancos de cordões umbilicais públicos, pois quanto maior o número de cordões em um banco, maior a chance de se achar um compatível.
Não podemos esquecer que o embrião humano é material biológico, por conseguinte sua aplicação com finalidade terapêutica deve ser utilizada sempre respaldada nos preceitos de responsabilidade e coerência, que alias devem constar no check-list diário de todo cientista; no entanto renegar estas novas tecnologias significa corroborar com o retrocesso da ciência e com a piora da qualidade de vida humana.
As novas descobertas da ciência nos trazem novas tecnologias, que influem grandemente no estilo de vida da sociedade, é só nos reportarmos a descoberta da energia nuclear, que nos trouxe a tomografia computadorizada mas também a bomba atômica, por isso é fundamental que leis sejam criadas controlando a utilização destas novas ferramentas tecnológicas.
Ao invés de tanta discussão precisamos, sim, é de legislação e vigilância, semelhante àquelas que evitam o comércio de sangue, ou órgãos, permitindo que milhões de vida sejam salvas com os transplantes; da mesma forma poderia se limitar a pesquisa com embriões humanos, cadastrando-se grupos de pesquisadores com capacidade demonstrada na área; só assim se estaria realmente livre para pesquisar, e seguro de que seus resultados não seriam manipulados por charlatões; mesmo sendo claro para todos que até se chegar a aplicação clínica das descobertas ainda há um longo caminho a ser percorrido.
Enquanto não formos capazes de responder quando começa a vida, estarão ciência de um lado, e religião, do outro, mergulhados em uma ampla discussão, contudo não devemos jamais esquecer que qualquer que seja o vencedor mais que os Severinos, Garibaldis; os doentes estarão ansiosamente aguardando a resposta.
_______________________________________
Prof. Dr. Erick Nelo Pedreira
Prof. Adjunto Doutor Faculdade de Odontologia da UFPA
Professor do Programa de Pós Graduação em Odontologia – Nível Mestrado da Faculdade de Odontologia da UFPA
Membro da Associação Brasileira de Ensino Odontológico – ABENO
erickpedreira@ufpa.br
Desde que a revista Science em fevereiro de 2004 publicou o artigo escrito por Hwang e colaboradores, confirmando a possibilidade de se obter células tronco pluripotentes, isto é capazes de se diferenciar em vários tecidos, a comunidade científica tem sinalizado a possibilidade de cura para milhares de pacientes afetados por doenças neurodegenerativas, muitas delas letais antes mesmo da segunda década de vida.
Isto ficou ainda mais fortalecido com a aprovação do projeto de lei da Biossegurança, aprovado na câmara dos deputados em 2 de março de 2006, sob os holofotes dos mais variados setores da sociedade, constituindo-se em um dos projetos mais polêmicos já votados nos últimos anos. Mesmo merecedor de aplausos, o texto não foi capaz de equacionar uma confusão entre três conceitos que precisam ficar muito bem sedimentados por todos: Clonagem reprodutiva, clonagem terapêutica e terapia celular com células tronco.
É fundamental que fique claro que a clonagem reprodutiva humana, ou seja a tentativa de produzir uma cópia de um indivíduo genotipicamente igual é uma prática abominável, até mesmo entre as maiores autoridades científicas sobre o assunto. O que se defende é a instituição da clonagem terapêutica, o que alias já vem sendo há décadas realizada, apenas com outra terminologia; cultura de tecidos.
Já é sabido que as células tronco podem ser encontradas em vários tecidos, como medula óssea, sangue e fígado, no entanto ainda duas questões precisam ser respondidas: em que tecidos essas células são capazes de se diferenciar; e como gerar biocompatibilidade entre a célula tronco do doador e receptor. Ao responder essas questões abriremos perspectivas fantásticas para futuras terapias. Daí a necessidade imediata da criação dos bancos de cordões umbilicais públicos, pois quanto maior o número de cordões em um banco, maior a chance de se achar um compatível.
Não podemos esquecer que o embrião humano é material biológico, por conseguinte sua aplicação com finalidade terapêutica deve ser utilizada sempre respaldada nos preceitos de responsabilidade e coerência, que alias devem constar no check-list diário de todo cientista; no entanto renegar estas novas tecnologias significa corroborar com o retrocesso da ciência e com a piora da qualidade de vida humana.
As novas descobertas da ciência nos trazem novas tecnologias, que influem grandemente no estilo de vida da sociedade, é só nos reportarmos a descoberta da energia nuclear, que nos trouxe a tomografia computadorizada mas também a bomba atômica, por isso é fundamental que leis sejam criadas controlando a utilização destas novas ferramentas tecnológicas.
Ao invés de tanta discussão precisamos, sim, é de legislação e vigilância, semelhante àquelas que evitam o comércio de sangue, ou órgãos, permitindo que milhões de vida sejam salvas com os transplantes; da mesma forma poderia se limitar a pesquisa com embriões humanos, cadastrando-se grupos de pesquisadores com capacidade demonstrada na área; só assim se estaria realmente livre para pesquisar, e seguro de que seus resultados não seriam manipulados por charlatões; mesmo sendo claro para todos que até se chegar a aplicação clínica das descobertas ainda há um longo caminho a ser percorrido.
Enquanto não formos capazes de responder quando começa a vida, estarão ciência de um lado, e religião, do outro, mergulhados em uma ampla discussão, contudo não devemos jamais esquecer que qualquer que seja o vencedor mais que os Severinos, Garibaldis; os doentes estarão ansiosamente aguardando a resposta.
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Prof. Dr. Erick Nelo Pedreira
Prof. Adjunto Doutor Faculdade de Odontologia da UFPA
Professor do Programa de Pós Graduação em Odontologia – Nível Mestrado da Faculdade de Odontologia da UFPA
Membro da Associação Brasileira de Ensino Odontológico – ABENO
erickpedreira@ufpa.br
Bettina: Paulo de Tarso elogiado
Em uma consulta com uma cardiologista, ouví atentamente um rosário de elogio ao diretor do Bettina, Paulo de Tarso. Segundo esta médica, houve mudança e para melhor com a entrada de Paulo de Tarso para a direção deste hospital. O Hospital teria saido da água para o vinho. Segundo esta médica, quem critica Paulo são ex-dirigentes e seus comandados que foram defenestrados.
O governo do PT o namoro entre PMDB-PSDB
O que o PT fará para abortar o namoro PMDB-PSDB? Será que o PT entrará neste leilão? O PT para seduzir tem de ter dividendos políticos. Em outras palavras, o governo tem de decolar nas pesquisas de opinião, e rápido.
Ananin e o acordo que emerge.
Pioneiro vai a deputado Federal. Helder fica até o final do mandato para ajudar na disputa estadual. Garantida o retorno de Pioneiro, sem riscos, em 2012 à prefeitura. Esta seria a proposta pmdebista. Jatene quer que Pioneiro continue deputado estadual, para evitar confronto com os tucanos que já são deputados federais.
UFPA: Ave agourenta ronda o campus
São cada vez maiores a quantidade postagens que anunciam que o príncipe ainda tentará uma estocada para impedir a nomeação de Maneschy. Não creio que a irracionalidade chegue a este ponto.
Ananin: e PMDB e PT?
Helder teria negado a criação da Secretaria de Habitação à Sandra Batista. Qual o motivo? o medo da vice crescer e ameaçar o império Barbalho.
Ananindeua anuncia: PMDB e PSDB
O clima político de Ananin anuncia flerte pesado entre PMDB e PSDB. Os tucanos estão na mesa diretora da Câmara. Helder e Pioneiro trocam carinho pelo telefone. Eliel Faustino cativa a ave azul e amarela.
Café Tiquin festeja saida de Bush
No Tiquin
"O pé na bunda
Até o momento já são 767 festas marcadas em todo o mundo para o Bush Bye Bye Party. No Pará, o pé na bunda do Bush vai rolar no Tiquin Boutique Bar Café, dia 19 às 19h. O evento em Belém é uma iniciativa do Libra Design, com apoio do DançunSeRasgum!!Produciones, Cerveja Schin e Café Tiquin. Durante a programação os participantes poderão jogar sapatos no "cão" do Bush, chutar seu trazeiro ou lançar dardos em sua "cara de pau", além de assinar o manifesto "do já vai tarde!"
"O pé na bunda
Até o momento já são 767 festas marcadas em todo o mundo para o Bush Bye Bye Party. No Pará, o pé na bunda do Bush vai rolar no Tiquin Boutique Bar Café, dia 19 às 19h. O evento em Belém é uma iniciativa do Libra Design, com apoio do DançunSeRasgum!!Produciones, Cerveja Schin e Café Tiquin. Durante a programação os participantes poderão jogar sapatos no "cão" do Bush, chutar seu trazeiro ou lançar dardos em sua "cara de pau", além de assinar o manifesto "do já vai tarde!"
Novas Postagens e debate nos Argonautas
No dia 15 de Janeiro, quinta feira, só farei postagens a partir das 17 horas. Pela manhã deixarei o aparelho do Holter na clínica, e depois farei um debate no Sindicato dos Médicos, sobre Democracia Participativa. Este evento é uma iniciativa dos Argonautas, Ambientalistas da Amazônia, como parte da formação política da juventude, para a implantação de novos pontos de cultura do Pará. Os Argonautas trabalham em parceria, com a SECULT, para a implantação dos pontos de cultura e com a SEDECT, para implantação de infocentros pelo estado. Claro, tudo devidamente selecionado através de editais públicos. Podemos criticar o governo do estado a respeito de qualquer temática, menos de que este não trabalha em parceria com a sociedade civil. Esta ação chama-se em ciência política de GOVERNANÇA, e reflete uma concepção que visa fazer com que a sociedade civil seja parceira do Estado.
Amanhã: 15 de Janeiro tem Jantar para o Maneschy
Quinta Feira, 15 de janeiro de 2009, a partir das 20hs, no restaurante La Pomme D'or, da José Bonifácio, ocorrerá o jantar de adesão ao aniversário do reitor eleito da UFPA, Carlos Maneschy. A adesão custa R$ 40,00 (quarenta reais). Convites com a Livi e com a Tutuca.
Os ensinamentos do Crash de 1929 e o Queda do Neoliberalismo
Em 1929 o ultraliberalismo americano impediu que o Estado socorresse o sistema financeiro. Mais de 5 mil bancos quebraram, 10 milhões de trabalhadores perderam o emprego. O que retirou os EUA da crise foi a segunda guerra mundial. Neste momento todos os Estados Nacionais, que estão integrados à economia global, estão socorrendo o sistema fianceiro. Esta ação preventiva com o dinheiro público, faz parte dos ensinamentos de 1929. Uma coisa é certa: o modelo frouxo com que os Estados Centrais, fiscalizavam os agentes econômicos acabou. A era neoliberal foi sepultada, inclusive nos EUA. Foi a derrota global do neoliberalismo em nível internacional. Em 1989 foi o socialismo que sofreu este revés, com a queda da URSS.
Governo e Empresários: Punição questionável
O governo federal através do Ministro do Trabalho, determinou que as empresas que receberam incentivos do governo, neste momento de crise, e que venham a demitir trabalhadores, devem perder os incentivos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e do FGTS. Ocorre que deve estar ocorrendo o seguinte na industrias de bens duráveis: após o incentivo do governo, as industrias podem até ter diminuido o preço dos produtos, mas o efeito psicológico da crise internacional, está afastando os consumidores do mercado. Sem vender, o comércio está parado, e as industrias sem novas encomendas. De fato a indústria está numa sinuca de bico. Não adianta truculência neste momento. Cabe novas medidas de estímulo ao consumo.
Ação anti-Crise: Governo Federal tira do pobre e dá ao rico.
O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) é uma das fontes que contribuem para a formação do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O governo ao isentar os fabicantes de automóveis deste imposto, com a finalidade de garantir empregos no sudeste do País, está diminuindo os recurso do FPM, que garante o funcionamento de pelo menos 70% dos 5.600 municípios brasileiros. Seria a política de retirar dos pobres para dar ao ricos? ou o efeito Hobin Hood ao contrário?
Solidariedade Internacional: Cadê os atos em Belém em defesa da Paz?
A entidades, os partidos e as Igrejas que defendem os Direitos Humanos estão devendo uma ação política que demarque a posição do povo do Pará sobre o massacre da Palestina. Nestes momentos é fundamental reafirmar uma cultura de Paz. As soluções beligerantes, devem ser sempre rejeitadas. A Guerra é falência da Política. A política é a solução dos conflitos pelas vias pacíficas, diplomáticas, dialógicas. A guerra é a morte da política e a emergência da barbárie, onde os lados querem a eliminação física, um do outro.
Israel: um revide desproporcional
Não há dúvida, a resposta de Israel ao Hamás está sendo desproporcional, afinal é um Estado que está bombardeando uma Nação indefesa. O povo palestino ao não ter como frear os radicais do Hamás, sofre a ira do Estado Judeu. A ação de Israel tem como objetivo duas questões centrais: de um lado, dar uma resposta política às agressões advindas das fronteiras Sul e agora Norte, em vésperas de eleições nacionais e de outro creditar na conta do Hamás toda a destruição da infra-estrutura da sociedade palestina. Israel na prática está exigindo que a sociedade palestina abandone o Hamás política e eleitoralmente. Recentemente a organização palestina moderada Fatah foi derotada eleitoralmente pelo Hamás.
O Conflito na Faixa de Gaza
Quem tem razão? Os Palestinos que estão sendo vítimas do ataque militar defensivo de um Estado poderoso, ou Israel, que ao ser atacado por uma organização militar palestina, o Hamás, revida, matando inocentes?
Programação do Café Tiquin
Veja a programação do final de semana do Café Tiquin:
- Quarta (14/01): Tito Coutinho, a partir das 21h
- Quinta (15/01): Alexandre Souza, a partir das 21h
- Sexta (16/01): Adilson Alcântara, a partir das 22h
- Sábado (17/01): Creedence, das 19 às 21h
- Sábado (17/01): Bernardo Miranda, a partir das 21h
- 2ª-feira (19/01): Bush Bye Bye Party
O Bush filho sai de cena no dia 19 de janeiro. E, claro, não poderíamos deixar essa passar. Já são mais de 600 festas ao redor do mundo e aqui o 'bota fora' do mala do Bush - que só fez explodir bomba, incitar o consumismo e passar vexame - vai acontecer no Tiquin Boutique Bar Café, dia 19 às 19h. O evento em Belém é uma iniciativa do Libra Design, com apoio do DançunSeRasgum!!Produciones, Cerveja Schin e Café Tiquin.
_______________________
Café Tiquin
Rua Municipalidade, 1757 - entre Soares Carneiro e Manoel Evaristo.
Fone: 3233-9009
- Quarta (14/01): Tito Coutinho, a partir das 21h
- Quinta (15/01): Alexandre Souza, a partir das 21h
- Sexta (16/01): Adilson Alcântara, a partir das 22h
- Sábado (17/01): Creedence, das 19 às 21h
- Sábado (17/01): Bernardo Miranda, a partir das 21h
- 2ª-feira (19/01): Bush Bye Bye Party
O Bush filho sai de cena no dia 19 de janeiro. E, claro, não poderíamos deixar essa passar. Já são mais de 600 festas ao redor do mundo e aqui o 'bota fora' do mala do Bush - que só fez explodir bomba, incitar o consumismo e passar vexame - vai acontecer no Tiquin Boutique Bar Café, dia 19 às 19h. O evento em Belém é uma iniciativa do Libra Design, com apoio do DançunSeRasgum!!Produciones, Cerveja Schin e Café Tiquin.
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Café Tiquin
Rua Municipalidade, 1757 - entre Soares Carneiro e Manoel Evaristo.
Fone: 3233-9009
CUT: Contra a crise, garantia de emprego
Escrito por CUT Nacional
12/01/2009
CUT não participará de reunião na Fiesp/Força marcada para esta terça
A Central Única dos Trabalhadores reafirma que a luta pelo emprego deve ter como princípio a garantia de manutenção das vagas sem flexibilização dos direitos nem redução de salários. A saída para a crise passa pela geração de novos empregos, com a necessária redução drástica das taxas de juros e o fim do superávit primário.
Portanto, a CUT não vai participar de uma reunião que tem como ponto de partida a redução de salários atrelada à redução da jornada, suspensão de contratos e flexibilização de direitos.
Para o Presidente Artur o processo de negociação não é apenas válido, como necessário. Mas a partir de outras premissas.
Artur Henrique, presidente nacional da CUT
extraido de www.cut.org.br
12/01/2009
CUT não participará de reunião na Fiesp/Força marcada para esta terça
A Central Única dos Trabalhadores reafirma que a luta pelo emprego deve ter como princípio a garantia de manutenção das vagas sem flexibilização dos direitos nem redução de salários. A saída para a crise passa pela geração de novos empregos, com a necessária redução drástica das taxas de juros e o fim do superávit primário.
Portanto, a CUT não vai participar de uma reunião que tem como ponto de partida a redução de salários atrelada à redução da jornada, suspensão de contratos e flexibilização de direitos.
Para o Presidente Artur o processo de negociação não é apenas válido, como necessário. Mas a partir de outras premissas.
Artur Henrique, presidente nacional da CUT
extraido de www.cut.org.br
"Palestino é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo!"
Escrito por Ana Paula Carrion
10/01/2009
Protesto pede fim do massacre ao Estado de Israel
Ato no MaspNesta sexta-feira (9), o Masp em São Paulo, foi palco de nova manifestação contra o genocídio que vem ocorrendo na Palestina. Integrantes da comunidade árabe e movimentos sociais prestaram solidariedade e pediram o fim do massacre ao estado de Israel.
Ao som de palavras de ordem "Palestino é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo!". "Estado de Israel, Estado assassino e, viva a luta do povo palestino!" os manifestantes arremessaram dezenas de sapatos e queimaram um boneco representando Bush.
O dirigente custista Júlio Turra, presente no ato, ressaltou sua indignação frente aos fatos. "Estamos mais uma vez denunciando o genocídio contra o povo palestino promovido por uma enorme máquina de guerra sob o patrocínio norte-americano. Em nome de um protesto de Israel que ocupa terras palestinas, há 61 anos, mais de 800 pessoas já morreram entre elas, mulheres, crianças e idosos. A CUT é solidaria ao povo palestino e quer o fim do massacre", enfatizou.
Várias manifestações vêm ocorrendo em todo Brasil: Rio de janeiro, Recife, Porto Alegre, Curitiba, Campinas e Foz do Iguaçu reuniram milhares de pessoas em solidariedade à causa palestina. No domingo (11) São Paulo voltará a ser palco de novos protestos. A Marcha Contra o Massacre de Israel sairá às 10 horas do Vão Livre do Masp, na Avenida Paulista.
Extraido de www.cut.org.br
10/01/2009
Protesto pede fim do massacre ao Estado de Israel
Ato no MaspNesta sexta-feira (9), o Masp em São Paulo, foi palco de nova manifestação contra o genocídio que vem ocorrendo na Palestina. Integrantes da comunidade árabe e movimentos sociais prestaram solidariedade e pediram o fim do massacre ao estado de Israel.
Ao som de palavras de ordem "Palestino é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo!". "Estado de Israel, Estado assassino e, viva a luta do povo palestino!" os manifestantes arremessaram dezenas de sapatos e queimaram um boneco representando Bush.
O dirigente custista Júlio Turra, presente no ato, ressaltou sua indignação frente aos fatos. "Estamos mais uma vez denunciando o genocídio contra o povo palestino promovido por uma enorme máquina de guerra sob o patrocínio norte-americano. Em nome de um protesto de Israel que ocupa terras palestinas, há 61 anos, mais de 800 pessoas já morreram entre elas, mulheres, crianças e idosos. A CUT é solidaria ao povo palestino e quer o fim do massacre", enfatizou.
Várias manifestações vêm ocorrendo em todo Brasil: Rio de janeiro, Recife, Porto Alegre, Curitiba, Campinas e Foz do Iguaçu reuniram milhares de pessoas em solidariedade à causa palestina. No domingo (11) São Paulo voltará a ser palco de novos protestos. A Marcha Contra o Massacre de Israel sairá às 10 horas do Vão Livre do Masp, na Avenida Paulista.
Extraido de www.cut.org.br
Oficina: Rede Amazônia de Protagonismo Juvenil
A oficina será realizado nos dias 15, 16 e 17 de janeiro no auditório do Sindicato dos Médicos, em Belém, e reunirá representantes de Pontos de Cultura, Redes de Agenda 21 Locais e Fóruns de Economia Solidária. O objetivo é capacitar 50 agentes de desenvolvimento local com uma metodologia de desenvolvimento voltada à realidade amazônica. A iniciativa parte do projeto Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil, que articula atualmente 17 pontos de cultura de diversas regiões do Pará, articulados em quatro pólos: Metropolitano, Sul e Sudeste, Marajó, Transxingu-Tapajós.
A Oficina terá dois momentos: Formação na metodologia em Desenvolvimento Local Amazônico (DELA) e Formação Sócio-Política. O Desenvolvimento Local Amazônico surge como uma filosofia de promoção do desenvolvimento humano e social sustentável por meio do investimento em capital social – priorizando a articulação e animação de redes sociais distribuídas (pessoa a pessoa) e a democratização das relações na base da sociedade e no quotidiano do cidadão.
A oficina DELA será ministrada por Fidélis Júnior Martins Paixão, advogado, especialista em desenvolvimento local e agenda 21 e Carlos Eduardo, administrador, especialista em Planejamento e Gestão do Desenvolvimento Regional; membro da Coordenação do Fórum Brasileiro de Ong’s e Movimentos Sociais e da Coordenação da Agenda 21 Brasileira.
O professor Edir Veiga, Doutor em Ciência Política, falará de democracia, políticas públicas e participação; as concepções de democracia e sua influência na constituição do Estado; instituições Políticas Brasileiras.
O projeto Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil é coordenado pela Ong Argonautas Ambientalistas da Amazônia e funciona como um agente articulador e dissiminador de tecnologias e métodos que favorecem a promoção da cultura, da economia e das relações sociais na região amazônica.
Contatos:
Carlos Eduardo Siqueira – 8215-1331
Lua Gabriel - 8215-
extraido em www.redejuvenil.com.br
A Oficina terá dois momentos: Formação na metodologia em Desenvolvimento Local Amazônico (DELA) e Formação Sócio-Política. O Desenvolvimento Local Amazônico surge como uma filosofia de promoção do desenvolvimento humano e social sustentável por meio do investimento em capital social – priorizando a articulação e animação de redes sociais distribuídas (pessoa a pessoa) e a democratização das relações na base da sociedade e no quotidiano do cidadão.
A oficina DELA será ministrada por Fidélis Júnior Martins Paixão, advogado, especialista em desenvolvimento local e agenda 21 e Carlos Eduardo, administrador, especialista em Planejamento e Gestão do Desenvolvimento Regional; membro da Coordenação do Fórum Brasileiro de Ong’s e Movimentos Sociais e da Coordenação da Agenda 21 Brasileira.
O professor Edir Veiga, Doutor em Ciência Política, falará de democracia, políticas públicas e participação; as concepções de democracia e sua influência na constituição do Estado; instituições Políticas Brasileiras.
O projeto Rede Amazônica de Protagonismo Juvenil é coordenado pela Ong Argonautas Ambientalistas da Amazônia e funciona como um agente articulador e dissiminador de tecnologias e métodos que favorecem a promoção da cultura, da economia e das relações sociais na região amazônica.
Contatos:
Carlos Eduardo Siqueira – 8215-1331
Lua Gabriel - 8215-
extraido em www.redejuvenil.com.br
TIQUIN é o Point da UFPA
Neste período em que grande parte da UFPA está de férias, inclusive eu, o melhor local para encontrar a cidadania da UFPA é na butique Tiquin, que fica na municipalidade, em frente do residencial Olimpus. Depois das 17 hs, a turma do chopp está toda por lá.
Eleição na UFRA
Em breve teremos eleições para reitor da UFRA. Novamente situação e oposição se enfrentam. O atual vice-reitor é forte candidato.
Ana Júlia e o Metrô Aquático
Todos sabem que Belém possui uma região litorânea e outra continental. Estudiosos apontam que uma integração intermodal entre o transporte rodoviário e o hidroviário, poderia, a baixo custo, e a curto prazo, resolver grande parte dos engarrafamentos da entrada e do centro da cidade. Caso o governo Ana Júlia opte por esta alternativa, faria um gol de placa. Seria o Metrô Aquático.
Secretaria de Transporte e o trânsito em Belém
O Secretário de Transporte Waldir Ganzer deve assumir postura pró-ativa em relação ao caótico trânsito da região metropolitana. Em breve o governo deve anunciar um pacote de medidas, de curto prazo, que devem tirar a população do sufoco. Se o governo fizer o prometido, já estará garantindo pelo menos 30% da reeleição de Ana.
Novas postagens
Volto a postar a partir das 17 hs. Estou fazendo check up de saúde. Ninguém é de ferro.
Congresso Mundial das Igrejas Ecumênicas
Foi ontem, em Mariápolis, o debate sobre a Amazônia e seus desafios e o papel da sociedade civil mundial, e em particular das igrejas ecumênicas.Este debate fez parte da programação do Enconcotro Mundial Anual das Igrejas Ecumênicas, que tem séde em Genebra.Partciparam como debatedores O prof. Dr. internacionalista Alberto Teixeira, discutindo o contexto internacional e a Amazônia, o Prof. cientista social Walgomiro apresentou as políticas do governo Lula para a Amazônia e eu apresentei o perfil econômico, social e político da sociedade civil municipal da amazônia brasileira.Estavam presentes 17 dirigentes internacionais das igrejas ecumênicas e mais seis estudantes, um de cada continente, que venceram o concurso, continental, de monografias sobre o papel do ecumenismo nas transformações sociais globais.
15-01: Festa de aniversário de Maneschy com adesão
Nesta quinta feira, dia 15 de janeiro, ocorrerá um jantar de adesão ao aniversário do professor Carlos Maneschy, reitor eleito e homologado da UFPA. O evento ocorrerá no La Pomme D'or, que fica na José Bonifácio. Os convites podem ser adquiridos com a Livi e com a Tutuca, ao custo de R$ 40,00( quarenta reais). São esperadas pelo menos quatrocentas pessoas da UFPA.
Reitor da UFPA: Maneschy aguarda ata
O reitor eleito e homologado pelo CONSUN da UFPA aguarda a ata para apressar em Brasília a sua nomeação. Os contatos todos já foram feitos. Inclusive contra-dossiês contra as queimações, em relação à questão TCU, já foi entregue aos principais atores administrativos e políticos de BSB. Esperamos que a ata a ser elaborada pelo CONSUN, obedeça todos os pressupostos legais para que o processo seja eficaz e rápido.
Combate aos homicídios: a receita que vem de S.Paulo
O governo de S.Paulo reduziu pela metade o número dos asassinatos naquela cidade. Qual a receita? prender mais e manter os bandidos na cadeia. O comando de segurança pública ampliou a presença de policiais nas ruas, mapeou os locais de maior índices de assassinatos e os dias de semana em que estes acontecem e ampliou o número de vagas nas prisões. Isto resolve o problema da violência? não. O combate às causas da violência demandam políticas públicas estruturantes e tem efeitos no médio a longo prazo. Mas a ação do governo diminuiu pela metade, o números de homicídios em S.Paulo, e cada vida que é salva, nesta ação coercitiva/preventiva, é muito importante para cada família, que não sentirá a dor de uma perda trágica. Porque não copiamos de S.Paulo esta metodologia? esta roda já foi inventada. Tudo o que acabei de relatar é reconhecido pelos cientistas sociais do sudeste. O BOM GOVERNO SALVA VIDAS.
Benassuly volta a comandar a Polícia Civil
O delegado Benassuly volta ao comando da Polícia Civil. Dono de uma história ímpar de postura ético-moral à frente dos órgãos públicos, Bena, como é conhecido dos amigos, é garantia de ação republicana à frente da PC. A forte solidariedade com seus irmãos de serviço levou Benassuly, no episódio de Abaeté, a cometer um ato falho, através de uma declaração no Senado Federal. Benassuly volta prestigiado ao cargo e representa unidade na PC e solidariedade interna do governo popular.
12 de Janeiro e Belém: procura-se um estadista
O aniversário de Belém é também um momento de reflexão sobre a cidade e seu crescimento desordenado. Uma coisa parece consensual, há muito nossa cidade não conhece um estadista à frente do executivo. Nossa cidade é pequena, se comparada com as megalópolis do Brasil. Só o bairro de Santo Amaro, em S.Paulo, é maior do que nossa cidade. Nossa "city" denuncia que nenhum gestor pensou a cidade para os 30 anos seguintes. Procura-se estadistas.
Argonautas promovem curso de formação política
A partir de hoje, 12 de janeiro, a ONG Argonautas da Amazônia inicia um curso de formação política dirigida à juventude. Esta programação faz parte da qualificação da juventude para a gestão dos pontos de culturas, que estão sendo implantados no estado. Dia 15 (quinta) farei uma palestra sobre o tema: Democracia Participativa.